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IPG prepara a chegada de mais quatro startups internacionais à sua incubadora

O Politécnico da Guarda prepara a chegada de mais empresas de automação, logística, economia digital e economia social à sua incubadora desnuclearizada de investimentos tecnológicos. O IPG Business Summit 2025, que decorre até quinta-feira, “é um espaço de partilha e de transferência de conhecimento que prepara a chegada de mais startups ao ecossistema de inovação do IPG”, afirma Joaquim Brigas.

A quatro novas empresas que o Instituto Politécnico da Guarda – IPG vai atrair até 2026 para a sua incubadora desnuclearizada de investimentos tecnológicos – com polos na Guarda, na Mêda e em Seia – “vão aumentar a competitividade empresarial de toda a região”, afirmou Joaquim Brigas na abertura do “IPG Business Summit 2025”, que decorre hoje no campus da instituição. Três empresas de capital norte-americano, uma de capital indiano e várias de investidores nacionais já estão a inovar no acesso ao micro-crédito, no recrutamento de recursos humanos e na agricultura digital, entre outras áreas, mas novas empresas se irão seguir.

Investidor americano assina no IPG instalação da start-up Seed by Seed

O investidor norte-americano Michael Racki assinou no Instituto Politécnico da Guarda a instalação da start-up “Seed by Seed” na incubadora de empresas do IPG. A Seed by Seed é uma empresa que irá criar uma plataforma digital colaborativa para facilitar o acesso a microcrédito, quer a trabalhadores independentes, quer a empresas de pequena dimensão ligadas a setores tradicionais para criarem e expandirem o seu negócio.
Para além do empresário do Arizona Michael Racki, que esteve no Politécnico da Guarda acompanhado pela mulher, também Filipe Galego, operations manager da Empowered Startups, a empresa promotora da Seed by Seed, assinou o contrato de instalação com o presidente do Instituto Politécnico da Guarda, Joaquim Brigas.

O arranque da Seed by Seed será desenvolvido em colaboração com o Politécnico da Guarda e implementará dois projetos-pilotos em 2025, um no concelho da Guarda, outro no concelho de Seia. O empreendedor responsável, Michael Racki, integra atualmente o conselho de administração da GoDaddy,
uma das maiores empresas do mundo ao nível do registo, gestão e armazenamento de domínios na internet.

A Seed by Seed vai desenvolver uma rede de mentoria e cursos de formação e de capacitação à medida das necessidades dos seus clientes: os temas serão o empreendedorismo, as tecnologias digitais aplicadas à gestão empresarial e a inovação em setores de atividade tradicionais, entre outros.

Foto:IPG

IPG procura parceiro industrial para produzir “penso inteligente”

O “Colorwound” trata e monitoriza feridas, assumindo cores diferentes quando estas estão infetadas ou já iniciaram a cicatrização. Dá indicações preciosas para profissionais de saúde, sobretudo em meio hospitalar.
Concebido por alunos e investigadores, foi premiado no concurso Poliempreende 2021. A patente internacional foi aprovada, falta agora um investidor para a fase de certificação.

A Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico da Guarda – IPG está à procura de uma empresa de dispositivos médicos com interesse na concessão da patente internacional do “penso inteligente” criado pelos seus estudantes e investigadores para produzir para o mercado internacional. Este penso tem o nome académico “Colorwound” e obteve em dezembro de 2023 a patente internacional: está agora pronto para iniciar o processo de certificação para ser aprovado pelo Infarmed, em Portugal, e pela Agência Europeia do Medicamento.

O penso criado na Guarda indica pelas cores que assume se as feridas têm focos de infeção ou se já estão a cicatrizar. “Acreditamos que o ‘Colorwound’ tem enorme interesse para os profissionais de saúde e, portanto, muito potencial de mercado”, afirma Sónia Miguel, docente e investigadora de Ciências Biomédicas e Bioanalíticas do IPG e uma das responsáveis pelo
projeto. “Quando este penso inteligente foi um dos vencedores do concurso Poliempreende em 2021, recebemos manifestações de interesse por parte da indústria: agora que patenteámos a ideia e os métodos, queremos associar-nos a um desses parceiros para colocar o penso no mercado e torná-lo acessível, desde logo, aos profissionais que trabalham em meio hospitalar.”
O “Colorwound” visa proteger, tratar e monitorizar as feridas. Terá agora de ser testado ‘in vitro’, em animais e, por último, em seres humanos.

