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Tag Archives: exposição

Exposição “Diálogos” patente na Guarda

A  exposição “Diálogos” que reagrupa um conjunto de 60 obras provenientes de 4 dioceses: Aveiro, Guarda, Lamego e Viseu, foi inaugurada na Cidade mais Alta, na ExpoEcclesia.
Um território que vai da serra da Estrela ao Oceano Atlântico, do Douro ao Dão, com diversidade de matérias primas e tradições e devoções religiosas.
Tem sido um percurso marcado pela sinodalidade entre as 4 dioceses envolvidas neste projeto com dinâmicas criativas diversificadas nos locais por onde tem passado.
Trata-se de pôr as pessoas em diálogo com Deus, com as peças e com outras pessoas. Por isso os diálogos são infinitos.
Importa que a arte religiosa não perca esta capacidade de provocar emoções, reações e diálogos.
Pode ser visitada até dia 30 de novembro, na ExpoEcclesia, na Guarda.
Por: Pe. João Morgado – Diocese Lamego

“Aurora” exposição a visitar na Escola das Artes da Católica

“Aurora” é o nome da mais recente exposição do artista japonês Yohei Yamakado, com curadoria de João Pedro Amorim, artista visual e investigador do CITAR da Escola das Artes da Universidade Católica no Porto. A exposição será inaugurada a 22 de setembro, pelas 18h30 na sala MoCap da Escola das Artes e ficará patente até 21 de outubro de 2022. “Autora” surge na sequência do projeto fílmico realizado pelo artista em 2021 a partir da leitura da obra “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa e conta com o apoio do programa Criatório, da Câmara Municipal do Porto.

Yohei Yamakado esteve em residência artística na Escola das Artes no final de 2019, período esse em que preparou o seu projeto fílmico a partir da leitura de “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa, filme que conta com o mesmo título da obra do poeta e que também será apresentado na inauguração da exposição. A exposição “Aurora” apresenta uma composição de obras visuais e sonoras que acompanharam o artista ou que surgiram durante a produção do filme “O Marinheiro” e inclui quatro movimentos:  uma instalação, um ciclo de cinema, um concerto e uma publicação. Inspirado na visão mutável de incerta/certeza do autor, “Aurora” materializa-se numa composição temporal e espacial, com a intenção de agenciar o conjunto das suas práticas artísticas. Trata-se de uma proposta que se debruça sobre a impossibilidade da palavra – o silêncio, isto é, a dimensão do indizível e da indeterminação, na linguagem.

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Pinhel acolhe Exposição temporária a Vinha e o Vinho

Está patente ao público na Casa da Cultura de Pinhel, a exposição alusiva à vinha e ao vinho inserida no projeto Pinhel Cidade do Vinho 20/22
A mostra tem epicentro na Casa da Cultura mas também foi descentralizada através do recurso aos espaços públicos da cidade, pretendendo-se com isto ampliar a interação dos visitantes com os materiais que testemunham a importância da Vinha e do Vinho para o concelho de Pinhel.
Presente na abertura da exposição esteve o Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Rui Ventura, e também a Vice-Presidente, responsável pela área da Cultura, assim como os profissionais do Município ligados às áreas da Cultura e do Turismo.

Exposição “Marcas de Romanização no Concelho de Mangualde”

MANGUALDE ACOLHERÁ CERIMÓNIA DE HOMENAGEM A JORGE NOGUEIRA LOBO DE ALARCÃO E SILVA

O Município de Mangualde vai acolher, no dia 27 de maio, a cerimónia de homenagem a Jorge Nogueira Lobo de Alarcão e Silva, historiador, professor e arqueólogo português. A iniciativa, que decorrerá na Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves, terá início pelas 21horas e contará com a inauguração da exposição “Marcas de Romanização no Concelho de Mangualde”, que ficará disponível até 3 de junho, com entrada livre. O evento terá continuidade com a apresentação de um filme/documentário, uma conferência com o mote “De Mérida a Viseu, passando por Mangualde, na época romana” tendo como orador Jorge de Alarcão, o momento de homenagem e, ainda, uma iniciativa de cariz musical.

Esta cerimónia, promovida pelo Município de Mangualde e pela Universidade Sénior de Mangualde, visa homenagear o Professor Doutor Jorge Nogueira Lobo de Alarcão e Silva, enaltecendo o seu trabalho como professor, historiador e arqueólogo português.

