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GNR-Operação “RoadPol – Speed”

 

A Guarda Nacional Republicana (GNR), entre o dia 21 e o dia 27 de março, no âmbito do planeamento anual efetuado pela RoadPol, irá realizar uma operação de fiscalização intensiva direcionada para a fiscalização e o controlo de velocidade, em todo o território nacional continental.

A Roadpol é uma organização que foi estabelecida pelas polícias de trânsito da Europa, com a finalidade de melhorar a segurança rodoviária e a aplicação da lei nas estradas. No final de 2021, a GNR tornou-se membro da RoadPol, passando a integrar no seu planeamento operacional, as operações planeadas pela referida organização. Na estratégia de 2020-2022, a RoadPol estabeleceu quatro áreas de atuaçãono âmbito da segurança rodoviária: as estradas, os veículos, os utilizadores e a velocidade.

No âmbito da Operação “RoadPol – Speed”, a GNR irá desenvolver operações, com o objetivo de criar um ambiente rodoviário mais seguro, através de uma intervenção simultânea sobre as principais causas de acidentes, procurando desta forma influenciar positivamente os condutores, levando-os a adotarem comportamentos que privilegiem uma condução segura em detrimento de comportamentos de risco, como o excesso de velocidade.

Em 2021, a GNR registou um total de 69.186 acidentes, sendo que destes, pelo menos 3.564 acidentes tiveram como principal causa a velocidade excessiva ou o excesso de velocidade. Relativamente à fiscalização da velocidade, a GNR registou, no ano transato, 142.721 infrações.

Atividade operacional semanal da GNR

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, entre os dias 11 a 17 de fevereiro, que visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais provisórios:

  1. Detenções398 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 151 por condução sob o efeito do álcool;
  • 102 por condução sem habilitação legal;
  • 37 por tráfico de estupefacientes;
  • 14 por furto e roubo;
  • Oito por posse de arma proibida;
  • Sete por incêndio florestal.
  1. Apreensões:
  • 8 760 doses de haxixe;
  • 423 doses de heroína;
  • 14 armas de fogo;
  • 15 veículos.
  1. Trânsito:

Fiscalização8 769 infrações detetadas, destacando-se:

  • 1 627 excessos de velocidade;
  • 732 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 664  por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 555 relacionadas com tacógrafos;
  • 393 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 352 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 347 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
  • 298 por falta de seguro de responsabilidade civil.

Liturgia do Domingo IV do Tempo Comum – ano C

 

