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AF Guarda-Plano Estratégico a pensar no futuro do futebol e futsal

Foi aprovado recentemente pela Direção da Associação Futebol da Guarda ,na sua reunião habitual, a elaboração de um “Plano estratégico” para o futuro do futebol e futsal distrital.

O documento agora apresentado é um esboço daquilo que virá a ser o Plano Estratégico, que tem por objetivo criar uma estratégia para melhorar o futebol e futsal no distrito e no panorama nacional.

Os clubes filiados na AF Guarda, Autarquias e Agrupamentos de Escolas vão ser convidados a participar na construção deste plano. “Os clubes vão ser os principais intervenientes na elaboração deste plano que vai ter uma fortíssima componente de proximidade, contato e partilha, ouvindo os seus problemas, as suas dificuldades, ideias e ambições.”, explica a Direcção.

As reuniões para a elaboração do Plano Estratégico vão ter início em breve com todos os intervenientes.

Fonte:AFG

Plano Estratégico Municipal de Cultura preparado na Guarda

De acordo com os pressupostos da Candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027, o Município da Guarda está a trabalhar na elaboração de um Plano Estratégico Municipal de Cultura, no sentido de adequar a estratégia cultural às tendências e aos desafios de um setor em constante mudança, com objetivos e metas concretas de sustentabilidade económica, social e cultural. O município pretende que o Plano seja um documento orientador para a ação transformadora, articulado em coerência com a Estratégia Regional de Cultura do Centro 2030, promovida pela Direção Regional de Cultura do Centro, e com o Plano Nacional das Artes (PNA). De resto, no âmbito do PNA está em curso um compromisso por parte do comissariado nacional para apoio aos Municípios na definição dos seus Planos Estratégicos Municipais de Cultura e Educação.

O estudo e plano prospetivo para atuação cultural estruturada na próxima década, iniciar-se-á em 27 de maio de 2021 e é organizado em torno dos seguintes objetivos específicos: Apresentar o contexto cultural da Guarda; Aferir impactos dos investimentos culturais da Guarda; Analisar as estratégias de espaços e de eventos culturais âncora para o diálogo, o envolvimento, a fidelização, a captação e a formação de públicos; Caracterizar os perfis dos públicos da cultura; Estudar o grau de satisfação sobre as dinâmicas culturais; Recolher contributos para a estratégia cultural municipal até 2030; Apresentar a metodologia de trabalho e desenhar o Plano.

No conjunto das ações de auscultação pública, será usada uma metodologia colaborativa, que visa concorrer para o efetivo e consequente envolvimento e participação de protagonistas do tecido cultural do território em todo o processo. Vão ser aplicadas diversas ferramentas de trabalho, entre elas entrevistas, grupos de discussão, trabalho de campo de observação no terreno e, como primeiro instrumento, a aplicação de um questionário acessível a todos, neste link: http://bit.ly/PublicoGeralGuarda, que decorre entre 27 de maio e 13 de junho, podendo ser prolongado até 20. A resposta a este inquérito possibilitará, por exemplo, a entrada gratuita no Museu da Guarda e descontos de 50 por cento em bilhetes para espetáculos no Teatro Municipal da Guarda, agendados até setembro de 2021.

O contributo de todos é essencial, pelo que o Município da Guarda apela à participação dos munícipes neste estudo, estando prevista a criação de um grupo de trabalho local, com participação de membros representativos da sociedade guardense, destacando-se que o trabalho de acompanhamento científico e técnico do processo de elaboração será efetuado através de reuniões regulares, virtuais e presenciais.

O processo está a ser conduzido técnica e cientificamente pelo Observatório de Políticas de Comunicação e Cultura da Universidade do Minho, o mesmo que desenvolveu a Estratégia Cultura Centro 2030 para a região, esperando-se uma interceção estratégica e operacional do plano de ação conjunto, dentro da lógica de pensar a próxima década, em termos culturais e educativos. A elaboração deste documento, que se pretende pragmático e instrumental sobre as políticas e ações culturais para a cidade, é uma das mais-valias para o Dossiê de Candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura em 2027.

Associações de Futebol reagem em conjunto ao comunicado do Governo

O Governo colocou em consulta pública o já esperado e desejado Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com um valor de 13.900 milhões de Euros em subvenções, que vai permitir a realização de reformas estruturantes, centrado em três grandes áreas temáticas: reforço da resiliência económica, transição climática e digital, sendo considerado o instrumento fundamental para o desenvolvimento de Portugal na atual década.

