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Projeto “A raposa fabulosa” apresentado no TMG

Recentemente , teve lugar apresentação Pública do Projeto “A raposa fabulosa”, numa iniciativa da  Comunidade das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) em parceria com a Rede Intermunicipal das Bibliotecas das Beiras e Serra da Estrela(RIBBSE),
Este projeto de valorização do território das Beiras e Serra da Estrela assenta na criação e edição de uma obra infantojuvenil, desdobrando-se em inúmeras atividades de promoção literária como oficinas de ilustração, horas do conto, sessões de apresentação, workshop de escrita criativa, roteiro-digital e vídeo-livro.
Segundo revelou,Cristina Caetano sub-coordenadora da RIBBSE, “esta é uma rede para todos e com todos com ligação profunda ao território”, sendo uma “estratégia local para o mundo”, que deve contribuir para a “formação de leitores envolvendo toda a Comunidade das Beiras e Serra da Estrela”.
Por sua vez, Pedro Seromenho, escritor, realça que ,a beleza deste projeto é o que nasce deste livro percorrendo os 15 concelhos que compõem a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela. Tem como pilar a valorização do património assente nas premissas da educação ambiental, literacia e inclusão social.
Já o Secretário Executivo da CIM-BSE, António Miraldes, salientou a importância deste projeto por se enquadrar na Candidatura do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar apresentada pela CIM-BSE, realçando que “não serve apenas para combater o insucesso escolar, mas sim para fomentar o sucesso escolar”.

“Maceira – Embaixadores d’ Aldeia” para dar movimento à localidade

O projeto “Maceira – Embaixadores d’ Aldeia” é uma iniciativa da APS de Maceira, que curiosamente teve o seu arranque em setembro de 2020 e tem a duração de três anos.

“O que se oferece com o projeto ‘Maceira – Embaixadores d’Aldeia’ é um conceito de turismo comunitário de aldeia acessível e inclusiva, que, articulado com as iniciativas e vivências da comunidade residente, procurará criar condições para um futuro sustentável do ponto de vista económico, social, ambiental e patrimonial”, segundo a Associação de Promoção Social, Recreativa, Desportiva e Humanitária de Maceira (APSRDHM).

A fonte refere tratar-se de uma iniciativa de empreendedorismo social, “que pretende envolver toda a comunidade da aldeia de Maceira e combater o despovoamento que se faz sentir” no território, “através de atividades colaborativas de promoção do património, da cultura e da natureza, orientadas para o desenvolvimento turístico da aldeia”.

Segundo o responsável, a iniciativa “não só permitirá a criação de ferramentas coletivas de promoção turística, como ajudará a promover o envelhecimento ativo, a participação coletiva e cívica, e a valorização dos recursos endógenos”.

O “Maceira – Embaixadores d’ Aldeia” assenta em três pilares fundamentais: o desenvolvimento de um programa de capacitação de guias comunitários (“Embaixadores d’ Aldeia”), a definição e gestão dos percursos de promoção turística através de dinâmicas de participação ativa da comunidade (trilhos inclusivos) e a inclusão digital como forma de comunicação e ‘marketing’ turístico inclusivo (Maceira digital).

O projeto conta com dois técnicos que têm como missão desenvolver e implementar as três atividades que constituem o ‘Maceira – Embaixadores d’ Aldeia”.

A atividade “Embaixadores d’ Aldeia” promoverá a capacitação de guias comunitários e o desenvolvimento de ações de capacitação intergeracional para a promoção da aldeia em que “jovens ensinam seniores” e “seniores ensinam jovens”.

Será criado o “Roteiro das Famílias – Casas partilhadas”, através do conceito de partilha de casa com os turistas, e também haverá “contadores de histórias – vivências d’ aldeia”.

No âmbito da atividade “Trilhos inclusivos” serão definidos percursos pelo património material e imaterial da localidade e áreas limítrofes, será criada uma peça de teatro “Nós Somos a Aldeia”, haverá passeios pelas hortas e a atividade “A minha mesa é a tua mesa”.

