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Tag Archives: projetos

Vários projetos aprovados pelo Executivo de Pinhel

Em reunião do Executivo Municipal Pinhelense teve lugar a aprovação da proposta de adesão ao projeto “Viagem do Elefante – Rota Turística Literária”, promovido pela Associação Territórios do Côa, em parceria com vários municípios da Beira Interior e também com a Fundação Saramago. Inspirada na obra “Viagem do Elefante”, de José Saramago, esta Rota tem como objetivo a valorização e promoção da Cultura na Região Centro e, em particular, nos territórios de baixa densidade referenciados na obra do Nobel da Literatura, entre os quais o concelho de Pinhel, com especial destaque para Cidadelhe, aldeia que Saramago teve oportunidade de visitar algumas vezes e pela qual sentia particular afeto.
Da ordem de trabalhos, foi destaque ainda para a aprovação da proposta de apresentar uma candidatura ao “Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar” sendo que, associado a este plano está a criação, em Pinhel, de uma Sala Sensorial baseada em práticas terapêuticas Snoezelen (terapia dos sentidos). De referir que fruto de uma primeira candidatura, a Sala Sensorial já foi criada numa área do Jardim de Infância de Pinhel, sendo que o objetivo desta segunda candidatura é garantir os meios humanos e também alguns meios técnicos para tirar o maior partido possível da Sala e dos benefícios da terapia Snoezelen.

Fornos de Algodres acolhe oficina de roadshow

Os Territórios Criativos vão desenvolver, mais uma vez, os Programas de Aceleração Tourism UP e Taste UP, em parceria com o Turismo de Portugal, e o município de Fornos de Algodres vai acolher uma das oficinas do roadshow.

O Tourism UP é um programa de aceleração no sector do turismo, que tem como objetivo apoiar startups no desenvolvimento de negócios neste sector, potenciando a inovação e a criação de redes empreendedoras, e o Taste UP é um programa de aceleração em Turismo Gastronómico e Enoturismo, que tem como objetivo promover a inovação e a experiência turística nas áreas da Gastronomia e Vinhos.

Os dois programas têm início com um roadshow por 50 territórios, nos quais é dinamizada uma oficina de capacitação e divulgação dos programas, e, posteriormente, os 36 projetos selecionados terão a oportunidade de desenvolver os seus negócios através da participação em dois boocamps, cada um constituído por dois dias intensivos de mentoria e formação, nos dias 25 e 26 de outubro e 22 e 23 de novembro. Por fim, os programas irão culminar numa apresentação pública final, onde serão selecionados os vencedores, no dia 5 de dezembro.

Os programas disponibilizam 5000€ em prémio monetário e 500€ em SEO (Search Engine Optimization) para o 1º lugar, 1000€ para o 2º lugar e 500€ para o 3º lugar.

A oficina de Fornos de Algodres irá realizar-se no dia 24 de setembro, entre as 18h e as 20h, no Salão Nobre da Câmara Municipal, na qual serão apresentados os programas de aceleração e dinamizadas sessões de formação sobre Oportunidades e Tendências no Turismo, Turismo Gastronómico e Enoturismo, e Empreendedorismo e Proposta de Valor.

Inscrições em https://forms.gle/Bw9iTpuo1SnBUM8x7

Fernando Rodrigues mantém-se na liderança dos Bombeiros de Fornos de Algodres

12391338_877509259029892_6380251126227652794_nFomos conversar com Fernando Rodrigues, o atual Presidente da Direção dos Bombeiros Voluntários de Fornos, que vai continuar novo mandato nesta associação, após ter sido reeleito, no passado mês de dezembro e nos falou um pouco do percurso anterior e alguns projetos para o futuro.

Magazine Serrano- São 68 anos a prestar apoio às populações locais?

Fernando Rodrigues–Muita gente trabalhou para que esta associação esteja neste momento como está, foram muitos que contribuíram ao longo destes anos, aqui deixo a minha palavra de gratidão, a todos Presidentes, Comandantes, Bombeiros que saíram, outros que já não estão entre nós e outros foram para os quadros de honra, a todos o nosso muito obrigado, em nome da direção.

Neste seu 1º mandato foram dois anos difíceis?

Quando estamos numa associação em que os recursos económicos são poucos, as tarefas tornam-se difíceis, para termos as contas equilibradas, fomos fazendo algumas atividades ao longo do ano e conseguimos adquirir duas novas ambulâncias ao longo destes dois anos, esta última foi apresentada no final de 2016.

