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Nova plataforma do Turismo do Centro disponível

Já se encontra disponível a nova plataforma do Turismo Centro de Portugal, em https://workfrom.turismodocentro.pt, pretende funcionar como um índice de tudo o quanto existe na região, para quem opte por trabalhar de forma remota, a partir da região Centro de Portugal.

Na plataforma encontra-se um índice, onde se pode encontrar, por sub-região, os diversos espaços onde podem trabalhar, nos diferentes regimes: co-work, incubadora artística, incubadora, centro de negócios, centro empresarial, espaço empresarial, hub criativo, hotel, parque tecnológico, co-living, espaço colaborativo, incubadora de base rural, residências artísticas, e retiro de empresas. Tem também um espaço de testemunhos, de histórias na primeira pessoa, sobre “como é trabalhar desde o Centro de Portugal”, em cada uma das oito sub-regiões.

A plataforma é um dos instrumentos do “Work From Centro de Portugal”, projeto que pretende demonstrar que a Região Centro oferece vantagens únicas para quem tem a possibilidade de trabalhar de forma remota ou alternativa aos escritórios tradicionais, nas mais variadas vertentes, como o nomadismo digital ou as residências artísticas, naquela que é uma tendência global amplificada pela pandemia.

“Este projeto é a materialização da estruturação de um novo produto turístico que é o ‘nomadismo digital’, e é construído em estreita parceria com instituições públicas, associações, empresários mas, e sobretudo, com pessoas. As que na região Centro habitam, as que nela trabalham e as que potencialmente pretendam nela viver e trabalhar. É a capacitação deste destino, para acompanhar esta tendência que veio para ficar”, refere Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal.

“O trabalho remoto, no local certo, pode andar de mãos dadas com o conceito de felicidade. De facto, podemos trabalhar onde somos mais felizes. Podemos trabalhar junto à costa e surfar no final do dia, assim como podemos voltar ao nosso lugar de origem, para junto de família e amigos, e trabalhar a partir de um cowork local. Podemos escrever um livro no sossego de uma aldeia serrana ou podemos ser itinerantes e trocar de lugar de trabalho regularmente”, explica Carlos Bernardo, da Tipo-grafia, empresa autora do projeto, em co-autoria com o Turismo Centro de Portugal. “É neste quase infinito de possibilidades que o conceito de trabalho remoto se cruza com os territórios e consequentemente com o conceito de turismo. As escolhas sobre o lugar de trabalho são feitas em função do que o lugar pode oferecer. Foi a pensar na estruturação dessas oportunidades que surgiu o Work From Centro de Portugal”, acrescenta.

O projeto pretende unir o território do Centro de Portugal em redor deste conceito emergente e com grande potencial de aplicabilidade. O objetivo é qualificar e educar a oferta para as necessidades desta nova forma de trabalhar e, ao mesmo tempo, seduzir a procura, com critério e transparência.

Várias iniciativas em curso

Ao longo dos meses de trabalho já realizado neste projeto, foram desenvolvidas várias iniciativas. A primeira foi a elaboração de um Manual de Boas Práticas, documento orientador para os agentes locais, públicos e privados, que caracteriza a região, diferencia as vertentes de trabalho remoto, estuda casos de sucesso e orienta, caso a caso, a oferta em função das necessidades da procura.

Além disso, foram realizados workshops dirigidos ao setor público – Câmaras Municipais, Comunidades Intermunicipais, Associações de Desenvolvimento Territorial – e ao setor privado (coworks, alojamentos, animação turística), de forma a apresentar conceitos e casos de estudo, assim como sugerir soluções concretas para cada um dos setores.

Outra iniciativa foi a apresentação do território através das suas pessoas. Para isso, foram escolhidos diferentes embaixadores que, através das suas histórias, mostram como é viver e trabalhar no Centro de Portugal. O resultado foram 32 histórias, quatro por cada sub-região: Médio Tejo; Região de Leiria; Viseu-Dão-Lafões; Serra da Estrela; Oeste; Beira Baixa; Região de Coimbra e Ria de Aveiro. Rogério Leitão, pescador da Berlenga, Paulo Romão, proprietário das Casas do Côro, Diogo Rocha, chef com uma estrela Michelin, ou as Capuchinhas, uma cooperativa composta por quatro mulheres, que trabalham o burel numa aldeia da Serra do Montemuro, são alguns dos exemplos de histórias.

A plataforma agora disponível apresenta o território através destas histórias, além de agregar a oferta disponível para quem quer escolher o Centro de Portugal para trabalhar. O Manual de Boas Práticas estará também disponível para download.

A próxima iniciativa do projeto “Work From Centro de Portugal” consiste na apresentação um livro que faz a ligação entre o território e o público, através de um design e construção diferenciadores.

Turismo do Centro mostrou aos jornalistas como é trabalhar na região

Paralelamente à apresentação do site, a Turismo Centro de Portugal promoveu uma experiência “Work From Centro de Portugal” para jornalistas, na aldeia do xisto da Cerdeira, na Serra da Lousã. Durante dois dias, tiveram oportunidade de contactar com as inúmeras vantagens de trabalhar longe do bulício e da confusão e no meio de uma natureza envolvente. Além do trabalho, houve tempo para conhecer a pé a Serra da Lousã, as Aldeias de Xisto do Candal, Chiqueiro e Talasnal e, ainda, para um workshop de construção de casinhas de xisto.