Foto:IPG

IP Guarda-Projeto europeu vai combater a exclusão digital em saúde nos maiores de 50 anos

O Politécnico da Guarda lidera projeto europeu que vai promover competências digitais de adultos para a promoção de estilos de vida saudáveis. Com recurso a formadores voluntários, serão disponibilizados cursos breves através de múltiplos canais. Haverá sessões presenciais, uma aplicação para TV e a compilação de bibliotecas digitais. A iniciativa tem parceiros na Alemanha, Polónia, Espanha e Portugal.

Um grupo de docentes e investigadores do Instituto Politécnico da Guarda – IPG vai liderar um projeto europeu para combater a exclusão digital, aumentar a literacia digital em saúde e promover o envelhecimento saudável em pessoas com mais de 50 anos. Com o nome “LiterAge4All”, projeto terá a duração de dois anos e meio e será cofinanciado em 250 mil euros pela União Europeia, no âmbito do programa Erasmus +.
“Os relatórios internacionais mostram que os idosos oriundos de zonas rurais apresentam a maior percentagem de não utilizadores da internet”, afirma Carolina Vila-Chã, docente e investigadora do IPG e coordenadora de uma equipa multidisciplinar para a promoção do envelhecimento saudável. “A exclusão desses idosos dos serviços digitais deve-se a obstáculos associados à utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC), como a falta de interesse e de competências para a utilização da Internet”.

O projeto “LiterAge4All” irá desenvolver uma aplicação de TV para ensinar informalmente os adultos mais velhos a utilizarem computadores e dispositivos móveis, para darem os primeiros passos no mundo digital e, dessa forma, terem acesso a conteúdos digitais sobre saúde. Segundo Carolina Vila- Chã, “esta solução inovadora surge como um meio potencialmente eficaz para impulsionar a transição digital em adultos mais velhos, ajudando-os a migrar harmoniosamente para dispositivos digitais e tecnológicos e a utilizar corretamente a internet para obterem informação que promova o seu envelhecimento saudável.”

Para além do IPG, integram este projeto a Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde, a Unidade de Tecnologias da Saúde e da Bioengenharia do Centro de Cirurgia Minimamente Invasiva Jesús Uson (em Cáceres, Espanha), a Fundação para as Oportunidades Digitais de Berlim (Alemanha) e a Universidade de Tecnologia da Silésia (em Gliwice, Polónia).

Cursos irão incluir propostas dos destinatários

De acordo com a Associação Internacional de Segurança Social, a combinação de meios digitais e não digitais na disponibilização de informação é a melhor abordagem para promover a inclusão e a adesão das pessoas mais velhas a atividades de literacia digital. As duas abordagens melhoram as competências digitais para encontrar estilos de vida que promovem o envelhecimento saudável.

O projeto liderado pelo IPG vai desenvolver ferramentas de formação de voluntários para ensinar adultos com mais de 50 anos a frequentar cursos online de literacia em saúde e envelhecimento saudável, capacitando-os para reconhecerem fontes fidedignas de informação. Os maiores de 50 anos vão também influenciar o desenho dos próprios cursos: os voluntários ouvirão os seus interesses e motivações, incorporando as suas necessidades e propostas no desenvolvimento e ensino das componentes digitais do projeto.

As linhas orientadoras internacionais indicam que o apoio à inclusão digital deve ser local e incluir atividades presenciais, personalizadas e abertas, especialmente quando dirigido a pessoas com pouca confiança e que enfrentam múltiplas barreiras. Para facilitar o acesso a serviços digitais promotores de saúde, os formadores voluntários deverão promover igualmente a aprendizagem dos maiores de 50 anos entre si.

Para superar as lacunas digitais das gerações mais velhas, o projeto prevê a compilação de bibliotecas digitais de saúde, com conteúdos que ficarão disponíveis na página do projeto, comum a todas as instituições participantes.

