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Tag Archives: desemprego

Baixou o número de desempregados residentes no Concelho de Nelas em fevereiro

Pelos dados recentemente revelados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), relativos ao mês de fevereiro de 2021, o número de desempregados residentes no Concelho de Nelas baixou neste mês de fevereiro, existindo agora 451 desempregados inscritos no IEFP.
A Câmara de Nelas congratula-se com esta redução do número de desempregados e enaltece toda a resiliência e investimento por parte dos empresários instalados no Concelho de Nelas no desenvolvimento económico e na criação de emprego, apesar de todas as dificuldades causadas pela pandemia Covid-19.
Para a obtenção destes resultados contribuem também todas as ações desenvolvidas pela Câmara, como a compra e cedência de terrenos, a realização de obras infraestruturais para cativar indústria, comércio e serviços, bem como o apoio e acompanhamento a empresários, podendo todo o tecido empresarial existente no Município recorrer, de forma permanente, aos serviços disponibilizados pela Unidade Empreende, da Câmara Municipal de Nelas.

Desemprego aumenta no setor da hotelaria e restauração

Número de desempregados do setor do Alojamento e Restauração aumenta mais de 83% em outubro De acordo com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), o total de desempregados nas atividades de Alojamento, Restauração e Similares aumentou 83,1% em outubro de 2020, comparativamente a outubro de 2019. A nível nacional, o total de desempregados situou-se nos 403.554, traduzindo-se num aumento de 34,5% relativamente a outubro de 2019. A nível regional, o aumento homólogo mais pronunciado deu-se na região do Algarve: +134,2%.

Futuro de Aguiar da Beira foi debatido

ab Turismo e emprego com prioridades em Aguiar da Beira

Participantes de diversificados quadrantes da população do Município de Aguiar da Beira reuniram-se para discutir soluções de desenvolvimento para o concelho. Fórum “Potencialidades e estratégias para o concelho” ouviu, sobretudo, preocupações da população, nos diversos temas lançados para debate em torno da comunidade, valores e economia.

Da sessão saiu acima de tudo a necessidade de encontrar medidas para impulsionar o turismo e o emprego, em torno de um melhor aproveitamento dos recursos naturais e produzidos do concelho; incentivar ao emprego responsável; fixar e atrair pessoas; reforçar os valores e a identidade da população; e melhorar as ofertas de educação e formação, num território que consideram apresentar “qualidade de vida”.

A sessão pública realizou-se, no passado 24 de fevereiro, às 20H30, no auditório municipal, com o objetivo de refletir sobre os dados estatísticos do Concelho de Aguiar da Beira e debater sobre as potencialidades e as estratégias para o território, contando com a participação de representantes de IPSS, autarcas, empresários e demais cidadãos do concelho. De salientar a presença dos presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal, Joaquim Bonifácio e Virgílio Cunha, respetivamente.

O fórum “Potencialidades e estratégias para o concelho – um exercício de cidadania” foi promovido pelo CLDS 3G Aguiar no Coração, no âmbito da realização do Estudo Económico, Social e Prospetivo do Concelho, que irá realizar ainda mais duas sessões públicas de modo a conseguir uma maior e mais diversificada participação e a encontrar soluções para um concelho melhor.

“Aguiar no Coração – Rede Positiva para o Desenvolvimento Social de Aguiar da Beira”, enquadra-se no Programa Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS 3G), cuja Entidade Coordenadora Local de Parceria e executora é o Centro Social Paroquial de Dornelas e a entidade financiadora é o POISE – Programa Operacional da Inclusão Social e Emprego e o Governo de Portugal, por via do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social.

Novas regras para acumular subsídio de desemprego e salário

Portaria n.º 26/2015- Acumular subsídio de desemprego e salário

Maisvalias - O Seu Guia de Finanças Pessoais!Foi hoje publicada, em Diário da República, a Portaria n.º 26/2015 que “estabelece a Medida Incentivo à Aceitação de Ofertas de Emprego”, que permite acumular subsídio de desemprego e salário mais baixo, alargando as regras da medida estabelecidas na anterior portaria, de forma a abranger mais pessoas.

