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Conversa com Manuel Fonseca- Balanço de 2022 e perspetivas para 2023

Conversa com Manuel Fonseca-Município de Fornos de Algodres

“Grande desafio, pela questão energética”

Depois do primeiro ano de mandato e como chegou um novo ano, fomos conversar com o Presidente da autarquia fornense, no sentido de saber, os novos desafios que são muitos para o novo ano.

Magazine Serrano – Que balanço faz deste ano de 2022, um ano algo atribulado que iniciou com a pandemia ainda?

Manuel Fonseca – Em primeiro lugar quero deixar as Boas Festas , agradecer ao António Pacheco por estar sempre disponível por este tipo de trabalho, em relação a 2022, foi um ano difícil, que prevíamos que depois da pandemia pudesse entrar em ritmo normal, mas infelizmente veio a guerra, que de alguma forma perturbou as obras que estavam em curso, criou-nos algumas situações que não estávamos à espera, no entanto as coisas andaram não ao ritmo inicialmente previsto e por isso, os projetos que estavam no pacto Beiras e Serra da Estrela, alguns foram concluídos, já outros têm de ser concluídos em 2023 e portanto aproxima-se a data do fim do quadro comunitário de apoio e neste momento também já está desenhado, um novo quadro comunitário e como tal, estamos a ultimar para que todos estes processos possam estar fechados. Refiro-me ao plano inovador ao combate do insucesso escolar, um projeto que neste momento está encerrado, houve aqui uma intervenção na escola, através de alguns técnicos nesse processo, ainda a sala inovadora que foi feita na Escola C+S de Fornos, a requalificação dos jardins da Quinta da Vila. A requalificação do Mercado Municipal, após alguma demora e uma paragem, agora segue em bom ritmo, que irá permitir que em princípio no final do 1º semestre de 2023, a obra esteja praticamente concluída, senão pode existir um risco para nós.

Agora a comunidade já vai vendo como vai ficar o Mercado, uma obra que vai ser importante para a comunidade e quiçá, as festas de N. Sra. da Graça já sejam ali feitas?

Para já não me comprometo com datas, uma vez que nas obras existem sempre derrapagens, agora a partir do momento que se começou a colocar a cobertura , verifica-se que já se vê algo e para o munícipe e pessoas que tinham algum ceticismo e era normal, uma vez que demorou algum tempo, relativamente às fundações, à própria demolição e agora já se vê a estrutura que está a ser feita, que vai beneficiar a Feira Quinzenal , mas também para outro tipo de eventos , dado que não existia um espaço em Fornos para tal acontecessem.

Agora em relação à requalificação da Escola de Figueiró da Granja, também terá de ser concluída no 1º semestre, uma vez que é o compromisso do empreiteiro, para que no próximo ano letivo já esteja em condições para os meninos de Figueiró e todos daquela zona do concelho. Temos ainda o projeto da mobilidade integrada que está praticamente fechado, que faz a ligação do centro da vila ao Mercado Municipal. Depois a 2ªfase, teremos de projetar e vermos, que tem a ver com estado dos paralelos, uma vez que existe uma irregularidade na estrada quando subimos e temos de fazer algo.

Depois foram outros projetos que já acabaram como as redes culturais, onde Fornos de Algodres este inserido no das Beiras e Serra da Estrela e o do Alto Mondego.

Dois projetos importantíssimos em termos culturais, não só pelo número de espetáculos que houve no concelho, mas também por ter deixado alguma semente para que, em termos de cultura se possa fazer algo, dou o exemplo do TAFA (Teatro Amador de Fornos de Algodres), que um grupo de jovens que criou de forma informal, mas espero que venha a ser formalizado em breve e já fizeram algum trabalho aqui no concelho de Fornos, em Algodres, Muxagata e aqui na vila. Foram feitos vários planos municipais, como o da defesa da floresta contra incêndios, cartas educativas de última geração elaboradas, o projeto de recolha de óleo no âmbito alimentar, ainda o projeto de eficiência nos edifícios públicos, caso do que aconteceu aqui na sede da Câmara, projeto de redes e diferenciação de redes de águas residuais e pluviais do concelho, uma situação que nos preocupava bastante, muitas vezes quando existiam ruturas , não sabíamos onde estava e agora já é mais fácil localizar.

