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Tag Archives: património

Nelas recebe “Sentinelas do Mar”

Através uma parceria instituída entre a Câmara Municipal de Nelas e a Autoridade Marítima Nacional, surge o Projeto “Sentinelas do Mar”, com a finalidade de divulgar o património em torno dos faróis nacionais (continentais e insulares).
Neste sentido o objetivo passa por valorizar um património notável e uma história ligada ao mar que tanto honra os portugueses. Os faróis tiveram sempre um papel importante tanto na orientação como também um sinal de regresso a casa durante os séculos. Por isso desempenham um papel importante na cultura, daí serem a grande maioria classificados como Monumentos Nacionais.

O Município de Nelas através do seu Vereador da Cultura Aires dos Santos, também ele pintor, convidou para este projeto 10 conceituados pintores ibéricos neste período pós de confinamento, com o intuito de poderem retomar as suas atividades artísticas.
Etimologia e breve historial da palavra Farol:

“O termo farol deriva da palavra grega Faros, nome da ilha próxima à cidade de Alexandria onde, no ano 280 a.C., foi erigido o farol de Alexandria — uma das sete maravilhas do mundo antigo. Faros deu origem a esta denominação em várias línguas românicas; como em francês (phare), em espanhol e em italiano (faro) e em romeno (far).
Os navegadores da Odisseia guiavam-se por fogos acesos nos promontórios. Um dos fogos mais antigos de cuja existência se sabe, é o que existia na ilha de Faro (Pharos), colocado em cima de uma torre de mármore branco de 135 metros de altura, mandado construir por Ptolomeu Filadelfo. Esta ilha, que pelo seu nome deu origem à palavra farol, foi ligada 285 anos a. C. por um molhe, à cidade de Alexandria. A torre, uma das sete maravilhas do Mundo, devido a vários tremores de terra que sofreu, acabou por se desmoronar em 1302.Em Portugal, o primeiro farol foi mandado acender em 1520, na torre do convento de S. Francisco, no Cabo de S. Vicente”

Cabendo à CMN a coordenação do projeto, gestão técnica das obras e organização evento inaugural  no seu Feriado Municipal! A partir das 15:30h no Balneário dos Ingleses na Urgeiriça a Exposição “Sentinelas do Mar” vai estar patente até domingo passando a itinerante inicialmente na Biblioteca Municipal de Nelas até 11 de julho  e posteriormente em Lisboa na AMN, também nas regiões autónomas e finalizando este ciclo de exposições na Associação das Caldas da Felgueira (parceira da iniciativa).
A exposição é composta por 33 obras dos seguintes 11 artistas:
1. Aires dos Santos
2. Alice Piloto
3. António Dias
4. Graça Freitas
5. José Dell Castillo
6. Lena Jorge
7. Luís Duro
8. Mário Costa
9. Nelson Santos
10. Nuno Angélico
11. Ricardo Rodrigues

Além da componente artística das pinturas, a Autoridade Marítima Nacional vem reforçar essa exposição com documentação e espólio alusivos à temática dos faróis, bem como de garantir o guionamento da exposição com a presença de dois faroleiros para toda a comunidade e publico escolar que queira realizar a visita!

Visitantes da Região Norte visitam Fornos de Algodres

Fornos de Algodres possuí já completamente trabalhados alguns roteiros turísticos e deste modo, nesta quinta-feira, estiveram de visita a esta localidade,  um grupo de pessoas oriundos da região do Porto, Penafiel e Santa Maria da Feira para visitar a vila e o concelho.

Assim estas visitas estão inseridas no programa de visitas guiadas a Fornos de Algodres que o Município fornense está a promover em parceria com a Fundação INATEL, no âmbito do Programa Inatel 55 +.

