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Artigo de Ana Carolina Marques—- A Terapia da Fala na 3ª Idade

 

O Terapeuta da Fala pode intervir na população mais idosa?

 

O envelhecimento não tem uma data de início estabelecida. Sem nos apercebermos os cabelos ficam esbranquiçados, a pele enrugada e o tempo parece que voa. Com o envelhecimento surgem as dificuldades em funções e atividades que antes nos pareciam tão simples, como é o caso do falar, do comer ou do escrever. É aqui, que começamos a ter consciência que nem sempre as coisas mais simples estão garantidas. Com todas as alterações na vida da pessoa, muitas das vezes surge a ideia de incapacidade porque se perdeu o seu lugar na sociedade, o que pode desencadear frustrações, alterações emocionais e isolamento (porque reduzem drasticamente as interações).

À medida que as pessoas envelhecem, ficam mais propícias a desenvolver patologias que têm repercussões negativas na comunicação e na deglutição, como é o caso do AVC, Parkinson, Alzheimer, entre outros. A capacidade de articular com precisão as palavras, compreender e expressar mensagens verbais pode também estar alterada nestas patologias.

Se quisesse dizer obrigada ao seu filho ou parabéns ao seu neto e as palavras não saíssem? Como se sentia? O que ponderava fazer? E se não conseguisse comer porque se engasgava com frequência ou porque não conseguia engolir? Como ficava? Onde ia procurar ajuda? Qualquer pessoa pode vir a ter problemas ao nível da comunicação e/ou da deglutição ao longo do processo de envelhecimento, quer este seja fisiológico (natural) ou patológico.

As alterações na comunicação são das mudanças mais evidentes e que por vezes advêm da presbiacúsia (envelhecimento do aparelho auditivo) porque a pessoa não compreende o que lhe é dito. Estas condições influenciam negativamente a pessoa, levando-a à solidão e à deterioração da imagem a nível social. Deste modo, podemos concluir que as alterações comunicativas podem também advir de condições patológicas.

As alterações na voz e na fala dizem muito sobre a nossa saúde. A presbifonia (envelhecimento da voz) pode surgir em qualquer momento e depende da saúde física/psicológica da pessoa, da alimentação, estilo de vida ou mesmo fatores ambientais. Assim, é necessário estar atento aos sinais porque podem ser indicativos de problemas neurológicos, funcionais ou orgânicos que não podemos ignorar.

As dificuldades na alimentação (disfagia), nomeadamente em engolir os alimentos de forma segura, são muito comuns e podem ter como causa os problemas neurológicos (AVC, TCE, Parkinson, Alzheimer, Paralisia Cerebral…). As dificuldades podem evidenciar-se na mastigação, manipulação do alimento ou mesmo no transporte deste. Este tipo de perturbação pode implicar consequências assoladoras na qualidade de vida da pessoa, desde desidratação, subnutrição, depressão, asfixia, até, eventualmente, a morte.

A intervenção direta do Terapeuta da Fala abrange o envelhecimento fisiológico mas também o patológico, onde, de forma geral, se promove sempre a autonomia, qualidade de vida e realização pessoal. É também efetuada uma intervenção indireta, onde os cuidadores fazem parte de todo o processo de reabilitação, já que a comunicação com estes são requisitos fundamentais para manter a qualidade de vida.

A formação do Terapeuta da Fala qualifica-o para dar resposta às necessidades da pessoa idosa considerando os fatores biopsicossociais, aconselhando-a e reabilitando algumas das funções. Deste modo, o tratamento adequado e o envolvimento dos cuidadores permite atuar não só no foco da patologia mas também no contexto da pessoa, tentando ultrapassar as barreiras e superando as suas dificuldades.

Em caso de dúvidas, consulte um Terapeuta da Fala.

