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Bombeiros Vila Franca das Naves- Eleitos órgãos sociais e aprovado plano de atividades e orçamento para 2026

Teve lugar , esta segunda -feira a Assembleia Geral da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vila Franca das Naves , com a realização do ato eleitoral, e ainda aprovados o Plano de Atividades para 2026, e o respetivo Orçamento.
Em relação ao ato eleitoral, Jorge Tavares é o Presidente da Direção e aqui fica a constituição dos seguintes órgãos sociais:
– 𝐌𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐚 𝐀𝐬𝐬𝐞𝐦𝐛𝐥𝐞𝐢𝐚 𝐆𝐞𝐫𝐚𝐥
• Presidente: João Rafael Oliva de Figueiredo
• Vice-Presidente: Lara Cristina Torres Simões
• Secretário: Afonso Lima Figueiredo
• 1.º Suplente: Sérgio António Martim Pires
• 2.º Suplente: Manuel Santos Fernandes
– 𝐃𝐢𝐫𝐞𝐜̧𝐚̃𝐨
• Presidente: Jorge M. Ferreira Vaz Tavares
• Vice-Presidente: Sofia Maria Alves Delgado
• Secretária: Cristina Maria Rodrigues dos Santos
• Tesoureiro: Luís Filipe de Azevedo Santos Osório
• Vogal: Rui Jorge Nogueira Monteiro
• 1.º Suplente: Pedro Miguel dos Santos
• 2.º Suplente: Vera Catarina Monteiro Coito
– 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐅𝐢𝐬𝐜𝐚𝐥
• Presidente: Fernando Tavares Delgado
• Secretária: Adelina Maria Almeida Ferreira Vaz
• Relator: José Alberto Santos Ambrósio
• 1.º Suplente: Francisco M. Condesso Quelhas
• 2.º Suplente: Manuel Martins Henriques

Fonte:AHBVFN

Trancoso – Orçamento 2026 foi aprovado em Reunião do Executivo Municipal

Teve lugar, no edifício da Câmara Municipal de Trancoso, a Reunião do Executivo Municipal, onde foram aprovados por maioria, com duas abstenções, os documentos previsionais do Município de Trancoso para o ano económico de 2026.
As Grandes Opções do Plano (GOP’s) para 2026 contemplam investimentos estratégicos em diferentes áreas, das quais se destacam:
– Educação – requalificação e beneficiação do Parque Escolar;
– Habitação – construção e reabilitação do Parque Habitacional;
-Turismo – elaboração de projetos de valorização do Campo Militar da Batalha de Trancoso e da área envolvente à Albufeira da Teja, entre outros;
– Pecuária – programa de intervenção e acompanhamento da produção animal;
– Infraestruturas Municipais – requalificação do Armazém 4, com criação de espaços utilitários para os trabalhadores dos serviços externos e beneficiação do Edifício B;
– Segurança – apoio à reabilitação dos postos da GNR do concelho.

fonte; MT

Nuno Martinho foi reeleito Primeiro Secretário Executivo Intermunicipal CIM Dão Viseu Lafões

Teve lugar, nesta segunda-feira, a sessão ordinária da Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, onde Nuno Martinho foi reeleito por maioria para o cargo de Primeiro Secretário Executivo Intermunicipal,  no Solar dos Peixotos, em Viseu.

A reeleição reforça a confiança no trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos. Recorde-se que a proposta de continuidade de Nuno Martinho tinha sido aprovada por unanimidade pelo Conselho Intermunicipal, que a submeteu à Assembleia.

A sessão da Assembleia Intermunicipal aprovou, também, o Orçamento e Plano de Atividades para 2026, documento que estabelece as prioridades e os investimentos previstos para o próximo ano. O orçamento ascende a cerca de 30 milhões de euros e mantém o foco na mobilidade e nos transportes, área em que a CIM Viseu Dão Lafões tem investido de forma estruturada, com projetos como a rede intermunicipal de transportes públicos Mobi Viseu Dão Lafões e o serviço de transporte flexível Ir e Vir.

