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Licenciatura de Gestão do Instituto Piaget recebe acreditação máxima

A licenciatura em Gestão do Instituto Piaget acaba de receber a acreditação máxima, pelo período de 6 anos, pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).

Segundo João Geraldes, docente e coordenador da licenciatura lecionada no ISEIT de Almada, “a acreditação pelo período máximo concedido é uma forma de reconhecimento do trabalho que toda a equipa docente e estrutura do Instituto Piaget tem realizado nestes últimos cinco anos”.

E o responsável acrescenta: “Este reconhecimento é um reforço e estímulo para continuarmos a trabalhar em prol dos nossos alunos e da comunidade envolvente, procurando formar futuros profissionais que dignifiquem os seus próprios nomes, o nome institucional do Instituto Piaget e das empresas onde venham a exercer profissionalmente”.

A licenciatura tem atualmente uma taxa de empregabilidade de 100% e o objetivo passa por ampliar a investigação e cimentar o prestígio do curso com o reforço da oferta formativa no 2.º ciclo e novas pós-graduações. Tudo isto em articulação com instituições internacionais, permitindo a mobilidade de estudantes e do staff associado à licenciatura.

Entre as mais-valias do curso destacam-se ainda a possibilidade de funcionamento em horário pós-laboral, os estágios extracurriculares em empresas da região e a excelente localização do Campus universitário.

Artigo de Ana Carolina Marques—Dúvidas mais comuns na área da Terapia da Fala Não custa nada ficar informado!

·         Como inicia o acompanhamento na terapia da fala?

O trabalho do terapeuta da fala divide-se em três fases: entrevista (anamnese), avaliação e tratamento. Na entrevista é feita uma recolha dos dados do paciente e do historial clínico, e em seguida é feita a avaliação de acordo com a queixa apresentada. Com base nos resultados obtidos, traça-se o plano terapêutico a ser implementado nas consultas seguintes e estabelece-se a periodicidade das mesmas.

·         O terapeuta da fala intervém com crianças?

A atuação do terapeuta da fala é muito abrangente, estendendo-se a todas as faixas etárias, desde o bebé recém-nascido ao adulto idoso.

·         Quando devo procurar o terapeuta da fala?

A procura de um terapeuta da fala deve obedecer à deteção de alguns sinais de alerta: atraso ou dificuldades no desenvolvimento da linguagem (comparativamente a outras crianças), gaguez, trocas e/ou omissões de sons, rouquidão, alterações no desenvolvimento motor (começou a segurar a cabeça, a andar ou a falar tardiamente), uso de chupeta, biberão, sucção do dedo, respiração oral, alteração na mastigação, na deglutição, dificuldades na leitura/escrita, dificuldades de compreensão, entre outros.

 

·         O uso da chupeta até idades tardias atrasa a fala?

O uso de chupeta, como também outros hábitos orais nocivos, tais como o uso do biberão, sugar o dedo, roer as unhas, morder os lábios, língua, bochechas e outros objetos (lápis, brinquedos, etc.), apertar e ranger os dentes, respiração oral, posição de repouso da língua alterada, entre outros, irão alterar a musculatura da boca e da face, imprescindível à produção dos sons da fala e às funções de mastigação e de deglutição, logo pode causar impactos significativos.

 

·         Qual é a diferença entre respirar pelo nariz e pela boca?

Na respiração nasal, o ar é humedecido, aquecido e filtrado de impurezas, enquanto o ar respirado pela boca chega ao organismo como se encontra no ambiente, ou seja, seco, frio e com impurezas, podendo causar problemas respiratórios. Além disso, sendo esta função responsável pelo desenvolvimento craniofacial, o padrão respiratório oral pode causar alterações no desenvolvimento dos dentes (oclusão dentária) e da musculatura da face (lábios, língua, bochechas, etc.), podendo gerar alterações na articulação, na voz, na mastigação e na deglutição, bem como alterações de sono e dificuldades de atenção e de concentração.

 

·          É possível “curar” a gaguez, mesmo em idade adulta?

Existem muitas abordagens, tanto em crianças, como em adultos, e todas elas visam minimizar os efeitos da disfluência (gaguez) e melhorar a experiência comunicacional da pessoa com os seus vários interlocutores, nos diferentes contextos, pois, uma vez que se trata de um problema de etiologia multifatorial e com diversos níveis de gravidade, não se pode falar em “reverter o processo” mas sim modificá-lo.

·         Comecei a usar aparelho ortodôntico e o meu médico dentista encaminhou-me para a terapia da fala. O que vou fazer à terapia?

