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Quartel Electrão – Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz vencedores a nível nacional

Quartel Electrão bate recorde de reciclagem em 2025

A 10.ª edição do Quartel Electrão, que decorreu ao longo de 2025, registou um valor histórico com 3.007 toneladas de pilhas, baterias, lâmpadas e outros equipamentos elétricos recolhidos e enviados para reciclagem pelo Electrão. Foi possível alcançar este número graças à participação massiva de associações humanitárias de todo o país. Esta edição contou com 225 inscrições, o valor mais elevado de sempre.

Na edição anterior, de 2024, já tinham sido registados números recorde, com a recolha de 2.774 toneladas de equipamentos e a adesão de 217 associações humanitárias. Esses valores foram agora superados. O prémio total a atribuir às associações também atingiu um novo máximo, em 2025, com 359 mil euros entregues aos bombeiros, mais 42.691 euros do que no ano anterior. Ao longo de 2025, foram recolhidas, mais especificamente, 31,3 toneladas de pilhas e baterias; 21,5 toneladas de lâmpadas e 2.954 toneladas de equipamentos elétricos usados.

A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, no distrito de Coimbra, que reuniu a maior quantidade de equipamentos a nível nacional, em peso, foi a grande vencedora desta edição e recebe um veículo ligeiro de combate a incêndios no valor de 72.500 euros. Ao longo do ano passado, esta associação recolheu mais de 293 toneladas de pilhas e baterias; lâmpadas e outros equipamentos elétricos usados.

O segundo prémio, no valor de 10 mil euros, convertíveis em equipamentos de proteção individual ou equipamento de socorro, é atribuído à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Cantanhede, também no distrito de Coimbra, que reuniu 98 toneladas de equipamentos, e o terceiro prémio, no valor de cinco mil euros, cabe à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Amarante, no distrito do Porto, que juntou 79 toneladas de aparelhos. Ler Mais »

Região do Centro longe da meta nacional para 2025 na reciclagem de embalagens, sendo o vidro o elo mais fraco

De acordo com dados da Sociedade Ponto Verde (SPV), a região Centro alcançou em 2024 uma retoma média de 46,5 quilos de embalagens por habitante, ultrapassando a meta nacional definida para esse ano (44,9 quilos) e superando o desempenho médio do país, que registou apenas 57,8% de taxa de retoma quando o objetivo europeu para 2025 é de 65%.

Entre 2020 e 2024, o crescimento regional foi de 14%, com dois sistemas de gestão de resíduos urbanos (SGRU) já acima da média nacional e um deles muito próximo de atingir a meta de 59,2 quilos per capita estabelecida para 2025.

Apesar dos progressos, o vidro permanece como o ponto crítico da região. Em quatro anos, a evolução foi de apenas 10%, passando de 17,2 para 19 quilos per capita. Nenhum SGRU do Centro se encontra próximo da meta de 2025 e, para os de pior desempenho, seria necessário duplicar as quantidades atuais de recolha para a alcançar.

No detalhe local, destacam-se positivamente municípios como Coimbra e Leiria, já acima da média de 2024, enquanto outros, como Viseu e Guarda, continuam a registar valores muito abaixo das metas, tendo de praticamente duplicar a retoma per capita para chegarem ao objetivo de 2025.

Com o reforço do investimento a nível nacional no Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE), que contará em 2025 com 219 milhões de euros — mais 99 milhões do que no ano anterior —, as autarquias da Região Centro enfrentam um momento decisivo. A Sociedade Ponto Verde sublinha que este financiamento deve traduzir-se em mais ecopontos, recolhas mais frequentes, soluções tecnológicas e maior envolvimento cívico. “A gestão de resíduos não pode ser tratada apenas como um problema técnico — exige liderança política, proximidade e compromisso com os cidadãos”, afirma Ana Trigo Morais, CEO da Sociedade Ponto Verde.

Apesar do reforço financeiro, Portugal volta a falhar as metas europeias de 2025. O Reexame da Aplicação da Política Ambiental da Comissão Europeia (2025) aponta falhas persistentes na execução dos instrumentos de planeamento nacionais e alerta para a pressão crescente nos aterros, com nove prestes a esgotar nos próximos dois anos.

Para responder a estes desafios, a Sociedade Ponto Verde apresenta um conjunto de propostas prioritárias e reformas estruturais nos serviços de gestão dos resíduos urbanos: reforçar a colocação e manutenção de ecopontos, aumentar a frequência das recolhas, apostar em tecnologias como sensores de enchimento e rotas inteligentes, implementar mecanismos de recompensa para cidadãos que separam corretamente os resíduos, estimular cadeias de produção locais mais sustentáveis e reforçar a literacia ambiental junto de escolas e comunidades.

