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Catarina Rocha lança novo álbum e novo Single

CATARINA ROCHA – “Sorte”
Catarina Rocha é uma cantora e fadista portuguesa, considerada uma das vozes soprano do Fado (caracterizada por ser muito melodiosa e cristalina).
Eclética na sua forma de cantar, cruza o Fado, a sua grande paixão, com outras influências musicais.
“Sorte” título do seu terceiro, e mais recente trabalho discográfico, é um álbum com temas de sonoridades variadas e com influências de vários estilos musicais, desde o Folclore, às Chulas do Minho, aos ritmos africanos, Boleros, passando pela Pop, e claro…o nosso Fado!
Do lado mais tradicional do Fado, podemos encontrar temas como o “Algemas” (interpretado por Amália Rodrigues) e ” Não te odeio” (interpretado por Maria Teresa de Noronha). “Benvinda sejas Maria” (um original de Rui Veloso), onde a cantora mostra a sua voz eclética, aqui com um toque de Blues.
Destaque ainda para “Bicadas no Fado” ( o single do álbum), onde aborda a temática de “fazer ouvidos moucos”, não dando tanta importância ao que os outros pensam ou vão pensar. É um tema, que embora não sendo fado, tem influências de fado. O seu refrão orelhudo “ó papagaio toma lá bolachas! que a malta aqui já nem te pode ouvir!”, fala exatamente dos “papagaios” que encontramos na nossa vida e que têm sempre uma crítica a fazer, por norma sempre as mesmas críticas ( com ideias gastas).
Este tema é uma parceria de Catarina Rocha (autora da música), com Pedro da Silva Martins (autor da letra).
Catarina assina grande parte dos temas originais, mas conta também com letras e composições de Carlos Paiva, Manuel Graça Pereira e Pedro da Silva Martins.
SORTE conta também com a  recuperação de “Fado abananado”, um êxito já do conhecimento do público, que Catarina decidiu integrar novamente neste novo álbum.
Com a produção de Valter Rolo, Sorte contou também com Ângelo Freire ( guitarra portuguesa), Marino de Freitas ( baixo), Bernardo Viana (viola de fado), Vicky Marques ( percussão), Valter Rolo (piano), e João Frade ( acordeão).
A maioria dos temas fala de sorte, dos vários tipos de sorte que procuramos na nossa vida ( sorte no amor, no jogo, na vida profissional, e mesmo na saúde!), é essa também a mensagem que Catarina Rocha quer passar – desejarmos sorte uns aos outros, que toda a gente possa viver os seus sonhos.
Destaque ainda para o tema “Cupido” que refere ” despachei o meu cupido, tinha tão má pontaria, fui tentar a outra sorte, e jogar na lotaria”, refere o azar no amor e a ânsia de ter sorte no jogo. Este tema de Fado canção mostra a versatilidade a nível de escrita, adaptando as temáticas do fado ao tempo presente, onde tanta gente tem azar no amor, e procura a sorte nas raspadinhas e no euromilhões.
O álbum tem edição em formato de PEN Drive, para conectar via USB, em CD Físico e em todas as plataformas digitais.

O videoclipe, só podia ser colorido e divertido, lembrando as cores do papagaio, onde o look da cantora foi inspirado em Frida Kahlo.

Foi também uma inovação da artistas, arriscar outro género de videoclipes, algo que ainda não tinha feito anteriormente, mas que tem sido muito bem recebido pela crítica, pela “explosão” de cores e pelo formato de vídeo, bastante original.
Videoclipe Oficial “Bicadas no Fado”:
https://www.youtube.com/watch?v=eg5M-m9fcmo

Prémio Carreira a Tim, baixista e vocalista dos Xutos e Pontapés pela Altice Portugal

Primeiro prémio desta natureza atribuído pela Empresa de telecomunicações

O Presidente Executivo da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, atribuiu, pela primeira vez, o Prémio Carreira a António Manuel Lopes dos Santos, mais conhecido por Tim, baixista e vocalista dos Xutos e Pontapés.

