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Cerca de cinco mil candidaturas à 4ª edição da Escola Amiga

 

Foram mais de 3600 as escolas portuguesas que se candidataram à 4ª edição da Escola Amiga, com um total de 4.858 candidaturas submetidas, o que representa um aumento de 153% (em número de escolas) e de 128% (em número de candidaturas) face à edição anterior.

A Escola Amiga, que tem como mentores a CONFAP, a LeYa e o psicólogo Eduardo Sá, tem como objetivo apoiar e incentivar uma escola que educa e é feliz, e pretende estimular as comunidades educativas e a sociedade em geral a olharem de forma renovada e inspirada para os aspetos fundamentais do desenvolvimento dos alunos.

Nesta 4ª edição e num segundo ano letivo atípico e com o ensino à distância, a Escola Amiga voltou a reinventar-se com a vontade de partilha, por parte de todos os que fazem da Escola um lugar melhor.

Uma Escola Amiga que continuou a dar resposta às novas formas de ensinar e aprender com a categoria “Escola em Casa”, a que responderam muitas candidaturas que, com a sua criatividade e com os seus afetos, mostraram que a escola vai muito além das suas paredes físicas.

Uma Escola Amiga que se abriu à comunidade envolvente e a novas experiências, motivando a partilha de milhares de projetos que se integram nas categorias: Alimentação e estilo de vida saudável; Cidadania/Inclusão e Atividades; Digital; Envolvimento da Família; Espaço Escolar; Sustentabilidade e Literacias.

O projeto vencedor vai ganhar cinco mil euros em livros LeYa, enquanto o projeto vencedor de cada categoria, no total de 8 categorias, recebe 1000€ em livros LeYa, uma oferta para a biblioteca da Escola. Existirão, à semelhança das edições anteriores, alguns prémios adicionais por categoria.

A 4ª edição da Escola Amiga contou com o apoio da Católica Porto Business School, Faculdade de Educação e Psicologia | Universidade Católica Portuguesa, Fábrica Centro Ciência Viva, Universidade de Aveiro, Ciência Viva, The Inventors, Fundação Altice, Associação ACEGIS, Ekui, Sociedade Ponto Verde, Associação Mutualista Montepio, Maped, Clube de LeYtura e REN.

Esta edição contou também com o apoio institucional do Ministério da Economia e da Transição Digital, do Ministério da Saúde e do Serviço Nacional de Saúde, do Ministério do Mar e do Ministério do Ambiente e da Ação Climática.

 

Ranking das Escolas – Pinhel foi a melhor na Guarda, Alves Martins em Viseu

A nível  de área profissional , a Escola BS de Fornos de Algodres é a melhor do distrito da Guarda, ficando à frente da EnsiGuarda e Trancoso.

Apurado o Ranking das Escolas , no Distrito da Guarda,  a (112)Escola Secundária de Pinhel terminou com média de 14,12, depois vem (115)Escola Secundária Afonso Albuquerque da Guarda com 14,15, depois a Escola BS Padre José Augusto da Fonseca, Aguiar da Beira com 14,04, Escola Secundária de Manteigas, 13,81; (189)Escola da Sé , 13,70; (194)Escola BS Fornos de Algodres , com 13,70

No Distrito de Viseu, lidera a (65)Escola Secundária Alves Martins, com 14,85, seguido da Escola BS Dionísio Augusto Cunha com 14,8, depois (151)Escola Sec, S.Pedro do Sul, com 13,91

 

Trancoso- Open Day AET a 4 de junho

Vai ser realizado pela primeira vez o OPEN DAY AET, uma iniciativa do Agrupamento de Escolas de Trancoso .

Esta prova vem no seguimento de um caminho de abertura e compromisso com a comunidade educativa os alunos das diversas Escolas do Agrupamento de todos os níveis de ensino dinamizarão atividades experimentais, desportivas, culturais, workshops, concursos, simulacros, rastreios, entre muitas outras, contando com a presença e parceria de mais de 20 entidades.

A atividade será realizada de acordo com as normas emanadas pela DGS, contando com um plano de segurança específico apresentado à autoridade de saúde local.