O programa deste dia 27 de maio inicia com a inauguração da exposição “Marcas de Romanização no Concelho de Mangualde”, pelas 21h. A mostra, que poderá ser visitada até 3 de junho, contemplará peças de vestígios da romanização no concelho de Mangualde, e realiza-se com colaboração/cedência de espólio do Museu de Arqueologia de Viseu, Museu Grão Vasco, Sociedade Martins Sarmento de Guimarães, da Arqueohoje, da Associação Cultural Azurara da Beira e Arqueóloga Clara Portas. Estarão ainda patentes ao público peças da coleção de miniaturas da família José Barros de Viseu e de António Andrade de Nelas, alusivas à temática, bem como uma maquete da Citânia da Raposeira da autoria do Arquiteto Francisco Albuquerque.

Após a visita à exposição, já no auditório da Biblioteca Municipal, será apresentado um filme/documentário intitulado “Romanização em terra dos Araocelenses” da autoria de João Carlos Alves, Presidente da Universidade Sénior, e Grupo Peixoto, ao qual se seguirá a conferência “De Mérida a Viseu, passando por Mangualde, na época romana”, pelo ilustre Professor Doutor Jorge de Alarcão.

O momento de homenagem a Jorge de Alarcão decorrerá após a Conferência referida e será protagonizado por Marco Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, por João Carlos Pinto Ramos, Diretor da Universidade Sénior de Mangualde e contará com a presença de Delfim Ferreira Leão, Vice-Reitor da Universidade de Coimbra.

O evento terminará pelas 23h com um momento musical interpretado pelo Coro dos Antigos Orfeonistas de Coimbra, seguindo-se o encerramento e entrega de lembranças.

Paralelamente, os presentes poderão ainda apreciar a pintura de Aires dos Santos, alusiva ao tema, a doçaria conventual de Arouca e a ginja Vitor de Carregal do Sal.

A exposição Outros mundos. Viagem pelo Sistema Solar na Guarda

A exposição Outros mundos. Viagem pelo Sistema Solar guiada por Michael Benso foi inaugurada por Sérgio  Costa, presidente da Câmara Municipal da Guarda, e Artur Santos Silva, curador da Fundação ”la Caixa” e presidente Honorário do BPI, acompanhados pelo comissário Kike Herrero. A exposição reúne 40 imagens de grande beleza do nosso Sistema Solar obtidas em várias missões planetárias e posteriormente processadas pelo fotógrafo, artista e escritor norte-americano Michael Benson.

  • Após milénios de especulação acerca dos pontos de luz móveis a que os antigos gregos chamavam πλανήτης (“viajantes”; planētēs, em latim), sabemos hoje, pela primeira vez na História, a verdadeira natureza dos astros que constituem o nosso Sistema Solar.
  • A exposição Outros mundos. Viagem pelo Sistema Solar guiada por Michael Benson, foi apresentada pela primeira vez em Espanha em 2020. Chega agora a Portugal, com a colaboração do BPI, da Câmara Municipal da Guarda e do Centro de Estudos Ibéricos, no formato Arte na Rua, para proporcionar um percurso científico e artístico pelo sistema planetário através de 40 fotografias de grande formato, selecionadas e processadas pelo cineasta, artista e escritor norte-americano Michael Benson.
  • O autor escolhe e trata imagens originais a preto e branco captadas em várias missões planetárias das principais agências espaciais, como a ESA e a NASA, para compor mosaicos a cores. O resultado é uma viagem pela incrível diversidade de mundos que constituem o Sistema Solar através de fotografias de enorme beleza obtidas ao longo de seis décadas de exploração robotizada.
  • Outros mundos. Viagem pelo Sistema Solar faz parte do programa Arte na Rua, através do qual a Fundação ”la Caixa” pretende levar a ciência e a cultura às pessoas fora do contexto habitual dos museus e das salas de exposição.

Um dos objetivos prioritários da Fundação ”la Caixa” é levar a cultura, a ciência e o conhecimento à sociedade. A divulgação é um instrumento fundamental para promover o crescimento das pessoas e, por esta razão, a Fundação ”la Caixa” e o BPI trabalham de forma a levar o conhecimento a públicos de todas as idades e níveis de educação.

Com o programa Arte na Rua, a Fundação ”la Caixa” pretende mostrar a obra de artistas de renome no panorama internacional. Desta vez, vai converter a Guarda num museu a céu aberto e unir a arte à ciência. O programa Arte na Rua foi lançado em 2006 e, desde então, tem levado ao público criações de figuras de destaque da modernidade, como Auguste Rodin, Henry Moore e o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, entre outros. Agora, com a exposição de Benson, o programa integra uma nova linha centrada na ciência e na natureza.

