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Livro “Corações Serranos – Fio de Tempo” será apresentado em Cativelos

No próximo sábado, dia 20 de abril, haverá a apresentação do livro “Corações Serranos – Fio de Tempo”, da autoria da escritora Beatriz Ferreira dos Santos (natural de Rio Torto, Gouveia), que será realizada na Biblioteca no Centro Recreativo Cativelense, pelas 18h.
Esta apresentação contará com vários momentos musicais.

José Rodrigues lança romance com o título “O Quinto Pescador”

Está já disponível em pré – venda mais um livro do autor José Rodrigues com o título “O Quinto Pescador”, com a chegada às livrarias a 4 de abril.

Sinopse

No dia do seu aniversário, a tragédia bate à porta de Francisco, levando-o a questionar o sentido da sua própria existência.
Longe de casa e em agonia, parece encontrar o lugar e a coragem de que precisa para pôr cobro ao desespero que lhe preenche os dias.
Entre a saudade insuportável e as memórias de tempos felizes, Francisco é surpreendido por uma criança de 8 anos, Pedro, e por Rafa, o seu fiel companheiro de quatro patas, que lentamente lhe devolvem a vontade de viver. Na pacata aldeia costeira para onde se mudara após a tragédia, encontra novas pessoas e redescobre sentimentos que pensara perdidos para sempre no seu passado.
De forma inesperada, aquilo que seria o fim transforma-se numa fantástica jornada de reconstrução, onde a amizade e o amor se assumem como salvação.

Foto:JR

Conversa com Jorge Margarido

“Ler é decifrar no âmago do autor os desígnios do próprio”

   Depois da apresentação de mais um livro, fomos conversar com o autor Jorge Margarido, a fim de saber mais um pouco do seu escrito.

Magazine Serrano – Depois de mais um livro apresentado, mais um momento de orgulho pessoal, com uma sala bem composta?

Jorge Margarido – Sim, sala cheia. Aproveito para agradecer o interesse dos presentes nesse meu momento e nos demais momentos disseminados em encontros casuais, ou mais ou menos formais, ao longo destas últimas semanas.

 Em que se inspirou para este novo livro?

   Ninguém sabe do paradeiro da inspiração; ocorre quando lhe aprouver e sob configurações a seu critério. Penso que prólogo, incipit, excipit e sinopse resumem o tema: superstição, fé e ciência. Fala-se do circunstancial e indomável destino da vida; fala-se do Bem e do Mal, da sua combinação na consciência humana; na moral, enfim.

   A nível futuro, podemos esperar novos escritos?

  Tenho publicado com alguma regularidade, em revistas literárias e antologias: contos, textos ecfrásticos, etc. Publicações na manga? Sim: Quatro Elefantes numa Esplanada; Raminhos de Salsa (romances) e Pontes e Cenas (contos); entretanto um novo romance vai germinando na gaveta da ficção lá de casa.

 Qual lhe deu mais satisfação de escrever?

   O último; menos satisfatório, contudo, que o próximo!

Que mensagem deixa a todos os leitores e comunidade em geral nesta viragem para 2024?

   Dos livros a vida! Assim termina Os Gatos Morrem Longe. Ler é decifrar no âmago do autor os desígnios do próprio, nem que, de início, tão-só sejam as miméticas matizes

do caráter meramente protocolar. Depois, no correr das páginas vai-se diluindo esse protocolo até surgir a identidade. Tem-se, então, prazer! Boas leituras!

Conversa com o autor Carlos Pereira

                                                           “O melhor amigo que possamos ter também é um livro”

Depois de lançar mais um livro, fomos conversar com o autor Carlos Pereira, de Pinhel, que agradecemos a grande colaboração que nos tem dado, com os seus poemas que mensalmente todos vão desfrutando. Assim fomos saber um pouco mais desta nova publicação.

Magazine Serrano – Já tem um novo livro disponível para todos poderem ler, como surgiu a inspiração?