Habitação social do Bairro do Ténis vai ser concluída

Outra situação importante é através do 1ºDireito temos resolvido em parte a questão do Bairro do Ténis, que esteve muitos anos completamente abandonado e perante  a possibilidade de nós adquirirmos esses fogos que existiam no Bairro, já pertencem ao Município e além disso existe a possibilidade de financiamento no sentido de recuperar e colocá-los à disposição da população, neste caso das pessoas mais carenciadas, por outro lado requalificar uma zona que até há bem pouco tempo apresentava graves problemas.

Foi muito importante e agora está em fase de ser realizada uma candidatura para a sua requalificação. Trata-se de um conjunto de ações realizadas em 2022 e vamos continuar a fazer, neste momento ainda não sabemos as linhas orientadores do próximo quadro comunitário, infelizmente mais uma vez não haverá dinheiro para estradas, o betão, mas vamos ver o que aí vem e temos algumas ideias para fazer algumas candidaturas.

Com a delegação de competências na área do Património, neste momento, a Residência de Estudantes, que vai permitir fazer intervenções e é necessário fazer ali algo.

Foi importante, uma vez que geríamos de forma informal, que infelizmente o Estado no sentido abstrato, abandona os imóveis.  Como exemplo a casa dos magistrados, o apartamento ligado à Agricultura que é pertença do Estado, aliás uma série de situações que o Estado abandonou, e tem de ter um processo célere para passar esses edifícios para a posse das autarquias.

Felizmente, a situação da Residência de Estudantes está resolvida, foi importante na pandemia e temos de intervir rapidamente, dado que, é de uma geração anterior. Foi um edifício importante e como sabe Fornos é conhecido pelo espírito solidário, que tem por quem foge dos seus países de origem, caso dos ucranianos, de seguida os timorenses que se encontram cá e muitos deles já inseridos no mercado de trabalho de Fornos, chegaram também mais 3 refugiados da Serra Leoa para serem inseridos no mercado trabalho.

Para já, é uma primeira resposta para eles, para depois quando se automizarem, haverá o mercado habitacional do concelho onde podem passar a ficar e criar o seu projeto de vida por aqui. É uma notícia importante para nós e vamos criar condições para o espaço da Residência seja diferente no futuro. Ler Mais »

Freguesia da Freixiosa (Mangualde) com orçamento para 2023 no valor total de 143.758,88 euros

Teve lugar, no passado dia 30 de dezembro, a Assembleia de Freguesia da Freixiosa (Mangualde) que aprovou, por unanimidade, o Orçamento e o Plano de Investimentos Plurianuais (PPI) da Junta de Freguesia de Freixiosa, para o ano de 2023. Sendo que, o documento do orçamento compreende um valor total de 143.758,88 euros.
As Grandes Opções do Plano assentam num investimento no valor de 98.411,00 euros, sendo importante realçar os principais investimentos previstos:
– Requalificação da Rua da Igreja, da Rua de São Marcos, da Rua da Videira e da Rua da Boa Vista;
– Aquisição de veículo 4×4 para a Unidade Local de Proteção Civil;
– Termino do Parque Infantil no Bairro do Rebolo e da Cancela;
– Requalificação do Edifício e Espaço Envolvente da Antiga Escola Primária (sujeita a aprovação de candidatura a fundo europeu);
– Calcetamento de passeios na Avenida da Liberdade.
Este orçamento contempla ainda as medidas sociais criadas no passado orçamento, Apoio à Natalidade, Apoio à Educação e Apoio à Residência, pretendendo continuar a dar resposta à desertificação da freguesia e contribuir para a renovação das gerações.
Posto tudo isto, realçamos o facto de este orçamento ter por base um criterioso planeamento e uma visão estratégica, tendo em vista um exercício de boas práticas de gestão autárquica, equilíbrio financeiro e o desejo de aumento da qualidade de vida dos Freixiosenses”, refere o executivo da Freguesia .

