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Lacticoa, Lacticínios do Côa,Lda recebeu medalha prata em Oviedo

Oviedo foi o local da realização do concurso World Cheese Awards, organizado pela The Guild of Fine Food, o World Cheese Awards reúne profissionais dedicados ao queijo e que abraçam esta profissão há décadas.
Desta forma, a empresa Lacticoa (Trancoso)foi galardoada com uma medalha de prata no queijo de ovelha amanteigado Vale do Côa.
O World Cheese Awards é a competição internacional de queijos mais reconhecida do mundo.
Cumpre-nos agradecer a todos os que contribuem para uma contínua melhoria do sabor dos nossos queijos e fazer votos para que este crescimento prospere e continuemos a ser galardoados com prémios com um sabor tão reconfortante e reconhecedor do nosso esforço”referiu a direção da empresa portuguesa.

Turismo Centro de Portugal esteve presente em Feira Internacional de Ecoturismo 

O Turismo Centro de Portugal participou na NATURCYL – Feira Internacional de Ecoturismo, em Ruesga, no Parque Natural Montaña Palentina, em Espanha. Esta é a primeira Feira de Turismo de Natureza que decorreu de forma presencial no país vizinho, desde o início da pandemia.

A Turismo Centro de Portugal é a única região de turismo portuguesa presente na feira.

A NATURCYL é um evento internacional dirigido a todos os interessados em desfrutar da natureza e do ar livre, num amplo espectro de possibilidades, como turismo rural, observação de fauna, fotografia de natureza, caminhadas, montanha e astroturismo, entre outras. Durante o certame, decorrem atividades paralelas dedicadas à natureza e à sustentabilidade, nomeadamente conferências, workshops e degustação de produtos endógenos.

Esta feira, já na quarta edição, reuniu o melhor que se faz a nível internacional no ecoturismo e no turismo da natureza, áreas em que a região Centro de Portugal é um destino de excelência. Além disso, tem um impacto importante nos meios de comunicação de Espanha, que é o nosso principal mercado emissor de visitantes estrangeiros. A feira tem assim uma importância estratégica para a Turismo Centro de Portugal, que não poderia deixar de estar presente, considera Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal.

Projeto transfronteiriço CRECEER vai continuar

Projeto transfronteiriço CRECEER aproximou territórios de Portugal e Espanha. O projeto transfronteiriço CRECEER serviu para aproximar as empresas turísticas e agroalimentares da região raiana de Portugal e Espanha e abriu caminhos para uma colaboração permanente. Esta foi a principal ideia a retirar da apresentação das conclusões do projeto transfronteiriço CRECEER, que aconteceu , no Teatro Municipal da Guarda.

O CRECEER é um projeto transfronteiriço financiado por fundos europeus, que nasceu em 2017 com o objetivo de estabelecer sinergias nas zonas transfronteiriças de Portugal e Espanha, de forma a melhorar a competitividade de pequenas e médias empresas nos setores turístico e agroalimentar gourmet. Os territórios da Beira Baixa e das Beiras e Serra da Estrela, no Centro de Portugal, foram abrangidos pelo programa, assim como outras regiões de fronteira em Portugal e Espanha.

No início da apresentação, Carlos Monteiro, presidente da Câmara Municipal da Guarda, destacou a importância deste projeto “para promover os produtos endógenos”, em particular numa época tão difícil como aquela que atravessamos. “Os produtos endógenos e gourmet têm a capacidade de atrair visitantes ao território”, disse, elogiando a ligação que o CRECEER permitiu entre o turismo e o setor primário.

Por sua vez, Filomena Pinheiro, diretora do Departamento de Estratégia e Operações da Turismo Centro de Portugal, apresentou as linhas fortes do projeto, bem como os seus principais parceiros. “Este projeto apareceu-nos como oportunidade para nos envolvermos com o território. Não podemos promover produtos turísticos se eles não existirem e o CRECEER possibilitou a criação de novos produtos. O que precisamos no território é de gente que apresente produtos identitários. Para que eles surjam, tem de haver parceiros comprometidos a apoiar”, salientou. “Com este projeto lançámos as sementes para a criação de produtos turísticos diferenciadores, mas o projeto tem de continuar”, acrescentou.