Com este manifesto regional, a Sociedade Ponto Verde pretende devolver à agenda política local um tema que tem estado ausente do debate autárquico: a sustentabilidade. “Mais do que discutir metas distantes, trata-se de promover soluções concretas, próximas das populações e decisivas para o futuro da região e do país”, reforça Ana Trigo Morais, CEO da Sociedade Ponto Verde.

Foto:DR

Reciclagem- No Concelho de Fornos de Algodres reciclou-se mais de 126.500 kg de resíduos em 2024

Em 2018, o Município de Fornos de Algodres iniciou um processo de promoção de boas práticas ambientais, que incidiam, entre outras temáticas, na reciclagem de papel/cartão, plástico/metal e vidro. Desde então, o caminho tem vindo a ser percorrido, com a população do concelho a aderir satisfatoriamente e a adotar novos hábitos de separação dos resíduos recicláveis no seu dia-a-dia.

Mais recentemente, em 2022, o Município decidiu por em prática a Estratégia Municipal Ambiental 2022-2025, que se divide em 7 Programas, entre eles o PM3 – Programa Municipal de Resíduos e Economia Circular, com vista ao desenvolvimento de um sistema de produção e consumo mais sustentável, na procura da neutralidade carbónica e da preservação da biodiversidade.

Desde o arranque do programa, tem sido efetuada uma monitorização da rede de recolha seletiva dos resíduos da fileira do papel/cartão, plástico/metal e vidro, e os resultados, a pouco mais de um ano da data de fim, estão a revelar-se muito positivos.

Desde o início de 2024, os residentes no concelho já enviaram para reciclagem 126.578 kg de resíduos, valores globais que representam uma taxa de crescimento superior a 108% relativamente ao período homólogo de 2018 (ano de referência). Estes números correspondem a 51.084 kg de papel/cartão, 41.745 kg de plástico/metal e 33.749 kg de vidro.

Segundo o Municipio, refere que: “os resultados apresentados são reflexo de um esforço conjunto entre o Município de Fornos de Algodres e a comunidade do concelho. Apesar de haver ainda um longo caminho a percorrer para atingir as metas definidas no que respeita à quantidade de resíduos encaminhados para reciclagem até 2025, podemos afirmar que estamos cada vez mais próximos de atingir os objetivos. Se, por um lado, as iniciativas municipais têm sido um sucesso, também é de destacar o papel da comunidade que tem demonstrado grande vontade de tornar Fornos de Algodres um concelho mais sustentável, contribuindo para atingir a meta da neutralidade carbónica“.
Fornos de Algodres e a Estratégia Municipal Ambiental 2022-2025

O Município de Fornos de Algodres rege-se por uma Estratégia Municipal Ambiental traçada para os anos de 2022 a 2025, que visa estabelecer um conjunto de medidas ambientais, cujo objetivo passa por conduzir a uma mudança de comportamentos e hábitos, com vista a tornar o concelho mais sustentável.

A Estratégia Municipal Ambiental do Município de Fornos de Algodres é composta por 7 programas e 16 projetos.

O PM3 – Programa Municipal de Resíduos e Economia Circular engloba dois projetos de especial interesse para que o concelho de Fornos de Algodres atinja a neutralidade carbónica, nomeadamente: o P07 – Projeto de Economia Circular e Biorresíduos, que tem como objetivo aumentar a circularidade, reduzindo resíduos e aumentando a reutilização, tudo isto, apostando na recolha e valorização multimaterial e de biorresíduos; e o P08 – Projeto de Monitorização da Gestão de Resíduos, que visa prevenir e reduzir a produção de resíduos, renovar, manter e reforçar a segurança do parque de contentores de Resíduos Sólidos Urbanos e renovar a frota de recolha de Resíduos Sólidos Urbanos.

Estes projetos contribuem diretamente para alcançar os ODS n.º 11 (tornar as cidades e comunidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis), n.º 12 (garantir padrões de consumo e de produção sustentáveis) e n.º 13 (adotar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos).

