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Tag Archives: reciclagem

Apresentação do estudo sobre a gestão dos biorresíduos em toda a área do concelho

Teve lugar no salão nobre do Município de Fornos de Algodres, a apresentação pública do Estudo Municipal para o Desenvolvimento de Sistemas de Recolha e de Valorização na origem de Biorresíduos no Concelho,  com a presença dos  Presidentes de Junta de Freguesia, com representantes da AMCB, da RESIESTRELA, do projeto Eco-Escolas, do  Presidente da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, Manuel Fonseca, assim como de outras pessoas interessadas.

Em cumprimento do disposto do n.º 6.1.9 do Despacho n.º 7262/2020, de 17 de julho de 2020 do Fundo Ambiental, decorreu no dia 02/06/2021, pelas 19:00, no Edifício da Câmara Municipal, a apresentação pública do relatório preliminar – que se encontra em consulta pública – do Estudo Municipal para o Desenvolvimento de Sistemas de Recolha e de Valorização na origem de Biorresíduos no Concelho de Fornos de Algodres.

O Grupo de Trabalho do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), coordenado pelo Prof. Dr. Pedro Rodrigues, apresentou os vários cenários que podem ajudar à definição da estratégia e das ações a desenvolver no que diz respeito à gestão dos biorresíduos em toda a área do concelho, em articulação com as políticas nacionais e europeias em matéria de gestão de resíduos.

O estudo desenvolvido, em articulação com a Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB), RESIESTRELA e Município, prevê a implementação de uma rede de recolha seletiva de biorresíduos e a implementação da compostagem doméstica e comunitária.

Recordamos que Portugal é obrigado a assegurar a sua recolha seletiva ou a sua separação e reciclagem na origem até 31 de dezembro de 2023 e, o presente estudo, irá ajudar o nosso Concelho a estruturar uma estratégia para responder a essa obrigatoriedade.

fotos:MFA

 

Aguiar da Beira vai reciclar no Planalto Beirão

Teve lugar em Aguiar da Beira, a oficialização do ato , no Auditório Municipal, isto é, Aguiar da Beira vai reciclar com o Planalto Beirão.
Para facilitar a reciclagem, o Planalto Beirão vai oferecer miniecopontos domésticos que passarão a fazer parte do seu dia a dia e a tornar a separação de resíduos de papel/cartão, plástico/metal e vidro ainda mais simples. Sempre que depositar os resíduos separados no ecoponto, estará a preservar recursos naturais e a contribuir para um Planalto Beirão mais sustentável e solidário pois, por cada tonelada de resíduos separada, será atribuído um valor financeiro que reverterá a favor de uma Instituição de Solidariedade Social.
Foto: MAB

Aumento significativo da Reciclagem no Concelho de Fornos de Algodres

Cerca de 88 toneladas de papel, vidro e plástico

Cada dia que passa a reciclagem faz parte do dia a dia da comunidade e no seguimento das políticas ambientais que o Município de Fornos de Algodres tem implementado, a reciclagem em 2020 cresceu 66%, face a 2018 (ano de referência).

Este crescimento faz com cada habitante esteja a reciclar cerca de 49 kg/habitante/ano, ao invés dos 28 kg/habitante/ano em 2017. Em suma, em 2018 foram recicladas 56 toneladas de papel, por sua vez em 2020, foi mais do dobro, 91 toneladas. No vidro, em dois anos, passou de 49 toneladas para 75 toneladas. Depois no que toca ao plástico, passou de 28 toneladas, em 2018, para 55 toneladas em 2020, perfaz um total de 88 toneladas destes produtos que foram reciclados

Estes indicadores tem uma mensagem forte. Os cidadãos são mais responsáveis e mais sustentáveis.

RecilARTE é o novo projeto da ASTA

O novo projeto da ASTA dá pelo nome de recilARTE e vai juntar o Teatro, a Música, as Artes Plásticas e Lixo para criar arte, combater o insucesso escolar e educar para a reciclagem, reutilização e reaproveitamento de resíduos.