Na Oração Colecta deste Domingo, pedimos ao Senhor que “O adoremos de todo o coração e amemos todos os homens com sincera caridade”. Este pedido pode ajudar-nos na reflexão da leitura do evangelho deste Domingo. Para adorar o Senhor com todo o coração, temos de conhecer e de saber qual é a sua vontade. O texto do evangelho deste Domingo retoma o último versículo do Domingo anterior para continuar com a narração da sinagoga de Nazaré. Recordemos que o final do evangelho do Domingo passado deixava-nos com uma grande expectativa. Jesus tinha proclamado entre os seus conterrâneos o texto em que Isaías profetizava sobre a vinda do Messias e, ao enrolar o livro, exclamou: “Cumpriu-se hoje mesmo esta passagem da Escritura que acabais de ouvir”. Acabava de afirmar que Ele é o Messias. Todos ficaram surpreendidos com esta revelação. E, num primeiro momento, parece que até houve um certo entusiasmo perante estas palavras. O anúncio era surpreendente. O evangelista diz-nos que “todos davam testemunho em seu favor e se admiravam das palavras cheias de graça que saíam da sua boca”. E perguntavam: “Não é este o filho de José?”. Claro que sim! Com esta admiração e com esta pergunta sentimos a realidade da Incarnação. Deus fez-se homem de uma forma natural num contexto muito concreto, com uma família, com parentes e com vizinhos. Deus actua através da normalidade da vida, apesar de sempre desejarmos ser testemunhas de acontecimentos extraordinários. De certeza que aquelas pessoas sonhavam a chegada do Messias como um acontecimento espectacular. Mas não foi assim! Deus manifesta-se no silêncio e poucos imaginavam que o Messias seria um dos seus conterrâneos. Para os habitantes de Nazaré, Jesus era o filho de José, e nada mais. Necessitavam do dom da fé para nele ver o Messias. É na vivência da fé que podemos contemplar Jesus como o nosso Salvador. Todavia, as palavras que Jesus disse depois de anunciar que era o Messias, não caíram bem naquelas pessoas. Neste momento são recordados dois momentos do Antigo Testamento, em que Elias e Eliseu defendem os estrangeiros. Assim revela que a sua missão não é somente para o povo de Israel mas também para todos os povos. Até os pagãos são chamados à salvação! Não esqueçamos que o povo de Israel considerava-se como o povo predilecto e escolhido por Deus para fazer chegar a salvação. Os outros povos ficavam à margem e excluídos deste plano salvífico divino. Por isso, é que as palavras de Jesus causaram mal-estar entre os seus conterrâneos. Depois de afirmar que é o Messias, diz-lhe que a salvação profetizada por Isaías não é só para eles, mas também para todos os povos, que os judeus consideram indignos de serem amados por Deus. Mas, não deveria ser motivo de alegria este anúncio da universalidade da salvação? O povo de Israel tinha caído na tentação do egoísmo ao acreditar que era o único onde Deus actuava. Nesta tentação todos nós podemos cair se nos convencermos que somos juízes dos outros e que somos superiores aos nossos irmãos. As palavras de Jesus fazem surgir uma reacção violenta daquelas pessoas. O texto diz-nos que “levantaram-se, expulsaram Jesus da cidade e levaram-no até ao cimo da colina sobre a qual a cidade estava edificada, a fim de O precipitarem dali abaixo”. Parece que estamos a ver uma antecipação da paixão e da morte de Jesus. Fica claro que a sua missão não será bem recebida por todos. “Mas Jesus, passando pelo meio deles, seguiu o seu caminho”. Ultrapassará este momento difícil como tantos outros que irá encontrar ao longo da sua vida, vencendo até o obstáculo da morte com a ressurreição. Vencidas todas as barreiras, Jesus salvou toda a humanidade e a sua mensagem ressoou por toda a terra. No início da celebração eucarística deste Domingo, pedimos a Deus que O adoremos de todo o coração e amemos todos os homens com sincera caridade. Porquê? Porque Ele amou-nos em primeiro lugar e salvou a todos, sem fazer acepção de pessoas. A nossa missão não é ser juiz sobre a vontade de Deus, mas acolhê-la para a viver e a transmitir.

 

30-01-2022

LEITURA ESPIRITUAL

«Jesus, passando pelo meio deles, seguiu o seu caminho»

Veio até nós um médico para nos restituir a saúde: Nosso Senhor, Jesus Cristo. Vendo a cegueira do nosso coração, prometeu-nos a luz que «os olhos não viram, os ouvidos não ouviram, o coração do homem não pressentiu» (1Cor 2,9). A humildade de Jesus Cristo é o remédio para o nosso orgulho. Não duvides nunca de quem te traz a cura e sê humilde, tu por quem Deus Se fez humilde. Com efeito, Ele bem sabia que o remédio da humildade seria a tua cura, porque conhece muito bem a enfermidade e sabe como se cura. Uma vez que não podias ser tu a visitar o Médico, foi o Médico que veio visitar-te. Veio ver-te e veio em teu socorro porque sabe muito bem do que necessitas. Deus veio na sua humildade para que o homem O pudesse imitar, pois se tivesse permanecido inacessível, como poderíamos nós imitá-lo? E, sem O imitar, como poderíamos ser curados? Veio na humildade porque sabia muito bem qual o remédio que devia receitar: um pouco amargo, por certo, mas salutar. E tu? Continuas a duvidar d’Ele, de quem te oferece a sua taça, e murmuras: «Mas que Deus é este, Senhor? Nasceu, sofreu, foi coberto de escarros, coroado de espinhos, cravado numa cruz!» Miserável alma, que vês a humildade do Médico mas não o cancro do teu orgulho! E é por isso que a humildade não te agrada. Por vezes acontece aos doentes mentais baterem nos médicos; neste caso, porém, o Médico, que é misericordioso, não só não fica indignado com quem Lhe bate, como ainda cuida de o tratar. O nosso Médico não teme ser atacado por pacientes dementes. Ele fez da sua morte o remédio para eles. Com efeito, Ele morreu e ressuscitou. (Santo Agostinho, 354-430, bispo de Hipona – norte de África, doutor da Igreja, Sermão Delbeau 61, 14-18).