Trancoso- Ação “Literacia Financeira” aos alunos

Teve lugar em Trancoso, uma ação de sensibilização sobre “Literacia Financeira” realizada pela Caixa Geral de Depósitos de Trancoso,

aos alunos do 5.º ano, no âmbito da Cidadania e Desenvolvimento

Assim, aos inicio da tarde, os alunos das Escolas Básicas de Trancoso e Vila Franca das Naves juntaram-se no auditório do Convento dos Frades, em Trancoso, onde ouviram um resumo histórico sobre o aparecimento das trocas que deram lugar ao comércio e ao surgimento da moeda. Entre outros factos interessantes, aprenderam que o pagamento em sal aos soldados romanos deu lugar ao que hoje chamamos o salário.

Os alunos participaram ativamente respondendo a questões dos representantes da CGD dando exemplos de rendimentos, despesas, desejos e necessidades, bem como sobre a importância da poupança, entre outros conceitos sobre literacia financeira.

Os docentes de Cidadania e Desenvolvimento dos alunos do 5.º ano agradecem a disponibilidade da CGD, da Câmara Municipal de Trancoso e do AET para a realização desta ação que foi muito interessante e esclarecedora, motivando os alunos a quererem saber mais sobre este assunto que está presente no dia a dia de todos.

Foto:  AET

Reabertura de forma faseada das escolas, comércios e restantes atividades

Teve lugar nesta quinta-feira o Conselho de Ministros que aprovou o decreto que regulamenta o estado de emergência decretado pelo Presidente da República.
Vão ser introduzidas as seguintes alterações face ao regime atual:
  • retoma, a partir de 15 de março, das atividades educativas e letivas em regime presencial nos estabelecimentos de ensino públicos, particulares e cooperativos e do setor social e solidário, de educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, bem como das creches, creches familiares e amas;
  • retoma, a partir de 15 de março, das atividades, em regime presencial, de apoio à família e de enriquecimento curricular, bem como atividades prestadas em centros de atividades de tempos livres e centros de estudo e similares, apenas para as crianças e os alunos que retomam as atividades educativas e letivas;
  • a partir de dia 15 de março, possibilidade de reinício da atividade dos estabelecimentos de bens não essenciais que pretendam manter a respetiva atividade exclusivamente para efeitos de entrega ao domicílio ou disponibilização dos bens à porta do estabelecimento, ao postigo ou através de serviço de recolha de produtos adquiridos previamente através de meios de comunicação à distância (click and collect);
  • a partir de dia 15 de março, determina-se que as atividades de comércio a retalho não alimentar e de prestação de serviços em estabelecimentos em funcionamento encerram às 21:00h durante os dias úteis e às 13:00h aos sábados, domingos e feriados e as atividades de comércio de retalho alimentar encerram às 21:00 h durante os dias úteis e às 19:00 h aos sábados, domingos e feriados;
  • o regime de horário das farmácias é aplicável a estabelecimentos de vendas de medicamentos não sujeitos a receita médica;
  • a partir de dia 15 de março, permite-se, nos restaurantes e similares, a disponibilização de bebidas em take-away;
  • clarifica-se que a proibição de venda de bebidas alcoólicas nos estabelecimentos de comércio a retalho, incluindo supermercados e hipermercados e em take-away (a partir das 20:00 h) é aplicável até às 06:00 h;
  • a partir de dia 15 de março, permite-se o funcionamento, mediante marcação prévia, dos salões de cabeleireiro, barbeiros, institutos de beleza e estabelecimentos similares;
  • a partir de dia 15 de março, permite-se a abertura de estabelecimentos de comércio de livros e suportes musicais; comércio de automóveis e velocípedes; serviços de mediação imobiliária; parques, jardins, espaços verdes e espaços de lazer, assim como de bibliotecas e arquivos;
  • a partir de dia 15 de março, é levantada a proibição das deslocações para fora do território continental, efetuadas por qualquer via, designadamente rodoviária, ferroviária, aérea, fluvial ou marítima, por parte de cidadãos portugueses;