O Plano de Atividades contempla, igualmente, setores com impacto direto nos 14 municípios da região, abrangendo domínios como proteção civil, educação, ação social, ambiente, defesa da floresta, promoção turística, cultura, transformação digital, inteligência territorial e execução de projetos financiados. A execução da ITI, no âmbito do PT 2030, também está nas principais preocupações da CIM para o próximo ano.

A proposta de Orçamento e Plano de Atividades tinha sido aprovada, previamente, em reunião extraordinária do Conselho Intermunicipal, realizada no passado dia 28 de novembro.

Relativamente ao Orçamento e Plano de Atividades, o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, João Azevedo, considerou que “este documento responde à necessidade de manter um trabalho sólido e permanente, que permita aos municípios atuar com mais eficiência e coordenar projetos decisivos para o território. Continuamos focados em garantir melhores serviços, maior coesão e resultados concretos para as populações. É um orçamento que dá continuidade e coloca a instituição preparada para novos desafios”.

Referiu, ainda, o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, relativamente à eleição do Secretário Executivo, que “Nuno Martinho é uma pessoa que tem uma longa experiência na função, é uma pessoa que nos dá garantias de qualidade, de sucesso, de experiência e de responsabilidade e de grande competência no cargo que vai representar”.

No final da sessão, Nuno Martinho agradeceu a confiança renovada e destacou o compromisso com a região: “É uma honra continuar a servir os 14 municípios da CIM Viseu Dão Lafões e a nossa região. Nos próximos 4 anos, manteremos o foco na execução dos projetos estratégicos, nos mais variados domínios de intervenção, que sejam indutores de maior competitividade e coesão para o nosso território. Continuaremos a trabalhar com rigor, proximidade e sentido de missão, envolvendo, sempre, o tecido institucional da região, seja ele público ou privado, garantido a necessária alavancagem e complementaridade das intervenções”.

Câmara de Pinhel aprovou Grandes Opções do Plano e Orçamento no valor global de “35 milhões de euros” (35.743.035€)

Grandes Opções do Plano e Orçamento aprovado por maioria pelo Executivo Municipal

Nesta quarta-feira, realizou-se na Câmara Municipal de Pinhel, mais uma Reunião Ordinária do Executivo Municipal , onde a análise e votação das Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2026 foi um dos pontos da primeira reunião do mês de dezembro.
A Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Daniela Capelo, começou por apresentar o valor global do Orçamento preparado a pensar na estratégia de investimento que visa dar continuidade à ação do Município das diversas áreas que são da sua competência, mas também à concretização de projetos estruturantes para o concelho.
Com um valor global de “35 milhões de euros” (35.743.035€), este orçamento representa “ambição, audácia, responsabilidade e rigor”, afirmou a autarca, explicando que muitas das obras incluídas no Plano têm candidaturas aprovadas e financiamento garantido, como é o caso do Mercado Municipal, do Largo das Feiras, da construção de fogos habitacionais para arrendamento a custos acessíveis, da ampliação da Zona Industrial e da rede de miradouros do Côa, entre outras. Ao todo, estes projetos representam quase 10 milhões de euros.
Mas há também os projetos que estão a aguardar oportunidade de candidatura e que, como tal, devem estar planeados e inscritos no Orçamento, como é o caso da requalificação da EB2 (antiga Escola Preparatória), da Estratégia Local de Habitação, da valorização do antigo açude do Rio Côa em Vale de Madeira ou da valorização ambiental e desportiva da Barragem de Vascoveiro, entre outros projetos, no valor estimado de 17 milhões de euros.
Apresentadas e discutidas as Grandes Opções que estiveram na base da elaboração do Orçamento para 2026, o documento foi aprovado pelos vereadores que representam a maioria do Executivo Municipal, eleitos pelo Partido Social Democrata, com os votos contra dos dois vereadores eleitos pelo UPP – Unidos por Pinhel.
As Grandes Opções do Plano e o Orçamento para 2026 vão ser remetidas à Assembleia Municipal de Pinhel para a análise e votação na próxima sessão ordinária, que será a última de 2025

Câmara de Figueira de Castelo Rodrigo aprovou orçamento “ambicioso, rigoroso e responsável” para 2025

A Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo aprovou um
orçamento de 25.735.560€ para o ano de 2025, representando um
aumento de 22,85% em relação ao ano anterior. Este reforço
financeiro reflete o compromisso do Executivo Municipal em realizar
investimentos prioritários, maioritariamente apoiados por fundos
comunitários do PT2030 e do PRR, que contribuem para a melhoria
das condições de vida da população e para o desenvolvimento
estratégico do concelho Figueirense, tendo as pessoas no centro da
ação política.
Entre os projetos previstos, destaca-se o reforço de programas na
área da saúde, como o Cartão de Saúde Municipal e o projeto “Dar
Visão a Figueira de Castelo Rodrigo”, que já possibilitou mais de
150 cirurgias gratuitas às cataratas a Munícipes. O serviço de
mobilidade Cegonha Móbil e o programa de Apoio ao Idoso terão
continuidade, enquanto a Academia Figueira Sénior prosseguirá em
funcionamento, com novas valências que promovam o
envelhecimento ativo. Na habitação, a autarquia vai iniciar a
construção de 12 fogos habitacionais no centro histórico, no âmbito
do programa de Habitação a Custos Acessíveis, com um
investimento de 1,7 milhões de euros, financiados a 100%.
Simultaneamente, será dada continuidade à requalificação de fogos
sociais do Município.
Neste orçamento, a educação é uma prioridade, com um
investimento superior a 4,5 milhões de euros alocados para se
efetuar obras profundas de requalificação na Escola Secundária de
Figueira de Castelo Rodrigo, financiado pelo Estado Português,
através do Banco Europeu de Investimento, e a continuidade do

Programa Intermunicipal de Promoção de Sucesso Escolar, no valor
de 200 mil euros.
O orçamento inclui também a remodelação do Quartel da GNR,
num investimento de 1,3 milhões de euros, e no términus do Posto
de Turismo de Barca de Alva, que se tornará na porta de entrada do
Parque Natural do Douro Internacional.
Outros investimentos importantes incluem a construção de uma
praia fluvial e de um parque de lazer na Barragem de Santa Maria
de Aguiar, a requalificação das Avenidas Sá Carneiro e 25 de Abril,
do Largo Dr. Vilhena e da Rua Dom Dinis. A execução da ETAR da
Zona Industrial e a reparação de edifícios municipais, como o
Pavilhão dos Desportos e a Casa da Cultura vão também avançar
em 2025.
Os eventos culturais e turísticos continuam a ser uma aposta, como
é exemplo a Rainha da Amendoeira em Flor, a Recriação Histórica
da Batalha de Castelo Rodrigo, as Festas da Vila e o ciclo eventos
“É Cá da Terra”, culminando com a segunda edição da FAT – Feira
Agrícola Transfronteiriça, e ainda a “Figueira Terra Natal”. A
participação em feiras de turismo assegurará a promoção do
concelho.
No âmbito fiscal, a autarquia mantém a “Fiscalidade Amiga dos
Cidadãos”, incluindo, no próximo ano, a isenção de IMI por cinco
anos para habitações próprias de valor tributário até 125 mil euros,
e o Regulamento de Benefícios Fiscais à Atividade Económica, que
proporciona vantagens a investidores.
As Juntas de Freguesia continuarão a ser apoiadas, com o
financiamento a ultrapassar um milhão de euros, permitindo
investimentos nas aldeias.
Para o Presidente da Câmara, Carlos Condesso, este orçamento é
“ambicioso, rigoroso e responsável, refletindo a boa gestão dos
recursos públicos e a promoção do progresso do concelho,
respondendo eficazmente às necessidades dos cidadãos e
empresas, mesmo num contexto de incerteza global”.
“A perspetiva para o ano de 2025 é de mais investimento, maior
desenvolvimento e melhor bem-estar para os cidadãos do
Concelho”, concluí o autarca.

Mangualde aprova orçamento de 32 milhões de euros sem votos contra

Nove anos depois, Mangualde aprovou o orçamento sem os votos contra dos vereadores da oposição, que desta vez se abstiveram. O documento contempla uma verba de 32 milhões de euros, cerca de menos três milhões, face a 2023, apesar do brutal aumento das taxas de juro, que implicam um acréscimo de 123% nas despesas.