Tim, com 46 anos de carreira, é um dos fundadores da icónica banda Xutos e Pontapés. Ao longo destes anos tem vindo a ser reconhecido como uma figura nacional que se destaca pelo esforço e excelência na área da música portuguesa. E foi com base nestas premissas que Alexandre Fonseca o distinguiu e o homenageou com o “Prémio Carreira”, o primeiro galardão atribuído pela Altice Portugal, em Portugal.

Para Alexandre Fonseca, Presidente Executivo da Altice Portugal, «O Tim é uma figura incontornável da música portuguesa, não de agora, não do passado, mas de sempre. O Tim e os Xutos e Pontapés, bem como os outros projetos em que ele tem estado presente, são transversais a um conjunto de gerações, são ícones da música portuguesa e a música portuguesa é também um dos grandes pilares da nossa cultura.

O Tim representa essa perseverança, essa continuidade, representa muito do nosso imaginário, da minha geração, mas também das gerações mais jovens e até das mais antigas. Como tal, a criação deste novo prémio e a sua atribuição ao Tim não podia deixar de acontecer, Eu acredito que o Tim, por todo o trabalho que tem feito, merecia este reconhecimento.»

Segundo Tim, vocalista dos Xutos e Pontapés, «Estou muito orgulhoso por se tratar de um prémio importante.

Sinto também uma grande gratidão por todas as pessoas que me ajudaram a chegar até aqui, não só pelos meus companheiros de banda, como todas as pessoas com quem tenho trabalhado na música, na comunicação, nos palcos, por este país fora, onde temos tentado transformar, à semelhança da Altice Portugal, um país escuro e cinzento numa coisa mais bonita e mais feliz. Este é um reconhecimento que me satisfaz bastante.»

O Prémio Carreira é um prémio atribuído pelo Presidente Executivo da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, e pretende distinguir uma figura nacional pela sua permanente dedicação, mérito, excelência e contributo para diferentes áreas fulcrais da sociedade civil.

Consciente da importância do apoio à cultura, nas suas variadas expressões, desde a música, ao cinema, passando pela arte, património ou desporto, a Altice Portugal tem vindo a apoiar projetos e iniciativas que evidenciam a sua forte ligação ao País, à língua portuguesa e aos símbolos patrióticos nacionais.

Concerto “Pangea” estreia em Mangualde

O Município de Mangualde irá receber, na noite de 12 de setembro, o concerto “Pangea”. Uma iniciativa que será protagonizada pela Orquestra POEMa e pelo músico galego Abraham Cupeiro. O evento terá lugar no Largo Dr. Couto, pelas 21h30. Este concerto, onde será apresentado o segundo álbum do músico galego, surge no âmbito do culminar de um estágio que será realizado, entre os dias 6 e 12 de setembro, pela Orquestra POEMa com o músico Abraham Cupeiro, que se apresentará em estreia nacional.

A lotação do evento é limitada e os lugares são marcados, de forma a respeitar as normas emanadas pela DGS. A entrada é gratuita, mas com aquisição obrigatória de bilhetes na Biblioteca Municipal e/ou na Papelaria Adrião. A organização solicita a todos que respeitem sempre as regras da DGS e as indicações/sinalética no local, mantendo sempre o distanciamento social de segurança e as regras de etiqueta respiratória.

PANGEA

“Há cerca de 200 milhões de anos no nosso planeta existia um único e gigantesco continente: Pangea. Este começou a separar-se e com o passar do tempo deu lugar aos diferentes continentes atuais tal como os conhecemos.

A viagem que propomos com este concerto é a união mediante a música das diferentes partes do planeta.

É um espetáculo didático e ameno que nos aproxima a outras culturas, com música original de Abraham Cupeiro e María Ruiz.

Durante o concerto, ouviremos o som do sul da Oceania com os ecos dos seus caracóis, até mesmo as misteriosas montanhas chinesas que o som do Hulusi atrai com suas melodias melismáticas; grandes planícies como as da América do Norte, selvas como as da América do Sul, a flauta Peule do Senegal, a gaita de foles búlgara, a desafiadora Zurna e os chifres do pastor milenar costurarão o vestido que vai unir a nossa terra mais uma vez.