As alterações dentárias e ósseas podem interferir nas funções de mastigar, deglutir, falar e respirar, assim como estas mesmas funções, quando realizadas de forma inadequada, podem causar ou contribuir para o surgimento ou reaparecimento de alterações dentárias. Assim, para além de corrigir estruturas dentárias e ósseas, é necessário avaliar e adequar as estruturas estomatognáticas (lábios, língua, bochechas, palato mole) e respetivas funções que as mantêm, a fim de proporcionar o equilíbrio, estabilidade e harmonia orofaciais.

 

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

 

Cientistas da Universidade de Coimbra criam material altamente promissor para nova geração de dispositivos eletrónicos

No âmbito do programa “Cultura, Ciência e Tecnologia na Imprensa”, promovido pela Associação Portuguesa de Imprensa.Pela primeira vez, uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC), liderada por Mahmoud Tavakoli, desenvolveu um nanocompósito de metal líquido revestido de grafeno, que pode ser usado como condutor transparente, com aplicações na próxima geração de dispositivos eletrónicos e painéis solares.

A investigação, desenvolvida no âmbito do projeto WoW, do Programa Carnegie Mellon Portugal, e do projeto MATIS-Materiais e Tecnologias Industriais Sustentáveis, através do Programa Portugal 2020, é o tema de capa da última edição da revista Advanced Materials Technologies.

Os investigadores demonstraram, através deste estudo, que nanopartículas de metal líquido revestidas de óxido de grafeno podem ser transformadas em elétrodos semitransparentes e condutores, através de uma técnica de processamento a laser rápida, de baixo custo e escalável, o que poderá ter um grande impacto em áreas como: ecrãs flexíveis, painéis solares flexíveis e até biossensores vestíveis (wearable).

«Os metais líquidos são interessantes porque proporcionam elasticidade e autorregeneração, além de serem excelentes na dissipação térmica. Portanto, este é um passo importante para a aplicação e desenvolvimento de ecrãs muito flexíveis e resistentes», explica Mahmoud Tavakoli, diretor do Laboratório de “Soft and Printed Microelectronic” do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

Os investigadores acreditam que, no futuro, estas nanopartículas com propriedades especiais poderão ser impressas em grandes superfícies condutoras, a baixo custo. «As partículas de metal líquido encapsuladas de grafeno são uma classe nova e promissora de compósito bifásico, com aplicação na próxima geração de dispositivos eletrónicos. Nós demonstrámos que é possível fabricar de forma rápida (em poucos segundos), a baixo custo e em larga escala, estes novos elétrodos. Esta solução é primeiro depositada sobre o substrato por meio de revestimento por pulverização e, em seguida, processada através de um laser de baixo custo. Isso permite simultaneamente a redução, afinamento, extração e padronização com alta resolução dos filmes depositados», afirma o investigador do ISR da FCTUC.

A composição do novo material e o método de fabrico apresentado neste estudo representam assim um passo importante para a produção em larga escala e a baixo custo de grandes elétrodos baseados em grafeno. O próximo passo da investigação será, de acordo com Mahmoud Tavakoli, «explorar o uso de outros tipos de lasers para melhorar a condutividade ou transparência dos elétrodos, bem como estudar aplicações desta técnica nas áreas de eletrónica de filmes finos, sensores de gás e humidade e dispositivos de armazenamento de energia».

O artigo científico pode ser consultado em: Laser Writing of Eutectic Gallium–Indium Alloy Graphene‐Oxide Electrodes and Semitransparent Conductors – Chambel – 2022 – Advanced Materials Technologies – Wiley Online Library.

 

Workshop “Pais confiantes, famílias felizes”em Mangualde

 Vai acontecer o workshop “Pais confiantes, famílias felizes”, juntamente com a “Family Coaching”, no âmbito do mês da família, celebrado em maio, numa parceria da CPCJ de Mangualde, o Município de Mangualde e o CLDS 4G. Será no próximo dia 19 de maio, pelas 18h30, no auditório da Câmara Municipal de Mangualde.
O workshop “Pais confiantes, famílias felizes” possibilitará aos pais que participam no evento ter um primeiro contacto com o coaching parental, abordagem inovadora na área da parentalidade.
A participação no workshop é gratuita, mas de inscrição obrigatória até ao dia 18 de maio, através do cpcj.mangualde@cnpdpcj.pt.

