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Fornos de Algodres

Exposição Reciclarte em Fornos de Algodres

A Biblioteca Municipal Maria Teresa Maia Gonzalez em Fornos de Algodres tem patente uma exposição de arte, com vários quadros com vários temas construída também pelos alunos do Agrupamento de Escolas.

Para elaborar estes materiais, os jovens reutilizaram materiais que iam para o lixo.

Foi deste modo um belo trabalho, onde todos os visitantes vão gostar de visualizar ao vivo neste espaço cultural.

Assim, Manuel Fonseca, presidente da Câmara e Alexandre Lote, vice-Presidente estiveram na inauguração desta exposição.

Deste modo, esta iniciativa teve o apoio da Asta Teatro e claro do Agrupamento de Escolas, mas também à biblioteca que acolhe esta exposição.

Avisos e Liturgia do 17º Domingo do Tempo Comum- ano B

 

a)         A pregação homilética dos domingos 17-21 “per annum” exige uma atenção especial pelo carácter unitário do tema: a Eucaristia. A proposta que aqui se faz tem três vertentes, a saber: figuras da Eucaristia (primeiras leituras), o discurso do pão da vida (evangelho), oração eucarística (salmos responsoriais). Nas reflexões dominicais destes domingos, poder-se-ia rever a doutrina eucarística, tendo como base os seguintes documentos: a Exortação Apostólica “Sacramentum Caritatis” e a Encíclica “Ecclesia de Eucharistia”.

 

b)        A breve narração do 2º Livro dos Reis leva-nos a destacar alguns aspetos que poderíamos chamar “o mistério do pão”. Trata-se das primícias das colheitas. O gesto de apresentar as primícias das colheitas aos profetas era, em Israel, uma maneira de reconhecer que a terra onde viviam e as colheitas que dela tiravam, eram um dom de Deus. Este gesto era, ao mesmo tempo, memorial, acção de graças e súplica. No caso particular de Eliseu, o pão apresentado converte-se em alimento para toda a comunidade, apesar da desproporção entre a quantidade de pães e a multidão que come. É uma manifestação da eficácia da palavra do Senhor, o Criador. Como é fácil de constatar que, onde se cumpre a Palavra do Senhor, o pão não falta: “eles comeram e ainda sobrou”. Diante das políticas que procuram a “solução” para a fome no mundo com a diminuição da natalidade – chegando a promover o aborto – a nossa fé afirma que, quando os homens se aperceberem que a terra é de Deus e lhe oferecerem os frutos como dons recebidos, saberão também distribuí-los fraternalmente: “Comerão e ainda há-de sobrar”. O pão apresentado a Eliseu anuncia o pão e o vinho apresentados para a celebração da Eucaristia. Quando Jesus os transforma na sua pessoa, toda a comunidade se alimenta com o alimento celestial.

 

c)         A multiplicação dos pães e dos peixes, tal como a escutámos no evangelho de S. João, apresenta-nos características próprias: trata-se de um facto contemporâneo à Páscoa; estavam numa montanha, num lugar isolado, onde não se costuma encontrar pão; Jesus “bem sabia o que ia fazer”, como também na Última Ceia: destaca-se o carácter teândrico do símbolo. A multidão reage com uma alusão implícita ao anúncio feito por Moisés: “Este é, na verdade, o Profeta que estava para vir ao mundo” (cfr. Dt 18,15: “O Senhor, teu Deus, suscitará no meio de vós, dentre os teus irmãos, um profeta como eu; a ele deves escutar”. Jesus é considerado o Novo Moisés, que procura pão para o povo. Toda a narração tem um carácter profético em relação com a instituição da Eucaristia. A proximidade da Páscoa anuncia a “nova Páscoa”, na qual, Jesus sabendo o que queria fazer, na solidão da cruz oferecerá ao Pai o seu próprio corpo para reunir os filhos de Deus que andavam dispersos. Antes deste momento, realizou o seu sacrifício pascal, único e definitivo, para que a Igreja, através dos sacerdotes, sob as espécies do pão e do vinho, possa unir-se à sua oferenda.

25-07-2021

d)        O salmo 144 parte da fé na criação: Deus é glorioso e poderoso. Por isso, o salmista tem os olhos postos em Deus, com um olhar cheio de esperança, porque basta que Deus abra as mãos para que todos fiquem saciados. Na base deste dom de Deus está sempre a sua bondade: “a todos saciais generosamente”. A criação é a primeira revelação do amor de Deus.

