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Tag Archives: floresta

Celorico da Beira-Campanha Floresta Segura 2021 em marcha

O Centro Cultural de Celorico da Beira acolheu uma reunião do Município com a Guarda Nacional Republicana GNR- SEPNA, Juntas de freguesia e Bombeiros, no âmbito da Campanha Floresta Segura 2021.
Esta iniciativa insere-se na fase de sensibilização da Campanha Floresta Segura 2021, levada a cabo pela Guarda Nacional Republicana GNR- SEPNA, até 31 de março, com o propósito de sensibilizar a população em geral, sobretudo as autarquias, agricultores, caçadores, produtores florestais e a comunidade escolar, para o cumprimento das faixas de gestão de combustível em terrenos confinantes com edificações e junto à rede viária e sobre o uso do fogo. Após o término da fase de sensibilização (31 de março), seguir-se-á a fase de fiscalização.
Com a primavera à porta é imperioso prevenir comportamentos de risco para garantir a segurança das populações, do seu património e proteger a floresta acautelando os incêndios rurais.

Novas árvores foram plantadas em Fornos de Algodres

Uma forma de celebrar o Dia Mundial da Árvore e das Florestas, foi plantar uma nova espécie, foi o que fez o Município de Fornos de Algodres, em colaboração o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), que plantou  um Carvalho Alvarinho (Quercus robur L.), na atual Zona Industrial da localidade Fornos de Algodres. 

Segundo, o Município, a floresta é um ativo de enorme relevância estratégica para o desenvolvimento económico e para a sustentabilidade ambiental, a plantação de uma árvore, oferecida pelo ICNF, é uma ação simbólica de assinalar a importância da temática: “Florestas saudáveis significam população saudável.” 

Cerca de 1.400 árvores autóctones plantadas em Vila Chã

Deste modo,  neste mesmo fim de semana , foram plantadas pelo Clube Recreativo de Vila-Chã, em parceria com Fundação Galpa Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente (ANEFA), a União de Freguesias de Cortiçô e Vila Chã e a Câmara Municipal de Fornos de Algodres realizaram a plantação de cerca de 1.400 árvores autóctones, na localidade de Vila-Chã.

Recorde-se que em 2019, se tinha realizado uma reflorestação semelhante na encosta de Maceira, com a plantação de 1.000 árvores autóctones. 

Manuel Fonseca, autarca fornense, presente na ação realçou que: “é importante a promoção da resiliência do nosso território e da valorização, de uma forma sustentável, do ativo “floresta”. Estas ações são apenas exemplos que, todos nós, no nosso dia-a-dia, devemos replicar.” 

Em suma, cada vez mais é preciso reflorestar esta nossa floresta que ano após ano fica mais pobre com os incêndios, por isso, seja hoje ou qualquer dia do ano é bom para realizar uma reflorestação na sua área de residência.

Guarda-Dia Internacional da Árvore e o Dia Mundial da Água vai ser assinalado

Vai ser assinalada nos próximos dias 21 e 22 de março, o Dia Internacional da Árvore e o Dia Mundial da Água. De salientar que as datas são assinaladas de forma simbólica na Guarda, atendendo ao atual Estado de Emergência. Assim, a Câmara da Guarda associa-se às Comemorações Nacionais, em parceria com o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), que disponibiliza ao Município 200 árvores de espécies autóctones, produzidas nos seus viveiros. Os exemplares atribuídos serão distribuídos pelas 43 freguesias do concelho da Guarda e deverão ser plantadas entre os dias 21 e 22 de março pelas autarquias locais no seu território.

Na cidade da Guarda, a plantação das árvores decorrerá no Parque Urbano do Rio Diz na manhã de 22 de março, às 10h00 e contará com a participação do Executivo da Câmara, do presidente da Junta de Freguesia da Guarda, e de um representante do ICNF.

MAI investe na segurança da floresta

Em comunicado o Ministério da Administração Interna refere que o” investimento no sistema de Emergência e Proteção Civil tem sido uma das prioridades do Ministério da Administração Interna e o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) constitui-se como mais um instrumento de reforço desta área estratégica para a segurança dos portugueses.

Do conjunto de reformas inscritas neste documento estratégico, uma das quais centrada no tema das Florestas, está previsto um investimento de 40 milhões de euros para a área da Administração Interna, financiado a 100% pelo programa “Next Generation EU”.

Este montante vai permitir uma aposta reforçada nos seguintes domínios:

–  Reforço da capacidade de resposta operacional no combate aos incêndios rurais (34,2 milhões de euros);

–  Reforço das infraestruturas de Proteção Civil (2 milhões de euros);

–   Formação e qualificação dos operacionais envolvidos no combate aos incêndios rurais (1,05 milhões de euros);

–   Prevenção de comportamentos de risco na população (850 mil euros).

