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Zé Gomes novo técnico da Académica de Coimbra

A Associação Académica de Coimbra/OAF  informou que Zé Gomes assume a partir de hoje o comando técnico da equipa principal até ao final da temporada.

Natural de Vila do Conde, onde fez carreira enquanto jogador e treinador ao serviço do Rio Ave, chega a Coimbra após ter treinado o Académico de Viseu.

A equipa técnica será formada por João Santos, Fábio Faria, Hugo Almeida, Pedro Borges e Marco Santos.

Assim vai ter uma missão complicada, mas tudo é possível para assegurar a manutenção.

Artigo de Vítor Santos – Saber ser treinador

 

Ainda no mês passado assistimos a mais um momento de violência protagonizado por um treinador sobre o elemento que arbitrava o jogo entre crianças de 11 anos.

Quando pensamos que estes casos já são do passado, existe sempre quem nos recorde que ainda temos muito trabalho a fazer. A época desportiva que agora termina também nos deu indicações, muitas mesmas, de maus comportamentos de treinadores.

Começamos pelo ser treinador. Não é quem quer. Quem paga para ser. É preciso ter talento, ser-se líder e completar com formação. Hoje está quase tudo ao contrário. Não se pode fazer desta formação só uma fonte de receita. Quando não damos relevância aos comportamentos, à ética desportiva, à gestão emocional e ao exemplo, não estamos a formar, mas a vender conhecimento técnico.

Faço desde já uma declaração de interesse: sou acérrimo defensor da formação. O treinador tem de ter competências a vários níveis para o desempenho da função. Deve comprometer-se a fazer toda a formação exigida sem interrupção. Ao não cumprir com este requisito, aí sim ficaria impedido de exercer qualquer função, de forma a não se socorrer de artimanhas para continuar a poder orientar a equipa.

Não sou corporativista e muito menos fundamentalista. É exigida muita formação na área técnica, da qual temos excelentes exemplos em conceção e metodologias de treino, mas poucos “falam com o jogo” como refere o Mister Toni. É o mais importante para se ser treinador. O jogo. Perceber o jogo. Mexer com o jogo. As outras competências adquirem-se e, em muitos casos, complementam-se com elementos, formando excelentes equipas técnicas multidisciplinares.

“Quando deixei de jogar disseram-me que eu tinha de estudar quatro anos para poder ser treinador. Disse-lhes que estavam loucos.” Johan Cruyff

A independência também é muito importante. Mas é uma outra história. A sobrevivência no “emprego” por vezes não o permite.

Na formação temos de ser ainda muito mais exigentes com o perfil do treinador que vai ser responsável pelos “nossos” jovens e crianças. Faz todo o sentido que a exigência de formação a quem trabalha com crianças e jovens seja obrigatória, mas em que os módulos da ética e dos comportamentos sejam tão ou mais relevantes que o da técnica. Educar através do desporto e para o desporto é a prioridade.

O comportamento do treinador é vital no desenrolar de um jogo. A forma como os dois treinadores adversários se respeitam antes, durante e no fim do jogo podem fazer, e fazem, toda a diferença. São comportamentos positivos dissuasores de potenciais conflitos. O desporto é uma atividade neutra. Consideremos o desporto uma ferramenta e a forma como a utilizamos é que vai fazer a diferença. Pode ser utilizada positivamente ou negativamente.

O “saber estar” tem de ser uma atitude na atividade de Ser treinador e ganha uma relevância decisiva a partir do momento em que o treinador entende que, para ser um líder motivador, tem de respeitar o direito dos outros e estar com os outros segundo uma perspetiva de valorização e personalização dos seus colegas adversários. É uma atitude que vai sendo enriquecida, na medida em que o treinador passa a entender o “papel da comunicação” com todos os elementos que partilham, ao mesmo tempo, as atividades da sua modalidade.

Saber ser treinador também não é um saber que se possui quando se termina a carreira de atleta, quando se faz o transfer de qualquer lugar do público ou da universidade para o cargo de treinador. Quem pensa que treinador sai de laboratório também não percebe do jogo. Muitos treinadores com níveis de formação elevados nem clube têm!

O treinador tem a obrigação ética de respeitar todos os que participam nas atividades desportivas, no exercício de funções que lhes são próprias. É isto a que temos assistido no futebol profissional?! A formação exigente e onerosa de nível superior não se interessa pelos valores do desporto?! Muitas contradições levam a que se extremem posições e não se defina de vez uma “carreira” sensata.

Desporto e cultura são atividades diferenciadas das outras. Não é maestro quem quer. O talento tem de estar presente. Muitos confundem talento com vocação.

 

Vítor Santos

Embaixador do PNED

 

SC Penalva do Castelo- Carlos Agostinho deixa de ser treinador dos seniores

Carlos Agostinho deixou de ser o técnico do SC Penalva do Castelo, por motivos profissionais e pessoais, ficando na mesma ligado ao clbe noutras funções, assim informa o clube de Castendo.

Ficamos a aguardar a indicação do novo técnico penalvense que vai conduzir o clube nos restantes jogos do campeonato.

Assim vários nomes estão na linha da frente para suceder no cargo a Carlos Agostinho

AF Guarda-Luís Miguel (Cobra) novo treinador da Seleção Sénior de Futebol

Foi um jogador com grande currículo a nível regional e mesmo nacional, trata-se de Luís Miguel (Cobra), foi um guarda-redes que passou por diversos clubes G.Figueirense, SL Nelas, AD Fornos de Algodres, Beira Mar entre outros.

Depois como treinador desempenhou cargo na equipa do IP Guarda onde alcançou excelentes resultados , face a isso, a Associação de Futebol da Guarda decidiu convidá-lo para abraçar o cargo de treinador das seleção sénior, na Taça das Regiões , a ter lugar brevemente.

Uma aposta na juventude e nos novos métodos a colocar em prática cada vez mais no futebol distrital.