Fizemos uma série de candidaturas, ao que sem dinheiro é mais difícil, mas com muito trabalho e dedicação de todos e sabendo que o corpo ativo está connosco é mais fácil, agora as dificuldades vão sempre existir.

Neste novo mandato que agora iniciou, novos projetos vão acontecer?

Sim , vamos continuar a trabalhar em prol desta associação e face a isso, temos  como projeto a aquisição de mais duas viaturas para o combate a fogos florestais, nesse sentido temos as candidaturas em curso.

Uma remodelação no quartel, que achamos importante, para que este edifício ofereça melhores condições a nível da sua logística e entre outras coisas que poderão surgir.

Em relação ao antigo quartel, que futuro?

Estamos numa fase preparatória de algum projeto que possa existir, estamos atentos ao que vai saindo, este imóvel é nosso, para além de ser útil para termos lá algumas viaturas e onde vamos colocando o material para a campanha Quartel Eletrão.

Mas estamos atentos, pois não está esquecido, estamos a pensar em fazer algo de bom no futuro.

A Campanha Quartel Eletrão está a decorrer a bom ritmo?

Sim, vai estar a decorrer sempre durante o ano, agora no que toca a esta campanha, agora é um concurso nacional , onde no ano passado ficámos em quarto lugar a nível nacional “ Per Capita”, vai estar a decorrer até abril/maio, agora vamos fazer força para recolher o mais possível e estamos prontos para recolher também.

Este é um concurso nacional, mas ao longo de todo ano continuamos a receber artigos já em fim de vida.

Para quando uma Equipa de Intervenção Permanente em Fornos?

Vamos fazer de tudo para que seja uma realidade a curto prazo, pois é pertinente pela área verde que possuímos e também pelos muitos bombeiros que temos no desemprego e seria bom que eles trabalhassem, pois é uma parte social, além do mais nos ajuda nos fogos florestais e noutras áreas de socorro ao longo do ano.

Sozinho é mais difícil, mas vamos pedir apoio à Camara Municipal, para todos juntos fazer um forcing e seja uma realidade em 2017.

A nível nacional está a decorrer uma onda de solidariedade de apoio aos bombeiros, uma ação importante?

Sim é bom que se lembrem dos Bombeiros, pois não é só na fase de Verão, mas todo ano, é feito o trabalho de socorro às populações, a nível local, recentemente foi feito um almoço solidário com a presença de três centenas de pessoas e é bom, pois as pessoas fizeram gosto de contribuir e agradecemos a toda a população.

O grande apoio da População, do Corpo Ativo, Comando, estando todos em sintonia é muito mais fácil, sendo grandes motivos que me fizeram continuar a liderar a direção dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres.

Por:António Pacheco

 

Certificados de conclusão referentes a quatro projetos promovidos no Concelho foram entregues

1 nelas 10Foram entregues nesta segunda -feira, dia 10 de outubro, na presença de representantes do IPDJ- Instituto Português do Desporto e Juventude, Natália Mendes e Irene Ferreira, os certificados de conclusão referentes a quatro projetos promovidos no Concelho por quatro jovens dinamizadores: Marcelo Costa, Mónica Couto, Pedro Fidalgo e Tânia Correia.

Inseridos no Programa de Ocupação de Tempos Livres promovido pelo IPDJ, estes projetos foram aprovados e dinamizados por quatro jovens, com a duração de 3 meses e total de 396 horas, em diferentes áreas de intervenção sociocultural, nomeadamente a “WebRádio da Universidade Sénior, “Inclusão Digital na Universidade Sénior”, “Minha Vida, Minha História – Livro de Autobiografias da Universidade Sénior” e “Pôr os Idosos a Pensar – Programa de Estimulação Cognitiva na IPSS – Fundação Lopes Fonseca”.

Os projetos, que foram financiados pelo IPDJ e desenvolvidos em parceria com a Câmara Municipal de Nelas, surgiram com o intuito de proporcionar ao público sénior atividades de combate à solidão e exclusão social, promovendo simultaneamente o envelhecimento ativo.

