«Renovai-vos pela transformação espiritual da vossa inteligência e revesti-vos do homem novo, criado à imagem de Deus na justiça e na santidade verdadeiras» (Ef 4, 23-24).
Com esta afirmação de São Paulo à comunidade cristã eclesial de Éfeso, desejo propor a todos nós, comunidade cristã eclesial Egitaniense, o caminho quaresmal de transformação e conversão das relações a que o recente magistério papal nos convoca:
«Para ser uma Igreja sinodal é necessária, portanto, uma verdadeira conversão relacional. Temos de reaprender do Evangelho que o cuidado das relações não é uma estratégia ou o instrumento para uma maior eficácia organizacional, mas é o modo como Deus Pai se revelou em Jesus e no Espírito. Quando as nossas relações, mesmo na sua fragilidade, deixam transparecer a graça de Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito, confessamos com a vida a fé em Deus Trindade» (Para Francisco, in Documento final da XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, 50).
O impulso natural e a lógica do mundo impelem-nos a atitudes reactivas traduzidas em expressões como “olho por olho, dente por dente”, ou “quem mas faz, paga-mas”, ou “não vou deixar que me comam as papas na cabeça”. Por vezes, de forma um pouco mais elaborada, o mesmo sentimento é expresso em afirmações como “não pode calhar sempre aos mesmos” ou “enquanto fulano não mudar, eu também não mudo”, ou “enquanto não houver um pedido de desculpa, não quero nada com ele”.
Estas manifestações, presentes no coração do ser humano em todas as épocas, aparecem ainda mais acentuadas neste tempo de polarização e reação extremada, tantas vezes traduzidas no populismo excludente e no reactivo cancelamento, no protesto recorrente, na reivindicação desequilibrada de direitos, na suspeição permanente, na contínua imputação auto-desresponsabilizante de culpa a terceiros. Ler Mais »
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Os seis Bispos das Dioceses do Centro de Portugal reuniram-se nesta segunda-feira, 26 de janeiro, na Casa Episcopal de Viseu.
multiplicam-se os encontros familiares, os votos de boas festas, os sentimentos de solidariedade, harmonia, justiça, paz e bem. E repetem-se os desejos, mesmo que pouco convictos, de que tudo isto se prolongasse por todo o ano porque, no dizer de muitos, “o Natal é quando o Homem quiser”.
O Cabido da Sé é chamado a desempenhar um papel significativo no diálogo entre fé e cultura e no anúncio do Evangelho da Esperança à sociedade.
Assim, a diocese da Guarda emitiu uma Nota Episcopal, pelo seu Bispo, D.José Pereira referindo: Face aos incêndios que, nos últimos dias, têm atingido diversas localidades do Concelho de Trancoso e outras zonas da Diocese da Guarda, D. José Pereira dirigiu uma mensagem de proximidade, oração e apelo à solidariedade. O Bispo da Guarda manifesta o seu apoio às populações afetadas, aos bombeiros e a todos os que combatem as chamas, recordando também a necessidade urgente de reforçar as medidas de prevenção..
A exposição “Diálogos” que reagrupa um conjunto de 60 obras provenientes de 4 dioceses: Aveiro, Guarda, Lamego e Viseu, foi inaugurada na Cidade mais Alta, na ExpoEcclesia.
Foi recentemente inaugurada ,a Capela Mortuária, no Minhocal, que resulta de um investimento de 40 mil euros e de máxima importância para a Freguesia do Minhocal cuja concretização foi possível graças ao empenho de todos.
O Município da Guarda homenageia Frei Pedro da Guarda através de uma série de iniciativas (ver programa completo), entre elas a Cerimónia de Lançamento da Primeira Pedra das Obras de Requalificação do “Largo Frei Pedro da Guarda” e outra, com a colaboração da Diocese da Guarda, a Eucaristia de Ação de Graças pela Vida e Obra de Frei Pedro da Guarda, na Sé, onde será revalidado o pedido de canonização deste religioso nascido na Guarda no século XV.Frei , no próximo dia 27 de julho.