Primeiro barco elétrico de wakeboard apresentado

O Ancoradouro do EcoHotel Lago Azul, em Ferreira do Zêzere, na Estação Náutica de Castelo do Bode, recebeu recentemente a conferência de imprensa Castelo do Bode Zero Emissions – No caminho da Descarbonização para um Turismo Mais Sustentável”, promovida pela Fórum Oceano, Coordenadora da Rede das Estações Náuticas de Portugal, a CIM Médio Tejo, Coordenadora da Estação Náutica de Castelo do Bode, o Município de Ferreira do Zêzere, a Turismo Centro de Portugal e a Associação Portuguesa de Wake.

O evento consistiu na apresentação do primeiro barco elétrico de wakeboard a operar em Portugal – e que também é um dos pioneiros a nível mundial. É uma embarcação silenciosa, que emite zero emissões e que passa a estar disponível na Estância de Wakeboard de Castelo do Bode, para os adeptos de desportos náuticos que tenham preocupações ambientais e de sustentabilidade.

A apresentação contou com demonstrações de wakeboard e wakesurf por parte de alguns dos melhores atletas das modalidades em Portugal, como Teresa Almeida e Miguel Rocha, embaixadores da Rede das Estações Náuticas de Portugal, e Bernardo Branco, Joana Atalaia, Guy Fonseca e Toni Laureano. Estiveram igualmente presentes na conferência de imprensa autarcas e outras entidades oficiais.

Presente na apresentação, Hélio Antunes, vereador do Município de Ferreira do Zêzere,  destacou o “prazer enorme” do Município em receber esta iniciativa: “Esta embarcação descarbonizada é um sinal evidente de que a Albufeira de Castelo do Bode reúne todas as condições para ser um destino sustentável. É um marco histórico e atrás dele outros virão, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida na região”.

António José Correia, coordenador da Rede de Estações Náuticas de Portugal,  enalteceu igualmente “o marco importante” que este evento representa para as Estações Náuticas de Portugal. “Enquanto coordenador das Estações Náuticas de Portugal, é um enorme prazer estar na apresentação de um barco silencioso e com zero emissões. É um passo muito importante e estou certo de que outras Estações Náuticas irão seguir o exemplo de Castelo do Bode. Se temos água, se a água é fator de desenvolvimento, que seja sustentável” sublinhou.

Luís Segadães, promotor do investimento e impulsionador da Estância de Wakeboard de Castelo do Bode, recordou que esta estância atrai 3 ou 4 mil praticantes por ano, dos quais muitos são locais. “Estamos cada vez mais focados no aspeto ambiental desta atividade. Este barco, de que há apenas  15 no mundo, é um exemplo de que estamos na linha da frente da atividade turística sustentável”, considerou.

António Marques Vidal, presidente da APECATE – Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, elogiou o facto de esta iniciativa constituir “um fator de desenvolvimento sustentável” que surge “a partir de uma empresa privada”. “Os empresários têm de ir à luta e criar condições”, enalteceu.

Já Anabela Freitas, presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, depois de lembrar que a Estação Náutica de Castelo do Bode é um “projeto que junta vários municípios”, destacou a evolução da albufeira, primeiro com a criação da Estação Náutica e agora com este pioneiro barco descarbonizado. “Estamos perante uma ação de grande importância e que se insere naquilo em que esta região se quer afirmar, como destino sustentável para as próximas gerações”, disse.

A encerrar a apresentação, Adriana Rodrigues, Chefe do Núcleo de Comunicação, Imagem e Relações Públicas da Turismo Centro de Portugal, frisou que esta entidade há muito que pauta as suas ações de promoção pela “preocupação com a sustentabilidade e com o desenvolvimento do interior do país”, de que as Estações Náuticas são um exemplo. “As Estações Náuticas são um projeto vencedor, que tem mostrado resultados muito positivos na promoção da região, tanto no litoral como no interior. Representam também uma democratização do turismo náutico, facilitando o acesso das pessoas interessadas em experimentar atividades ligadas à água”, elogiou.

 

“Guia Beira Interior Gourmet” quer levar mais visitantes à região

Foi apresentado nesta sexta-feira, o “Guia Beira Interior Gourmet”, numa sessão de lançamento que decorreu no auditório exterior da sede da Comissão Vitivinícola da Beira Interior, na Guarda. O Guia, que foi distribuído gratuitamente com a edição do jornal “Expresso”, resultou de uma iniciativa conjunta do Turismo Centro de Portugal e da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) da Beira Interior e insere-se no contexto da segunda edição do Concurso Beira Interior Gourmet.

Produzido pelo “Boa Cama Boa Mesa”, o Guia apresenta os melhores restaurantes e os melhores vinhos da região. É um Guia supramunicipal uma vez que, ao longo das suas 36 páginas, envolve e promove 20 municípios de duas Comunidades Intermunicipais: Beiras e Serra da Estrela e Beira Baixa.