 

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

 

PS Celorico da Beira reage em comunicado Sobre paradeiro de cães errantes

Ninguém sabe para onde foram os cães errantes capturados pelo município de Celorico da Beira

Em Comunicado, o PS de Celorico da Beira refere que:” O Canil Municipal da Guarda e o Canil Municipal da Mêda afirmam que não receberam quaisquer animais da parte do Município de Celorico da Beira.
Nos últimos tempos, vários cidadãos foram noticiando o desaparecimento de cães errantes em algumas ruas do concelho, desconhecendo-se qual o destino que foi dado aos mesmos em virtude de o canil municipal ainda não se encontrar em funcionamento.
Na informação escrita do Senhor Presidente à Assembleia Municipal, sobre a atividade municipal e financeira do município de dezembro de 2021 a fevereiro de 2022, encontra-se referido que, durante aquele período, procedeu-se à «Captura e encaminhamento de animais errantes».
Durante a sessão da Assembleia Municipal, que teve lugar no dia 25.02.2022, o executivo municipal foi questionado pelos deputados da oposição para onde foram encaminhados os animais capturados. Em resposta, o Senhor Presidente referiu que os mesmos haviam sido encaminhados para o Canil Municipal da Guarda e para o Canil Municipal da Mêda.
Questionados, formalmente, aqueles canis sobre quantos animais receberam com origem no município de Celorico da Beira, responderam, respetivamente, nos dias 21.03.2022 e 22.03.2022, afirmando que, durante 2021 e 2022, não deu entrada  qualquer canídeo proveniente de Celorico da Beira”.
“O Senhor Presidente faltou, por isso, à verdade aos deputados da oposição, durante a sessão da Assembleia Municipal de 25.02.2022.
Adensa-se, assim, o mistério sobre o destino que foi dado aos cães errantes que o município de Celorico da Beira afirma ter capturado nas ruas do concelho de Celorico da Beira, durante 2021 e 2022″.

Mangualde faz remodelação da EN 16 na sua área de intervenção

O Município de Mangualde está a intervencionar a EN16, com o objetivo de melhorar as condições de circulação e de segurança rodoviária. A empreitada em curso, cujo investimento municipal é de cerca de 120 mil euros, contempla a substituição de todos os sinais verticais e a pintura termoplástica com adição de pérolas refletoras em todos os troços.

Proceder-se-á ainda ao complemento de sinalização, vertical e horizontal, em pontos considerados críticos, como por exemplo a reta da Sra. do Castelo/Cruzamento de Almeidinha e a curva que antecede o cruzamento da Cunha Alta.

Marco Almeida, Presidente da Câmara Municipal de Mangualde destaca o objetivo desta intervenção municipal: “estamos a melhorar as condições de circulação rodoviária e a incrementar as condições de segurança rodoviária em toda a extensão da via”.

O troço agora intervencionado está sob administração do Município de Mangualde desde o limite com o concelho de Viseu (Oeste) e o limite com o concelho de Fornos de Algodres (Este).

Artigo de Vítor Santos—Desporto tuga

Todos os momentos são oportunos para se abordar o tema da ética no desporto.

No desporto português existe, pelo menos, algo transversal a todos os agentes e clubes: a desconfiança. Um sentimento muito português em que o outro só ganha porque é “chico‑esperto” e nunca por mérito. No desporto não pode existir dúvida nenhuma em relação ao mérito do vencedor, pelo que a vigilância ética tem de ser vivida por todos.

O adepto anónimo tem todo o direito a ser fanático pelo seu clube e fazer todo o tipo de comentários e avaliações, por mais ridículos que sejam. Quando falamos de agentes desportivos (dirigentes, treinadores, atletas, árbitros, jornalistas, pais, etc.), já não temos de ser tolerantes ou permissivos. Temos de ser exigentes no respeito pelo desporto, pela modalidade e pelo agente desportivo.

A verdade é que existe logo de início uma perceção de incompetência dos outros. Os treinadores, árbitros e adversários são todos uns incompetentes e “eu” é que sei. Esquecemo‑nos do mérito. Que do outro lado existe trabalho, dedicação e vontade iguais ou superiores muitas vezes aos nossos. Outra perceção também imediatamente subjacente é a de injustiça. O mundo está todo contra nós. São as competições que estão mal, a equipa adversária que faz batota, a nomeação de árbitro/VAR que visa prejudicar‑nos. A vitimização é por demais evidente. Os argumentos são sempre os mesmos: “pequenos, mas dignos”, “da aldeia, com muito gosto”, “pobres, mas sem dívidas”. Este tipo de argumentos não faz sentido quando falamos de desporto. Temos é de falar de organização, superação, trabalho, etc.