Educação, Água e Saneamento, Resíduos, Famílias e Ação Social absorvem a maior fatia das Grandes Opções do Plano (GLOP).

“A execução do orçamento e Grandes Opções do Plano obriga a rigor e a um compromisso responsável, por forma a garantirmos uma sustentabilidade financeira e superarmos os desafios de um futuro próximo, contribuindo para um concelho mais forte e com maior qualidade de vida”, justifica o presidente da Câmara de Mangualde, Marco Almeida.

Os investimentos nas redes de abastecimento de água, saneamento básico e tratamento de resíduos, nomeadamente a conclusão da ETAR (Estação de Tratamento de Águas Residuais) de Cubos absorve uma verba de cerca de três milhões de euros.

Na Educação serão aplicados mais de dois milhões de euros, nomeadamente na recuperação e adaptação de edifícios escolares, apoio ao funcionamento das escolas, planos de combate ao insucesso escolar, prolongamento de apoio letivo e às famílias, aos alunos com necessidades educativas especiais e transporte escolar.

Com o objetivo de desagravar as despesas das famílias, o autarca realça que, tal como em 2023, a aplicação da taxa mínima do IMI vai manter-se nos 0,3%, traduzindo-se numa menor receita. “Sabemos que entra menos meio milhão de euros nos cofres do município, mas foi uma opção porque queremos dar mais condições aos munícipes face ao contexto socioeconómico que vivemos”, justificou Marco Almeida.

Para reabilitar as vias municipais também está alocada uma verba superior a um milhão de euros.

“A aposta na eficiência energética nos edifícios públicos irão contribuir para reduzir ainda mais os custos e conseguir dar uma maior qualidade de resposta aos munícipes”, afirmou Marco Almeida, referindo-se à reabilitação das piscinas municipais e do centro de saúde de Mangualde.

“Apesar do orçamento deixar pouca margem de manobra para outras obras necessárias no concelho, tivemos o cuidado de prever investimentos nas Grandes Opções do Plano, através das oportunidades dos fundos comunitários — Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e Portugal 2030, nomeadamente na habitação, construção da zona industrial e central de camionagem, regeneração urbana, gestão da água, revitalização e digitalização dos operadores económicos, entre outros”, refere o autarca.

O presidente do município espera que, para a elaboração do próximo orçamento, possa também ter a participação dos vereadores da oposição PSD/CDS e CHEGA. “Entendo que devemos ouvir e discutir todos os contributos, em nome do futuro de excelência que pretendemos”, justificou.

O orçamento vai ser votado na próxima Assembleia municipal, marcada para 20 de dezembro.

fonte:MM

Conversa com Manuel Fonseca- Balanço de 2022 e perspetivas para 2023

Conversa com Manuel Fonseca-Município de Fornos de Algodres

“Grande desafio, pela questão energética”

Depois do primeiro ano de mandato e como chegou um novo ano, fomos conversar com o Presidente da autarquia fornense, no sentido de saber, os novos desafios que são muitos para o novo ano.

Magazine Serrano – Que balanço faz deste ano de 2022, um ano algo atribulado que iniciou com a pandemia ainda?

Manuel Fonseca – Em primeiro lugar quero deixar as Boas Festas , agradecer ao António Pacheco por estar sempre disponível por este tipo de trabalho, em relação a 2022, foi um ano difícil, que prevíamos que depois da pandemia pudesse entrar em ritmo normal, mas infelizmente veio a guerra, que de alguma forma perturbou as obras que estavam em curso, criou-nos algumas situações que não estávamos à espera, no entanto as coisas andaram não ao ritmo inicialmente previsto e por isso, os projetos que estavam no pacto Beiras e Serra da Estrela, alguns foram concluídos, já outros têm de ser concluídos em 2023 e portanto aproxima-se a data do fim do quadro comunitário de apoio e neste momento também já está desenhado, um novo quadro comunitário e como tal, estamos a ultimar para que todos estes processos possam estar fechados. Refiro-me ao plano inovador ao combate do insucesso escolar, um projeto que neste momento está encerrado, houve aqui uma intervenção na escola, através de alguns técnicos nesse processo, ainda a sala inovadora que foi feita na Escola C+S de Fornos, a requalificação dos jardins da Quinta da Vila. A requalificação do Mercado Municipal, após alguma demora e uma paragem, agora segue em bom ritmo, que irá permitir que em princípio no final do 1º semestre de 2023, a obra esteja praticamente concluída, senão pode existir um risco para nós.