Orçamento e Plano de Atividades da Cim Viseu Dão Lafões em mais de 22,7 milhões de euros

 Teve lugar em São Pedro do Sul, uma  sessão ordinária da Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, onde foi aprovado o Orçamento e Plano de Atividades para o exercício económico de 2023. Este documento estratégico reflete um orçamento que ascende a mais de 22,7M€.

A área da Mobilidade e dos Transportes, a exemplo dos exercícios económicos dos anos anteriores, continuará em 2023 a assumir um papel de relevo nas contas desta Entidade Intermunicipal, merecendo destaque o projeto piloto de transporte flexível “Ir Vir”, agora em fase de consolidação em todo o território, assim como o lançamento do concurso publico internacional para aquisição do serviço publico de transporte de passageiros de modo rodoviário na região Viseu Dão Lafões.

No que concerne à Proteção Civil Intermunicipal e a Defesa da Floresta, setor estratégico para a CIM Viseu Dão Lafões, as brigadas de sapadores florestais darão continuidade aos trabalhos de silvicultura preventiva e manutenção da rede primária a que se associa, também, o trabalho de planeamento estratégico do Gabinete Técnico Florestal Intermunicipal. Merecem, ainda, destaque os projetos de cariz internacional, nomeadamente no âmbito do programa LIFE, em desenvolvimento no território.

Nos domínios do Turismo e da Cultura, a CIM Viseu Dão Lafões, continua fortemente comprometida com a programação cultural em rede, promovendo diversos espetáculos e criações de âmbito artístico e cultural, ao longo de 2023, nos 14 municípios do seu território. Continuará, ainda, a ser executado o plano de ação relativo aos produtos turísticos de base intermunicipal.

No domínio da Educação, a Comunidade Intermunicipal continuará a execução do plano de promoção do sucesso educativo nas escolas da região, com vários projetos inovadores, em perfeita articulação com os agrupamentos de escolas e cada um dos municípios.

Este Orçamento e Plano de atividades, para o ano 2023, contempla também, o início da execução do novo quadro financeiro plurianual, estando o primeiro trimestre do ano marcado pela negociação do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial (PDCT 2030), entre a CIM Viseu Dão Lafões e as Autoridades de Gestão do PT2030.

De acordo com Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Fernando Ruas, “este é um orçamento realista, que pretende responder aos desafios que a região tem pela frente, com olhos postos no futuro, e que pretende maximizar as várias fontes de financiamento que irão estar à sua disposição”. “Estamos certos de que o nosso sucesso, dependerá, muito, da qualidade da governança, da capacidade para decidir e agir em redes colaborativas temáticas, a partir do terreno e tendo em conta as especificidades do território”, concluiu o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões.

Município de Gouveia com Orçamento de 22,2 Milhões de Euros para 2022

A Câmara Municipal de Gouveia aprovou um orçamento de 22.239.420 euros para o ano de 2022, mais de 1,5 milhões superior face ao ano anterior. Trata-se de um orçamento que prevê o arranque de projetos importantes para o concelho de Gouveia, mas também de preparação do novo quadro comunitário (Portugal 2030) e do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência).

A proposta de orçamento e grandes opções do plano da Câmara Municipal de Gouveia para o ano de 2022 foi aprovado pela Câmara Municipal, por maioria, com os votos contra dos três vereadores eleitos pelo PS. Na reunião da Assembleia Municipal o orçamento de 2022 foi também aprovado por maioria, com vinte e três (23) votos a favor, por parte da bancada parlamentar do PPD/PSD e doze (12) votos contra, por parte da bancada parlamentar do PS.

Neste ano que se inicia, a autarquia de Gouveia pretende “executar os projetos que já estão em desenvolvimento, bem como preparar outros para concretizar em termos do Quadro Comunitário”.

É também propósito do executivo “continuar a dar prioridade às funções sociais, com a preocupação da valorização salarial dos trabalhadores do município através da opção gestionária”.

