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Guarda – Entrega de Vales para Livros de Fichas e Material Escolar, a partir de 3 de setembro – Ano letivo 2025/2026

À semelhança dos anos anteriores, no âmbito da Ação Social Escolar, a Câmara Municipal da Guarda vai proceder à atribuição dos vales aos alunos do 1º ao 12º anos de escolaridade, num investimento de perto de 150 mil euros.

​Assim, a partir de 3 de setembro, os vales para aquisição dos livros de fichas e material escolar dos alunos do 1º ao 12º ano de escolaridade, poderão ser levantados nos Agrupamentos de Escolas e na Escola Regional Dr. José Dinis da Fonseca /Outeiro de São Miguel, podendo ser trocados nas livrarias e papelarias aderentes até dia 31 de dezembro de 2025. Ler Mais »

Prémio Sonae Educação está aberto a escolas do distrito da Guarda

As escolas públicas e privadas do distrito da Guarda, bem como as entidades que desenvolvem projetos inovadores na área da educação, já têm a possibilidade de se candidatar ao Prémio Sonae Educação, que vai distribuir 150 mil euros pelos projetos vencedores. O Prémio criado pela Sonae tem como objetivo promover a inovação e a inclusão na educação em Portugal ao distinguir projetos que contribuam para melhorar o acesso e a qualidade da educação, em todas as fases do ciclo de aprendizagem e em comunidades de todo o país.

O distrito da Guarda conta com uma rede escolar de 155 estabelecimentos de ensino, dos quais 110 públicos e 45 privados, onde se incluem jardins de infância, escolas básicas, escolas secundárias, escolas básicas e secundárias, escolas artísticas e escolas profissionais. De acordo com os dados do IGEFE – Instituto de Gestão Financeira da Educação, estes estabelecimentos representam 1,8% do total nacional.

Com a realização da terceira edição, a Sonae passa a distribuir um valor total acumulado de 400 mil euros pelos projetos vencedores. Nas edições anteriores foram recebidas mais de 700 candidaturas, tendo sido premiados projetos desenvolvidos Ciberescola, EKUI, MyPolis, NoCode Institute e Teach for Portugal.

Daniel Fonseca, diretor de Marca e Comunicação da Sonae, afirma: “A educação é o motor do progresso e a ferramenta mais poderosa para reduzir desigualdades, impulsionar o talento e construir um futuro mais justo e competitivo para todos. O Prémio Sonae Educação nasce do nosso compromisso de reconhecer e apoiar projetos que desafiem os modelos tradicionais, introduzam novas metodologias de ensino e tragam soluções inovadoras e inclusivas para garantir que ninguém fica para trás. Na Sonae acreditamos que uma educação de qualidade tem de ser para todos, independentemente da sua origem ou contexto”. E acrescenta: “Num tempo em que a tecnologia redefine a forma como aprendemos e trabalhamos, urge repensar a educação para que seja mais acessível, mais equitativa e mais transformadora. Por isso, convidamos visionários, educadores e empreendedores a juntarem-se a nós nesta missão de promover a inovação e inclusão na Educação ao longo da vida”.

As candidaturas ao Prémio Sonae Educação decorrem até 30 de junho e estão abertas a escolas públicas e privadas, organizações da sociedade civil, startups, instituições de ensino ou associações, desde que proponham soluções que mitiguem a exclusão, promovam o sucesso escolar e contribuam para a capacitação ao longo da vida. As entidades podem candidatar vários projetos que promovam abordagens educativas inovadoras e que, por via da educação, qualificação ou requalificação, contribuam para a mitigação de fatores de desigualdade ou exclusão, fomentando uma sociedade mais inclusiva, capacitada e resiliente.

Os projetos serão avaliados por um júri composto por Eulália Ramos Alexandre (subdiretora da Direção-Geral da Educação), Isabel Leite (membro do Advisory Council e Steering Committee do EDULOG), Filipe Almeida (presidente da Estrutura de Missão Portugal Inovação Social), Ricardo Marvão (cofundador Beta-i) e João Günther Amaral (administrador executivo e Chief Development Officer da Sonae). Os vencedores beneficiarão do apoio financeiro, mas também do conhecimento, da mentoria e da ligação ao ecossistema da Sonae, potenciando o crescimento e escalabilidade dos projetos.