O Concerto será acompanhado com a projeção de imagens especialmente criadas para este momento transformando Pangea num espetáculo educativo, divertido e uma canção para a diversidade cultural do nosso planeta.

Foi gravado no mês de novembro [de 2019] no Abbey Road com a Royal Philharmonic de Londres, e o disco saiu em setembro de 2020 com o selo da Warner Classics”.

ABRAHAM CUPEIRO

Como músico, Abraham Cupeiro é a expressão da versatilidade.

Embora a sua formação seja clássica, sempre sentiu atração por todos os tipos de música. Assim, desde muito jovem fez parte de grupos folclóricos, jazz, música antiga.

A sua curiosidade e inquietação proporcionaram-lhe uma visão multifacetada do mundo da arte musical e uma grande experiência em diferentes áreas: organologia, interpretação historicamente informada, construção de instrumentos, composição… e acima de tudo imaginação.

Abraham tocou como solista em diferentes orquestras, entre as quais, a Orquestra Filarmónica das Palmas de Gran Canaria, a Real Filarmónica Galega, Orquestra Sinfónica Las Palmas de Gran Canaria, Orquestra Sinfónica Galega, Filarmónica de Oviedo, Orquestra Vaasa (Finlândia), entre outras.

 

ORQUESTRA POEMa

A POEMa é uma iniciativa da Câmara Municipal de Mangualde em parceria com o Conservatório Regional de Música Dr. José Azeredo Perdigão, de Viseu que teve a sua estreia em 2013.

O projeto é composto por duas formações: Orquestra de Sopros e Orquestra de Câmara. A formação de Sopros compreende os seguintes instrumentos: Flautim, Flauta – Transversal, Oboé, Corne-Inglês, Fagote Clarinete em Mib (requinta); Clarinete em Sib, Clarinete Baixo, Clarinete Alto, Saxofone Tenor, Saxofone Barítono, Trompa, Trompete, Trombone, Trombone Baixo Eufónico (Bombardino), Tuba; Violoncelo, Contrabaixo de Cordas e Percussão. A Orquestra de Câmara é comporta por Violino, Viola D`arco, Violoncelo, Contrabaixo, Flauta Transversal, Clarinete, Oboé, Fagote, Trompa, Trompete e Percussão.

Os intervenientes deste projeto são elementos das Bandas Filarmónicas do concelho de Mangualde e alunos/ ex-alunos do Conservatório Regional de Música José Azeredo Perdigão, de Viseu, com idades compreendidas entre os 12 e os 30 anos.

O trabalho de naipe da Orquestra POEMa é orientado pelos Professores de Música do Conservatório Regional de Música Dr. José Azeredo Perdigão, de Viseu, estando a Direção Musical a cargo do Professor/Maestro Tiago Correia.

A Orquestra POEMa é já um marco na cultura de Mangualde e tem proporcionado momentos musicais de grande qualidade ao público mangualdense.

Cimfonia- Concerto “The Art of Song em Fornos de Algodres

Fornos de Algodres recebe nesta sexta-feira, pelas 21h30, em frente à Câmara Municipal de Fornos de Algodres, um concerto “The Art of Song vol.1: When Baroque Meets Jazz”, por Rita Maria & Filipe Raposo, da programação do CIMfonia – Festival Cultural da Serra da Estrela, projeto da CIM Beiras e Serra da Estrela, associado à candidatura da Guarda2027 a Capital Europeia da Cultura.
Neste concerto o duo explora o universo musical formal do extenso período barroco associando-o à liberdade estilística da improvisação e do Jazz.
As influências musicais que moldam artisticamente Rita Maria & Filipe Raposo coabitam num território próprio – a música erudita, o jazz e o cancioneiro tradicional.
As ressonâncias entre Barroco e Jazz são inúmeras. No entanto, algo se destaca: as suas melodias tecidas por um ADN intemporal que Rita Maria & Filipe Raposo guardam e transportam secretamente nas suas memórias afetivas.