Na área da habitação pretende iniciar-se a execução do 1.º Direito, de acordo com o protocolo celebrado com o IHRU (Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana).

O apoio ao associativismo manter-se-á prioritário, prevendo-se um investimento direto de 220 mil euros nas atividades promovidas pelas associações e coletividades do concelho.
Os apoios ao nível da manutenção das Equipas de Intervenção Permanente e às Corporações de Bombeiros ao nível da intervenção dos seus edifícios, estão igualmente sinalizados em orçamento.

Destaque ainda para a intervenção e requalificação do Parque Ecológico de Gouveia, bem como da Requalificação da Estrada do Curral do Negro e do Bairro de Santo António, na freguesia de Nespereira.

Na área da cultura o município pretende “dar persecução às diferentes redes em que está inserido”. Ainda na área da cultura, é intenção da autarquia avançar com a intervenção na Villa Josephine, em Melo, bem como lançar o procedimento destinado à elaboração do projeto para a Requalificação do Museu Abel Manta, que contemplará uma ampliação do espaço.

Ainda nesta área, “é propósito avançar também com a “Casa do Território”, que diz respeito a uma intervenção a realizar na antiga Fábrica de Balões e que já está reservada alguma verba em termos de apoio comunitário, querendo avançar para o projeto neste resto de Quadro Comunitário”.
Realce ainda para a requalificação do Teatro Cine de Gouveia através de um plano de intervenção.

No desporto, uma das grandes ações será complementar a intervenção realizada anteriormente nas Piscinas Municipais Descobertas, agora, com a intervenção no exterior destas piscinas. Outro dos principais investimentos do setor do desporto é a requalificação do Estádio Municipal do Farvão e a estruturação da intervenção no Pavilhão Gimnodesportivo.

O apoio aos pastores, aos produtores de queijo e de vinho irão manter-se, continuando o município a apostar na valorização dos produtos endógenos e na promoção turística, através de iniciativas promocionais e de ações transversais de atração em conjugação com as feiras e os eventos.

Município de Trancoso vai ter orçamento de 16,5 milhões de euros

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Para este ano de 2022, a Câmara Municipal de Trancoso vai ter  um orçamento no valor de 16,5 milhões de euros, que regista uma subida em relação ao de 2021 e é considerado “de rigor” pelo seu presidente e foi aprovado por maioria pelo executivo presidido pelo socialista Amílcar Salvador e pela Assembleia Municipal.

“É, de facto, um orçamento, acima de tudo de rigor e também de cautela, que permite a Trancoso continuar a afirmar-se como um concelho de referência”, disse à agência Lusa o presidente da autarquia.

Segundo Amílcar Salvador , o orçamento camarário para 2022 é também “de esperança e de grandes oportunidades” para o concelho, pelas obras que o município prevê concluir e iniciar.

O documento “foi elaborado com rigor, com cautela, procurando controlar o endividamento” e a consolidação das contas municipais, disse.

O autarca explicou que o aumento no valor do orçamento face ao ano anterior, que foi de 15,2 milhões de euros, prende-se com um esperado incremento do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF) e com algumas receitas que o município prevê arrecadar após ter isentado algumas taxas, em 2021, devido à pandemia.

No orçamento para este ano a autarquia de Trancoso continua a ter “uma preocupação social grande”, mantendo as taxas mínimas do Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI), uma redução na participação variável do IRS de 2,5% e apoio ao arrendamento para famílias mais carenciadas.

A autarquia liderada pelo socialista Amílcar Salvador tenciona concluir arruamentos no Bairro de Santa Luzia, o loteamento da Senhora da Festa, arruamentos em Vila Franca das Naves, a empreitada de requalificação do antigo edifício da GNR para Incubadora de Empresas, o projeto de requalificação do castelo de Trancoso e as obras de requalificação da Igreja de Santa Marinha, largo envolvente, do Centro Interpretativo da Necrópole e de criação do Centro de Interpretação de Moreira de Rei.