Até 2024, as principais metas a atingir são:

Investimento de 20 milhões de euros na aquisição de viaturas (dos quais cerca de 60% para viaturas para os Corpos de Bombeiros)

•  Investimento de 10 milhões de euros na aquisição de Equipamentos de Proteção Individual de Incêndios Rurais (dos quais cerca de 60% para os Corpos de Bombeiros)

•  Formação de cerca de 3300 agentes de proteção civil que participam no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais – DECIR

Floresta debatida em Conselho de Ministros

Em reunião de Conselho de Ministros, com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, o tema foi a Floresta. Deste modo foram aprovados diversos diplomas, uma vez que a floresta um ativo de enorme relevância estratégica para o desenvolvimento económico e para a sustentabilidade ambiental, as medidas hoje aprovadas prosseguem a estratégia integrada iniciada na anterior legislatura tendo em vista uma reforma do setor que proteja os seus recursos e promova os seus ativos.
Reforçando as medidas já concretizadas e em curso, o Conselho de Ministros definiu ações em três domínios: sistema de gestão integrada de fogos rurais; ordenamento do espaço agrícola e florestal; e reforço da proteção civil.
No que respeita ao sistema de gestão integrada de fogos rurais (SGIFR), foram aprovados os seguintes diplomas:
– Proposta de lei que solicita à Assembleia da República autorização legislativa para o estabelecimento de meios de tutela para o cumprimento dos deveres de prevenção da ocorrência de incêndios rurais, mecanismos de responsabilização pelo incumprimento desses deveres, e medidas de segurança em situações de elevada perigosidade ou perigo de incêndio rural, no âmbito do decreto-lei que cria o SGIFR e estabelece as suas regras de funcionamento;
– Resolução que aprova, na generalidade, o Programa Nacional de Ação do Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais (PNGIFR). Este programa de ação, que será submetido a consulta pública, concretiza as orientações estratégicas e os objetivos específicos do PNGIFR, identificando 28 programas e 97 projetos que terão impacto no alcance da visão do PNGIFR: «Portugal protegido de incêndios rurais graves». Potencia-se maior eficiência e eficácia das medidas previstas para a gestão do risco, com diminuição de danos e áreas ardidas e com o consequente aumento da valorização do território e apetência para o investimento;
– Resolução que cria três projetos-piloto com o objetivo de promover a organização, os recursos e a cadeia de processos no âmbito do Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais. Os resultados destes projetos-piloto permitirá avaliar a adequação do sistema para adoção das medidas mais adequadas para potenciar a eficácia dos processos de trabalho e, consequentemente, o alcance das metas do PNGIFR.
No domínio do ordenamento do espaço agrícola e florestal, foram aprovados:
– A alteração do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, que visa assegurar a conclusão da adoção das regras de classificação e qualificação do solo nos planos municipais ou intermunicipais. O diploma introduz diversos ajustamentos neste regime, decorridos mais de cinco anos desde a sua aprovação, por exemplo no que respeita às medidas preventivas adotadas para garantir a elaboração, alteração ou revisão de programas especiais ou em matéria de reclassificação do solo, quando este se destine a áreas de localização empresarial junto ao solo urbano;
– o Plano de Investimentos para os Territórios Florestais sob Gestão do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, visando enquadrar as diferentes medidas e ações a desenvolver nos próximos quatro anos, medidas assentes em eixos estratégicos orientados para a gestão, recuperação e valorização dos territórios florestais;
– os projetos de restauro e valorização de habitats naturais, com prevenção estrutural contra incêndios, nos Parques Naturais do Litoral Norte, do Alvão, da Serra da Estrela, de Sintra-Cascais e do Vale do Guadiana. A presente resolução apoia a realização da 4.ª geração de projetos com enfoque na conservação ativa de áreas protegidas, associando o investimento direcionado ao restauro e valorização de habitats naturais com a prevenção estrutural contra incêndios, garantindo também a dotação dos meios e equipamentos necessários para esse efeito. As verbas dedicadas a estes projetos passam de 21 para 26 milhões de euros, estando agora abrangidas um total de 19 áreas protegidas;
