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Tag Archives: cultura

Celorico da Beira presente no projeto “Viver ao Vivo, Com Tempo no Centro”

Vai decorrer até dia 30 de junho de 2022, o projeto “Viver ao Vivo, Com Tempo no Centro” que compreende dez etapas, nove roteiros de fim de semana e uma ação de disseminação, com cerca de 70 atividades culturais gratuitas, multidisciplinares, centradas na música clássica e na perceção sensorial do mundo, a promover nos municípios de Sardoal,

Castanheira de Pera e Celorico da Beira, sob a orientação artística da Academia Internacional de Música “Aquiles Delle Vigne”, também parceira do projeto.
Resultante de uma candidatura a fundos comunitários (Centro 2020), esta rede de itinerância e intercâmbio cultural entre os três municípios, tem o intuito de promover o território da região, impulsionar o turismo, valorizar os produtos endógenos, o património e dinamizar e estimular a economia local e a cultura, tão afetadas pela crise sanitária que ainda atravessamos.

A apresentação do projeto “Viver ao Vivo, Com Tempo no Centro” ocorreu no passado dia 7 de junho, no Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Residências artísticas e o workshop “À volta da terra – Jornadas de Desenho”, com realização prevista entre 16 e 20 de junho, antecedem o arranque do primeiro roteiro sensorial, que terá lugar de 2 a 4 de julho, em Sardoal.

A arte, a cultura e o património arquitetónico militar, religioso e civil, existentes em Linhares da Beira – Aldeia Histórica que integra a Grande Rota das Aldeias Histórica (GR22) e o Geopark Estrela da Unesco-, constituirão o mote para o segundo roteiro sensorial que ocorrerá no município de Celorico da Beira, no período de 10 a 11 de julho. O castelo de Linhares será o palco para o concerto de abertura. Momento musical (piano) dedicado à obra “Quadros de uma Exposição “do compositor russo, Modest Mússorgsky, o qual culminará com o tema “Grande Porta de Kiev”. De seguida, terá lugar uma exposição de artes visuais, que contará com novas versões de quadros originais, inspirados na música de Mússorgsky, com a particularidade das obras estarem espalhadas pela aldeia de Linhares, impelindo o público a visitar outros edificados de interesse da aldeia, numa espécie de caça ao tesouro.

O terceiro roteiro sensorial decorrerá no fim de semana de 30 de julho a 1 de agosto, no município de Castanheira de Pera.
As atividades programadas para os três municípios decorrerão, quase todas ao ar livre e, em conformidade, com as regras impostas pela DGS no quadro da pandemia.
Para consultar a Programação detalhada ou mais informações sobre o Projeto, por favor, aceda aos sites dos três municípios ou aos links:

info@viveraovivo.pt
https://www.facebook.com/ViverAoVivo

Livro “Vida Num Roteiro” apresentado em Mangualde

Mangualde acolheu na passada sexta-feira, dia 28 de maio, a apresentação do livro “Vida Num Roteiro”, na Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves, que contou com a presença do autor, Pedro Coelho e do Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Mangualde, João Lopes.
O autor nasceu em Mangualde, licenciou-se em Sociologia pela Universidade Nova de Lisboa e especializou-se em Coordenação das Necessidades Formativas. Apresentou o seu livro, no âmbito do mês do autor português, para uma plateia 70 pessoas, lotação máxima da sala. O streaming da apresentação, na página do Facebook do Município de Mangualde, contou com 1300 visualizações no próprio dia do evento. O autor partilhou os seus testemunhos e experiências com o público, numa conversa em forma de tertúlia.
Toda a sessão decorreu de acordo com as normas impostas pela Direção-Geral da Saúde (DGS), para que todos os envolvidos estivessem em segurança.
Foto: Mun. Mangualde

Apoios às coletividades entregue em Gouveia

Os ranchos folclóricos, os grupos corais, os grupos de teatro e as associações recreativas do concelho de Gouveia foram os contemplados da última cerimónia , inserido naquilo que o Município de Gouveia tem procedido à entrega dos subsídios ordinários às coletividades, tal como a anterior, teve lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
O Município de Gouveia aumentou os apoios às coletividades, com o objetivo de garantir o seu funcionamento e continuidade face às dificuldades impostas pela pandemia. Foram apoiadas cerca de 40 associações com um investimento direto de 71.500 euros.
Foto:MG

Trancoso celebra o seu Feriado Municipal

Trancoso celebra o seu feriado municipal entre hoje e amanhã, assim sendo , nesta sexta -feira vai ter lugar a evocação da Batalha de Trancoso, pelo Agrupamento de Escolas de Trancoso, depois mais à noite, terá lugar um concerto no Castelo , denominado “Auto da Barca do Inferno”.