Está também contemplada a obra de requalificação do edifício dos Paços do Concelho, a conclusão do projeto que permitirá a requalificação do edifício do Palácio Ducal, destinado a Museu da Cidade, e a execução da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Vila Franca das Naves, entre outros investimentos.

Segundo o autarca, a requalificação do edifício dos Paços do Concelho, que representa um investimento que rondará um milhão de euros, é considerada “uma obra importante para Trancoso”.

A autarquia destina igualmente verbas para intervenções a realizar nas zonas industriais de Vila Franca das Naves e de Reboleiro.

O município irá, ainda, apostar na remodelação do parque escolar (Escola Secundária e escolas EB 2 e 3 de Trancoso e EB 2 e 3 de Vila Franca das Naves).

Fonte:Lusa

Município de Celorico da Beira vai ter orçamento de 12 milhões de euros

Assim o executivo municipal de Celorico da Beira vai ter para este ano um orçamento no valor de 12 milhões de euros, que inclui verbas para novas obras e para a conclusão de investimentos “que estão em andamento”, foi aprovado por maioria pelo executivo municipal de Celorico da Beira presidido por Carlos Ascensão e pela Assembleia Municipal.

Segundo o presidente da autarquia, Carlos Ascensão, referiu , que no orçamento para 2022 “há uma certa continuidade” em relação ao plano de investimentos traçado para o ano anterior, que foi no valor de 13,9 milhões de euros. A redução no valor do orçamento é justificada “com a continuidade de obras que estão em andamento” e que este ano o executivo prevê concluir.

As prioridades [do orçamento para 2022] refletem alguma continuidade daquilo que foram obras iniciadas já no ano anterior e nós tínhamos a expectativa de as concluir até antes das próprias eleições autárquicas, mas também sabemos que tem havido atrasos significativos em termos das obras, pela falta de matérias-primas, pela falta de recursos humanos, e, como tal, temos em andamento obras de algum volume”, referiu Carlos Ascensão à agência Lusa.

Na área da educação, a autarquia tem em curso as obras de requalificação da Escola EB 2/3 Sacadura Cabral, com um investimento global previsto de 1,8 milhões de euros, que devem ficar concluídas a “meio do ano”, e no edifício da creche de Santa Luzia. O município também prevê concluir este ano a recuperação das denominadas Casas do Castelo (para funcionarem como espaço museológico e centro interpretativo), a reabilitação das Piscinas Municipais e a construção do canil municipal (que está a ser edificado numa parceria com o vizinho município de Gouveia).

Segundo o autarca social-democrata, o orçamento municipal de Celorico da Beira, no distrito da Guarda, também contempla investimentos a candidatar ao quadro comunitário 2030 e ao Plano de Recuperação e Resiliência.

O município adquiriu um terreno com cerca de 10 hectares no centro da vila, situado entre o eixo principal rodoviário e a variante, onde pretende criar um Parque Urbano e uma mini quinta pedagógica (um espaço ligado à tradição agrícola e às principais atividades rurais do concelho).“É um projeto que nos parece bastante interessante e que nós queremos levar a cabo”, assegurou o responsável.

Carlos Ascensão disse à Lusa que o executivo que lidera também tenciona criar uma Praça do Município, junto do edifício dos Paços do Concelho, que incluirá um espaço de lazer e um parque de estacionamento subterrâneo.

A autarquia prevê ainda intervir na área da antiga escola profissional para criar um espaço multifuncional (para formação, educação e cultura), que seja complementar ao Mercado Municipal, e também criar praias fluviais no rio Mondego.

No orçamento, o município de Celorico da Beira destina verbas para apoio ao setor social, ao comércio local e às famílias mais carenciadas, para medidas destinadas a mitigar os efeitos da pandemia, tal como aconteceu nos dois anos anteriores.

CIM Viseu Dão Lafões com orçamento de aproximadamente 20 M€ para o ano de 2022

Foi aprovado o documento estratégico,  por unanimidade em sede de Conselho Intermunicipal, e que será submetido a aprovação da Assembleia Intermunicipal, conta com um orçamento de aproximadamente 20 M€.