Carlos Pereira – Creio que a inspiração é um mecanismo que se gera durante vários anos na adolescência! Tive o privilégio de ter nascido numa aldeia onde as horas eram “medidas” pelo sol, onde a nossa liberdade era um bem precioso e a vida em comunidade era sã e prenhe de valores morais que nos foram incutidos desde muito cedo. O chilreio da passarada, o coaxar das rãs na ribeira e os animais domésticos que nos rodeavam contribuíram para este espírito sagaz, para esta vontade exacerbada de redigir no papel a paisagem que os meus olhos admiravam. Tenho que mencionar aqui também a minha professora primária, assim como todos os outros professores que me acompanharam no ensino secundário. Com dez anos de idade li um livro que “vagueava” em casa de meu avô com sonetos de Florbela Espanca. Despertou em mim um vulcão de sentimentos que criou um laço inquebrável entre mim e a poesia. Outro facto que não posso esquecer foi a possibilidade de ter lido centenas de livros na década de setenta que nos eram facultados pelas bibliotecas itinerantes que chegavam a todas as aldeias do nosso distrito.

 A nível do nome do livro deve ter um significado?

Sim! “Ecos Ensurdecidos” surge como um grito de revolta, uma vontade férrea de dar a conhecer as vivências das pessoas das nossas aldeias do interior profundo. Muitos desabafos que ficaram escondidos nas reentrâncias dos largos muros em granito das nossas casas térreas e mal abrigadas do frio, da chuva e do vento, e que eu trago à luz do dia para que todos vós, vos possais deliciar.

 Em traços gerais deixe um pouco do que se pode encontrar neste livro?

Mais uma vez, vos deixo um pouco de mim. Um pouco de mim e muito dos nossos antepassados. Textos a que eu gosto de chamar “retalhos de vida” e que continuam a retratar a vida das gentes “d’antanho” onde continuo a enaltecer esta ruralidade contagiante do nosso Portugal profundo. Por outro lado, os poemas, estados de alma, desabafos e contrariedades, muitos, bastante pessoais que eu queria divulgar para vos aproximar mais de mim neste mundo conturbado onde impera o individualismo e se vão perdendo os valores morais que outrora nos foram incutidos.

 

 Já editou outros livros, qual o que lhe deu mais trabalho?

Este é já o quarto livro, e só comecei a publicar em 2016. O que mais trabalho me deu foi talvez o primeiro “Retalhos da Tua… E da minha vida” com a chancela da Chiado Editora, agora Chiado Editorial. Talvez porque a experiência é a madre das coisas. Tive que pesquisar formatos, imaginar a capa, negociar com as editoras e dialogar sobre a melhor forma de expor as minhas experiências e contrariedades. Em boa hora me tornei parceiro desta Editora, pois nunca esquecerei a apresentação deste livro e o cineteatro de Pinhel a abarrotar de gente num domingo à tarde naquele dia quente de final de julho.

 No futuro, podemos esperar outras publicações?

Não posso prometer nada! Apenas informo que já tenho outro livro quase “alinhavado”. Este bichinho que é a escrita, uma vez que começa nunca termina, só acaba no final do caminho. Se conseguir uma proveitosa parceria e alguma colaboração de certas entidades, com certeza!

Que mensagem deixa a toda comunidade e leitores em geral?

Sejam participativos na sociedade em que vivemos. Leiam obras de grandes autores para que não sejam só as informações que “colhemos” nas redes sociais a moldarem o nosso espírito critico e a nossa forma de pensar. O melhor amigo que possamos ter também é um livro. A melhor forma de dominarmos uma língua é lermos. Quanto mais lemos melhor escrevemos. A libertação da mente e o desenvolvimento cognitivo está relacionado com a assimilação de muitos valores que nos são incutidos através da leitura. Saibam que a nossa emancipação depende muito da cultura que vamos assimilando muitas vezes por causa da informação escrita. Uma sociedade inculta não tem mecanismos para singrar!

 

Livro “Alcateia” de Maria Teresa Maia Gonzalez apresentado em Lisboa

Teve lugar  na Fnac do Centro Colombo, em Lisboa, o lançamento de «Alcateia – A minha família e outros lobos» de Maria Teresa Maia Gonzalez .

Trata-se de um livro que fala sobre amizade, espírito de grupo na adolescência e outros temas desta fase da vida , que foi apresentado pela professora Marta Arrais.