 O recilARTE é um projeto no âmbito do Programa Parcerias Para o Impacto desenvolvido pela Estrutura de Missão Portugal Inovação Social, é uma iniciativa de inovação e empreendedorismo social direcionada para a resolução de dois problemas sociais, a ausência de motivação e valorização da escola por parte dos adolescentes e a falta de uma cidadania ativa para a consciência social, em particular nas questões ligadas ao meio ambiente. O reciclARTE será desenvolvido alunos das escolas dos municípios da Covilhã (Agrupamento de Escolas do Teixoso), Fornos de Algodres (Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres) e Gouveia (Instituto de Gouveia).

Como forma de encontrar soluções para estes problemas sociais, o projeto reciclARTE prevê o desenvolvimento de um espaço dedicado à criação artística e ao desenvolvimento do potencial criativo, onde os jovens são convidados a usar as artes (o teatro, a música e as artes plásticas) como meio para desenvolver o seu interesse pela escola e uma maior consciência social sobre os problemas que os rodeiam, nomeadamente o problema da degradação do meio ambiente.  As ações previstas no projeto estimulam os jovens adolescentes que mais sofrem as consequências destes problemas sociais, para serem os principais agentes de mudança, tornando-os elementos ativos num processo de alteração de atitudes e de consciência social.

A equipa artística afeta ao projeto trabalhará diretamente com os na dinamização de um programa de fruição cultural e expressão artística. Começando com a realização de pequenas experiências de iniciação às artes, representando um complemento à oferta curricular das escolas.

O reciclARTE concretiza-se na conceção e desenvolvimento de vários resultados artísticos no âmbito das Artes Plásticas, Teatro e Música ao longo de dois anos. Com a temática do projeto sempre presente, são criados três espetáculos de teatro, três grupos de música que utilizam o lixo como instrumentos, 15 quadros, de grandes dimensões, utilizando resíduos e três vídeos documentais, um por área artística.

Promovido pela ASTA, o projeto tem como investidores sociais os municípios da Covilhã, Fornos de Algodres e Gouveia e a empresa INCIPIT – produção de conteúdos, lda como investidor privado. São ainda parceiros do projeto a Resiestrela – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, S.A., o Cine Eco – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela, a Câmara Municipal de Seia, o Agrupamento de Escolas do Teixoso, o Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres, o Instituto de Gouveia – Escola Profissional, projeto EcoCidadania do Grupo Aprender em Festa, e a Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Foto:DR

5ª edição do Quartel Electrão já recolheu mais de 1600 toneladas de pilhas e equipamentos eléctricos usados

Os quartéis de bombeiros portugueses de janeiro a outubro, receberam já 1600 toneladas de pilhas, baterias e equipamentos eléctricos usados , no âmbito da campanha “Quartel Electrão”, que terminou no final do mês de Novembro.

Este ano a iniciativa promovida pelo Electrão – Associação de Gestão de Resíduos, decorreu em plena pandemia, mas ainda assim os resultados alcançados até ao momento já superaram as expectativas. Falta ainda contabilizar as recolhas efectuadas durante o mês de Novembro, mas já se pode afirmar que este é um dos melhores resultados de sempre da campanha.

“Trata-se de uma quantidade considerável de resíduos recolhidos num ano atípico em que a pandemia que assolou o mundo nos confinou a quatro paredes. Apesar disso os bombeiros mantiveram-se sempre em alerta. A cumprir o serviço público, em defesa das populações e em proveito do ambiente”, sublinha o director-geral do Electrão – Recolha e Reutilização, Ricardo Furtado.

Este ano o prémio a atribuir à corporação que mais resíduos recolheu é um veículo ligeiro de combate a incêndios tipo florestal. Os resultados finais e os quartéis vencedores serão anunciados em Janeiro de 2021, em cerimónia com formato ainda a definir.