O presidente da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, Luís Tadeu, sublinhou que o CRECEER contribuiu para “intensificar os laços com os nossos vizinhos espanhóis”. “Esta região de fronteira está no centro da Ibéria, entre Madrid e Lisboa, e tem de dar o salto. Temos jovens a querer instalar-se nesta região, mas precisam de um empurrão, de apoios”, frisou.

Seguiu-se a apresentação técnica dos trabalhos realizados nestes quatro anos de projeto CRECEER, feita por Helena Alves, professora na Universidade da Beira Interior, Paulo Gonçalves, do NERGA – Núcleo Empresarial da Região da Guarda, João Amaral, presidente da Associação Artesãos da Serra da Estrela, Cláudia Domingues Soares, presidente da Inovcluster – Associação do Cluster Agroindustrial do Centro, e Mercedes Vicente García, do Departamento de Inovação e Empreendedorismo da Junta de Castela e Leão.

A finalizar a sessão, Alexandra Rodrigues, diretora de serviços de Desenvolvimento Regional da CCDRC – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, elogiou os resultados apresentados por este projeto e lançou um desafio. “Este projeto veio no timing certo e aproximou os territórios. Mas tem de ganhar escala e de envolver mais empresas. Tem de crescer e ganhar dimensão”, disse, acrescentado que a CCDRC vai estar atenta à possibilidade de novos financiamentos europeus que permitam a continuidade da iniciativa.

Na conclusão, Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, enalteceu o sucesso que constituiu o projeto CRECEER. Um sucesso assente em três eixos. Em primeiro lugar, “a competitividade”. “Projetos como este estimulam o aumento da competitividade das empresas envolvidas. Sem empresas não há turismo”, sublinhou. Depois, a sustentabilidade. “O problema maior dos territórios de interior não é a desertificação, mas sim o despovoamento. Os equipamentos estão cá, é necessário criar condições para que os territórios sejam sustentáveis”, disse. Por último, a “colaboração”. “Este projeto permitiu um trabalho de fundo de cooperação transfronteiriça. Queremos que continue e o Turismo Centro de Portugal está disponível para novos projetos nesse sentido”, concluiu.

Aldeias Históricas de Portugal dão inspiração aos espanhóis

Um grupo de representantes de várias localidades históricas da província de Badajoz (Espanha) visitou as Aldeias Históricas de Portugal, com o objetivo de adquirir conhecimento sobre a sua abordagem de desenvolvimento territorial, de modo a criar uma rede de 12 Conjuntos Históricos na província de Badajoz.

Rede das Aldeias Históricas de Portugal tem sido cada vez mais procurada como exemplo de boas práticas, tanto no plano nacional como internacional. Depois de, em novembro de 2018, ter sido o primeiro destino em rede – a nível mundial –, a receber o certificado BIOSPHERE DESTINATION, em junho de 2019 acolheu o 1.º encontro de técnicos de turismo da CPLP – Comunidade de Países de Língua Portuguesa, que veio conhecer o projeto da Rede como exemplo de boas práticas na recuperação de património. Em janeiro de 2020, a Rede das Aldeias Históricas de Portugal tornou-se o primeiro território português a liderar a comunidade internacional de Destinos Turísticos Sustentáveis.

Esta semana, as Aldeias Históricas de Portugal receberam a visita de uma comitiva de representantes de várias localidades históricas da província de Badajoz (Espanha), cujo objetivo é conhecer a sua metodologia de trabalho, com vista a criar uma rede de 12 Conjuntos Históricos na Província de Badajoz, ao abrigo do projeto de Cooperação Transfronteiriça GLOBALTUR-EUROACE. Marcam presença, entre vários autarcas e deputados, o Deputado de Turismo de Província de Badajoz.