Em suma, mais um livro, uma nova história, um novo tema , nos trouxe a fornense Maria Tereza Maia Gonzalez.

foto:MA

Livro “O Circuito das Beiras e o Espírito Visionário de José Caetano Tavares de Melo” é lançado em Coimbra

O lançamento da obra será feito pelo próprio autor, José Barros Rodrigues, na presença do
Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra, Carlos Lopes e do Presidente do Clube
Escape Livre, Luís Celínio. Será realizado em sessão aberta ao público no dia 14 de setembro às
18 horas na Casa das Caldeiras em Coimbra.

O Circuito das Beiras by Bridgestone /First Stop recupera, 120 anos depois, a primeira prova automobilística por etapas, ganha por José Caetano Tavares de Melo. O Clube Escape Livre em colaboração com as Câmaras de Coimbra, Castelo Branco e Guarda avançou para a recreação da prova que irá para a estrada nos dias 14 a 17 de setembro e terá como pano de fundo um percurso com cerca de 400 quilómetros. A ideia adjacente ao evento, quem foi Tavares de Melo, a sua influência e as características e pormenores da prova estão vertidos no livro “O Circuito das Beiras e o Espírito Visionário de José Caetano Tavares de Melo”
assinado pelo historiador José Barros Rodrigues e que será lançado no dia 14 de setembro em Coimbra.
O Circuito das Beiras, uma corrida reservada a automóveis e motociclos, foi realizada nos primeiros dias de novembro de 1903 e é, agora, recriada pelo Clube Escape Livre com um evento que prescinde da vertente competição em favor do passeio turístico. A prova desenhada por Tavares de Melo foi um extraordinário evento desportivo que não conheceu maior mediatismo porque não foi realizada na capital.
O livro “O Circuito das Beiras e o Espírito Visionário de José Caetano Tavares de Melo”, da
autoria do historiador José Barros Rodrigues, é um trabalho de minúcia e análise a uma
personagem muito interessante e que marcou o automobilismo nas áreas comercial,
desportiva, económica e social. Presta-se, assim, uma homenagem que a sua febril atividade
reclama e que a aventura à época justifica. O espírito inventivo e dinâmico e a presença de
Tavares de Melo mudaram Coimbra!
Produzido com recurso a fontes da época, “O Circuito das Beiras e o Espírito Visionário de José
Caetano Tavares de Melo” é uma obra com 208 páginas indispensável para compreender a
história do automobilismo nacional e dar o devido reconhecimento a José Caetano Tavares de
Melo mais de um século depois.

O Circuito das Beiras by Bridgestone / First Stop vai realizar-se nos dias 14 a 17 de setembro e
terá como palco as estradas que ligam Coimbra, Castelo Branco e Guarda. Serão cerca de 400
quilómetros de percurso que vão colocar á prova clássicas, algumas deles do início do século
anterior.
Com o apoio das Câmaras Municipais de Coimbra, Castelo Branco e Guarda, o patrocínio da
Bridgestone / First Stop e da Litocar, além das parcerias com o Museu do Caramulo, Museo de
Historia de la Automocion de Salamanca, Clube de Automóveis Antigos de Castelo Branco e
Automóvel Clube de Coimbra, a edição moderna do Circuito das Beiras não terá vertente
competitiva em estrada. Porém, o Clube Escape Livre não deixou créditos por mãos alheias e
desenhou um “Rally Paper” que colocará á prova a perspicácia dos participantes e os seus
conhecimentos do Circuito das Beiras by Bridgestone / First Stop e do Clube Escape Livre.
Para complementar esta vertente mais lúdica, foram organizados três momentos de perícia
automóvel nas três capitais de distrito atravessadas pelo evento. Como sempre sucede nas
organizações com a chancela do Clube Escape Livre, o abraço entre a beleza cénica, a
gastronomia e a cultura, estará presente num evento que tem recebido apoios de norte a sul
do país e que, celebrará de forma digna e espetacular, a história do automobilismo português.
Estão inscritas 34 equipas das quais 8 são de carros Pré-Guerra, ou seja, carros até 1945.
Destacam-se, naturalmente, as presenças do Darracq 12 HP de 1902 conduzido por Tiago
Patrício Gouveia, do Ford A de 1930 de Luís Lavin, o Hotchkiss “La Baule” de 1930 que terá ao
volante António Dionísio e o Berliet de Luis Mata Perez, um automóvel de 1926. Por outro
lado, nos carros Pós-Guerra destaque para os vários MG presentes, o Jaguar E Type de 1967 de
Francisco Belo e para o Triumph Dolomite de João Torres Rodrigues. Os Mercedes 190 SL de
Francisco Pimentel e 350 SL de Luís Vasconcelos Pinheiro juntam-se a outras máquinas como o
Sunbeam de Luis Mata Perez ou o eterno Citroen 2CV de José Carlos Alves.
Em Castelo Branco, pelas 17h30 de sexta-feira, 15 de setembro, as máquinas do Circuito das
Beiras by Bridgestone / First Stop podem ser observadas no Parque Campo Mártires da Pátria.
Na Guarda, no sábado dia 17 de setembro, terá lugar um desfile e prova de perícia junto à
Câmara Municipal e em Coimbra, na Praça da Canção, no domingo pelas 13h00, terá lugar a
derradeira perícia do programa.