A Rota dos Solares foi a escolhida por ser mais fácil de as pessoas de alguma idade puderem circular mais favoravelmente, onde o guia fornense Bruno Rebelo explicou e deu a conhecer um pouco da história desta localidade, numa palestra no Centro Cultural Dr.António Menano para todos os presentes.

fotos:MFA

I Jornadas Piaget do Património até dia 23

Arrancaram nesta segunda-feira, as I Jornadas Piaget do Património, sobre o tema “Construindo Pontes entre o Passado e o Futuro”, até à próxima sexta-feira. Promover o diálogo em torno de factos históricos com diferentes impactos na nossa história comum é um dos objetivos centrais destas Jornadas, que se iniciaram um dia depois da celebração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, assinalado no domingo.

A iniciativa do Instituto Piaget, que junta especialistas e membros da sociedade civil, é organizada pela Escola Superior de Educação de Almada, na qualidade de Escola Associada UNESCO. As Jornadas contam ainda com a parceria da Cátedra UNESCO da Universidade Lusófona e da Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).

Através da sua pós-graduação em Educação Patrimonial, Cultura e Turismo, o Piaget traz à discussão um conjunto alargado de personalidades para várias mesas-redondas e ateliês. Todas as sessões das I Jornadas Piaget do Património serão realizadas em formato online, com transmissão através das redes sociais do Instituto Piaget e da plataforma Zoom.

Para a comissão científica do evento, composta pelos professores Ana Cristina Gonçalves e Ana Leitão; pelo coordenador do Projeto Cosmus, Miguel Feio; e pelo museólogo Mário Antas, esta é uma forma de valorizar e dar continuidade ao Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, dedicado este ano ao mote “Passados Complexos: Futuros Diversos”.

Instituído pelo ICOMOS em 1982, e aprovado no ano seguinte pela UNESCO, o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios constitui uma oportunidade acrescida para sensibilização da comunidade para a riqueza, complexidade e vulnerabilidade do património edificado.

Estas I Jornadas Piaget do Património, que passarão a ter realização anual, irão permitir uma reflexão conjunta em torno dos valores atribuídos ao que constitui herança comum, bem como facilitar a proposta de ações que possibilitem a valorização do património como elemento necessário à manutenção da identidade e da diversidade cultural. Outro dos propósitos é a dinamização de uma literacia cultural do património cada vez mais alargada, convidando o cidadão a posicionar-se e a refletir criticamente sobre o passado e as suas evidências no presente.

Pórtico de Entrada da Secular “Quinta do Casal Bom” com valorização patrimonial

Vai acontecer no próximo domingo, no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, a apresentação de um Painel Explicativo sobre o Pórtico da Quinta do Casal Bom em Santar.

Em 27 de Setembro de 2020, o Serviço de Património Cultural procedeu à limpeza e estudo do conjunto patrimonial do referido pórtico entrada na Quinta do Casal Bom.
Esta ação surgiu no seguimento do reconhecimento de alguns caracteres no lintel do pórtico uns meses antes, com o sol quase rasante ao monumento. Após a análise minuciosa no local, durante a limpeza cuidada dos elementos epigráficos e também com recurso a levantamento fotogramétrico em 3D, foi possível desvendar o mistério oculto durante séculos.

Município de Penalva criou aplicação móvel “Conhecer Penalva”

A Câmara Municipal de Penalva do Castelo lançou recentemente uma aplicação móvel “Conhecer Penalva”.

Esta aplicação, em constante atualização, permite:

. Proporcionar um espaço para o cidadão participar ocorrências relativas a estradas, saneamento, abandono de animais, ambiente, distribuição água, iluminação pública, à Câmara Municipal;

. Facultar acesso direto/registo aos serviços Online da Câmara Municipal;

. Enviar mensagens Push com avisos da proteção civil, trânsito, risco de incêndios, alertas, notícias, eventos, etc;

. Disponibilizar informação sobre contactos úteis, farmácias de serviço, ocorrências da proteção civil, novidades;

. Dar a conhecer as Freguesias do Concelho através da sua apresentação e respetiva agenda cultural;

. Divulgar a gastronomia através da promoção dos restaurantes do nosso concelho no menu “Onde Comer”;

. Revelar os espaços onde os visitantes serão recebidos no menu “Onde Ficar”;

. Disponibilizar informação sobre os trilhos do concelho no menu “Trilhos”.

