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Concertos do Dia da Mãe e Dia de Portugal em Mangualde

Orquestra POEMa, Orquestra Infantil POEMinha e Coro Misto do Conservatório Regional de Música de Viseu protagonizam os momentos musicais

O Município de Mangualde irá assinalar o Dia da Mãe, no próximo dia 7 de maio, com um concerto protagonizado pela Orquestra Infantil POEMinha, na Biblioteca Municipal de Mangualde; e o Dia de Portugal, 10 de junho, com um concerto sinfónico – coral protagonizado pela Orquestra POEMa e pelo Coro Misto do Conservatório Regional de Música de Viseu, na Igreja do Complexo Paroquial. Ambas as iniciativas são de entrada livre e decorrerão pelas 21h30.

Os momentos musicais são promovidos pelo Município em parceria com a Biblioteca Municipal de Mangualde, o Conservatório de Música de Viseu, o Agrupamento de Escolas, contando com o apoio da Paróquia de Mangualde.

A Orquestra Infantil POEMinha protagonizará o momento de homenagem a todas as Mães, numa noite musical cheia de emoção. O concerto, que permitirá comemorar a efeméride, é de entrada livre e decorrerá no dia 7 de maio, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Mangualde.

Para comemorar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, celebrado a 10 de junho, o Município promoverá um concerto sinfónico – coral protagonizado pela Orquestra POEMa e pelo Coro Misto do Conservatório Regional de Música de Viseu, que contará com a Solista Anícia Costa. Os Mangualdenses poderão desfrutar do feriado nacional com esta iniciativa musical de entrada livre, que decorrerá pelas 21h30, na Igreja do Complexo Paroquial.

Orquestra POEMa, uma iniciativa da Câmara Municipal de Mangualde em parceria com o Conservatório Regional de Música de Viseu – Dr. José de Azeredo Perdigão e o Agrupamento de Escolas de Mangualde, nasceu em 2013 e tem como intervenientes elementos das Bandas Filarmónicas do concelho de Mangualde, alunos e ex-alunos do Conservatório Regional de Viseu. Composta por jovens com idades compreendidas entre os 12 e os 30 anos de idade, dividindo-se em duas formações: Orquestra de Sopros e Orquestra de Câmara.

Orquestra Infantil Poeminha foi um projeto iniciado em 2018 no âmbito da Promoção do Sucesso Educativo Viseu Dão Lafões, desenvolvido dentro das linhas de intervenção “Aprendizagens formais, não formais e informais para o Sucesso Escolar”. O seu objetivo é a formação e o desenvolvimento de jovens do concelho de Mangualde, proporcionando-lhes momentos de formação formal e informal, através de atividades artísticas não curriculares, na área do ensino especializado da música (estudo de um instrumento musical e prática instrumental em conjunto/orquestra), que lhes permitam desenvolver competências cognitivas de concentração, organização, perceção auditiva, memória e disciplina, entre outras, que estão associadas ao sucesso escolar. Atualmente integram este projeto 65 alunos e 10 professores, abrangendo diversos instrumentos: flauta transversal, clarinete, saxofone, trompa, trompete, trombone, percussão, violino, viola d’arco e violoncelo.

Artigo de Música de Madalena Fonseca— Ópera – Canto sofrido ou sentido?

No livro “Breves Notas Sobre Música”, de Gonçalo M. Tavares, de acordo com Henri Jeanson, um cantor de ópera é: “uma pessoa que recebe uma facada nas costas e que em vez de sangrar, se põe a cantar”. Podemos observar como a música (geralmente) é sentida por quem a canta, e como se faz sentir ao ouvinte, através da voz e performance do cantor. Sendo o canto operático, um tipo de música intensa nos seus vários níveis, podemos relacioná-lo, de forma metafórica, a uma “facada nas costas” do cantor. O sentimento é transportado pelo cantor, através da música que sai da sua voz – o sentimento seja de dor ou tristeza, mostra como o cantor “sofre” de forma “bela”. Da “facada”, advém algo contrário ao que seria esperado (que seria um grito), e algo que toca o ouvinte. É, portanto, “tudo possível” no palco, todos os sentimentos são possivelmente musicados, e tornados belos para os nossos ouvidos. A carga de sentimento que um cantor operático, ou qualquer outro cantor, coloca na sua voz, atinge o espectador, fazendo-o sentir. Esse excerto, explica como o cantor operático supera a carga dolorosa de uma música, através da projeção da sua voz pelas bancadas dos espectadores. Projeção essa, bela e melodiosa para nós, e que mostra como a música pode tornar belo, o que seria o seu contrário. Esta é uma ótima definição para o que é a música, o seu poder de transformar o que queremos repelir e distanciar, numa obra de arte, bela e emocionante.