  • determina-se a proibição de circulação entre concelhos, a qual será aplicável no fim-de-semana de 20 e 21 de março, e diariamente a partir do dia 26 de março de 2021.
– Foi aprovada a resolução que estabelece uma estratégia gradual de levantamento de medidas de confinamento no âmbito do combate à pandemia da doença Covid-19 com quatro fases, com um período de 15 dias entre cada uma para que sejam avaliados os impactos das medidas na evolução da pandemia, bem como os níveis de incidência e crescimento.
Determina-se que o calendário previsto para as diferentes fases de desconfinamento pode ser alterado atendendo a determinados critérios epidemiológicos de definição de controle da pandemia e ainda considerando a existência de capacidade de resposta assistencial do Serviço Nacional de Saúde.
Estratégia de levantamento das medidas:
• Regras gerais
– teletrabalho sempre que possível
– horários de funcionamento dos estabelecimentos: 21h durante a semana; 13h aos fins-de-semana e feriados ou 19h para retalho alimentar
– proibição de circulação entre concelhos, a qual será aplicável diariamente entre 26/03 e 5/04 (Páscoa)
A partir de 15 março
– medidas definidas no decreto que regulamenta o estado de emergência decretado pelo Presidente da República
A partir de 5 abril
– 2.º e 3.º ciclo do ensino básico (e ATLs para as mesmas idades)
– equipamentos sociais na área da deficiência
– museus, monumentos, palácios, galerias de arte e similares
– lojas até 200 m2 com porta para a rua
– feiras e mercados não alimentares (decisão municipal)
– esplanadas (max 4 pessoas)
– atividade física e treino de desportos individuais até 4 pessoas e ginásios sem aulas de grupo
A partir de 19 abril
– ensino secundário e superior (e ATLs para as mesmas idades)
– cinemas, teatros, auditórios, salas de espetáculo
– lojas de cidadão com atendimento presencial por marcação
– todas as lojas e centros comerciais
– restaurantes, cafés e pastelarias (max 4 pessoas no interior ou 6 em esplanadas) até às 22h ou 13h ao fim-de-semana e feriados
– atividade física e treino de desportos individuais ao ar livre até 6 pessoas e ginásios sem aulas de grupo
– eventos exteriores com diminuição de lotação
– casamentos e batizados com 25% de lotação
• A partir de 3 maio
– restaurantes, cafés e pastelarias (max 6 pessoas no interior ou 10 em esplanadas) sem limite de horários
– atividade física e treino de desportos individuais e coletivos
– grandes eventos exteriores e eventos interiores com diminuição de lotação
– casamentos e batizados com 50% de lotação
– Foi aprovado o decreto-lei que estabelece medidas de apoio aos trabalhadores e empresas no âmbito da pandemia da doença Covid-19:
  • Reativação do apoio extraordinário à redução da atividade económica de trabalhador independente, empresário em nome individual ou membro de órgão estatutário dos setores do turismo, cultura, eventos e espetáculos, cuja atividade, não estando suspensa ou encerrada, está ainda assim em situação de comprovada paragem total da sua atividade ou da atividade do respetivo setor;
  • Alargamento do “lay-off simplificado” a empresas cuja atividade, não estando suspensa ou encerrada, foi significativamente afetada pela interrupção das cadeias de abastecimento globais, ou da suspensão ou cancelamento de encomendas, e ainda aos sócios-gerentes;
  • Prolongamento do apoio extraordinário à retoma progressiva até 30 de setembro de 2021, estabelecendo um regime especial de isenção e redução contributivas para empresas dos setores do turismo e da cultura;
  • Criação de um novo incentivo extraordinário à normalização da atividade empresarial, no montante de até duas Remunerações Mínimas Mensais Garantidas (RMMG), para trabalhadores que tenham sido abrangidos no primeiro trimestre de 2021 pelo “lay-off simplificado” ou pelo apoio extraordinário à retoma progressiva de atividade.
  • Reforço do apoio às microempresas com quebras de faturação, com a possibilidade de pagamento de mais 1 RMMG no terceiro trimestre de 2021.