Para instalar a aplicação nos dispositivos móveis Android aceda à Google Play Store e pesquise Conhecer Penalva ou aceda a: https://play.google.com/store/apps/details… .

Para instalar a aplicação nos dispositivos móveis IOS aceda à App Store e pesquise Conhecer Penalva ou aceda a: https://apps.apple.com/pt/app/conhecer-penalva/id1518822705 .

Gouveia acolheu debate “Conversas: Guarda2027”

Paisagem e criação contemporânea como fatores de identidade em evidência

Uma noite de debate que decorreu em Gouveia,isto é , o segundo debate do ciclo Conversas: Guarda2027, mais concretamente no Teatro Cine .

O trabalho em rede é fundamental para criar, preservar e valorizar o património. Esta foi uma das principais conclusões na noite em que, a paisagem e criação contemporânea foram apontadas como áreas fundamentais na construção da identidade do território e como valores a serem trabalhados pela equipa executiva do projeto.

José Nuno Santos, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Gouveia, um dos 17 municípios que se uniram para este projeto, reafirmou durante a sessão, o compromisso do concelho com a visão que hoje a Guarda2027 está a trabalhar, nesta candidatura, para o território da Beira Interior. Carlos Bernardo, responsável da Escola Velha Teatro de Gouveia, referiu a necessidade de se trabalhar de forma planeada, estratégica e em rede cultural conjunta e inter-municipal, sem esquecer o envolvimento dos empresários. “A Agenda Cultural da Beira Interior, recentemente lançada pela Guarda2027, representa já um passo para o mapeamento e organização da programação neste território de “metrópole rural,” o que perspectiva uma mudança de percepção fundamental para entender aquilo que pode ser este projeto”, concluiu Pedro Gadanho, diretor executivo da Guarda2027.

A discussão, aberta ao público, teve como tema “Património identitário – do património natural ao património histórico da região” e insere-se no processo de participação e envolvimento, na Candidatura, dos agentes culturais da região.

O mote do debate foi dado pelas conclusões de um grupo de reflexão que integrou Emanuel Castro (Geopark Estrela), Bruno Navarro (Fundação Côa Parque), Miguel Vasco (INature), Leonor Narciso  (Adufeiras da Casa do Povo do Paúl), Ricardo Brandão (CERVAS – Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens), Joel A. Saraiva Correia (Arqueólogo Câmara Municipal de Gouveia), Miguel Rainha (Câmara Municipal do Fundão), Maria Manuel (Aldeias Históricas), Rui Simão (Aldeias do Xisto), alguns do mais relevantes agentes que intervêm neste território a nível do património.

“Conversas: Guarda2027” é um ciclo de quatro debates organizados pela candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura. As conversas acontecem no Fundão, Gouveia, Figueira de Castelo Rodrigo e Guarda. Nestas sessões de debate vão ser discutidas temáticas como a atividade cultural e artística; mobilidade e coesão social; empreendedorismo e tecnologias da cultura; património natural e histórico da região a partir da reflexão de grupos de trabalho e dos resultados do Inquérito à população sobre consumo e práticas culturais, realizado pela INOVA+ nos 17 concelhos que integram a Guarda2027.

Início oficial das obras de conservação do Real Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão

Teve lugar a realizou-se no Real Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão, em Mangualde, a cerimónia que assinalou o início oficial das obras de conservação da 1ªfase.

Foi presidida pela Diretora Regional de Cultura do Centro, Suzana Menezes, e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, Elísio Oliveira, e da Presidente da Junta de Fornos de Maceira Dão, Lisete Rodrigues. O evento respeitou todas as regras indicadas pela Direção- Geral da Saúde (DGS).