Após a análise do documento, as Associações Distritais e Regionais de Futebol (ADR´s) deliberaram em reunião realizada em 20 de fevereiro de 2021, o seguinte documento, que por sua vez foi enviado, ao Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Dr. Fernando Gomes, ao Secretário de Estado da Juventude e Desporto, Dr. João Paulo Rebelo e ao Secretário de Estado do Planeamento, Eng. Ricardo Pinheiro.

Atendendo que:

a. Se tem verificado um grande empenhamento de todo o tecido desportivo nacional (Clubes Associações Distritais e Regionais de modalidade, Federações, COP, CPP, CDP e Autarquias Locais) na promoção da atividade física e principalmente do desporto, com resultados excelentes ao longo de muitas épocas desportivas, que tem proporcionado um cada vez maior reconhecimento internacional do país;

b. O setor do Desporto tem sofrido um enorme impacto com o aparecimento da pandemia Covid – 19, provocado pela falta de público e a paralisação da atividade dos escalões de formação, proveniente do deliberado em sucessivos Estados de Emergência, pelo Senhor Presidente da República e a sua regulamentação pelo Governo, com a agravante de não ter existido até ao momento qualquer apoio governamental;

c. Em relação à prática desportiva regular estão associados um conjunto muito vasto e variado de outros setores importantes da economia portuguesa, que, por esta via, também estarão a ser penalizados;

d. Os graves efeitos da pandemia já estão a provocar um deficiente rendimento desportivo generalizado dos cerca de 600.000 atletas federados inscritos na época anterior, com exceção dos atletas olímpicos e profissionais, tendo em conta a longa paragem das respetivas competições (2 épocas);

e. As várias organizações internacionais, das quais destacamos o Parlamento Europeu, que recentemente aprovou uma Resolução (B9 – 0115/2021, de 4 de fevereiro), em que recomendam aos Estados a inclusão nos seus planos de recuperação pós-Covid-19 a promoção do desporto, como forma de melhorar as políticas públicas de intervenção na população;

f. A prática desportiva regular é essencial para a saúde dos cidadãos, pelo que é uma estratégia transversal a várias áreas que não podemos desprezar em tempos como os que vivemos, sendo válido, tanto para o desporto sénior, como para o desporto praticado pelos escalões de formação, como um garante da defesa da saúde pública;

g. De uma forma inesperada, ao não se verificar a presença do desporto no PRR, estamos a comprometer a evolução desportiva de milhares de praticantes, que aspiram chegar ao topo da pirâmide desportiva. Algo que terá reflexo na qualidade e competitividade das nossas Seleções Nacionais e dos nossos clubes de topo, ou seja, vamos comprometer o desígnio nacional que a todos nos uniu de uma forma gratificante nos últimos anos;

h. No documento “Estratégia Portugal 2030” é indicado que o incentivo da prática da atividade física, através do fomento do desporto e da formação desportiva em todo o ciclo de vida, é uma estratégia prioritária intersetorial para promover a Saúde dos cidadãos, a par da minimização dos fatores de risco, da alimentação saudável e da educação;

i. O documento também não valoriza a disciplina de Educação Física ao nível da Escolaridade Obrigatória e do Desporto Escolar;

j. Em Portugal (2019) existiam cerca de 2,2 milhões de pobres, registando-se nas crianças o elo mais fraco, com o valor de 22,3% (com maior impacto na faixa etária dos 12-17 anos). E são precisamente as crianças que têm sido impedidas de praticar desporto, sendo, por isso, fundamental e urgente a implementação de estratégias transversais onde se insere o desporto.

As Associações Distritais e Regionais de Futebol não compreendem o critério aprovado e, por esta via, manifestam o seu descontentamento, já que nos causa estranheza o facto do desporto não se encontrar contemplado em tão importante documento, considerado fundamental para o desenvolvimento de Portugal durante a atual década.

Esta nossa posição baseia-se no facto de, na realidade, esta decisão colocar em causa, de uma forma decisiva, a sobrevivência da já debilitada atividade de muitas centenas de clubes e, assim, assistirmos ao progressivo colapsar do tecido associativo desportivo do nosso País, com todas as consequências dramáticas que isso implicará em termos de coesão territorial da nossa sociedade.

Os Clubes filiados nas Associações Distritais e Regionais de Futebol são os responsáveis pela realização de milhares de jogos semanais, movimentando várias dezenas de milhar de cidadãos, que proporcionam uma atividade semanal ao longo do ano, sendo considerado um setor de atividade económica com grande capacidade de atrair investimento e uma boa fonte de receita fiscal para o Estado.

Assim, tendo em conta o referido anteriormente, as Associações Distritais e Regionais de Futebol solicitam ao Governo que seja tomado em consideração toda esta situação, já que as competições distritais assumem um papel de relevo no desenvolvimento desportivo, mas também social e económico das regiões e do país.