Cada restaurante selecionado sugere um menu e os vinhos da região mais indicados para o acompanhar. No entanto, o Guia extravasa os limites geográficos da Beira Interior, tendo sido convidados restaurantes consagrados de outras regiões, que apresentam igualmente uma ementa acompanhada por vinhos da Beira Interior.

Na sessão de lançamento, Carlos Chaves Monteiro, presidente da Câmara Municipal da Guarda, sublinhou este “momento importante, corolário do excelente trabalho que a CVR da Beira Interior tem desenvolvido nos últimos anos”. “O vinho é um produto que consegue agregar setores importantíssimos, como a restauração e hotelaria, e constitui um fator de dinâmica para que possamos contornar os efeitos negativos que a atual pandemia causou nestes setores, em particular no interior. Este Guia é muito importante e resulta do trabalho de muita gente na promoção do vinho e da vinha da região. Espero que no futuro consigamos trazer cada vez mais gente ao território e construir uma região promotora de turismo, desenvolvimento e bem-estar”, acrescentou o autarca.

Rodolfo Baldaia de Queirós, presidente da CVR Beira Interior, destacou que este projeto “começou a ser desenhado há um ano, em conjunto com o Turismo Centro de Portugal”. “Este Guia representa muito para nós. Iniciámos o Concurso Beira Interior Gourmet num período difícil e este ano fizemos a segunda edição, embora as circunstâncias ainda não sejam as melhores. É uma forma de puxarmos pelos vinhos e por um setor fundamental para nós, que é a hotelaria e restauração”, frisou o responsável. “Se há coisa que o nosso território tem são os excelentes vinhos e gastronomia, assim como as Aldeias Históricas e as Aldeias do Xisto. Nesta altura do ano, muitas pessoas visitam a Beira Interior e com este Guia as pessoas são guiadas para sítios e experiências muito interessantes”, disse ainda Rodolfo Baldaia de Queirós.

Recordando que “é à mesa que muitas vezes surgem boas ideias, como a deste Guia, que acabou por se concretizar”, o jornalista Fernando Brandão, do “Boa Cama Boa Mesa”, considerou que “o Guia foi um desafio interessante, uma vez que tentámos perceber as melhores formas de harmonizar os vinhos com determinados pratos”. “Este Guia é muito mais do que um simples Guia: é um convite que é feito aos leitores do Expresso para visitarem esta região. Tendo como argumento os vinhos e a gastronomia, é um convite a apreciar as paisagens, as aldeias, os monumentos e as cidades de uma região segura, com espaço e ar puro, perfeita para visitar nesta fase”, acrescentou.

A finalizar a apresentação, Adriana Rodrigues, Chefe do Núcleo de Comunicação, Imagem e Relações Públicas da Turismo Centro Portugal, lembrou que o desafio do Guia surgiu numa visita com jornalistas pelas cinco regiões vitivinícolas do Centro de Portugal. “Nesta região, temos a felicidade de contarmos com este produto de grande qualidade, que é o vinho, além de excelentes projetos de restauração e de hotelaria. Este desafio está em linha com a estratégia do Turismo Centro de Portugal, uma vez que um dos nossos vetores mais maduros e importantes é a História, o Património e a Cultura, a que acrescentámos vinho e gastronomia, produtos turísticos que consideramos fundamentais e que são transversais a todos os outros”, sublinhou. “Este Guia é publicado quando se anuncia uma nova fase de reaproximação e de convívio entre os portugueses, que aqui podem encontrar os locais ideais para confraternizarem. O Centro de Portugal é o destino ideal para o fazerem”, disse ainda Adriana Rodrigues.

Turismo Centro de Portugal assinou Carta de Compromisso com a Sustentabilidade”

Recentemente, o Turismo Centro de Portugal e o Instituto de Turismo Responsável, entidade que representa os certificados internacionais “Biosphere Responsible Tourism”, assinaram a Carta de Compromisso com a Sustentabilidade, numa cerimónia que decorreu no alojamento turístico The Fox House, em Serrazes, São Pedro do Sul.

A assinatura desta Carta representa o início do projeto “Centro Sustentável”, que visa reforçar as boas práticas de Sustentabilidade Turística na região e afirmar o Centro de Portugal como destino turístico sustentável como um todo. Financiado pela Linha de Apoio à Sustentabilidade do Turismo de Portugal, este é o maior projeto de sustentabilidade multidestino à escala nacional e internacional.

O processo será desenvolvido seguindo o Referencial “Biosphere Destination”, que define uma orientação alinhada com as estratégias de desenvolvimento globais, europeias, nacionais e regionais em vigor, como o programa de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, o Green Deal e a Estratégia para o Turismo 2027. A Turismo do Centro irá capacitar e aconselhar as empresas e instituições, públicas e privadas, da região a atingir os objetivos da sustentabilidade, através de um caderno de encargos que obedece a critérios rigorosos.

A ocasião serviu também para entregar Certificados de Sustentabilidade Biosphere à The Fox House, que recebeu o Certificado Biosphere Empresa de Alojamento Sustentável, e à Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (Certificado Biosphere de Compromisso com a Sustentabilidade).