Amante da ciência, Benson escolhe e trata imagens originais a preto e branco com diferentes filtros e combina-as, usando por vezes centenas dessas imagens para compor os mosaicos a cores sem descontinuidades apresentados na exposição: panorâmicas fascinantes que, mesmo nos dias de hoje, ainda estão fora do alcance da experiência humana.

O fascínio pelo céu noturno tem sido recorrente ao longo da história da civilização. No entanto, foi só em 1957, com o lançamento do primeiro satélite que orbitou a Terra, que a humanidade se aventurou na exploração do espaço. Durante os 70 anos que se seguiram, foram levados a cabo os primeiros grandes projetos de exploração dos mundos extraordinariamente diversos que compõem o Sistema Solar, dando origem a uma história audaz e absolutamente transcendental. Alguns destes contributos estão espelhados nas imagens de Outros mundos.

Desde o início da exploração espacial, tornou-se possível ver o nosso planeta do tamanho de uma ervilha e, mais tarde, do tamanho de um pixel, graças às viagens que os nossos embaixadores robóticos têm feito a locais nunca antes visitados por seres humanos. Em Outros mundos, o legado visual deixado por estas viagens não é apenas valorizado pela sua importância em termos científicos, mas também por constituir um capítulo singular na história da fotografia.

A obra resultante ilustra de forma vívida a veracidade da afirmação programática utópica feita em 1912 por Konstantin Tsiolkovsky, o visionário russo dos voos espaciais: “a Terra é o berço da humanidade, mas não se pode ficar no berço para sempre

Michael Benson, escritor, artista e cineasta

Michael Benson (31 de março de 1962) trabalha na interseção da arte com a ciência. Escritor, artista e cineasta, organizou, na última década, uma série de exposições a nível internacional sobre fotografia de paisagens planetárias. Benson recolhe imagens em bruto, dobtidas nas missões planetárias das principais agências espaciais, e processa-as para criar paisagens de grande formato. Edita, compõe mosaicos e, por fim, otimiza essas imagens, produzindo fotografias perfeitas de paisagens fora do alcance da experiência humana direta.

A sua exposição Otherworlds: Visions of our Solar System, que conta com música ambiente especialmente composta por Brian Eno e intitulada Deep Space, foi inaugurada na Jerwood Gallery do Museu de História Natural de Londres, em janeiro de 2016. Desde então, foi exibida no Museu de História Natural de Viena e no Museu de Queensland em Brisbane, Austrália.

O seu livro Cosmigraphics: Picturing Space Through Time, publicado em 2014, foi finalista do Book Prize do Los Angeles Times. A sua última obra, Space Odyssey: Stanley Kubrick, Arthur C. Clarke and the Making of a Masterpiece, que analisa a produção do filme 2001: Odisseia no Espaço, foi publicada por ocasião do 50.º aniversário do filme.

V Encontros “Imagem & Território: Fotografia sem Fronteiras”

A exposição de fotografia Outros mundos da Fundação “la Caixa” integra  a programação de atividades dos V Encontros “Imagem & Território: Fotografia sem Fronteiras”, que irão decorrer de 21 a 24 de abril de 2022, na Guarda. Incluídos no projeto “Transversalidades”, estes encontros em torno da Fotografia e do Território  resultam do envolvimento ativo do Centro de Estudos Ibéricos na cooperação territorial e no seu compromisso com o território fronteiriço da Raia Central Ibérica. Através de diversas atividades, nomeadamente exposições, debates, mostras e publicações, o Centro de Estudos Ibéricos dinamiza a cooperação e a inclusão dos territórios de baixa densidade de aquém e além fronteiras, rompendo com a exclusão e invisibilidade a que estes estão votados.