Nesta visita, a Rede das Aldeias Históricas de Portugal deu a conhecer, à Diputación de Badajoz, a sua estratégia de desenvolvimento territorial, onde se enquadram o vasto património histórico-cultural, a gastronomia, os vinhos, a natureza, os costumes e tradições, e a promoção de “um destino que são 12”, sem igual em todo o mundo, servindo assim de exemplo para os seus congéneres espanhóis.

Sobre a visita, Gonzalo de la Granja Villoslada, Consultor de Turismo do Ayuntamiento de Olivenza, comentou que “o projeto tem um atrativo social, económico e turístico muito interessante. É notório o potencial de todas as Aldeias Históricas que visitámos, assim como o envolvimento de projetos públicos e privados. É impressionante também o profissionalismo de todos os setores aliados ao turismo. A informação, para o turista, está desde logo acessível. Nota-se uma grande aposta a nível tecnológico. Agora, com o que aprendemos, vamos criar a base para o nosso projeto”.

Já Joaquina Hernández, Técnica Consultora da Magnus Nature, disse que “as Aldeias Históricas de Portugal, para nós, são um exemplo magnífico, fantástico, de trabalho em rede, que envolve o desenvolvimento turístico, da comunidade, das empresas, a sustentabilidade, e sobretudo a economia, em territórios despovoados. São modelos de sucesso. Nesta visita, aprendemos muito. As Aldeias Históricas de Portugal são especialistas a trabalhar em rede, algo que não é fácil, pois é preciso envolver municípios, comunidades e empresas. As Aldeias Históricas de Portugal mostram um imenso profissionalismo em todo o seu trabalho e provam que tudo é possível”.

María Soledad López, Técnica de Turismo da Diputación de Badajoz, explicou que “queremos criar uma rede com os 12 Conjuntos Históricos na Província de Badajoz, e para isso escolhemos o modelo de sucesso das Aldeias Históricas de Portugal para nos inspirarmos. As Aldeias Históricas de Portugal são uma referência no turismo rural, e um exemplo que queremos imitar”.

As Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede – à escala mundial –, e o primeiro destino nacional a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION.

A Grande Rota das Aldeias Históricas de Portugal (GR22) é a maior rota europeia para caminhadas com selo Leading Quality Trails – Best of Europe, entregue pela European Ramblers Association (Associação Europeia de Caminhada).

Controlo de pessoas nas fronteiras terrestres e fluviais entre Portugal e Espanha até 16 de março

Em comunicado, o MAI refere que se mantém o controlo de pessoas nas fronteiras terrestres e fluviais, salientando que: “Na sequência do diálogo com os autarcas dos municípios raianos e da articulação permanente entre os governos de Portugal e de Espanha, o controlo de pessoas nas fronteiras terrestres e fluviais vai manter-se até ao dia 16 de março, tendo sido decidido acrescentar mais dois Pontos de Passagem Autorizados (PPA) – Ponte da Barca e Vinhais, que funcionarão nos dias úteis entre as 6h00 e as 9h00 e as 17h00 e as 20h00.

Assim, a partir das 00h00 de dia 2 de março, mantém-se limitada a circulação entre Portugal e Espanha – e somente nos PPA – ao transporte internacional de mercadorias, de trabalhadores transfronteiriços e de caráter sazonal devidamente documentados, e de veículos de emergência e socorro e serviço de urgência.

Continua também suspensa a circulação ferroviária transfronteiriça, exceto para transporte de mercadorias, bem como o transporte fluvial entre Portugal e Espanha.

Estas limitações não impedem a entrada em Portugal de cidadãos nacionais e de titulares de autorização de residência em Portugal, bem como a saída de cidadãos residentes noutros países”.

