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Município entrega viatura elétrica ao Centro de Saúde em Aguiar da Beira

Teve lugar, a entrega oficial de uma viatura elétrica ao Centro de Saúde em Aguiar da Beira, pelo Presidente da Câmara, Virgílio da Cunha.

Esta iniciativa, segundo o Município,  reflete o compromisso do município com a promoção da mobilidade sustentável e o fortalecimento dos serviços de saúde locais.

A nova viatura vai contribuir para a melhoria das condições logísticas e para a eficiência no atendimento à população.

A aquisição da viatura foi possível graças ao apoio do PRR, um programa nacional que visa fomentar a recuperação económica e promover práticas resilientes e sustentáveis em diversas áreas.

Fonte:MAB

Organizações de Produtores Florestais podem obter financiamento através do PRR

serraForam lançados dois Avisos Convite para financiamento de ações a executar por Organizações de Produtores Florestais e Centros de Competências do setor florestal, com um montante global de 2,3 milhões de euros. Estas verbas são provenientes da dotação global de 10 milhões de euros para «Reforço de Atuação das Organizações de Produtores Florestais e dos Centros de Competências do Setor Florestal» do investimento «Programa MAIS Floresta» da «Componente C08 – Floresta» do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Um dos Avisos Convite, no valor de 1,664 milhões de euros, é destinado às Organizações de Produtores Florestais de âmbito nacional ou regional de natureza federativa. Estas são um parceiro privilegiado do Estado para valorizar a floresta e a sua gestão ativa, pelo que as ações a apoiar irão contribuir para a promoção da eficiência e competitividade do setor florestal e para a resiliência dos territórios rurais.

Estas verbas irão financiar a 100% ações de gestão florestal, de estabilização de emergência pós-incêndio, de implementação de processos de certificação da gestão florestal sustentável ou de extensão florestal, através da informação, sensibilização, aconselhamento e apoio aos proprietários e produtores florestais.

Em abril, após a decisão das candidaturas apresentadas pelas Organizações de Produtores Florestais de âmbito nacional ou regional de natureza federativa, será iniciada a segunda fase de atribuição de apoios, relativa a 7,7 milhões de euros, com a abertura de um novo Aviso Convite dirigido às restantes Organizações de Produtores Florestais com atividade demonstrada no território. Estas vão desenvolver e executar ações relevantes para a gestão da floresta que se prendem com o aumento da área com gestão agregada de pequenas propriedades, controlo de agentes bióticos nocivos e prevenção de fogos rurais.

O outro Aviso Convite, no valor de 624 mil euros, visa potenciar as parcerias constituídas no âmbito dos Centros de Competências do setor florestal, que funcionam como estruturas de agregação dos produtores e proprietários, da indústria, do sistema científico e tecnológico nacional e das autarquias.

fonte:GP

Distrital da Guarda do PSD reage em comunicado ao PRR

Em comunicado a Distrital da Guarda do PSD reage em comunicado, pela voz do seu Presidente Carlos Condesso, sobre o PRR que o Governo apresentou referindo:

“O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que o Governo apresentou como
estratégico para o país e colocou, a muito custo e por exigência de Bruxelas,
em consulta pública, tem previsto distribuir a verba de 16.643 mil milhões de
euros de fundos.
Nem mesmo com esta considerável verba o Governo Socialista tem em conta
estes territórios do interior e muito menos o nosso distrito da Guarda.
Para o Presidente da Distrital do PSD da Guarda, “a dita ‘bazuca’ do Plano de
Recuperação e Resiliência, tal como foi elaborado, despreza o distrito da
Guarda e desfere um duro golpe à população do interior”. Carlos Condesso
entende mesmo que esta proposta de Plano de uma suposta ‘recuperação e
resiliência’ é mesmo um instrumento ofensivo para a população do interior do
país e associa-se assim a todos os que o têm contestado pela ausência de
medidas com vista à recuperação económica e social do território nacional –
com critérios de igualdade territorial, de justiça social e indutoras da tão
famigerada coesão territorial. E questiona “será que a senhora Ministra da
Coesão Territorial deu contributos ou foi ouvida sobre este plano, ou já desistiu
de vez do interior, que representa dois terços do território nacional?”,
resumindo assim o seu ministério à insignificância, refere o líder distrital do
PSD da Guarda.
A ficar como está, este Plano desvia grande parte dos apoios daqueles que
serão o elemento chave para a recuperação económica – as pessoas e as
empresas –, e não é efetivamente nenhuma alavanca para essa recuperação.
No que diz respeito ao nosso distrito, o investimento em obras públicas
prioritárias e infraestruturantes, também é esquecido e desviado para o
centralismo do Terreiro do Paço, num notório desprezo pela população que
aqui reside, cujos efeitos da pandemia têm afetado de forma redobrada.

Ignorar os territórios de baixa densidade, parece ser o caminho que o Governo
pretende traçar ao abrigo deste Plano de Recuperação e Resiliência, que vai,
uma vez mais, incrementar os níveis de desigualdade territorial.
O Presidente da Distrital Social Democrata entende que, “apesar de serem
evidentes as repercussões económicas e sociais da atual crise em todo o
território nacional, não se encontra neste plano uma visão estratégica de
combate às assimetrias regionais que tanto têm contribuído para a edificação
de um país a duas velocidades”.
Acrescenta, ainda que “é nos momentos mais delicados e excecionais que se
exige mais ambição e mais estratégia para reforçar a cooperação do Governo
com os portugueses, no sentido de estreitar o caminho para a recuperação”.
No entender de Carlos Condesso, a falta de ambição que também se denota
no documento é preocupante, tal qual a importância de se evidenciarem
mecanismos de transparência e eficiência para a aplicação dos respetivos
fundos.
Carlos Condesso conclui que, mais uma vez, o Governo desconsidera o interior
de Portugal, despreza os anseios e as vontades da população que aqui reside,
resiste e trabalha e afirma “que se existe resiliência esta está só no título do
documento e na vontade férrea da população do interior, que teimará em não
se demitir de continuar a lutar por este distrito e por este território, ainda que
sem o apoio do atual Governo Socialista.”