– o «Projeto de promoção da cogestão em áreas protegidas de âmbito nacional», através do qual se pretende dinamizar, ao longo de três anos, a adoção, o desenvolvimento e a execução do modelo de cogestão, dotando cada uma das 32 áreas protegidas de âmbito nacional de financiamento que permita um apoio técnico e operacional, dedicado à implementação das atividades consideradas prioritárias no âmbito da promoção da cogestão;
– Resolução que aprova medidas para os territórios vulneráveis que visam promover a atividade agrícola, o dinamismo dos territórios rurais e a criação de valor na inovação e na segurança alimentar. Este conjunto de ações assume particular importância nos territórios de baixa densidade, permitindo reposicionar o interior de Portugal como espaço de uma nova atratividade, apostar no seu potencial para acolher investimento empresarial inovador e competitivo, bem como responder ao desafio estratégico da governação de contrariar o declínio demográfico nestes territórios;
– criação do «Prémio Nacional das Florestas». Bianual, no valor de 50 mil euros, este prémio visa a dinamização e divulgação do conhecimento produzido na área da floresta, das técnicas e boas práticas de gestão florestal e da boa informação; a promoção da resiliência dos territórios e a valorização sustentável dos seus ativos, mobilizando a sociedade e o desenvolvimento de processos colaborativos; e o reforço da consciência cívica sobre o valor dos territórios florestais.
Com vista ao reforço da proteção civil, foram aprovados os seguintes diplomas:
– Estratégia Nacional para uma Proteção Civil Preventiva 2030, que será submetida a consulta pública. O diploma define cinco objetivos estratégicos (fortalecer a governança na gestão de riscos; melhorar o conhecimento sobre os riscos; implementar estratégias para a redução de riscos; melhorar a preparação face à ocorrência do risco; e envolver os cidadãos no conhecimento dos riscos), que se traduzem em projetos e atividades a implementar pela Administração Central e Local;
– Resolução que estabelece um conjunto de medidas que visam a reformulação do modelo de ensino e formação em proteção civil, tendo em vista fomentar o conhecimento e a formação técnica dos elementos dos corpos de bombeiros, dos restantes agentes de proteção civil e das entidades que compõem o sistema de proteção civil. Prevê-se a integração da oferta formativa prestada pela Escola Nacional de Bombeiros com a das instituições de ensino superior, laboratórios colaborativos e unidades de investigação relevantes nesta área, fomentando o desenvolvimento de parcerias e projetos educativos comuns e o reforço da formação profissional;
– constituição da Reserva Estratégica de Proteção Civil, de forma a garantir uma reserva de material e de equipamentos de apoio que permita uma resposta célere, adequada e eficaz quer à assistência a populações sinistradas, em Portugal ou no estrangeiro, quer à própria sustentação operacional das forças de resposta da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil;
– Decreto-lei que procede à alteração das orgânicas da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, visando reforçar a capacidade de resposta operacional, alargando o universo de recrutamento e consolidando o regime de carreiras do pessoal da Força Especial de Proteção Civil;
– Resolução que aprova a aquisição de meios aéreos próprios e permanentes do Estado, incluindo 6 helicópteros ligeiros, 6 helicópteros bombardeiros médios e 2 aviões bombardeiros anfíbios pesados, e a locação dos meios aéreos para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais para o período de 2023 a 2026. Por esta via, assegura-se a estabilização dos meios aéreos afetos ao dispositivo de meios aéreos de combate aos incêndios rurais, que passarão a assentar numa conjugação entre meios próprios e locados.
fonte:CMGP