Sete PPA permanentes (24 horas por dia, 7 dias por semana):

– Valença

– Vila Verde da Raia

– Quintanilha

– Vilar Formoso

– Caia

– Vila Verde de Ficalho

– Castro Marim

Um PPA nos dias úteis das 6h00 às 20h00:

– Marvão

Cinco PPA nos dias úteis das 06h00 às 09h00 e das 17h00 às 20h00:

– Monção

– Melgaço

– Montalegre

– Vinhais

– Ponte da Barca

Quatro PPA nos dias úteis das 7h00 às 09h00 e das 17h00 às 19h00:

– Miranda do Douro

– Termas de Monfortinho

– Mourão

– Barrancos

Um PPA às quartas-feiras e aos sábados das 10h00 às 12h00:

– Rio de Onor

 

 

Fronteiras terrestres e fluviais para Espanha continuam fechadas

Em sequência do diálogo com os autarcas dos municípios raianos e da articulação permanente entre os governos de Portugal e de Espanha, o controlo de pessoas nas fronteiras terrestres e fluviais vai manter-se até ao dia 1 de março, tendo sido decidido acrescentar dois Pontos de Passagem Autorizados (PPA), em Melgaço e Montalegre.

Foram ainda feitos ligeiros ajustes nos horários de funcionamento de alguns PPA, como forma de melhor servir os interesses de ambos os lados da fronteira. Tal aconteceu, designadamente, em Monção, onde o PPA funcionará nos dias úteis, das 06h00 às 09h00 e das 17h00 às 20h00.

Assim, a partir das 00h00 de segunda-feira, dia 15 de fevereiro, mantém-se limitada a circulação entre Portugal e Espanha – e somente nos PPA – ao transporte internacional de mercadorias, de trabalhadores transfronteiriços e de caráter sazonal devidamente documentados, e de veículos de emergência e socorro e serviço de urgência.

Continua também suspensa a circulação ferroviária transfronteiriça, exceto para transporte de mercadorias, bem como o transporte fluvial entre Portugal e Espanha.

Estas limitações não impedem a entrada em Portugal de cidadãos nacionais e de titulares de autorização de residência em Portugal, bem como a saída de cidadãos residentes noutros países.

Sete PPA permanentes (24 horas por dia, 7 dias por semana):

Valença

– Vila Verde da Raia

– Quintanilha

– Vilar Formoso

– Caia

– Vila Verde de Ficalho

– Castro Marim

Um PPA nos dias úteis das 6h00 às 20h00

– Marvão

Três PPA nos dias úteis das 06h00 às 09h00 e das 17h00 às 20h00:

– Monção

– Melgaço

– Montalegre

Quatro PPA nos dias úteis das 7h00 às 09h00 e das 17h00 às 19h00:

– Miranda do Douro

– Termas de Monfortinho

– Mourão

– Barrancos

Um PPA às quartas-feiras e aos sábados das 10h00 às 12h00:

– Rio de Onor

Valladolid acolhe FINE #WineTourismExpo em 12 e 13 de Fevereiro de 2020

A Feira Internacional de Enoturismo de 2020, em 12 e 13 de Fevereiro a ter lugar em Valladolid vai ser o maior evento de enoturismo do ano.

Já tem mais de 70 compradores internacionais confirmados, provenientes da França, Portugal, Espanha, Itália, Holanda, Noruega, Suécia, Suíça, Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, Alemanha, Bélgica, México, Brasil, Argentina, China, Áustria, Austrália, Dinamarca, Finlândia e Singapura.

Confirmados diversos expositores portugueses : Turismo do Centro, Viniportugal, com uma Embaixada de produtores vitivinícolas, Turismo do Porto e Norte e várias CVR´s.