 

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

FPF- Sub-17-Seia FC e o Tondela conhecem calendário

Teve lugar na cidade do futebol, mais um sorteio do nacional de sub-17, com o Seia FC e o Tondela inseridos.

SÉRIE B

  1. Régua
  2. Académico Viseu
  3. Boavista
  4. Espinho
  5. Feirense
  6. FC Porto
  7. Padroense
  8. Lusitânia Lourosa
  9. Salgueiros
  10. Anadia
  11. Seia
  12. Tondela

Na ronda inaugural o Seia FC desloca-se a Espinho e o Tondela recebe o Ac.Viseu

GNR- Atividade operacional

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de ações policiais, em todo o território nacional, entre as 20h00 de sábado e as 08h00 de hoje, domingo. Estas ações visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais:

  1. Detenções: 10 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • Seis por condução sem habilitação legal;
  • Um por ofensas à integridade física
  • Um por dano;
  • Um por desobediência.
  1. Apreensões:
  • Uma pistola de calibre 6.35 mm;
  • Uma faca;
  • Três doses de cocaína.

GNR- Operação “ECR Veículos Pesados”

A Guarda Nacional Republicana (GNR), a partir de amanhã, 8 de março, e até ao dia 14 março, realiza a uma operação de fiscalização intensiva de veículos pesados, orientando as ações para as vias mais críticas à sua responsabilidade e onde se verifique um maior volume de tráfego deste tipo de veículos, de modo a promover a segurança rodoviária e a diminuição do risco de ocorrência de acidentes de viação.

Irão ser empenhadas as subunidades de trânsito dos Comandos Territoriais do Continente e da Unidade Nacional de Trânsito (UNT), na realização de ações coordenadas de fiscalização de veículos pesados. Estas ações visam melhorar a sustentabilidade, a concorrência e as condições de trabalho em transporte rodoviário, através do cumprimento dos regulamentos existentes, com especial incidência nas matérias de manipulação e de Sistema de Redução Catalítica Seletiva (SCR), aumentando a eficácia e a qualidade dos serviços prestados pela Guarda aos utentes das vias.

Nos anos de 2019 e 2020, a GNR registou 11.159 acidentes envolvendo veículos pesados, dos quais resultaram 14 vítimas mortais e 36 feridos graves, entre condutores e passageiros.

Na semana em que os Serviços Europeus de Inspeção de Transportes, membros da Euro Contrôle Route (ECR), irão levar a efeito ações de controlo de veículos pesados, a Guarda junta-se a essa iniciativa para sensibilizar a sociedade, em especial os operadores económicos que se dedicam ao transporte rodoviário de mercadorias, para a importância da adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores profissionais, tendo em vista a promoção da segurança rodoviária e a salvaguarda de vidas humanas.

GNR- Atividade operacional das últimas 12 horas

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de ações policiais, em todo o território nacional, entre as 20h00 de sábado e as 08h00 de domingo. Estas ações visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais:

  1. Detenções: 12 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • Cinco por condução sob o efeito do álcool;
  • Três por desobediência;
  • Dois por condução sem habilitação legal;
  • Um por condução perigosa;
  • Um por violência doméstica.
  1. Apreensões:
  • Oito doses de cocaína;
  • 3,16 doses de canábis;
  • 1,64 doses de haxixe;
  • 0,2 doses de liamba.

