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Aguiar da Beira

Avisos e Liturgia do I Domingo do Advento- ano C

a)         Iniciamos, hoje, um novo Ano Litúrgico, muito antes do início de mais um ano civil. O ambiente social, através do comércio, da publicidade, já respira um “ar natalício”. Vale a pena aproveitar esta antecipação e valorizar aquilo que é interessante. Para nós, cristãos, o tempo tem outro sentido. O centro, a plenitude dos tempos, o núcleo do ano é a Páscoa do Senhor, o Tríduo Pascal no qual celebramos o mistério salvador da morte e da ressurreição de Jesus Cristo que nos convoca em cada domingo à eucaristia. Porém, há que preparar o Advento e as festas do Natal. Iremos preparar, novamente, o nosso interior para receber de novo, no hoje da nossa vida, o nascimento Daquele que dá sentido ao tempo, à história e à nossa vida. É importante que se note que estamos a iniciar um novo tempo que é forte e importante. Ao começar o Advento, coloquemos já o nosso olhar na celebração do Natal – Epifania, como fazemos quando iniciamos a Quaresma que só tem sentido a partir da Páscoa. Na nossa celebração e na pastoral da comunidade, tudo tem que expressar que estamos a começar de novo: a coroa do Advento, cartazes com frases alusivas ao tempo, cânticos adequados, a programação de uma celebração penitencial, vigílias de oração, actividades formativas e catequéticas, etc.

 

b)        O Advento situa-nos entre as duas vindas do Filho do Homem. O Prefácio do Advento I diz-nos claramente: “Ele veio a primeira vez … de novo há-de vir”. O primeiro domingo do ano litúrgico põe-nos sempre à nossa reflexão esta segunda vinda do Filho do Homem. Para esta segunda vinda, na celebração tudo nos convida a estar preparados e vigilantes, mesmo a recordação da primeira vinda. Aguardaremos pela segunda vinda do Senhor em vigilância e oração. Mas hoje, o Senhor também está presente, porque vem assiduamente ao encontro de cada um e da história. É preciso saber descobrir o Senhor, é necessário estar atento para que Ele não passe despercebido. O momento presente não é só preparação para a vinda definitiva, mas também acolher hoje a vinda do Senhor que é salvadora.

28-11-2021

c)         Jesus diz-nos no evangelho: “Erguei-vos, levantai a cabeça, porque a vossa libertação está próxima”. Libertação de quê? Jesus dá a resposta: de todas as coisas que escurecem e preocupam demasiado o nosso coração. Que programa mais belo para o Advento: o contraste com tudo aquilo que nestes dias que antecedem o Natal nos preocupa demasiado; quantos negócios e compras nos preocupam demasiado! Tudo isto pode criar em nós uma insensibilidade a Deus que vem para nos libertar de todas as escravidões da vida. A livre pobreza do Natal recordar-nos-á de tudo isto. A nossa pregação deverá ajudar a que todos “compareçam de pé diante do Filho do Homem” que vem amorosamente à vida humana. Como São Paulo nos diz, há que valorizar o esforço que cada um faz na sua caminhada de fé. Não vale a pena ter sempre um discurso negativo e deprimente. “Deveis proceder para agradar a Deus e assim estais procedendo; mas deveis progredir ainda mais” (2ª leitura). Só assim tem sentido o Advento. A Oração Colecta deste domingo faz-nos pedir a Deus que despertemos em nós “a vontade firme, pela prática das boas obras, para ir ao encontro de Cristo”.

 

d)        “Para Vós, Senhor, elevo a minha alma”, cantaremos no Salmo Responsorial. É também o texto da Antífona de Entrada. Quando nos preparamos para viver de novo a “humilhação” de Deus que assumiu a nossa condição humana, excepto o pecado, deveremos corresponder com a nossa “elevação”. “Corações ao alto! O nosso coração está em Deus”, proclamaremos no início da Oração Eucarística. “Ensinais a amar os bens do Céu e a viver para os valores eternos”, diremos na Oração Depois da Comunhão. Este “subir” e “descer” que vivemos na Eucaristia tem de estar bem firme nos nossos corações “para nos apresentarmos santos e irrepreensíveis” diante de Deus. Esta é a nossa esperança, é a esperança do Advento.