O projeto de recuperação do Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão, classificado como Monumento Nacional desde 2002, foi alvo de candidatura ao Programa Operacional Regional do Centro, aviso CENTRO-14-2016-01 – Investimento no património cultural. O concurso público para a empreitada de obras públicas foi lançado a 12 de maio de 2020, com um preço base de 447.292,45 euros. A empreitada foi adjudicada à empresa Construções Augusto Amado por 400.608,37 euros. O contrato foi assinado e inicia-se agora a construção. A Direção Regional de Cultura do Centro, entidade com responsabilidade de criar condições de acesso aos bens culturais e acompanhar ações relativas à salvaguarda, valorização e divulgação do património cultural assume o papel de dono de obra, tendo a sua equipa técnica sido responsável pela elaboração do projeto e seguindo-se agora o acompanhamento e fiscalização da intervenção.

                                    Real Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão

O Real Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão, erigido naquele local em 1173, por D. Soeiro Teodoniz, privilegiado do rei D. Afonso Henriques, pertenceu inicialmente à ordem beneditina para ingressar na de Cister. A sua localização, meticulosamente escolhida, em planície fértil e junto a um rio, permitia o sustento dos monges, a meditação e o culto religioso, numa paz edilicamente bucólica. Arquitetonicamente são visíveis as várias fases de construção do imóvel: a torre, do século XII; do século XVII é o edifício monacal e os claustros e, do século XVIII, a igreja elíptica. Inserido em área agrícola, e de microclima peculiar, o Real Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão está classificado como Monumento Nacional, desde 2002.

 

«Mangualde, o nosso património!» apresenta “Arqueologia e Patrimónios do Mundo Rural”

 Em outubro, a campanha «Mangualde, o nosso património!» destaca a “Arqueologia e Patrimónios do Mundo Rural”. Promovida pela autarquia, esta campanha tem como objetivo aproximar a população do património mangualdense do mais belo que existe no concelho. Com esta campanha todos ficam mais próximos do vasto esplendor patrimonial do concelho. Nesse sentido, continua a ser colocada, nos meios digitais do município, a informação sobre o monumento/património apresentado.

ARQUEOLOGIA

E PATRIMÓNIOS DO MUNDO RURAL

O espaço rural, ao longo dos seus diferentes períodos históricos, mostra inúmeros vestígios materiais relacionados com as práticas e actividades agrárias. Na diversidade desses vestígios, pontuam as construções de tipo habitacional e/ou de apoio directo às actividades, como os celeiros, as palheiras, as lajes de seca e malha dos cereais. Os poços de captação de água, os tanques para armazenamento, os canais de irrigação. Os socalcos moldadores do terreno, os muros divisórios de propriedades ou dos arretos. A panóplia é imensa. Outros vestígios já pereceram, devido ao material de que eram fabricados. Adivinham-se, são conhecidos, a documentação ilustra-os. Recuperar, em termos arqueológicos, estes elementos da antropização do espaço, integrá-los nos períodos históricos em que o seu uso foi determinante, permite compreender o mundo rural, as suas vivências, definir o seu conceito. Associado à tecnologia da água, da irrigação dos campos, a picota era contruída em madeira, ou, num esforço de garantir a sua persistência temporal, o poste fixo passou a ser em pedra, mantendo-se a haste/guindaste em madeira. Passou, também a incluir-se um elemento em ferro na geringonça do movimento.

Este exemplar “megalítico” testemunha o fim da sua funcionalidade, convertendo-se num bem patrimonial, acusando a arqueologia da nossa paisagem rural.

António Tavares, Gabinete de Gestão e Programação do Património Cultural da CMM

 

“Persistências… ou uma lição a aprender”em destaque em Mangualde

Nesta segunda quinzena de julho, a campanha «Mangualde, o nosso património!» destaca “Persistências… ou uma lição a aprender”. Promovida pela autarquia, esta campanha tem como objetivo aproximar a população do património mangualdense do mais belo que existe no concelho. Com esta campanha todos ficam mais próximos do vasto esplendor patrimonial do concelho. Nesse sentido, continua a ser colocada, nos meios digitais do município, a informação sobre o monumento/património apresentado.

