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Aproximar, Fixar e Vincular são as novas formas para os professores

Enquanto a greve está em marcha o Ministro da Educação, João Costa  em conferência de imprensa que decorreu no âmbito das negociações com as estruturas sindicais, avança com pilares essenciais para remodelar o setor. Aproximar, Fixar e Vincular.
«Acabamos de enviar para as organizações sindicais o conjunto de propostas que levaremos à mesa das negociações durante este dia e o dia 20. O Governo comprometeu-se, no seu programa, com medidas de valorização da escola pública e dos seus profissionais, identificando problemas que carecem de resposta rápida», disse o Ministro da Educação, João Costa.
O Ministro afirmou que «as propostas visam reforçar a estabilidade em três dimensões fundamentais: Aproximar, Fixar e Vincular».
«Aproximar, porque reduzimos as distâncias de deslocação dos professores. Fixar, porque estabilizamos os professores em escolas concretas e não em regiões dispersas. Vincular, porque temos mais professores efetivos nas escolas, mais depressa», explicou.
 APROXIMAR
«Reduzimos a distância em que os professores são obrigados a deslocar-se, em alguns casos para distâncias cinco vezes menores que atualmente», destacou João Costa, sublinhando que «a redução das dimensões das áreas geográficas em que os professores são colocados é uma prioridade».
Atualmente, os professores de quadro de zona pedagógica são obrigados a deslocar-se em zonas que distam entre 157 km e 244 km, podendo, em anos sucessivos ser colocados em qualquer escola dentro destas regiões.
«Apresentamos aos sindicatos a proposta de passar dos atuais dez quadros de zona pedagógica para 63, contidos nas fronteiras dos atualmente existentes. Esta alteração substancial permite uma colocação em zonas que terão, em 95% dos casos, distâncias máximas de 50 km», referiu o Ministro.
Serão ainda agilizados e aumentados os mecanismos de permuta entre professores que desejem, por mútuo acordo, trocar os lugares de colocação, aumentando o potencial de aproximação à localidade onde pretendem trabalhar.
«As novas regras de recrutamento preveem também a resolução de um problema que tem causado grande insatisfação aos professores: as ultrapassagens nas colocações. No concurso que se realizará em 2024, todos os professores poderão concorrer de acordo com a sua graduação profissional a todos os lugares de quadro entretanto criados», afirmou.
 FIXAR
«A estabilidade implica também que as colocações sejam, na sua maioria, em quadro de escola. As escolas e os alunos precisam de previsibilidade nos seus quadros e de continuidade nas suas equipas. E os professores de estabilidade na sua vida», salientou João Costa, propondo fixar mais professores a cada escola e menos a cada área geográfica; que a colocação seja sempre feita pela graduação profissional, como os professores exigem; e que os professores deixem de ser obrigados a ir a concurso de x em x anos.
«A definição destas necessidades agregadas será feita, de acordo com a nossa proposta, em articulação entre o conjunto dos diretores de cada um dos novos 63 quadros de zona pedagógica», disse.
 VINCULAR
«Vamos colocar mais professores em lugares de quadro e diminuir substancialmente o tempo que cada professor demora a ser vinculado. A nossa intenção é vincular, já este ano, no mínimo mais 10 mil professores», destacou, concluindo que «isto significa também que estes professores terão melhores salários».
«O combate à precariedade é um compromisso do Governo, que, na sua proposta de agenda do trabalho digno convida todos os empregadores a reduzirem os vínculos instáveis e sem previsibilidade», acrescentou.
O Ministro explicou que nas anteriores legislaturas, o Governo reduziu a norma-travão de cinco para três anos, o que permitiu vincular 14 500 professores nos últimos sete anos. «É preciso ir mais longe, pela dignificação destes trabalhadores e como garantia de que asseguramos que a escola pública tem profissionais para responder à falta de professores, com perspetivas de progressão e com uma carreira», referiu.
«Apresentamos como proposta que possam vincular, para além da norma-travão, todos os professores que já acumularam 1095 dias de serviço (ponderados em equivalente a tempo integral) e que, neste ano letivo, têm um horário completo. Aos que não têm horário completo, apresentamos um processo de vinculação dinâmica, podendo vincular à medida que obtêm um horário completo. Garantimos assim que o combate à precariedade é, simultaneamente, uma resposta às necessidades efetivas e permanentes do sistema», disse.
Com estas novas regras, o Ministro afirmou que «vamos conseguir desprecarizar um grande número de professores, reposicionando-os na carreira, com consequente valorização salarial, e dando-lhes perspetivas de progressão».
Na proposta que será apresentada aos sindicatos, o Governo introduziu também mais dois índices remuneratórios para professores contratados correspondentes aos existentes na carreira em função do tempo de serviço acumulado, até ao limite do índice 205, permitindo que os professores contratados tenham também índices remuneratórios diferenciados em função do seu tempo de serviço.
«Procuramos, desta forma, responder aos problemas do sistema educativo, valorizando os professores, resolvendo dificuldades antigas, garantindo mais estabilidade, menos precaridade, melhores condições salariais para todos os que estão contratados e acelerar a progressão», sublinhou o Ministro.