 

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Ano C - Advento - 1º Domingo - Boletim Dominical II

CIM Viseu Dão Lafões-Seminário Redescobrir o Valor do Pinhão

Vai ter lugar o Seminário Redescobrir o Valor do Pinhão, um olhar contemporâneo sobre a pinha, o pinhão e o pinheiro manso, nesta sexta-feira, dia 26 de novembro, pelas 14:30h, no Auditório da Escola Superior de Tecnologia de Viseu, numa iniciativa da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões.

Este Seminário insere-se no Projeto de Valorização da Pinha e do Pinhão da Região Centro que integra o Forest4future, um consórcio que visa a demonstração de tecnologias inovadoras que permitam aumentar a cadeira de valor da fileira florestal, com particular ênfase para a fileira do pinho. 

Programa em: https://tinyurl.com/2vjwcv4v

 

Aguiar da Beira-Mega estendal com os Direitos das Crianças

Em Aguiar da Beira, o “Dia Internacional dos Direitos das Crianças”, foi assinalado com um mega estendal com os Direitos das Crianças, exibidos com os trabalhos elaborados pelos alunos do Agrupamento de Escolas.

Esta ação, realizada em parceria com o Agrupamento de Escolas Padre José Augusto da Fonseca, teve como objetivo, sensibilizar e alertar para os direitos das crianças: para a não discriminação, o interesse superior da criança, a sobrevivência e desenvolvimento e a opinião da criança. Os trabalhos foram expostos no Largo da Carvalha, em Aguiar da Beira.

 

AF Guarda- Resultados do Campeonato Distrital 1ªDivisão– 10ªjornada

Guarda DFC –  Os Pinhelenses- 3-0
SC Celoricense – Guarda FC- 3-2
Freixo Numão – VF Naves-1-1
GD Trancoso – Foz Côa- 2-0
Aguiar  da Beira –  Casal Cinza- 3-0
Soito – SC Sabugal- 0-0
Estrela Almeida – Vila Cortez-1-3
Folga: AD Fornos de Algodres
Classificação:
1º-Guarda DFC-25
2º-Trancoso-23
3ºAD Fornos de Algodres-21
4º-Guarda FC-19
5º-Vila Cortez-18
6º-Foz Côa-18
7º-SC Celoricense-18
8º-Aguiar da Beira-13
9º-Estrela Almeida-10
10º-SC Sabugal-10
11º-Os Pinhelenses-7
12ºVF Naves-5
13º- Soito-4
14ºFreixo Numão-4
15ºCasal Cinza-0

Avisos e Liturgia do Domingo 34º do Tempo Comum – ano B CRISTO – REI

O título de rei é um dos que mais aparece no Antigo Testamento aplicado a Deus. Além de outros livros, no livro dos Salmos encontramos muitos exemplos, como o salmo 92 (93) que cantamos neste domingo: “O Senhor é rei, revestiu-Se de majestade”. A tradição da Igreja leu o Antigo Testamento a partir da experiência de Jesus Cristo ressuscitado. Nos Cânticos do Servo de Javé, em Isaías, os cristãos contemplam Jesus Cristo como “Servo sofredor”. Esta tradição também o viu como rei entrando na sua glória, como diz o salmo 24 (23): “Ó portas, levantai os vossos umbrais! Alteai-vos, pórticos eternos, que vai entrar o rei glorioso. Quem é Ele, esse rei glorioso? É o Senhor do universo! É Ele o rei glorioso”. A história de Israel é ambígua sobre a realeza, como se pode comprovar com o profeta Elias que resiste dar ao povo o rei que reclama: “Dá-nos um rei que nos governe, como têm todas as nações” (1Sm 8,5). Porém, Deus avisa Elias que se o povo quer um rei é porque rejeita a sua realeza: “Ouve a voz do povo em tudo o que te disser, pois não é a ti que eles rejeitam, mas a mim, para que Eu não reine mais sobre eles” (1Sm 8,7). E diz a Elias que lhes conceda o que pedem, mas que lhes explique como irão sofrer com os abusos do rei. Jesus retoma esta ideia quando fala do serviço e do poder: “Os reis das nações imperam sobre elas…Ora, Eu estou no meio de vós como aquele que serve” (Lc 22,25.27). O texto que colocaram na cruz de Cristo dizia: “Este é Jesus, o rei dos Judeus” (Mt 27,37), e nos diversos relatos da paixão, começando pela entrada solene em Jerusalém, vai-se afirmando frequentemente que Jesus é o rei dos judeus. O texto evangélico deste domingo centra-se no interrogatório de Pilatos sobre que classe de rei é Jesus e qual é a sua realeza: “Tu és o rei dos Judeus?”. Jesus sempre guardou silêncio sobre se Ele era o Messias, com receio que o Messias que Ele é fosse confundido com o Messias que os seus conterrâneos esperavam. Isto também acontece sobre a sua realeza. Recordemos o que aconteceu depois da multiplicação dos pães e dos peixes: “Jesus, sabendo que viriam arrebatá-lo para o fazerem rei, retirou-se de novo, sozinho, para o monte” (Jo 6,15). Não quer ser o rei que eles querem coroar. Jesus é rei, mas entra em Jerusalém humildemente: “Dizei à filha de Sião: Aí vem o teu Rei, ao teu encontro, manso e montado num jumentinho, filho de uma jumenta” (Mt 21,5). É um rei que vem em nome de Deus: “E diziam: Bendito seja o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no Céu e glória nas Alturas” (Lc 19,38). Finalmente, é um rei mestre e Filho de Deus: “Respondeu Natanael: Rabi, Tu és o Filho de Deus! Tu és o Rei de Israel” (Jo 1,49). É Rei dos Judeus, mas não o rei que eles querem que seja, mas o rei que Ele quer ser. Jesus respondeu a Pilatos: “O meu reino não é deste mundo”. E diz mais: “Para isso nasci e vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade”, da Verdade, com letra maiúscula, ou seja, de Deus. Nasceu e está no mundo com esta finalidade. O Seu Reino propõe outro mundo, nada sublime, mas concreto, humano, embutido no mundo para o qual foi enviado para o salvar. São Paulo fala deste Reino como do Reino de “justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Rom 14,17). Não é um Reino de poder excessivo, mas é um Reino de vida plena para todos os que O acolhem de coração: “porque deles é o Reino do Céu” (Mt 5,10). O prefácio da solenidade deste domingo é muito claro: “reino de verdade e de vida, reino de santidade e de graça, reino de justiça, de amor e de paz”. Que este Reino venha até nós, como pedimos na oração do Pai Nosso.