A Sessão de Assinatura contou com a presença de Pedro Machado, Presidente da Turismo Centro de Portugal, Patricio Azcárate, Diretor Executivo do Instituto de Turismo Responsável (numa declaração vídeo), Pedro Mouro, vice-presidente da Câmara Municipal de São Pedro do Sul, e Teresa Ferreira, Diretora do Departamento de Desenvolvimento de Recursos do Turismo de Portugal, entre outras personalidades.

Pedro Mouro, na qualidade de anfitrião, enalteceu o facto de a Turismo Centro de Portugal ter escolhido o município de São Pedro do Sul como local da assinatura deste protocolo. “É um orgulho para nós, porque vem no seguimento de uma estratégia que o município de São Pedro do Sul adotou, de estar focado nas novas tendências de procura turística. Esta é uma oportunidade para introduzirmos práticas mais sustentáveis e amigas do ambiente e criar fatores de diferenciação que atraiam mais gente ao território. Este é o caminho”, sublinhou.

Na sua intervenção, Patrizio Azcárate destacou o trabalho do Instituto de Turismo Responsável. “O Turismo é uma atividade holística, que abarca muitos setores. Neste instituto identificamos e definimos o que deve ser feito, e como deve ser feito, para o Turismo atingir as metas de sustentabilidade. As certificações Biosphere comprovam o compromisso de que um destino está de acordo com as metas da sustentabilidade, algo que os turistas procuram. O Centro de Portugal, com os seus 100 municípios, é um grande desafio e será pioneiro a nível internacional”, disse.

Teresa Ferreira elogiou a iniciativa da Turismo Centro de Portugal, que considerou “um fator muito relevante de confirmação de que o trabalho de tornarmos o nosso país cada vez mais sustentável é um caminho incontornável, até neste momento de recuperação da nossa atividade. E é tão mais importante porque se traduz em alterarmos comportamentos e o nosso posicionamento. Há aqui um caminho muito desafiante e compete às entidades públicas ajudarem e disponibilizarem as ferramentas para podermos evoluir neste sentido”, frisou.

Pedro Machado, no final da sessão, começou por dizer que “este protocolo é uma assunção de responsabilidades”. Lembrando que há hoje cinco grandes tendências com grande impacto nas alterações da atividade turística – as alterações demográficas e sociais, com os viajantes a cada vez mais segmentados e com motivações específicas; a rápida urbanização, com a consequente descarbonização e qualificação do espaço público; os avanços tecnológicos; as alterações do poder económico; e as alterações climáticas e escassez de recursos – o presidente da Turismo Centro de Portugal sublinhou que “este protocolo vislumbra sermos capazes de estar em linha com estas alterações”.

Hoje, mais de metade dos novos viajantes preferem destinos sustentáveis. Num inquérito recente a nível mundial, 51% dos turistas responderam que trocariam o seu destino habitual por um mais sustentável e 70% disseram pretender reservar alojamento ecológico. É uma alteração profunda nas escolhas e é isso que estamos aqui a assinar: estamos a olhar para o futuro”, acrescentou Pedro Machado.

 

“Três Regiões, Dois Países, Um Destino Turístico”, aposta turística

Recentemente, o Turismo Centro de Portugal participou em duas reuniões de trabalho com entidades espanholas, ambas com o objetivo de avançar com projetos em comum a nível da promoção turística.

A primeira reunião aconteceu  em Zamora, e sentou à mesa, além do Turismo Centro de Portugal, o Turismo do Porto e Norte de Portugal e o Turismo da Junta de Castela e Leão. O encontro teve o objetivo de avançar com as ações previstas entre os três territórios, inseridas no projeto transfronteiriço “Três Regiões, Dois Países, Um Destino Turístico”.

Este foi o segundo encontro no âmbito do projeto, depois de uma sessão inaugural, no Porto. A próxima sessão acontecerá no Centro de Portugal.

A reunião contou com a participação de Pedro Machado, Presidente do Turismo Centro de Portugal, Luís Pedro Martins, Presidente do Turismo Porto e Norte de Portugal, Estrella Torrecilla, Diretora Geral de Turismo da Junta de Castela e Leão, e Maria de Lurdes Vale, Diretora da Oficina de Turismo de Portugal em Espanha.

Os temas em cima da mesa tiveram como pano de fundo uma estratégia comum que aproxime as três regiões turísticas. Ficou determinado, por exemplo, que vão ser dados passos concretos para a promoção conjunta, nomeadamente através de mapas territoriais que congreguem os três territórios e mostrem os principais conteúdos turísticos, como os vinhos, as catedrais, os lugares Património da Humanidade, os espaços naturais protegidos, as rotas pedestres e de cicloturismo, entre outros.

Ficou igualmente decidido o registo da marca e da imagem “Três Regiões, Dois Países, Um Destino Turístico”, assim como a construção de um microsite com informação e as ações do projeto, a ser inserido nos sites das três entidades.

Propostas para um receituário da Raia fronteiriça, ações conjuntas no âmbito do turismo desportivo e a criação de um cluster enoturístico foram outros assuntos abordados na reunião.