 

e)         O início da Oração Eucarística IV, antes do Santo, é um texto muito semelhante ao salmo 144. Toda a oração eucarística tem, em diversos momentos, referências à criação. Na Eucaristia, há matéria que são “fruto da terra e do trabalho do homem”, porque foi essa a vontade de Jesus. Na Eucaristia, a criação faz a passagem para a nova criação.

 

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Ano B - Tempo Comum - 17º Domingo - Boletim Dominical II

Guarda- “Democracia e Poder Local” com António Costa

Vai decorrer este sábado, dia 24 de julho , pelas 18 horas, no Jardim José de Lemos (Guarda) a sessão “Democracia e Poder Local”, que contará com a participação do Secretário-Geral do Partido Socialista, António Costa, e dos candidatos do Partido Socialista a Presidente da Câmara Municipal do Distrito da Guarda.

O momento, promovido pela Federação Distrital da Guarda do Partido Socialista, contará também com a presença de Ana Mendes Godinho, Ministra do Trabalho e solidariedade social, de Ana Abrunhosa, atual Ministra da Coesão Territorial, e de todos os candidatos do PS às Câmara Municipais do distrito da Guarda.

Fornos de Algodres- Percurso noturno no âmbito aBEIRAr

Vai ter lugar neste próximo sábado, um percurso noturno com início e término no Miradouro de Santa Luzia, em Infias, acompanhados de Rui Agostinho, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, que sob o desígnio do CÉU, proporcionará aos participantes um olhar diferente do Cosmos.
aBEIRAr surge do cruzar de objetivos comuns entre a Rede Intermunicipal das Bibliotecas das Beiras e Serra da Estrela, Plataforma de Ciência Aberta – Município de Figueira de Castelo Rodrigo, o Estrela Geopark e a Universidade da Beira Interior – UBI com a missão potenciar o envolvimento e a participação cívica com a ciência, promover o diálogo entre cientistas e cidadãos e despertar o interesse da comunidade na construção de conhecimento e valorização do território.
As inscrições são gratuitas mas obrigatórias até ao dia 23 de julho através dos seguintes contactos: biblioteca@cm-fornosdealgodres.pt | tlm. 271 708 390
Limitado a 30 inscrições.

Esgalhada Trail Team participa na Portugal 281 Ultramarathon

Vai ter lugar a Portugal 281 Ultramarathon ,onde a sétima edição arranca esta quinta-feira, com início no Castelo de Belmonte e meta instalada na praia fluvial da Aldeia Ruiva em Proença-a-Nova. Deste modo , a equipa fornense do Esgalhada Trail Team vai ser representada por Fábio Mendes .

A Ultra Maratona Portugal vai percorrer 281 quilómetros entre Belmonte e Proença-a-Nova, passando por Penamacor, pela Serra de Malcata, Monsanto e Penha Garcia, Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Tejo Internacional, Vila Velha de Ródão, Portas de Ródão e Oleiros. A partida será dada, esta quinta-feira pelas 18h, no Castelo de Belmonte, e com chegada até ao meio-dia de domingo, na Praia Fluvial da Aldeia Ruiva, no concelho de Proença-a-Nova, tendo os atletas um tempo máximo de 66h para completar a prova.

Fornos de Algodres-Praia Fluvial de Juncais animada por Bárbara Tinoco e os Uzohms

A Praia Fluvial da Ponte de Juncais agora em modo renovado, recebeu dois concertos num fim de semana, limitação de pessoas presentes, seguindo todas as normas da DGS.
Desta feita, no  sábado, 17 de julho, Bárbara Tinoco  realizou um excelente concerto perante uma plateia atenta e entusiasta com todas as suas músicas.
No domingo, 18 de julho, foi a vez da banda Uzohms, da Ilha Terceira, subir ao palco e encantar os presentes com canções que misturaram o rock, o humor, o sotaque terceirense e referências ao viver ilhéu.
Durante o dia, o calor pairava na praia e os visitantes aproveitavam para andar de
gaivota e outros para dar um mergulho nas boas águas do Mondego e saborear um bom petisco e uma bebida fresca.
Um fim de semana muito animado na Praia Fluvial de Juncais.

Alto Mondego- Rui Mimoso apresenta Slackline aos jovens

O slackline é uma das modalidades integradas no projeto do Alto Mondego, deste modo, Rui Mimoso está em Fornos de Algodres no sentido de várias demonstrações e campeonatos já realizados, cujo objetivo será poder ter a oportunidade de formar novos slackliners.

Assim , no Centro Cultural Dr.António Menano , o slackliner procurou sensibilizar todos os presentes sobre a modalidade , para no Mercado Municipal realizar demonstrações e tentar que estes jovens tentassem também a sua sorte.