Para sábado, o dia oficial das comemorações, terá lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho, entre as 10h30 e as 12h30 ,com a presença do Secretário de Estado da Descentralização e Administração  Local, seguida da inauguração da Fotogaleria dos Presidentes da Câmara e Assembleia Municipal.

Terá lugar ainda a homenagem aos funcionários aposentados desde maio 2020 até hoje e a apresentação do livro “Trancoso, aldeia histórica, vila medieval e cidade contemporânea”, por Miguel Santiago e Mariana Miranda.

Durante a tarde , no Salão Nobre dos Paços do Concelho, entre 15h30 e as 16h30, acontecerá a sessão evocativa da Batalha de Trancoso e de seguida será colocada uma coroa de flores no Monumento alusivo aos combatentes dessa mesma batalha.

Em casa pode assistir através do link: https://youtu.be/oi53TQ215Vo.

Alto Mondego Rede Cultural regressa para animar as comunidades

Decorreu na manhã de sábado (22 de maio), a apresentação da segunda edição do Projeto” Alto Mondego- Rede Cultural”, no auditório Multiusos de Nelas. É composto pelos municípios de Fornos de Algodres, Nelas, Mangualde e Gouveia. O projeto contará com uma programação cultural diversificada e que tem como objetivo dinamizar os territórios com eventos culturais criados por associações culturais locais, com o intuito de impulsionar a economia local, mas também promover as artes e as criações artísticas no território, projetar a sua imagem e a região e ainda exponenciar novos fluxos turísticos de forma a contribuir para a valorização da autenticidade dos produtos culturais e patrimoniais endógenos.

Serão 24 espetáculos de várias artes performativas e 8 murais de arte urbana que acontecerão até setembro de 2022, recriados nos vários espaços emblemáticos dos quatro municípios, será um investimento de cerca de 300 mil euros.

Vão ser desenvolvidas 4 ações de capacitação artística com as diversas associações culturais, através da cooperação entre estas e capacitadores das seguinte áreas : slackline, arte urbana, música e dança.

As sessões de capacitação de slackline (corda bamba) e arte urbana decorrerão entre junho e agosto deste ano. As sessões de slackline serão orientadas pelo profissional Rui Mimoso, campeão nacional de slackline.

O slackline é um desporto que consiste prática de equilíbrio sobre uma linha dinâmica, esticada entre dois pontos fixos. O praticante pode caminhar sobre ela ou fazer manobras e truques, dinâmicos ou estáticos.

No que toca à área Arte Urbana , vão ser criados 4 murais, um em cada Município, resultado do trabalho entre as associações, a comunidade e o artista plástico Desy.

Por sua vez ,  as seesões na área da música acontecem em 2022, entre os meses de janeiro e maio. Entram em cena Bitocas e Artur Fernandes, que juntamente com as associações locais irão apresentar 8 espetáculos pelo território do Alto Mondego’ Rede Cultural.

Por fim, na área da dança, decorre entre maio e setembro de 2022, onde Marta Silva, irá trabalhar juntamente com as associações locais nos variados temas que abrangem a dança (movimento, corpo) e que resulta em 8 espetáculos artísticos itinerantes.

As intervenções dos quatro presidentes serviram para explicar um pouco mais este projeto.

Borges da Silva (Nelas) referiu:” É um gosto continuar a partilhar esta experiência da Rede Cultural do Alto Mondego em mais uma iniciativa, mais uma candidatura, mais um projeto, projeto esse complementado com uma série de ações, que consiste em dinamizar e promover o património cultural e rapidamente também regressar à possibilidade das populações acederem à cultura e acho que conseguiram e felicito-os aqui por isso, deixando também aqui um cumprimento aos animadores e aos profissionais que mobilizaram  para estas ações quer as ações artísticas, do ponto de vista artístico, quer do ponto de vista de artes e cultura do Alto Mondego”.

