“Transformar o potencial da nossa terra em desenvolvimento real e duradouro”
Nesta fase de pré campanha fomos conversar com os candidatos à liderança do Município de Fornos de Algodres. Assim fomos conversar com Rui Ferreira o Candidato do Chega, que nos deixou as suas ideias e quer colocar Fornos de Algodres no caminho do desenvolvimento, com seriedade, competência e proximidade às pessoas.
Como surgiu a ideia de ser candidato ao Município de Fornos de Algodres?
Antes de mais, quero agradecer o convite para esta entrevista e saudar todos os fornenses. É um orgulho poder partilhar convosco as razões que me levaram a apresentar a minha candidatura à presidência da Câmara Municipal de Fornos de Algodres.
Fornos de Algodres é, para mim, muito mais do que um concelho: é a terra que escolhi para viver, para instalar o meu negócio e criar a minha empresa. Aqui fui bem acolhido, aqui aprendi a valorizar ainda mais as nossas tradições, a nossa cultura e a nossa história. Posso dizer, sem hesitar, que sou verdadeiramente apaixonado pela nossa região e pelas suas gentes.
A decisão de avançar com esta candidatura nasceu da minha experiência como empresário e da consciência de que o concelho precisa de uma nova visão, prática e focada em resultados. Partilhei esta reflexão com amigos e colegas todos vindos do setor privado e rapidamente percebemos que tínhamos preocupações e objetivos comuns. Fizemos reuniões, debatemos ideias e percebemos que havia uma vontade coletiva de pôr a experiência adquirida nas nossas áreas ao serviço da comunidade.
É desse espírito que nasce este projeto: de pessoas que querem trazer uma nova forma de fazer política, com seriedade, competência e sentido prático. Estamos aqui porque acreditamos que Fornos de Algodres tem potencial para muito mais e que juntos podemos construir um futuro melhor.
Deixe-nos em traços gerais a sua equipa e aos órgãos que esta lista é candidata?
Comigo está uma equipa sólida, composta por mulheres e homens com provas dadas em
diferentes áreas do setor privado. São pessoas com décadas de experiência em domínios tão diversos como as artes, a gestão empresarial, a hotelaria, a logística, os transportes e a gestão de ativos financeiros.
É uma equipa que se distingue pela competência, pelo profissionalismo e, sobretudo, pela cultura de trabalho que vem do setor privado: objetivos claros, responsabilidade e foco em resultados.
Integram este projeto nomes como Cláudia Simões, Aida Diogo, Albuquerque Guerra, Rui Sérgio Albuquerque, Patrícia Nunes e Armando Abade, acompanhados por um grupo alargado de profissionais que partilham da mesma visão e determinação.
Juntos, formamos uma lista que está preparada para assumir responsabilidades nos vários órgãos autárquicos, sempre com o mesmo propósito: colocar Fornos de Algodres no caminho do desenvolvimento, com seriedade, competência e proximidade às pessoas.
Fale-nos um pouco do vosso programa que apresenta ao eleitorado?
O nosso programa eleitoral nasce da realidade concreta de Fornos de Algodres e assenta numa visão muito clara: transformar o potencial da nossa terra em desenvolvimento real e duradouro. Queremos construir um caminho sólido que conduza ao sucesso coletivo, valorizando aquilo que temos de mais importante o nosso património, a nossa cultura e a nossa identidade.
Vivemos numa região privilegiada. Estamos estrategicamente posicionados junto à A25, que nos liga ao centro do país e à Europa.
Temos o mercado espanhol a poucos quilómetros, contamos com ferrovia, com o Rio Mondego e com a Serra da Estrela a enriquecer o nosso território. São vantagens únicas que, infelizmente, foram durante demasiado tempo ignoradas por falta de visão e de capacidade de ação.
O nosso programa vem precisamente corrigir esse erro. Apresentamos propostas concretas e exequíveis, assentes numa estratégia clara de desenvolvimento económico e social, capazes de atrair investimento, criar emprego, apoiar empresas, valorizar o turismo e fixar população.
Queremos devolver a Fornos de Algodres o lugar que merece, não com promessas vagas, mas com medidas práticas e com resultados que se verão no presente e no futuro.
Quais os projetos que considera mais urgentes de executar?