Rotas Napoleónicas por Espanha e Portugal juntou entidades em Astorga

Noutra iniciativa transfronteiriça, o Turismo Centro de Portugal participou no quinto Comité de Direção do projeto Interreg NAPOCTEP – Rotas Napoleónicas por Espanha e Portugal. O encontro, que durou dois dias, decorreu na cidade espanhola de Astorga.

As Rotas Napoleónicas são um produto turístico que leva os visitantes a percorrer os percursos realizados pelos soldados de Napoleão durante as Invasões Francesas. O projeto NAPOCTEP junta as regiões do Centro de Portugal e de Castela e Leão e é liderado pela Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra. O objetivo é transformar o património da época das invasões francesas – assente nas Rotas Napoleónicas – num produto turístico de qualidade e sustentável, capaz de criar riqueza e emprego em zonas espanholas e do Centro de Portugal.

Na reunião foram apresentadas as diversas Rotas Napoleónicas já identificadas nas duas regiões, assim como o plano de marketing associado a este produto. Foram igualmente assinados os acordos de colaboração com agentes públicos e privados espanhóis, de forma a garantir oferta turística qualificada para os interessados em percorrer as Rotas.

Os vários parceiros deste projeto estão a desenvolver, com a Federação Europeia das Cidades Napoleónicas, um programa de animação comemorativo do centenário da morte de Napoleão Bonaparte, que decorre ao longo do ano de 2021.

Turismo Centro de Portugal homenageou Jorge Coelho e outras personalidades

A Turismo Centro de Portugal homenageou recentemente várias personalidades que se destacaram em benefício da atividade turística, numa cerimónia emotiva em que se recordaram pessoas que desapareceram recentemente. A ocasião serviu também para entregar os prémios anuais da Turismo Centro de Portugal.

No início da cerimónia, que decorreu na Quinta das Lágrimas, em Coimbra, o presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, dedicou algumas palavras de otimismo para o retomar da atividade turística, que diz já se sentir nas ruas da sua cidade. “Importa não perder a esperança e confiar na Ciência, acreditando que melhores dias virão e que o Turismo voltará a gerar riqueza nos nossos territórios. Apesar das dificuldades e das restrições, os setores da hotelaria, da restauração e do comércio têm conseguido resistir. Merecem, por isso, o nosso público agradecimento e reconhecimento”, frisou.

Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, destacou o facto de que as distinções ontem atribuídas “não são apenas prémios de reconhecimento e de mérito”. “O que aqui celebramos é a marca Centro de Portugal. Uma marca com um percurso notável nos últimos anos, que foi capaz de ganhar o seu próprio posicionamento no contexto nacional e internacional, num percurso que nos honra e orgulha a todos”, considerou.

Anualmente, reconhecemos aqueles que se destacaram do ponto de vista do empreendedorismo e académico. Hoje, quisemos também homenagear personalidades que de alguma forma emprestam a sua notoriedade à marca Centro de Portugal. E quisemos também homenagear a memória associada ao arrojo, à coragem e ao trabalho das personalidades que homenageamos a título póstumo. Foram personalidades inesquecíveis e continuamos a contar com o legado que nos deixaram”, acrescentou Pedro Machado.

Igualmente presente na cerimónia, a Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, deixou uma mensagem de ânimo e conforto para todos os presentes. “Celebrámos pouco no ano passado, celebramos ainda muito pouco este ano e precisamos de celebrar mais. O Turismo é um setor de afetos, um setor de pessoas para pessoas.  Deixo uma palavra de ânimo para quem hoje vê o seu trabalho ser reconhecido e para todos nós, que temos de dar o nosso melhor para sairmos destes tempos difíceis”, sublinhou a governante.

Uma homenagem aos que já partiram…

A entrega de prémios começou com um momento particularmente tocante quando, na presença dos familiares, foram homenageadas personalidades que já não estão entre nós e que muito fizeram pela região Centro de Portugal. Foram elas Jorge Coelho (político, gestor e empresário), Carlos Bernardes (presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras), João Ataíde das Neves (deputado, secretário de Estado e presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz) e António Almeida Henriques (secretário de Estado e presidente da Câmara Municipal de Viseu).

… uma homenagem aos que dão o seu melhor pela região

Foram igualmente distinguidas pessoas e instituições que levam mais longe a marca Centro de Portugal a nível turístico. Este ano, os prémios foram atribuídos à Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas, na figura da sua presidente, Olga Cavaleiro; à Associação da Rota da Bairrada, com Jorge Sampaio a receber a distinção; ao chef Diogo Rocha, do restaurante premiado Mesa de Lemos; e ao músico, compositor e intérprete José Cid, que celebra 60 anos de carreira e que presenteou a audiência com a interpretação de dois temas, ao piano.

… e aos empreendedores e académicos

Finalmente, foram entregues os prémios anuais da Turismo Centro de Portugal: o Prémio José Manuel Alves – Concurso de Empreendedorismo Turístico e o Concurso de Teses Académicas, que premeia as melhores teses de doutoramento e mestrado no âmbito do Turismo.