 

Madalena Fonseca

Projeto ALTAMENTE arrancou em Mangualde

Iniciativa intermunicipal visa trabalhar a área da música envolvendo os agentes locais.

O Município de Mangualde deu início ao Projeto ALTAMENTE, no passado domingo, dia 20 de fevereiro, com a primeira sessão de capacitação artística. Uma das iniciativas delineadas para o ano 2022 que decorre no âmbito do Projeto Intermunicipal “Alto Mondego Rede Cultural”, envolvendo os Municípios de Mangualde, Nelas, Fornos de Algodres e Gouveia.

 O projeto ALTAMENTE visa trabalhar a vertente da música, envolvendo os agentes locais. Desta forma, foram convidadas a integrar esta iniciativa as Associações Culturais locais, as Bandas Filarmónicas e os Ranchos Folclóricos.

Os elementos inscritos participarão em quatro sessões de capacitação na área da música, que contam com a presença de artistas de reconhecida experiência em matéria de criação e qualificação artística e cultural, que terão como missão a transmissão de conhecimentos e de novas técnicas artísticas, estimulando o desenvolvimento de um trabalho criativo e qualificado nas áreas das artes, em específico da música.

Nestas sessões serão trabalhadas novas competências alicerçadas na identidade cultural do território constituindo uma vantagem para as próprias entidades, para o território da rede cultural e para toda a envolvente regional, no sentido de alavancar a qualidade da oferta cultural.

Este trabalho de capacitação culminará com a realização de 8 espetáculos, dois em cada um dos quatro Municípios da Rede, com datas já previstas: Mangualde – 3 de abril e 10 de junho; Fornos de Algodres – 2 de abril e 11 de junho; Nelas – 23 de abril e 18 de junho; Gouveia: 10 de abril e 19 de junho.

O projeto ALTAMENTE é apoiado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Sons do Minho e Fernando Daniel animam 43ª edição da Feira do Queijo em Celorico

Das voltas que a queijeira dá à coalhada (leite, sal e flor do cardo) no acincho, misturada com a sua arte e as técnicas milenares legadas dos antepassados, sai das suas mãos uma obra prima, uma das 7 maravilhas da gastronomia nacional – o queijo Serra da Estrela.

Com o propósito de homenagear os artífices do queijo (pastores e queijeiras) e promover, valorizar e comercializar este produto nobre da pastorícia e outros produtos locais de qualidade superior, a Feira/Festa do Queijo conta com um recheado e atrativo Programa de Atividades com destaque para o cantor Fernando Daniel, os Sons do Minho e o Programa “Somos Portugal” da TVI, como cabeças de cartaz.

Durante os três dias a animação está garantida em Celorico da Beira: animação de rua, animação infantil, gastronomia, showcookings, artesanato, caminhada “Rota do Pastor” e muita música de diversas sonoridades e ritmos, trazidas pelos grupos de cantares, grupos de concertinas, rancho folclórico e os concertos ao vivo.

 

Sessões de esclarecimento no projeto “Alto Mondego’ Rede Cultural”

Diversas sessões de esclarecimento sobre capacitação artística na área da música, vão surgir, no âmbito do projeto “Alto Mondego’ Rede Cultural”, uma proposta de programação cultural em rede no território composto pelos Municípios de Nelas, Fornos de Algodres, Gouveia e Mangualde, decorrerão no dia 15 de janeiro de 2022 .