A Ética no Desporto nas Entrelinhas da Imprensa

“A ÉTICA NO DESPORTO NAS ENTRELINHAS DA IMPRENSA” é o título do livro publicado pelo Plano Nacional de Ética no Desporto, em colaboração com o CNID – Associação dos Jornalista de Desporto e as Edições Afrontamento.

Porque é que uma história nos comove? Porque é que o exemplo tem tanta força? E porque é que comunicar com valores é um dever dos jornalistas? As respostas a estas e outras questões do mesmo tipo pode o leitor encontrá-las através da leitura deste livro” escreve José Lima no prefácio.

Neste livro encontramos textos de Luís Cristóvão, Duarte Gomes, Marina Guerra, Pedro Cadima, Jorge Machado, Vítor Santos, Cláudia Oliveira, Liliana Carona entre outros.

O viseense Vítor Santos contribui com 16 trabalhos para esta obra em que aborda a ética desportiva de uma forma bastante original e direcionada aos vários agentes desportivos: atletas, treinadores, dirigentes, pais de atletas, jornalistas, árbitros e adeptos.

As “cartas” são os trabalhos mais apreciados e partilhados. Mas o artigo “silence is gold” relata uma experiência em Inglaterra sobre o comportamento dos adultos bastante interessante e exemplificativa.

Para o autor de trabalhos particularmente sobre o lado pessoal e social do desporto «os textos parecem que foram escritos hoje. Estão atuais. Penso que seja um mau indicador! Que não evoluímos nada.».

Desde 2016 que Vitor Santos tem visto o seu trabalho reconhecido no país. «Ser independente dá imenso trabalho. Trabalho que é muito mais do que aquilo que se vê. São muitas horas de preparação para o resultado. Faço sempre questão de referir que o meu trabalho é de quem andou no campo e partilha a sua experiência. A minha vivência. Um dos textos é mesmo constituído por testemunhos na primeira pessoa: táticas e modelos comportamentais» refere o autor do livro Educar o Sonho: ética e envolvimento parental na prática desportiva.

Vitor Santos tem percorrido o país e reconhece que a publicação da Federação Portuguesa de Futebol na sua Revista 360 em 2017 validou o seu trabalho e não hesita em falar de desconhecimento “no desporto temos de procurar gerir o futuro e não pensar que vai ser sempre igual ao presente. A formação é feita de etapas e esta é difícil de compreender pelos pais e por alguns treinadores.”

 2 histórias

Convidado a contar dois episódios: uma boa e má prática, Vitor Santos começou por reportar aquela que foi para si a situação mais desumana que a sua equipa viveu. «No campeonato nacional de iniciados fomos contactados, a meio da semana, para adiarmos um jogo por motivos de falecimento de um atleta da equipa que íamos defrontar. Nem se hesitou na resposta. Adiamento feito. Passado duas dezenas de dias, para aí, fomos realizar esse jogo num feriado a meio da semana. Um jogo muito disputado e a certa altura ouve-se uma voz muito forte:A culpa é nossa em aceitar adiar o jogo. Morreu…enterra-se!!». Bom… fez-se um silêncio naquele campo. Quem estava no campo, árbitros incluídos, parou a olhar para a bancada. Quem estava no banco levantou-se e virou-se para a bancada… Mas foram ali 30 a 40 segundos de um silêncio… até que rebenta a confusão e o homem (pai de um atleta meu) foi retirado pela GNR do campo. No balneário só se comentava o assunto e o filho tentava passar despercebido. Naquele momento só queria ser invisível. Mas condenamos imediatamente aquela atitude. Hoje aplaudem quem insulta e agride só porque é do mesmo clube naquele instante!!»