  • Em que consiste esta medida?
A
Medida Incentivo à Aceitação de Ofertas de Emprego consiste na
atribuição de um apoio financeiro aos desempregados a receber subsídio
de desemprego que aceitem ofertas de emprego apresentadas pelos IEFP, ou
colocação pelos próprios meios.
  • Novas regras para acumular subsídio de desemprego e salário
A portaria agora aprovada vem intruduzir as seguintes regras:

De modo geral, foi reduzido o tempo mínimo de inscrição nos serviços do
IEFP para três meses. Além disso, foi criada uma exceção a este prazo
para os desempregados inscritos maiores de 45 anos, para os quais não é
exigido tempo mínimo de inscrição. No entanto, é necessário que os
beneficiários ainda tenham direito a, pelo menos, três meses de subsídio
de desemprego, mas mesmo este periodo é inferior ao exigido
anteriormente;

– Foi também prevista, no que diz
respeito aos contratos de trabalho abrangidos por esta medida, a
situação de renovação ou conversão em contrato de trabalho sem termo de
contrato de trabalho a termo, de forma a alargar o apoio;
– Finalmente, passa a ser possível acumular esta medida com outras, como o Estímulo Emprego.
  • Qual o prazo do contrato e do apoio que premite acumular subsídio de desemprego e salário?
Para poder aceder a esta medida o
contrato terá de ser de, pelo menos, três meses, a tempo completo. O
apoio pode durar, no máximo, até aos 12 meses, isto porque não poderá
ultrapassar o período de subsídio a que o desempregado ainda tem
direito.
  • Valor recebido
Rcebe um apoio mensal correspondente a
50% do valor do subsídio de desemprego nos primeiros seis meses de
contrato (até a um máximo de 500€) e a 25% nos seis meses seguintes (até
ao limite máximo de 250€). Nos contratos inferiores a 12 meses, os
períodos do apoio são reduzidos simétricamente.
A medida entra em vigor no dia seguinte à
sua publicação, ou seja, 11 de fevereiro 2015, e abarca contratos
celebrados desde 1 de janeiro.

Portaria n.º 26/2015- Acumular subsídio de desemprego e salário

Foi hoje publicada, em Diário da República, a Portaria n.º 26/2015 que “estabelece a Medida Incentivo à Aceitação de Ofertas de Emprego”, que permite acumular subsídio de desemprego e salário mais baixo, alargando as regras da medida estabelecidas na anterior portaria, de forma a abranger mais pessoas.
  • Em que consiste esta medida?
A
Medida Incentivo à Aceitação de Ofertas de Emprego consiste na
atribuição de um apoio financeiro aos desempregados a receber subsídio
de desemprego que aceitem ofertas de emprego apresentadas pelos IEFP, ou
colocação pelos próprios meios.
  • Novas regras para acumular subsídio de desemprego e salário
A portaria agora aprovada vem intruduzir as seguintes regras:

De modo geral, foi reduzido o tempo mínimo de inscrição nos serviços do
IEFP para três meses. Além disso, foi criada uma exceção a este prazo
para os desempregados inscritos maiores de 45 anos, para os quais não é
exigido tempo mínimo de inscrição. No entanto, é necessário que os
beneficiários ainda tenham direito a, pelo menos, três meses de subsídio
de desemprego, mas mesmo este periodo é inferior ao exigido
anteriormente;