Agora a comunidade já vai vendo como vai ficar o Mercado, uma obra que vai ser importante para a comunidade e quiçá, as festas de N. Sra. da Graça já sejam ali feitas?

Para já não me comprometo com datas, uma vez que nas obras existem sempre derrapagens, agora a partir do momento que se começou a colocar a cobertura , verifica-se que já se vê algo e para o munícipe e pessoas que tinham algum ceticismo e era normal, uma vez que demorou algum tempo, relativamente às fundações, à própria demolição e agora já se vê a estrutura que está a ser feita, que vai beneficiar a Feira Quinzenal , mas também para outro tipo de eventos , dado que não existia um espaço em Fornos para tal acontecessem.

Agora em relação à requalificação da Escola de Figueiró da Granja, também terá de ser concluída no 1º semestre, uma vez que é o compromisso do empreiteiro, para que no próximo ano letivo já esteja em condições para os meninos de Figueiró e todos daquela zona do concelho. Temos ainda o projeto da mobilidade integrada que está praticamente fechado, que faz a ligação do centro da vila ao Mercado Municipal. Depois a 2ªfase, teremos de projetar e vermos, que tem a ver com estado dos paralelos, uma vez que existe uma irregularidade na estrada quando subimos e temos de fazer algo.

Depois foram outros projetos que já acabaram como as redes culturais, onde Fornos de Algodres este inserido no das Beiras e Serra da Estrela e o do Alto Mondego.

Dois projetos importantíssimos em termos culturais, não só pelo número de espetáculos que houve no concelho, mas também por ter deixado alguma semente para que, em termos de cultura se possa fazer algo, dou o exemplo do TAFA (Teatro Amador de Fornos de Algodres), que um grupo de jovens que criou de forma informal, mas espero que venha a ser formalizado em breve e já fizeram algum trabalho aqui no concelho de Fornos, em Algodres, Muxagata e aqui na vila. Foram feitos vários planos municipais, como o da defesa da floresta contra incêndios, cartas educativas de última geração elaboradas, o projeto de recolha de óleo no âmbito alimentar, ainda o projeto de eficiência nos edifícios públicos, caso do que aconteceu aqui na sede da Câmara, projeto de redes e diferenciação de redes de águas residuais e pluviais do concelho, uma situação que nos preocupava bastante, muitas vezes quando existiam ruturas , não sabíamos onde estava e agora já é mais fácil localizar.

Habitação social do Bairro do Ténis vai ser concluída

Outra situação importante é através do 1ºDireito temos resolvido em parte a questão do Bairro do Ténis, que esteve muitos anos completamente abandonado e perante  a possibilidade de nós adquirirmos esses fogos que existiam no Bairro, já pertencem ao Município e além disso existe a possibilidade de financiamento no sentido de recuperar e colocá-los à disposição da população, neste caso das pessoas mais carenciadas, por outro lado requalificar uma zona que até há bem pouco tempo apresentava graves problemas.

Foi muito importante e agora está em fase de ser realizada uma candidatura para a sua requalificação. Trata-se de um conjunto de ações realizadas em 2022 e vamos continuar a fazer, neste momento ainda não sabemos as linhas orientadores do próximo quadro comunitário, infelizmente mais uma vez não haverá dinheiro para estradas, o betão, mas vamos ver o que aí vem e temos algumas ideias para fazer algumas candidaturas.

Com a delegação de competências na área do Património, neste momento, a Residência de Estudantes, que vai permitir fazer intervenções e é necessário fazer ali algo.

Foi importante, uma vez que geríamos de forma informal, que infelizmente o Estado no sentido abstrato, abandona os imóveis.  Como exemplo a casa dos magistrados, o apartamento ligado à Agricultura que é pertença do Estado, aliás uma série de situações que o Estado abandonou, e tem de ter um processo célere para passar esses edifícios para a posse das autarquias.