O júri final da 6.ª edição dos Prémios José Manuel Alves agraciou três candidatos. O projeto “Contigo, Há Descoberta”, de Maria José Fonseca, presidente da ASTA – Associação Sócio Terapêutica de Almeida, foi o grande vencedor. Esta é uma iniciativa desenvolvida na Aldeia Histórica de Almeida, em que pessoas com deficiência trabalham ativamente num projeto de turismo social e de natureza.

Na segunda posição ficou o projeto “Escape Out”, de Hélder Duarte, que  leva para o exterior o conceito de “Escape Rooms”, fomentando os passeios e caminhadas pelas cidades e dando a conhecer as zonas históricas dos espaços urbanos apenas com o telemóvel e em família ou com o grupo de amigos.

O terceiro lugar foi para o projeto “GUIA – Guia de Utilização Interativa Aplicado ao Turístico do Estrela Geopark”, da Associação Geopark Estrela. Este projeto visa uniformizar a informação da oferta turística de todo o território do Estrela Geopark numa só plataforma, permitindo aos visitantes a construção de itinerários de acordo com os seus interesses.

O júri do 5.º Concurso de Teses Académicas premiou, como autora da melhor Tese de Mestrado, Ana Martins Maia, com a tese “Fatores Críticos de Sucesso em Estabelecimentos Hoteleiros: o Caso das Pestana Pousadas de Portugal”. A melhor Tese de Doutoramento foi para “Sistemas de Gestão de Destinos Turísticos: Contribuições para a sua Adoção e Implementação”, da autoria de João Pedro Estêvão.

Projeto transfronteiriço CRECEER vai continuar

Projeto transfronteiriço CRECEER aproximou territórios de Portugal e Espanha. O projeto transfronteiriço CRECEER serviu para aproximar as empresas turísticas e agroalimentares da região raiana de Portugal e Espanha e abriu caminhos para uma colaboração permanente. Esta foi a principal ideia a retirar da apresentação das conclusões do projeto transfronteiriço CRECEER, que aconteceu , no Teatro Municipal da Guarda.

O CRECEER é um projeto transfronteiriço financiado por fundos europeus, que nasceu em 2017 com o objetivo de estabelecer sinergias nas zonas transfronteiriças de Portugal e Espanha, de forma a melhorar a competitividade de pequenas e médias empresas nos setores turístico e agroalimentar gourmet. Os territórios da Beira Baixa e das Beiras e Serra da Estrela, no Centro de Portugal, foram abrangidos pelo programa, assim como outras regiões de fronteira em Portugal e Espanha.

No início da apresentação, Carlos Monteiro, presidente da Câmara Municipal da Guarda, destacou a importância deste projeto “para promover os produtos endógenos”, em particular numa época tão difícil como aquela que atravessamos. “Os produtos endógenos e gourmet têm a capacidade de atrair visitantes ao território”, disse, elogiando a ligação que o CRECEER permitiu entre o turismo e o setor primário.

Por sua vez, Filomena Pinheiro, diretora do Departamento de Estratégia e Operações da Turismo Centro de Portugal, apresentou as linhas fortes do projeto, bem como os seus principais parceiros. “Este projeto apareceu-nos como oportunidade para nos envolvermos com o território. Não podemos promover produtos turísticos se eles não existirem e o CRECEER possibilitou a criação de novos produtos. O que precisamos no território é de gente que apresente produtos identitários. Para que eles surjam, tem de haver parceiros comprometidos a apoiar”, salientou. “Com este projeto lançámos as sementes para a criação de produtos turísticos diferenciadores, mas o projeto tem de continuar”, acrescentou.

O presidente da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, Luís Tadeu, sublinhou que o CRECEER contribuiu para “intensificar os laços com os nossos vizinhos espanhóis”. “Esta região de fronteira está no centro da Ibéria, entre Madrid e Lisboa, e tem de dar o salto. Temos jovens a querer instalar-se nesta região, mas precisam de um empurrão, de apoios”, frisou.

Seguiu-se a apresentação técnica dos trabalhos realizados nestes quatro anos de projeto CRECEER, feita por Helena Alves, professora na Universidade da Beira Interior, Paulo Gonçalves, do NERGA – Núcleo Empresarial da Região da Guarda, João Amaral, presidente da Associação Artesãos da Serra da Estrela, Cláudia Domingues Soares, presidente da Inovcluster – Associação do Cluster Agroindustrial do Centro, e Mercedes Vicente García, do Departamento de Inovação e Empreendedorismo da Junta de Castela e Leão.

A finalizar a sessão, Alexandra Rodrigues, diretora de serviços de Desenvolvimento Regional da CCDRC – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, elogiou os resultados apresentados por este projeto e lançou um desafio. “Este projeto veio no timing certo e aproximou os territórios. Mas tem de ganhar escala e de envolver mais empresas. Tem de crescer e ganhar dimensão”, disse, acrescentado que a CCDRC vai estar atenta à possibilidade de novos financiamentos europeus que permitam a continuidade da iniciativa.

