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Magusto da Velha voltou a Aldeia Viçosa

O Magusto da Velha regressou a Aldeia Viçosa, após o interregno de dois anos devido à pandemia Covid – 19. Nesta edição, que contou com a presença do presidente da República, para além da habitual distribuição de castanhas e de vinho, houve também rebuçados para as crianças e a degustação de torradas com azeite. A animação da iniciativa contou com a dramatização do Testamento, pelo Grupo Hereditas.

O “Magusto da Velha”, remonta ao século XVII e é revivido anualmente no dia a seguir ao Natal nesta localidade do concelho da Guarda.

Magusto da Velha 2022 está de volta em Aldeia Viçosa

Depois da pandemia, eis que este Natal está de volta  o Magusto da Velha 2022, com os moldes tradicionais, desta forma a Junta de Freguesia de Aldeia Viçosa, convida todos a participarem nesta festa SECULAR (século XVI/XVII) e SINGULAR (única no mundo).
Vão novamente distribuir castanhas e vinho (para cumprir o Testamento), rebuçados, torradas no melhor azeite do mundo (o nosso), jeropiga.
Haverá a participação do grupo Hereditas, Tiago Sami Pereira, Grupo de Percussão de Valhelhas, DJ Maksimus.
Os sinos irão repenicar. O Madeiro de Natal irá aquecer toda a gente, não esquecer as cavaladas.
Mas o mais importante será a Missa por alma da Velha como manda o Testamento. Em suma, o Magusto é também a celebração da SOLIDARIEDADE.

Magusto da Velha em Aldeia Viçosa adaptado à pandemia

Em comunicado, a Junta de Freguesia de Aldeia Viçosa  informa que não irá realizar o Magusto da Velha nos moldes tradicionais, devido ao agravamento da pandemia. O Magusto da Velha é uma festa de ajuntamentos, com as crianças aos magotes na recolha de castanhas e rebuçados, são os homens encavalados nas tradicionais cavaladas, são os amigos que se aglomeram para brindar com o vinho da Quinta do Ministro ou em volta das deliciosas torradas embebidas no melhor azeite do mundo, são as famílias em comunhão à volta do madeiro, etc.
Seriam demasiados riscos, em tempos que se complicam.

De todo o modo, o Testamento tem que ser cumprido anualmente, como tem acontecido desde, pelo menos, o século XVII.
Assim, à semelhança do que foi feito no ano anterior, A Junta de Freguesia de Aldeia Viçosa vai organizar um pequeno cortejo, com animação musical, para levar castanhas e vinho a todos os lares. Caberá a cada casa rezar o “Padre-Nosso” pela alma da Velha, em reconhecimento do gesto solidário que a mesma teve com os nossos antepassados de Porco (antiga designação da aldeia), na Idade Média.

Magusto da Velha na Freguesia de Aldeia Viçosa não se realiza na totalidade

Em comunicado a Junta de Freguesia de Aldeia Viçosa vem informar que:” Após um período de acompanhamento da evolução da pandemia, a Junta de Freguesia de Aldeia Viçosa decidiu, de forma responsável, não realizar o Magusto da Velha nos moldes em que, ancestralmente, se tem vindo a fazer. O Magusto da Velha é a festa dos ajuntamentos por excelência, em que o povo e os turistas se juntam no Adro para apanhar castanhas, para brindar com o vinho da Quinta do Ministro, para as tradicionais cavaladas e para os ajuntamentos de famílias e amigos. Como é do conhecimento público, o Governo e as entidades públicas de saúde proíbem os ajuntamentos.
No entanto, a Junta de Freguesia cumprirá com a “tradiçom” que ficou lavrada no Testamento, no qual a Velha, a Paróquia de Santa Maria de Porco (antiga designação toponímica de Aldeia Viçosa) e o Povo acordaram, há bem mais de meio século. Sob o lema “se o povo não pode ir à Velha, a Velha irá ao povo”, a Junta de Freguesia, em colaboração com a Câmara Municipal da Guarda, irá levar a Velha a casa de cada um. Para tal, a Associação Hereditas e a autarquia farão um cortejo animado, em que a Velha levará, a cada domus, um castanhas e vinho para cumprir com a tradição. Caberá a cada um rezar o “Padre-nosso” pela alma da Velha. Assim, o Magusto da Velha de 2020 será, infelizmente, para “consumo interno”, a bem da saúde de todos. A Junta de Freguesia tem sido contactada por várias agências de turismo do litoral para trazerem os seus clientes ao Magusto da Velha, mas as intenções têm sido reprovadas, ficando a promessa de que no próximo ano o evento regressará ainda mais forte.
A Junta de Freguesia de Aldeia Viçosa tinha previsto um Magusto da Velha especial para este ano, com a revelação de descobertas surpreendentes, conseguidas na Torre do Tombo, sobre o Magusto da Velha e a sua benfeitora. Há documentação que sugere que o episódio que dá origem a esta tradição remonta ao século XIV. Recordamos que, em 1698, o Padre António Meireles, na sua função de recolher os “Usos e Costumes desta Paróquia”, já testemunhava por escrito a existência do evento. Já nessa altura o nome da Velha se tinha perdido pela memória dos tempos, o que condiz com as teorias dos historiadores que situam o evento séculos antes desta data.
A Junta de Freguesia tinha também programado a homenagem a personalidades que, nos últimos anos, tinham feito bem à freguesia, ajudando a honrar o seu bom nome. Esta autarquia está crente que no próximo Magusto da Velha a pandemia terá sido vencida, e concretizará, então, estes dois objetivos. Graças às démarches que estão em curso, a Junta de Freguesia espera ainda apresentar algumas conclusões sobre a candidatura do Magusto da Velha a património imaterial, projeto que adstrito ao projeto da candidatura de “Guarda Capital Europeia da Cultural”.