Esta iniciativa tem como objectivo envolver as associações humanitárias de bombeiros voluntários na sensibilização da população para a necessidade de encaminhar os equipamentos eléctricos usados de forma a assegurar a sua descontaminação e reciclagem.

No site www.ondereciclar.pt é possível saber qual é o quartel aderente mais próximo onde pode depositar pilhas, baterias e equipamentos eléctricos usados.

                                             Corrente “Electrão”

A campanha “Quartel Electrão” suscitou o apoio de instituições, como juntas de freguesias e câmaras, que apelaram à entrega de electrodomésticos e outros equipamentos eléctricos em fim de vida como forma de ajudar os soldados da paz da freguesia ou concelho.

Em muitos casos as autarquias colocaram à disposição os estaleiros municipais, para armazenamento dos resíduos, e chegaram mesmo a disponibilizar-se para recolher os velhos equipamentos a pedido, indicando um número para o efeito, como aconteceu este ano em várias localidades do país.

Também as empresas privadas se mobilizaram, um pouco por todo o país, para a entrega de resíduos de equipamentos eléctricos usados a favor dos soldados da paz. As empresas contactaram o Electrão directamente para a recolha desses resíduos, mas solicitaram que essa contabilização fosse associada à corporação da sua área.

                                          75 euros por tonelada

 Como recompensa pelo serviço prestado – que em nenhuma dimensão chega a ser verdadeiramente recompensado – as corporações irão receber 75 euros por cada tonelada de resíduos reunida.

A associação que ficar em segundo lugar terá direito a cinco mil euros convertíveis em equipamentos de protecção florestal. As associações que recolheram mais pilhas terão acesso a 1500 euros em equipamento de protecção florestal. O mesmo para as que recolheram mais lâmpadas.

O Electrão criou ainda um prémio para chamar novos aderentes e incentivar a adesão à campanha por parte de novas associações humanitárias de bombeiros voluntários. A corporação estreante que reuniu a maior quantidade destes resíduos nesta última edição receberá 750 euros em cartões pré-pagos de combustível.

Este ano serão ainda distribuídos prémios por regiões (Norte; Centro, Interior; Lisboa e Vale do Tejo, Sul e Ilhas), que correspondem às áreas de recolha dos equipamentos. Nessas categorias as associações irão receber 750 euros em cartões pré-pagos de combustíveis.

O Quartel Electrão conta já com quatro edições de sucesso. Tradicionalmente os vencedores têm sido premiados com uma ambulância. Na primeira edição, 2011, foram recolhidas 1802 toneladas de equipamentos eléctricos e saiu vencedora a corporação de Mangualde. A associação de Vila Nova de Famalicão sagrou-se campeã em 2015/2016 numa campanha que resultou na recolha de 1087 toneladas de equipamentos usados. Amarante venceu em 2016/ 2017. Nessa edição foram recolhidas 1088 toneladas de equipamentos usados. Amarante voltou a repetir o feito em 2018/2019, edição em que a recolha rendeu 947 toneladas. Globalmente esta campanha já permitiu a recolha de 4892 toneladas de pilhas e equipamentos eléctricos usados.

Eletrão-Cada família acumula em casa 11 equipamentos eléctricos que já não usa

Cada família acumula em casa, em média, 11 equipamentos eléctricos que já não usa, de acordo com um estudo recente da Organização das Nações Unidas. “Quem não tiver um telemóvel antigo guardado em casa que levante a mão”, desafiou o Director-Geral do Electrão – Recolha e Reutilização, Ricardo Furtado, num debate online dedicado aos resíduos eléctricos, organizado esta quinta-feira pela APEMETA – Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais.

A acumulação que os cidadãos fazem dos pequenos electrodomésticos impede que os níveis de reciclagem destes equipamentos usados aumentem como se pretende. “Temos que contrariar essa tendência porque precisamos desses equipamentos para o cumprimento das metas. Não vale a pena definirmos metas de 65 por cento se as pessoas não entregam estes resíduos”, apontou o responsável que representa uma das três entidades gestoras de equipamentos eléctricos usados.