21-11-2021

LEITURA ESPIRITUAL

Pois, que é isto, Senhor meu?… Que é isto, meu Imperador? Como se pode sofrer isto? Sois Rei, Deus meu, para sempre, e não é emprestado o reino que tendes. Quando se diz no Credo: «Vosso Reino não terá fim», isto dá-me quase sempre particular consolação. Louvo-Vos, Senhor, e bendigo-Vos para sempre; enfim, o Vosso reino durará para sempre. Nunca permitais, Senhor, que se tenha por bom que, quem for a falar convosco, o faça só com a boca. Sim, não nos devemos aproximar para falar a um príncipe com o mesmo descuido que a um lavrador ou como a uma pobre como nós, pois, como quer que seja que nos falem, está bem. E assim, já que por humildade deste Rei, se eu por grosseira não Lhe sei falar, Ele nem por isso deixa de me ouvir, nem de me chegar a Si, nem me lançam fora Seus guardas; porque bem sabem os anjos que ali estão a índole do seu Rei, que gosta mais desta rudeza dum pastorzinho humilde pois vê que, se mais soubera mais diria, que dos mui sábios e letrados por elegantes arrazoados que façam, se não vão acompanhados de humildade, não é razão que, por Ele ser bom, sejamos nós descomedidos. Sequer ao menos para Lhe agradecer o que Ele sofre da vizinhança, consentindo a uma como eu ao pé de Si, é bem que procuremos conhecer a Sua limpeza e quem é. É verdade que, logo em chegando, se conhece, não como a senhores de cá que, em nos dizendo quem foi seu pai e os contos que tem de renda e o título, nada mais há a saber. Aproximai-vos pensando e entendendo, ao chegar, com quem ides falar ou com quem estais falando. Em mil vidas das nossas não acabaremos de entender como merece ser tratado este Senhor, diante de quem tremem os anjos. Em tudo manda, tudo pode; Seu querer é operar. Pois, razão será, filhas, que procuremos deleitar-nos nestas grandezas que tem o nosso Esposo e entendamos com quem estamos casadas e que vida havemos de ter. (Santa Teresa de Jesus, Caminho da Perfeição, cap. 22).

 

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Ano B - Tempo Comum - 34º Domingo - Boletim Dominical II

AF Guarda- Aguiar da Beira- GD Trancoso-1-1(acerto de calendário)

Uma noite fria , na vila dos cabicancas com a turma local a receber os vizinhos do GD Trancoso, com o empate a ser o desfecho final.