– Foi também prevista, no que diz
respeito aos contratos de trabalho abrangidos por esta medida, a
situação de renovação ou conversão em contrato de trabalho sem termo de
contrato de trabalho a termo, de forma a alargar o apoio;
– Finalmente, passa a ser possível acumular esta medida com outras, como o Estímulo Emprego.
  • Qual o prazo do contrato e do apoio que premite acumular subsídio de desemprego e salário?
Para poder aceder a esta medida o
contrato terá de ser de, pelo menos, três meses, a tempo completo. O
apoio pode durar, no máximo, até aos 12 meses, isto porque não poderá
ultrapassar o período de subsídio a que o desempregado ainda tem
direito.
  • Valor recebido
Rcebe um apoio mensal correspondente a
50% do valor do subsídio de desemprego nos primeiros seis meses de
contrato (até a um máximo de 500€) e a 25% nos seis meses seguintes (até
ao limite máximo de 250€). Nos contratos inferiores a 12 meses, os
períodos do apoio são reduzidos simétricamente.
A medida entra em vigor no dia seguinte à
sua publicação, ou seja, 11 de fevereiro 2015, e abarca contratos
celebrados desde 1 de janeiro.

Subsídio por cessação de actividade

subsídio por cessação de actividade
O subsídio por cessação de atividade destina-se a trabalhadores
independentes que tenham perdido a sua maior fonte de rendimento.

Condições para ter acesso ao subsídio por cessação de atividade:

– Ser trabalhador independente (freelancer e/ou a recibos verdes,
etc.) e economicamente dependente de uma entidade contratante (80% dos
rendimentos vêm da mesma entidade);
– Ter cessado o vínculo contratual com a principal entidade contratante involuntariamente;

– Ter acumulado 720 dias (sensivelmente dois anos) de atividade independente;
– Ter efetuado o pagamento das contribuições durante o período acima descrito;
– Ter sido considerado economicamente dependente de entidades
contratantes pelo menos em dois anos civis (um deles obrigatoriamente o
anterior a pedir o subsídio);
– Ter sido considerado economicamente dependente à data da cessação do contrato de prestação de serviços;
– Estar inscrito no Serviço de Emprego da área de residência.

Duração do subsídio por cessação de atividade:

Depende da idade do beneficiário e do número de meses com registo de
remunerações para a Segurança Social desde a última situação de
desemprego.
– Idade inferior a 30 anos: 330 dias de subsídio (+30 por cada 5 anos com registo de remuneração nos últimos 20 anos)

– Idade igual ou superior a 30 e inferior a 40 anos: 420 dias de
subsídio  (+30 por cada 5 anos com registo de remuneração nos últimos 20
anos)

– Idade igual ou superior a 40 e inferior a 50 anos: 540 dias de
subsídio  (+45 por cada 5 anos com registo de remuneração nos últimos 20
anos)
– Idade igual ou superior a 50 anos: 540 dias de subsídio  (+60 por cada 5 anos com registo de remuneração nos últimos 20 anos)
O desempregado vês estes períodos reduzidos
caso frequente formação profissional com atribuição de compensação
remuneratória ou entregue o requerimento de subsídio após 90 dias a
contar da data do desemprego.
O subsídio por cessação de atividade é suspenso caso:
– Esteja a receber subsídio por risco clínico durante a gravidez, por
interrupção da gravidez, parental inicial, parental inicial exclusivo
do pai, parental inicial exclusivo da mãe, parental inicial atribuído a
um progenitor em caso de impossibilidade do outro e por adoção;
– Exerça atividade profissional por conta de outrem ou por conta própria, por período consecutivo inferior a 3 anos;
– Saia do território nacional (exceto durante o período anual de
dispensa de cumprimento de deveres e em caso de deslocação para
tratamentos médicos);
– Saia do território nacional em missão de voluntariado;
– Saia do território nacional na qualidade de bolseiro;
– Seja detido em estabelecimento prisional (ou outras medidas privativas de liberdade).
O beneficiário deixa de receber subsídio por cessação de atividade nos seguintes casos:
– Terminou o período de recebimento do subsídio (acima descrito);
– O beneficiário passou à situação de pensionista por invalidez;
– O beneficiário atingir a idade de recebimento da pensão de velhice;
– A inscrição no Serviço de emprego tiver sido anulada por
incumprimento dos deveres ou as informações prestadas pelo beneficiário
forem falsas;

Valor do subsídio por cessação de atividade:

O montante diário do subsídio por cessação de atividade (SCA) é calculado de acordo com a seguinte fórmula:
(E x 0,65)/30 x P, em que
E= escalão de base de incidência contributiva em que o beneficiário se
encontra posicionado à data da cessação do contrato de prestação de
serviço e P= percentagem correspondente à dependência económica do
beneficiário relativamente à entidade contratante.