Por fim, a ação “Maceira digital” inclui a capacitação e a utilização das redes sociais e a criação e desenvolvimento do canal de Youtube da aldeia de Maceira, com a participação da comunidade.

O projeto “Maceira – Embaixadores d’ Aldeia”, promovido no âmbito do programa Portugal Inovação Social, tem um investimento global de 137.155 euros e um financiamento de 70% do Portugal 2020, sendo os restantes 30% suportados pelo município de Fornos de Algodres, no distrito da Guarda.

“Trata-se de integrar a oferta turística com a realidade patrimonial da aldeia em particular e da região no geral, através da oferta de experiências baseadas na observação do património histórico construído, na interação com o património natural e cultural e com a produção endógena, tendo como principais atores as pessoas da aldeia – os ‘Embaixadores da Aldeia’”, adiantou à agência Lusa António Oliveira, coordenador do projeto da APSRDHM.

Fonte:Lusa

Centro Internacional de Dramaturgia lançado na Guarda

Um novo projeto, a cidade da Guarda vai ter  na área das artes de palco. O Centro Internacional de Dramaturgia (CID) foi anunciado pelo Município, em véspera do dia Mundial do Teatro, no TMG (Teatro Municipal da Guarda). Trata-se de um projeto criado pela Câmara Municipal, com direção de Marcos Barbosa, diretor da Escola do Largo, Lisboa.

Com intercâmbio cultural e artístico através de parcerias com centros congéneres dos Estados Unidos, México, Argentina, Noruega, Reino Unido, Espanha e França, o CID vai acolher escritores, encenadores, atores, tradutores, académicos, artistas e críticos, nacionais e internacionais, para que possam desenvolver projetos de criação conjunta, assumindo como principal missão a promoção de dramaturgias contemporâneas para produções. Neste ano de lançamento, até dezembro de 2021 – se a situação pandémica o permitir – está planeada uma programação com 12 espetáculos, 10 sessões de leitura, 5 conferências e 5 concertos.

A partir do TMG num momento em que Guarda é uma das candidatas a Capital Europeia da Cultura 2027, o CID assume-se como um projeto de dimensão internacional, com o objetivo de colocar a região da Guarda como novo centro artístico em relação permanente com o mundo, bem como alargar o diálogo cultural também a nível nacional e regional, contando os agentes culturais da região. Em particular com o envolvimento das estruturas artísticas locais, da área do teatro, mas não só, que se pretendem envolver no processo.

Na dimensão internacional, entre as parcerias já estabelecidas com centros internacionais congéneres, estão previstos espetáculos de autores como Chris Thorpe (Inglaterra), Deborah Pearson (Canadá), Tor Vagn Lid (Noruega), Ofelia Wang (China), Luis Mario Moncada (México), Lautaro Vilo (Argentina), Jacinto Lucas Pires, Jorge Andrade, entre outros. Estes autores apresentarão ainda conferências sobre o seu trabalho, nas quais também participará John Clinton Eisner (Estados Unidos da América).

De acordo com o presidente da Câmara Municipal da Guarda, Carlos Chaves Monteiro, «o novo Centro Internacional de Dramaturgia que agora estamos a lançar, em mais um passo de afirmação cultural da nossa cidade e do nosso concelho, nasce também para afirmar claramente a importância da descentralização nacional, querendo provar que a Cultura pode e deve ser um motor do desenvolvimento regional». Mais: «Partimos para esta grande aposta com a certeza de que se trata de um projeto claramente vencedor e que, por isso, a seu tempo merecerá o apoio de mais entidades e do Governo de Portugal».

Segundo Marcos Barbosa, «este centro aparece da necessidade de uma ação continuada e persistente, que permita o desenvolvimento da escrita para Teatro em Portugal. Apesar das gloriosas exceções, que se contam pelos dedos de uma mão, o Teatro português não tem um historial rico na dramaturgia e os últimos anos, apesar de algumas medidas avulsas, não têm sido propícios ao aparecimento de textos relevantes de Teatro, em língua portuguesa. O CID irá trabalhar de mãos dadas com os agentes da cultura da Guarda e da região, no contexto de uma cidade aberta ao mundo, com uma multiplicidade de ofertas únicas nos mais diversos campos.»