Felizmente, a situação da Residência de Estudantes está resolvida, foi importante na pandemia e temos de intervir rapidamente, dado que, é de uma geração anterior. Foi um edifício importante e como sabe Fornos é conhecido pelo espírito solidário, que tem por quem foge dos seus países de origem, caso dos ucranianos, de seguida os timorenses que se encontram cá e muitos deles já inseridos no mercado de trabalho de Fornos, chegaram também mais 3 refugiados da Serra Leoa para serem inseridos no mercado trabalho.

Para já, é uma primeira resposta para eles, para depois quando se automizarem, haverá o mercado habitacional do concelho onde podem passar a ficar e criar o seu projeto de vida por aqui. É uma notícia importante para nós e vamos criar condições para o espaço da Residência seja diferente no futuro. Ler Mais »

Freguesia da Freixiosa (Mangualde) com orçamento para 2023 no valor total de 143.758,88 euros

Teve lugar, no passado dia 30 de dezembro, a Assembleia de Freguesia da Freixiosa (Mangualde) que aprovou, por unanimidade, o Orçamento e o Plano de Investimentos Plurianuais (PPI) da Junta de Freguesia de Freixiosa, para o ano de 2023. Sendo que, o documento do orçamento compreende um valor total de 143.758,88 euros.
As Grandes Opções do Plano assentam num investimento no valor de 98.411,00 euros, sendo importante realçar os principais investimentos previstos:
– Requalificação da Rua da Igreja, da Rua de São Marcos, da Rua da Videira e da Rua da Boa Vista;
– Aquisição de veículo 4×4 para a Unidade Local de Proteção Civil;
– Termino do Parque Infantil no Bairro do Rebolo e da Cancela;
– Requalificação do Edifício e Espaço Envolvente da Antiga Escola Primária (sujeita a aprovação de candidatura a fundo europeu);
– Calcetamento de passeios na Avenida da Liberdade.
Este orçamento contempla ainda as medidas sociais criadas no passado orçamento, Apoio à Natalidade, Apoio à Educação e Apoio à Residência, pretendendo continuar a dar resposta à desertificação da freguesia e contribuir para a renovação das gerações.
Posto tudo isto, realçamos o facto de este orçamento ter por base um criterioso planeamento e uma visão estratégica, tendo em vista um exercício de boas práticas de gestão autárquica, equilíbrio financeiro e o desejo de aumento da qualidade de vida dos Freixiosenses”, refere o executivo da Freguesia .

Orçamento e Plano de Atividades da Cim Viseu Dão Lafões em mais de 22,7 milhões de euros

 Teve lugar em São Pedro do Sul, uma  sessão ordinária da Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, onde foi aprovado o Orçamento e Plano de Atividades para o exercício económico de 2023. Este documento estratégico reflete um orçamento que ascende a mais de 22,7M€.

A área da Mobilidade e dos Transportes, a exemplo dos exercícios económicos dos anos anteriores, continuará em 2023 a assumir um papel de relevo nas contas desta Entidade Intermunicipal, merecendo destaque o projeto piloto de transporte flexível “Ir Vir”, agora em fase de consolidação em todo o território, assim como o lançamento do concurso publico internacional para aquisição do serviço publico de transporte de passageiros de modo rodoviário na região Viseu Dão Lafões.

No que concerne à Proteção Civil Intermunicipal e a Defesa da Floresta, setor estratégico para a CIM Viseu Dão Lafões, as brigadas de sapadores florestais darão continuidade aos trabalhos de silvicultura preventiva e manutenção da rede primária a que se associa, também, o trabalho de planeamento estratégico do Gabinete Técnico Florestal Intermunicipal. Merecem, ainda, destaque os projetos de cariz internacional, nomeadamente no âmbito do programa LIFE, em desenvolvimento no território.

Nos domínios do Turismo e da Cultura, a CIM Viseu Dão Lafões, continua fortemente comprometida com a programação cultural em rede, promovendo diversos espetáculos e criações de âmbito artístico e cultural, ao longo de 2023, nos 14 municípios do seu território. Continuará, ainda, a ser executado o plano de ação relativo aos produtos turísticos de base intermunicipal.

