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Concelhia PS Guarda emite comunicado

Em comunicado, o PS Guarda, refere que o programa de governo local da maioria PSD caminha para o esgotamento, as suas medidas não estão a mobilizar a economia. Os principais indicadores do concelho continuam no vermelho: menos pessoas, menos empresas, menos atividade económica.

– A nossa cidade perdeu nos últimos 6 anos 6% dos seus habitantes;

– O número de nascimentos no nosso Concelho diminuiu em 15%;

– O número de sociedades constituídas diminuiu em 10%;

– O número de sociedades dissolvidas aumentou em 40%.

 

É esta política da maioria PSD na autarquia da Guarda que será julgada em 2021.

O Partido Socialista continua o seu caminho de construção de uma alternativa à atual governação.

Aproximam-se duas eleições importantes, as Europeias, em maio e as Legislativas, em outubro, a Concelhia da Guarda do Partido Socialista vai ouvir a sociedade da Guarda e com ela produzir um caderno de propostas que influencie os respetivos programas eleitorais. É importante que o façamos, para bem da Guarda, do interior e do país.

 Apresentação pública dia 5 de Abril, pelas 18:30, no auditório do Paço da Cultura

Almoço de Reis do PS Guarda vai ser em Foz Côa

Vai acontecer no sábado,dia 12 de janeiro, pelas 13h00, terá lugar o Almoço de Reis da Federação Distrital do PS Guarda, no ExpoCôa, Vila Nova de Foz Côa.

Neste almoço estarão presentes militantes e simpatizantes do PS de todo o Distrito e de todo o País, incluindo Pedro Marques e José Manuel Mesquita, Secretários Nacionais do PS, Alberto Antunes, Governador Civil da Guarda entre 1976 e 1978 e deputado à Assembleia Constituinte, e Carlos Luíz, Presidente Honorário da Federação Distrital do PS Guarda.

Federação Distrital da Guarda do Partido Socialista lançou comunicado a felicitar o Governo

TRÊS ANOS DE GOVERNO PS: TRÊS ANOS A RECUPERAR A CONFIANÇA E A DEVOLVER A ESPERANÇA AOS PORTUGUESES

A Federação Distrital da Guarda do Partido Socialista felicita o Governo do PS, liderado por António Costa, pelos três anos de excelente exercício da governação, que culminaram com a aprovação do Orçamento do Estado para 2019. Ao longo destes primeiros três anos da Legislatura, o Governo Socialista: promoveu uma sociedade mais justa e um Estado mais eficiente; dotou os serviços públicos de maior qualidade e de maior alcance; e contribuiu para o aparecimento de uma economia mais versátil e competitiva.

O Governo de António Costa foi capaz de conciliar o que, até então, parecia inconciliável: o desenvolvimento económico e social do País e a melhoria da qualidade de vida dos Portugueses, por um lado; com o equilíbrio das contas públicas e o cumprimento das obrigações financeiras do Estado, por outro. Com efeito, foi possível reduzir o défice e a dívida sem cortar nos salários, nas pensões e no investimento público, nem aumentar a carga fiscal sobre as famílias e as empresas.

Nestes últimos três anos, Portugal ganhou notoriedade internacional enquanto bom exemplo de recuperação da crise económico-financeira sem recurso a políticas de austeridade excessiva. Lembremos que até 2015, com o PSD e o CDS no Governo, Portugal foi um exemplo elucidativo precisamente do contrário: guiados pelo devaneio ideológico do “ir além da Troika” do anterior Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, a austeridade excessiva conduziu ao empobrecimento das famílias e à estagnação económica do País.

Nos últimos três anos, o aumento do investimento público e a reposição dos rendimentos por parte do executivo liderado por António Costa não impediu o País de garantir o equilíbrio das contas públicas. Bem pelo contrário: em 2017, Portugal registou o défice mais baixo da História da Democracia Portuguesa. O amplo reconhecimento internacional pelo excelente desempenho do Governo Socialista em matéria de contas públicas foi coroado com a escolha de Mário Centeno, Ministro das Finanças, para Presidente do Eurogrupo. Desde dezembro de 2017, é o Ministro das Finanças de Portugal que preside à coletividade de ministros das finanças dos Estados-Membros cuja moeda oficial é o Euro e que tem como função primordial a coordenação de políticas económico-financeiras.