Magusto da Velha em Aldeia Viçosa

No dia 26 de dezembro, cumpriu-se mais um Magusto da Velha em Aldeia Viçosa, uma obrigação secular , que nasceu no século XVII e que se tem cumprido até aos dias de hoje.
Esta tradição surgiu quando uma Velha muito abastada e proprietária da grande “Quinta do Lagar de Azeite”, na povoação de Porco,(agora Aldeia Viçosa) deixou um Testamento à Igreja no qual havia a obrigação de distribuir castanhas e vinho ao povo. Em troca, o povo tinha que rezar “um Padre Nosso” na Igreja pela sua alma.
Foram lançados da torre da Igreja 150kg de castanhas. Houve degustação de vinho, jeropiga e pão torrado com azeite , animação musical pelo Grupo :”A Mensagem” e dramatização pelo grupo Hereditas.

Tradição do MAGUSTO DA VELHA em Aldeia Viçosa a 26 de dezembro

 150 Kg de castanhas lançados da Torre da Igreja
Esta tradição remonta ao século XVII, quando uma Velha muito abastada e proprietária da grande “Quinta do Lagar de Azeite”, na povoação de Porco, deixou um Testamento à Igreja no qual havia a “obrigaçom” de distribuir castanhas (o alimento principal à época) e vinho ao povo. Num século marcado pela fome e doenças, pela decadência do Império, pela crise subsequente ao domínio Filipino e às Guerras Civis da Restauração, esta dádiva era “divina”. Em troca, o povo tinha que rezar “um Padre Nosso” na Igreja pela sua alma. A tradição está documentada pelo Padre António Meirelles, em 1698, no seu levantamento de “Usos e Costumes da aldeia de Porco”.
Todos os anos, o povo de Porco, agora Aldeia Viçosa, cumpre com as suas obrigações. No dia 26 de dezembro,são lançados da Torre da Igreja 150 Kg de castanhas e distribuídos 50 litros de vinho pelo povo. A festa começa com a Missa pela Alma da Velha, na magnífica e incomparável Igreja Matriz de Aldeia Viçosa, às 14h30. Esta ano, a celebração litúrgica vai ser animada pelos Escuteiros da Guarda.
Depois rebenta todo um ambiente dinâmico de sensações plurais: as castanhas lançadas da Torre da Igreja, os brindes à volta do vinho da Quinta do Ministro, as tradicionais cavaladas, as torradas quentinhas mergulhadas no melhor azeite do mundo, o Madeiro ainda a aquecer o Adro, os sinos a tocar a rebate, a dramatização a cargo do grupo Hereditas, a animação musical com o Grupo “A Mensagem” a encher o Adro e as ruas da freguesia, e muito mais.
Aldeia Viçosa perpetua assim um gesto de solidariedade de fraternidade, de paz. O Município da Guarda é parceiro na organização e promoção deste evento.

Magusto da Velha em Aldeia Viçosa

A Junta de Freguesia de Aldeia Viçosa vai organizar mais uma vez o seu Magusto da Velha, nesta quarta- feira, 26 de dezembro, a partir das 14h30.
Este ano vão recordar o único Soldado nascido em Porco (Aldeia Viçosa) e morto na 1ª Guerra Mundial no dia 16 de junho de 1917. Assim, a Missa será pela Velha e por este Soldado (António Martins). Irão prestar-lhe uma homenagem neste momento.
Seguir-se-á toda a dinâmica do Magusto: castanhas, rebuçados, vinho, música, teatro, cortejo, Madeiro do Natal, torradas em azeite, sinos a rebate, etc.
À semelhança do ano transato, o grupo HEREDITAS irá dramatizar cenas do medieval da freguesia, tal como a atribuição da Carta de Foro à Villa de Santa Maria de Porco, em 1238, no reinado de Dom Sancho II, e o Testamento estabelecido pela Velha com o povo.