Este é um certame que tem um alcance claramente global e atrairá as principais empresas de vinhos europeias e internacionais como expositores. Na área de exposições de FINE, as empresas de vinho, as estrelas do evento, serão acompanhadas por organizações regionais de promotores, permitindo os contactos com compradores nacionais e internacionais e profissionais de turismo, previamente inscritos. Contará com duas áreas exclusivas para networking, “B2B FINE” e “Networking Restaurant”, várias áreas comuns “Be FINE” para partilha de conhecimento e “Wine Bar” para contactos espontâneos e informais.

O turismo será a principal alavanca de crescimento do sector do vinho em Portugal, com o enoturismo a proporcionar um aumento de vendas que pode chegar aos 50%. Os dados apontam para que as vendas à porta das quintas aumentem de valor entre 30% e 50% nos próximos cinco anos, uma subida que dará às empresas do sector uma margem adicional significativa, para além de qualificar a imagem das respectivas marcas.

O crescimento do Enoturismo

O enoturismo posiciona-se como uma vertente importante da actividade da indústria do vinho e contribui para criar valor através de três pilares complementares : a afirmação de uma oferta turística diferenciada, o reforço da geração de valor no sector da vinha e do vinho e o fortalecimento de um motor de desenvolvimento económico e de ordenamento do território. Visa estimular as exportações de vinho português, contribuindo para o aumento da competitividade das empresas nacionais no mercado global. Em 2018 vieram a Portugal 2,5 milhões de turistas atraídos pelo enoturismo (mais 300 mil do que em 2016), sendo que 80% dos que nos visitam afirmaram que a nossa gastronomia e os nossos vinhos os farão voltar. Se Portugal acompanhar a evolução verificada noutras regiões do mundo, é previsível que nos próximos anos os turistas enófilos aumentem os seus consumos nos centros de enoturismo nacionais em cerca de 20%.

O constante desenvolvimento do turismo na última década fomentou a criação de oportunidades especiais para um visitante cada vez mais exigente. Neste panorama, o enoturismo estabeleceu-se como um produto extremamente rentável a curto e a médio prazo, tal como confirmado por quase 80% das empresas consultadas para o estudo de viabilidade do negócio do vinho recentemente realizado pela Great Wine Capitals. A oferta excede a procura, pelo que o futuro deste sector será marcado por novas estratégias de marketing e pela criação de produtos inovadores de enoturismo com um forte carácter cultural, que realcem os valores das regiões vitícolas e vitivinícolas. A FINE, Exposição Internacional de Enoturismo, será uma oportunidade ímpar para partilhar experiências, num ambiente de negócios estimulante, com o objectivo de desenvolver e alavancar oportunidades de negócio em torno do vinho.

Turistas espanhóis são os que mais visitam Centro de Portugal

O interesse dos turistas estrangeiros em visitar o Centro de Portugal disparou em todos os mercados durante o ano de 2017. Essa é a conclusão que se retira da análise dos dados preliminares do INE (Instituto Nacional de Estatística), relativos à proveniência dos visitantes no ano passado, e que dão conta de 1,40 milhões hóspedes estrangeiros na região, correspondentes a 2,76 milhões de dormidas.

De acordo com os dados, que se reportam aos 10 países de onde tradicionalmente chegam mais turistas (e que deixam de fora o turismo de habitação, o turismo em espaço rural e o alojamento local), Espanha continua a ser o principal mercado emissor, o que naturalmente se explica pela proximidade e facilidade de acesso. Em 2017, o Centro de Portugal registou 656,6 milhares de dormidas provenientes do país vizinho, o que representa um aumento de 11,6% em relação a 2016. Em número de hóspedes, os espanhóis foram 322,5 mil, mais 14,9% que no ano anterior.

É entre os países mais distantes que, no entanto, se notam maiores acréscimos de visitantes para a região entre 2016 e 2017. Dos Estados Unidos, por exemplo, chegaram mais 69,1% de hóspedes (73,4 mil no total), responsáveis por mais 81,8% de dormidas (141,8 mil). Do Brasil, vieram mais 43,2% de hóspedes (133,2 mil) e mais 40,0% de dormidas (203,0 mil). Crescimentos também muito significativos são os registados nos mercados de Itália (mais 46,4% de hóspedes e 75,3% de dormidas), Irlanda (mais 72,0% de hóspedes e 98,0% de dormidas) ou Reino Unido (mais 24,6% de hóspedes e 28,8% de dormidas).

