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Fornos de Algodres

Artigo de Cinema de Madalena Fonseca—- A Gaiola Dourada

A Gaiola Dourada de Ruben Alves, de 2013, é um filme sobre uma família de emigrantes portugueses em França, em que é explorada uma representação plena de clichês, relacionados com aquela comunidade. O tema da emigração portuguesa é especialmente atrativo para o público português, que se revê e sente o filme com todas as suas particularidades, esta pode ser uma das explicações para a sua grande visualização. O realizador, pela elegante forma como caracteriza e representa o povo português, enaltece-o, enquanto homenageia os emigrantes que sonham voltar a casa.

Relativamente à estrutura e aspetos que valorizam o filme como, estereótipos, elementos subliminares portugueses, as diferenças entre portugueses e franceses e jogos cómicos, fazem desta uma obra muito bem conseguida. Conjugado com a utilização das formas cinematográficas como, ligações entre cenas, cortes, montagem, movimentos de câmara, e utilização de som e imagem, conferindo-lhe ainda mais brilho e atratividade, tornando-a um êxito cinematográfico.

A história, simples, divertida, e muito próxima do espectador, termina com a frase: “c’est ça que c’est bon”, “isto é que é bom” – este é o esperado final feliz, com portugueses e franceses juntos à mesa e com vista para o Douro. A frase é uma mensagem sobre os valores que os portugueses defendem e o que realmente importa, a família, os amigos, o amor, uma mesa farta e conversadora, e o estar em casa.

Madalena Fonseca

Linhagem BA.5 da variante Ómicron cresce em Portugal

A nova linhagem BA.5 da variante Ómicron tem vindo a crescer dia a dia em Portugal, estando previsto chegar aos 80% no dia 22 de maio.

Com o aliviar das medidas o índice de transmissão aumentou e vamos aguardar o que poderá surgir nas próximas semanas.

Concentração de Badminton do escalão de Infantis no AEFA

Teve lugar no Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres a Concentração de Badminton do escalão de Infantis da modalidade de Badminton.
Uma atividade que teve a participação dos alunos da Escola Abranches Ferrão e da Escola Básica de Vila Nova de Tazem. Deste modo, todos os jogadores que fizeram parte da comitiva fornense, o agrupamento felicita-os pelo empenho, colaboração e fair play.

Assim como a equipa de arbitragem, constituída por alunos das turmas 8º A, 8º B e 9º A, que se voluntariou para desempenhar essa importante função, numa vertente formativa, auxiliando os colegas mais novos a entender e crescer na modalidade, atuou de forma positiva.

Um bom momento desta modalidade, aproveitado pelo alunos .

Artigo de Paula Miranda — FIQUEI SEM NADA! E AGORA?

Fiquei sem Nada. E agora?

Quantas vezes já nos lamentamos por algo que perdemos, que nos roubaram, que por algum motivo, seja ele qual for desapareceu?

Depois há a frase na sua forma literal. É que ficaram mesmo sem Nada.

Um incêndio que em menos de nada levou tudo. Levou tudo o que é material, levou recordações e investimentos de uma vida. Levou, é certo. Foi um susto enorme? Foi. É real e presenciei-o na primeira pessoa. Ver uma casa arder sem nada podermos fazer, dá-nos uma sensação de impotência, traz-nos sentimentos de raiva e tristeza profunda. Diria que ainda hoje passados alguns dias quando regresso à minha casa e vejo este cenário, parece quase irreal.

Já ouvi uma outra frase, vezes sem conta, “para cada problema existem mil e uma soluções”, e neste caso é o que mais me acompanha e faço por passar como exemplo a esta família que nos acolheu como vizinhos há tão pouco tempo, ao filho que apoiou e apoia o meu na inclusão na nova escola.

Podemos sempre escolher a perspetiva com que queremos ver, sentir e agir em cada situação da nossa vida.

Eu quero escolher encontrar soluções e ajudá-los neste momento a verem, sentirem e agirem também nesta perspetiva.

Um passinho de cada vez e vamos caminhar no sentido da reconstrução neste caso de uma casa e quatro vidas que se safaram do infortúnio que poderia ter sido bem pior.

O que é que podemos fazer?

[  ] Mostrar o nosso exemplo de força e determinação;

[  ] Calçar os sapatos deles, e perceber que se fossemos nós, o que gostaríamos de ouvir e receber;

[  ] Unirmo-nos enquanto seres humanos e povo, para que a dor seja menor;

[  ] Ver e Sentir a realidade, que por mais dura, injusta ou triste que seja, existe, é real.