Uma partida bem disputada por ambas as equipas, com Liberata a abrir o ativo para os visitantes aos 29´, a partir daqui a reação do Aguiar para tentar a igualdade, com diversas jogadas importantes, Nuno Sena tentava alterar o seu xadrez, mas o intervalo chega com os visitantes a vencer.

a segunda parte , com grande equilíbrio, mas bem discutida no sentido de ambas querem marcar, mas ao cair do pano, eis que os locais empatam por Serôdio e dava a divisão de pontos.

Foto:GDT (Arquivo)

VIII Certame Gastronómico do Míscaro de Aguiar da Beira

Vai ter lugar o VIII Certame Gastronómico do Míscaro que é um dos bons motivos para visitar Aguiar da Beira.

Assim nos dias 27 e 28 de novembro vai ser um fim de semana cheio de boa comida e boa disposição. Muita música com  Sete Saias, Rosinha e demais grupos locais.

O Trail do Míscaro outra atração para esta vila que vai levar centenas de atletas, para desfrutar da natureza.

 

CIM Viseu Dão Lafões avança na 2ªfase do Projeto Balcão Único do Prédio – BUPi

Uma sessão que decorreu no Auditório Municipal de Tondela,  a Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões promoveu uma reunião de operacionalização dos balcões de atendimento itinerante BUPi e contou com a presença de Vereadores e Gestores Municipais dedicados a este projeto, teve como objetivo a apresentação da metodologia de funcionamento das equipas móveis de cadastro responsáveis pela ativação dos balcões de atendimento itinerante.

Assim, nesta segunda fase do Projeto Balcão Único do Prédio – BUPi, está prevista a ativação de 18 balcões de atendimento itinerante nos 14 municípios que constituem a CIM Viseu Dão Lafões. Geograficamente, 3 destes balcões serão destinados ao concelho de Viseu, já os concelhos de Tondela e Castro Daire acolhem 2 balcões cada, sendo que, cada um dos restantes municípios contará com 1 balcão exclusivamente dedicado ao seu território.

Cada balcão de atendimento itinerante será composto por uma equipa móvel de cadastro constituída por 2 técnicos habilitados, responsáveis, num primeiro momento, pela realização de ações de sensibilização e esclarecimento junto das populações (e proprietários) e, posteriormente, pela itinerância dos balcões por cada uma das freguesias dos respetivos municípios.

A operacionalização das referidas equipas móveis de cadastro e a posterior ativação dos balcões de atendimento itinerante, que, freguesia a freguesia, percorrerão todo o território, irá permitir que a CIM e os seus municípios reforcem o conhecimento geoespacial que detêm relativo à região, ao mesmo tempo que aumentam a sua capacidade de gestão e planeamento territorial, ganhando uma nova ferramenta que, entre outras finalidades, pode ser utilizada na defesa da floresta e da biodiversidade, assim como, na proteção das populações contra incêndios.

Fruto deste projeto, cuja primeira fase foi lançada pela CIM a 21 de junho de 2021, a representação gráfica georreferenciada de propriedades tem decorrido a bom ritmo no território de Viseu Dão Lafões, estando três municípios no TOP 10 nacional de georreferenciações, nomeadamente, Viseu, Tondela e Castro Daire.

Recorde-se que, esta iniciativa resulta de uma candidatura, apresentada pela CIM Viseu Dão Lafões, ao Programa Operacional Centro 2020, com vista à implementação de um Sistema de Informação Cadastral Simplificado na Região Viseu Dão Lafões, num investimento global superior a 2,3 milhões de euros.

AF Guarda–Resultados do Campeonato Distrital da 1ªDivisão 9ªjornada

Foz Côa – Soito- 1-0
Casal Cinza – Guarda DFC- 0-3
Guarda FC – Estrela Almeida- 2-1
SC Sabugal – Freixo Numão-3-1
Os Pinhelenses – GD Trancoso- 1-2
Vila Cortez – AD Fornos de Algodres-1-2
VF Naves – SC Celoricense- 0-2
Classificação:
1º- Guarda DFC-22
2ºAD Fornos de Algodres-21
3º-Trancoso-19
4º-Guarda FC-19
5º-Foz Côa-18
6º-Vila Cortez-15
7º-SC Celoricense-15
8º-Estrela Almeida-10
9º-SC Sabugal-9
10º-Aguiar da Beira-9
11º-Os Pinhelenses-7
12º-VF Naves-4
13º-Soito-3
14º-Freixo Numão-3
15º- Casal Cinza-0