Prémio Sonae Educação e a ligação a Belmiro de Azevedo

A Educação e a formação foram uma prioridade de Belmiro de Azevedo, que sempre defendeu o conhecimento como a chave para o desenvolvimento social e económico. De olhos sempre postos no futuro, promoveu o investimento nas pessoas por considerar que o seu próprio percurso só foi possível devido às oportunidades que os estudos lhe proporcionaram para desenvolver o seu potencial. Este seu legado materializou-se ao longo dos anos com a criação da Fundação Belmiro de Azevedo, de um grupo de reflexão dedicado à Educação (EDULOG), do Colégio Efanor, de uma política de responsabilidade corporativa da Sonae – que tem na Educação um dos seus principais eixos de investimento e atuação –, e ainda na coliderança de projetos de reskilling a nível europeu (NCN e PRO_MOV R4E).

“O Eng.º Belmiro de Azevedo acreditava que a educação deveria ser o grande elevador de oportunidades, capaz de transformar vidas e preparar as novas gerações para os desafios de um mundo em constante mudança. Mas inovar na educação exige ação, pelo que sempre investiu nas pessoas e procurou apoiar esse investimento nas comunidades. O Prémio Sonae Educação honra o seu legado, ao contribuir para a modernização dos modelos de ensino atuais e para o aumento da igualdade de oportunidades para todos”, realça Daniel Fonseca.

Ciberescola, EKUI, NoCode Institute, MyPolis e Teach for Portugal premiadas

As duas primeiras edições do Prémio Sonae Educação relevaram o sucesso e oportunidade da iniciativa, contando com mais de 700 candidaturas e tendo distinguido projetos que estão a contribuir para o desenvolvimento de comunidades através da educação. Na primeira edição foram reconhecidos projetos apresentados pela EKUI e pelo NoCode Institute e, na segunda edição, pela Ciberescola, pela MyPolis e pela Teach for Portugal.

A EKUI (acrónimo para Equidade, Knowledge, Universalidade e Inclusão) é um projeto que visa eliminar barreiras na comunicação linguística. O objetivo é permitir que crianças, jovens e adultos, independentemente das respetivas necessidades especiais, possam universalmente compreender-se uns aos outros. Esta comunicação é concretizada através de uma metodologia de alfabetização e reabilitação inclusiva, que combina quatro formas de comunicação: a gráfica, o braille, a língua gestual e o alfabeto fonético.

Já o NoCode Institute concorreu com uma plataforma digital que tem a missão de requalificar e relançar carreiras de profissionais em risco pela economia digital. O objetivo deste projeto passa por democratizar as competências de construção de software através da programação visual.

O projeto Ciberescola, da Associação Aprendo Português, é dedicado ao ensino de Português Língua Não Materna (PLNM) através de plataformas digitais. A iniciativa disponibiliza mais de 4.000 aulas interativas, promovendo a aprendizagem do português de forma acessível e dinâmica. Com o apoio do prémio, o projeto está a ampliar o seu alcance, integrando mais agrupamentos escolares, e a melhorar a qualidade dos conteúdos educativos, com a produção de novos materiais interativos.

Já o projeto Agentes 2.0, da MyPolis, tem como missão transformar a educação cívica em Portugal, tornando-a mais acessível, envolvente e impactante para crianças e jovens. Através da gamificação e da inteligência artificial, esta iniciativa transforma as salas de aula em Academias de Participação, onde os alunos — como verdadeiros Agentes da Cidadania — exploram os seus territórios, identificam problemas e propõem soluções inovadoras para as suas comunidades.

A Teach For Portugal está a apoiar crianças de contextos socioeconómicos desfavorecidos através da colocação de mentores em escolas públicas. Estes mentores trabalham em estreita colaboração com os professores e com a comunidade escolar para aumentar a motivação e o desempenho académico dos alunos, promovendo o desenvolvimento de competências transversais como a liderança, a autorregulação e o pensamento crítico. No âmbito deste projeto, os mentores estão focados na área da Literacia Financeira, capacitando os alunos com conhecimentos e ferramentas essenciais para o seu futuro.

“Os projetos já distinguidos demonstram o potencial do Prémio para mudar vidas, criar novas oportunidades e inspirar soluções inovadoras e inclusivas com impacto nacional”, conclui Daniel Fonseca.

