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Jornadas Europeias de Arqueologia foram em Fornos de Algodres

No Município de Fornos de Algodres foram realizadas as Jornadas Europeias de Arqueologia.

Nos dias 18 e 21 , aconteceram palestras e atividades lúdicas sobre a arqueologia e ainda a visualização de “Curtinhas” do Cine Eco de Seia para os alunos do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres.

No dia 19 de junho, no Centro Cultural Dr. António Menano, houve um ciclo de conferências destinado aos agentes turísticos do Concelho, onde estiveram presentes, representando a Câmara Municipal de Fornos de Algodres, o Senhor Presidente, Manuel Fonseca e o Senhor Vereador Bruno Costa.

O tema abordado foi “A Importância da Arqueologia para o Turismo”, que teve como oradores, Jorge Lopes que apresentou as Medidas de Apoio ao Turismo (Invest2030), Bruno Rebelo, Arqueólogo do Município de Fornos de Algodres, Catarina Caetano, Técnica de Turismo / Guia Interprete da Sibana Tours e Pedro Carvalho, Professor Associado do Departamento de História, Estudos Europeus, Arqueologias e Artes, da Faculdade de Letras, da Universidade de Coimbra.

Com a colaboração da Confraria da Urtiga, os participantes tiveram ainda a oportunidade de conhecer e degustar os produtos de urtiga comercializados na plataforma “O Bom Sabor da Serra”.

Devido às condições climatéricas, foram adiadas as atividades programadas para o dia 20 de junho, para data a definir. As Jornadas Europeias de Arqueologia (JEA) são uma iniciativa organizada por cerca de 47 países europeus, incluindo Portugal.

Na Europa são organizadas pelo Institut National de Recherches Archéologiques Préventives (INRAP) sendo que em Portugal são coordenadas pela Direção-Geral do Património Cultural. No Município de Fornos de Algodres, as jornadas foram organizadas pelo Município de Fornos de Algodres em parceria com o CLDS 4G Servir Fornos de Algodres que tem como entidade coordenadora a Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Fornos de Algodres.

Trancoso celebra o seu Feriado Municipal

Trancoso celebra o seu feriado municipal entre hoje e amanhã, assim sendo , nesta sexta -feira vai ter lugar a evocação da Batalha de Trancoso, pelo Agrupamento de Escolas de Trancoso, depois mais à noite, terá lugar um concerto no Castelo , denominado “Auto da Barca do Inferno”.

Para sábado, o dia oficial das comemorações, terá lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho, entre as 10h30 e as 12h30 ,com a presença do Secretário de Estado da Descentralização e Administração  Local, seguida da inauguração da Fotogaleria dos Presidentes da Câmara e Assembleia Municipal.

Terá lugar ainda a homenagem aos funcionários aposentados desde maio 2020 até hoje e a apresentação do livro “Trancoso, aldeia histórica, vila medieval e cidade contemporânea”, por Miguel Santiago e Mariana Miranda.

Durante a tarde , no Salão Nobre dos Paços do Concelho, entre 15h30 e as 16h30, acontecerá a sessão evocativa da Batalha de Trancoso e de seguida será colocada uma coroa de flores no Monumento alusivo aos combatentes dessa mesma batalha.

Em casa pode assistir através do link: https://youtu.be/oi53TQ215Vo.

Centro Escolar de S. Miguel vai surgir na Guarda

Investimento em cerca de 1,5 milhões de euros

A Escola Básica de S. Miguel, onde atualmente funcionam turmas de 2º e 3º ciclos, vai ser requalificada pelo Município da Guarda, afim de aí instalar um novo Centro Escolar, o Centro Escolar de S. Miguel.

O equipamento educativo irá abranger os níveis de ensino desde o pré-escolar até ao 3º ciclo (9º ano). O executivo deliberou na última reunião de câmara, a abertura do procedimento de concurso público pelo valor base de perto de 1,5 milhões de euros.

O projeto surge para que possam ser oferecidas as melhores condições à comunidade educativa. As exigências da população e a própria dinâmica da cidade, obrigam a pensar e a planear as intervenções numa perspetiva de sustentabilidade futura.