Por sua vez, Elísio Oliveira (Mangualde)salientou a: importância deste projeto Alto Mondego, como disse o presidente de Nelas, um rio nos une, mas também nos podia separar.

Um rio une ou separa, mas quando se fazem pontes, a separação torna-se união e nós estamos aqui os quatro municípios unidos em torno do Alto Mondego. A cultura é importante para desenvolver a vida das pessoas para desenvolver a economia, valorizar o território para fixar e atrair pessoas e essa é a grande luta, é a grande batalha, é a luta da democracia e da demografia e da fixação de pessoas. Sem pessoas tudo o resto vai desertificando, as casas vão-se despovoando, os territórios vão-se abandonando e a cultura pode ser uma âncora e um instrumento importante para dar qualidade de vida material e imaterial aos territórios e às pessoas que neles habitam”.

Luís Tadeu(Gouveia) enalteceu que: “é um programa que nos une com o território e com as entidades  que incluem  o território que fazem cultura e que nesta altura estão a passar uma fase muito complicada , fruto da pandemia , obrigando a parar as suas iniciativas, que é sempre depois  complicado  muitas vezes recomeçar e voltar a motivar as pessoas.

 Assim com este nosso projeto não é só dizer a essas associações culturais do nosso território, que estamos com elas, confiamos nelas , que acreditamos no seu trabalho e que juntamente com todos aqueles que agora vêm de fora  enriquecer e engrandecer também o seu trabalho , que queremos que elas continuem  e confiamos que elas continuam a ser agentes importantes no  território para precisamente prolongar e salvaguardar a cultura mas também para lhe dar novas roupagens porque os tempos mudam, os tempos evoluem e portanto há que também que termos noção e atenção a isso não perdendo o espírito daquilo que são as nossas associações mas  envolver todos aqueles que nelas colaboram, que nelas participam sejam nas bandas filarmónicas, seja nos ranchos folclóricos ,seja  nos grupos de teatro que temos ,nos grupos de dança que temos enfim todos”.

 Manuel Fonseca (Fornos de Algodres) agradeceu de forma especial à comunicação social , uma vez que têm aqui um papel importante na divulgação deste projeto. Muitas das vezes senão forem  os OCS,  o que acontece é que os nossos projetos não são focados , não são difundidos da melhor forma, logo é um prazer que os OCS estejam presentes e como sempre vão fazer um bom trabalho  no sentido de darem a conhecer este projeto . Desde o princípio, no nosso município, entendemos que era o projeto que tínhamos de agarrar com alma e coração naturalmente que há outros projetos que correm paralelamente em cada uma das outras comunidades, mas este é um projeto como disse tinha uma identidade própria.

Este ano em termos deste projeto entendeu-se que devíamos também alargar a outras competências relativas não só à dança, não só ao teatro e foi por isso que decidimos também agarrar outras capacitações neste caso especificamente na questão do Slackline e também na Arte Urbana. Relativamente à 1ªquestão está aqui o Rui Mimoso que é de Fornos de Algodres também tenho que realçar que é um excelente player nesta matéria é dos primeiros que existe no país e naturalmente também estas áreas é importante também trazer os mais jovens, às vezes os jovens têm outro tipo de motivações e tendo outro tipo de motivações é importante que estes jovens possam ter outras competências, conclui o autarca fornense.

Por fim, cada um dos capacitadores apresentaram as suas atividades, seguindo-se uma pequena demonstração do Slackline pelo atleta Rui Mimoso, pelos jovens convidados e demais entidades que quiseram experimentar.

Este projeto “Alto Mondego Rede Cultural” é cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

 

Biblioteca itinerante vai andar pelas Aldeias do Xisto

VIAGEM ao INTERIOR dos livros, das pessoas e do país

 

São sessões de leitura nas escolas, ao ar livre, no centro das aldeias, no meio da rua, onde houver público e vontade de ouvir uma história. A iniciativa é do jornalista e escritor João Ferreira de Oliveira, que abraçou o desafio de percorrer o Interior, durante um mês, ao volante de uma biblioteca itinerante, semelhante àquelas que a Fundação Calouste Gulbenkian usou entre 1958 e 2002 para levar histórias, aventuras e sonhos a todos os pontos do país. As Aldeias do Xisto acolheram e apoiaram este projeto desde o início e serão o primeiro destino da viagem.