PERSISTÊNCIAS… OU UMA LIÇÃO A APRENDER

O homem faz parte da Natureza: integra-a. A relação que se estabelece é simbiótica. Podemos mesmo afirmar, categoricamente, que, sendo a constituição do homem biológica, somos Natureza.

Nesta relação, a Natureza revela o modo como o homem a trata. Melhor, como nós a tratamos! Nada na Natureza fica indiferente à ação humana.

A Natureza foi sendo transformada pelo homem, desde a pré-história: nos utensílios que fabricou (extraídos da natureza), na descoberta e uso do fogo, na “Revolução Neolítica”, com a “descoberta” da agricultura, a domesticação de animais e a sedentarização, as construções, as cidades, e com a “Revolução Industrial”, que impôs uma relação gradualmente destrutível e mesmo insustentável do meio ambiente.

Têm sido vários os sinais que a Natureza tem dado, ao longo dos séculos, ao homem, como que numa tentativa de alerta, de aviso para que esta relação, que deixou de ser razoável, tenha fim: doenças, epidemias, pandemias…

O homem parece não aprender, não ouvir a sua outra parte constituinte. O grande perdedor, caso não inverta a sua atitude, é o homem. A Natureza persistirá, o homem extinguir-se-á!

De idade avançada, não se sabe de quantos anos, este castanheiro prova que a regeneração, o renascimento é constante e perseverante. É a Natureza no seu ciclo infindável. Este castanheiro, tem algo a ensinar-nos. Transmite uma mensagem. Fica nas imediações das Ruínas Romanas da Raposeira.

Coordenadas geográficas: 40º 36.751’; 7º 45.242’

António Tavares, Gabinete de Gestão e Programação do Património Cultural da CMM

 Foram já vários os bens patrimoniais destacados por esta campanha nos últimos anos. A título de exemplo, já foram destacados os Refrigerantes Condestável de Abrunhosa do Mato, os Bordados de Tibaldinho, a Casa dos Condes de Mangualde, a Fonte de Ricardina, vestígios arqueológicos ao tempo do Império Romano em Pinheiro de Tavares, a Capela de São Domingos de Ançada, a Carvalha, a Capela de Santo António em Mesquitela, a Fundação de Nossa Senhora da Saúde de Cunha Alta, os símbolos maçónicos e o Solar de Santa Eufémia. Mais recentemente, estiveram em destaque o Santuário de Santa Luzia, em Freixiosa; a Casa de Darei, na aldeia de Darei, freguesia de Mangualde, a Igreja Matriz de Várzea de Tavares, a Calçada Romana de Mourilhe; a Igreja de São Pedro de Cunha Alta; e a Capela de São Sebastião, em Santiago de Cassurrães, a Alminha de Tabosa, a Capela de São Domingos de Vila Mendo, o Pontão da Amieira, em Quintela de Azurara, o Depósito da Cruz da Mata, a “Senhora da Graça, ou do Alqueve – Fortaleza de Deus?”, o Portal Quinhentista de Pinheiro de Tavares, as Estelas funerárias de Abrunhosa do Mato, o Chafariz da Cunha Baixa, o Pastel de Feijão, o Coreto da Senhora dos Verdes e Religiosidades.

“Herança e Legado, o nosso Património” lançado pela União de Freguesias de Tavares

Nada melhor que assinalar o Dia de Portugal e das Comunidades com o  lançamento de uma coleção “Herança e Legado, o nosso Património” composta por vinte e oito edições que contempla o património religioso, arquitetónico e cultural da freguesia. Esta uma iniciativa da União de Freguesias de Tavares que assim vai poder levar a todos através desta coleção , todas as tradições, os usos e costumes desta comunidade das Terras de Tavares ao longo dos anos.