Recorde-se que a Carta Educativa do Município refere a integração da população de algumas escolas do concelho que não possuem condições, aliada à diminuição da população escolar nesses equipamentos, precisamente na Escola Básica de S. Miguel. De referir também que esta escola apresenta as melhores condições geográficas, quer em termos de acessibilidades em relação ao centro urbano ou quer em relação à periferia, quer ainda em termos de mobilidade no próprio centro urbano, permitindo um fácil acesso a todo o complexo escolar.

Portáteis e routers distribuídos pelo Município de Celorico da Beira aos alunos

Foi feito um investimento de cerca de 15 mil euros , pelo Município de Celorico da Beira , em portáteis e routers para distribuir pelos alunos do concelho e garantir aos mais carenciados o necessário para acompanhar o programa de ensino à distância definido pelo Governo.

Nesta fase, o Município distribuiu 22 portáteis aos alunos considerados prioritários em função dos critérios da ação social escolar, informação oficial que permite priorizar as famílias e está devidamente validada pela Direção do Agrupamento de Escolas de Celorico da Beira. Nesta medida de apoio são distribuídos, também, 20 routers de acesso à internet.

Todos os portáteis e routers são disponibilizados em regime de empréstimo pelo que se apela a todos os alunos e famílias para o dever de conservação dos equipamentos. Esta medida de apoio suportada pela Autarquia responde a uma necessidade que a Direção do Agrupamento identificou, e de modo imediato tenta suprimir o atraso da distribuição dos prometidos computadores que o Ministério da Educação anunciou em abril de 2020, ajuda 

governamental que está prevista para alunos carenciados de todos os níveis de ensino do concelho” – explicou Carlos Ascensão.

De acordo com o autarca, “o E@D pode gerar injustiças baseadas na condição socioeconómica, são as famílias mais carenciadas que sentem maiores dificuldades para investir em equipamentos para os filhos acompanharem o ensino em casa, portanto, é por estes agregados que devemos começar a distribuir a ajuda e combater os fatores de exclusão e desigualdade no acesso universal ao serviço educativo” .

Nelas-Obras de requalificação do Jardim de Infância de Vilar Seco já iniciaram

As obras de requalificação do Jardim de Infância de Vilar Seco, no concelho de Nelas iniciaram recentemente.

Esta intervenção consiste no isolamento térmico e substituição da cobertura, pintura das fachadas e aplicação de caixilharia, num investimento de mais de 20.000€, estando inserida na progressiva requalificação do parque pré-escolar do Município de Nelas.

Também serão efetuados trabalhos no que diz respeito ao piso interior e ao sistema de aquecimento.

Estas alterações vão ajudar a reduzir o consumo de energia e garantir a eficiência energética do edifício, bem como proporcionar um melhor conforto e ambiente letivo a professores, auxiliares e alunos.

Este é mais um dos investimentos a somar aos muitos que têm sido efetuados nos últimos anos, em particular em infraestruturas da responsabilidade municipal do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo, em diversos estabelecimentos um pouco por todo o Concelho e que prosseguirão até integral requalificação dos referidos espaços.

Algumas dezenas de computadores entregues pelo Município da Guarda

A sede do Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque  acolheu a entrega de 30 computadores, por Carlos Chaves Monteiro, presidente da Câmara da Guarda e a vereadora da Educação.

Estes equipamentos serão depois distribuídos pelo agrupamento nos vários ciclos de ensino, consoante as necessidades dos alunos. Recorde-se que, com o recurso ao ensino à distância, ditado pela pandemia por COVID 19, o Município está a proceder à entrega de 200 computadores aos Agrupamentos de Escolas do concelho, uma medida que integra o Plano de Apoio Extraordinário do Município da Guarda, SalvaGuarda, criado em abril de 2020 para mitigar os impactos sociais e económicos decorrentes da Pandemia.

Professores exaustos e sem condições refere o Sindicato Professores da Zona Centro

Em comunicado , o Sindicato Professores da Zona Centro refere que: no âmbito das reuniões que têm decorrido com o Ministério da Educação, o Sindicato Professores da Zona Centro reivindicou e conseguiu que toda a formação realizada até 31 de julho de 2022 no âmbito da educação inclusiva, da flexibilidade curricular, da cidadania, da capacitação digital, dos temas que contribuam para o sucesso escolar, da liderança e coordenação pedagógica, entre outras tenha peso na dimensão científico-pedagógica de cada um dos grupos de docência.

