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Pinhel-Assinadas 4 escrituras do projeto de Habitação a Custos Acessíveis

Foram assinadas as primeiras quatro escrituras de aquisição de imóveis tendo em vista a implementação do projeto de Habitação a Custos Acessíveis protocolado entre a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE), os Municípios que integram a CIM e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU).
As quatro escrituras agora assinadas (entre os proprietários e o IRHU) correspondem aos acordos que já foram assinados com o IRHU e que visam a criação de 17 fogos habitacionais destinados a arrendamento a custos acessíveis, contando para tal com financiamento a 100% através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
De referir que o Município de Pinhel, através do IRHU, está a privilegiar a aquisição de casas degradadas existentes no perímetro do centro histórico da cidade, de modo a também contribuir para a recuperação de património e para a revitalização desta área urbana.
A Vice-Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Daniela Capelo, responsável pela área da Ação Social, esteve presente e assistiu à assinatura das escrituras.

Fotos:MP

Pinhel-Conjunto de 22 imóveis serão reabilitados pelo Município

Decorreu em Figueira de Castelo Rodrigo a assinatura dos acordos de colaboração entre a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE), os Municípios que integram a CIM e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), no âmbito dos projetos de Habitação a Custos Acessíveis.
Ao abrigo deste acordo, o IRHU prevê adquirir em Pinhel um conjunto de 22 imóveis que serão reabilitados pelo Município a fim de garantir 49 fogos habitacionais destinados a arrendamento a custos acessíveis, num investimento que ronda os 5 milhões de euros, financiados a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Para já, foram assinados os primeiros acordos que irão permitir a recuperação de 17 fogos habitacionais.
De referir que a estratégia municipal recaiu na aquisição de casas degradadas existentes no perímetro do centro histórico da cidade, de modo a também contribuir para a recuperação de património e para a revitalização desta área urbana.
A cerimónia, que teve lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo, contou com a presença da Ministra da Habitação, Marina Gonçalves, acompanhada pela Secretária de Estado da Habitação, e do Presidente do Conselho Diretivo do IHRU, António Gil Leitão.
Em representação de Pinhel esteve o Presidente da Câmara, Rui Ventura, e também a Vice-Presidente, Daniela Capelo, responsável pela área da Ação Social.

Fonte:MP/lente:MFCR

CIMBSE e IHRU assinaram acordos de colaboração

Arrancou a primeira fase da execução do Protocolo para reabilitação e construção de habitação a custos acessíveis na ordem dos 35 milhões de euros.

Decorreu, no salão Nobre dos Paços do Concelho, nesta quarta-feira, em Figueira de Castelo Rodrigo, a assinatura dos acordos de colaboração entre os municípios da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela e o Instituto da Habitação Urbana e da Reabilitação Urbana (IHRU), no âmbito dos projetos de Habitação a Custos Acessíveis. Pressupõe a intervenção dos primeiros 255 de um total de 700 fogos, criando oferta a cerca de 1000 pessoas, numa área total de 26 mil metros quadrados de construção, correspondendo à primeira fase da execução.

O investimento é de aproximadamente 35 milhões de euros, distribuídos por 20 projetos em 11 municípios, e vai reconfigurar o edificado atualmente existente, adequando a oferta de tipologias às necessidades dos inquilinos, dispondo de habitações nas tipologias T0 a T4.

Figueira de Castelo Rodrigo vai reabilitar 15 fogos no Centro Histórico da Vila, no valor de cerca de 1 milhão e 700 mil euros, financiados a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

A cerimónia, contou com a presença da Ministra da Habitação, Marina Gonçalves, que se fez acompanhar pela Secretária de Estado da Habitação e do Presidente do Conselho Diretivo do IHRU.

A anteceder a cerimónia realizou-se uma visita a uma das habitações que será reabilitada com destino a arrendamento acessível.

 

 

 

Municipio da Guarda aposta na Construção/requalificação de 450 fogos para colmatar necessidades atuais de habitação

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O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) esteve nesta quarta-feira, 22 de novembro, na Guarda para uma Sessão Pública de Atualização da Estratégia Local de Habitação, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL).

A Habitação é um dos principais vetores na aposta social do executivo municipal e por isso a Câmara da Guarda tem avançado nos últimos meses com uma série de medidas por forma a que o acesso a Habitação acessível e social seja, cada vez mais, um direito de todos e em especial dos que mais a necessitam, nomeadamente os jovens que escolhem o nosso concelho para estudar, mas também os idosos com mais dificuldades financeiras para habitação em condições menos dignas e ainda como atratividade de mão de obra qualificada para o nosso concelho.

Neste âmbito estamos a trabalhar na implementação do protocolo entre a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM BSE), o Município da Guarda e o IHRU. Recordamos que no caso da autarquia da Guarda estão em causa 300 fogos para habitação acessível que correspondem a um investimento, nos próximos anos de mais de 40 milhões de euros.

No que diz respeito ao Programa 1º Direito – Habitações Sociais estão criadas as condições para investir 14 milhões de euros, o maior investimento feito no município nesta área nos últimos 50 anos e que terá como parceiros o Município, 23 freguesias do concelho, as IPSS da região e a Diocese da Guarda com mais de 150 fogos. O âmbito do ‘Programa 1º Direito’ abrange a resolução de problemas do Bairro da Fraternidade e outros ao abrigo do mesmo Programa.

Para ao Centro Histórico da cidade mais alta, abrangendo edifícios já adquiridos pela Câmara e outros que a autarquia pretende ainda vir a adquirir, estes ainda em fase de elaboração de candidatura, será mais uma etapa na construção do Plano de Revitalização do Centro Histórico.

No total, a Guarda deverá contar com perto de 50 milhões de euros e mais de 450 fogos. A ideia é colmatar as necessidades de habitação social e de rendas acessíveis, tornando a cidade e o concelho mais acessíveis a quem escolhe esta região para viver, estudar ou trabalhar.