Por:MN

 

Projetos portugueses de economia cívica foram apresentados em Lisboa

Realizou-se na  manhã de quarta-feira, dia 6 deMinistra Presidencia e Modernização Administrativa julho, no Museu do Oriente (Lisboa) a apresentação pública dos 7 Projetos-bandeira que estão a ser elaborados pelas Comunidades para a Economia Cívica em Penela, Miranda do Corvo, Idanha-a-Nova, Vila Velha de Ródão, Gouveia, Fundão e Lousã. A apresentação, que teve como objetivo de dar a conhecer, a uma Assembleia de potenciais investidores privados e públicos, os valores de investimento e de retorno económico e social de cada um destes projetos, foi aberta por Maria Manuel Leitão, Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, e contou ainda com a presença do Dr. Tiago Ravara Marques – Diretor do BPI, dos sete Presidentes das Câmaras Municipais acima referidas, de Gianluca Misuraca – da Comissão Europeia e Filippo Addarii – CEO da Plus Value e especialista internacional na área da economia cívica, entre outros.

Maria do Carmo Marques Pinto_CEO IECA apresentação foi aberta por Maria Manuel Leitão, Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, que referiu que “isto é aquilo que me dá esperança no país, não apenas como membro do governo mas como cidadã”, adiantando que “é isto que tornará o país sustentável no futuro, mais equilibrado do ponto de vista social e territorial”.

Os sete projetos bandeira já definidos vão agora passar por um período de cinco anos, em que cada comunidade terá de cumprir e apresentar objetivos, podendo todos os portugueses contribuir com sugestões para melhor se alcançarem os resultados esperados. De acordo com Maria do Carmo Mendes Pinto, presidente executiva da Associação Iniciativa para a Economia Cívica, “o grande objetivo destes projetos é que os cidadãos participem não só na identificação dos problemas societais das suas regiões, mas também na sua resolução”. Para isso, foi criada uma Plataforma de monitorização e avaliação dos impactos dos Projetos-bandeira IEC, onde se poderá acompanhar o desenvolvimento de cada projeto.

Os sete projetos-bandeira em números

o    1% da população população portuguesa

o    7 Comunidades para a Economia Cívica

o    7 municípios

o    Mais de 160 entidades públicas e privadas

o  Total de 72 freguesias

o  cerca de 97 mil habitantes.

 

Os sete projetos-bandeira estão a ser elaborados em:

  1. Penela: projeto de Saúde Inteligente e Preventiva, cujos objetivos passam pela melhoria da qualidade de vida relacionada a saúde da população local, pela melhoria do perfil nutricional, níveis de atividade física e adesão à terapêutica, pela promoção da prática regular de exercício físico, pela redução do tabagismo, do alcoolismo e de níveis de ansiedade e sintomas depressivos, pela criação de cuidados de Saúde de proximidade e pela dinamização da participação ativa da Comunidade Educativa no modelo escolar;
  2. Miranda do Corvo: projeto da Família Pública, reforçando a participação cívica, a capacidade de gestão dos recursos e ativos locais, a solidariedade intergeracional e a consequente resolução dos problemas e desafios societais mais graves da comunidade;
  3. Lousã: projeto de Território inclusivo, promovendo a criação e o fortalecimento de novas sinergias com maior corresponsabilização entre os agentes públicos e privados, a concretização de um Plano de Ação com soluções integradas para todos, a implementação de soluções de inclusão, em projetos e infraestruturas públicas e privadas já existentes e o aumento da qualidade de vida e da satisfação a residentes e visitantes;
  4. Fundão: projeto de TICs e Inovação Social, com vista à potencialização da economia endógena, à criação de novos produtos e serviços TICs para melhorar respostas a problemas e desafios societais e ao povoamento do território;
  5. Gouveia: projeto de HUB Criativo, que visa estimular a criatividade, atrair e fixar jovens, atrair lusodescendentes, transferir conhecimento e experiência, valorizar os produtos e saberes tradicionais, potenciar os negócios locais e contribuir para a criação de novos negócios;
  6. Vila Velha de Ródão: projeto de criação de uma Plataforma de Promoção Digital da Economia Endógena que agregue os empresários, artesãos e produtores agrícolas locais, e valorize e comercialize de forma integrada o lifestyle e a qualidade dos produtos e serviços da economia local, promovendo a inclusão de pequenos produtores, desempregados ou jovens à procura do primeiro emprego;
  7. Idanha-a-Nova: projeto de Idanha@SocialLAB, que visa o repovoamento do território, a implementação de novos modelos de gestão, a reestruturação e simplificação de processos, a potencialização das atividades desenvolvidas no município e a capacitação da população.