Fornos de Algodres- Manuel Fonseca aconselha emigrantes a cumprir as normas da DGS

Com os meses de verão, os emigrantes regressam ás suas terras natal para descansar e visitar alguns familiares, face a isso, a Câmara Municipal de Fornos de Algodres , através de declarações à Lusa, pelo Presidente  Manuel Fonseca deixa uma palavra aos emigrantes “O grande apelo que faço, e que nós fazemos sempre, é o de que possam cumprir todas as normas definidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) de maneira a que, depois de um ano terrível que tivemos, as coisas não se compliquem ,uma vez que a pandemia “ainda não acabou”, é necessário prestar atenção “a tudo o que se possa passar”

Mas salienta ainda que, todos vêm já preparados para este processo” e que “há uma autodisciplina” na forma como se movimentam no território.

Para todos efeitos é uma fase em que todo cuidado é pouco, para tal elucida que não é possível  prever o que possa acontecer no futuro, mas tanto as pessoas de Fornos de Algodres como todas as instituições particulares de solidariedade social e os bombeiros estão atentos a alguns sinais eventualmente negativos que possam acontecer.

Em suma, espera-se o verão seja em segurança para tudo poder ficar mais fácil para todos.

Avisos e Liturgia do 16º Domingo do Tempo Comum – ano B

O medo não é um bom conselheiro, mas este sentimento pode ajudar-nos a sermos prudentes e a manifestar uma coragem e valentia mais madura. Os profetas, como Jeremias, tinham medo, mas não se demitiram da sua responsabilidade de servir o povo de Israel, apesar das críticas, das perseguições e até da morte. Não é fácil construir caminhos de paz e de bem se estamos bloqueados pelo medo do que os outros nos possam fazer, ou tirar, ou das feridas que possam surgir.

Em cada um de nós há sempre um coração dividido, porque temos muita vontade de fazer o bem, mas, muitas vezes, deixamo-nos levar pelo egoísmo e pelos nossos interesses. Somos capazes de expressar sentimentos de compaixão com todas as vítimas de alguma desgraça, como também facilmente desconfiamos das campanhas solidárias e ficamos numa indiferença irresponsável. Sentimos que, por vezes, desconfiamos do projecto de paz e de fraternidade para a nossa sociedade e para o mundo. Jesus é o bom pastor que nos ajuda a construir pontes para unir a humanidade, como um só povo.

Depois de ter enviado os Doze dois a dois em missão, eles “voltaram para junto de Jesus e contaram-Lhe tudo o que tinham feito e ensinado. Então Jesus disse-lhes: Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco”. Como é importante interiorizar, rezar, contemplar, dar graças, pedir a força do Espírito Santo e a sabedoria de coração! Não se pode construir nada de bom com a cabeça quente, prisioneiros de interesses, de pessoas, de amizades estratégicas e aduladoras, pagando favores a quem nos deixámos vender. Para quem tem a missão de ser pastor e de orientar pessoas, o que foi dito anteriormente nunca deve entrar no programa das suas vidas. Ser pastor, ser guia, supõe sempre respeitar a dignidade e a liberdade de todas as pessoas. Não pode haver escolhas de pessoas, de famílias. Aparentemente parece que se ganha muito ao fazer escolhas, mas perde-se tudo quando nos deixamos vender. Não pode haver predilecção por pessoas com títulos, com brasões, com influência na sociedade. Ser pastor, ser guia, é acolher todos da mesma forma, tendo em conta as suas angústias e as suas preocupações. Ser pastor, ser guia, supõe estar atento às necessidades de todas as pessoas que clamam por serem escutadas e amadas.

Ser discípulo de Jesus é ser pastor e ser guia. Supõe ser enviado por Ele e descansar Nele, nunca esquecendo que Ele é a nossa justiça e a nossa paz e repouso. Sim, há uma justiça humana que impõe normas e dá sentenças de acordo com os critérios de cada lugar e de cada cultura. Há também uma paz humana, condicionada sempre pelos poderes políticos, nem sempre orientados para o bem comum. A Justiça e a Paz de Jesus fundamentam-se no amor, na confiança de que Deus quer a liberdade e o melhor para os seus filhos, para todos os seus filhos. Jesus sofreu muito e acabou a morrer na cruz. É da cruz, com os braços bem abertos, que quer reconciliar todo o mundo. A paz de Jesus gera homens e mulheres novos, livres e fraternos.

