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Uso de máscaras ou viseiras nos transportes coletivos de passageiros deixa de ser obrigatório

O fim da obrigatoriedade do uso de máscaras ou viseiras nos transportes coletivos de passageiros, incluindo o transporte aéreo, bem como no transporte de passageiros em táxi ou TVDE, assim decidiu o Conselho de Ministros. Deixa também de ser obrigatório o uso em farmácias de venda ao público e nos locais determinados pela Direção-Geral da Saúde.

Mantém-se a obrigatoriedade do uso de máscaras ou viseiras em estabelecimentos e serviços de saúde e estruturas residenciais ou de acolhimento ou serviços de apoio domiciliário para populações vulneráveis, pessoas idosas ou pessoas com deficiência, bem como unidades de cuidados continuados integrados da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

Na conferência de imprensa após o Conselho de Ministros, a Ministra da Saúde, Marta Temido, afirmou que a medida, agora aprovada, deve-se «à evolução favorável» e à «tendência estável do número de casos» de infeção por Covid-19 em Portugal.

A Ministra disse, contudo, que «esta dispensa de obrigatoriedade de utilização não invalida que, em cada momento, as pessoas» devam fazer a sua «autoavaliação do risco e proteger-se se assim for o caso».

Mortalidade por todas as causas «dentro dos valores esperados»

Marta Temido referiu também que, na última semana, «a mortalidade por todas as causas se encontra agora dentro dos valores esperados para esta época do ano o que indica, de alguma forma, o termo do período de excesso de mortalidade que vínhamos sentindo».

No caso da mortalidade por Covid-19, a Ministra disse que o País tem assistido a um decréscimo desde o final de julho e que hoje essa tendência está abaixo dos dez casos por milhão de habitantes.

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