Início » Tag Archives: Simões Coimbra

Tag Archives: Simões Coimbra

Simões Coimbra foi homenageado na sua terra natal

Decorreu uma homenagem, no sábado, 22 de setembro, na localidade de Vila Chã ao Simões Coimbra, que outrora aqui viveu e fez obra.

Assim um grupo de amigos e familiares, onde se inseria , Manuel Fonseca, Presidente da Câmara e Rui Gomes, Presidente da União de Freguesias de Cortiçô e Vila Chã, visitou a casa do homenageado, que hoje é mais um museu, onde se encontram várias peças que simbolizam a região e o seu Portugal.

Esta é uma casa que apesar dos anos passarem continua habitável e os seus sobrinhos têm muito orgulho, no património nela existente.

Seguiu-se a romagem à sua campa no cemitério local, com uma alocução de Luís Vaz, antes de rumar a Fornos de Algodres, mais concretamente à Biblioteca Municipal Maria Teresa Maia Gonzalez para a apresentação do livro.

Nesta apresentação, o historiador José Maltez salientou os momentos mais importantes deste livro, seguindo-se diversos oradores que faziam parte do painel. A finalizar a cerimónia, um jantar em Celorico da Beira no Hotel Mira Serra.

Simões Coimbra homenageado em Vila Chã (Fornos de Algodres)

Vai ter lugar uma homenagem, este sábado, 22 de setembro, em Vila Chã a Simões Coimbra, onde se inicia pelas 15horas, com a visita à casa de família de Simões Coimbra e romagem à sua campa no cemitério local, com uma alocução de Luís Vaz.O lançamento do livro vai ser na Biblioteca Municipal Maria Teresa Gonzalez em Fornos de Algodres, com apresentação do historiador José Adelino Maltez e a participação de Manuel Fonseca (Presidente da Câmara Municipal de Fornos de Algodres), António Baptista Lopes (Âncora Editora) e do autor da obra.
Haverá uma intervenção final de um representante do Grande Oriente Lusitano. O jantar de homenagem acontece no Hotel Mira Serra, Celorico da Beira.
Deixamos agora um breve historial do homenageado que foi Oficial da Marinha, capitão-de-fragata, engenheiro naval, maçon: José Eduardo Simões Coimbra (1908-1996), Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano nos anos 80.
Iniciado em 1945 na Loja Simpatia e União N.º 4, o Comandante Simões Coimbra assumiu “riscos que poderiam fazer perigar a sua carreira e a sua vida” ao ser aceite numa das pouquíssimas oficinas que funcionaram clandestinamente durante a ditadura, recorda o biógrafo Luís Vaz. “A sua vida impoluta e prenhe de virtudes raras deve ser conhecida nas suas componentes profana e maçónica.” Um dos nomes mais dignos da transição democrática de 1974, a ele deve-se, com outros Irmãos, a diligência para restituir ao Grande Oriente Lusitano o Palácio Maçónico (Lisboa) no pós-25 de Abril. Para João Soares, ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa e maçon, que presta um depoimento no livro de Luís Vaz, Simões Coimbra “pertencia a uma escola de militares, muito particularmente oficiais, da forte corrente republicana, e liberal, da Marinha Portuguesa, marcadamente influenciada pelos valores da Maçonaria, Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Era uma figura marcante, um homem alto de porte distinto, que assumiu de forma firme, mas sem exibicionismos, a sua fidelidade aos valores da Maçonaria e a sua pertença”.