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Estudo-Preço das casas em Portugal subiu 0,5% em maio

Os preços das casas em Portugal subiram 0,5% em maio face ao mês anterior. Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 2.360 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de maio deste ano, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral e anual, os preços subiram 1,1% e 7,3%, respetivamente.

 Cidades capitais de distrito

Os preços das casas em maio subiram em 14 capitais de distrito, com Braga (4,3%) e Viseu (4,1%) a liderarem a lista. Seguem-se Beja (3,4%), Ponta Delgada (3,3%), Aveiro (3,3%), Setúbal (2,7%), Santarém (1,7%), Funchal (1,6%), Faro (1,6%), Viana do Castelo (1,5%), Leiria (1,1%), Bragança (1%), Portalegre (0,8%) e Vila Real (0,7%). Por outro lado, os preços desceram na Guarda (-10,2%), Évora (-4,2%), Coimbra (-3,5%), Castelo Branco (-1%), Lisboa (-0,7%) e Porto (-0,3%). Ler Mais »

Preço das casas em Portugal em ligeira descida

Os preços das casas em Portugal apresentaram uma descida de 0,9% em janeiro face ao mês anterior. Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 2.304 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro deste ano, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, os preços subiram 0,3%.

 Regiões

Durante o mês de janeiro, os preços das casas desceram em quatro regiões do país. A liderar as descidas, encontra-se a Área Metropolitana de Lisboa (-1%), seguida pelo Alentejo e Norte (-0,3% em ambas regiões) e pela Região Autónoma dos Açores (-0,2%). Por outro lado, os preços das casas subiram no primeiro mês do ano no Algarve (0,9%), Centro (0,8%) e Região Autónoma da Madeira (0,5%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 3.314 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (2.625 euros/m2), Norte (1.923 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (1.914 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se a Região Autónoma dos Açores (1.045 euros/m2), o Alentejo (1.105 euros/m2) e Centro (1.196 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Distritos/Ilhas

As maiores descidas de preços tiveram lugar na Ilha de Santa Maria (-8,7%), Ilha do Pico (-5,3%), Beja (-1,9%) e Évora (-1,8%). Segue-se Castelo Branco (-1,7%), Guarda (-1,6%), Lisboa (-0,9%), Coimbra (-0,7%), Ilha de São Miguel (-0,7%), Portalegre (-0,5%) e Porto (-0,1%).

Por outro lado, os preços subiram na Ilha do Faial (9,5%), Ilha Terceira (5,7%), Ilha de Porto Santo (3,7%), Bragança (2,5%), Aveiro (1,8%) e Braga (1,6%). Segue-se Viseu (1,3%), Santarém (1,2%), Leiria (1,1%), Faro (0,9%), Setúbal (0,8%), Viana do Castelo (0,8%). Já na Ilha da Madeira e em Vila Real a subida foi de 0,4% em ambos os casos.

De referir que o ranking dos distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (3.692 euros/m2), seguido por Faro (2.625 euros/m2), Porto (2.270 euros/m2), Setúbal (1.960 euros/m2), Ilha da Madeira (1.925 euros/m2), Ilha de Santa Maria (1.503 euros/m2), Ilha de Porto Santo (1.432 euros/m2) e Aveiro (1.423 euros/m2). Comprar casa em Leiria tem um custo 1.269 euros/m2, em Braga de 1.268 euros/m2 e em Coimbra de 1.219 euros/m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Portalegre (604 euros/m2), Guarda (650 euros/m2), Castelo Branco (723 euros/m2) e Bragança (780 euros/m2).

 Cidades capitais de distrito

Os preços das casas em janeiro desceram em 7 capitais de distrito, com Ponta Delgada (-2,5%) e Vila Real (-2,1%) a liderarem a lista. Segue-se Faro (-0,8%), Castelo Branco (-0,6%), Leiria (-0,6%), Portalegre (-0,5%) e Santarém (-0,3%). Por outro lado, os preços aumentaram em Bragança (2%), Beja (2%), Viana do Castelo (1,9%), Aveiro (1,5%), Guarda (1,4%), Viseu (1,4%), Évora (1,2%), Funchal (1,1%) e Setúbal (0,6%). No Porto e em Coimbra os preços subiram 0,3% e em Lisboa e Braga os preços mantiveram-se inalterados.

 Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 4.992 euros/m2. Porto (3.023 euros/m2) e Faro (2.166 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Portalegre (677 euros/m2), Guarda (760 euros/m2), Castelo Branco (765 euros/m2), Bragança (783 euros/m2) e Beja (843 euros/m2).

Por:Idealista

Estudo:Espaço, espaço, espaço… o fator que está a fazer subir os preços das casas na pandemia

Procura por casas com mais espaço, interior e exterior, está a impactar a evolução dos custos dos imóveis residenciais, segundo uma análise do idealista.

Os preços das casas, ainda que menos do que em anos anteriores, continuaram a aumentar em 2020, em termos médios, no país – e a tendência de subida deverá manter-se este ano. E o que explica este fenómeno num contexto de crise económica gerada pela Covid-19? A pandemia e os confinamentos trouxeram novas necessidades em termos habitacionais, gerando um aumento da procura por casas com mais espaço, interior e exterior. E o espaço é exatamente o fator que mais impacto está a ter na evolução dos custos dos imóveis residenciais, tal como mostra a análise do idealista.