Mangualde – Município atribuiu 43 bolsas a estudantes do ensino superior

Vão ser atribuídas pela Câmara Municipal de Mangualde  durante este ano letivo 43 bolsas de estudo de ensino superior, no valor total de 17.500 euros a estudantes residente no concelho.

A cerimónia da entrega deste apoio decorreu esta sexta-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Estas bolsas destinam-se a quem frequente um curso que confira o grau de licenciatura, com ou sem mestrado integrado, numa instituição de ensino superior público, sendo atribuída com o propósito de ajudar a pagar as despesas de alojamento, alimentação, transporte, material escolar e propinas a alunos com carências económicas, sendo atribuída em função dos rendimentos anuais do agregado familiar.

Pretendemos aumentar o número de quadros técnicos superiores e, por isso, consideramos que temos a obrigação de minimizar as dificuldades económicas das famílias dos alunos que pretendem prosseguir com os estudos”, justifica o presidente da Câmara Municipal, Marco Almeida, que deixa um apelo: “Temos esperança de que este investimento tenha retorno, ou seja, que estes jovens, depois de formados, retribuam, desenvolvendo a sua atividade profissional no concelho”.

O Município recebeu 79 candidaturas, no entanto foram excluídas 36 por não cumprirem todos os requisitos. No passado ano letivo, o Município atribuiu 53 bolsas de estudo aos alunos do ensino superior.

 

XXVI Interescolas Diocesano de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) em Celorico da Beira

Decorreu, nesta quinta-feira, o XXVI Interescolas Diocesano de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), em Celorico da Beira,  num encontro que reuniu centenas de alunos de diversas escolas da diocese.
  O Mercado Municipal foi o epicentro do acolhimento e da realização de diversas atividades, contando com a presença da Vice-Presidente da Câmara, Teresa Cardoso, do Vereador José Alfredo, do Diretor do Agrupamento de Escolas Sacadura Cabral, Manuel Portugal, e do bispo da Diocese da Guarda, D. José Miguel Pereira.
Os alunos foram convidados a participar em diferentes atividades pedagógicas, incluindo um Peddy Paper pela vila de Celorico da Beira, promovendo laços de fraternidade e solidariedade entre todos, ao mesmo tempo que permitiu conhecer um pouco mais sobre a região.
A iniciativa decorreu sob o lema “EMRC, âncora da esperança… desafia-te!” e teve como objetivo central trabalhar a importância da esperança na vida de cada aluno(a) e professor(a), destacando seu poder transformador nas comunidades educativas.
Ao longo do evento, foi lançado o desafio para que cada participante se torne um sinal de esperança na sua escola, refletindo os valores da Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) e contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, solidária e humana.
Uma das principais atividades foi a construção de um mural coletivo, onde alunos e professores ilustraram, através de azulejos decorados, o que significa ser uma “âncora de esperança”. Este mural simbolizou a união e o compromisso de todos com os valores cristãos e com a missão de ser semente de esperança na vida dos outros.
A iniciativa contou com a colaboração da Câmara Municipal de Celorico da Beira, da Direção do Agrupamento de Escolas de Celorico da Beira, da GNR e dos Bombeiros Voluntários de Celorico da Beira.

Cruz Vermelha Portuguesa lança formações de Primeiros Socorros Psicológicos nas escolas

A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) assume a Saúde Mental como um dos pilares estratégicos da sua intervenção, promovendo consultas, formações e apoio contínuo a profissionais, voluntários e à comunidade. Neste início de ano letivo, a CVP dá mais um passo nesse compromisso ao lançar formações de Primeiros Socorros Psicológicos (PSP) direcionadas aos agentes educativos das escolas em Portugal.

No âmbito do programa EU4HEALTH, a CVP tem vindo a investir na capacitação em Primeiros Socorros Psicológicos, (PSP), com o objetivo de promover a saúde mental e a dignidade humana.
O programa, financiado pela União Europeia e gerido pela Federação Internacional da Cruz Vermelha, (FICV), é desenvolvido em 24 Sociedades Nacionais. Em Portugal, este programa já com uma vasta experiência consolidada, arrancou este ano letivo com formações específicas nas comunidades escolares para professores, assistentes sociais, psicólogos e assistentes operacionais, com especial enfoque nos agentes educativos que trabalham com alunos migrantes. As sessões de PSP nas escolas são acompanhadas por materiais pedagógicos adaptados às diferentes faixas etárias, possibilitando a integração da saúde mental no contexto educativo. Esta abordagem visa reforçar, junto dos alunos, que todos somos promotores de saúde mental, incentivando a responsabilidade coletiva na construção de um ambiente escolar saudável.
A Cruz Vermelha Portuguesa motiva a comunidade escolar a promover a igualdade de acesso ao bem-estar e à saúde mental e convida à promoção de discussões sobre temas como ansiedade, stress e autorregulação emocional, contribuindo para um diálogo mais aberto e construtivo.