Se em maio andar pelo interior do país e se cruzar com uma carrinha branca, com desenhos coloridos e identificada com os dizeres Biblioteca Itinerante e “VIAGEM ao INTERIOR dos livros, das pessoas e do país”aproxime-se e aproveite para ouvir uma história e levar um livro para depois a partilhar. A iniciativa é do jornalista e escritor João Ferreira de Oliveira, que abraçou o desafio de percorrer o interior, durante um mês, ao volante de uma biblioteca itinerante, semelhante àquelas que a Fundação Calouste Gulbenkian usou entre 1958 e 2002 para levar histórias, aventuras e sonhos a todos os pontos do país.

As Aldeias do Xisto, que acolheram esta iniciativa desde o início, são o primeiro destino desta viagem, que parte de Lisboa a 6 de maio. Até dia 10, haverá sessões de leitura nas escolas, ao ar livre, no centro das aldeias, no meio da rua. Enfim, onde houver público e vontade de ouvir e contar histórias.

Em Figueira, no concelho de Proença-a-Nova, João Ferreira de Oliveira vai conversar com o bibliotecário Nuno Marçal, da Biblioteca Municipal, e ainda conhecer a estreita ligação que os habitantes da aldeia desenvolvem em torno do tradicional forno a lenha comunitário. Em Sarzedas, no concelho de Castelo Branco, está prevista a visita à Escola Primária, assim como em Janeiro de Cima, no concelho do Fundão, onde se vai ainda desfrutar da leitura a bordo da barca, no rio Zêzere. Na Cerdeira, no concelho da Lousã, relembra-se a história de Kerstin Thomas, a alemã que aprendeu a falar português com os livros. Os Contos de Fajão e o Dark Sky Aldeias do Xisto servem de mote para a visita a Fajão, no concelho da Pampilhosa da Serra.

PROGRAMA

7 de maio

  • Aldeia do Xisto da Figueira, Proença-a-Nova: Encontro com Nuno Marçal, bibliotecário de Proença-a-Nova e conversa com os habitantes da aldeia
  • Visita à Escola Primária da Aldeia do Xisto das Sarzedas

8 de maio

  • Aldeia do Xisto da Cerdeira, Lousã: Conversa com Kerstin Thomas
  • Aldeia do Xisto de Fajão, Pampilhosa da Serra: Sessão de leitura com os habitantes

9 de maio

  • Aldeia do Xisto de Fajão, Pampilhosa da Serra: Oferta de livros e sessão de contos no adro da igreja
  • Aldeia do Xisto de Janeiro de Cima, Fundão: Sessão de leitura na barca

10 de maio

  • Aldeia do Xisto de Janeiro de Cima, Fundão: visita e sessão de leitura na Escola Primária

Para Rui Simão, diretor executivo da ADXTUR, «esta iniciativa vai misturar as histórias dos livros com as histórias e os saberes das pessoas e dos lugares por onde passar. Este é um território ‘literário’ também por isso, pela inspiração que provoca a história de vida de cada pessoa e que se entretece com as memórias das paisagens onde habitam, sejam relacionadas com o céu, com os contos tradicionais ou com as artes e ofícios. Saber ler a paisagem e interpretar a cultura dos lugares é também uma importante competência de literacia que as Aldeias do Xisto querem promover.»

O foco é a literatura infantil, mas as portas e as estantes da carrinha estão abertas a toda a gente, incluindo os mais velhos. «O objetivo não passa por vender livros, mas sim oferecê-los. Regressar a casa com a carrinha vazia, mas cheia de histórias», acrescenta.

 

Os cerca de 500 títulos que enchem as estantes da carrinha foram doados por diversas editoras portuguesas e pela Citroën, que se associa a esta iniciativa assumindo o seu legado histórico: recorde-se que as antigas bibliotecas itinerantes tinham como imagem um ícone desta marca automóvel, o HY. Agora, João Ferreira Oliveira segue viagem ao volante de um Citroën Jumper.

Depois das Aldeias do Xisto, a viagem percorre a Rota da Terra Fria (Trás-os-Montes), o Alentejo Interior e o Algarve Interior. Toda a viagem, que pode acompanhar no Instagram, vai ser registada, dando origem a um conjunto de reportagens, a publicar no jornal Público, e uma série documental de quatro episódios, um por cada destino. E, como não podia deixar de ser, um livro.

