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AEFA participou na fase distrital para o Campeonato Regional de Badminton

Teve lugar, a fase distrital de apuramento para o Campeonato Regional da modalidade de Badminton, no Agrupamento de Escolas de Celorico da Beira. A escola de Fornos de Algodres  participou na competição com 7 jogadores e um árbitro. Todos mostraram em campo o resultado do empenho em cada treino. O AEFA parabenizou todos e o árbitro, Rafael Pontes, que cumpre sempre a sua função com muito conhecimento e rigor. A jogadora Carolina Oliveira apurou-se para o Campeonato Regional que terá lugar em Castelo Branco nos dias 26 e 27 de abril.

fonte:AEFA

Artigo de Luís Condeço—O saber não ocupa lugar, mas pesa!

 

Autor

Luís Miguel Condeço

Professor na Escola Superior de Saúde de Viseu

 

O início do ano letivo aproxima-se com tal rapidez, como a temperatura desceu na última semana de agosto. E sem darmos por isso, já as nossas crianças e jovens preparam a sua mochila, os cadernos, os manuais escolares e verificam o estado dos lápis de cor, tão necessários para os projetos desafiantes que encontrarão nas salas de aula.

Mas, por falar em mochila, anteontem reparei que no escritório havia um enorme “saco colorido” com motivos infantis, de tamanho que considero gigante! Fiquei assustado com uma das mochilas da mais nova cá de casa, de tal forma, que procurei uma balança para avaliar o peso – 9 quilograma!

Estudos recentes sugerem um aumento da prevalência e incidência das lesões músculo-esqueléticas nas crianças e adolescentes, que podem evoluir para situações de doença crónica na vida adulta. Estando as causas relacionadas com fatores genéticos ou adquiridos (estilos de vida, tarefas do dia-a-dia, qualidade de vida).

Não obstante, o Programa Nacional de Saúde Escolar da Direção-Geral da Saúde (DGS) indica que as lesões músculo-esqueléticas nos estudantes resultam frequentemente, da sobrecarga física associada ao peso em excesso nas mochilas, à adoção de posturas incorretas, por inadaptação do mobiliário escolar às características antropométricas dos estudantes e à atividade física inadequada.

A ossificação mais incompleta e a grande quantidade de tecido cartilaginoso, atesta da vulnerabilidade do sistema músculo-esquelético das crianças e jovens estudantes, suscetível ao aumento da incidência de lesões na coluna vertebral (dor no pescoço, região dorsal e lombar, e alterações posturais), nos ombros (dor e condicionamento dos movimentos), na anca e joelhos (dor e condicionamento dos movimentos e alterações na pressão plantar). De tal forma, que num estudo de 2020 onde participaram 632 adolescentes de escolas da região norte e centro de Portugal, verificou-se que 47,7% (300 adolescentes) manifestaram lesões músculo-esqueléticas nos últimos 3 meses (nas localizações anteriormente referidas), e destes 57,3% (172 adolescentes) referiram sentir dor moderada ou forte.

Hoje, a evidência científica diz-nos que o peso que uma criança ou adolescente deve transportar na mochila escolar não deverá exceder os 10% do peso corporal da mesma, sendo aceitável um limite máximo de 1/8 (12,5%) do peso corporal do estudante. Contudo, nas crianças com excesso de peso corporal, esta percentagem deve ser considerada com razoabilidade.

Mas que soluções podemos indicar?

A DGS e o Serviço Nacional de Saúde, em resposta a esta problemática, sugerem:

– Optar por mochilas de rodinhas (tipo trolley);

– Utilizar a mochila carregada à altura do dorso (parte média das costas);

– Transportar a mochila nas costas o mínimo de tempo possível;

– Distribuir adequadamente o material escolar dentro da mochila;

– Utilizar as duas alças da mochila;

– Transportar na mochila apenas o material necessário para cada dia;

– Utilizar os cacifos da escola para guardar os manuais que não são necessários;

– Não levar para a escola material desnecessário (brinquedos ou videojogos);

– Utilizar folhas de arquivo em substituição de cadernos.