Perante tudo isto, assistimos a uma falta de respeito pelos agentes desportivos: treinadores, árbitros, dirigentes e atletas. O treinador porque é chulo, o árbitro porque é corrupto, o atleta porque é vadio e o dirigente porque é um oportunista. Estes são os alvos dos mais variados comentários depreciativos. Não raro são os próprios dirigentes e treinadores a darem voz a estas observações, o que ainda é muito mais grave. Estes julgamentos primários definem o carácter de quem os faz e não do alvo a que se dirigem.

Os líderes são pouco líderes. Não acreditam nas suas escolhas, nas suas equipas, no seu trabalho! Quando um treinador permite que seja feita alguma intervenção extrajogo por parte da direção do clube, nunca mais vai ser respeitado. Se corre bem, será a direção a vangloriar-se de ter ganho o jogo, a competição. Se corre mal, é despedido.

Os principais clubes portugueses não têm muito a ensinar em termos de gestão. Os passivos financeiros são conhecidos e muito do ruído que fazem é para não se falar do que realmente importa: o jogo. Por isso não vão por aí, porque vão gastar dinheiro que não têm e que vão ter de pagar.

Quando falamos em formação, tudo se amplifica. Os pais são dos que alinham neste tipo de estar no desporto e argumentam desta forma. Têm de ser educados e ensinados sobre o que é o desporto e a modalidade. Ninguém quer prejudicar o seu filho. Ele não é o centro do mundo. É uma criança que quer divertir-se e aprender a jogar. O treinador não persegue o seu filho. O árbitro nem sabe quem é o seu filho. O adversário quer o mesmo que o seu filho.

Por isso, deixem jogar e desfrutem do espetáculo que é o desporto. Tal como o seu filho.

 

Vítor Santos

Embaixador do Plano Nacional de Ética no Desporto

Artigo de Saúde de Sara Morais— Ao Encontro do Desejo e da Necessidade

O longo caminho da vida é ditoso, errante, repleto de dualidades o que implica uma boa dose de perseverança e compreensão sobre os processos do “eu”. Na jornada, o leitor é confrontado por dois importantíssimos atalhos: o Desejo e a Necessidade.

Desejo é, intrinsecamente, algo que lhe é familiar. Não vale a pena negar… Já por diversas vezes, durante a sua caminhada, fechou os olhos e, sim, abandonou a razão, ou qualquer ato consciente e, instintivamente, desejou algo como se estivesse à mercê da roda da fortuna. Essa força instintiva e inconsciente é crescente e perentória à medida que o Ser Humano vai interagindo e experienciado ao longo dos anos. O desejo, designa-se, assim, por uma energia direcionada para satisfazer algo que realmente quer muito, mas que não é imperativa para a sua sobrevivência.

Em termos fisiológicos este processo ocorre quando o centro de recompensa, localizado no cérebro, é submerso pela substância dopamina que cria a sensação de desejo, contudo sem causar um impacto hedônico. Assim, quando o leitor é submetido a uma experiência de superação, como por exemplo: ganhar um concurso ou concluir uma obra de arte; a dopamina é produzida em grandes quantidades e, por conseguinte, leva-o a desejar, através da recordação, a experienciar mais momentos equiparados.

Por vezes, o leitor usa este atalho para suprimir a distância de um caminho mais longo, porque o faz sentir temporariamente mais preenchido ou, simplesmente, porque faz parte da sua natureza. O desejo é um processo que deve ser usado para alavancar o sujeito para ação e para o desenvolvimento do conhecimento através da experimentação. Contudo, se usado de forma imprudente poderá levá-lo a divergir do seu carreiro equilibrado e saudável.

Do outro lado da bifurcação encontra a Necessidade que é tudo o que representa a carência capaz de comprometer a sobrevivência e, por essa razão, quando não colmatada, recebe toda atenção e energia do sujeito, como por exemplo: a fome. No momento em que a concentração de nutrientes (glicose no sangue) está diminuída, o Hipotálamo recebe ordens para procurar a ingestão de alimento para compensar a carência orgânica. Por este motivo, é que o leitor já terá escutado que “a necessidade aguça o engenho”, ou seja, quando uma privação representada pela pirâmide de Maslow é percebida, o individuo é motivado para direcionar a sua energia para satisfazer as suas carências.