A área da Mobilidade e dos Transportes continuará a assumir, em 2022, um grande destaque nas contas desta Entidade Intermunicipal, estando projetado o alargamento projeto piloto de transporte flexível “Ir Vir” a todo o território, assim como o lançamento do concurso publico internacional para a concessão do serviço publico de transporte de passageiros.

O Orçamento para o ano de 2022, prevê, ainda, um investimento superior a 2 M€ para a concretização de Sistema de Informação Cadastral Simplificado em todos os municípios do território, sendo esperada a ativação de 18 balcões de atendimento itinerante, nos 14 municípios que constituem a CIM Viseu Dão Lafões.

No domínio do Turismo e da Cultura, a CIM Viseu Dão Lafões, pretende continuar a desenvolver o plano de ação no âmbito dos produtos turísticos integrados de base intermunicipal, assim como levar a todo o território a programação cultural em rede, um conjunto de espetáculos e criações culturais, que percorrerão os 14 municípios.

A Ecopista do Vouga merece, igualmente, destaque neste orçamento, estando prevista a continuação da intervenção nesta infraestrutura que alavancará o produto compósito de turismo natureza desenvolvido ao longo dos últimos anos no nosso território.

A Proteção Civil Intermunicipal e da Defesa da Floresta, manter-se-á enquanto área estratégica para a CIM, assim, as brigadas de sapadores florestais darão continuidade aos trabalhos de silvicultura preventiva e manutenção da rede primária a que se associa, também, o trabalho de planeamento estratégico do Gabinete Técnico Florestal Intermunicipal, assim como a conclusão da instalação do sistema de videovigilância florestal.

Segundo o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Fernando Ruas,  “Durante o ano de 2022,  a Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões continuará a desenvolver um conjunto de iniciativas e de projetos em vários domínios de intervenção, como é o caso da educação e da qualificação, do turismo e da cultura, da coesão social, do emprego e do empreendedorismo, da proteção civil intermunicipal e da defesa da floresta, da mobilidade e dos transportes, entre outras”.

Referiu, ainda, o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, que “O ano de 2022 ficará também marcado pela negociação do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial, no âmbito do novo quadro financeiro plurianual. Importa, assim, neste novo ciclo de programação comunitária, sermos capazes de em conjunto, com os principais atores da nossa região, promover instrumentos de desenvolvimento e coesão territorial focados na competitividade, na criatividade e na sustentabilidade“.