“As escolas devem ser laboratórios de democracia e oficinas de paz” refere João Costa, ministro da Educação

O Ministro da Educação, João Costa, destacou a forma como as crianças ucranianas estão a ser recebidas nas nossas escolas, à chegada ao Conselho da União Europeia da Educação, Juventude, Cultura e Desporto (EJCD), no Luxemburgo.Ministro da Educação, João Costa, à entrada para o Conselho de Ministros da Educação, Juventude, Cultura e Desporto da União Europeia, Bruxelas, 5 abril 2022

A reunião foi dominada pela guerra na Ucrânia, tendo o Ministro afirmado que esta «é uma excelente oportunidade para uma reflexão conjunta sobre a forma como os sistemas educativos respondem a crises».

«Queremos que as escolas sejam laboratórios de democracia, oficinas de paz para que todos os alunos possam crescer num ambiente saudável e num ambiente que os protege», sublinhou João Costa, explicando que «em Portugal, estamos a receber crianças ucranianas integrando-as nas nossas escolas, apostando sobretudo no desenvolvimento de competências linguísticas e do seu bem-estar social e emocional».

Escola inclusiva e aberta para todos

O momento vivido atualmente na Europa coloca novos desafios, nomeadamente à Educação, como referiu o Ministro João Costa, que espera que se evidencie o que de melhor pode ser feito em termos de inclusão.

«Vivemos a pandemia, não esperávamos esta guerra terrível, bruta e injustificada na Ucrânia. Isto põe os nossos sistemas educativos à prova, mas também nos leva para a tomada de consciência da verdadeira missão dos sistemas educativos: promover inclusão, a mobilidade social, o acolhimento e a integração», disse o Ministro, salientando que é o momento para «mobilizarmos os nossos melhores recursos humanos e financeiros para estes desígnios, conquistando também a capacidade de monitorizar a eficácia e a eficiência dos recursos alocados.»

fonte:GP

Orçamento Participativo das Escolas foi lançado

O Despacho n.º 436-A/2017 de 6 de janeiro tem como objetivo melhorar a qualidade da democracia, nomeadamente através do desenvolvimento de novos mecanismos de participação cívica e está na base do regulamento interno de participação.

No passado dia 02 de fevereiro, quarta-feira, pelas 14:30 horas, no auditório da escola sede na sessão pública, estiveram os atores educativos do Agrupamento, onde teve lugar o lançamento da medida como forma de garantir a sua ampla divulgação.

Podem obter mais informações na página da internet: https://opescolas.pt/;

As propostas são elaboradas por alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário:

  • na qual devem identificar claramente uma melhoria pretendida na escola, através da aquisição de bens e/ou serviços que sejam necessários ou convenientes para a beneficiação do espaço escolar e/ou da forma da sua utilização ou destinados a melhorar os processos de ensino-aprendizagem e do qual possa beneficiar ou vir a beneficiar toda a comunidade escolar;
  • o valor a atribuir na nossa escola é de 1000 € (mil euros) – 500 € garantidos pelo Ministério da Educação e 500 € do orçamento privativo do Agrupamento;
  • os proponentes podem desenvolver atividades de angariação de fundos para as suas propostas, junto da comunidade local, no sentido da complementaridade do valor atribuído atrás indicado (1000 €);
  • nesta edição, os alunos devem apresentar propostas que relevem para Inclusão e Bem-estar, com ações específicas que fomentem a inclusão de todos, mas sobretudo dos alunos mais vulneráveis e mais afetados pela pandemia.

Os alunos ficam com o auditório disponível para informação, reflexão e debate acerca do orçamento participativo, mediante marcação com a Assistente Operacional D. Graça Silva.

As propostas são entregues até ao final do mês de fevereiro. Os proponentes deverão apresentar diretamente as candidaturas na página do OPE (www.opescolas.pt) no separador “Inscrição” (Inscrição – OPEscolas). É também possível entregar presencialmente na direção.

Cada proposta de orçamento participativo deve:

I.  Ser subscrita, individualmente, por um estudante proponente, ou em grupo, por um máximo de 5 estudantes proponentes;

II.  Ser apoiada por, pelo menos, 5% dos estudantes do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, que frequentem a escola ou seja 11 alunos, sendo claramente identificados pelo seu nome, número de aluno e assinatura.

As propostas são contidas num texto até 1000 palavras, com ou sem imagem ilustrativa, e devem referir expressamente a sua compatibilidade com outras medidas em curso na escola e a sua exequibilidade com a dotação local atribuída ao orçamento participativo, ou seja, 1000 €.

No dia 9 de março (quarta-feira) às 14:30 h no auditório, realiza -se uma reunião entre a coordenação local da medida e os proponentes das várias propostas, no sentido de clarificar e ajustar as propostas aos recursos providenciados por esta medida, sendo possível, nesta fase, o aperfeiçoamento, a fusão ou a desistência de propostas.