No domínio da Educação, a Comunidade Intermunicipal continuará a execução do plano de promoção do sucesso educativo nas escolas da região, com vários projetos inovadores, em perfeita articulação com os agrupamentos de escolas e cada um dos municípios.

Este Orçamento e Plano de atividades, para o ano 2023, contempla também, o início da execução do novo quadro financeiro plurianual, estando o primeiro trimestre do ano marcado pela negociação do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial (PDCT 2030), entre a CIM Viseu Dão Lafões e as Autoridades de Gestão do PT2030.

De acordo com Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Fernando Ruas, “este é um orçamento realista, que pretende responder aos desafios que a região tem pela frente, com olhos postos no futuro, e que pretende maximizar as várias fontes de financiamento que irão estar à sua disposição”. “Estamos certos de que o nosso sucesso, dependerá, muito, da qualidade da governança, da capacidade para decidir e agir em redes colaborativas temáticas, a partir do terreno e tendo em conta as especificidades do território”, concluiu o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões.

Município de Gouveia com Orçamento de 22,2 Milhões de Euros para 2022

A Câmara Municipal de Gouveia aprovou um orçamento de 22.239.420 euros para o ano de 2022, mais de 1,5 milhões superior face ao ano anterior. Trata-se de um orçamento que prevê o arranque de projetos importantes para o concelho de Gouveia, mas também de preparação do novo quadro comunitário (Portugal 2030) e do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência).

A proposta de orçamento e grandes opções do plano da Câmara Municipal de Gouveia para o ano de 2022 foi aprovado pela Câmara Municipal, por maioria, com os votos contra dos três vereadores eleitos pelo PS. Na reunião da Assembleia Municipal o orçamento de 2022 foi também aprovado por maioria, com vinte e três (23) votos a favor, por parte da bancada parlamentar do PPD/PSD e doze (12) votos contra, por parte da bancada parlamentar do PS.

Neste ano que se inicia, a autarquia de Gouveia pretende “executar os projetos que já estão em desenvolvimento, bem como preparar outros para concretizar em termos do Quadro Comunitário”.

É também propósito do executivo “continuar a dar prioridade às funções sociais, com a preocupação da valorização salarial dos trabalhadores do município através da opção gestionária”.

Na área da habitação pretende iniciar-se a execução do 1.º Direito, de acordo com o protocolo celebrado com o IHRU (Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana).

O apoio ao associativismo manter-se-á prioritário, prevendo-se um investimento direto de 220 mil euros nas atividades promovidas pelas associações e coletividades do concelho.
Os apoios ao nível da manutenção das Equipas de Intervenção Permanente e às Corporações de Bombeiros ao nível da intervenção dos seus edifícios, estão igualmente sinalizados em orçamento.

Destaque ainda para a intervenção e requalificação do Parque Ecológico de Gouveia, bem como da Requalificação da Estrada do Curral do Negro e do Bairro de Santo António, na freguesia de Nespereira.

Na área da cultura o município pretende “dar persecução às diferentes redes em que está inserido”. Ainda na área da cultura, é intenção da autarquia avançar com a intervenção na Villa Josephine, em Melo, bem como lançar o procedimento destinado à elaboração do projeto para a Requalificação do Museu Abel Manta, que contemplará uma ampliação do espaço.

Ainda nesta área, “é propósito avançar também com a “Casa do Território”, que diz respeito a uma intervenção a realizar na antiga Fábrica de Balões e que já está reservada alguma verba em termos de apoio comunitário, querendo avançar para o projeto neste resto de Quadro Comunitário”.
Realce ainda para a requalificação do Teatro Cine de Gouveia através de um plano de intervenção.

No desporto, uma das grandes ações será complementar a intervenção realizada anteriormente nas Piscinas Municipais Descobertas, agora, com a intervenção no exterior destas piscinas. Outro dos principais investimentos do setor do desporto é a requalificação do Estádio Municipal do Farvão e a estruturação da intervenção no Pavilhão Gimnodesportivo.

O apoio aos pastores, aos produtores de queijo e de vinho irão manter-se, continuando o município a apostar na valorização dos produtos endógenos e na promoção turística, através de iniciativas promocionais e de ações transversais de atração em conjugação com as feiras e os eventos.