Podemos concluir que o transporte de mochilas pesadas acarreta lesões e complicações músculo-esqueléticas para as crianças e jovens estudantes, mas para minorar essas consequências, estudos internacionais têm recomendado:

  • O melhoramento do design das mochilas, produzidas com materiais leves e resistentes, ergonómicas e de fácil transporte;
  • A realização de programas de educação postural por professores ou profissionais de saúde no âmbito da Saúde Escolar, como parte do currículo escolar onde se poderão incluir os estudantes e os pais;
  • O rastreio e vigilância regular da postura corporal e avaliação do peso da mochila;
  • Uma política escolar de redução da carga (número de livros), gerindo eficazmente a quantidade de manuais escolares presentes na escola ou em casa, aumentando o número de cacifos para guardar o material escolar;
  • A inspeção das zonas de pressão no corpo relacionadas com a carga excessiva.

Lembro que 9 quilograma, representa 24% do peso corporal de uma das crianças cá de casa! Não tolerem pesos excessivos das mochilas dos vossos filhos, pois as complicações irão fazer-se sentir na idade adulta.

Concelhia do PS Guarda solidário com EB S.Miguel

Em Comunicado, a Concelhia da Guarda do Partido Socialista refere que está solidário com a ação levada a cabo pelos pais e encarregados de educação da Escola Básica de São Miguel.

“O PS-Guarda considera irresponsável e arrogante a forma como o Presidente da Câmara da Guarda tem gerido este processo, tomando decisões unilaterais escudado em estudos independentes.

Mais uma vez, o Presidente da Câmara manifestou a sua incompetência na gestão da informação e ignorou a comunidade educativa ao não envolver os principais interessados na discussão: mais de uma centena de alunos e respetivos encarregados de educação, os professores e demais funcionários da escola, e os órgãos diretivos do Agrupamento de Escolas da Sé.

Ao longo deste processo, o Presidente da Câmara ignorou o contexto socio-económico e o projeto educativo de toda esta comunidade. E no habitual modus operandis, em que sistematicamente atribui a terceiros uma responsabilidade que é sua, vem o Presidente da Câmara neste caso atribuí-la ao Agrupamento de Escolas.

O Partido Socialista ouviu já os Pais e Encarregados de Educação e contactou a direção do Agrupamento de Escolas no sentido de promover uma reunião com a maior brevidade para fazer o ponto de situação.

Embora a posição do PS seja de concordância com a Carta Educativa na sua análise técnica e nas suas conclusões, o PS-Guarda entende que só com o envolvimento de todas as partes num diálogo aberto e franco se pode obter uma solução consensual e justa, que pugne pelo superior interesse do projeto educativo da Escola”.

 

Apresentação das candidaturas de requalificação das duas escolas sede do concelho

Executivo Municipal reúne com direção do Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim e de Nelas para apresentação das candidaturas de requalificação das duas escolas sede do concelho

As reuniões de trabalho entre o executivo municipal, diretores dos Agrupamentos de Escolas, Canas de Senhorim e Nelas, professores, e empresa projetista decorreram nas escolas sedes dos Agrupamentos, com a apresentação dos Projetos das candidaturas a submeter ao abrigo do PT2020-Centro 2020, no âmbito do Aviso 17-2022-06, que preveem a requalificação dessas escolas, a Eng. Dionísio Augusto Cunha e Escola Secundária de Nelas, com o objetivo de melhorar as condições exteriores e interiores das edificações presentes, bem como promover a eficiência energética, acessibilidades, segurança e conforto da comunidade escolar.

A apresentação a cargo dos projetistas da INSIGNIA – Estrutural Designers, empresa que idealizou as obras de requalificação, foi bastante bem acolhida pelos Diretores e professores, e permitiu a troca de ideias e sugestões de melhoria, tendo sido apontadas também as principais necessidades e dúvidas relativamente aos Projetos. O Presidente da Câmara, Joaquim Amaral, felicitou a equipa pela abordagem e sensibilidade nas respostas encontradas, referindo que estão reunidas as condições para a resolução de situações que eram descritas como principais anseios das Escolas e da Comunidade.

Entre as intervenções gerais apresentadas para a Escola EB 2,3/S Eng.º Dioniso Cunha e Escola Secundária de Nelas consta a substituição das caixarias existentes, tornar a escola acessível para alunos com mobilidade condicionada, o restauro e/ou substituição das redes de águas, esgotos, pluviais, elétrica e de ITED por novas redes mais seguras e resistentes, a substituição de pavimentos interiores, pintura, colocação de isolamento térmico pelo exterior nas fachadas de todos os blocos e
obras de reparação nos edifícios gimnodesportivos.