Reciclagem – Balanço 2023-Aumento de 1,87 kg habitante/ano

Em 2023, nos ecopontos do concelho de Fornos de Algodres,  foram recolhidas 124 toneladas, uma variação de 60% relativamente às 78 toneladas de 2018, ano de referência. Os números continuam positivos, mas temos assistido a uma diminuição nos mesmos, se compararmos com 2021 e 2022. “Enquanto Município temos vindo a trabalhar no intuito de melhorar, cada vez mais, o acesso das populações aos ecopontos e comprometemo-nos a continuar a trabalhar o sistema para que, este, seja ainda mais eficiente e acessível. Não podemos ver a reciclagem como moda passageira. Antes, é algo estrutural, que veio para ficar e que temos de levar muito a sério. O objetivo de todos tem de ser crescer sempre mais“.

No ecocentro foram recolhidas, em 2023, 54 toneladas, que comparam com as 48 toneladas de 2022. Relativamente ao ano de referência, sempre 2018, há uma variação negativa de 1%. Aqui, os números estão estabilizados e estes explicam-se pela implementação, em 2019, do sistema Porta-a-Porta que, obviamente, retira pressão e tonelagem sobre o Ecocentro. Deve-se ver o Ecocentro como complemento aos Ecopontos. Tudo o é passível de reciclagem e que não possa ser colocado nos mesmos, deve ser encaminhado para o Ecocentro. Sempre que precisarem de ajuda, devem contactar a Junta de Freguesia ou o Município, para o efeito.

No sistema de recolha Porta-a-Porta foram recolhidas, o ano passado, 75 toneladas, mais 8 toneladas que em 2022 e mais 35 toneladas do que em 2019, ano de implementação do sistema, representando uma variação positiva de 67%. Segundo o Município, “ao analisar os números do Ecocentro e sistema Porta-a-Porta em conjunto – porque interligados – percebemos o esforço que temos vindo a fazer para que o sistema comporte todas as necessidades”.

Em termos totais, foram recolhidas 255 toneladas em 2023, mais 8 toneladas que no ano transato (variação de 3%) e mais 121 toneladas do que em 2018 (mais 91%). Cada habitante do concelho de Fornos de Algodres, em média, reciclou 57,86 kg, um aumento de 1,87 kg habitante/ano, face a 2022. Ler Mais »

Muxagata-Projeto Piloto de Recolha Porta-a-Porta de restos alimentares e recicláveis em marcha

Teve início o Projeto Piloto de Recolha Porta-a-Porta de restos alimentares e recicláveis na  Freguesia de Muxagata, concelho de Fornos de Algodres recentemente, primeiro com a entrega dos baldes de compostagem e sacos de reciclagem pela comunidade.

Agora começa a ser feita a recolha dos sacos para que a reciclagem possa ser efetuada da melhor forma.
Trata-se de um Projeto do Município de Fornos de Algodres em parceria com a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável e a Freguesia de Muxagata .

Um novo método para as comunidades se sensibilizarem e realizarem a reciclagem.
Deste modo , a respetiva Recolha é efetuada às Segundas, Quartas e Sextas-Feiras a partir das 8h30.

Fornos de Algodres- Foram recicladas mais 43 toneladas

Em comunicado, o Município de Fornos de Algodres dados relativos ao 1º semestre de 2023 (fonte: RESIESTRELA), em termos de resíduos recolhidos. Desde 2018 – ano de referência – tem se assistido a aumentos sucessivos, ano após ano, na capacidade de reciclagem e quebras, também sucessivas, na produção de RSU.

Apesar de, em termos relativos, as recolhas no Ecocentro sofrerem certa diminuição, esta está intrinsecamente ligada ao início da oferta do serviço de recolha porta a porta. Ainda assim, a variação face ao ano de referência de 2018 e ao ano de 2022 continua positiva, com +71% e +1%, respetivamente.

Estes números traduzem-se numa diminuição na produção dos RSU em cerca de 15% – relativamente ao 1.º semestre de 2018 – e de menos 5% – relativamente ao mesmo período de 2022.

Apesar do concelho de Fornos de Algodres ter uma média, em termos de produção de RSU e per capita, bastante inferior à média nacional e mesmo à da União Europeia (UE), o Município refere que, “continuaremos a trabalhar para melhorar ainda mais estes números. Porque, com a vossa ajuda, pode-se sempre fazer mais e melhor.”

Este resultado reflete o compromisso da Estratégia Municipal Ambiental 2022-2025, particularmente no seu Projeto de Economia Circular e Biorresíduos (P07), inserido no Programa de Gestão de Resíduos e Economia Circular (PM3) e contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável n.º 11 {Tornar as cidades e comunidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis} e 12 {Garantir padrões de consumo e de produção sustentáveis}.