O limite máximo mensal do SCA é de 1.048,05 EUR (2,5 x IAS).

Após 180 dias de concessão, o montante diário
do SCA tem uma redução de 10%. A aplicação desta redução pode determinar
valores inferiores aos limites do montante mensal referidos
anteriormente.

Este subsídio está sujeito a uma contribuição de 6% para a segurança social, sendo garantido o valor mínimo do subsídio.
Os deveres do beneficiário são semelhantes aos de quem recebe subsídio de desemprego.
Consulte mais informações sobre o subsídio por cessação de atividade aqui.
fonte:Alerta emprego

O número de desempregados inscritos cai 13%

Número de desempregados inscritos cai mais de 13% em dezembro - IEFPO número de desempregados inscritos nos centros de
emprego do continente e das regiões autónomas atingiu as 598.581 pessoas
no final de Dezembro, menos 13,3% face ao período homólogo de 2013,
segundo dados oficiais hoje divulgados.

De acordo com números do Instituto do Emprego e Formação Profissional
(IEFP), em dezembro e em termos homólogos, o número de inscritos como
desempregados nos centros de emprego caiu 13,3%, o que representa menos
91.954 pessoas.
Comparando com o mês anterior, o número de desempregados inscritos no
IEFP subiu 0,1%, ou seja, mais 498 pessoas do que em novembro.
Fonte:Lusa

As famílias portuguesas investiram em dezembro quase 600 milhões de
euros em certificados de aforro e do tesouro, mais cerca de 90 milhões
do que em novembro e resgataram 73 milhões de euros, divulgou esta
sexta-feira o IGCP.

O boletim mensal da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública
(IGCP) divulgado esta sexta-feira indica que, em dezembro, as emissões
de certificados de aforro totalizaram 240 milhões de euros e as de
certificados do tesouro 358 milhões de euro, acima dos 505 milhões que o
Estado arrecadou em novembro com estes dois instrumentos. Também as
amortizações subiram de novembro para dezembro: foram resgatados 70
milhões em certificados de aforro no último mês de 2014 (mais dois
milhões do que no mês anterior) e quatro milhões em certificados do
tesouro (um milhão acima do registado no 10.º mês do ano).

Os números divulgados esta sexta-feira pelo IGCP dão conta de que entre
janeiro e novembro foram investidos 2.683 milhões de euros em
certificados do tesouro e 2.485 em certificados do tesouro, tendo sido
amortizados nos primeiros 11 meses do ano passado 662 milhões de euros.

O saldo dos instrumentos de poupança desde o início do ano atingiu no
final de novembro 17.189 milhões de euros, dos quais 12.142 milhões de
euros correspondem a certificados de aforro e 5.047 milhões a
certificados do tesouro.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/familias_investiram_quase_600me_em_certificados_de_aforro.html

As famílias portuguesas investiram em dezembro quase 600 milhões de
euros em certificados de aforro e do tesouro, mais cerca de 90 milhões
do que em novembro e resgataram 73 milhões de euros, divulgou esta
sexta-feira o IGCP.

O boletim mensal da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública
(IGCP) divulgado esta sexta-feira indica que, em dezembro, as emissões
de certificados de aforro totalizaram 240 milhões de euros e as de
certificados do tesouro 358 milhões de euro, acima dos 505 milhões que o
Estado arrecadou em novembro com estes dois instrumentos. Também as
amortizações subiram de novembro para dezembro: foram resgatados 70
milhões em certificados de aforro no último mês de 2014 (mais dois
milhões do que no mês anterior) e quatro milhões em certificados do
tesouro (um milhão acima do registado no 10.º mês do ano).

