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Lançado o concurso público para a empreitada do troço Santa Comba Dão-Viseu do IP3

Foi  lançado o concurso público para a empreitada do troço Santa Comba Dão-Viseu, do IP3, com um investimento no montante de 130 milhões de euros. Esta é a primeira de três intervenções no IP3, prevendo-se que o investimento total ronde os 300 milhões de euros.

Esta obra, há muito tempo ambicionada pela região, é o maior investimento rodoviário de sempre feito exclusivamente com investimento do Orçamento do Estado.

O troço Santa Comba Dão-Viseu é o troço que tem o maior registo de sinistralidade, pelo que esta obra representa um importante passo na melhoria da segurança rodoviária para os milhares de automobilistas que a cruzam diariamente.

Além das melhorias ao nível da segurança rodoviária, a realização desta empreitada trará também reduções no tempo de percurso e permite aproximar a região centro do país ao litoral.

Relativamente aos troços Souselas-Penacova e Penacova-Santa Comba Dão, os mesmos estão em fase de projeto e de avaliação de impactes ambientais, sendo expectável que o lançamento do próximo troço ocorra no primeiro semestre de 2024.

O importante e decisivo passo dado hoje com o lançamento do concurso vai ao encontro das justas reivindicações da população dos distritos de Viseu e Coimbra e, com este projeto, o Governo reforça, assim, o compromisso com a região centro e com o objetivo de atingir uma maior coesão territorial.

fonte:GP

CIM Região de Coimbra e CIM Viseu Dão Lafões exigem respostas para o IP3

Em reunião estiveram os presidentes das Câmaras Municipais de Coimbra, Mortágua, Penacova, Viseu, Santa Comba Dão e Tondela e das Comunidades Intermunicipais da Região de Coimbra e de Viseu Dão Lafões  em Penacova, com o objetivo de avaliar o projeto de requalificação/duplicação do IP3.

Ao longo da reunião, os autarcas mostraram a sua profunda preocupação pelos atrasos verificados na requalificação/duplicação do IP3 e consequentes impactos deste atraso na economia e na competitividade da Região e do País.

Foi, ainda, reforçada a urgência do início dos trabalhos do lote 1, respeitante ao troço entre o Norte de Santa Comba Dão e Viseu.

Não impactando com os processos em curso, nomeadamente do lote 1, os presidentes exigem que o Governo estude e implemente a solução integrada em perfil 2×2 ao longo de todo o percurso, nomeadamente entre Santa Comba Dão Norte e Coimbra, propondo-se que o Governo recorra à modalidade de conceção/construção que permita acelerar o calendário das obras.

Os autarcas solicitaram, ainda, uma reunião com o Governo, para que seja divulgado o cronograma de execução das obras do IP3.

PSD-Deputado Carlos Peixoto questiona Governo sobre o IP3 e IC7

Em comunicado, o Deputado Carlos Peixoto questionou o Ministro das Infraestruturas assim:”O Governo parece tratar questões que lhe são colocadas pelos deputados e pelo Orgão de soberania Assembleia da República com a mesma displicência com que trata os utentes do IP3 e a população da corda da Serra da Estrela.
Através de pergunta dirigida em 3/1/2020 ao Ministro das Infraestruturas, os deputados do PSD dos distritos da Guarda, Viseu e Coimbra questionaram quando terminariam as atuais obras do IP3, quando seria esta via reconvertida em auto-estrada, e se o Governo iria ou não dar continuidade às construção do IC6, até ao nó de Folhadosa, em Seia e depois à construção do denominado IC7, entre Seia e Celorico da Beira, distrito da Guarda.
A nada disso o Governo deu resposta, não obstante o artigo 229 nº. 3 do Regimento da AR estabelecer um prazo de 30 dias para o efeito, numa regra que deveria ser levada a sério, por se destinar a valorizar a ação do Parlamento, a tornar eficaz a fiscalização da ação do Governo e a e a levar ao conhecimento dos eleitores informações sobre matérias que lhes dizem respeito.
Enquanto incumpre essa regra, as obras de asfaltamento do IP3 arrastam-se penosamente (já se iniciaram há mais de uma ano!!!), com supressão incompreendida e muito extensa de faixas, onde nada acontece a não ser filas intermináveis e circulação a velocidades próprias de um passeio de bicicleta.
Numa via estruturante para o centro do país, com um tráfego intenso de veículos pesados de mercadorias, ligeiros, e ambulâncias em emergência, os trabalhos ocorrem numa impressionante e indesculpável lentidão, que nem a COVID – 19 explica, até porque a maioria (senão a totalidade) das empresas de construção civil não reduziram a sua atividade.
A alternativa a esse suplício podia ser a ferrovia, mas também aí o Governo foi complacente com a supressão de horários que tornou menos apetecível e utilitário o uso da linha da Beira Alta e maltratou mais uma vez a coesão territorial e social que a espaços se apregoando.
Sobre as obras do IC6 e IC7, agora que vão chegar os milhões da União Europeia, boa parte a fundo perdido, era razoável que o Governo ponderasse eleger esses projetos como prioritários e decidisse de uma vez por todas, sem ilusões ou sem uma falsa gestão de expectativas das
populações, se quer ou não e se vai ou não realizar esses investimentos, tornando mais
competitiva uma região que precisa de investimento público como de pão para a boca.
Pelo que fica dito, justifica-se esta insistência para que o Senhor Ministro das Infraestruturas
responda:
1) Quando vão terminar as obras de asfaltamento do IP3?
2) Quando irá começar a duplicação ou reconversão em auto-estrada dessa mesma via,
já prometida e anunciada pelo Governo mais que uma vez?
3) O Governo vai ou não executar as obras de conclusão do IC6, até Seia, distrito da
Guarda e conta ou não efetivar depois a ligação à A25, via IC7, atravessando os
concelhos de Seia, Gouveia e Celorico da Beira? Em caso afirmativo, com que
calendarização?

IP3 vai ser reabilitada em breve

O primeiro-ministro, António Costa, presidiu na manhã, de segunda-feira,dia 2 de julho, à cerimónia de lançamento dos concursos de empreitada para a reabilitação do Itinerário Principal 3 (IP3) entre Coimbra e Viseu. A primeira intervenção, que já conta com projeto e avaliação de impacto ambiental, deverá arrancar em 2019, entre o nó de Penacova e o nó da Lagoa Azul, que abrange a zona mais crítica do IP3, na zona da Livraria do Mondego.

Por sua vez, João Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Mangualde e Presidente do Conselho Regional, congratula-se com esta notícia, é para nós uma alegria e uma mais-valia para o nosso território receber esta confirmação. É uma intervenção há muito esperada, desejada e merecida. O Primeiro-ministro prometeu e cumpriu”. João Azevedo destaca ainda “O nosso Interior merece ter melhores condições para crescer e se desenvolver ainda mais. O nosso tecido económico, empresarial e industrial, bem como as populações, há muito que esperavam por esta intervenção”.