O CID pretende ser um projeto artístico e formativo para a renovação da escrita para o palco, promovendo a experimentação e o crescimento de peças que representem a realidade. Será sede da pesquisa e do ensaio, para o acompanhamento do desenvolvimento das peças e da sua leitura pública, abrindo ao público as diversas fases de amadurecimento da obra teatral. É um palco para ensaios abertos, leituras mais ou menos encenadas, espetáculos, peças transmitidas em streaming, ou de leituras radiofónicas. Promete ainda ser uma casa aberta a muitos formatos, espaço para a edição das peças e para a sua tradução em diversas línguas, funcionando como ponto de partida da promoção dos autores nacionais na cena internacional.

A iniciativa nasce da ideia de que os teatros regionais, no caso concreto o TMG, devem ter uma força criativa que os aproxime dos teatros nacionais. Apesar de estarem situados no Interior devem assumir um protagonismo na criação nacional, em diálogo com os teatros nacionais e internacionais. Este centro tem como objetivos: o reforço da oferta artística e cultural regional; promoção da mobilidade de artistas e obras; promover o desenvolvimento regional e a coesão territorial, desenvolvimento de um projeto artístico multidisciplinar original e de qualidade; atração de novos públicos para o plano da conceção artística; promoção do desenvolvimento de parcerias estratégicas transnacionais; e ainda facilitar o acesso da comunidade local e regional à cultura e arte contemporânea. Trata-se de um projeto de dimensão internacional uma vez que pretende colocar a região da Guarda como novo centro artístico internacional em relação com o mundo, bem como alargar o diálogo cultural, estimulando a multiculturalidade. O projeto artístico procura a celebração da identidade de uma região rica em património e história, enquadrando-a num projeto que pretende colocar a Guarda na agenda internacional da criação dramatúrgica, trazendo a esta cidade obras e profissionais de geografias distintas, num processo de partilha contínua, de promoção do diálogo transcultural e da aceitação e valorização do interior e das suas populações.

O vereador da Cultura da câmara da Guarda, Vítor Amaral, adianta que, «além de um diálogo permanente com o contexto institucional educativo local e regional, e com municípios parceiros Guarda 2027, está já prevista uma articulação ibérica com a iniciativa Feira do Teatro de Castela e Leão, em Cidade Rodrigo, província de Salamanca, em agosto próximo».

Projeto do Estrela Geopark foi um dos 10 vencedores no Programa Tradições da EDP

O Programa Tradições é uma iniciativa, financiada pela EDP, que apoia e acompanha projetos que tenham como objetivo valorizar tradições, regionais ou locais, dos municípios onde a EDP possui centros produtores. Atualmente abrange 81 municípios, que correspondem às áreas em que intervêm os seis centros de produção elétrica da EDP Produção: Cávado Lima, Douro, Lares, Ribatejo, Tejo Mondego e Sines. Este programa pretende valorizar e afirmar a identidade das comunidades, através do apoio às tradições mais genuínas da cultura popular, financiando projetos que visem a recuperarão de costumes em vias de desaparecimento e a transmissão de conhecimentos sobre as tradições de geração em geração, promovendo a valorização da autoestima das populações e a preservação deste património cultural.

No biénio 20/21 realizou-se a 4ª Edição deste programa, à qual se candidataram 68 projetos nas mais diversas áreas, desde o artesanato à gastronomia, passando por cantares, crenças, folclore, entre outros. Destes foram selecionados 10 projetos, não só pela sua relevância histórica e social para as comunidades, mas também pelo impacto que podem ter na criação de emprego, na dinamização da economia local e na própria sustentabilidade das regiões. O projeto Memórias e Tradições do Estrela Geopark Mundial da UNESCO”, promovido pelo Estrela Geopark, foi um dos 10 vencedores da 4ªEdição do Programa Tradições e tem como objetivo promover a preservação e valorização das memórias e das tradições que fazem parte da identidade da Serra da Estrela, contribuindo para a recuperação de práticas ancestrais em desaparecimento e para a sua divulgação não só no território do Estrela Geopark, junto das populações locais, mas também junto de quem visita a Serra da Estrela.