E uma boa prática … «Felizmente tenho muitas. O desporto é generoso. Mas de positivo posso realçar a equipa de sub10 do Sport Viseu e Benfica. Aqueles meninos e meninas tinham uma alegria que era contagiante. Não ganhávamos a nenhuma equipa, mas o sorriso estava sempre presente. Fantástico o comportamento que este/as atletas tinham. Um golo marcado era festejado como se da Champions se tratasse. A última equipa que treinei, juvenis B do Académico de Viseu também foi especial. A base desta equipa já vinha desde os sub 10 e comigo já tinham trabalhado 2 épocas. Muita cumplicidade entre todos e com resultados desportivos e sociais muito importantes. Os pais e mães formaram um grupo muito bom, foram os melhores que encontrei. Não tinha melhor equipa para deixar o treino. Estou muito grato ao desporto pelo muito que me tem proporcionado».

 

Imprensa regional

Vítor Santos publica, preferencialmente na Imprensa regional que “Valorizo muito a imprensa regional, pelas suas características, assume um papel relevante por ser um jornalismo de proximidade. Além desta realidade, há ainda a acrescentar o valor que esta Imprensa desempenha junto de todos os portugueses que vivem fora do país, longe da sua terra, dos seus hábitos, culturas, valores e tradições.”

 

Por fim revelou que tem uma nova edição revista e aumentada do livro pronta. Gostava de o publicar e partilhar todos estes trabalhos. Um dia quem sabe…

Trabalhos da autoria de Vitor Santos premiados:

Ética no desporto e na vida

Treinadores também têm culpa

Falta cultura desportiva

A participação dos pais na prática desportiva dos filhos

Faz o que eu digo, não faças o que eu faço já era

O papel dos pais na vida desportiva dos filhos

Não é fácil ser treinador

Táticas e modelos comportamentais

Carta de um jovem atleta a seu pai

Treinador: formação diferenciada

Treinadores de formação

Portugal antidesportivo

Silence is gold

Carta aberta a todos os jovens que sonham ser profissionais de futebol

Pais e filhos juntos é o melhor

Para que clube vai o meu filho?

Livro “Ecos Ensurdecidos” vai ser apresentado nas Casas do Juízo

Vai ter lugar a apresentação do livro “Ecos Ensurdecidos”, de Carlos Pereira, no domingo, dia 18 de junho, nas “Casas do Juízo” na aldeia do Juízo – Pinhel, pelas 15h30m.
Terá o eng. José Guerra que vai estar à conversa com o autor e como artista convidado vai estar Carlos Pedro, bem conhecido de todos, onde não faltará, o Movimento Poético.
Este é já o quatro livro que o nosso colaborador na parte da poesia, escreve e todos os anteriores tiveram boa aceitação por bandas dos leitores.

Almeida-Apresentação do livro “Castelos e Fortaleza na Raia Luso-espanhola: Património e Identidade”

Decorreu  no Solar São João – Casa Memória, em Almeida, a apresentação do livro “Castelos e Fortaleza na Raia Luso-espanhola: Património e Identidade”, com a chancela CTT-Filatelia, da autoria do Prof. Doutor Moutinho Borges, com ilustrações de Marín Garcia e fotografias de Adelaide Nabais, ficando o encerramento deste ato a cargo do Vice-presidente da Câmara Municipal de Almeida, Dr. Alcino Morgado.

Cada livro tem no interior a coleção de selos “Castelos e Fortalezas da Raia”, com seis selos de Bragança, Miranda do Douro, Almeida, Marvão, Elvas e Castro Marim e um bloco de Valença do Minho.

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