Teatro Cine em Gouveia reabre a 8 de maio

As sessões de cinema e os espetáculos regressam ao Teatro Cine de Gouveia , já no próximo sábado, 8 de maio, cumprindo com todas as medidas que garantam a segurança dos espetadores.

Depois do encerramento forçado, decorrente da pandemia Covid-19, as portas do Teatro Cine de Gouveia voltam a abrir-se para receber os espetadores, com sessões ao fim de semana no horário das 21h30.

No terceiro domingo de cada mês, como é habitual, regressam, também, as sessões de cinema de animação para as crianças, com uma sessão pelas 15h00.

De acordo com as orientações emanadas pela DGS, a lotação da sala será reduzida a 146 lugares, para exibição de cinema, e a 133 para espetáculos ao vivo, cumprindo as normas obrigatórias de distanciamento entre lugares previstas no plano de contingência aprovado para o Teatro Cine de Gouveia.

As sessões não terão intervalo e será obrigatório o uso de máscara, quer no acesso às instalações, quer durante a exibição de cinema, assim como nos espetáculos.

Para evitar filas ou aglomerados na aquisição de bilhetes, a bilheteira abrirá às 14h00, com encerramento pelas 17h30, abrindo novamente pelas 20h00 para a sessão/espetáculo das 21h30.

Garantindo todas as medidas de segurança, estaremos de volta para devolver a alegria do cinema e novos encontros com a música, o teatro e a dança.

Para reservas de bilhetes contacte através do telefone 238 084 861 ou envie email para cinema@cm-gouveia.pt

Foto: Mun.Gouveia

Trancoso- Dia Internacional dos Monumentos e Sítios assinalado no Terrenho

A localidade de Terrenho, foi o local escolhido pelo Município de Trancoso para assinalar , o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, com o  tema “Passados Complexos: Futuros Diversos”.

Deste modo , teve lugar uma visita guiada ao património da localidade de Terrenho , onde marcaram presença , Amílcar Salvador,  Presidente da Câmara, Céu Ferreira, técnica superior do Município  e diversos elementos da junta de freguesia e um número reduzido de pessoas, devido ao estado de emergência em que o país se encontra.

foto:MP

Gouveia Art Rock adiado para abril de 2022

Face à incerteza que continua no País e nesta região, devido à evolução da pandemia , nomeadamente as incertezas relacionadas com a sua progressão, as condições de reabertura dos espaços culturais, acrescidas de todas as incertezas relativas à mobilidade entre países, bem como a progressão da vacinação versus imunidade e a incapacidade de garantir, neste momento, a segurança de músicos, técnicos, publico e da comunidade local em geral, o Município de Gouveia vem comunicar que o Gouveia Art Rock será adiado para os dias 23, 24 e 25 de abril de 2022.
Esta decisão surge, uma vez mais, na sequência da estratégia do Município de Gouveia em impedir a propagação do contágio e garantir a saúde e a segurança de todos, firmando, no entanto, o compromisso de desenvolver todos os esforços de forma a garantir a presença dos grupos já anunciados e manter a qualidade do Gouveia Art Rock (GAR), considerado pela crítica como um dos melhores Festivais de Música Progressiva da Europa.
Acreditamos que o regresso do GAR em 2022 será uma verdadeira celebração da música e da cultura.

Nelas e diversos municípios celebram o Dia Nacional dos Moinhos

Os Municípios de Águeda, Albergaria-a-Velha, Nelas, Sever do Vouga e Vagos associaram-se à iniciativa do Dia Nacional dos Moinhos com uma programação cultural e turística, de promoção e divulgação do património molinológico, ainda marcadamente presente nestes 5 territórios.

Serve também de mote ao arranque do projeto nacional da Rota dos Moinhos de Portugal, projeto que resultou da 1ª edição  do Curso ALA + T, selecionado e apoiado  pelo Turismo de  Portugal.

Assim, sejam bem vindos  todos  os que queiram conhecer estes misteriosos engenhos e estórias que  proliferaram de Norte a Sul do País, e que muito tem a ver com a identidade cultural e etnográfica das comunidades rurais a nível nacional.