A saúde mental é, também, dependente da busca pela satisfação das necessidades e pelo adorno dos desejos. Por isso é fundamental ter clareza sobre estes processos para ajudá-lo a compreender as necessidades por de trás dos desejos. O desejo não tem que ser um viés negativo, pois faz parte da natureza humana. Contudo é importante desenvolver a autoconsciência e o autoconhecimento para estabelecer um equilíbrio entre estes dois processos.

Ao experienciar a Hipnose Clínica, o leitor terá a possibilidade de entrar em contacto com os seus desejos e carências mais profundas. Tomar consciência das dificuldades e identificar as suas necessidades, libertar-se da condição de refém pelos impulsos. Surge, então, uma consciência trabalhada no sentido de buscar para a sua vida um equilíbrio sustentado na satisfação das suas necessidades pelo meio da alimentação adequada, segurança, educação, lazer, socialização, e auto valorização.

Para concluir, a Hipnose Clínica vincula-se, assim, como a coluna dorsal de um novo mapa mental, uma nova configuração do “eu” nesta sua caminhada em que as várias exigências beliscam, diariamente, o seu trajeto de vida saudável e equilibrado.

No próximo boletim saúde poderá verificar mais sobre por que repetimos os padrões autodestrutivos e o papel da Hipnose Clínica.

 

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Consultas 91 63 54 106

sfilipa.morais@gmail.com

“Fim de Semana do Cabrito”com sucesso em Penalva do Castelo

Aconteceu nos dias 7 e 8 de maio, numa parceria entre a Câmara Municipal de Penalva do Castelo e os estabelecimentos de restauração do concelho aderentes, o “Fim de Semana do Cabrito”.
Os sete estabelecimentos de restauração aderentes – O Templo, O Carneiro, Pizzaria da Lameira, 259, Casa da Ínsua, O Telheiro e Casa de Petiscos Recordo, abriram portas e com a arte de bem receber promoveram sabores memoráveis e a iguaria principal – o Cabrito.
Os participantes foram brindados com uma prova de Queijo Serra da Estrela, uma oferta do Município de Penalva do Castelo que teve como objetivo principal a promoção dos produtos endógenos. Além disso habilitaram-se ao sorteio de um almoço/jantar para duas pessoas. Este ano o contemplado foi Hugo Marques, do concelho de Sátão.
A Autarquia pretendeu com esta iniciativa gastronómica, promover os produtos endógenos e atrair mais turistas e visitantes.

Guarda vai ter um Centro Operacional Agrícola

Foi assinado entre a Câmara Municipal da Guarda e a AgroGuarda  um contrato de comodato que tem por objetivo, a criação de um Centro Operacional Agrícola da Guarda, através da cedência de um espaço localizado na Plataforma Logística, com uma área total de 1.323,00m2. Sublinhando a importância do setor agrícola no desenvolvimento da economia, Sérgio Costa, presidente da Câmara, afirmou que com a implementação deste Centro “estamos a criar condições para que os nossos agricultores tenham quem os ajude a promover, a divulgar e escoar os seus produtos”, acrescentando que “a Guarda precisa que os seus produtos sejam reconhecidos pela sua origem porque têm qualidade de excelência”. Esta sessão, que decorreu dia 9 de maio, nos Paços do Concelho, contou com a presença do presidente e do vice-presidente da AgroGuarda, Jorge Godinho e José Simão Cabral, que assinaram o contrato, da Diretora Adjunta da DRAPC, Vanda Batista, de Presidentes de Junta e de diversos agricultores do concelho da Guarda.

Documentário sobre gastronomia e vinhos do Centro de Portugal recebe prémio internacional

O documentário Uma Viagem-Romance pela Gastronomia e Vinhos do Centro de Portugal, by Diogo Rocha”, produzido pela Turismo Centro de Portugal, venceu um prémio na competição “Doc & TV” do 4.º Festival Internacional de Filmes de Turismo de África, que decorreu na Cidade do Cabo, na África do Sul. O documentário recebeu um “Silver Award”, correspondente ao segundo lugar na categoria “Travel & Tourism” (Viagens & Turismo).

O prémio foi recebido por Jorge Teixeira de Sampayo, Cônsul-Geral de Portugal na Cidade do Cabo.