Com estas medidas e tendo em conta a prioridade na educação, o Município de Nelas pretende melhorar as condições e bem-estar dos alunos, pais, professores e auxiliares das duas escolas sede do Concelho, impulsionando desta forma a qualidade de ensino e, consequentemente, as condições para o sucesso educativo no concelho.

Fonte: Município de Nelas

Fase Regional-Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque apurada para Campeonato Nacional

A Guarda acolheu o Campeonato Regional de Voleibol e Futsal , numa competição, organizada pela Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) – Direção de Serviços da Região do Centro (DSRC), através da Coordenação Local do Desporto Escolar da Guarda (CLDE) e operacionalizada pelos Agrupamento de Escola de Afonso de Albuquerque e Agrupamento de Escola da Sé, contou com equipas, no escalão de iniciados, dos distritos da Guarda, Leiria, Viseu, Castelo Branco, Coimbra e Aveiro. Da cidade mais alta estiveram presentes equipa da Escola Carolina Beatriz Ângelo representante do Voleibol Masculino e do Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque representante do Futsal Feminino da CLDE da Guarda. Esta última ficou apurada para o Campeonato Nacional que irá decorrer de 18 a 21 de maio nas Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche.

CIM Viseu Dão Lafões organizou seminário sobre a valorização da Escola

A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões promoveu recentemente um grande evento dedicado à Educação, que contou com a participação de diversos especialistas no assunto.

O Seminário “Valorizar e Des(a)fiar a Escola”, que teve lugar na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu (ESTGV) do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), foi um palco privilegiado para a partilha das melhores práticas, locais e nacionais, de projetos e iniciativas socioeducativas inovadoras e promotoras de novas metodologias e abordagens do processo ensino-aprendizagem.

A sessão de abertura desta iniciativa, entre outros, esteve a cargo de João Paulo Gouveia, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Bexiga, Diretor da Visprof, Nuno Martinho, Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, e Cristina Oliveira, Diretora Regional de Educação do Centro.

O evento teve início em torno do conceito de escola feliz e inspiradora, preocupada no bem-estar da comunidade e alunos. Depois de uma primeira pausa, seguiram-se sessões centradas na inclusão, com destaque para o projeto MyMachine. Este é um programa educativo que surgiu na Bélgica, com o objetivo de trabalhar a criatividade e a inovação na educação, capacitando os alunos com competências para intervirem no contexto onde se inserem, pensar o território, identificar problemas ou necessidades e, depois, dar-lhes ferramentas para que possam resolver esse desafio.

Seguiu-se um momento de debate, cujo tema central versou o sucesso educativo em Viseu Dão Lafões, tendo contando com a participação de Nuno Martinho, Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, e Pedro Ribeiro, Vereador da Educação do Município de Viseu, entre outros oradores. Para finalizar, teve, ainda, lugar uma conferência final de Rui Correia, vencedor do  Global Teacher Prize Portugal 2019.

“Este importante Seminário surgiu no seguimento do trabalho continuado que a CIM Viseu Dão Lafões tem vindo a desenvolver na promoção do sucesso educativo na região. A Educação está na base de todas as competências e valorizar as escolas é uma prioridade máxima numa estratégia intermunicipal que vê o Ensino como um pilar estrutural para o desenvolvimento do território”, destaca Nuno Martinho, Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões. “Com esta iniciativa trouxemos a Viseu alguns dos melhores especialistas nacionais no assunto e partilhamos também as nossas experiências. Foi, seguramente, um debate enriquecedor para todos os participantes”, acrescentou.

Artigo de Sandra Correia—Preparados, para mais um ano?

Com o mês de setembro, regressam as rotinas: para os pais, o emprego, para os filhos, a Escola. O primeiro dia é, sempre, para as crianças e jovens, um dia de emoções: o reencontro com os amigos, o relato das aventuras vividas ao longo das férias, a curiosidade pelo novo horário, pelos novos professores. E os restantes longos dias do ano escolar? A Escola é o lugar para aprender e desenvolver competências, importarão as emoções? A empatia? Os afetos?