Para António Saraiva, Presidente Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa, que assumiu a Saúde Mental como uma das prioridades do seu mandato, “A saúde mental é um pilar central do nosso compromisso humanitário e deve ser uma prioridade coletiva. É nosso dever desmistificar e combater o estigma associado a este tema. A promoção do diálogo junto da comunidade escolar e o investimento na capacitação de educadores em Primeiros Socorros Psicológicos é um passo decisivo para criar ambientes mais saudáveis e inclusivos, onde cada aluno possa sentir-se valorizado e apoiado.”.
A CVP prevê, já este ano letivo, formar 600 agentes educativos.
No último ano, em parceria com a União Europeia, a CVP investiu mais de meio milhão de euros no projeto EU4HEALTH, com a alocação de mil profissionais capacitados na área da Saúde-Mental e Apoio Psicossocial, impactando cerca de três mil pessoas.

124 milhões de euros para reabilitação de 23 escolas da Região Centro

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro)
aprovou 23 projetos para reabilitação de escolas da Região Centro, que representam um
investimento de 124 milhões de euros. Estes projetos, financiados no âmbito do Plano de
Recuperação e Resiliência (PRR), pretendem dar continuidade aos progressos registados na
última década relativamente ao abandono escolar precoce, contribuir para um ensino mais
atrativo e inclusivo e promover a construção e renovação de espaços físicos alinhados com os
objetivos da transição verde e digital.
A cerimónia de assinatura dos 23 contratos para a reabilitação das escolas realiza-se amanhã,
dia 21 de junho, pelas 15.00 horas, no auditório da CCDR Centro, em Coimbra, com a presença
do Ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida.
As escolas são dos municípios de Alvaiázere, Anadia, Arganil, Carregal do Sal, Castro Daire,
Coimbra, Figueira da Foz, Ílhavo, Lousã, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho, Oliveira do
Bairro, Pombal, Porto de Mós, Sátão, Seia, Tábua, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão.

fonte:CCDRC

Escolas do distrito da Guarda já se podem candidatar ao Prémio Sonae Educação de 150 mil euros

As escolas públicas e privadas do distrito da Guarda, bem como as associações que desenvolvem projetos inovadores na área da educação, já têm a possibilidade de se candidatar ao Prémio Sonae Educação, que vai distribuir 150 mil euros pelos projetos vencedores. O Prémio Sonae Educação tem como objetivo promover a inovação e a inclusão na educação em Portugal, distinguindo projetos que contribuam para melhorar o acesso e a qualidade da educação em Portugal, em todas as fases do ciclo de aprendizagem.

Depois do sucesso da primeira edição, com mais de 400 candidaturas, em 2024 a Sonae decidiu aumentar em 50% o valor monetário do prémio, de 100 mil para 150 mil euros, visando estimular o surgimento de mais iniciativas inovadoras na área da Educação em Portugal e reforçar o número de projetos apoiados. O objetivo é premiar projetos que promovam abordagens educativas inovadoras e que, por via da educação, qualificação ou requalificação, contribuam para a mitigação de fatores de desigualdade ou exclusão, fomentando uma sociedade mais inclusiva, capacitada e resiliente.

João Günther Amaral, membro do júri e administrador executivo da Sonae, afirma: “A Educação é o mais poderoso elevador social, fundamental para acelerar o desenvolvimento individual e da sociedade, e para combater as desigualdades. As mais de 400 candidaturas da primeira edição mostraram-nos que o Prémio Sonae Educação pode mesmo fazer a diferença no trabalho de organizações essenciais para a melhoria da qualidade do ensino no país. Por isso, nesta segunda edição, aumentámos o valor do prémio e abrimo-lo a todas as entidades, incluindo escolas públicas, reconhecendo a qualidade dos projetos e o seu potencial de impacto. Desta forma, esperamos continuar a reforçar o nosso contributo para a modernização dos modelos de ensino atuais e para o aumento da igualdade de oportunidades para todos”.