A última prova de que as políticas de aumento de investimento público do Governo Socialista não comprometem a saúde das finanças públicas chegará dentro de dias: Portugal vai proceder ao pagamento antecipado da sua dívida ao FMI até ao final de 2018, virando definitivamente a página de um dos períodos mais negativos da nossa história recente e reforçando ainda mais a credibilidade externa do nosso País.

O aumento do investimento público, o alívio da carga fiscal sobre as famílias e as empresas e a reposição dos rendimentos favoreceu o surgimento de um clima de crescimento económico altamente favorável: surgiram novas empresas; muitas das empresas a operar no País expandiram os seus planos de negócios; as exportações aumentaram; criaram-se mais de 340 mil novos postos de trabalho; o desemprego baixou de 12,4% (em 2015) para 6,7%; e reduziu-se significativamente o trabalho precário. Com o Governo Socialista de António Costa registaram-se os maiores crescimentos da economia portuguesa deste século, tendo o nosso País registado crescimentos acima da média europeia em 2017 e 2018.

Em 2017, o nosso País reverteu o saldo migratório, com o número de imigrantes a superar o dos emigrantes pela primeira vez desde 2011. Para este saldo migratório positivo contribuiu de forma decisiva o regresso ao País de muitos dos cerca de 500 mil emigrantes que deixaram o País entre 2010 e 2015. Aumentaram as contratações de profissionais no âmbito dos serviços públicos, destacando-se o Serviço Nacional de Saúde (8 500 profissionais) e as Escolas Públicas (9 500 profissionais). Iniciou-se o descongelamento das carreiras na função pública e a sustentabilidade da Segurança Social foi reforçada por mais 19 anos em relação a 2015.

No que respeita ao Interior e ao Distrito da Guarda, importa sublinhar que foi este Governo Socialista que, em apenas três anos de governação, encontrou soluções estruturantes para reivindicações antigas das nossas populações, reivindicações que o anterior Governo PSD-CDS foi incapaz de resolver.

Foi o Governo Socialista de António Costa que deu início à conclusão da Linha da Beira Baixa.

Foi o Governo Socialista de António Costa que deu início à beneficiação da Linha da Beira Alta.

Foi o Governo Socialista de António Costa que avançou com o Interposto Ferroviário de Mercadorias na Guarda.

Foi o Governo Socialista de António Costa que encontrou uma solução para a requalificação e reabertura do Hotel Turismo na Guarda.

Foi o Governo Socialista de António Costa que, na recente remodelação do Governo, criou uma Secretaria de Estado para a Valorização do Interior, reiterando, assim, o seu compromisso com a coesão territorial e uma atenção especial aos territórios que denotam menores desenvolvimento económico e densidade populacional.

De resto, não há memória de um Governo tão presente no Distrito como o atual. A este respeito, bastará lembrar apenas que, em três anos de governação, António Costa visitou a capital de distrito outras tantas vezes (inauguração da FIT, em 2016, e, já em 2018, visita à obra de construção da concordância das Linhas da Beira Alta e da Beira Baixa e assinatura do contrato de incentivos fiscais à Coficab).

O Orçamento do Estado para 2019 dá continuidade a esta atuação governativa de excelência e referenciada internacionalmente. Com efeito, no próximo ano, continuaremos a assistir à redução do défice, à diminuição da dívida, à descida do desemprego, ao reforço do investimento público, ao incentivo ao investimento privado e ao aumento das exportações. As famílias conhecerão um novo alívio fiscal, passando a pagar menos mil milhões de euros de IRS do que pagavam em 2015, e beneficiarão de uma redução das despesas com transportes e energia. Também as empresas beneficiarão de um alívio fiscal, com o fim do PEC (Pagamento Especial por Conta). Na educação, a gratuitidade dos manuais escolares será alargada a todos os níveis da escolaridade obrigatória, ou seja, até ao 12.º ano, e a propina máxima praticada nas universidades e institutos politécnicos conhecerá uma redução de mais de duzentos euros. O Serviço Nacional de Saúde, por seu turno, terá um reforço de investimento na ordem dos 500 milhões de euros.