Exames nacionais sofrem alterações nas datas

Deste modo, face à pandemia, os exames nacionais marcados para o final do ano letivo vão sofrer alterações nas datas, uma vez que o período final de aulas vai ser prolongado.

Deste modo, anunciou o ministro Tiago Rodrigues que, as duas fases de exames nacionais vão ser adiadas, sendo a primeira fase passará de junho para julho e a segunda de julho para setembro, já as provas de aferição de Educação Física e de Expressões Artísticas que seriam em maio, foram canceladas.

Aqui fica a nova calendarização letiva: Pausa de Páscoa de 29 de março a 1 de abril, o final do 3º período, será a 8 de julho para o pré-escolar, 1.º ciclo e 2.º ciclo, a 23 de junho para  7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade e a 18 de junho para 9.º, 11.º e 12.º anos.

Já as provas de aferição do 2.º, 5.º e 8.º anos realizam-se entre 14 e 21 de junho e a componente oral da prova de inglês de 5.º ano terá lugar entre 27 de maio e 9 de junho , depois a 1ª fase das provas finais de ciclo de 9.º ano vão decorrer de  28 de junho a 2 de julho, com afixação de resultados a 19 de julho, com a 2º fase a ter lugar entre  21 a 23 de julho, com afixação de resultados a 3 de agosto.

Para finalizar, os Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário  vão ter  a 1ª fase entre 2 e 16 de julho, com afixação de resultados a 2 de agosto e a 2ªfase entre 1 e 7 de setembro, com afixação de resultados a 16 de setembro.

São algumas alterações que vão possibilitar aos alunos, professores e funcionários se adaptarem ao novo calendário.

Aulas à distância regressam dia 8 de fevereiro

As aulas à distancia arrancam novamente na próxima segunda -feira, com muito alunos a terem algumas dificuldades por falta de computadores , segundo o Governo espera ainda a chegada de mais 335 mil portáteis, cuja entrega foi atrasada por problemas de abastecimento dos fabricantes.

Mas também regressa o “Estudo em Casa”, na RTP Memória com os diversos horários de disciplinas para todos. As aulas online iniciam às 9h da manhã e terminam às 16h30.

agora saliente-se que e toda a região as escolas de apoio (referência), mantêm o seu trabalho de dar acolhimento aos alunos que a situação seja pertinente.

Vamos quando poderá voltar o ensino presencial , mas nunca antes de março.

 

Ensino fecha durante 15 dias terá compensação no Carnaval e Páscoa

Depois de ter sido anunciado pelo primeiro- ministro António Costa, o encerramento do ensino durante 15 dias, sem recorrer a aulas online, foi explicado depois pelo Ministro da Educação, Tiago Rodrigues que esta aulas que não acontecem agora terão de ser compensadas nas Férias do Carnaval, Páscoa e verão.

Deste modo, regressam os alunos novamente aos estabelecimentos de ensino a 8 de fevereiro.

Já os pais de crianças até 12 anos terão direito a faltas justificadas ao trabalho e a um apoio idêntico ao que foi dado na primeira fase do confinamento, em março.

Os pais “terão faltas justificadas ao trabalho, se não estiverem em teletrabalho, e um apoio idêntico ao que foi dado na primeira fase do confinamento”, que corresponde a 66% da remuneração, adiantou o primeiro-ministro.

Rui Ventura solicitou a suspensão das aulas presenciais, em todos os ciclos de ensino, no concelho de Pinhel.

Rui Ventura, Presidente do Município de Pinhel,solicitou nesta quarta-feira, a suspensão das aulas presenciais, em todos os ciclos de ensino, no concelho de Pinhel.
Deste modo, o pedido foi feito num ofício remetido pelo autarca pinhelense, ao final da tarde desta quarta-feira, à Delegada de Saúde do Concelho de Pinhel, Dra. Benilde Mendes, com conhecimento ao Primeiro-Ministro, à Ministra da Saúde, ao Ministro da Educação, à Delegada Regional de Educação do Centro e à Delegada de Saúde Coordenadora da ULS da Guarda, Dra. Ana Isabel Viseu.