Nesta segunda edição, a Sonae decidiu alargar a possibilidade de candidaturas a qualquer tipo de entidade, seja de natureza pública ou privada, com ou sem fins lucrativos, desde que focadas no impacto social da sua intervenção no âmbito da educação, qualificação ou requalificação. Assim, pela primeira vez, as escolas públicas podem candidatar-se ao Prémio Sonae Educação e beneficiar do apoio financeiro e do know-how da Sonae.

As candidaturas estão abertas até ao dia 30 de junho de 2024. As entidades podem candidatar-se com um ou mais projetos, mas apenas um poderá ser premiado. No total, o valor do Prémio Sonae Educação será dividido por três ou mais projetos.

O júri da segunda edição do Prémio Sonae Educação é composto por Isabel Alçada, professora e membro do Conselho Consultivo EDULOG, João Gonçalves, diretor-geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), Nuno Comando, Head of Incubation, Acceleration & Communications da Casa do Impacto da SCML, Rita Serra, Education Lead da Microsoft Portugal, e João Günther Amaral, administrador executivo da Sonae.

Região Centro tem 1.703 escolas, 21% do total do país

No último ano letivo a região Centro contava com 1.703 estabelecimentos de ensino, dos quais 1.255 públicos e 448 privados. Os números do último ano letivo revelam que estes estabelecimentos representavam 21% do total nacional e repartiam-se por 669 jardins de infância, 860 escolas básicas, 73 escolas secundárias, 50 escolas básicas e secundárias, 3 escolas artísticas e 90 escolas profissionais. Os dados preliminares da DGEEC do ano letivo de 2022/23 realçam também que a região contava com 26.030 docentes.

NoCode Institute e EKUI venceram primeira edição

Na primeira edição, o Prémio Sonae Educação recebeu mais de 400 candidaturas, tendo distinguido os projetos apresentados pelo NoCode Institute e pela EKUI.

O NoCode Institute concorreu com uma plataforma digital que tem a missão de requalificar e relançar carreiras de profissionais em risco pela economia digital. O objetivo deste projeto passa por democratizar as competências de construção de software através da programação visual.

Já a EKUI (acrónimo para Equidade, Knowledge, Universalidade e Inclusão) é um projeto que visa eliminar barreiras na comunicação linguística. O objetivo é permitir que crianças, jovens e adultos, independentemente das respetivas necessidades especiais, possam universalmente compreender-se uns aos outros. Esta comunicação é concretizada através de uma metodologia de alfabetização e reabilitação inclusiva, que combina quatro formas de comunicação: a gráfica, o braille, a língua gestual e o alfabeto fonético.

A primeira edição teve também como finalistas projetos desenvolvidos por entidades como: a Associação Academia do Johnson Semedo,a Associação de Escolas 20 (Segunda Oportunidade), a Associação Pontinclusiva, a Brother in Arms, o Instituto de Desenvolvimento e Inclusão Social – IDIS, a Maker Toolbox, Lda, a Social Innovation Sportshub Associação e a Universidade Católica Portuguesa, o Centro Regional de Braga e a Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais. Esta iniciativa permitiu quea Sonae conhecesse em profundidade muitas entidades, criando as bases para projetos conjuntos com algumas delas.

Prémio Sonae Educação e a ligação a Belmiro de Azevedo

A Educação e a formação foram uma prioridade de Belmiro de Azevedo, um homem que teve sempre os olhos postos no futuro e que promoveu o investimento nas pessoas por considerar que o seu próprio percurso só foi possível devido às oportunidades que os estudos lhe proporcionaram para desenvolver o seu potencial. Este seu legado materializou-se ao longo dos anos com a criação da Fundação Belmiro de Azevedo, de um grupo de reflexão dedicado à Educação (EDULOG), com o surgimento do Colégio Efanor, de uma política de responsabilidade corporativa da Sonae que tem na Educação um dos seus principais eixos de investimento e atuação, e ainda na coliderança de projetos de reskilling e upskilling a nível europeu (PRO_MOV R4E).