As penthouses têm sido as “rainhas” deste período em que se identificaram novas prioridades habitacionais, tornando-se 9,3% mais caras num ano. O preço por metro/quadrado (m2) das coberturas passou de 3.121 euros em dezembro de 2019 para 3.411 euros no final de 2020, evidenciando o interesse pelo tipo de comodidades que costumam oferecer estes apartamentos: boa divisão de espaços – permitindo melhor conciliação familiar com teletrabalho; terraços e vistas desafogadas.

Mas não só. Ao analisar os dados fornecidos pelo idealista/data (com base nos anúncios de imóveis residenciais à venda publicados no portal em 2020), pode constatar-se que o preço dos apartamentos em geral com terraço, moradias e quintas também aumentou – mais uma vez, trata-se de tipologias que se distinguem por terem mais espaços ao ar livre e jardins, que funcionam como balões de oxigénio, e que se têm revelados fundamentais durante o confinamento – novamente prolongado em Portugal.

Os apartamentos com terraço tornaram-se 7,3% mais caros num ano, passando de 2.549 euros para 2.734 euros por m2. Nas moradias, o mesmo cenário, registando-se uma variação anual de 7%, com o preço do m2 a passar de 1.457 euros por m2 em dezembro de 2019 para 1.559 euros por m2 em dezembro de 2020. As quintas também ficaram 6,2% mais caras, com o preço do m2 a subir de 1.339 para 1.422 euros por m2. Um comportamento que se mostra alinhado com as novas tendências de mercado, tal como pudemos constatar neste artigo do idealista/news sobre as as casas mais procuradas em tempos de pandemia.

“Desde o início da pandemia, percebemos que os preços no mercado residencial de venda não baixaram, pelo contrário, de um modo geral, subiram ligeiramente. A procura por imóveis com mais espaço, seja inteiro ou interior, aumentou consideravelmente, e os preços seguiram essa tendência crescente, especialmente quando analisamos imóveis com características específicas, como terraços e jardim. Analisar a procura é essencial para perceber as variações na oferta”, aponta Inês Campaniço, responsável do idealista/data em Portugal.

Os preços subiram na generalidade das tipologias, mas há um dado curioso, que importa destacar. O valor por m2 subiu, num ano, cerca de 4,9% nos apartamentos sem quartos (T0), de 3.680 para 3.860 euros por m2. Em muitos dos casos este tipo de casas corresponde a lofts e casas em openspace, uma tipologia cada vez mais procurada por millennials e, nacionais e estrangeiros, bem como por altos quadros de profissionais que vêm trabalhar para Portugal, sem família, por exemplo, e que estão à procura de um espaço deste tipo para ficar durante períodos mais curtos de tempo e que podem explicar esta tendência. Não são necessariamente espaços pequenos, mas produtos “trendy”e bem localizados.

Os apartamentos com 4 ou mais quartos foram os únicos a registar uma quebra de preço. O valor por m2 caiu 0,4%, de 2.904 para 2.893 euros, algo que poderá estar relacionado com o próprio perfil de compradores deste tipo de casas, que dará preferência, neste caso, às moradias – tendo em conta que poderá beneficiar de áreas relativamente iguais, com vários quartos, mas com o benefício de ter um jardim ou espaço ao ar livre.

Os dados fornecidos pelo idealista/data revelam ainda uma outra diferença, particularmente interessante, no que às subidas de preços diz respeito. Os apartamentos com jardim mas sem piscina viram o preço por m2 subir mais que os apartamentos com jardim e piscina: no primeiro caso, os valores subiram 5,6%, (de 2.125 para 2.245 euros por m2) e, no segundo, 2,7% (de 2.987 para 2.977 euros por m2). Uma tendência que estará relacionada com o facto de uma casa com piscina significar mais custos de manutenção, no futuro, que uma casa só com jardim e espaço ao ar livre.

Por:Idealista

 

Nelas vai concluindo pagamentos de imóveis

nelas 1A escritura de compra pela Câmara de Nelas dos imóveis (casa com terreno anexo de 4.000m2) para as obras de ampliação do cemitério de Senhorim e construção de um parque de estacionamento de apoio, foi realizada recentemente.

O Presidente da Câmara liderou as negociações com os proprietários Gil Manuel de Figueiredo Cabral, e os filhos Nuno Miguel Antunes Cabral e Júlio Manuel Antunes Cabral que num clima de respeito e amizade recíprocos possibilitaram assim o avanço de uma obra há anos desejada pelas gentes da Freguesia.

Aprovada a compra em reunião de Câmara em 23 de Dezembro de 2015, o preço de 110.000€ (15.000€ no contrato promessa, 50.000€ em Janeiro de 2016 e 45.000€ em Janeiro de 2017) acabou de ser pago na data da escritura.

Em cooperação com a Junta de Freguesia os trabalhos preparatórios e as obras estão já em curso.

Por:Mun.Nelas