Na conclusão, Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, enalteceu o sucesso que constituiu o projeto CRECEER. Um sucesso assente em três eixos. Em primeiro lugar, “a competitividade”. “Projetos como este estimulam o aumento da competitividade das empresas envolvidas. Sem empresas não há turismo”, sublinhou. Depois, a sustentabilidade. “O problema maior dos territórios de interior não é a desertificação, mas sim o despovoamento. Os equipamentos estão cá, é necessário criar condições para que os territórios sejam sustentáveis”, disse. Por último, a “colaboração”. “Este projeto permitiu um trabalho de fundo de cooperação transfronteiriça. Queremos que continue e o Turismo Centro de Portugal está disponível para novos projetos nesse sentido”, concluiu.

Programa “250 anos, 250 sabores” lançado

Os restaurantes e unidade de alojamento aderentes podem ser consultados em https://www.cm-castelobranco.pt/visitante/250-anos-250-sabores.

Também em curso está o lançamento em Castelo Branco, por parte da AHRESP, do programa “Seleção Gastronomia e Vinhos”, que tem também como objetivo promover a gastronomia e a restauração local, certificando a qualidade da oferta dos restaurantes. Este programa já certificou estabelecimentos de restauração dos territórios de Viseu Dão Lafões e Região de Coimbra, entre outras regiões, e avança agora para Castelo Branco.

Para poderem exibir nas suas instalações uma placa distintiva e um diploma do programa, os estabelecimentos selecionados necessitam de cumprir uma extensa lista de requisitos, que vão desde a formação dos colaboradores às boas práticas de higiene e segurança alimentar. A qualidade e origem das matérias-primas, o empratamento e apresentação final do prato são igualmente elementos preponderantes na avaliação dos estabelecimentos.

Cláudia Soares, vereadora da Câmara Municipal de Castelo Branco, destaca que “estes programas incentivam a dinâmica de atração de visitantes para o concelho, que celebra os seus 250 anos”“É uma forma de apoiar a nossa restauração e a nossa hotelaria, depois desta fase menos fácil. Queremos muito que sejam um sucesso e que iniciativas com estas possam ser replicados noutros momentos”, diz.

Para Jorge Loureiro, vice-presidente da AHRESP e vogal da comissão executiva do Turismo Centro de Portugal, “o programa ‘250 anos, 250 sabores’ constitui uma excelente oportunidade para as empresas renovarem as suas cartas gastronómicas, criando novos pratos com os produtos endógenos que distinguem Castelo Branco. Ao mesmo tempo, representa um estímulo ao consumo, quer do ponto de vista da restauração, quer do alojamento, através das medidas de apoio que duram até setembro”. Acresce que, diz Jorge Loureiro, “o programa Seleção Gastronomia e Vinhos vai posicionar os restaurantes de Castelo Branco ao nível das melhores práticas do país, na gastronomia e nos vinhos”.

Centro de Portugal em destaque nos prémios Guia Boa Cama Boa Mesa

O Centro de Portugal voltou a estar em grande destaque nos prémios do “Guia Boa Cama Boa Mesa. Este ano, foram distinguidos dez hotéis e cinco restaurantes situados no território da região.

Os prémios, atribuídos ontem, são mais uma demonstração da qualidade cada vez sustentada da oferta do Centro de Portugal nas áreas da hotelaria e restauração. A região recebeu 4 Chaves de Ouro, 3 Chaves de Prata, 1 Garfo de Ouro e 1 Garfo de Platina na edição deste ano. Além destes, houve ainda 3 Prémios Resiliência para alojamentos e 3 Prémios Resiliência para restaurantes.

 

 

 

 

A equipa do guia do jornal “Expresso” distinguiu com a Chave de Ouro os seguintes alojamentos da região: Areias do Seixo Charm Hotel (Mexilhoeira, Torres Vedras), Casas do Côro (Marialva, Mêda), H2otel Congress & Medical SPA (Unhais da Serra, Covilhã) e Rio do Prado (Arelho, Óbidos). A Chave de Prata foi atribuída à Casa de São Lourenço – Burel Panorama Hotel (Manteigas), às Luz Charming Houses (Fátima, Ourém) e ao Sapientia Boutique Hotel (Coimbra).

 

 

 

 

A nível da restauração, foram premiados dois projetos emblemáticos do Centro de Portugal. O “Boa Cama Boa Mesa” distinguiu o Rei dos Leitões (Mealhada) com um Garfo de Platina e o Mesa de Lemos (Silgueiros, Viseu) com um Garfo de Ouro. De assinalar que apenas foram atribuídos quatro Garfos de Platina e nove Garfos de Ouro em todo o país.

Num ano excecional, o guia “Boa Cama Boa Mesa” fez questão de distinguir igualmente a resiliência de uma área da economia que muito sofreu com a pandemia. Segundo o guia, “foram escolhidos simbolicamente 10 restaurantes e 10 alojamentos, tendo em conta critérios como o apoio à população local e aos profissionais de saúde, o investimento em tempo de crise e a capacidade de reinvenção, transversal ao setor”.

Na região Centro de Portugal, foram distinguidos três alojamentos e três restaurantes. Foram eles, nos alojamentos, a Casa da Cisterna (Castelo Rodrigo), o Evolutee Hotel (Óbidos) e o Pena D’Água Boutique Hotel & Villas (Covilhã); e, nos restaurantes, O Açude (Coimbra), Palace (Viseu) e Salpoente (Aveiro).