Tradições locais celebradas por Guarda-joias na cidade mais alta

O Parque Urbano do Rio Diz foi palco da co-produção internacional Guarda-Joias. Este espetáculo artes performativas comunitário, promovido no dia 21 de agosto, no âmbito da Guarda 2027, celebrou tradições locais cruzando várias expressões artísticas, tendo como inspiração textos de Eduardo Lourenço e Vergílio Ferreira. Sob a direção artística de José Rui Martins, atores, cantores, dançarinos e músicos locais, bem como grupos nacionais e internacionais proporcionaram um espetáculo multidisciplinar único e inesquecível.

“Máscaras com Som regressa a Mangualde

O evento “Máscaras com Som” está de volta e acolherá o Verão no Município de Mangualde. A iniciativa decorrerá durante os meses de agosto e setembro e irá animar as noites através de vários concertos descentralizados. O evento teria início no mês de junho, porém sofreu alterações na sua programação devido às más condições climáticas e ao aumento do vírus SARS-COVID 19 que impossibilitaram a realização dos concertos que iriam animar os mangualdenses.

 Agora, sem descuidar as regras da DGS e num contexto mais tranquilo, a programação terá início no dia 20 de agosto. Uma iniciativa do Município de Mangualde e da União das Freguesias de Mangualde, Mesquitela e Cunha Alta.

Estas atividades serão gratuitas e decorrerão em diferentes locais da cidade. Todos os concertos terão início às 21:00h. O evento será realizado ao ar livre, e para que todos os envolvidos possam estar em segurança, não serão permitidas aglomerações e será assegurado o cumprimento das regras de segurança estabelecidas pelas Autoridades de Saúde Pública: uso obrigatório de máscara, higienização das mãos, etiqueta respiratória e distanciamento físico entre as pessoas (2m).

A programação do evento poderá sofrer alterações perante a evolução da situação pandémica.

PROGRAMAÇÃO “MÁSCARAS COM SOM”

AGOSTO

20 de agosto | Alpha Music – 21h00 | Largo Pedro Álvares Cabral

21 de agosto | Banda A4 – 21h00 | Largo Pedro Álvares Cabral

22 de agosto | Bora Lá – 21h00 | Largo Pedro Álvares Cabral

28 de agosto | Litos | Miguel | Joaquim – 21h00 |Largo Dr. Couto

29 de agosto | Capitão Mondego – 21h00 |Largo Dr. Couto

30 de agosto | Melody Guys – 21h00 |Largo Dr. Couto

SETEMBRO

5 de setembro | Grand Jazz Hotel – 21h00 | Largo do Rossio (centro)

 

José dos Santos Pinto foi homenageado em Mangualde

O músico José dos Santos Pinto foi homenageado durante a tertúlia-concerto comentado que teve lugar na Igreja Matriz de Lobelhe do Mato, pelo Município de Mangualde, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Elísio Oliveira, e do Vereador da Cultura, João Lopes.

Cumprindo todas as regras de segurança emanadas pela Direção Geral da Saúde – DGS, cerca de 25 pessoas marcaram presença na iniciativa e assistiram à tertúlia–concerto moderada por Ana Margarida Cardoso.O momento cultural contou ainda com a presença do oboísta Luís Francisco Vieira, antigo aluno de Santos Pinto, que partilhou com o público algumas das memórias com o músico.

Tiago Coimbra no oboé e Joana Moreira no piano, protagonizaram o momento musical composto pelo seguinte repertório: José S. Pinto – Sonate dans l’Spirit Classique, para oboé e piano; Tomás Borba – Rosas Bravas: Melodia do Pastor (para oboé); Marcello/Bach – Adagio em Ré menor; José S. Pinto – Segunda Sonata, para oboé e piano.

A ação aconteceu no âmbito do projeto Reviver José Santos Pinto, cujo intuito é recordar o trabalho do músico e homenageá-lo. Constava ainda na programação deste projeto um Concerto Sinfónico com a Orquestra Poema, mas que acabou por ser cancelado.