O coordenador local da medida:

I. Pode excluir, antes do período de divulgação e debate, propostas que não cumpram o disposto no ponto 1, que sejam contrárias ao projeto educativo ou que não sejam, manifestamente, exequíveis;

II. Deve promover a divulgação, até 10 dias úteis antes da votação, em locais visíveis da escola e por meios eletrónicos, as várias propostas aprovadas;

III. Deve permitir aos proponentes o desenvolvimento de atividades de divulgação e debate acerca das suas propostas, no espaço escolar, durante os 10 dias úteis anteriores à votação (entre 10 e 23 de março), desde que não perturbem o normal funcionamento da escola;

IV. Deve intervir imediatamente, no sentido de impedir quaisquer atos de intimidação ou silenciamento que perturbem os princípios da liberdade de expressão e igualdade de oportunidades.

Votação e divulgação de resultados:

I. O Conselho Geral do agrupamento de escolas nomeia, por cada escola abrangida, uma comissão eleitoral, composta por um professor e um conjunto de alunos que possam assegurar o regular funcionamento das mesas de voto, sem prejudicar a normal prestação e assistência às atividades letivas.

II. À comissão eleitoral compete garantir:

a) A abertura da mesa de voto ou de várias mesas de voto, em locais visíveis da escola, mas que garantam a tranquilidade do processo, no dia 24 de março (Dia do Estudante);

b) A possibilidade de todos os alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário votarem, em liberdade, na proposta da sua preferência;

c) A contagem dos votos, no próprio dia e a apresentação pública dos resultados, no máximo, cinco dias úteis após a votação.

III. Caso só se encontre uma proposta a votação, a mesma só é considerada aprovada se obtiver 50% mais um dos votos.

Noesis instala escritórios no Politécnico da Guarda e recruta recém formados

O Instituto Politécnico da Guarda – IPG vai acolher nas suas instalações os novos escritórios da Noesis. A consultora tecnológica portuguesa escolheu o IPG como parceiro para se instalar na cidade da Guarda e para contratar quadros especializados. Esta colaboração foi acordada num protocolo assinado entre o presidente do IPG, Joaquim Brigas, o CEO da Noesis, Alexandre Rosa, e o CTO da Noesis, Nelson Pereira.

“A instalação da Noesis no Politécnico da Guarda – uma consultora de referência no mercado pela sua elevada capacidade de inovação tecnológica – tem a vantagem de aproximar os nossos estudantes do mundo empresarial e de promover a retenção de talento no Interior”, afirma Joaquim Brigas. “Esta parceria prevê o recrutamento de recém licenciados e mestrados no IPG para estágios, que posteriormente poderão fixar-se na empresa, contribuindo, desta forma, para o desenvolvimento económico da região”.

Para além de recrutamento de quadros qualificados no IPG, o protocolo prevê a cedência de instalações por parte do IPG e a realização de ações conjuntas de inovação e modernização administrativa, nomeadamente na melhoria, criação e adaptação de ferramentas informáticas do IPG.

“Procuramos estar próximos de instituições académicas que sejam relevantes nas áreas de formação das engenharias, como é o caso do Instituto Politécnico da Guarda, promovendo a integração profissional de jovens licenciados, sem que estes tenham de se deslocalizar para os grandes centros urbanos”, afirma Nelson Pereira, CTO da Noesis. “A abertura destes novos escritórios faz parte da nossa estratégia de criar diversos centros de competências, espalhados pelo país, constituídos por equipas especializadas que desenvolvem projetos e prestam serviços aos nossos clientes”.

A Noesis já iniciou o processo de recrutamento de recursos humanos na região e prevê começar a utilizar o novo polo no IPG durante o mês de março.

Município de Pinhel fez oferta de um livro aos alunos do Pré-Escolar e do 1ºCiclo do concelho de Pinhel

A semana começou com a oferta de um livro aos alunos do Pré-Escolar e do 1ºCiclo do concelho de Pinhel.
Durante a tarde de segunda-feira, 17 de janeiro, o Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Rui Ventura, esteve nos vários estabelecimentos de ensino a entregar, pessoalmente, um exemplar do livro “A Raposa Fabulosa”, da autoria de Pedro Seromenho e Sebastião Peixoto, que tem a Serra da Estrela como cenário.
A oferta de um livro por ocasião do Natal é um hábito que tem vindo a consolidar-se, no âmbito das iniciativas de promoção da leitura levadas a efeito pelo Município de Pinhel junto dos mais novos. Porque ler mais é saber mais…