Professores exaustos e sem condições refere o Sindicato Professores da Zona Centro

Em comunicado , o Sindicato Professores da Zona Centro refere que: no âmbito das reuniões que têm decorrido com o Ministério da Educação, o Sindicato Professores da Zona Centro reivindicou e conseguiu que toda a formação realizada até 31 de julho de 2022 no âmbito da educação inclusiva, da flexibilidade curricular, da cidadania, da capacitação digital, dos temas que contribuam para o sucesso escolar, da liderança e coordenação pedagógica, entre outras tenha peso na dimensão científico-pedagógica de cada um dos grupos de docência.

Também outra velha reivindicação do SPZC foi aceite pela tutela, ao dilatar o prazo do reconhecimento da profissionalização em serviço desenvolvida pela Universidade Aberta e outras instituições. Para já, foi estabelecido o final do ano letivo 2020/2021, mas continuamos a defender que se deve ir mais além.

O SPZC dá nota positiva na abertura do ME para o diálogo e alguma negociação que tem ocorrido neste último par de meses. No mais, em particular na não resposta à falta de condições e de recursos para fazer face ao ensino remoto em substituição do presencial, o SPZC é profundamente crítico e aponta como únicos responsáveis pela situação negativa que se vive a tutela e o Governo. Os docentes, os alunos, as famílias, as escolas deveriam estar, neste momento, a trabalhar verdadeiramente no ensino à distância e não num ensino de emergência.

Em todo este processo, o ME tem sempre de sacudir a água do capote e afirmar que a resposta e o encontrar de soluções cabe inteiramente a cada escola. Inadmissível e inaceitável. Com este novo confinamento, que levou ao encerramento das escolas, o Governo e o ME atiraram os alunos e os professores para o ensino remoto de emergência porque não prepararam atempada e convenientemente o processo. A promessa do primeiro-ministro, em abril de 2020, de que todas as escolas e alunos teriam em setembro computadores e meios informáticos redundou em palavra não honrada. Ou seja, os responsáveis políticos não fizeram o trabalho de casa e, de forma irresponsável, continuam atrás do prejuízo.

Mais uma vez têm de ser os docentes a disponibilizar os seus equipamentos e as suas ligações digitais, para minimizar toda esta clamorosa situação.

Acresce a tudo isto um problema que o SPZC quer ver resolvido e que se prende com os docentes que têm filhos menores de 12 anos. No atual contexto, com a necessidade do cumprimento de horários rígidos, não têm a possibilidade de dar apoio aos seus próprios educandos. A situação é ainda mais grave nos casos dos filhos com deficiência. O ME tem, também neste crucial e urgente problema, de dar resposta cabal.

Estes tempos conturbados têm provocado, a nível sindical, um volume inusitado e sem paralelo de tarefas. São inúmeras as dúvidas e esclarecimentos suscitados, quer pela situação extraordinária sanitária, quer em relação a reclamações dos resultados de avaliação do desempenho. O Gabinete Jurídico do SPZC está empenhado e, neste contexto, não regateia esforços no apoio a cada educador e professor.

foto arquivo

Professores Aposentados do Distrito da Guarda conviveram mais um ano

A vila de Fornos de Algodres acolheu, recentemente  o sexagésimo encontro anual de Professores Aposentados do Distrito da Guarda (APADG), com a presença de um vasto leque de homens e mulheres , a rondar os 150 participantes, que muita gente ensinaram a ler.

Assim desta forma, foi um dia de alegria para alguns que já não se viam há um ano e outros à mais tempo. São estes encontros que nos dias de hoje fazem toda a diferença e aqui incluo os professores, assim como nas  diversas áreas da nossa sociedade onde o convívio, a partilha e a amizade são cada vez menos procurados.