Também outra velha reivindicação do SPZC foi aceite pela tutela, ao dilatar o prazo do reconhecimento da profissionalização em serviço desenvolvida pela Universidade Aberta e outras instituições. Para já, foi estabelecido o final do ano letivo 2020/2021, mas continuamos a defender que se deve ir mais além.

O SPZC dá nota positiva na abertura do ME para o diálogo e alguma negociação que tem ocorrido neste último par de meses. No mais, em particular na não resposta à falta de condições e de recursos para fazer face ao ensino remoto em substituição do presencial, o SPZC é profundamente crítico e aponta como únicos responsáveis pela situação negativa que se vive a tutela e o Governo. Os docentes, os alunos, as famílias, as escolas deveriam estar, neste momento, a trabalhar verdadeiramente no ensino à distância e não num ensino de emergência.

Em todo este processo, o ME tem sempre de sacudir a água do capote e afirmar que a resposta e o encontrar de soluções cabe inteiramente a cada escola. Inadmissível e inaceitável. Com este novo confinamento, que levou ao encerramento das escolas, o Governo e o ME atiraram os alunos e os professores para o ensino remoto de emergência porque não prepararam atempada e convenientemente o processo. A promessa do primeiro-ministro, em abril de 2020, de que todas as escolas e alunos teriam em setembro computadores e meios informáticos redundou em palavra não honrada. Ou seja, os responsáveis políticos não fizeram o trabalho de casa e, de forma irresponsável, continuam atrás do prejuízo.

Mais uma vez têm de ser os docentes a disponibilizar os seus equipamentos e as suas ligações digitais, para minimizar toda esta clamorosa situação.

Acresce a tudo isto um problema que o SPZC quer ver resolvido e que se prende com os docentes que têm filhos menores de 12 anos. No atual contexto, com a necessidade do cumprimento de horários rígidos, não têm a possibilidade de dar apoio aos seus próprios educandos. A situação é ainda mais grave nos casos dos filhos com deficiência. O ME tem, também neste crucial e urgente problema, de dar resposta cabal.

Estes tempos conturbados têm provocado, a nível sindical, um volume inusitado e sem paralelo de tarefas. São inúmeras as dúvidas e esclarecimentos suscitados, quer pela situação extraordinária sanitária, quer em relação a reclamações dos resultados de avaliação do desempenho. O Gabinete Jurídico do SPZC está empenhado e, neste contexto, não regateia esforços no apoio a cada educador e professor.

foto arquivo

JSD da Concelhia da Guarda reage em comunicado “Uma aventura à descoberta dos computadores”

A Juventude Social Democrata da concelhia da Guarda em comunicado reagem à falta de computadores para os alunos, referindo que:”Com o agravar da pandemia em Portugal, e de forma a corrigir os erros causados pelas tardias tomadas de decisão de novas medidas de controlo, o Governo viu-se obrigado a, mais uma vez, encerrar as escolas. Contudo, decidiu desta vez quebrar por completo o ciclo de ensino e não permitir que estas fossem lecionadas online. Na nossa opinião, um erro que prejudica o processo de aprendizagem das crianças e dos jovens portugueses. Apesar de tudo, o problema agrava-se quando olhamos para esta realidade e constatamos a falta de meios e condições dos alunos, nomeadamente no nosso concelho.
Em Abril passado, o Governo comprometeu-se a criar estas condições para o início do ano letivo 20/21, disponibilizando computadores e outros materiais de estudo a todos os alunos do ensino básico e secundário. Como é apanágio do Governo Socialista, não passou de mais uma promessa que fica por cumprir. Uma vez que não foi cumprido, veio o Ministério da Educação garantir que os computadores começariam a ser distribuídos no segundo período. Agora, no segundo período, perante a catástrofe evidente, mais uma vez os estudantes se encontram obrigados a ter aulas online e continuam sem ter meios que permitam uma eficaz experiência de aprendizagem.
No concelho da Guarda tem sido a autarquia a suprir estas necessidades aos alunos mais carenciados através da oferta de computadores, pois são estes os que mais prejudicados saem de toda esta situação, e para todos os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico a oferta do programa Escola Virtual, sendo que muitos dos alunos não podem usufruir do mesmo, mais uma vez, devido à falta de condições. Sem dúvida que são medidas positivas por parte da autarquia, no entanto não são suficientes. E não o são uma vez que a autarquia não tem essa capacidade e, face às promessas acima referidas, devia contar com o apoio do Estado nestas vertentes.
Posto isto, cabe-nos questionar o Ministro da Educação acerca de quando poderemos realmente garantir que os estudantes da Guarda terão as condições que necessitam e que merecem. Este é um tema de enorme relevância e urgência, pois nada é mais importante para o desenvolvimento da região do que um futuro risonho para os nossos jovens, alicerçado por uma boa experiência educativa”.