Em Mangualde,  a sessão decorrerá às 10h na Biblioteca Municipal , em Gouveia, a partir das 14h00, no Teatro Cine, em Nelas, às 18h no Edifício Multiusos, e em Fornos de Algodres  às 21h no Centro Cultural Dr. António Menano . Marca o início de uma nova coprodução nos municípios da rede.

No primeiro semestre deste ano entram em cena Bitocas e Artur Fernandes, que juntamente com as associações locais que aderirem ao projeto, irão apresentar 8 espetáculos pelo território do Alto Mondego’ Rede Cultural. Nestes espetáculos participarão diversificadas formações instrumentais e/ou corais, de acordo com as tradições e realidades locais. Desenvolver-se-ão, entre outras competências, a cooperação artística, a criatividade no coletivo, a criação artística multicamada. Dar-se-á ênfase a: criação a partir do espólio tradicional do território, conceção de eventos artísticos sem interações prévias, performance orientada para novos conceitos, direção artística, gestão de recursos humanos e dinâmicas de ensaio. Numa perspetiva ambiental, os aspetos relacionados com a planificação e maquetagem, cenografia ou figurinos e gestão de recursos técnicos terão o cuidado de reutilizar materiais disponíveis.

As sessões de esclarecimento permitirão às associações locais tomar conhecimento e planear toda a dinâmica prevista para 2022 na área da música.

Artes ibéricas em Vouzela

O Município abre portas a residência artística que procura valorizar cultura rural contemporânea de origem portuguesa e espanhola

Entre 1 a 10 de novembro, o concelho de Vouzela torna-se palco da Esquina Noroeste, uma residência artística que acolhe quatro coletivos ibéricos, que têm em comum a partilha de vínculos territoriais. Arte sonora, dança, música, performance, poesia, vídeo e outras expressões vão habitar o espaço Lafões.Cult.Lab. Em conjunto representam uma ideia de “ser-em-comum”, num “manifesto em defesa da cultura contemporânea em contexto rural”.

A sua origem encaixa no território noroeste da Península Ibérica, mais especificamente entre Portugal a norte do rio Mondego, a Galiza, Astúrias e Leão. As manifestações
artísticas que se agregam em torno desta unidade territorial, vão coexistir no mês de novembro, em parceria com o Município de Vouzela . Binaural Nodar (Portugal), Oficina
Galega de Outros Asuntos do Movemento (Galiza), La Xata la Rifa (Astúrias) e Somospeces (Léon) são quatro coletivos que trilham um caminho cúmplice.

COLETIVOS ARTÍSTICOS
Binaural Nodar é uma associação cultural portuguesa, com atuação em regiões rurais do norte e centro de Portugal. Desenvolve programação cultural em municípios de Viseu
Dão Lafões e gere um arquivo digital rural com mais de um milhar de documentos sonoros e vídeo. Desde 2006 acolhe ainda um programa de residências artísticas. Atua
em áreas tão diversas como arte sonora, criação multimédia e documentação etnográfica audiovisual.

Oriundo do nordeste da Galiza, a Oficina Galega de Outros Asuntos do Movemento, é um coletivo dirigido a duas mãos. Pela performer, poetisa e produtora cultural – Marina Oural – e, pela cantora, compositora, escritora e psicóloga – Ugia Pedreira. Em conjunto com outras entidades, acionam contextos de arte e saúde em áreas rurais, como o
desenvolvimento de criações artísticas, com temáticas locais e contemporâneas, oficinas- ensaios, conversas criativas e outros formatos.

La Xata la Rifa apresenta-se como um laboratório cénico asturiano, coordenado pela coreógrafa Mónica Confiño, que investiga formas de apresentação, apela a novos
circuitos e tempos artísticos e procura questionar o olhar do espetador. Alguns dos seus espetáculos viajaram um pouco por todo o mundo, da Costa Rica, a Cuba, passando pelos Estados Unidos e França. Criou ainda a Plataforma para Artistas Flutuantes.