Como prevenir e reagir ao sobre-endividamento

Se há algo que o ano de 2020 nos ensinou é que devemos estar preparados para todo o tipo de imprevistos. E esta é uma lição especialmente importante no que respeita a questões financeiras, já que uma gestão cuidada do dinheiro disponível não só é responsável, como é também uma forma de conseguir concretizar objetivos, tranquilizar e, sobretudo, evitar sobressaltos.
Esta gestão financeira torna-se ainda mais importante nos dias de hoje, sobretudo com a aproximação do fim das moratórias, que está previsto acontecer, no caso dos créditos pessoais, até 30 de junho deste ano. O retomar das nossas habituais despesas com crédito pode representar um embate significativo no orçamento familiar e, em alguns casos, ao maior risco de endividamento. Nesse sentido, e para o/a ajudar nessa missão, o UNIBANCO apresenta-lhe algumas dicas para gerir o seu orçamento e prevenir uma situação de sobre-endividamento:
1. Comece por “fazer contas à vida”.
Independentemente da situação laboral em que se encontra, o primeiro passo quando o tema são finanças pessoais é fazer contas aos rendimentos, sejam eles: rendimentos do agregado familiar, rendas, subsídios ou prémios, mas também às poupanças, ações e dividendos. Todos estes valores podem ser colocados num documento que seja de fácil acesso e atualizado frequentemente.
2. Faça a gestão das suas despesas com a tática do 10-30.
Depois dos rendimentos, o passo seguinte é identificar as despesas e geri-las de forma responsável (poderá, por exemplo, listar as despesas do seu crédito pessoal através da respetiva app). O principal segredo para este ponto passa por controlar regularmente as dívidas e pagamentos fixos, e para isto há dois valores a ter como referência: por um lado, coloque de parte, no início de cada mês, um mínimo de 10% dos seus rendimentos, de forma a conseguir ter sempre uma margem de poupança; por outro lado, importa controlar também as dívidas, nomeadamente as despesas com cartões de crédito, prestações, entre outras, para garantir que estas não ultrapassem um máximo de 30% do seu rendimento. Para este último ponto, poderá ser oportuno, por exemplo, rever os contratos de serviços que tem subscritos, como eletricidade, televisão, etc., por forma a adaptá-los às suas reais necessidades e reduzir assim as suas despesas fixas.
3. Elabore uma “lista de espera” para outros gastos.
Já todos os compromissos ou desejos que não sejam essenciais (como remodelações na casa, um novo eletrodoméstico, etc.) devem entrar numa “lista de espera”. Essa lista só será satisfeita quando houver margem de manobra suficiente no orçamento, ou seja, após o pagamento das despesas e de colocar de parte o valor atribuído destinado à poupança. Quando isso acontecer, defina, primeiramente, um montante como meta a alcançar, para facilitar o processo de poupança. Depois, basta adotar um conjunto de medidas para conseguir alcançar esse objetivo (como, por exemplo, rentabilizar a comida de sobra para novas refeições, ou fazer uma lista de compras antes de ir ao supermercado).
4. Antecipe-se a situações de maior dificuldade.
Caso as contas comecem a acumular e se tornar difícil controlar o orçamento e pagar as despesas do dia a dia, a melhor estratégia é ter uma atitude preventiva. Por um lado, e se a dificuldade em poupar está no pagamento das prestações de diferentes créditos, considere aderir ao crédito consolidado, que lhe permite juntar todos os outros créditos num só, de forma a ter uma única mensalidade e mais reduzida. Por outro lado, e se lhe for possível antecipar a dificuldade de pagamento dos compromissos financeiros, deve alertar a instituição financeira responsável. Para estas situações existe uma rede de apoio ao cliente, onde é possível obter informação, aconselhamento e acompanhamento para situações relacionadas com o risco de sobre-endividamento.
Seja para o fim das moratórias que se aproxima ou para outro qualquer período do ano, importa manter uma gestão responsável do orçamento familiar e das suas soluções de crédito, quer para prevenir o risco de endividamento, quer para conseguir poupar dinheiro que lhe permita concretizar as suas metas financeiras há muito desejadas da forma mais consciente.

Por:UNIBANCO

foto:DR

PSD de Fornos de Algodres reage em comunicado ao voto contra ao Orçamento Municipal

Após ter sido aprovado o Orçamento Municipal em Fornos de Algodres , o PSD de Fornos de Algodres vem apresentar as razões ,em comunicado pelo qual a vereadora do partido na Câmara, votou contra o respetivo orçamento de 2021.

Assim referem: “Chegámos ao último ano de mandato e quando voltamos a discutir o orçamento, o Partido Socialista continua a cometer erros. Ainda que o ano de 2021, infelizmente, esteja repleto de incógnitas, tendo em conta toda a situação particular que vivemos com esta pandemia da COVID-19, a poupança realizada com a não realização de eventos culturais como: a Feira do Queijo, as Festas da Vila, o Festival Biodiversity ou o TorneioYouthCup, nunca esquecendo também a moratória do empréstimo que foi aprovada, que poupou cerca de 1 Milhão de Euros ao Município, deveria traduzir-se numa oportunidade de alocar essa habitual despesa para outros investimentos!

Como o aumento do apoio às juntas de freguesias e instituições sem fins lucrativos, pois são estas que mais sentem as carências dos seus munícipes, as suas necessidades e angústias, estando preparadas para na hora e momento certo resolver os problemas e para isso, necessitam de uma almofada financeira mais justa.

Por outro lado, não foi atribuído prioridade a dois dos setores onde o investimento é mais sustentável: o turismo e a agricultura. Para o PSD é importante uma aposta nos jovens agricultores, uma aposta na modernização deste se torno nosso concelho.