O documentário “Uma Viagem-Romance pela Gastronomia e Vinhos do Centro de Portugal” é um projeto da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal, que inclui um livro com o mesmo nome. No documentário e no livro, o chef Diogo Rocha, do restaurante Mesa de Lemos, em Viseu, distinguido com uma Estrela Michelin, presenteia-nos com um roteiro pelo melhor que a região Centro de Portugal tem para oferecer a nível da gastronomia e dos vinhos – resultado de um percurso de mais de 1600 km que realizou pelo território, com 44 visitas incríveis.

O livro e o documentário inserem-se no projeto de comunicação e promoção turística “Experiências By“, uma iniciativa da Turismo Centro de Portugal que promove as características distintivas do território, através de uma rede de curadores de experiências em diversas áreas. O chef Diogo Rocha é o curador das experiências gastronómicas.

O documentário foi produzido para a Turismo Centro de Portugal pela INC Films, com base num conceito da agência criativa Local Heroes.

Pode ver o documentário premiado em https://youtu.be/ExzmEUqovkM

Dois prémios para o Centro de Portugal no festival

Este foi o segundo prémio alcançado por filmes do Centro de Portugal no 4.º Festival Internacional de Filmes de Turismo de África. Há dois dias, o “Aqui Entre Nós”, filme promocional do Turismo Centro de Portugal, tinha sido distinguido na competição dedicada aos filmes de turismo internacionais. O galardão foi igualmente um “Silver Award”, na categoria “Destino Turístico Região”.

Drag Racing e Rampa da Guarda são grandes atrações de 2022 da Guarda Unida Desportiva

Foi apresentado, na sala António de Almeida Santos, nos Paços do Concelho, o calendario de atividades do Guarda Unida Desportiva para este ano 2022, com destaque para  Drag Racing, a grande novidade a contar para o Campeonato Nacional, a prova, na cidade mais alta, está marcada para o dia 23 de outubro. A Rampa Regional da Guarda, que se apresenta como prova candidata ao Campeonato de Portugal de Montanha JC Group, acontece a 4 de setembro, na EN18.1, de Valhelhas até ao Alto de Famalicão da Serra.
O calendário apresentado inclui provas de perícia a contar para o Racing Trophy das Beiras e para o Troféu Raiano de Perícias, bem como o encontro de Tunning da Guarda. Sérgio Costa, presidente da Câmara, garantiu que “o Município da Guarda será sempre um parceiro ativo e impulsionador de boas práticas em todas as atividades que tragam mais-valias para o nosso território”. Durante esta sessão decorreu também a entrega de prémios aos pilotos, no âmbito do Troféu Raiano de Perícias 2021, cujo vencedor na geral foi o também campeão nacional, Jorge Almeida, e dos prémios do Racing Trophy das Beiras 2021, cujo vencedor foi Flávio Saínhas.

Kartcross-Mação madrasta para as aspirações do NelaSport

Nem tudo que começa bem, acaba bem. Assim se pode resumir o fim de semana para a equipa NelaSport em Mação. Determinado em amealhar em bom resultado, nesta que foi a segunda ronda do Campeonato de Portugal de Kartcross, Alexandre Borges, entrou forte, averbando o primeiro ponto do fim de semana, com a volta mais rápida nos treinos cronometrados.

Ao longo das três corridas de qualificação, esteve sempre entre os mais rápidos em pista, demonstrando o porquê de ostentar o título de vice-campeão de 2021. No entanto e pelo segundo ano consecutivo, a pista da Boavista, voltou a ser madrasta para as pretensões da estrutura nelense. Partindo da parte exterior (menos favorável), da primeira linha da grelha de partida para a Final e com um forte arranque, um ligeiro toque com a roda traseira, na primeira curva, quando se preparava para lutar pela liderança, levou a que o kartcross entra-se em pião, tendo sido de seguida abalroado por outro piloto que não conseguiu evitar o toque e a danificar irremediavelmente o Semog, forçando a sua desistência.

Não era este o desfecho que esperava. Foi tudo muito rápido e só ao ver as imagens calmamente é que tive a perceção que o toque foi por poucos centímetros, mas infelizmente, foi o suficiente para condicionar a prestação do fim de semana. São corridas e por vezes estas coisas acontecem. Claro que quando nos toca a nós, ficamos frustrados, mas agora é pensar já na próxima Prova, agendada para o fim de semana de 4 e 5 de junho, em Baltar”, refere Alexandre Borges.

Fotos: newsmotorsports