Fornos de Algodres- Ilha de compostagem no Bairro das Capelas

No âmbito do projeto “Resíduos Orgânicos com Valor”, uma iniciativa financiada pelo Fundo Ambiental em colaboração com a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE), foi implementada com sucesso uma ilha de compostagem no Município de Fornos de Algodres, mais especificamente no Bairro das Capelas. Esta medida representa um importante passo em direção à gestão sustentável dos resíduos orgânicos na região.

Este equipamento adjudicado (com montagem) à empresa FLOEMA por um montante igual a 9.436,22 € + iva, foi especialmente projetado para receber e processar os resíduos orgânicos produzidos nas residências desta área, transformando estes biorresíduos em composto de alta qualidade. Este processo será cuidadosamente monitorizado, de forma a serem garantidas as condições ideias para a compostagem e a minimização de problemas e constrangimentos associados a decomposição dos resíduos orgânicos.

Os habitantes do Bairro das Capelas (Fornos de Algodres) que pretendam aderir a este projeto, vão ter acesso a um workshop de capacitação para a separação dos resíduos na origem e, ser-lhes-á entregue um balde apropriado para a separação dos resíduos orgânicos.

Após a colocação dos resíduos orgânicos no compostor, o composto produzido será utilizado como fertilizante natural nos jardins municipais.

Esta atividade, inserida no projeto “Resíduos Orgânicos com Valor”, visa ter um impacto significativo na promoção de práticas sustentáveis de gestão de resíduos em Fornos de Algodres, promovendo a minimização do envio de biorresíduos para aterro.

Além desta atividade, o projeto contempla a realização de ações de sensibilização da população para a importância da separação adequada dos resíduos e da sua valorização, tais como workshops, campanhas nas redes sociais e portal institucional do município, colocação de outdoors e criação de um vídeo educativo.

O projeto “Resíduos Orgânicos com Valor” visa incentivar a concretização de ações locais que contribuam para a construção de um futuro mais sustentável, através da redução da quantidade de resíduos enviados para aterro, da valorização dos recursos naturais e a promoção de uma economia circular.

Caso pretenda participar neste projeto entre em contacto com o Município, através do email ambiente@cm-fornosdealgodres.pt ou através do número 271 700 060.

Serviço de recolha de resíduos volumosos e resíduos verdes em Gouveia

foto:DR

O Município de Gouveia informa em comunicado, que a Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão disponibiliza aos munícipes o serviço gratuito de recolha de resíduos que, pelo seu volume, forma ou dimensão, não podem ser recolhidos pelos meios normais de remoção.

O serviço deverá ser, previamente, agendado através do contacto 800 209 316 (chamada gratuita) e a recolha contempla até 1m3 por pedido.

O referido serviço não prevê a recolha dentro de propriedades privadas, pelo que os resíduos deverão ser colocados, na via pública, junto à habitação, no dia agendado com o serviço de recolha.

Desta forma, os resíduos específicos a recolher passam por equipamentos elétricos e/ou eletrónicos (ex: frigorifico, máquina de lavar roupa, fogão, forno, televisão …), móveis e madeiras (ex: sofás, paletes, tábuas …), colchões, loiças sanitárias, vidros, tapetes e carpetes, resíduos metálicos e verdes, como restos de jardinagem, ramos, poda, relva, flores e plantas não envazadas, ou folhas, devendo estes estar devidamente ensacados e amarrados, sem terra ou outros contaminantes.

Este serviço constitui uma mais valia para a proteção do ambiente na região, evitando que estes resíduos se acumulem em locais inadequados.

Reciclagem aumentou 70% no Concelho de Fornos de Algodres

Depois de apurados os dados relativos ao 1º semestre de 2022 (fonte: RESIESTRELA), em termos de resíduos recolhidos, apraz-nos confirmar a consolidação do trabalho e a maior consciencialização da população, em termos de capacidade de reciclagem e na consequente diminuição de produção de resíduos sólidos urbanos (RSU), vulgo lixo comum.

De facto, desde 2018 – ano de referência – temos assistido a aumentos sucessivos, ano após ano, na capacidade de reciclagem e quebras, também sucessivas, na produção de RSU. Senão, vejamos:

No que se refere à recolha em ecoponto, as 33.46 ton do 1.º semestre de 2018 comparam com as 55.58 ton deste ano (1.º semestre). Um aumento de 66% e mais 2 ton relativamente ao ano passado.