Os números divulgados esta sexta-feira pelo IGCP dão conta de que entre
janeiro e novembro foram investidos 2.683 milhões de euros em
certificados do tesouro e 2.485 em certificados do tesouro, tendo sido
amortizados nos primeiros 11 meses do ano passado 662 milhões de euros.

O saldo dos instrumentos de poupança desde o início do ano atingiu no
final de novembro 17.189 milhões de euros, dos quais 12.142 milhões de
euros correspondem a certificados de aforro e 5.047 milhões a
certificados do tesouro.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/familias_investiram_quase_600me_em_certificados_de_aforro.html

Governo vai dar 209 euros a desempregados que aceitem trabalho longe de casa

O Governo propôs hoje o apoio de 209 euros aos desempregados
que aceitem trabalho a mais de 100 quilómetros e de 312 euros aos que
preten hoje o apoio de 209 euros aos desempregados que aceitem trabalho a
mais de 100 quilómetros e de 312 euros aos que pretendam mudar-se com a
família para trabalhar à mesma distância.

Governo vai dar 209 euros a desempregados que aceitem trabalho longe de casaDe acordo com a proposta apresentada hoje pelo ministro do
Emprego aos parceiros sociais, a medida de apoio à mobilidade geográfica
vai ser reformulada para “criar condições favoráveis à aceitação de
ofertas de emprego por parte dos desempregados” e “apoiar as empresas no
preenchimento dos postos de trabalho”.

Assim, o Governo está disposto a dar um apoio financeiro igual a
metade do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), o que corresponde a 219,61
euros, durante quatro meses, aos desempregados que aceitem empregos de
curta duração a mais de 100 quilómetros da sua residência.
Para apoiar a mobilidade permanente, o Governo pretende dar um valor
idêntico para ajudar nas despesas da mudança dos bens familiares,
acrescido de 102,75 euros de ajuda de custo para subsidiar a viagem da
família, o que irá totalizar 312,36 euros.
Para promover a igualdade de género no mercado de trabalho, o Governo
optou por a integrar no domínio dos apoios à contratação,
disponibilizando-se para financiar o salário dos contratados neste
âmbito durante alguns meses.
O Governo propôs também aos parceiros sociais a criação de estágios
de seis meses para desempregados de longa duração com mais de 30 anos,
cuja remuneração será maioritariamente suportada pelo Instituto de
Emprego e Formação Profissional (IEFP).
A nova medida activa de emprego — REATIVAR — tem como objectivo
promover a reintegração profissional de pessoas desempregadas de longa
duração e de muita longa duração, com mais de 30 anos de idade, através
da realização de estágios profissionais.
Estes estágios profissionais destinam-se a desempregados inscritos há
pelo menos 12 meses nos centros de emprego e que nunca tenham sido
abrangidos por uma medida activa de emprego deste género.
Os estagiários receberão uma bolsa que pode variar entre o valor de
um Indexante dos Apoios Sociais (IAS), que corresponde a 419,22 euros, e
o equivalente a 1,65 IAS, dependendo do seu nível de qualificação.
Terão direito a uma bolsa com majoração os desempregados registados
há mais de dois anos, que tenham mais de 45 anos, sofram de deficiência
ou incapacidade, integrem família monoparental, sejam parte de um casal
de desempregados, sejam vítimas de violência doméstica ou sejam
ex-reclusos.
As entidades empregadoras que queiram candidatar-se a receber
estagiários ao abrigo desta medida ativa de emprego devem apresentar um
plano de estágio, garantir a empregabilidade de pelo menos um em cada
quatro estagiários e apresentar uma relação “razoável e ajustada” entre o
número de estagiários e o número de restantes trabalhadores.
Lusa/SOL

Conferencia de lançamento Empreendedorismo estratégico e desenvolvimento regional em Fornos de Algodres

JOVENS LICENCIADOS DESEMPREGADOS:
 Assim o Município de Fornos de Algodres vai proporcionar a todos os jovens licenciados desempregados, uma forma de abrir um aporta para o mundo do trabalho com esta conferencia de empreendedorismo, durante três dias.