“O projeto LiterAge4All representa um contributo importante para superar as lacunas digitais das gerações mais velhas”, conclui Carolina Vila-Chã.

IPG vai criar mestrado de dupla creditação em Ciências Geográficas

Instituto Politécnico da Guarda – IPG vai criar um mestrado de dupla
titulação em Sistemas de Informação Geográfica em parceria com a
Universidade Oeste de Timisoara (UVT), na Roménia. Esta parceria académica
para um “Double Master’s Degree” está integrada no projeto
“Internacionalização de Curricula através da UNITA – Rede de Universidades
Europeias” e é resultado de reuniões realizadas na Universidade de Turim, em
Itália. A UNITA é uma aliança que une instituições de ensino superior de
Espanha, França, Itália, Roménia e Portugal que têm em comum a localização
em zonas transfronteiriças e de montanha.
O projeto do mestrado de dupla titulação prevê que durante quatro
semestres os estudantes portugueses e romenos frequentem aulas presenciais,
quer na Guarda, quer em Timissoara, cabendo-lhes sempre fazer os dois
primeiros semestres na universidade de origem e o terceiro semestre na
universidade parceira – recorde-se que, em termos europeus, o IPG é a
Polytechnic University of Guarda. No final dos cursos, os alunos serão
simultaneamente diplomados pelo Politécnico da Guarda e pela Universidade
Oeste de Timisoara.
A universidade de Timisoara, a cidade romena mais próxima da Europa
Central, já tem a funcionar o Mestrado em Sistemas de Informação Geográfica.
O Politécnico da Guarda está a agora a preparar o seu, estando previsto
entregar a candidatura à A3ES (a agência de avaliação e acreditação do ensino

superior em Portugal) até março de 2024. A expectativa no IPG é que a A3ES
o aprove a tempo de a primeira edição do mestrado poder ser aberta no final de
2024. Quando ao mestrado de dupla titulação com a Roménia, é previsível que
possa iniciar-se no ano letivo de 2024/2025.
“A internacionalização do ensino e da nossa investigação aplicada para o
mercado europeu é uma prioridade na participação do Politécnico da Guarda na
rede UNITA: tanto o mercado de estudantes europeus, como o mercado
empresarial do leste da Europa, têm um grande potencial para quem estuda em
Portugal”, afirma Joaquim Brigas, presidente do Politécnico da Guarda. “Seja
para recebermos estudantes de Espanha, França, Itália ou Roménia nos nossos
cursos em Seia ou na Guarda, seja para os nossos diplomados iniciarem
carreiras profissionais de sucesso em empresas romenas e de outros países
europeus, a rede UNITA oferece-nos uma grande janela de oportunidades para
os próximos anos”.

Parceria poderá alargar a outras universidades da UNITA
O primeiro ano do Mestrado em Sistemas de Informação Geográfica terá,
no IPG, uma estrutura curricular própria, paralela à que já existe na
universidade congénere romena. “O objetivo da parceria é partilhar as mesmas
unidades curriculares no 3º semestre do mestrado, que será lecionado em
língua inglesa, sendo obrigatório que os estudantes em Portugal o frequentem
na Roménia e os estudantes romenos em Portugal”, afirma Elisabete Soares,
docente do IPG e coordenadora do processo de criação deste mestrado. “No
final, será atribuído o duplo grau de mestre em Sistemas de Informação
Geográfica – pela Universidade de Timisoara e pelo IPG – aos estudantes que
concluam o curso com sucesso”.
Enquanto este processo decorre, e para que docentes e investigadores se
possam conhecer melhor e trabalharem em conjunto, vão existir formações
intensivas online ministradas por docentes das duas instituições, micro-
credenciações e ações formativas. Depois do mestrado de dupla titulação com
Timissoara estar a funcionar, a parceria poderá ser alargada a outras
universidades da rede UNITA.

IPG vai desenhar curso europeu para incentivar mulheres ao empreendedorismo

Apesar de cada vez mais mulheres tirarem cursos superiores nas áreas científicas e tecnológicas, o número das que lançam empresas continua muito baixo. Universidades, fundações e empresas de cinco países europeus, entre as quais o Politécnico da Guarda, assumiram a missão de fornecer mais competências às jovens estudantes para que elas abram mais startups. O projeto arranca a 14 de dezembro.