Tendo em consideração que a identidade da Estrela está muito associada às práticas pastoris, à transumância e aos produtos que foram emergindo em torno destas atividades tradicionais, que têm vindo a diminuir progressivamente ao longo do tempo, todas as memórias e tradições que lhes estão associadas correm o risco de se perderem. Neste contexto, no âmbito do projeto Memórias e Tradições do Estrela Geopark Mundial da UNESCO”, serão dinamizadas várias ações pedagógicas e de divulgação deste património cultural, tais como workshops e sessões intergeracionais de partilha da sabedoria popular, direcionados para diferentes públicos, colocando em contacto diferentes gerações, nos quais se dará particular destaque a três importantes tradições do território: a Transumância, a produção do Cobertor de Papa e a produção do Burel. Estas iniciativas contribuirão para perpetuar o saber pelas gerações mais novas, valorizando produtos e tradições singulares, promovendo sentimentos de pertença e de identificação quer com os costumes da cultura popular, quer com a identidade deste território. Será também desenvolvida uma exposição itinerante, que circulará pelas escolas dos diferentes municípios, de modo a divulgar as tradições do Estrela Geopark junto dos grupos mais jovens da população residente. Futuramente, para dar continuidade a este projeto, a Associação Geopark Estrela pretende desenvolver uma plataforma Open Science digital, intitulada “Portal da Memória do Estrela Geopark”. Esta plataforma permitirá a recolha e partilha de tradições e memórias, constituindo um importante projeto de “ciência cidadã” e de “Ciência Aberta”, e funcionará como um grande acervo de informação sobre a Serra da Estrela, que ao ser divulgado contribuirá para salvaguarda ativa deste património.

“Biblioteca Municipal, uma Voz Amiga” em marcha em Penalva do Castelo

Está em marcha um projeto da Biblioteca Municipal de Penalva do Castelo, em colaboração com a Rede Social do município, durante este segundo período geral de confinamento, o projeto “Biblioteca Municipal, uma Voz Amiga”.

Trata-se de uma iniciativa de combate ao isolamento social em tempos de pandemia, que, através de uma chamada telefónica, permitirá a partilha de leituras (contos, poemas,…), de histórias e de memórias entre a Biblioteca Municipal e os que presentemente se encontram em situações de maior isolamento e a necessitar de uma voz amiga com quem conversar.

Este novo serviço municipal, livre e totalmente gratuito, está disponível a partir do contacto 965064126, de segunda a sexta-feira, entre as 10h00 e as 19h00.

ATUA vai dar toda a relevância aos nossos jovens

No âmbito do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar (PIICIE), a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, continua este ano letivo a dar palco ao ATUA! o Projeto de Empreendedorismo nas Escolas da CIMBSE, que está agora na 2ª Edição.

Esta quarta-feira, dia 03 de março pelas 17h00 o ATUA! ira apresentar a todos os participantes do Projeto e suas comunidades educativas, um testemunho inspirador, através da página de Facebook do Projeto (https://www.facebook.com/atuacimbse). Estamos a falar de Rafael Polónia, um empreendedor apaixonado por viagens, que irá dirigir-se em especial para os alunos do Ensino Secundário (Regular e Profissional), para que possam encontrar na sua experiência motivação para agarrarem e conduzirem o seu próprio futuro, encarando todas as vicissitudes das suas vidas como oportunidades para crescer e empreender.

Esta 2ª Edição do ATUA! segue com a missão de encontrar a nova geração de fazedores, movidos pela ação e que procuram ser responsáveis pela mudança e inovação do seu território. Para despertar esta geração, o ATUA! está aliado aos agentes educativos da Região das Beiras e Serra da Estrela para que, de forma colaborativa, promovam e desenvolvam competências empreendedoras nas gerações mais novas da Região, nomeadamente, nas crianças do 1º CEB e nos jovens do Ensino Secundário (Regular e Profissional).