No que respeita ao Interior e ao Distrito da Guarda, tudo aponta para que o próximo ano seja um ano de decisões estruturantes em várias áreas. Entre outras medidas de beneficiação do Interior, direcionadas sobretudo para a atração de investimento e fixação de pessoas, o Orçamento do Estado para 2019 prevê 1700 milhões de euros para o desenvolvimento do tecido empresarial nestes territórios, concede benefícios fiscais aos estudantes de instituições de ensino superior localizados no Interior e reduz o IRC para as empresas aqui sediadas ou que se decidam deslocalizar para cá.

Partilhamos ainda a convicção de que num futuro muito próximo teremos também soluções estruturantes no que respeita à ULS da Guarda e às portagens. Neste momento existe o compromisso do Governo com a construção do Pavilhão N.º 5 que acolherá o Departamento da Mulher e da Criança (parte integrante da Segunda Fase do Hospital da Guarda que foi cancelada pelo anterior Governo PSD/CDS) e a posição inequívoca de um membro do Governo, o Secretário de Estado da Valorização do Interior, João Catarino, sobre a necessidade de se avançar com a abolição das portagens nos territórios de mais baixa densidade populacional.

A pouco menos de um ano das próximas eleições legislativas, a incapacidade das forças políticas do centro-direita e da direita conseguirem apresentar uma alternativa de governação credível pode ser entendida, em grande medida, como uma consequência da enorme competência que o atual Governo Socialista já provou em toda a linha, recuperando a confiança dos Portugueses e devolvendo-lhes a esperança num presente e futuros melhores.

Esse mesmo Governo Socialista que já provou ser amigo do Interior e da Guarda. De resto, as provas continuam a chegar. As mais recentes datam precisamente do final do passado mês de novembro: a escolha da Guarda para acolher a cimeira Luso-Espanhola em junho de 2019 e a criação na capital de Distrito do Centro Nacional para a Educação Rodoviária.

Duas decisões do Governo Socialista liderado por António Costa que a Guarda agradece e das quais saberá, com certeza, tirar o devido proveito.

PS Guarda satisfeito pela 30ª Cimeira Ibérica na Guarda

30ª Cimeira Ibérica – Guarda 2019

A Comissão Política Concelhia da Guarda do Partido Socialista saúda a decisão do Governo de marcar para a cidade da Guarda a realização da próxima Cimeira Ibérica, que terá lugar em junho do próximo ano. Uma decisão que honra o compromisso firmado entre o primeiro-ministro de Portugal e o primeiro-ministro de Espanha, esta semana em Valladolid, ao colocarem a cooperação transfronteiriça ao serviço de uma estratégia comum contra o despovoamento que se acentua em ambos os lados da fronteira.

O primeiro-ministro António Costa mostra, com a decisão da escolha da Guarda para a próxima bilateral entre Portugal e Espanha, que as políticas de valorização e promoção do interior são concretas e não um exercício de retórica. Aos Governos do Partido Socialista se devem as obras nas linhas da Beira-Baixa e Beira-Alta que colocarão a Guarda no centro de um importante eixo ferroviário. Foram igualmente Governos do PS que trouxeram as Autoestradas A25 e A23; o novo Hospital ou a solução para o Hotel Turismo.

A Guarda continua no centro do vulcão de uma nova vaga de políticas que querem puxar pelos territórios do interior. A nível local, nós cá estaremos para enaltecer as boas decisões mas também para exigir mais e melhor, com base em trabalho atento e contínuo, sem alaridos ou falsas vitórias.

Por:CPG/PS

PS Guarda tem nova sede distrital na Guarda

Teve lugar, ao fim da tarde desta segunda – feira, a inauguração da nova Sede Distrital do PS Guarda. Uma cerimónia que contou com a presença da Secretária Nacional Adjunta, Ana Catarina Mendes, que juntamente com Pedro Fonseca, descerraram a placa alusiva.