Faculdade de Educação e Psicologia da Católica organiza Seminários online sobre “Escola: Construir Futuro”

Ciclo de Seminários junta académicos, alunos e professores do ensino secundário

Anualmente, docentes da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica organizam um Ciclo de Seminários de Aprofundamento em Administração, Supervisão e Organização Escolar (ASOE). Um conjunto de 4 seminários online, que se realizam entre janeiro e maio, cujos objetivos são o de reunir parceiros implicados na construção da qualidade da educação, valorizar a comunidade educativa enquanto instância de decisão, e potenciar o compromisso ético relativamente à missão do sistema educativo.

Cristina Palmeirão, coordenadora da 12ª Edição do Ciclo de Seminários de Aprofundamento em Administração, Supervisão e Organização Escolar, explica que este Ciclo “tem como finalidade pensar e sentir a escola e a educação, com o propósito de que nos fala Joaquim Azevedo ‘somos nós que temos de desatar os nós que nos atam, pois ninguém o fará por nós’ (Azevedo, 2011: 329).”

Sustentabilidade educativa: ambientes, espaços e lugares” é o tema do primeiro seminário que se realiza online já a 19 de janeiro. Este seminário conta com a moderação de Ilídia Cabral, professora da Faculdade de Educação e Psicologia da Católica no Porto, e com a participação de alunos do Agrupamento de Escolas Vale de S. Torcato; de Paulo Antunes, do Agrupamento de Escolas Maximinos; e ainda de Fernando Paulo, consultor e ex-vereador da educação da Câmara Municipal do Porto.

 Diálogos educativos: organização, lideranças e aprendizagem” é o tema do segundo seminário que se realiza a 16 de fevereiro. Com moderação de José Matias Alves, professor da Faculdade de Educação e Psicologia da Católica no Porto, conta com a participação de alunos do Agrupamento de Escolas Fajões; de Maria Luísa Coelho, diretora do Agrupamento de Escolas Pinheiro; e com Mireia Tintoré, da Universidade de Barcelona.

A 23 de março, realiza-se o terceiro seminário sob o tema “Interculturalidade: qualidade educativa, coesão social e cidadania”.  A moderação vai estar a cargo de Cristina Palmeirão, professora da Faculdade de Educação e Psicologia da Católica no Porto, e vão participar alunos do Agrupamento de Escolas Vilela e Carlos Gomes de Sá, diretor do Agrupamento de A Ver o Mar; e João Costa, Secretário de Estado Adjunto e da Educação.

O último seminário intitulado “Profissionalidade docente: ensinar, aprender, avaliar” realiza-se a 4 de maio. Isabel Baptista, professora da Faculdade de Educação e Psicologia da Católica no Porto, vai moderar o seminário que conta com a voz dos alunos do Agrupamento de Escolas de Paço de Sousa; com a presença de Adília Cruz, presidente da CAP do AE Soares Basto; e com Maria do Céu Roldão, professora coordenadora do Instituto Politécnico de Santarém.

Este ano, o mote deste Ciclo de Seminários, é uma expressão célebre do sociólogo Edgar Morin: “Aprender não significa apenas saber gramática, matemática, um pouco de geografia e história. As escolas devem cuidar de nossa dupla aspiração: realizar-nos como indivíduos, em nossas atitudes, habilidades e construir vínculos dentro de uma comunidade. Os professores devem, antes de tudo, estar conscientes de que as crianças devem ser acompanhadas nesta dupla aspiração”.

A 12ª edição do Ciclo de Seminários de Aprofundamento em Administração, Supervisão e Organização Escolar (ASOE), é organizada pela Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa.

Para mais informações, consultar:

https://www.fep.porto.ucp.pt/pt/Ciclo-Seminarios-ASOE-XII

Escola Profissional de Trancoso  participa no Startup Nordeste

Numa parceria com a AENEBEIRA – Associação Empresarial do Nordeste da Beira, a Escola Profissional de Trancoso integra o grupo de participantes da iniciativa “Startup Nordeste”.
Tem como objetivo, estimular e capacitar os jovens do ensino secundário para o empreendedorismo focado nos princípios da economia circular, sustentabilidade ambiental e utilização dos recursos endógenos do Nordeste Interior.
Neste âmbito, os alunos do 10.º ano participaram, recentemente numa sessão de sensibilização para as atitudes empreendedoras que decorreu no auditório do Convento de S. Francisco,  dinamizado pelo Professor Fernando Mateus.