Foto:MG

Exposição Temporária (Re)Existir: narrativas em contexto de pandemia em Pinhel

Está patente ao público, na Casa da Cultura, a exposição “(RE)Existir: Narrativas em Contexto de Pandemia”, até dia 1 de maio.
Trata-se de uma Exposição de Ilustração promovida pela EAPN Portugal – Rede Europeia Anti-Pobreza, que resultou do trabalho que esta instituição tem vindo a desenvolver e, em particular, da edição de um livro baseado em testemunhos reais dando conta da dimensão que a pandemia teve na vida das pessoas.
Vivências, emoções e angústias, durante e após o confinamento, são o tema transversal desta exposição que conta com ilustrações de 8 artistas que acompanham os testemunhos de 15 pessoas provenientes de várias partes do país.
Ao partilhar estas histórias e estas ilustrações, a EAPN acredita que muitas outras pessoas irão rever-se nestes casos na medida em que, afinal, “de uma forma ou de outra, muitas viram as suas vidas viradas do avesso”.
Organização: EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza – Núcleo Distrital da Guarda | Município de Pinhel

Celorico da Beira-Inauguração da exposição dos trabalhos relativos à travessia transatlântica

No âmbito do primeiro momento das comemorações do Centenário da Travessia Aérea do Atlântico Sul, denominado “A Partida”, decorreu recentemente, na Biblioteca Municipal de Celorico da Beira, a inauguração da exposição dos trabalhos relativos à travessia transatlântica, realizados pela comunidade educativa desde janeiro, na sequência da apresentação do conto “Luzi & Vrumm”, nas escolas do pré escolar e 1º ciclo do concelho.
Esta exposição é uma das atividades programadas para assinalar o momento em que, há 100 anos, às 7 horas da manhã, do dia 30 de março de 1922, o hidroavião Lusitânia (monomotor Fairey IIID MK.II – Transatlantic Load Carrier”), tripulado por Sacadura Cabral, coadjuvado por Gago Coutinho, descolou do rio Tejo, em frente à Torre de Belém, com o sonho de chegar ao Brasil, repetindo-se a proeza alcançada por Pedro Álvares Cabral, por mar, em abril de 1500.
Fotos:MCB

Exposição de cartazes “Mulheres nos Prémios Nobel” em Mangualde

A Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves, em Mangualde acolhe, até dia 24 de março, a exposição de cartazes “Mulheres nos Prémios Nobel”. A mostra, criada em 2006, pela Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres, poderá ser visitada entre as 9h30 às 13h e as 14h às 17h30, de segunda-feira à sexta-feira. A entrada é livre, sendo fundamental o respeito das regras de saúde pública em vigor.

 

“Mulheres nos Prémios Nobel” tem como objetivo dar visibilidade e alertar para a sub-representação das mulheres nos Prémios Nobel, mas, também, nas várias esferas da vida.

 

Das 33 galardoadas até 2006, foram escolhidas para a exposição 12 mulheres com perfis singulares e percursos de vida fascinantes: Marie Curie, Nobel da Física 1903; Bertha Von Suttner, Nobel da Paz 1905; Selma Lagerlöf, Nobel da Literatura 1909;  Marie Curie, Nobel da Química 1911; Gerty Cori, Nobel da Medicina 1947;  Maria Gooppert Mayer, Nobel da Física 196 ; Dorothy Crowfoot Hodgkin, Nobel da Química 1964; Mangari Maathai, Nobel da paz 2004; Linda B. Buck, Nobel da Medicina 2004; Elfriede Jelinek, Nobel da Literatura 2004; 1000 mulheres para prémio nobel da paz, Nobel da paz 2005.

Em 120 anos, 57 mulheres ganharam o Prémio Nobel. Foram entregues um total de 58 Prémios Nobel a mulheres, tendo sido concedido a Marie Curie por duas vezes. Em 2009 cinco mulheres foram laureadas em quatro categorias.

Neste mesmo período, 873 homens e 25 organizações receberam o referido prémio.

As mulheres que receberam o Prémio Nobel mais recentemente foram Louise Glück em Literatura, Andrea Ghez em Física, Emmanuelle Charpentier e Jennifer Doudna em Química (2020), Esther Duflo em Economia (2019), Donna Strickland em Física, Frances Arnold em Química, Nadia Murad pela Paz e Olga Tokarczuk em Literatura (2018). Em 2021 apenas uma mulher venceu o Prémio Nobel.

O Prémio Nobel foi instituído em 1901, sendo atribuído anualmente de acordo com a vontade expressa por Alfred Nobel (1833 – 1895) no seu testamento. As cinco categorias designadas originalmente contemplam a Física, a Química, a Medicina ou Fisiologia, a Literatura e a Paz. Em 1968 o Banco da Suécia criou o Prémio Nobel da Economia, atribuído anualmente desde 1969, em memória do fundador dos Prémio Nobel.

Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres

A Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres é um dos mecanismos governamentais para a igualdade de direitos e de oportunidades entre mulheres e homens. Sob a tutela da Presidência do Concelho de Ministros, a Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres foi criada em 1991, sucedendo à Comissão da Condição Feminina, institucionalizada em 1977, e tem como objetivos fundamentais e permanentes:

  • Contribuir para que mulheres e homens gozem das mesmas oportunidades, direitos e dignidade;
  • Alcançar a corresponsabilidade efetiva das mulheres e dos homens em todos os níveis da vida familiar, profissional, social, cultural, económica e política;
  • Contribuir para que a sociedade reconheça a maternidade e a paternidade como funções sociais e assuma as responsabilidades que daí decorrem.

 

“Sentinelas do Mar”em exposição na Biblioteca Municipal de Mangualde

A Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves, em Mangualde, acolhe de 17 de fevereiro a 4 de março a exposição “Sentinelas do Mar”. Fruto de uma parceria celebrada entre a Câmara Municipal de Nelas e a Autoridade Marítima Nacional, a mostra tem como finalidade divulgar e valorizar o património em torno dos faróis nacionais (continentais e insulares).“Sentinelas do Mar” poderá ser visitada entre as 9h30 às 13h00 e as 14h00 às 17h30. A entrada é livre, sendo fundamental o respeito das regras de saúde pública em vigor.

 A exposição foi inaugurada em junho de 2021 na vila de Nelas e, a partir de dezembro passado, tem circulado por várias Bibliotecas da Rede Intermunicipal de Bibliotecas Viseu Dão Lafões (RIBVDL). Depois da Biblioteca de Vouzela, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão e Carregal do Sal, chega a Mangualde, seguindo depois para as Bibliotecas de Oliveira de Frades, Aguiar da Beira e Sátão.

O objetivo da exposição é valorizar um património notável e uma história ligada ao mar que tanto honra os portugueses. Os faróis tiveram sempre um papel importante tanto na orientação como também um sinal de regresso a casa durante séculos. Por isso, desempenham um papel importante na cultura, sendo a grande maioria classificados como Monumentos Nacionais.

O pintor Aires dos Santos curador da exposição, convidou para este projeto 10 conceituados pintores ibéricos no período pós- confinamento, com o intuito de poderem retomar as suas atividades artísticas, surgindo um conjunto de 33 notáveis trabalhos artísticos de elevado valor simbólico.

As obras expostas são da autoria de diversos pintores, nomeadamente, Aires dos Santos (Canas de Senhorim), Alice Piloto (Viseu), António Dias (Canas de Senhorim), Grácio Freitas (Amora), José Dell Castillo (Cidade Rodrigo – Espanha), Lena Jorge (Viseu), Luís Duro (Viseu), Mário Costa (Unhais da Serra), Nelson Santos (Canas de Senhorim), Nuno Angélico (Viseu) e Ricardo Rodrigues (Viseu).

Exposição “Falar com o tempo”, de Ilda David no Museu da Guarda

O Município da Guarda, através do seu Museu, inaugura na Sala de Exposições Temporárias, no próximo dia 10 de fevereiro, quinta-feira, pelas 18h00, a exposição “Falar com o tempo”, de Ilda David’. A mostra vai ficar depois patente no Museu da Guarda, no Paço da Cultura e na Capela Solar dos Póvoas até 17 de abril.

Ilda David’ é uma consagrada artista plástica portuguesa conhecida pelas suas obras profundamente ligadas ao universo literário e poético e apresenta na Guarda uma importante exposição que reúne obras representativas do seu trabalho, desenvolvido ao longo da carreira e, mais particularmente, nestes últimos três anos. Uma carreira iniciada nos anos 80 do século passado e cuja obra se tem afirmado progressivamente, desenvolvendo um processo de investigação formal que representa um dos mais coerentes percursos da arte portuguesa, fazendo a ponte entre a literatura e a pintura, entre o poético e o onírico.

A exposição tem curadoria de Nuno Faria, atual diretor artístico do Museu da Cidade do Porto, cuja seleção de trabalhos aqui apresentada na Guarda, incide sobre as pesquisas plásticas que caracterizam Ilda David’ e o trabalho que vem construindo há quatro décadas: «um universo artístico, em que se cruzam de forma particularmente profícua e estimulante, a imagem e a palavra» e «cujo denominador comum é a tematização da irredutível diversidade da linguagem da natureza».