Outro aspecto relacionado com os cidadãos prende-se com a recolha. “Os pequenos electrodomésticos não podem continuar a ser colocados no lixo indiferenciado porque se perdem”, alerta garante Ricardo Furtado. O que também não deve continuar a acontecer é o abandono de grandes electrodomésticos à porta sabendo-se que estes equipamentos, pelo valor que possuem, são rapidamente desviados para o mercado paralelo pelos arrebanhadores antes que as autarquias e SGRU (Sistema de Gestão de Resíduos Urbanos) tenham tempo de recolhê-los. Esta situação impede de igual forma que estes aparelhos sejam reciclados.

EMPRESAS, MUNICÍPIOS, SGRU E TUTELA TÊM QUE SER ENVOLVIDOS

As empresas, tal como o cidadão, são uma parte importante da equação tendo em conta que geram inúmeros resíduos eléctricos por via das suas actividades. “Estes equipamentos acabam por ser mascarados como resíduos metálicos ou sucata. São geridos no setor informal e perdem-se irremediavelmente para a contabilização das metas”, denuncia. Para resolver o problema as empresas deveriam ficar obrigadas a entregar estes resíduos apenas às entidades gestoras ou aos operadores de gestão de resíduos com quem estas trabalham, o que vai ao encontro de uma alteração legislativa que o Governo quer fazer.

Ao nível dos SGRU também há muito trabalho a fazer. “Temos SGRU a apresentar 20 gramas de resíduos eléctricos recolhidos por habitante ano”, exemplifica. É igualmente urgente que os operadores licenciados cumpram as normas de certificação a que estão obrigados para o tratamento destes resíduos.

Os free riders, produtores que estão à margem do sistema, constituem um problema para o fluxo, tal como as vendas on line, sobretudo através de plataformas que não têm representação em Portugal. “Deveria existir uma responsabilização das plataformas para garantir que os produtos que são vendidos através delas são registados. Achamos também que precisamos de responsabilizar as entidades que asseguram as entregas. Têm que estar disponíveis para recolher que usados quando entregam um novo”. Para Ricardo Furtado este é um assunto novo que terá que ter integração a nível europeu e mundial.

Não menos importante é o papel do Estado que tem a obrigação de legislar corretamente. Só depois, defende Ricardo Furtado, deve ser clarificado o que se espera das entidades gestoras.

Ricardo Furtado sublinhou que as entidades gestoras não têm competência para fazer a recolha junto do cidadão. No entanto, a representante da APA que participou na conferência, Mafalda Mota, esclareceu que as entidades gestoras podem afinal recolher os equipamentos eléctricos diretamente ao cidadão já que essa tipologia de resíduos não é exclusiva dos municípios, ao contrário do que acontece, por exemplo, com as embalagens. O Electrão tem a ambição de consolidar uma vertente operacional que lhe permita não só fazer a recolha, como proceder à triagem e encaminhar esses resíduos para reciclagem.

Todas estas sugestões estão integradas na “Agenda para o cumprimento das metas de resíduos de equipamentos eléctricos” que o Electrão lançou no início do ano. “Não resolvemos nada atirando a responsabilidade total sobre as entidades gestoras. Temos as costas largas, mas o que sabemos que há muita responsabilidade dos vários intervenientes na cadeia que escapa ao controlo, à intervenção e mesmo à sugestão das entidades gestoras”, lamenta. Nos últimos anos o Electrão tem desenvolvido múltiplas campanhas com vista a contribuir para as metas nacionais.

 NEGOCIAÇÃO SECTORIAL PRECISA-SE PARA CUMPRIR AS METAS

O Director-Geral do Electrão – Associação de Resíduos, Pedro Nazareth, esclareceu, durante a conferência, que os grandes electrodomésticos, como frigoríficos ou máquinas de lavar, que constituem o grosso dos resíduos eléctricos, serão determinantes para que Portugal possa cumprir a meta de 65 por cento.