PROJETO REVIVER SANTOS PINTO

O projeto Reviver Santos Pinto é da autoria de Ana Margarida Cardoso, que escreveu o livro “José dos Santos Pinto: retrato de um músico profissional durante o Estado Novo”, e do oboísta Tiago Coimbra. Através desta parceria pretendem recuperar duas sonatas para oboé compostas pelo próprio José dos Santos Pinto, apresentando-as ao público com o oboé que o músico utilizou durante toda a sua carreira. Este instrumento faz parte do espólio constante na Sociedade Filarmónica Lobelhense, foi restaurado e é único no mundo, uma vez que a sua dedilhação foi patenteada pelo músico.

Celorico da Beira viveu o II Roteiro Sensorial

Linhares da Beira em destaque
No âmbito do projeto Viver ao Vivo, com Tempo no Centro que agrega numa rede de itinerância cultural os municípios de Sardoal, Castanheira de Pera e Celorico da Beira, sob orientação artística da também parceira, Academia Internacional de Música “Aquiles Delle Vigne”, em Linhares da Beira, aconteceu o II Roteiro Sensorial.
Desta forma na  tarde de sábado, os participantes  viajaram pelo mundo da história da aldeia, ficando a conhecer o património e os acontecimentos que marcaram a história de Linhares da Beira ao longo do tempo.
Numa autêntica noite de verão, no imponente Castelo de Linhares da Beira foi entoado pelo som do piano e pelas mãos da pianista Tracy Tang, que criou um grande momento musical dedicado à obra “Quadros de uma Exposição “do compositor russo, Modest Mússorgsky, e que culminou com o tema “Grande Porta de Kiev”.
Já no domingo de manhã, inserida no programa do II Roteiro Sensorial, aconteceu uma caminhada dedicada ao património cultural, com arranque junto ao Solar do Queijo da Serra da Estrela, levou os participantes a uma parte do troço dos “Caminhos de Santiago” que passa por Celorico da Beira e uma visita à Estação Arqueológica e Necrópole de S. Gens, ao Penedo do Sino, à Calçada Romana e Ponte da Lavandeira.
No final realizou-se um workshop gastronómico onde foi dado a conhecer e a provar a todos os participantes o Bolo Sacadura Cabral.
O II Roteiro Sensorial que se realizou em Linhares e Celorico da Beira terminou com um Workshop de Desenho, com a organização de Philip Cabau e Paulo Bernardino Bastos e um concerto no Castelo de Linhares da Beira com Manuel Araújo (piano) e com os artistas convidados Eliseu Silva e Matilde Bezerra Bastos (piano).
Fotos: Mun. Celorico

Pinhel vai ter em julho “Noites Vivas”

As “Noites Vivas” são a novidade deste verão em que o Município de Pinhel aposta nas atividades de ar livre.
Tem como objetivo  levar os pinhelenses, e aqueles que  os visitam, a usufruir do espaço público e, em particular, dos espaços públicos que têm vindo a ser recuperados e valorizados.
Uma aposta para animar o Verão dos turistas e dos pinhelenses.
7 julho | 𝗧𝗲𝗮𝘁𝗿𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗕𝗲𝗶𝗿𝗮𝘀 – peça “𝗡𝗼𝘀𝗼𝗰ó𝗺𝗶𝗰𝗼”
Jardim 5 de Outubro
14 julho | 𝗔𝗹𝗳𝗿𝗲𝗱𝗼 𝗟𝗮𝗿𝗮𝗻𝗷𝗶𝗻𝗵𝗮 | música dos anos 60, 70 e 80
Praça Sacadura Cabral
21 julho | 𝗧𝗵𝗲 𝗨𝗻𝗱𝗲𝗿𝗰𝗼𝘃𝗲𝗿𝘀
Parque Urbano
28 julho | 𝗣𝗲𝗱𝗿𝗼𝘀𝘀𝗮𝘅 | clown e saxofone
Jardim 5 de Outubro
(𝘀𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲 à𝘀 𝟮𝟭.𝟯𝟬𝗵)