Chegou a Academia Digital para Pais e Encarregados de Educação

Foi lançado um  projeto de literacia digital que visa a preparação de pais e encarregados de educação para o apoio aos seus filhos e educandos no ensino a distância, pela Direção-Geral da Educação e a EDP Distribuição .
A Academia Digital para Pais, uma iniciativa de âmbito nacional, tem como público alvo famílias residentes áreas caraterizadas por maiores dificuldades económicas e sociais, abrangendo mais de 130 escolas dos chamados territórios educativos de intervenção prioritária.
A frequência é gratuita e a formação, que será feita de forma presencial a partir de janeiro de 2021, decorrerá numa escola aderente, em horário pós-laboral, para facilitar a adesão dos pais ou encarregados de educação de alunos dos 1º e 2º ciclos do Ensino Básico.  A sala terá um número limitado de formandos, cumprindo as normas de segurança em vigor.
O objetivo é que em 8 horas, repartidas por várias sessões diárias, os formandos consigam dominar o essencial da utilização de um computador e da internet, capacitando-os para um acompanhamento das aulas ou da realização dos trabalhos de casa.
Serão ainda transmitidos conhecimentos básicos sobre como aceder a serviços públicos e privados através dos respetivos canais digitais, cada vez mais utilizados.
Regulamento e mais informações em: https://www.dge.mec.pt/academia-digital-para-pais

Politécnico de Viseu aconselhou uso de máscara nos espaços públicos da Escola

Desta forma, o  número reduzido de casos de Covid-19 existentes na comunidade do Politécnico de Viseu (PV) tem sido resultado, muito provavelmente, do fruto das informações que nos têm chegado através das autoridades competentes, de contactos em locais e circunstâncias externas à instituição. É assim muito importante que as medidas em vigor continuem a ser seguidas, conforme estabelecido no Plano de Contingência (disponível aqui).
Para lá da Comissão de Acompanhamento da pandemia (formada pelo presidente do PV e das várias escolas superiores que o constituem, a funcionar em permanência), tem sido mantido um contacto estreito com autoridades locais de saúde pública (Autoridade de Saúde, delegados de saúde, quer de Viseu, quer de Lamego, Comissão Municipal e Comissão Distrital de Proteção Civil), incluindo visitas de verificação das condições de segurança praticadas nas diferentes instalações.
No contexto de aumento de casos na sociedade portuguesa, em que as instituições de ensino superior se incluem, aconselha-se vivamente a utilização de máscara nos espaços públicos das instalações do Politécnico, em condições de razoabilidade, ou seja, em situações em que a distância pessoal de segurança não esteja assegurada ou o aglomerado de pessoas ultrapasse as cinco.
Esta sugestão vai de par com o lançamento duma linha de candidaturas específicas para a comunidade estudantil, em curso até 31 deste mês de outubro, onde se incentiva que, fazendo uso das formas próprias de comunicar, os estudantes apresentem propostas de campanhas de sensibilização dos jovens assintomáticos, com o objetivo de alertar, de forma consequente, uma população alargada para a necessidade de não propagar o  vírus, ao mesmo tempo que se continuam a desenvolver as diferentes atividades inerentes às funções duma instituição de ensino superior.
As informações relevantes quanto à evolução da pandemia continuarão a ser prestadas e, sempre que se justifique, e em articulação com as autoridades de saúde, em mensagem para toda a comunidade.