Muitos destes resíduos não são reciclados porque não se encontram. “Se não estão no campo, na praia, na montanha nem na cidade, se não estão no aterro, nem a ser valorizados energeticamente, onde estarão? O que acontece é que estes resíduos são misturados com sucata ferrosa e não ferrosa”, denuncia.

Pedro Nazareth lembra que é a única tecnologia disponível para “fazer desaparecer estes equipamentos” são tesouras de corte e fragmentadores, usados por muitos operadores licenciados que estão licenciados pelo Estado português.

Para resolver o problema o Director-Geral do Electrão sugere ao Governo que seja feita uma negociação com este sector que já desenvolvia a sua actividade antes da chegada das entidades gestoras, há 15 anos, e que olhou o seu aparecimento como uma invasão do seu território natural. “Este processo deve ser liderado pela tutela. Este setor das sucatas metálicas deve ser convidado a ter metas e a separar os resíduos eléctricos que entram nas suas instalações”, conclui em jeito de desafio.

Descontos na reciclagem de garrafas de plástico

Vão estar ao dispor da comunidade máquinas automáticas no sentido de recolher embalagens de plástico não reutilizáveis de bebidas, para já em 23 superfícies comerciais de grande porte de norte a sul do País.

Face a isso, todos agora podem guardar essas embalagens e ao depositá-las nessas máquinas, vão receber um talão de desconto por cada garrafa.

O valor do talão de desconto varia de acordo com a capacidade da embalagem devolvida: dois cêntimos, para embalagens até 0,5 litros; cinco cêntimos, para capacidade superior, até dois litros.

Esta é uma forma de sensibilizar as comunidades a reciclar cada vez mais, agora o plástico, uma vez que a partir de 2022, vai passar a ser possível também os materiais ferrosos, vidro e alumínio.

Este é um financiamento de 1 milhão e 665 mil euros do Fundo Ambiental da parte governativa do Ambiente e Ação Climática.

Electrão e a Samsung apoiam Instituições de Solidariedade Social

Campanha termina a 31 de dezembro

  Esta é uma Campanha nacional de reciclagem onde esta iniciativa angariou até ao momento cerca de 69 toneladas de resíduos termina no dia 31 de dezembro A campanha solidária de reciclagem promovida pelo Electrão – Associação de Gestão de Resíduos – e pela Samsung Eletrónica Portuguesa S.A., termina no próximo dia 31 de dezembro e tem como principal objetivo a recolha de equipamentos elétricos, pilhas e lâmpadas, para apoiar Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) em todo o país.A recolha de resíduos e a seleção das instituições beneficiadas é realizada pelos centros de assistência técnica autorizados da Samsung que, até ao momento, já angariaram cerca de 69 toneladas de resíduos, o que corresponde a 6900€.

No final da iniciativa, as toneladas de equipamentos recolhidas vão ser proporcionalmente convertidas em apoios financeiros para as referidas instituições.Na primeira edição, realizada em 2018, foram recolhidas mais de 48 toneladas de resíduos e, em conjunto com o Electrão, foi entregue um valor de 4.800€ à Casa da Encosta, Centro de Acolhimento Temporário de Crianças em Risco.

Centros de assistência técnica autorizados da Samsung participantes:

ASCs IPSS
AT informática (Perafita – Matosinhos) Acreditar – Núcleo Regional Norte
C&V (Ponte de Sor) CRIPS – Centro Recuperação infantil de Ponte de Sor
Hot Cold (Lisboa) Casa Mão Amiga
Refri (Bobadela – Lisboa) IPSS a Seleccionar
CTDI (Vialonga – Vila Franca de Xira) Operação nariz vermelho
 

CTL (Ilha da Terceira e Ilha de São Miguel – Açores)

–                    Lar D. Pedro V (para Praia da Vitória )

–                    Associação Atlântica de Apoio aos Doentes Machado-Joseph (para a ilha de São Miguel)