No total estão mobilizados este ano letivo 894 alunos e 74 professores, os quais aceitaram o desafio de encontrar no potencial da sua Região, uma oportunidade para também desenvolverem o seu potencial empreendedor. Deste total, 291 são alunos do 1º CEB e 603 são alunos do Ensino Secundário (Regular e Profissional). A Comunidade Intermunicipal da Beiras e Serra da Estrela, agradece a todas as comunidades educativas que estão envolvidas e mobilizadas para mais uma edição do ATUA!

A CIMBSE convida todos os interessados na primeira palestra motivacional do Projeto, a assistirem a este momento com Rafael Polónia, o qual será transmitido em direto na página de Facebook do ATUA! (https://www.facebook.com/atuacimbse) na quarta-feira às 17h00.

Aprovado projeto relativo à 2ª fase da reabilitação do Parque Municipal da Trincheira em Pinhel

Investimento a rondar os 300 mil euros

Foi recentemente aprovado o projeto para a 2ª fase da reabilitação do Parque Municipal da Trincheira , na cidade Falcão.

Neste momento, o Parque Municipal da Trincheira já voltou a atrair de novo muitos visitantes e decerto, com esta obra que vai iniciar-se em breve, o parque vai ser um grande ex libris da cidade Falcão, graças ao bom investimento deste executivo municipal liderado por Rui Ventura.
Inaugurada a 25 de agosto de 2020, a 1ª fase do projeto de requalificação do Parque Municipal da Trincheira deixava antever que a empreitada ainda não estava concluída, tendo sido propositadamente dividida em duas fases de modo a permitir a melhor gestão possível deste empreendimento que, no total, rondará os 900 mil euros (600 mil da 1ª fase + 300 mil da 2ª fase).

Rui Ventura,Presidente da Câmara Municipal de Pinhel,  aquando da inauguração da 1ª fase, que contou com a presença do Secretário de Estado da Descentralização e da Administração Local, Jorge Botelho, e que foi um dos pontos altos das comemorações do Dia da Cidade, explicou que esta obra teria as duas fases e aqui está a iniciar-se a segunda fase desta obra.
                                      A Trincheira voltou a ser um local convidativo
Desde então, não há dúvidas de que a Trincheira voltou a ser um local convidativo, procurado por pinhelenses e visitantes que ali podem desfrutar de ar puro, com excelentes vistas para a cidade, mas também de espaços emblemáticos, como a Fonte dos Amores (também conhecida por Fonte dos Namorados) ou a Pérgola, além do famoso “Canhão” (ou Bombarda), peça de artilharia datada do século XV que, desde então, ganhou uma nova casa e uma nova proteção perante as potenciais ameaças dos elementos da natureza.

Mas a obra não estava concluída e o autarca Pinhelense  entendeu por bem avançar desde já para a 2ª fase do projeto que, no fundo, dá continuidade ao objetivo de dotar todo o parque de melhores acessibilidades, efetuando-se a ligação principal ao denominado Portão Norte.

A par da intervenção no espaço e da introdução de mais algumas melhorias, prevê-se também a construção de um circuito de manutenção que, por um lado, terá equipamentos desportivos a pensar nos adultos e, por outro, equipamentos mais lúdicos a pensar nas crianças. Em suma, a intenção é permitir que o Parque, e esta nova área em concreto, possam ser utilizados e usufruídos em simultâneo por pais e filhos ou avós e netos.

A Trincheira é um equipamento para todos e para cada um, mas queremos sobretudo que seja um espaço onde as famílias se sintam bem e onde possam divertir-se juntas”, concluiu o autarca de Pinhel, Rui Ventura, para quem este Parque é também sinónimo de boas memórias de vivências familiares.