Fornos de Algodres Empreende!

ATENÇÃO 

JOVENS LICENCIADOS DESEMPREGADOS:

Oferta de “Curso de Estudos Avançados”, ministrado em Fornos de Algodres pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas.

Para terem oportunidade de frequentar o Curso de Estudos Avançados, deverão participar na “Conferência de Lançamento de Empreendedorismo Estratégico e Desenvolvimento Regional” que decorrerá no Centro Cultural Municipal nos dias 03, 04 e 07 de Julho, 2014.

Para terem acesso à frequência do Curso em questão deverão passar por um conjunto de etapas, começando assim o processo de selecção no dia 03/07/14 às 14:00, no Centro Cultural Municipal.

A Conferência de Lançamento Empreendedorismo Estratégico e Desenvolvimento Regional a realizar dia 4 de Julho terá o seguinte programa:

14h30 - Cerimónia de Abertura 
Sr. Presidente da Câmara Municipal e Fornos de Algodres
Sr. Presidente do ISCSP/UL – Professor Catedrático Doutor Manuel Meirinho

1.º PAINEL

15h00 - Empreendedorismo Estratégico e 
Desenvolvimento Regional
Professor Catedrático Doutor Albino Lopes 
Prof. Doutora Patrícia Jardim da Palma

15h30 - Desenvolvimento Sustentado dos Territórios
Professor Doutor Croca Caeiro -  
Professor Doutor Miguel Lopes 
Escola de Desenvolvimento Local ISCSP-UL

16h00 - Pausa para Questões

2.º PAINEL

16h15 - Estratégias de Desenvolvimento 
Territorial
Comunidade Intermunicipal das Beiras e  Serra da Estrela
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro (CCDRC)
Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP)
Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas
Instituto de Segurança Social
Associação dos Municípios da Cova da Beira
Associação Nacional de Jovens Empreendedores

17h00 - Pausa para Questões 

Coffee –Break

17h15 - Casos de Sucesso

Testemunho de 4 Jovens Empreendedores  de Sucesso

18h00 - Cerimónia de Encerramento

Compareça!

Oferta de “Curso de Estudos
Avançados”, ministrado em Fornos de Algodres pelo Instituto Superior de
Ciências Sociais e Politicas.

Para terem oportunidade de
frequentar o Curso de Estudos Avançados, deverão participar na
“Conferência de Lançamento de Empreendedorismo Estratégico e
Desenvolvimento Regional” que decorrerá no Centro Cultural Municipal nos
dias 03, 04 e 07 de Julho, 2014.
Para terem acesso à frequência
do Curso em questão deverão passar por um conjunto de etapas, começando
assim o processo de selecção no dia 03/07/14 às 14:00, no Centro
Cultural Municipal.
A Conferência de Lançamento Empreendedorismo
Estratégico e Desenvolvimento Regional a realizar dia 4 de Julho terá o
seguinte programa:
14h30 – Cerimónia de Abertura
Sr. Presidente da Câmara Municipal e Fornos de Algodres
Sr. Presidente do ISCSP/UL – Professor Catedrático Doutor Manuel Meirinho
1.º PAINEL
15h00 – Empreendedorismo Estratégico e
Desenvolvimento Regional
Professor Catedrático Doutor Albino Lopes
Prof. Doutora Patrícia Jardim da Palma
15h30 – Desenvolvimento Sustentado dos Territórios
Professor Doutor Croca Caeiro –
Professor Doutor Miguel Lopes
Escola de Desenvolvimento Local ISCSP-UL
16h00 – Pausa para Questões
2.º PAINEL
16h15 – Estratégias de Desenvolvimento
Territorial
Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro (CCDRC)
Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP)
Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas
Instituto de Segurança Social
Associação dos Municípios da Cova da Beira
Associação Nacional de Jovens Empreendedores
17h00 – Pausa para Questões
Coffee –Break
17h15 – Casos de Sucesso
Testemunho de 4 Jovens Empreendedores de Sucesso
18h00 – Cerimónia de Encerramento