Neste dia a concentração aconteceu no Auditório da APSCDFA, com a presença do Presidente da Câmara , Manuel Fonseca, assim como representantes de outras entidades institucionais, deixaram algumas palavras na abertura do encontro.

Seguiu-se a celebração da Eucaristia na Igreja Paroquial desta vila, o almoço aconteceu no Palace Hotel & SPA Terras de S.Miguel, na Serra da Esgalhada, onde o convívio foi bastante e todos querem voltar para o ano, numa localidade do distrito da Guarda.

 

 

Alunos, professores e autarcas de Aguiar da Beira estiveram na Assembleia da República

Nesta quinta feira, foi também um dia especial para os jovens, professores e autarcas de Aguiar da Beira que se deslocaram a Lisboa e visitaram a Assembleia da República, ficando a perceber o real funcionamento do local de onde se decide o futuro deste nosso Portugal.

Trancoso acolheu 55º Encontro dos Professores Aposentados do Distrito da Guarda

tranco Trancoso recebeu, nesta quarta-feira , o 55º Encontro dos Professores Aposentados do Distrito da Guarda (APADG).

“A A.P.D.G. está a caminho de mais uma jornada de convívio para pôr em prática o espírito reinante de uma franca amizade e solidariedade que deve existir entre os seus associados.

“Por isso, sentimo-nos honrados e felizes por recebê-los em TRANCOSO que, embora muito velhinho, tem pergaminhos e experiência ancestral na forma de conviver e receber os nossos amigos e visitantes.”

“É sempre muito cativante partitrancosos1cipar, rever e conviver com os colegas que, ao longo do mesmo percurso profissional, consolidaram vivamente amizades e sentimentos, bem como a mesma saudade do dever já cumprido.”

Por:Mun.Trancoso

Dia Azul muito participativo em Fornos de Algodres

laçoEsta sexta -feira, celebrou-se nas escolas, o Dia Mundial da Dança, Dia Internacional do Make-A-Wish, onde concentrou todos os alunos do Agrupamento.

O ponto alto do dia foi as danças em que todos à sua maneira poderam desta forma pôr em praticas os seus dotes.

O Zumba esteve presente, dado que é uma dança da atualidade e continua a cativar imensa gente um pouco por toda a parte.

Também o Laço Azul foi l13087293_731407073668205_624529763461194641_nembrado, dado que a grande maioria dos atletas eram de tenra idade, ainda estiveram presentes dos clientes do CAO, grande maioria dos alunos trazia t-shirt  azul, a simbolizar o Dia Azul.

Um dia diferente nas atividades das crianças.

Por:António Pacheco

Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres é o vencedor o Prémio Anual DECOJovem.

A DECOJovem começa o ano 2016 com a atribuição do Prémio Anual DECOJovem à escola ou agrupamento que mais contribuiu para a educação do consumidor, na sua comunidade educativa, durante o ano letivo 2014-2015.

DECOJovem é um prLogo_AEFAojeto de educação do consumidor promovido pela DECO, dirigido às escolas.

Todas as escolas ou agrupamento de escolas, públicas ou privadas, dos diferentes níveis de ensino (desde o ensino básico ao ensino secundário e profissional)  interessadas na formação de futuros cidadãos e consumidores conscientes e responsáveis podem, a qualquer altura, aderir à rede de escolas DECOJovem.



Todas as escolas aderentes têm a possibilidade de desenvolver atividades e projetos na área do consumo, de acordo com o curriculum escolar e dos diferentes níveis de ensino e cujo objetivo seja o de promover a formação de crianças e jovens esclarecidos, críticos e responsáveis nos seus atos de consumo.

 Deste modo, o Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres é o vencedor o Prémio Anual DECOJovem.

O agrupamento participou em várias atividades propostas pela DECOJovem, entre elas:

  • Semana do Jovem Consumidor (Peddy Paper DECOJovem e Debates 5 Minutos Com Sumo)
  • 2.ª edição do Green Chef
  • Concurso Sitestar.pt 2
  • Sessões Informativas Energia Fantasma

A escola muito em breve irá participar na cerimória da entrega do prémio que é um voucher no valor de 500 euros em material/recursos educativos para a escola.