Aliada a uma aposta no turismo, através do nosso produto, bastante famoso, o Queijo Serra da Estrela. Para além do mais, com uma folga orçamental, abre-se uma oportunidade para ajudar todas as famílias, com uma redução dos impostos municipais ou com um aumento da verba para o programa de ação social. Em suma, mais uma vez não é visível um esforço para o incentivo à economia, ao turismo à indústria ou à fixação de pessoas e famílias. Por todas estas situações, o PSD apresenta-se contra o Orçamento que o Partido Socialista propôs para o ano de 2021. “Fornos merece mais”..”

Município de Fornos de Algodres vai ter orçamento global de 9 milhões de euros

Diminuição do Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI), para 0,43%

Teve lugar na tarde desta quarta-feira, em regime misto (videoconferência e presencial), a Reunião de Câmara Extraordinário onde foram debatidos e votados os documentos previsionais para 2021 (orçamento e grandes opções do plano). Da votação resultou uma aprovação por maioria, com votos a favor do PS e um voto contra da Senhora Vereadora do PSD. A Senhora Vereadora Rita Silva, devidamente convocada, faltou à reunião com justificação.

A proposta apresentada pelo Senhor Presidente da Câmara é de um orçamento global de 8.796.892€, sendo 1.161.514€ relativo ao pagamento de divida. Foram igualmente apresentados vários investimentos previstos que se concretizem em 2021 no Concelho de Fornos de Algodres, nomeadamente:

  • Requalificação do Mercado Municipal de Fornos de Algodres – 1.089.596 €;
  • Construção da Área de Acolhimento Empresarial de Juncais – 794.998 €;
  • Requalificação da Rua Dr. Fernando Menano com ligação ao Centro Escolar de Fornos de Algodres – 243.304 €;
  • Requalificação da Escola de Figueiró da Granja – 282.770 € (esta empreitada já se encontra em execução, estando previsto o seu término em meados de 2021).

Todos os investimentos citados pelo Presidente da Câmara já se encontram em fase de concurso, pelo que, no primeiro trimestre de 2021 deverão arrancar as obras.

Outro aspeto importante deste orçamento está focado nas famílias, com a diminuição do Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI), para 0,43%, diminuindo gradualmente nos próximos anos. Após várias tentativas para a diminuição de impostos, só após revisão do PAM, que ocorreu este ano, foi possível obter parecer positivo do Fundo de Apoio Municipal. O Presidente da Autarquia fornense,afirmou que “era nosso objetivo alcançar uma diminuição mais acentuada e em diferentes impostos. No entanto, considerando a pesada divida herdada que condicionou o parecer do Fundo de Apoio Municipal e a atividade diária do Executivo, foi possível alcançar a diminuição no IMI para 0,43%”.

Com a aceitação da descentralização de Educação, outro dos aspetos vertidos no orçamento para 2021 é a ajuda à economia local. A confeção de refeições escolares para todo o Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres passou a ser, em 2020, da responsabilidade da Câmara Municipal, apresentando o orçamento um forte investimento na aquisição de bens aos operadores económicos locais. É objetivo do Executivo Municipal reduzir o número de intermediários na cadeia de distribuição, escoar os produtos locais, bem como garantir uma proximidade geográfica contribuindo para a redução das emissões de CO2.

O orçamento para 2021, à semelhança dos anteriores, está assente em eixos estratégicos de desenvolvimento e contem uma componente extremamente importante para o equilíbrio das diferentes bases: a cooperação institucional. Este orçamento irá permitir, uma vez mais, prosseguir o caminho da cooperação institucional, por exemplo, com as Juntas de Freguesia, as Associações Locais, os Produtores Locais, o Instituto Politécnico da Guarda, o CERVAS, o GEOPARK, a CIMBSE, a AMCB, a ADIRAM, com o Órgão de Gestão do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres e, essencialmente, com as pessoas do nosso Concelho.

“Este é um orçamento focado nas pessoas, mantendo o rigor e responsabilidade que sempre tivemos.”, sublinha, o Presidente da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, Manuel Fonseca

 

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