Neste contexto, falar de inteligência emocional pareceu-me um tema pertinente. Num mundo em constante movimento, cada vez mais global, as redes sociais dominam o nosso dia-a-dia, as nossas relações e as nossas profissões, o que é valorizado é parecer sempre perfeito, realizado e feliz, mesmo que essa não seja a realidade. Desde tenra idade, os desafios são crescentes. Não interessa quanto uma pessoa é inteligente, se não souber agir quando os obstáculos, as tristezas, as frustrações surgirem no seu caminho. Como diria o pai da inteligência emocional, Daniel Goleman, se não possuirmos competências emocionais e não soubermos gerir as nossas emoções não vamos muito longe, não conseguimos seguir em frente.

O papel da Escola é formar cidadãos livres, criativos, competentes e autónomos, capazes de enfrentar os desafios da sociedade do século XXI. Um século cada vez mais preocupante. O futuro parece-nos cada vez mais incerto, mais nebuloso para os nossos filhos e netos. A questão tão explorada, há anos, das alterações climáticas, veio provar a necessidade premente de tomar medidas face à escassez de água. A guerra trouxe para o mundo imagens de atrocidade, desespero e morte, mas também o aumento do valor dos bens essenciais, da energia e a diminuição do dinheiro, nas carteiras. Esta é a nossa realidade.

É crucial revelar às nossas crianças e jovens, que vivem num mundo onde mostrar aos outros que estamos sempre felizes, nas redes sociais, é regra, que, afinal, o mundo nem sempre é cor-de-rosa. É essencial encurtar a distância que os envolve. O tempo dos telefonemas, dos encontros deu lugar à falta de tempo, às mensagens por WhatsApp, à falta de comunicação vivida e sentida, aos desabafos e pedidos de ajuda, à solidão no quarto. Quantas vezes, percorro o corredor da Escola e encontro um grupo de jovens, em silêncio, cada um no seu telemóvel. Ainda que a época pandémica que vivemos (e ainda existe), com os vários confinamentos, tenha contribuído para o vício das tecnologias, o levantamento das restrições deveria ter aproximado mais os jovens no que concerne a comunicação presencial. O mês de agosto espelhou, nas festas, uma necessidade real de estar com os amigos, de abraçá-los e aproveitar o momento. Não houve concerto, baile ou outro qualquer evento que não estivesse lotado. No entanto, quantos e quantos jovens continuavam agarrados ao telemóvel.

Sinto que o poder da vida escorre pelos dedos das nossas crianças. É importante aprenderem os variadíssimos currículos das disciplinas, mas mais crucial, ainda, é ensinar-lhes a conciliar a inteligência com as emoções, é permitir-lhes alcançar uma vida mais rica, com menos níveis de ansiedade, maior equilíbrio emocional, maior capacidade de tomar decisões, maior autocontrolo e maior autoestima.
                          Aumento significativo da depressão nos jovens

Faço aqui um parêntese, para chamar a atenção para um aumento significativo da depressão nos jovens, que têm uma vida pela frente, mas vivem presos à ansiedade, ao stress, à pressão. A saúde mental dos adolescentes e jovens adultos vive a reboque da precariedade e da inexistência de um futuro promissor e a fatura já se começa a pagar: quase um quarto dos portugueses entre os 15 e os 34 anos já pensou ou tentou suicidar-se e 26% já tomou medicamentos para a ansiedade – dados da Fundação Francisco Manuel dos Santos, no retrato Os jovens em Portugal, hoje: Quem são, que hábitos têm, o que pensam e o que sentem.

Assim, e apesar de toda a controvérsia que caracteriza a classe docente, o professor tem a maior missão do mundo. Assim, sou, assim acredito. O professor tem a função de mostrar o caminho, aos seus alunos. de fornecer uma mochila repleta de valores, regras, sentimentos, resiliência e persistência para enfrentar as dificuldades que surgirem mais tarde. Na sala de aula, o professor, de mãos dadas com os seus alunos, ensina o currículo, mas também lhe cabe a tarefa de estar atento, de dialogar, de compreender um gesto, uma reação, de ler o olhar, de parar, se preciso for. Ao professor cabe sentir e fazer sentir, cabe gerir emoções e compreendê-las para agir.