Originário da província espanhola de Léon, Somospeces trata-se de um coletivo que atua na área das artes performativas e, que coloca em articulação atores, criadores,
pedagogos, pensadores e performers. Fundado por Alfredo Escapa e Marta Alaiz, dois atores clássicos, influenciados pelos estudos no Centro Coreográfico de Léon e depois
nos trabalhos com Nilo Gallego e Oskar Goméz Mata, atuam hoje em dia sobre diferentes áreas. Entre elas, a pesquisa sobre relações públicas, ação e empoderamento e que
depois traduzem em diferentes formatos, desde conferência, ateliers comunitários, espetáculos, leituras partilhadas, acolhimento artístico, entre outros.

“Sextas da Lua”regressam a Mangualde

O Município de Mangualde vai receber o concerto “Tangerina” na noite de sexta-feira, dia 29 de outubro. O evento, que ocorre no âmbito do “Sextas da Lua”, terá lugar na Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves, pelas 21h30. Um concerto, de autoria da associação Gira Sol Azul, proporcionará um serão para adultos e crianças.

No átrio espera-o algumas dinâmicas com um cheirinho a Doçuras e Travessuras.

“Tangerina” é um concerto inspirado no livro “A Invenção do Dia Claro de Almada Negreiros”, onde os artistas recuperam a metáfora da tangerina que rola de um cesto até ao mar e descobre o mundo, e com ela também todos partem à descoberta de novos lugares. O concerto irá trazer um reportório com um lado rock/pop, mas cujas composições são muito influenciadas pela harmonia jazz, música erudita e música étnica. Fusão de estilos que caracteriza os vários trabalhos que Ana Bento e Bruno Pinto, intérpretes musicais e cofundadores da associação Gira Sol Azul, têm desenvolvido enquanto dupla de músicos. Ler Mais »

Catarina Rocha lança novo álbum e novo Single

CATARINA ROCHA – “Sorte”
Catarina Rocha é uma cantora e fadista portuguesa, considerada uma das vozes soprano do Fado (caracterizada por ser muito melodiosa e cristalina).
Eclética na sua forma de cantar, cruza o Fado, a sua grande paixão, com outras influências musicais.
“Sorte” título do seu terceiro, e mais recente trabalho discográfico, é um álbum com temas de sonoridades variadas e com influências de vários estilos musicais, desde o Folclore, às Chulas do Minho, aos ritmos africanos, Boleros, passando pela Pop, e claro…o nosso Fado!
Do lado mais tradicional do Fado, podemos encontrar temas como o “Algemas” (interpretado por Amália Rodrigues) e ” Não te odeio” (interpretado por Maria Teresa de Noronha). “Benvinda sejas Maria” (um original de Rui Veloso), onde a cantora mostra a sua voz eclética, aqui com um toque de Blues.
Destaque ainda para “Bicadas no Fado” ( o single do álbum), onde aborda a temática de “fazer ouvidos moucos”, não dando tanta importância ao que os outros pensam ou vão pensar. É um tema, que embora não sendo fado, tem influências de fado. O seu refrão orelhudo “ó papagaio toma lá bolachas! que a malta aqui já nem te pode ouvir!”, fala exatamente dos “papagaios” que encontramos na nossa vida e que têm sempre uma crítica a fazer, por norma sempre as mesmas críticas ( com ideias gastas).
Este tema é uma parceria de Catarina Rocha (autora da música), com Pedro da Silva Martins (autor da letra).
Catarina assina grande parte dos temas originais, mas conta também com letras e composições de Carlos Paiva, Manuel Graça Pereira e Pedro da Silva Martins.
SORTE conta também com a  recuperação de “Fado abananado”, um êxito já do conhecimento do público, que Catarina decidiu integrar novamente neste novo álbum.
Com a produção de Valter Rolo, Sorte contou também com Ângelo Freire ( guitarra portuguesa), Marino de Freitas ( baixo), Bernardo Viana (viola de fado), Vicky Marques ( percussão), Valter Rolo (piano), e João Frade ( acordeão).
A maioria dos temas fala de sorte, dos vários tipos de sorte que procuramos na nossa vida ( sorte no amor, no jogo, na vida profissional, e mesmo na saúde!), é essa também a mensagem que Catarina Rocha quer passar – desejarmos sorte uns aos outros, que toda a gente possa viver os seus sonhos.
Destaque ainda para o tema “Cupido” que refere ” despachei o meu cupido, tinha tão má pontaria, fui tentar a outra sorte, e jogar na lotaria”, refere o azar no amor e a ânsia de ter sorte no jogo. Este tema de Fado canção mostra a versatilidade a nível de escrita, adaptando as temáticas do fado ao tempo presente, onde tanta gente tem azar no amor, e procura a sorte nas raspadinhas e no euromilhões.
O álbum tem edição em formato de PEN Drive, para conectar via USB, em CD Físico e em todas as plataformas digitais.