GNR- Atividade operacional das últimas 12 horas

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de ações policiais, em todo o território nacional, entre as 20h00 de sábado e as 08h00 de hoje, domingo. Estas ações visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais:

  1. Detenções: 25 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 14 por condução sob o efeito do álcool;
  • Nove por condução sem habilitação legal;
  • Um por violência doméstica.

  1. Apreensões:
  • 2,6 doses de haxixe;

  1. Trânsito:

Fiscalização438 infrações detetadas, destacando-se:

  • 84 por excesso de velocidade;
  • 39 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 30 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 19 relacionadas com iluminação e sinalização;
  • 17 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório;
  • 16 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • Quatro relacionadas com tacógrafos;
  • Três por uso indevido de telemóvel no exercício da condução.

Sinistralidade: 18 acidentes registados, destacando-se:

  • Um ferido grave;
  • Oito feridos leves.

CDS questiona o Governo sobre a retoma da prática do desporto adaptado e dos escalões mais jovens e quando haverá público no desporto

Os deputados do CDS João Pinho de Almeida e Ana Rita Bessa questionaram o Ministro da Educação e a Ministra da Saúde sobre a retoma da prática desportiva nos escalões mais jovens, se há previsão de data para haver público nos eventos desportivos e em que ponto estão as orientações para a retoma da prática do desporto adaptado.

João Pinho de Almeida e Ana Rita Bessa querem saber se a Direção-Geral da Saúde (DGS) e a Secretaria de Estado da Juventude e Desporto (SEJD) estão a trabalhar nas orientações para a retoma da prática do desporto adaptado, se o Comité Paralímpico de Portugal e/ou as federações vão ser consultados e acompanhar a sua elaboração e quando poderá o desporto adaptado retomar a sua prática em todas as suas modalidades.

Depois, querem saber se a SEJD e a DGS estão a trabalhar nas orientações para a retoma da prática do desporto de escalões mais jovens e quando é que estes escalões vão poder retomar a sua prática em todas as suas modalidades.

Questionam depois se estão a trabalhar nas orientações para a permissão de público nos recintos desportivos e qual o horizonte temporal para que tal se concretize e, também, se a SEJD e a DGS equacionaram a autorização de presença nos recintos desportivos a pessoas que direta ou indiretamente trabalham nas diversas modalidades, se sim, porque é que essa autorização ainda não foi concretizada, se não, quando será.

Finalmente, os deputados do CDS querem saber que solução e/ou alternativas tem o Governo para apresentar aos pequenos clubes que, sem poderem competir, correm sérios riscos de fechar portas, destruindo assim o esforço de muitos anos de implementação do desporto infantil/juvenil em Portugal.

A Orientação 036/2020, de 25 de agosto, emitida pela Direção-Geral da Saúde para a prática do ‘Desporto e Competições Desportivas’ motivou várias reações de descontentamento por parte de federações desportivas, levando mesmo a Confederação do Desporto de Portugal (CDP) a solicitar com caracter de urgência uma audiência com a Secretaria de Estado da Juventude e Desporto.

Também o Comité Paralímpico de Portugal lamentou que as normas não respondam às necessidades e ignorem o desporto para pessoas com deficiência, a maioria das quais estão em grupos de risco.

Efetivamente, o documento de Orientação 036/2020, de 25 de agosto, não faz qualquer menção ao desporto adaptado.

Em qualquer uma das listas de modalidades especificadas no documento – divididas entre ‘Alto Risco’ e ‘Médio Risco’ – e entre as várias federações mencionadas, não há qualquer referência à Federação Portuguesa para Pessoas com Deficiência que inclui modalidades como o boccia, o goalball ou o râguebi em cadeira de rodas, assim como não existe nada que especificamente mencione modalidades que estão sob alçada de outras federações.

Além de o recrutamento de atletas não ser fácil no desporto adaptado, em que a maioria das associações é mantida por gente em regime de voluntariado, a prática das diversas modalidades é, naturalmente, diferente do desporto praticado por pessoas sem deficiência.