Por:DecoJovem

Recepção aos Docentes pelo Município de Fornos de Algodres

Assinalando a abertura do ano letivo 2015/2016, o Município de Fornos de
Algodres realizou esta terça-feira, 15 de setembro, a cerimónia de Recepção aos
Docentes que vão lecionar nas escolas deste Concelho.
A iniciativa teve lugar no Centro Cultural Dr. António Menano, pelas 12h00, tendo a
saudação de boas vindas ficado a cargo do Presidente da Câmara
Municipal de Fornos de Algodres, Dr. António Manuel Pina Fonseca.

Nesta cerimónia estiveram ainda presentes os membros do Executivo
Municipal, Dr.ª Rita Silva e Dr. Alexandre Lote, assim como Dr. Artur
Oliveira, Diretor do Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres.

Por:Mun.Fornos de Algodres

XX ENCONTRO dos Antigos Alunos e Professores do Externato Marquês de Tomar de Fornos de Algodres

  Vai decorrer mais uma edição do Encontro Convívio dos Antigos Alunos do Externato Marquês de Tomar, no sábado, 6 de junho, vai ser a vigésima edição, onde o grande objetivo é rever e conviver com todos aqueles que não se veem durante largos períodos de tempo, aliás já aconteceu alunos e professores neste encontro se reverem décadas depois.

 Assim  a concentração de todas as pessoas, é no Externato, onde vai ser servido um Porto de Honra para todos os presentes, por volta das 12h, iniciará ao lado na Igreja da Misericórdia, a Eucaristia alusiva e sempre com a lembrança de todos os que participaram e já não se encontram por cá.
 Na romaria ao cemitério, vai ter lugar a homenagem a todos os que já faleceram, e segue-se o almoço convívio entre todos os presentes na Quinta das Courelas, que se prolonga pela tarde noite.
 Uma forma positiva de continuar a ligação ao Externato que hoje é uma residência de estudantes, mas que neste dia, todos recordam as aventuras que passaram nesta casa nos seus tempos de estudante.
Por: António Pacheco

Dois terços dos contratados não realizaram prova em Viseu

 Cerca de dois terços dos professores
contratados com menos de cinco anos de serviço não realizaram a prova de
avaliação para a qual estavam inscritos no distrito de Viseu, informou o
dirigente da Fenprof, Francisco Almeida.

“Estavam inscritos cerca de 800 professores para realizar a prova de
hoje, mas cerca de 2/3 não a fizeram devido à greve dos professores que
iriam estar a vigiar”, avançou.

No distrito de Viseu as provas iriam realizar-se em quatro escolas: três na cidade de Viseu e uma no concelho de Vouzela.

De acordo com Francisco Almeida, não se realizaram provas no
Agrupamento de Escolas do Viso, Agrupamento de Escolas Viseu Sul e na
EBI de Vouzela.

No Agrupamento de Escolas de Escolas Viseu Sul – ao qual pertence a
Escola Infante D. Henrique onde se concentraram durante a manhã de hoje
alguns professores que empunharam cartazes contra as provas – “só um dos
200 professores convocados para vigiar não fez greve”.

O Agrupamento de Escolas do Viso “teve dois professores que furaram a
greve” e na Escola EBI de Vouzela “a greve foi a 100 por cento”.

De acordo com o sindicalista, só na Escola Secundária Alves Martins os professores contratados prestaram prova.

“Apesar da forte adesão à greve naquela escola, realizaram-se provas”, acrescentou.

À entrada da Escola Infante D. Henrique, a professora contratada Gorete Lopes congratulou-se por não ter de realizar a prova.

“Agradeço muito aos professores que iam vigiar a prova e fizeram
greve. Esta prova significa que estão a gozar connosco”, apontou.

Na opinião da docente, quem deveria prestar prova é quem pertence ao
Ministério da educação, “para se saber se estão aptos para liderar o
ministério”.

Também a professora contratada Cláudia Lemos manifestou-se satisfeita
pela greve dos colegas de profissão, que evitaram “mais este
desrespeito”.

De acordo com números do IAVE, fornecidos depois de ter sido
concedida a possibilidade de dispensa da prova a professores contratados
com cinco anos de serviço, há aproximadamente 13.500 candidatos
inscritos para realizar a PACC, pouco mais de um terço dos 37 mil
candidatos avançados pelo ministério antes do acordo com a UGT, o que
deixa subentender o pedido de dispensa requerido por cerca de 23.500
professores.

fonte: Lusa//CMM // CC.