Mais informações sobre o Prémio Sonae Educação em: www.premiosonaeeducacao.pt

 

Foto:SONAE

Biblioteca Municipal recebe cerca de 350 alunos das aldeias de Mangualde

Esta segunda e terça- feira,  cerca de 350 alunos das aldeias do concelho de Mangualde,  em transporte disponibilizado pelo Município,  visitam a Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves. A iniciativa insere-se no projeto “Livros Sobre Rodas”, que tem como principal objetivo promover a igualdade de oportunidades, ao permitir que os alunos do Pré-Escolar e 1º Ciclo do Agrupamento de Escolas de Mangualde, que vivem fora da cidade, frequentem , uma vez por mês,  a biblioteca e adquiram hábitos de leitura.

Neste mês de março, dedicado ao tema da igualdade de género e combate à discriminação, as crianças que frequentam os estabelecimentos de ensino de Chãs de Tavares, Cubos, Cunha Baixa, Fagilde, Gandufe, Matados, Mesquitela, Moimenta Dão, Santiago de Cassurrães, Tibaldinho e Vila Garcia, vão assistir à dramatização do conto adaptado “As ideias da Bia” de Elizabeth Baguley.  Este é um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura (PNL) que relata a história de uma menina que, com muita paciência e criatividade, consegue conquistar o território exclusivo de dois rapazes.

Na sala de leitura infanto-juvenil “Ana de Castro Osório” estão também disponíveis publicações sobre a igualdade de género, que podem ser consultadas na Biblioteca ou requisitados para empréstimo domiciliário.

“Livro sobre Rodas” insere-se no Plano Municipal Para a Igualdade e Não-Discriminação, um instrumento promotor e executor da Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação — Portugal + Igual (ENIND).

Foto:MM

Fornos de Algodres-Exposição “O espantalho sai à rua”

Está patente na zona envolvente da Biblioteca Municipal Maria Teresa Maia Gonzalez, uma Exposição com o tema “O espantalho sai à rua”.
Esta exposição contou com a colaboração das Escolas Básicas do 1ºCiclo e Jardins de Infância do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres, Associação de Pais, Grupos do Fornos Vida 50+ e IPSS’s do concelho.

Desde já todos devem visitar o espaço e visualizar os trabalhos realizados .

Projeto A Hora das SuperQuinas arrancou e vai estar em 8 escolas do distrito da Guarda

O Projeto A Hora das SuperQuinas arrancou, esta segunda-feira, numa primeira fase em cerca de 300 estabelecimentos escolares do ensino básico e vai estar presente em todos os distritos e regiões do país.

No  distrito da Guarda, as escolas do ensino básico que integram o projeto são:

Almeida;
Celorico da Beira;
Figueira de Castelo Rodrigo;
Gouveia;
Manteigas;
Mêda;
Pinhel;
Sabugal.
Este programa é coordenado pelo programa coordenado pela nossa responsável Rita Almeida.

O projeto é um dos programas do plano estratégico “Futebol 2030”, lançado pela FPF em abril de 2022, e tem como objetivo desenvolver as competências motoras das crianças do 1º ciclo, através de uma oferta de Atividade Física e Desportiva nas Atividades de Enriquecimento Curricular.

Apesar de ser um programa da Federação Portuguesa de Futebol, em parceria com as 22 Associações Distritais de futebol, o objetivo do projeto é a promoção da atividade física e do desporto como elementos fundamentais para um estilo de vida saudável e dos valores positivos associados ao desporto, bem como, a sensibilização para temas chave como a nutrição e o sono.

De forma a preparar os professores do projeto que agora se inicia, têm sido dinamizadas formações nos diferentes pontos do país, sendo estas coordenadas pelas gestoras de projeto distrital. Em paralelo, este sábado foi dinamizada uma formação na Cidade do Futebol com professores de vários distritos, tendo esta sido coordenada pela equipa científica da FPF, composta pelos professores Carlos Neto, André Seabra, José Guilherme Oliveira, Júlio Costa, Rita Cordovil e Sara Santos.

Além das formações aos docentes, a FPF vai disponibilizar dois kits de material a cada escola aderente (com bolas multiatividade, bolas de ténis, arcos, cordas, coletes, cones) e um manual digital no qual os professores poderão escolher uma de duas opções: lecionar as sessões propostas pela FPF ou criar as suas próprias sessões através de uma ferramenta desenvolvida especificamente para o efeito.