O videoclipe, só podia ser colorido e divertido, lembrando as cores do papagaio, onde o look da cantora foi inspirado em Frida Kahlo.

Foi também uma inovação da artistas, arriscar outro género de videoclipes, algo que ainda não tinha feito anteriormente, mas que tem sido muito bem recebido pela crítica, pela “explosão” de cores e pelo formato de vídeo, bastante original.
Videoclipe Oficial “Bicadas no Fado”:
https://www.youtube.com/watch?v=eg5M-m9fcmo

Prémio Carreira a Tim, baixista e vocalista dos Xutos e Pontapés pela Altice Portugal

Primeiro prémio desta natureza atribuído pela Empresa de telecomunicações

O Presidente Executivo da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, atribuiu, pela primeira vez, o Prémio Carreira a António Manuel Lopes dos Santos, mais conhecido por Tim, baixista e vocalista dos Xutos e Pontapés.

Tim, com 46 anos de carreira, é um dos fundadores da icónica banda Xutos e Pontapés. Ao longo destes anos tem vindo a ser reconhecido como uma figura nacional que se destaca pelo esforço e excelência na área da música portuguesa. E foi com base nestas premissas que Alexandre Fonseca o distinguiu e o homenageou com o “Prémio Carreira”, o primeiro galardão atribuído pela Altice Portugal, em Portugal.

Para Alexandre Fonseca, Presidente Executivo da Altice Portugal, «O Tim é uma figura incontornável da música portuguesa, não de agora, não do passado, mas de sempre. O Tim e os Xutos e Pontapés, bem como os outros projetos em que ele tem estado presente, são transversais a um conjunto de gerações, são ícones da música portuguesa e a música portuguesa é também um dos grandes pilares da nossa cultura.

O Tim representa essa perseverança, essa continuidade, representa muito do nosso imaginário, da minha geração, mas também das gerações mais jovens e até das mais antigas. Como tal, a criação deste novo prémio e a sua atribuição ao Tim não podia deixar de acontecer, Eu acredito que o Tim, por todo o trabalho que tem feito, merecia este reconhecimento.»

Segundo Tim, vocalista dos Xutos e Pontapés, «Estou muito orgulhoso por se tratar de um prémio importante.

Sinto também uma grande gratidão por todas as pessoas que me ajudaram a chegar até aqui, não só pelos meus companheiros de banda, como todas as pessoas com quem tenho trabalhado na música, na comunicação, nos palcos, por este país fora, onde temos tentado transformar, à semelhança da Altice Portugal, um país escuro e cinzento numa coisa mais bonita e mais feliz. Este é um reconhecimento que me satisfaz bastante.»

O Prémio Carreira é um prémio atribuído pelo Presidente Executivo da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, e pretende distinguir uma figura nacional pela sua permanente dedicação, mérito, excelência e contributo para diferentes áreas fulcrais da sociedade civil.

Consciente da importância do apoio à cultura, nas suas variadas expressões, desde a música, ao cinema, passando pela arte, património ou desporto, a Altice Portugal tem vindo a apoiar projetos e iniciativas que evidenciam a sua forte ligação ao País, à língua portuguesa e aos símbolos patrióticos nacionais.