Um grupo de docentes e investigadores do Instituto Politécnico da Guarda – IPG vai desenhar um curso para incentivar estudantes do sexo feminino que frequentam o ensino superior nas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática a tornarem-se mais empreendedoras e a lançarem startups em diversas áreas de negócio. O IPG integra o projeto “HerTechVenture” que envolve universidades da Polónia, Itália, Espanha e Grécia, para além do IPG, a Fundação Educacional “Perspetivas”, da Polónia, e a consultora portuguesa Inova +, presente em cinco países europeus. Neste consórcio, a tarefa do Politécnico da Guarda será criar um curso específico para estudantes femininas, paralelo às suas licenciaturas, nos quais estas adquiram competências que aumentem os atuais níveis de empreendedorismo das mulheres.

Comissão de Ética (CE) do Instituto Politécnico da Guarda – IPG empossados

A Comissão de Ética (CE) do Instituto Politécnico da Guarda – IPG tomou posse nesta quarta-feira, 22 de novembro, iniciando o seu mandato de quatro anos. A Comissão de Ética é um órgão consultivo do IPG e compete-lhe “zelar, no âmbito das atividades de investigação, ensino e extensão, pela salvaguarda da dignidade das pessoas e pela observância dos princípios da não discriminação, autonomia, responsabilidade, liberdade intelectual, integridade, transparência e prestação de contas”, tal como consta do regulamento publicado em Diário da República.

O IPG passa a dispor de um órgão consultivo para zelar pelas boas práticas das atividades de ensino e de investigação científica. Este irá propor orientações sobre ética a todos os órgãos e unidades da instituição, podendo ser consultado por alunos, professores e funcionários não docentes. Presidida pelo juiz conselheiro Manuel Cipriano Nabais, a Comissão de Ética é, segundo Joaquim Brigas, “um conjunto de personalidades de alta qualidade profissional e humana”.

Projeto “Space Food Ideation” do IP Guarda vence Concurso Nacional do projeto Demola

Recentemente, o  projeto “Space Food Ideation”venceu o primeiro prémio do concurso nacional do projeto Demola, inserido no Link Me Up – 1000 ideias.

Foi desenvolvido por estudantes do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) – em parceria com as associações Inovcluster e Centro de Apoio Tecnológico Agro-Alimentar (CATAA) – A cerimónia de atribuição dos prémios decorreu no Instituto Politécnico de Santarém, na semana dedicada ao empreendedorismo.

Esta distinção é o reconhecimento da qualidade e da inovação dos projetos desenvolvidos no IPG, tanto por estudantes, como por docentes”, afirma Joaquim Brigas, presidente do IPG. “Estamos empenhados em criar ambientes de trabalho conjunto entre estudantes, docentes, investigadores e empresas. A estreita ligação que o IPG mantém com a indústria permite-nos antecipar as necessidades do mercado de trabalho, capacitando os nossos estudantes para se tornarem empreendedores e/ou aumentarem a competitividade das empresas onde irão trabalhar”.

“Space Food Ideation” é um projeto para melhorar a qualidade das refeições no Espaço. O objetivo é permitir que os astronautas e turistas espaciais passem a consumir refeições com sabor – ao invés das habituais pastas e alimentos desidratados – através de técnicas como, por exemplo, o cultivo hidropónico, impressão de alimentos sólidos em 3D ou embalagens comestíveis.

É com imenso orgulho que vejo este projeto ser distinguido ao nível nacional”, afirma Teresa Paiva, docente no IPG e coordenadora do projeto. “Sempre acreditei nesta ideia e pensei que poderia vir a estar no pódio do concurso. Os alunos estiveram à altura do desafio e fizeram uma apresentação competente e profissional do projeto, o qual acabou por ser distinguido com o primeiro prémio no valor de 5.000 euros”.

Entre os 13 projetos a concurso, venceu a ideia da equipa constituída pelos alunos do IPG Breno Oliveira, Catarina Arada, João Rodrigues, Leonor Rodrigues, Nuno Craveiro e Raquel Pinho e por elementos das associações Inovcluster e CATAA. O grupo criou diferentes cenários de experiências gastronómicas, os quais poderão vir a ser desenvolvidos por empresas do setor agroalimentar.