Jesus enviou os seus discípulos em missão mas não os abandonou. Espera por eles, acompanha-os, ouve-os. Um bom pastor, um bom guia, deve ter sempre presente na sua missão estes três verbos: esperar, acompanhar, ouvir. Jesus procedeu assim para que os pastores aprendam a acompanhar todos aqueles que precisam de ser apoiados e animados ao longo da vida. Não se escolhem pessoas, acolhem-se todas as pessoas!

Como S. Paulo e Jeremias, sabemos que a amizade e a misericórdia de Deus nunca nos abandonarão. Por isso, não devemos abandonar ninguém, mas sermos pontes de afecto e de generosidade, porque todos são filhos de Deus.

17-07-2021

LEITURA ESPIRITUAL

Jesus Cristo, que morreu, que ressuscitou, que está à direita de Deus, que intercede por nós” (Rm 8, 34), está presente na sua Igreja de múltiplos modos: na sua Palavra, na oração da sua Igreja, “onde dois ou três estão reunidos em Meu nome” (Mt 18, 20), nos pobres, nos doentes, nos prisioneiros, nos seus sacramentos, dos quais é o autor, no sacrifício da missa e na pessoa do ministro. Mas está presente “sobretudo sob as espécies eucarísticas”. O modo da presença de Cristo sob as espécies eucarísticas é único. Ele eleva a Eucaristia acima de todos os sacramentos e faz dela “como que a perfeição da vida espiritual e o fim para que tendem todos os sacramentos”. No santíssimo sacramento da Eucaristia estão “contidos, verdadeira, real e substancialmente, o corpo e o sangue, conjuntamente com a alma e a divindade de nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, Cristo completo”. “Esta presença chama-se “real”, não a título exclusivo como se as outras presenças não fossem “reais”, mas por excelência, porque é substancial, e porque por ela se torna presente Cristo completo, Deus e homem”. É pela conversão do pão e do vinho no corpo e no sangue de Cristo que Ele Se torna presente neste sacramento. Os Padres da Igreja proclamaram com firmeza a fé da mesma Igreja na eficácia da Palavra de Cristo e da acção do Espírito Santo, para operar esta conversão. Assim, São João Crisóstomo declara:

“Não é o homem que faz com que as coisas oferecidas se tomem corpo e sangue de Cristo, mas o próprio Cristo, que foi crucificado por nós. O sacerdote, figura de Cristo, pronuncia estas palavras, mas a sua eficácia e a graça são de Deus. Isto é o Meu corpo, diz ele. Esta palavra transforma as coisas oferecidas”. A presença eucarística de Cristo começa no momento da consagração e dura enquanto as espécies eucarísticas subsistirem. Cristo está presente todo em cada uma das espécies e todo em cada uma das suas partes, de maneira que a fracção do pão não divide Cristo. Na liturgia da Missa, nós exprimimos a nossa fé na presença real de Cristo sob as espécies do pão e do vinho, entre outras maneiras, ajoelhando ou inclinando-nos profundamente em sinal de adoração do Senhor. É de suma conveniência que Cristo tenha querido ficar presente à sua Igreja deste modo único. Uma vez que estava para deixar os seus sob forma visível, Cristo quis dar-nos a sua presença sacramental; e visto que ia sofrer na cruz para nos salvar, quis que tivéssemos o memorial do amor com que nos amou “até ao fim” (Jo 13, 1), até ao dom da própria vida. Com efeito, na sua presença eucarística, Ele fica misteriosamente no meio de nós, como Aquele que nos amou e Se entregou por nós, e permanece sob os sinais que exprimem e comunicam este amor. (Catecismo da Igreja Católica, 1373-1380)

 

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Ano B - Tempo Comum - 16º Domingo - Boletim Dominical II

Liga dos Amigos da Matança inaugurou obras de alargamento das instalações

  A Liga dos Amigos da Matança que já possuía uma estrutura residencial para idosos, voltou a colocar mãos à obra e como tinha terreno suficiente para ampliação das suas instalações, acabou por fazê-lo.

Face a isso, inaugurou agora a ampliação das instalações com a presença da Ministra do Trabalho Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, da Secretária de Estado da Ação Social , Rita Mendes , do Presidente da Câmara Municipal, Manuel Fonseca e seus vereadores e claro do anfitrião, Arlindo Pinto , Presidente desta instituição.

Perante uma cerimónia breve, cumprindo as normas de segurança da DGS.
Assim esta estrutura residencial está apta para receber mais alguns idosos que venham a ser aqui inscritos, uma maior comodidade e conforto esta casa passa a ter.
Fotos:LM