Também, e independentemente de todos os benefícios que a prática de desporto traz à saúde de todos, no caso das pessoas com deficiência representa ainda um peso considerável em termos de inclusão social, quer pela perceção que desperta na sociedade em geral em relação à deficiência, quer pela possibilidade de dar aos atletas adaptados uma maior independência no seu dia a dia.

O fundamental da orientação resume-se a três pontos:

  1. Os escalões seniores podem entrar já em competição e sem restrições;
  2. Os restantes escalões podem jogar já, se tiverem competições internacionais no espaço de 45 dias;
  3. Os outros só podem treinar desde que os atletas respeitem três metros de distância uns dos outros, e não podem competir.

Nestes últimos estão incluídos escalões com atletas entre os 5 e os 18 anos, que representam, no fundo, a esmagadora maioria dos praticantes das várias modalidades. Sendo que, além do mais, o desporto cria hábitos de vida fundamentais ao desenvolvimento saudável e equilibrado de todos, muito particularmente dos mais jovens.

Além disso, face a esta restrição, os pequenos clubes que fazem formação nas diversas modalidades correm sérios riscos de encerrar, porque vivem das mensalidades dos pais destes atletas. A oferta apenas de treinos sem competição poderá fazer com que muitos pais optem por não inscrever os filhos, destruindo deste modo o esforço de muitos anos de implementação do desporto infantil/juvenil em Portugal.

Por outro lado, a DGS continua sem definir as regras para assistência aos jogos e/ou treinos, o que no caso dos pais é mais um argumento contra a inscrição dos filhos nos clubes.

Em todas as modalidades existem casos em que, por exemplo, o número de espectadores raramente chega a mil pessoas, continuando assim a impedir-se a entrada em eventos que, por norma, já pouco ou quase nenhum público têm, quando se trata de espectadores que podem estar afastados mais de dois metros entre si, sem qualquer problema.

Acresce que a restrição de público se estende também a pessoas que direta ou indiretamente trabalham nas diversas modalidades.

 

GNR- Projeto “Piscina Segura”

A Guarda Nacional Republicana tem em curso, desde o dia 1 de julho e até ao próximo dia 15 de setembro, o projeto “Piscina Segura”, que prevê a realização de ações de sensibilização à população, em todo o Território Nacional, no sentido de reforçar a consciencialização da sociedade para a problemática do afogamento de crianças e jovens, em piscinas privadas.

Considerando a atual situação do país, em função da pandemia de COVID-19, é expectável que se assista ao aumento da procura de habitações para férias, muitas delas com piscina, exponenciando o risco de afogamento de crianças e jovens, se não forem tomadas as devidas precauções. De acordo com a Associação para a Promoção da Segurança Infantil, nos últimos 16 anos ocorreram 247 afogamentos com desfecho fatal em crianças e jovens, sendo as piscinas os planos de água com maior registo de afogamentos (30%), seguidas das praias (25%) e dos rios/ribeiras/lagoas (24%).

Nesse sentido, serão desenvolvidas diversas campanhas de sensibilização, através das Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário (SPC), promovendo a colaboração entre entidades através de pontos de contacto.

A GNR aconselha:

  1. Mantenha sempre as crianças sob a vigilância permanente e efetiva de um adulto;
  2. Esteja sempre atento(a) a todos os movimentos, seja dentro de água ou na beira da piscina;
  3. Não deixe brinquedos na piscina, pois pode chamar a atenção das crianças e revelar-se numa distração fatal;
  4. Evite que as crianças corram à beira da piscina;
  5. Se tem piscina em casa, quando não estiver a ser utilizada, tape-a com uma tela, lona de proteção ou outro sistema de segurança;
  6. Ensine as crianças a nadar o mais cedo possível;
  7. Coloque sempre o auxiliar de flutuação nas crianças e certifique-se de que estas o mantêm devidamente colocado sempre que estejam perto ou dentro de água.