Para além de muitos militantes distritais, estiveram presentes, alguns dirigentes nacionais, José Manuel Mesquita e Luís Patrão, assim como os deputados eleitos pelo Distrito da Guarda, Santinho Pacheco e Maria Antónia Almeida Santos.

Está situada agora na Rua Mestre de Avis, 57, na cidade mais alta.

foto:JLC

PS Guarda agradeceu ao Joaquim Carreira

Um comunicado emitido pela  Concelhia do Partido Socialista da Guarda onde agradece ao Arquiteto Joaquim Carreira todo o empenho, determinação, abnegação e conhecimento que dispensou à causa pública e ao Partido Socialista, sempre pela Guarda e para a Guarda, enquanto Líder Parlamentar e Deputado Municipal.

“Não podemos esquecer a dura batalha travada enquanto Vereador da Oposição durante 4 anos, nos quais foi a voz do Partido Socialista no Concelho da Guarda em defesa dos interesses da comunidade e da sua cidade”, referiu Agostinho Gonçalves, líder da concelhia.

Atentos os motivos invocados (leia-se profissionais), os quais nos merecem o máximo respeito, compreendemos a posição tomada (suspensão do mandato de Deputado Municipal), na certeza de que assim que tal circunstância cesse, contaremos, novamente, com a sua presença na Assembleia Municipal da Guarda.

Pela sua seriedade e retidão, o Camarada Joaquim Carreira é um exemplo de militância, com quem o Partido Socialista conta nas “batalhas” políticas que tem pela frente.

A Concelhia do Partido Socialista da Guarda reitera o agradecimento pelo seu desempenho enquanto Vereador, Líder da Bancada Parlamentar e Deputado Municipal.

Por:Concelhia PS Guarda

 

Debate da Moção Política de Orientação Nacional “GERAÇÃO 20/30”

Vai ter lugar, na próxima terça-feira, dia 22 de maio, pelas 21h,  no Auditório do Paço da Cultura, na cidade da Guarda, a apresentação e debate da Moção Política de Orientação Nacional “GERAÇÃO 20/30” de António Costa, Secretário Geral reeleito do Partido Socialista.

A sessão contará com a presença de José Manuel Mesquita, Secretário Nacional do Partido Socialista, e é aberta à sociedade civil.

 

Pedro Fonseca venceu eleições da Federação Distrital do PS da Guarda

Teve lugar na noite, desta quinta-feira, a segunda volta das eleições da Federação Distrital do PS da Guarda, com os militantes agora a eleger Pedro Fonseca como Presidente da Federação Socialista.

Assim os resultados provisórios, Pedro Fonseca venceu com 704 votos e Alexandre lote ficou pelos 562 votos.

Um total de 77% votantes, em relação à 1ªvolta que tinha dado a vitória ao Alexandre Lote, votaram menos 4%.

De realçar as vitórias de Pedro Fonseca nas concelhias da Guarda, Seia, Celorico da Beira, Foz Côa e Figueira.

Já Alexandre Lote venceu nas concelhias Fornos, Gouveia, Trancoso, Aguiar da Beira, Almeida, Manteigas, Mêda e Pinhel.

Pedro Fonseca apresentou a sua candidatura à liderança da Federação Distrital da Guarda do PS

Ao final da tarde desta sexta-feira, na sede do Partido Socialista, na cidade da Guarda, Pedro Fonseca, atual vereador do Município da Guarda , perante uma sala repleta, apresentou a sua candidatura à liderança da  Federação Distrital da Guarda..

Como mandatário desta candidatura , Carlos Felipe Camelo, atual Presidente da Câmara de Seia, tendo também apoio do anterior candidato a este cargo, nas últimas eleições, Eduardo Brito.

Desta forma, Pedro Fonseca, referiu que se candidata no sentido de o PS  do Distrito da Guarda possa ter uma voz forte e audível junto das estruturas nacionais do Partido e do Governo.

Salientou ainda que nunca pode vencedores antecipados em democracia, o candidato tem como lema ” Um PS forte ao serviço da Guarda”.

Por:AP