Aquisição de kit florestal de intervenção rápida pelo Município de Fornos de Algodres

Foi recentemente adquirido pelo Município de Fornos de Algodres, um kit florestal de intervenção rápida com capacidade para 500L de água . Desta forma , tem o objetivo de  reforçar a operacionalidade do Serviço Municipal de Proteção Civil .

Este Kit vem equipado com os seguintes materiais: MOTOBOMBA (Bomba de pistões/membrana | Pressão máx.40 bar | Motor Kohler CH440- 14cv); ROLLBAR TRASEIRO VIATURA; ESTRADO EM GRADE (FIXA EM CIMA);
ARMÁRIO COM PERSIANAS e DEPOSITO AÇO INOX AISI 316.

Assim, segundo refere o Município Fornense, “a Proteção Civil Municipal é tida como um eixo prioritário para o desenvolvimento do concelho, pelo que, o reforço da capacidade operacional dos diferentes agentes de proteção civil, onde se inclui, obviamente, o Serviço Municipal de Proteção Civil, foi, é e será sempre, uma forte aposta da Câmara Municipal de Fornos de Algodres“.

Esta é a nossa Árvore…qual é a tua?, desafia o Município de Gouveia

O objetivo será assinalar o Dia Mundial da Árvore,  no próximo dia 21 de Março, deste modo,o Município de Gouveia, em parceria com a GO Romaria e o GAF – Grupo Aprender em Festa, lança, a todos/as alunos/as do Agrupamento de Escolas de Gouveia, um desafio artístico subordinado à pergunta “Esta é a nossa Árvore .. qual é a tua?”. O desafio entra em vigor no dia 1 de Março de 2021 e termina no dia 16 de Março de 2021.
O objetivo é valorizar as espécies autóctones que fazem parte da flora da região, pois importa preservar o património natural do nosso concelho. “Assegurar a conservação dos ecossistemas locais, incluindo a sua biodiversidade, para melhorar a sua capacidade de proporcionais benefícios que são essenciais para o desenvolvimento sustentável” é uma das 4 metas do objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS) 15 – Proteger a vida Terrestre, da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas. Esta atividade trabalha, assim, o #ODS15, promovendo a sensibilização e capacitação dos/as jovens do concelho para a biodiversidade local e a sua importância para um desenvolvimento sustentável dos recursos.
Num contexto artístico, o desafio é dar relevância e visibilidade a estas espécies, representando-as por meio de um desenho, pintura ou ilustração com técnica(s) ao gosto do artista.
Para esclarecimentos adicionais poderá contactar o 238290210 ou ambiente@cm-gouveia.pt
Todos os dados recolhidos aquando da participação do artista neste desafio artístico serão recolhidos única e exclusivamente para registo interno e não serão divulgados fora do contexto da atividade.

CIM’s Viseu Dão Lafões e Região de Coimbra avançam com a implementação do Sistema de Videovigilância Florestal

As Comunidade Intermunicipais (CIM) de Viseu Dão Lafões e da Região de Coimbra realizaram, nos dias 8 e dia 11 de janeiro, as reuniões de arranque dos trabalhos para a implementação do Sistema Integrado de Videovigilância para a Prevenção de Incêndios Florestais nestes territórios.

Este sistema, que representa um investimento global de mais de 3,3 milhões de euros, irá contribuir para a deteção precoce de incêndios florestais e, consequentemente, uma mais rápida ativação dos meios de combate, bem como uma melhor definição das estratégias de combate e apoio à decisão.

Este projeto, financiado pelo Programa Operacional de Sustentabilidade e Uso dos Recursos (POSEUR), Fundo de Coesão e Portugal 2020, irá permitir a estas duas Comunidades Intermunicipais a instalação de uma rede de 37 torres de videovigilância para a prevenção de incêndios florestais, abrangendo os 33 municípios do território.

Para o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Rogério Mota Abrantes, “No âmbito da estratégia da CIM Viseu Dão Lafões para a área da proteção civil, este é mais um investimento que conseguimos trazer para a nossa Região, que é sempre tão fustigada pelos incêndios florestais, com o intuito de a tornar mais resiliente. Com este sistema, a CIM pretende dotar as forças de segurança e de combate a incêndios, em como os Serviços Municipais de proteção Civil e a própria CIM de ferramentas que lhes permitam proteger melhor as nossas comunidades e a nossa floresta.”

Para o Presidente da CIM Região de Coimbra, José Carlos Alexandrino “Este é um projeto que tem a particularidade de ter sido idealizado por duas Comunidades Intermunicipais, de forma a tornar mais eficientes os investimentos que estamos a realizar, e que se enquadra nas politicas que temos vindo a implementar no nosso território nas áreas das florestas e da proteção civil, visando dotar as estruturas operacionais dos meios e recursos necessários e mais adequados para fazer face aos incêndios rurais. O que estamos a fazer é mobilizar recursos financeiros para colocar a melhor tecnologia em prol da defesa da floresta contra incêndios ”.

Além da presença da CIM Viseu Dão Lafões e da CIM Região de Coimbra, na reunião marcaram presença os 33 municípios abrangidos, os Comandos Distritais de Operações de Socorro (CDOS) e os Comandos Territoriais da GNR de Viseu, Coimbra, Aveiro e Guarda, e, ainda, o consórcio vencedor do procedimento, a empresa MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A e a empresa INOV – Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores Inovação.

Protejo “FLORESTAR AGUIAR” em Carapito

Este ano vai continuar o protejo “FLORESTAR AGUIAR”, depois do sucesso do ano passado,  vai acontecer domingo,dia 18 de Novembro pelas 10 horas na Junta de Freguesia de Carapito, uma nova jornada.
Após o sucesso que foi o ano passado, uma nova caminhada e florestação de 200 árvores vai ser feita em Carapito.
Foi a zona que mais sofreu o ano passado com os incêndios de Outubro e esta é mais uma razão mais que justa para acontecer esta caminhada de sensibilização e florestação de árvores autóctones das mais variadas.

sessão de esclarecimento sobre a necessidade da limpeza florestal em Quintela

A Junta de Freguesia em parceria com a Protecção Civil de Mangualde e o Gabinete Técnico Florestal do Município vêm através deste meio convocar todos/as os/as interessados/as para, no dia 3 de Março, pelas 14h30, no Centro Social, participarem numa sessão de esclarecimento sobre a necessidade da limpeza florestal e as obrigações que emanam da legislação em vigor.
Para um cabal esclarecimento de todas as dúvidas que possam existir apelamos a uma participação massiva da população.
Só assim, e em conjunto, se pode trabalhar para a proteção do território.