BCD (Ramada – Odivelas) “ATR” – Associação tira-me da rua
Electropixel (Ponta Delgada – Ilha de São Miguel) Lar Luís Soares de Sousa
Assistência 35 (Lisboa) Centro Paroquial Santíssimo Sacramento
Electro Balsemão (Setúbal) APPACDM Setúbal
STE (Coimbra) ANIP – Associação Nacional de Intervenção Precoce
Mavideo (São Mamede de Infesta – Matosinhos) Casa do Kastelo
TV Príncipe (Espinho – Aveiro) Centro Social Paroquial S. Tiago de Silvalde
Tamet (Matosinhos e Lisboa) Associação do Porto de Paralisia Cerebral
Lidernor (Porto) Operação Nariz Vermelho
Asteguima (Guimarães) Centro Juvenil S. José
RCDigitec (Guarda) Lugar dos Pequeninos – Porto da Carne
Beiratrónica (Mortágua) Escola de Cães-Guia de Mortágua
Álvaro Group (Entroncamento) Centro Social Paroquial do Entroncamento
Joel Tec (Barreiro – Setúbal) Animalife – Associação dos Amigos dos Animais da Moita
ECS (Alfornelos – Lisboa) AFID Diferença

Campanha de reciclagem mobiliza cerca de quatro centenas de escolas

Escola Electrão junta professores, alunos e comunidade

O Electrão – Associação de Gestão de Resíduos promove mais uma edição nacional da Escola Electrão, uma campanha de reciclagem de equipamentos elétricos, pilhas e baterias que envolve alunos, professores e comunidade em geral.

A edição deste ano tem como novidade a atribuição de pontos que serão convertidos em prémios que vão equipar as escolas com microscópios, impressoras, computadores e tablets.

O Quiz Electrão é outra grande novidade, permitindo envolver os alunos num debate sobre temas essenciais como reciclagem, valorização de resíduos, recursos naturais e prevenção de incêndios através de um passatempo digital, inovador e pedagógico.

Além do Quiz Electrão, será distribuído pelos estabelecimentos de ensino o livro “Electrão? Conheço bem, muito obrigado.”, destinado aos mais pequenos, que contribui para a educação ambiental. Este livro é composto por atividades e desafios para a comunidade escolar aprender a gerir os recursos naturais do planeta e ficar desperta para a questão da reciclagem.

Na última edição da Escola Electrão, foram recolhidos mais de 120 mil quilos de equipamentos elétricos, pilhas e baterias, e distribuídos mais de 10 mil euros pelas escolas. A campanha Escola Electrão decorre até 31 de maio de 2020.

Sobre o Electrão:

O Electrão – Associação de Gestão de Resíduos é a entidade gestora de resíduos líder na gestão dos equipamentos elétricos, pilhas e baterias usadas. A Rede Electrão tem cerca de 4 mil locais de recolha em todo o país. A 9 de agosto de 2017, foi-lhe atribuída a sua terceira licença de atividade para gestão de resíduos de embalagens, permitindo-lhe disponibilizar um serviço integrado na gestão de três fluxos de resíduos: equipamentos elétricos, pilhas e embalagens.

 

Jovens das férias desportivas sensibilizam as comunidades de Fornos de Algodres

Reciclar cada vez mais e melhor

O Município de Fornos de Algodres dinamizou uma ação de vertente ambiental no programa das Férias Desportivas, as atividades ambientais não foram esquecidas e por isso a convite do município a Resiestrela associou-se a esta iniciativa!

Segundo o Vereador Bruno Costa “Nesta 1.º fase os nossos Eco Jovens, esta semana, percorreram diferentes localidades do  Concelho de Fornos de Algodres. O objetivo é só um: sensibilizar a população para as boas práticas da reciclagem.”

Foi uma iniciativa com um enorme sucesso, pois esta equipa conseguiu transmitir a todos os moradores visitados, que é importante que separem todos os materiais passíveis de reciclagem !!