Confrontado com os últimos dados publicados pela Unidade Local de Saúde da Guarda, ao final do dia de ontem, de acordo com os quais se torna evidente que “o vírus circula, descontroladamente, pelo concelho de Pinhel”, o autarca considera ser esta a forma mais eficaz de tentar travar uma situação já por si muito grave.

“No concelho de Pinhel, autorizar a realização das aulas em regime não presencial, desde o Pré-Escolar ao Secundário, determina o confinamento obrigatório de 731 alunos, 129 professores e 65 assistentes operacionais do Agrupamento de Escolas de Pinhel, números a que acrescem mais 99 crianças e 21 funcionários do ensino Pré-Escolar da Santa Casa da Misericórdia de Pinhel”, explica o autarca, concluindo que “esta é uma tomada de posição, clara e inequívoca, por parte da Autarquia e da Proteção Civil Municipal”.

E porque “não estamos em tempo de meias palavras, nem tão pouco de meias atitudes”, o Presidente da Câmara Municipal de Pinhel termina a sua missiva pedindo uma resposta célere ao pedido apresentado.

O ofício remetido à Delegada de Saúde do Concelho de Pinhel pode ser consultado aqui: https://cm-pinhel.pt/presidente-da-camara-municipal-de-pinhel-pede-suspensao-das-aulas-presenciais-em-todos-os-ciclos-de-ensino-no-concelho-de-pinhel/.

 

Escolas têm de ter um sério reforço da segurança sanitária refere o Sindicato de Professores da Z.Centro

Em comunicado, o Sindicato dos Professores da Zona Centro, referem:” Os efeitos da pandemia exigem dos responsáveis do Ministério da Educação ação e não apenas palavras. Nestes tempos difíceis, professores e educadores continuam sobrecarregados nas suas funções e sem as necessárias condições. E não entendem o porquê de, estando na linha da frente, não fazerem parte do grupo prioritário de vacinação.
O SPZC considera que se vive um momento particularmente sensível e de preocupação a nível da saúde pública, agravado neste mês de janeiro, que exigirá um esforço acrescido de todos neste contexto de novo confinamento.
Os educadores e professores estão claramente na primeira linha de resposta a dar às solicitações de alunos e comunidade neste tempo de pandemia.
Mas uma coisa é certa, o Ministério da Educação não fez o trabalho de casa no que diz respeito à criação de condições para o bom funcionamento das escolas. Faltam recursos que permitam aos docentes fazer face à sobrecarga de trabalho com que desde o início deste ano escolar estão confrontados. Falta a inclusão dos docentes nos grupos prioritários na vacinação. Falta uma resposta eficaz para os professores e educadores de grupos de risco. Falta a necessária redução do número de alunos por turma, de forma a ser respeitado o distanciamento físico de segurança.
Este confinamento, no que diz respeito às medidas anunciadas e agora em vigor, tem pouco de confinamento. São inúmeras as exceções ao mesmo.
O SPZC está preocupado com os cerca de três milhões de alunos, pais e encarregados de educação em circulação diária. A mobilidade deste elevado número de pessoas, muitas delas utilizando o transporte público, são um enorme risco a nível de cadeias de transmissão da covid-19. Perante as inúmeras interrogações que se levantam, e não pondo de parte a importância inigualável do ensino presencial, o eventual recurso ao ensino misto não deverá ser descartado. De forma particular os alunos pertencentes aos sectores de ensino mais avançados.
Apesar desta situação difícil e complexa, o SPZC continua inteiramente ao serviço dos docentes. O apoio sindical, a formação e as áreas social e cultural serão as pedras de toque da atuação, com uma proximidade permanente e constante e estamos disponíveis para o ajudar.
Porque se está no início de mais um ano civil, o SPZC não poderá deixar de transmitir uma nota de descontentamento pelos resultados havidos nas negociações no âmbito da Administração Pública. Lamentavelmente, os aumentos para este ano, uma vez mais, não incluirão os docentes. Já lá vai mais de uma década com desvalorização salarial e perda do poder de compra. Não é desta forma que se atraem os desejáveis e necessários novos professores para o sistema educativo.