Urge fazer da Escola um lugar feliz, um lugar seguro, onde os alunos sintam que estão a crescer para serem bons cidadãos, para que compreendam que o caminho da vida contém pedras, rochedos e dar-lhes as ferramentas para o enfrentar, sem medo de falhar, sem ansiedade, sem frustração, sem pressão, com espírito empreendedor, com a crença de que o sucesso virá.  Aos pais, é urgente ter tempo, consagrar tempo à família, no meio da rotina, do stress imposto pelo relógio, parar, falar com o coração, curar feridas, ouvir, estar atento, encorajar, abraçar.

O sucesso deste processo só pode ser a formação de cidadãos mais felizes, mais resilientes, mais seguros, mais ativos, mais participativos. Compreender o outro, pôr-se no lugar do outro, intervir para agir são resultados positivos para quem possui inteligência emocional. Aceitar a diferença, lutar a favor da igualdade de género, contra a violência doméstica, proteger o ambiente, compreender o outro e pôr-se no lugar do outro fazem, reconhecer o erro, pedir perdão, cuidar são parte dos objetivos da missão da Escola, do professor, na sua sala de aula, de coração aberto e olhos iluminados. Alunos felizes serão cidadãos felizes que darão voz às suas convicções, às suas ideias, porque é assim que serão proativos, por eles e em prol dos outros.

Acredito que a Escola contribui para o estímulo e o treino da inteligência emocional, junto das nossas crianças e jovens, mas também junto das famílias. Professores motivados cumprem a sua missão, dão de si mais do que o exigido e do que é valorizado. Os professores e as famílias fazem parte de uma adição cujo resultado só pode ser positivo.

A Educação é um dos pilares que sustém a sociedade. Não reconhecer esta premissa é não querer um melhor futuro para os nossos filhos, para nós, pais, para os avós, para quem precisa de ser cuidado, para todos e todas, para Portugal e para o mundo.

Professores felizes, alunos felizes, pais felizes. Juntos com a mesma visão: a promoção do sucesso escolar aliado à promoção de ferramentas que permitam gerir os desafios do mundo, do século XXI.

Um bom regresso para todos!

 

Sandra Correia

sandrampcorreia@gmail.com

 

 

Município de Figueira de Castelo Rodrigo remodela espaços escolares

Com o início de mais um ano letivo à porta, o Município de Figueira de Castelo Rodrigo está a proceder à renovação da pintura das fachadas e de diversos equipamentos urbanos da Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Esta é uma iniciativa que vai permitir às  crianças, em breve, iniciarem o novo ano escolar na sua escola com um ambiente renovado, alegre e apelativo, desfrutando de melhores condições.
Fotos:MFCR

Estudo-Famílias preveem que gastos médios com regresso às aulas aumentem mais de 50% face ao ano anterior

Os encarregados de educação preveem que terão de gastar mais nas suas compras para este ano letivo. De acordo com o Observador Cetelem Regresso às Aulas 2022, as famílias com estudantes a seu cargo estimam gastar em média 525€, um valor acima dos 335€ previstos no ano passado e nos anos anteriores do estudo, uma perceção que estará relacionada com a estimativa que os inquiridos fazem do aumento de preços dos materiais que precisam de comprar.

A maior parte das famílias (27%) estima que irá gastar entre 251€ e 500€; já 22% contam gastar entre os 501€ e os 750€; 18% esperam não passar os 250€; e 15% preveem gastar mais de 751 euros. 17% disseram não saber ou preferiram não responder. As famílias que têm um estudante a seu cargo (cerca de 68%) esperam gastar em média 475€. Já as que têm dois educandos (28%) preveem custos na ordem dos 617€. As que têm três ou mais (4%) estimam que gastarão 710€. Ler Mais »

Intercâmbio de escola francesa com Agrupamento de Escolas de Trancoso

A professora Isabelle Deagache do Lycée Agricole et Forestier Jean Monnet de Vic-en-Bigorre (França) tendo em vista a realização de um protocolo de intercâmbio entre ambas as escolas, esteve de visita ao Agrupamento de Escolas de Trancoso.

Depois de um primeiro contato em que dois alunos do Lycée Jean Monnet, através d’A Geradora – Cooperativa Integral CRL, desenvolveram ações com os nossos alunos na atividade DAS Desporto Arte e Sustentabilidade, o Agrupamento de Escolas de Trancoso poderá receber já no próximo ano letivo dois alunos em estágio curricular no âmbito do curso de “Gestão e proteção do ambiente.

Fotos:AET