Novo projeto do Escape Livre estimula economia através do TT

As condicionantes da atualidade não permitem a realização das habituais aventuras com grandes grupos. Mas porque todos merecem uma pausa em natureza, é tempo para uma aventura com toda a segurança e exclusividade. Tempo de voltar a ser feliz. Tempo de conexão e de voltar a sentir a liberdade. Em julho e agosto, o Clube Escape Livre avança para uma novidade: aventuras de todo terreno turístico e lazer, com duração de dois dias, de cariz mais intimista e familiar e com limite de 18 pessoas por passeio. Está lançado o projeto “Nos Caminhos das Gravuras Rupestres”. A apresentação do projeto decorreu esta manhã, no Museu do Côa.

A área de influência do Escape Livre estabelece-se desde a serra da Estrela ao Douro, passando pelas Aldeias Históricas, e será neste âmbito que esta nova ação será desenvolvida, embora por fases. O objetivo é voltar a proporcionar experiências e descobertas que foram travadas nos últimos meses pela pandemia por Covid-19. Cumprindo agora todas as medidas de segurança, higienização e distanciamento, o Clube Escape Livre oferece a oportunidade de voltar a desfrutar de todo património natural, paisagístico, histórico e cultural que a região da Guarda oferece.

Nesta fase piloto, o tema das gravuras do Côa foi o escolhido para proporcionar dois dias de descoberta, com um programa que parte do Longroiva Hotel & Termal SPA (onde também decorre o alojamento), e contempla os trilhos todo terreno, a visita à Adega e Quinta Vale d’Aldeia, e chegada à Canada do Inferno. Segue-se um percurso por caiaque, pelo leito tranquilo do rio Côa até ao núcleo de arte rupestre do Fariseu, e com observação da mais recente gravura encontrada, em abril, que se estima ser a maior do mundo dentro do seu género ao ar livre. O almoço com vista para o Douro no Museu do Côa e a visita à Quinta da Ervamoira completam o programa.

História, paisagem, vinhos e gastronomia podem, assim, ser descobertos por pequenos grupos de pessoas, preferencialmente famílias, cumprindo todas as regras em vigor no âmbito da atual pandemia, e para as quais também o setor da hotelaria e restauração está preparado.
Para além disso, tratam-se de eventos que, desenvolvidos maioritariamente ao ar livre ou dentro de cada viatura, permitem desfrutar de todas as características da região com toda a segurança e à-vontade.

A apresentação do projeto decorreu no Museu do Côa, um dos parceiros, e contou com a presença de Isabel Ferreira, Secretária de Estado da Valorização do Interior, em representação da Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa. Estiveram também presentes os presidentes
de Câmara da Mêda, Anselmo Sousa, e de Vila Nova de Foz Côa, Gustavo Duarte.

Na ocasião, a governante realçou que “A valorização começa com os atores locais e com os autarcas que têm um papel muto importante nestes territórios e depois com todas as dinâmicas que se instalam no Interior”. Isabel Ferreira parabenizou os parceiros do projeto e afirmou que “O que temos aqui hoje com o Escape Livre configura os quatro eixos centrais do Programa de Valorização do Interior (do Governo), que começa precisamente com a valorização dos recursos endógenos”.

Bruno Navarro, presidente da Fundação Côa Parque, considera: “É um projeto que saudamos.
Em boa hora o Escape Livre teve esta ideia que adotámos imediatamente, porque ela está perfeitamente alinhada com a nossa estratégia para o território. Os nossos recursos endógenos são divulgados a partir desse projeto que desenvolvemos em parceria com o Clube Escape Livre e acho que está condenado ao sucesso, porque junta duas instituições, a Fundação Côa Parque com uma dimensão nacional e internacional, e o Escape Livre, com um histórico de colaboração e presença no território verdadeiramente notável e que nos dá todas as garantias que será um evento de altíssimo nível, e é isso que queremos oferecer aos nossos visitantes”.