Por:AB

 

 

 

 

 

Resultados das votações do Orçamento Participativo de Fornos de Algodres 2016

Resultados-Finais-300x169Terminou a fase de votações do Orçamento Participativo de Fornos de Algodres 2016 “Por Fornos Eu Participo”.

No âmbito deste projeto foram apresentadas pelos munícipes 47 propostas  que deram origem a 30 Projetos elaborados pelos Serviços Técnicos da Câmara Municipal de Fornos de Algodres e que foram colocados à votação.

A participação foi extraordinária, em função deste ter sido o ano de lançamento deste novo projeto, que tem como objetivo fomentar a participação de toda a comunidade nas tomadas de decisão.

Votaram mais de 1000 munícipes, num total de 2150 votos, repartidos pela plataforma eletrónica (693) e pelas Assembleias Eleitorais (1457).

Os projetos vencedores foram os seguintes:

– Projeto 15 – Requalificação junto ao Polidesportivo da Matança (230 votos)

– Projeto 18 – Fornos Tem Fornos Dá – Minimercado Solidário (207 votos)

– Projeto 17 – Moinho Comunitário Integrado de Juncais (183 votos)

Segue-se agora a execução dos projetos vencedores que terão de estar concluídos no final deste ano civil.

A Câmara Municipal de Fornos de Algodres agradece a todos os munícipes que participaram neste processo, seja ao nível da apresentação de propostas ou através da votação nos seus projetos preferidos.

Por:Mun.Fornos de Algodres

Oportunidade dos jovens se fixarem em Fornos de Algodres

O ano de 2015, fica marcado no concelho de Fornos de Algodres, pela implementação do Programa de Empreendedorismo Estratégico e DeseIMG_8615nvolvimento Local, que tinha como principal objetivo, potenciar o desenvolvimento económico e social do município fornense.
Este programa, só foi possível, devido à parceria entre a Escola de Liderança e Inovação (ELINOV) do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP-ULisboa) e o Município de Fornos de Algodres.

Os destinatários deste programa foram jovens licenciados que durante este ano, foram ultrapassando as várias fases propostas, ao qual todos foram elaborando e apresentando os seus projetos para execução a médio e longo prazo.
Desta forma, a sessão de encerramento ocorreu, no passado dia 17 de outubro, no Centro Cultural Dr. António Menano, na localidade de Fornos de Algodres.
Na cerimónia de abertura, participou o Rancho Folclórico de Figueiró da Granja que musicalmente deu as boas vindas a todos os presentes.
Abriu a sessão, o Presidente do Município, Dr. Manuel Fonseca, que se mostrou orgulhoso de como decorreram as diversas fases deste programa.
Seguiu-se o Professor Catedrático Doutor Albino Lopes, que referiu que veio apreciar o trabalho de todos os formandos, nesta experiência pioneira.
Por fim a Professora Doutora Patrícia Jardim da Palma – Coordenadora da Escola de Liderança e Inovação do ISCSP-ULisboa, agradeceu a todos, com uma palavra especial aos formandos e fez uma breve apresentação dos resultados deste programa.

                                                    Empreendedorismo virado para a Comunidade
Decorreu a apresentação de todos os projetos que foram desenvolvidos durante este programa, tais como: Mondive, Museu Vivo – O Homem da Lusitânia, Magazine Serrano, Quinta do Mondego: Queijaria Artesanal, Bengalas no Ar e a Aldeia da Memória.
Todos os formandos foram presenteados com o respetivo Certificado e futuramente virá a nascer um clube de empreendedores.
Seguiu-se a assinatura do protocolo entre o Município de Fornos de Algodres (Dr. Manuel Fonseca) e a Confederação dos Profissionais dos Recursos Humanos de Língua Portuguesa (Dr. Manuel Antunes).
De salientar ainda, a presença dos Presidentes dos Municípios de Pedrogão Grande e da Ilha de S.Domingos (Cabo Verde), que se mostraram satisfeitos com este programa, ficando a promessa de a curto prazo o implementarem nos seus municípios.
Também pode vir a surgir a geminação entre S.Domingos e Fornos de Algodres a breve prazo.
Em suma, Fornos de Algodres foi pioneiro neste modelo de programa, ao que pelo sucesso apresentado, Sabugal está já em fase adiantada e outros Municípios se seguirão a curto médio prazo, para implementarem este programa.