Prémio Carreira para Lurdes Graça, do Manjar do Marquês

Este ano, os prémios do “Guia Boa Cama Boa Mesa” entregaram o Prémio Carreira a duas personalidades que se distinguiram pelo trabalho na restauração. Uma delas é Lurdes Graça, do Manjar do Marquês, em Pombal, um restaurante com muita História na região Centro de Portugal. Aos 89 anos, Lurdes Graça continua diariamente a trabalhar no restaurante que fundou em 1986!

É com grande satisfação que a Turismo Centro de Portugal regista que, ano após ano, o Boa Cama Boa Mesa continua a premiar os restaurantes e os hotéis da região. Os Garfos de Platina  e de Ouro, as Chaves de Ouro e de Prata e os Prémios Resiliência assumem um valor ainda maior, num ano tão difícil para o setor como foi o de 2020. Estas distinções são uma evidência da capacidade que os empresários do Centro de Portugal têm de constantemente se reinventarem, continuando a pautar os seus serviços por elevados padrões de qualidade, na gastronomia e no saber receber. Deixo, em particular, um aplauso muito especial à Dona Lurdes Graça, pelo seu justíssimo Prémio de Carreira, sublinha Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal.

Os prémios “Boa Cama Boa Mesa” são dos mais prestigiados no setor da restauração e hotelaria em Portugal, reconhecendo, desde 2013, unidades que se destacam no nosso país.

CIMBSE divulga o melhor do Verão das Beiras e Serra da Estrela

A Comunidade Intermunicipal das Beiras e da Serra da Estrela (CIM-BSE) foi ‘a banhos’ na praia fluvial de Vale do Rossim, em Gouveia, com a vasta equipa do Aqui Portugal, da RTP. Tratou-se de uma produção de peso da estação pública no território, com dezenas de profissionais, corpo logístico e repórteres que percorreram os 15 municípios de lés-a-lés, com o único intuito de levar até ao público nacional e audiência internacional, a campanha de Verão da CIM-BSE. Esta iniciativa faz parte de uma campanha mais ampla que visa promover as praias fluviais e os espaços de natureza em todo o território e assim chamar de novo os portugueses e restantes turistas a visitarem e descobrirem a região, pós-confinamento. Esta é a primeira de muitas iniciativas que estão a ser desenvolvidas. Press Trips, visita de bloggers e influencers… o verão promete aquecer na Serra da Estrela.

Foto: ©RTP, Aqui Portugal

Hélder Reis e Vanessa Oliveira foram os apresentadores ‘de serviço’ de um programa memorável em plena praia fluvial de Vale do Rossim, paredes-meias com os municípios de Gouveia, Manteigas e Seia. O Aqui Portugal da RTP contou com uma megaprodução levada a cabo pela estação pública com o contributo da CIM-BSE. Dados os constrangimentos provocados pela crise pandémica, todos os participantes e staff foram devidamente testados e acauteladas todas as regras de segurança e distanciamento emanadas da Direção-Geral de Saúde.

Além do enfoque nas praias fluviais e zonas balneares, o programa abordou o melhor do seu território e dos seus 15 municípios. De Mêda ao Fundão, passando por Trancoso, Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas, Seia, Covilhã, Belmonte, Sabugal, Guarda, Celorico da Beira, Pinhel, Almeida e Figueira de Castelo Rodrigo falou-se do melhor da região – projetos inovadores como as iniciativas Cultura em Rede, a Rede Intermunicipal de Bibliotecas das Beiras e Serra da Estrela, a candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027, o Estrela Geopark Mundial da UNESCO, entre outras iniciativas.  Os ex-libris da gastronomia também estiveram em destaque como o Queijo Serra da Estrela, os azeites de montanha, os vinhos da beira Interior, Douro e Dão e todos os produtos característicos de cada município, mas também os ícones da cultura identitária como os têxteis em burel e o artesanato. Reveja aqui o programa na íntegra.

Ponto mais alto das férias de Verão vai ser nas Beiras e Serra da Estrela

 Este programa é só uma das muitas iniciativas previstas nesta campanha há de comunicação turística. Até setembro, a CIM-BSE leva a cabo uma série de propostas com vista a dar a conhecer a serra no verão. A campanha de verão da CIM-BSE tem como intuito dar a conhecer o destino, assim como as rotas alternativas de curta a média duração para o verão no pós-confinamento, que vão ao encontro de programas de férias saudáveis, essencialmente em espaço natureza para famílias e pessoas de várias faixas etárias. O objetivo passa por promover todo o potencial e recursos naturais e paisagísticos, ao mesmo tempo que se divulgam a identidade e oferta turística, a cultural, a histórica, a gastronómica, o património das suas gentes, dos seus saberes e sabores tão identitários deste território. Para tal irá organizar uma press trip com jornalistas nacionais e internacionais e várias road trip com bloggers e influencers de aventura e família para viverem e experienciarem o que é ter um verão na serra.

Esta ação enquadra-se no Projeto Produtos Turísticos Integrados de Base intermunicipal, desenvolvido pela Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, em parceria com o Turismo Centro de Portugal, cofinanciado pelo Portugal 2020, Centro 2020 e União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.