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Gouveia acolheu debate “Conversas: Guarda2027”

Paisagem e criação contemporânea como fatores de identidade em evidência

Uma noite de debate que decorreu em Gouveia,isto é , o segundo debate do ciclo Conversas: Guarda2027, mais concretamente no Teatro Cine .

O trabalho em rede é fundamental para criar, preservar e valorizar o património. Esta foi uma das principais conclusões na noite em que, a paisagem e criação contemporânea foram apontadas como áreas fundamentais na construção da identidade do território e como valores a serem trabalhados pela equipa executiva do projeto.

José Nuno Santos, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Gouveia, um dos 17 municípios que se uniram para este projeto, reafirmou durante a sessão, o compromisso do concelho com a visão que hoje a Guarda2027 está a trabalhar, nesta candidatura, para o território da Beira Interior. Carlos Bernardo, responsável da Escola Velha Teatro de Gouveia, referiu a necessidade de se trabalhar de forma planeada, estratégica e em rede cultural conjunta e inter-municipal, sem esquecer o envolvimento dos empresários. “A Agenda Cultural da Beira Interior, recentemente lançada pela Guarda2027, representa já um passo para o mapeamento e organização da programação neste território de “metrópole rural,” o que perspectiva uma mudança de percepção fundamental para entender aquilo que pode ser este projeto”, concluiu Pedro Gadanho, diretor executivo da Guarda2027.

A discussão, aberta ao público, teve como tema “Património identitário – do património natural ao património histórico da região” e insere-se no processo de participação e envolvimento, na Candidatura, dos agentes culturais da região.

O mote do debate foi dado pelas conclusões de um grupo de reflexão que integrou Emanuel Castro (Geopark Estrela), Bruno Navarro (Fundação Côa Parque), Miguel Vasco (INature), Leonor Narciso  (Adufeiras da Casa do Povo do Paúl), Ricardo Brandão (CERVAS – Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens), Joel A. Saraiva Correia (Arqueólogo Câmara Municipal de Gouveia), Miguel Rainha (Câmara Municipal do Fundão), Maria Manuel (Aldeias Históricas), Rui Simão (Aldeias do Xisto), alguns do mais relevantes agentes que intervêm neste território a nível do património.

“Conversas: Guarda2027” é um ciclo de quatro debates organizados pela candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura. As conversas acontecem no Fundão, Gouveia, Figueira de Castelo Rodrigo e Guarda. Nestas sessões de debate vão ser discutidas temáticas como a atividade cultural e artística; mobilidade e coesão social; empreendedorismo e tecnologias da cultura; património natural e histórico da região a partir da reflexão de grupos de trabalho e dos resultados do Inquérito à população sobre consumo e práticas culturais, realizado pela INOVA+ nos 17 concelhos que integram a Guarda2027.

Carminho esgota Teatro Cine de Gouveia

 Casa cheia

O
concerto de CARMINHO agendado para o próximo Sábado, 11 de maio, no
Teatro Cine de Gouveia está esgotado. Os 340 lugares do teatro cine de
Gouveia esgotaram a uma semana do espetáculo, demonstrando o interesse
do público em ver e ouvir uma das vozes novas vozes do fado

Carminho
vem a Gouveia apresentar o seu novo álbum “Alma” composto por dezassete
temas onde se destacam três fados clássicos e três originais e duas
versões de canções de grandes nomes da música popular brasileira. Alma
recolheu uma das melhores criticam pelo suplemento Ípsilon:
“Se ao primeiro disco (“Fado”, 2009) Carminho dava um
salto admirável para os melhores patamares do fado, o segundo (“Alma”)
mantém-na num belo voo planado na direcção certa. A voz, mais apurada
ainda, tira melhor partido dos tons graves e do granulado natural que
lhe definem o canto, seja no retomar de fados clássicos (e como bem
trata ela o “Fado das queixas”, “As pedras da minha rua”, “Cabeça de
vento” ou “Malva-rosa”, que ganhou na voz dela uma das suas melhores
versões) seja em originais tão díspares quanto “Bom dia, amor”, de Diogo
Clemente (numa melodia viciante) ou “Talvez”, de Vasco Graça Moura (a
pairar, brilhante, entre o fado e a música de câmara). “Lágrimas do
céu”, a abrir o disco (Carlos Conde no fado cravo de Marceneiro), são
lágrimas do melhor fado, e “Disse-te adeus”, de Manuela de Freitas, a
fechar, é o adeus que ninguém se importará de ouvir e reouvir.[…]” In:
http://ipsilon.publico.pt/musica/critica.aspx?id=301370 
fonte;municipio de gouveia