A este propósito não podemos deixar de aproveitar este momento para referir que com a não inclusão do desporto no PRR se perde uma excelente oportunidade para:

1. Efetuar a Reabilitação e Modernização das instalações desportivas existentes nos Clubes, Associações Distritais e Regionais de modalidade, Federações e Centros de Alto Rendimento;
2. Elaborar um Plano de Infraestruturas Desportivas inovador adequado à atual realidade das necessidades da população;
3. Elaborar um Plano de Revitalização Financeira dos Clubes, ADR´s e Federações, onde se incluirá a formação de agentes desportivos.
Por último, e tendo em consideração o atrás exposto, apelamos à consideração do Governo para que a prática desportiva dos escalões de formação e dos seniores possa vir ainda a ser enquadrada em parte, no âmbito de alguma das dimensões apresentadas, como é o exemplo da Transição Digital, com os programas de formação de jovens e de adultos aprovados.

 

Um plano que valorize a Ribeira de Gouveia

João Amaro, Presidente da Junta de Freguesia de Gouveia reivindica a elaboração
de um plano que salvaguarde e valorize a Ribeira de Gouveia, já que se
trata de um “recurso único da cidade e uma potencialidade que pode constituir uma importante alavanca no nosso progresso”.
João Amaro sustentou a defesa de tal plano que, em seu entender, será “estruturante
da nossa coesão territorial, na preservação ambiental e na proteção de
um curso de água que pode, sem dúvida, ser uma mais-valia de Gouveia em
termos de desenvolvimento”.

O autarca da Freguesia expôs a sua ideia na sessão da Assembleia Municipal, que teve lugar ontem (29 de Junho), dizendo que “à
falta de um documento orientador – tipo “plano diretor” – toda e
qualquer intervenção na Ribeira de Gouveia, por mais bonita que seja,
soará sempre a improviso, fazendo transparecer algo de desgarrado, sem
lógica, feito a “olhómetro”.
“Um Plano de intervenção global implicará um estudo
multidisciplinar que terá de envolver várias especialidades: ambiente,
recursos hídricos, engenharia, arquitetura, gestão, economia”, defendeu o autarca que incitou ainda o Município a aproveitar as possibilidades de recorrer ao novo quadro comunitário
“Portugal 2020”, já que tal constitui “uma oportunidade singular para
dar início e corporizar este projeto, sabendo-se que a área dos
recursos hídricos é mais valorizada em termos de elegibilidade”.
João Amaro lembrou ainda os “flops” que foram os falhados projetos
do “Hotel de Charme” na antiga fábrica dos Carvalhos, a reabilitação da
área e pavilhões da Ex- Bellino & Bellino, a falta de explicações
para o não avanço da Pousada da Juventude ou a desistência da construção
da Barragem, sendo que todos estes fracassados investimentos têm a
Ribeira de Gouveia como denominador comum.
O Presidente da Junta rematou a sua intervenção afirmando que
“há que pensar e repensar a Ribeira de Gouveia, da nascente à foz,
definindo regras que tenham na sua base a permanente preocupação da sua
preservação e, em toda a sua envolvente, se determinem as tipologias de
intervenção, contextualizadas num raciocínio coerente de uniformidade e,
não menos importante, se afirme como instrumento propiciador do nosso
desenvolvimento”.
Por:Freguesia de Gouveia

Plano estratégico da CIM das Beiras e Serra da Estrela aprovado

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O plano estratégico da
Comunidade Intermunicipal (CIM) das Beiras e Serra da Estrela foi
aprovado por unanimidade pelos quinze presidentes de câmara e já está em
análise na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, para ser
candidatado a financiamentos no quadro comunitário vigente até 2020.

A Guarda apresenta
projetos-âncora próprios em duas áreas: saúde e logística. No primeiro
caso é recuperada a ideia de um centro de investigação e tratamento de
doenças respiratórias, com vocação turística, que assentará no
aproveitamento das potencialidades do antigo sanatório. No campo da
logística é feita uma aposta no desenvolvimento da PLIE enquanto “porto
seco” regional e fronteiriço, com especial enfoque num centro de frio.

Nos projetos transversais destacam-se a requalificação das estradas
municipais (as alternativas às auto-estradas com portagens) e o
desenvolvimento de programação em rede nas áreas da cultura, do desporto
e do turismo.

A Covilhã não abdicou do projeto do aeroporto regional e os concelhos
da chamada corda da Serra também viram incluídos os túneis e os
itinerários complementares.
fonte: Rádio Altitude | imagem: Shutterstock Images – Licença Standard