No serviço porta-a-porta – relativo ao Canal Horeca (recolha em estabelecimento hoteleiros, restauração e similares) – o aumento relativo ao 1.º semestre de 2019 (ano de arranque do serviço) é de 120% , passando de 14.46 ton para 31.74 ton, este ano, mais 4 ton que em mesmo período de 2021.

As recolhas no Ecocentro sofreram uma diminuição, mas esta está intrinsecamente ligada ao início da oferta do serviço de recolha porta a porta.

Assim, em termos totais, as 60.84 ton recicladas no 1.º semestre de 2018 comparam com as 103.58 ton deste ano (1.º semestre), um aumento de 70%, sendo que relativamente ao mesmo periodo de 2021 recolheram-se mais 4 ton.

Estes números traduzem-se, obviamente e para nossa satisfação, numa diminuição na produção dos RSU em cerca de 10%, (80 ton) relativamente ao 1.º semestre de 2018. De 815 ton passámos para 736 ton. Aqui, é importante referir que o concelho de Fornos de Algodres tem uma média per capita bastante inferior à média nacional e mesmo à da União Europeia (UE). Na UE a média de produção de RSU é de 502 kgs por habitante/ano; em Portugal é de 512 kgs por habitante/ano e, no nosso concelho, está muito abaixo, com 356 kgs por habitante/ano (dados de 2021).

Os números falam por si e todos se devem orgulhar dos mesmos mas, como também sempre temos dito, devemos sempre querer ainda mais. Porque podemos e porque devemos, segundo fonte do Município Fornense.

Esta atividade contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável n.º 12 {Produção e Consumo Sustentáveis}.

Recolha seletiva de embalagens duplicou no Planalto Beirão

Desde 2014, a recolha seletiva de embalagens duplicou no Planalto Beirão. Hoje em
dia, em média, cada habitante dos 19 municípios da região do Planalto Beirão separa
duas vezes mais!
Em 2021, foram separadas para reciclagem um total de 13.832 toneladas de resíduos
de embalagens, o equivalente a 42kg por habitante da região do Planalto Beirão. Em
2014, a recolha seletiva de resíduos de embalagens fixava-se em apenas 21kg por
habitante.
Em 2021, a reciclagem de resíduos de embalagens registou ainda um aumento de
8% (mais 1.000 toneladas), face a 2020. A fração do vidro foi a que mais se destacou,
com um crescimento de 13%.
Os resultados são animadores e revelam que a população está a corresponder ao
desafio lançado pela Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão.
Recorde-se que, desde 2017, a Associação de Municípios instalou mais 1.847 novos
ecopontos, colocou mais 20 viaturas a fazer a recolha dos resíduos dos ecopontos e
está a executar um Plano de Sensibilização e Educação Ambiental, com o mote
Ideia com Futuro – Reciclar no Planalto Beirão, junto da população em geral, da
comunidade escolar e dos operadores de comércio e serviços.
Cada tonelada de resíduos de embalagens separada, que represente um aumento
face aos valores de 2014, será convertida em apoios sociais para uma associação de
utilidade pública da região do Planalto Beirão. É este o objetivo da campanha
solidária ‘Separar para ajudar’, que une a vertente social ao plano de sensibilização e
educação ambiental desenvolvido pela Associação de Município da Região do
Planalto Beirão (AMRPB).
Também no sentido de promover o debate entre os mais jovens sobre os resíduos
que são diariamente produzidos e como devem ser descartados, a AMRPB desafiou
os alunos do Planalto Beirão a criarem uma campanha de sensibilização ambiental,
que contribua para o aumento da separação dos resíduos de papel/cartão,
plástico/metal e vidro, na escola, em casa e na comunidade.
Estão a decorrer, na página do Facebook da Ideia com Futuro – reciclar no Planalto
Beirão, as votações até dia 06 de junho e serão entregues prémios em material
escolar no valor de 1.000 euros aos três primeiros classificados.
Neste mês de maio, a Ideia com Futuro percorreu algumas escolas da Região do
Planalto Beirão, com sessões participativas.
Nas sessões, os alunos puderam assistir a uma palestra sobre a reciclagem e a
economia circular, e tiveram ainda a oportunidade de se divertir com os jogos
lúdico-pedagógicos sobre a mesma temática.
No total das 30 sessões realizadas, participaram cerca de 590 alunos, que no final,
ainda receberam um guia pedagógico com os conteúdos abordados nas sessões.
Este projeto, desenvolvido pela Associação de Municípios da Região do Planalto
Beirão, é cofinanciado pelo POSEUR, Portugal 2020 e União Europeia, através do
Fundo de Coesão.