A prioridade absoluta é o setor empresarial. Sem um tecido empresarial forte e dinâmico, não é possível garantir o crescimento económico de Fornos de Algodres, nem criar as condições necessárias para fixar pessoas e atrair investimento.
Infelizmente, a falta dessa aposta ao longo dos últimos 12 anos de governação socialista conduziu a uma desertificação cada vez mais visível no concelho. É urgente inverter esse ciclo. Precisamos de apoiar quem já cá está, captar novas empresas e criar um verdadeiro ecossistema de desenvolvimento económico.
Naturalmente, não esquecemos outros setores que são igualmente relevantes, como o turismo e a valorização dos nossos recursos naturais. Mas é no setor empresarial que reside a chave para desbloquear todas as outras áreas. Só com empresas a gerar riqueza, emprego e dinamismo conseguiremos construir um concelho mais forte e atrativo para todos.
Que mensagem deixa a todo o eleitorado fornense?
A mensagem que quero deixar a todos os fornenses é simples: confiar. O nosso programa eleitoral foi construído com seriedade, é realista e exequível, pensado de acordo com as nossas capacidades e com uma visão clara para o futuro. Baseia- se na valorização dos nossos recursos naturais, na nossa história e identidade, e no enorme potencial que Fornos de Algodres tem para oferecer.
Temos projetos concretos e bem definidos, que vão desde o reforço do tecido empresarial até à valorização do património natural. Entre eles, destaco a recuperação e construção de açudes em pontos estratégicos do concelho Catraia/Valcovo, Ponte de Juncais, Fornos Gare/ Ponte Novas medidas que terão impacto direto na qualidade de vida e na atratividade do território.
Quero garantir a todos que cada projeto será devidamente apresentado e explicado, de forma transparente, através da nossa página oficial de candidatura. Porque acreditamos que a política deve ser feita com clareza e responsabilidade perante os cidadãos.
Juntos, a uma só voz, podemos devolver a Fornos de Algodres o dinamismo que merece. Este é um concelho com mais de 5.000 anos de história e é com essa força e orgulho que vamos construir o futuro.
Magazine Serrano A Voz Serrana para o Mundo
Durante a pré-produção do álbum, que eu ia gravar, uma vez que as minhas origens profissionais estão na engenharia de som, fui ficando cada vez mais interessado na história da Yuki. Havia ali muito sofrimento sublimado (e eu acho que a própria Yuki não se apercebeu disso durante muito tempo até ver o filme), mas ao mesmo tempo muita força de vontade de ultrapassar a sua incapacidade na mão e lidar com a mesma de uma forma positiva e inspiradora. Propus-me de imediato escrever um esboço daquilo que pretendia filmar. No entanto, na altura tinha a ideia de fazer um filme com 25 minutos, cujo foco principal seria as sessões de gravação em Londres, na famosa sala do Henry Wood Hall, apoiadas numa única entrevista em casa da Yuki. Fomos para Londres no final de Fevereiro de 2023 carregados de material de som para gravar o álbum e de uma câmara para fazer o filme. Estávamos a fazer dois projectos ao mesmo tempo em cinco dias, no estrangeiro e com toda a pressão que isso envolve!
João Alonso(JA)– Foi a melhor coisa que podíamos ter feito, dado que, hoje ainda aparecem casos por todo lado, e não sabemos com vai ficar, foi uma decisão acertada.
MS- A Guarda Desportiva FC queixou-se que na Taça de Portugal, só poderão utilizar 5 jogadores formados localmente, o que na AF Guarda é igual?
MS- Os campeonatos podiam ter iniciado ao mesmo tempo?




Após um ano e meio à frente dos destinos da Associação Humanitária dos Bombeiros de Fornos de Algodres, Fernando Rodrigues, em conversa, acabou por fazer um balanço desse trabalho.
retário de Estado entre outras entidades.
os nossos colaboradores, uma vez que nos anos anteriores tal não tem acontecido devido às dificuldades, temos feito alguns cortes, mas podemos afirmar que não devemos nada a qualquer fornecedor.
Teve lugar neste domingo, a noite de Santo António, com os festejos dos santos populares, na localidade de Maceira, concelho de Fornos de Algodres.