Instituto Politécnico da Guarda integra Rede para Salvaguarda da Dieta Mediterrânica

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) é uma das 19 instituições que integra a Rede das Instituições de Ensino Superior para a Salvaguarda da Dieta Mediterrânica (RIESDM), criada no passado dia 10 de maio.

O objetivo desta rede – cujo ato de constituição ocorreu na Universidade do Algarve – é potenciar o trabalho desenvolvido pelas instituições de ensino superior (IES) no âmbito da promoção e salvaguarda da Dieta Mediterrânica (DM).

Pretende-se, igualmente, aumentar a articulação das IES com outras entidades que tenham responsabilidade na promoção e salvaguarda da Dieta Mediterrânica (DM), contribuindo, através de uma abordagem multidisciplinar, para a salvaguarda da DM em diversas vertentes; nomeadamente, entre outras, ao nível da produção e valorização dos produtos, da educação para a saúde e da preservação de técnicas e festividades.

Refira-se que a Dieta Mediterrânica é uma secular herança cultural e civilizacional, um estilo de vida e um padrão alimentar de excelência reconhecido pela UNESCO e pela Organização Mundial de Saúde.

Considerando a crescente padronização dos hábitos alimentares e a aculturação das nossas tradições, a Dieta Mediterrânica (que ainda se mantém uma tradição viva) está em risco de perder a sua importância histórica e cultural. Recorde-se que, com o objetivo de cuidar da sua preservação, foi apresentada, a 4 de dezembro de 2013, na 8ª Conferência Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural e Imaterial da UNESCO, em BAKU, uma candidatura transnacional da DM a Património Cultural Imaterial da Humanidade (PCIH), de onde resultou a integração de Portugal.

A Dieta Mediterrânica, além de promover um modelo de desenvolvimento mais harmonioso, contribui para comunidades mais saudáveis e ambientalmente mais sustentáveis.

A assinatura do protocolo decorreu na sala de seminários da Reitoria da Universidade do Algarve e contou, além do Instituto Politécnico da Guarda, com mais 18 Instituições de Ensino Superior (IES): Institutos Politécnicos de Beja, Leiria, Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu; universidades do Algarve, Aveiro, Coimbra, Évora, Porto e Trás os Montes e Alto Douro, bem como e três escolas não integradas (Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Escola Superior de Enfermagem do Porto e Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril). Nesse mesmo dia realizou-se a primeira reunião da Assembleia Geral da Rede.

Para o Presidente do Instituto Politécnico da Guarda, Joaquim Brigas, é “extremamente positiva a adesão a esta rede que é composta por mais 18 instituições de ensino superior, e que visa essencialmente, um trabalho profícuo de princípios multidisciplinares para a salvaguarda e valorização deste importante património imaterial de carácter internacional e que é representativo da nossa identidade enquanto povo”.

Ricardo Guerra, subdiretor da Escola Superior de Turismo e Hotelaria (ESTH) do IPG, que representou o Politécnico da Guarda nesta cerimónia de criação da RIESDM, afirmou que “nesta rede teremos a oportunidade de estar envolvidos numa dinâmica de partilha e trabalho comum, envolvendo várias áreas de investigação do nosso instituto e cruzando as mesmas com outras iniciativas que estejam ou venham a ser dinamizadas.”

Por outro lado, referiu ainda, “serão partilhadas as boas práticas no âmbito da salvaguarda da Dieta Mediterrânica, e pretende-se ainda, aumentar a articulação destas com as outras entidades de responsabilidade na promoção e salvaguarda da Dieta Mediterrânica”.

Este modelo alimentar resulta da tradição gastronómica da bacia do Mediterrâneo, onde a produção de azeite tem um elevado peso, implicando uma ingestão predominantes de alimentos de origem vegetal (complementados por azeite) e por um menor consumo de proteína animal, privilegiando o peixe e lacticínios, a para de uma equilibrada ingestão hídrica, onde surge a recomendação do vinho consumido de forma moderada.