Para Luis Celínio, presidente do Clube Escape Livre, “Depois destes meses de confinamento, uma vez encontrada a abertura legal que permite o regresso a alguma normalidade, as pessoas merecem voltar a sentir a sensação de liberdade e anseiam desfrutar de algumas alegrias e prazeres da vida, e este evento permite faze-lo com as atuais medidas de segurança sanitária. Na ótica da economia, é urgente voltar a apostar na divulgação da região, a dinamizar o turismo e reativar o mercado. Por isso, o Clube Escape Livre quer continuar a apostar no que melhor sabe fazer que é a organização de eventos que conduzam os aventureiros a estas experiências magníficas, com a garantia que são cumpridas todas as
normas exigidas pelas autoridades, e também pelo selo Clean &Safe, recebido recentemente do Turismo de Portugal.”

Os passeios “Nos Caminhos das Gravuras Rupestres” decorrem nos dias 20/21, 22/23 e 24/25 de julho, e nos dias 8/9, 10/11 e 12/13 de agosto. As inscrições são feitas através do email escapelivre@escapelivre.com, e consideradas por ordem de chegada. O preço por pessoa, em julho, é de 158€ | Crianças 4-10 anos – 74€ | Crianças 0-3 anos – grátis (em agosto, os valores são 165€ e 78€) e inclui alojamento, refeições e visitas.

A Finiclasse, concessionário Mercedes-Benz na Guarda e Viseu, associa-se com as suas viaturas Mercedes-Benz, a este projeto de retoma da economia local.

 

ESCOLAS PODEM CANDIDATAR-SE À 3ª EDIÇÃO DA ESCOLA AMIGA DA CRIANÇA

Até 14 de abril

Começou um novo ano e com ele o segundo período de aulas. A Escola Amiga da Criança desafia as direções, professores, pais e alunos, que tenham ideias inovadoras e que contribuem para o desenvolvimento mais feliz da criança no espaço escolar, a candidatarem-se à 3ª edição da Escola Amiga da Criança.

O projeto vencedor ganha 5.000€ (cinco mil euros) em livros LeYa e 6.000€ (seis mil euros) em equipamento para a escola (oferta da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa).

Até ao dia 14 de abril, é possível inscreverem os seus projetos e habilitarem-se a grandes prémios desta iniciativa da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), da LeYa e do Psicólogo Eduardo Sá.

A Escola Amiga da Criança procura projetos nas áreas de:

  •  Alimentação |Estilos de Vida Saudável
  • Saúde
  • Sustentabilidade
  • Espaço Escolar
  • Digital
  • Envolvimento da Família
  • Cidadania | Inclusão | Flexibilidade | Atividades

 

As escolas podem candidatar-se no site da iniciativa https://escolaamiga.pt . Os projetos serão posteriormente analisados por um júri.

 

A Escola Amiga da Criança pretende, pelo terceiro ano consecutivo, estimular as comunidades educativas e a sociedade em geral a olharem de forma renovada e inspirada para os aspetos primordiais do desenvolvimento dos alunos.

 

A 3ª edição da Escola Amiga da Criança conta com o apoio da Staples Portugal, Católica do Porto Business School, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Fábrica Centro Ciência Viva, Universidade de Aveiro, Ciência Viva, Promethean, The Inventors, Fundação Altice, Diese, Associação ACEGIS, CMiranda, Glam, Ekui, Museu do Brincar, Sociedade Ponto Verde, Associação Mutualista Montepio, Maped, Solfut e REN.

Apresentação do Projeto: CAVI – Vida Plena

Vai ter lugar no próximo dia 29 de maio, pelas 14horas , a apresentação do Projeto: CAVI – Vida Plena, na APS em Fornos de Algodres, cofinanciado pela tipologia 3.18 da POISE, tendo como organismo intermédio INR.

Vai estar presente a Secretária de Estado para Inclusão de Pessoas com Deficiência, Dra Ana Sofia Antunes.

Este projeto surge no âmbito da dinamização do programa MAVI que assenta na disponibilização de assistência pessoal a pessoas com deficiência ou incapacidade, através de CAVI, para a realização de atividades de vida diária e de mediação em contextos diversos que, em razão das limitações decorrentes da sua interação com as condições do meio, estas não possam realizar por si próprias.