Nos restantes países analisados, nota-se também um crescimento muito acentuado de visitantes de Alemanha (mais 18,3% de hóspedes e 19,8% de dormidas). A fechar a lista estão Bélgica (mais 6,7% de hóspedes e 3,7% de dormidas), França (mais 5,9% de hóspedes e 7,0% de dormidas) e Holanda (mais 0,6% de hóspedes e 2,2% de dormidas).

Em número absoluto de visitantes, Espanha lidera esta lista de 10 países, com uma quota em 2017 de 11,6% – ou seja, mais de 11% dos turistas que visitaram o Centro de Portugal foram espanhóis. Seguem-se França (6,3%), Itália (3,9%), Brasil (3,6%), Alemanha (2,9%), EUA (2,5%), Reino Unido (2,0%), Holanda (1,0%), Bélgica (0,9%) e Irlanda (0,8%).

Merece igualmente destaque o forte crescimento de visitantes dos países que não integram esta lista de 10 mercados tradicionalmente analisados pelo INE. Na globalidade, os números de “outros estrangeiros” evoluíram 38,2% em hóspedes e 48,5% em dormidas. A quota de “outros estrangeiros” é já de 13,2%, isto é, superior à de espanhóis.

O mercado asiático, em particular, está a crescer de forma acentuada. Embora, neste caso, ainda só haja dados analisados até setembro, é evidente a importância. De janeiro a setembro de 2017, houve 47,9 mil dormidas de sul-coreanos no Centro de Portugal – mais do que alguns dos 10 países tradicionais! Japoneses foram 23,1 mil e chineses (mercado com potencial enorme de crescimento) 13,4 mil.

Uma última nota para referir que 2017 foi o ano em que o total de visitantes estrangeiros no Centro de Portugal mais se aproximou do número de visitantes nacionais: foram 1,4 milhões de hóspedes estrangeiros e 1,8 milhões de hóspedes portugueses.

Ano de 2017 foi o melhor de sempre para o Centro

Recorde-se que o ano de 2017 foi o melhor de sempre para a atividade turística no Centro de Portugal. Os resultados preliminares do INE contabilizaram um crescimento consolidado da região em todos os indicadores analisados: dormidas, hóspedes e proveitos da atividade.

De acordo com os dados do INE, entre janeiro e dezembro de 2017, registaram-se 5.654.683 dormidas no Centro de Portugal, o que representa um crescimento de 14,52% em relação ao total de 2016, que tinha sido de 4.937.900. Refira-se ainda que o Centro de Portugal cresceu o dobro da média nacional, uma vez que as dormidas no país aumentaram em média 7,35%.

Guarda promove FIT na INTUR-Valladolid

mgO Município da Guarda voltou a marcar presença na INTUR – Feira de Turismo de Interior, em Valladolid, Espanha.

A participação neste certame, que decorre desde a passada quinta-feira e até domingo no recinto da Feria de Valladolid, tem como objetivos a promoção das potencialidades turísticas da cidade e da região junto do público espanhol e também captar novos operadores para a FIT que se realizará entre 28 de abril e 1 de maio de 2017, na Guarda.

Por:Mun.Guarda

Pinhel e Gouveia presentes na Intur-Valladolid

intur1Tem início em Espanha, mais concretamente em Valladolid , um certame denominado Intur, abre esta quinta -feira e prolonga-se até domingo, 27 de novembro, até ás 20 horas.

Nesta feira, vão estar presentes os Municípios de Pinhel e Gouveia a promover as suasintur potencialidades, os seus produtos endógenos, ente outros eventos a decorrer em 2017.

Por:AP