Por:Sofia Pacheco/António Pacheco

Governo espera envolver 12 mil desempregados nos estágios

O novo programa de estágios, que esta quarta-feira começou a ser
discutido com os parceiros sociais, deverá arrancar em Março e o Governo
espera envolver 12 mil desempregados com mais de 30 anos.

O
programa Reativar implicará um investimento público de 43 milhões de
euros, susceptíveis de serem financiados por fundos europeus, adiantou
fonte do Ministério da Segurança Social.


Esta nova medida
de emprego dirige-se a desempregados de longa duração (inscritos há mais
de 12 meses nos centros de emprego) que tenham, no mínimo, 31 anos, que
nunca tenham feito um estágio do IEFP e sem que seja necessário terem
feito uma nova qualificação nos últimos três anos.
O estágio pode
ser feito em empresas ou instituições privadas sem fins lucrativos e a
aprovação da candidatura vai depender do número de estagiários que são
contratados pela empresa (um em quatro estagiários tem de ficar).
Os
estagiários suspendem o subsídio de desemprego para receberem uma bolsa
que oscila entre os 419,22 euros e os 691,70 euros, além de subsídio de
alimentação e, em alguns casos, subsídio de transporte.
Em
condições normais, o IEFP comparticipa o valor da bolsa em 65%,
percentagem que pode chegar aos 80% se os estagiários forem
desempregados há mais de 24 meses, se tiverem mais de 45 anos ou se
estiverem em causa vítimas de violência doméstica ou
ex-toxicodependentes, entre outras situações.
Se o estágio for
desenvolvido em entidades privadas sem fins lucrativos, projetos de
interesse estratégico ou entidades com dez ou menos trabalhadores que
estejam a concorrer pela primeira vez a um programa desta natureza, a
comparticipação pode chegar aos 80% ou aos 95%.
Os estágios foram,
de acordo com o Banco de Portugal, responsáveis por um terço da criação
de emprego por conta de outrem no terceiro trimestre do ano passado.
Fonte:Público

A ADRUSE entrega contratos de financiamento


Projetos de
investimento ultrapassam os 9 milhões de euros
A ADRUSE –
Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela, fez a entrega formal
dos contratos de financiamento aos beneficiários dos Pedidos de Apoio aprovados
nas Medidas 3.1 – Diversificação da Economia e Criação de Emprego e
Medida 3.2 – Melhoria da Qualidade de Vida, do Subprograma 3 do PRODER –
Dinamização das Zonas Rurais/Abordagem LEADER.

Enquanto entidade gestora do programa LEADER, a ADRUSE apoiou
no período de programação comunitária 2007 – 2013 a implementação de 74
projetos, envolvendo um investimento total de 9.328.530,15€ e a criação de 91
postos de trabalho que fomentam e dinamizam a economia de base local nos concelhos de Celorico da Beira,
Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas e Seia. Na cerimónia realizada no CISE –
Centro de Interpretação da Serra da Estrela, Carlos Filipe Camelo, Presidente
do Conselho de Administração da ADRUSE referiu a capacidade de iniciativa dos promotores,
bem como, as potencialidades existentes nos territórios rurais: “Apesar da
conjuntura económica desfavorável, que marcou este período comunitário,
sentimos que na região houve dinâmica empresarial e espírito empreendedor; os
beneficiários do Subprograma 3/Abordagem LEADER são o exemplo de quem acredita no
interior do país, e que contribui para o seu desenvolvimento sustentável.”
A iniciativa privada destaca-se com 39 projetos apoiados,
correspondendo um investimento na região de 5.582.604,52€ e à criação de 68
novos postos de trabalho. Os investimentos feitos tiveram presente a
importância do aproveitamento dos recursos endógenos, e o seu potencial
enquanto fator de competitividade.
O apoio às entidades do terceiro sector, nomeadamente às
IPSS, permitindo a criação de novas respostas sociais, mas sobretudo o
melhoramento dos serviços existentes, contribuindo para o bem-estar dos idosos,
foi outra das vertentes da aplicação do subprograma na região. Foram apoiados
12 projetos, com um investimento de 1.545.667,62€.
Por último, é de referir os investimentos efetuados nos
vários concelhos, que permitem valorizar o património rural, enquanto fator de
identidade e de atratividade dos territórios, mas também preservar e valorizar
a cultura e tradições locais. Com um investimento total de 2.200.258,01€ foram
apoiados 23 projetos.