[  ] Apoiar

[  ] Abraçar

[  ] Não especular

[  ] Apenas Ser

 

Caraças isto pode acontecer a qualquer um de nós!

 

Amor e Amizade Incondicional nestes momentos deve ser o que devemos escolher Ser.

 

A vocês que estão a passar por este desafio gigante, NUNCA DEIXEM DE ACREDITAR.

Eu, sou e serei sempre:

A vizinha do Porto.

O “Mercado do Bolhão” que caiu em Fornos de Algodres

A “Bruxinha”

Sou Eu e estou Aqui

 

Apoios necessários neste momento:

  •  Muito Amor
  •  Muita Compaixão

 

AÇÃO SOLIDÁRIA

 

Toda a ajuda neste momento será muito bem-vinda.

 

Conta da São e família:

 

NIB : 0035 0327 0002 0279 9303 9

IBAN: PT50 0035 0327 0002 0279 9303 9

 

Sempre por perto … treecoach9@gmail.com

 

Com Amor e Gratidão

Paula Miranda

 

Coach Profissional & Kid Coach

Especialista em Comunicação e PNL

Atendimento Parental e Escolar

Analista Comportamental

Rua Marquês de Tomar, 22

Fornos de Algodres

Tlm 932 688 567

treecoach9@gmail.com

 

Campanha “1€ abem:” nas farmácias aderentes do distrito da Guarda até 25 de maio

Arrancou nas farmácias aderentes do distrito da Guarda, a angariação de fundos da campanha “1€ abem:, promovida a favor do Programa abem:. A iniciativa, que decorre até dia 25 maio, convida os portugueses a doarem 1€ ao Fundo Solidário abem:. O montante angariado pela ação será inteiramente aplicado na aquisição de medicamentos, produtos e serviços de saúde para os beneficiários abrangidos pelo programa. Ler Mais »

Artigo de Ana Carolina Marques—- A Terapia da Fala na 3ª Idade

 

O Terapeuta da Fala pode intervir na população mais idosa?

 

O envelhecimento não tem uma data de início estabelecida. Sem nos apercebermos os cabelos ficam esbranquiçados, a pele enrugada e o tempo parece que voa. Com o envelhecimento surgem as dificuldades em funções e atividades que antes nos pareciam tão simples, como é o caso do falar, do comer ou do escrever. É aqui, que começamos a ter consciência que nem sempre as coisas mais simples estão garantidas. Com todas as alterações na vida da pessoa, muitas das vezes surge a ideia de incapacidade porque se perdeu o seu lugar na sociedade, o que pode desencadear frustrações, alterações emocionais e isolamento (porque reduzem drasticamente as interações).

À medida que as pessoas envelhecem, ficam mais propícias a desenvolver patologias que têm repercussões negativas na comunicação e na deglutição, como é o caso do AVC, Parkinson, Alzheimer, entre outros. A capacidade de articular com precisão as palavras, compreender e expressar mensagens verbais pode também estar alterada nestas patologias.

Se quisesse dizer obrigada ao seu filho ou parabéns ao seu neto e as palavras não saíssem? Como se sentia? O que ponderava fazer? E se não conseguisse comer porque se engasgava com frequência ou porque não conseguia engolir? Como ficava? Onde ia procurar ajuda? Qualquer pessoa pode vir a ter problemas ao nível da comunicação e/ou da deglutição ao longo do processo de envelhecimento, quer este seja fisiológico (natural) ou patológico.

As alterações na comunicação são das mudanças mais evidentes e que por vezes advêm da presbiacúsia (envelhecimento do aparelho auditivo) porque a pessoa não compreende o que lhe é dito. Estas condições influenciam negativamente a pessoa, levando-a à solidão e à deterioração da imagem a nível social. Deste modo, podemos concluir que as alterações comunicativas podem também advir de condições patológicas.

As alterações na voz e na fala dizem muito sobre a nossa saúde. A presbifonia (envelhecimento da voz) pode surgir em qualquer momento e depende da saúde física/psicológica da pessoa, da alimentação, estilo de vida ou mesmo fatores ambientais. Assim, é necessário estar atento aos sinais porque podem ser indicativos de problemas neurológicos, funcionais ou orgânicos que não podemos ignorar.

As dificuldades na alimentação (disfagia), nomeadamente em engolir os alimentos de forma segura, são muito comuns e podem ter como causa os problemas neurológicos (AVC, TCE, Parkinson, Alzheimer, Paralisia Cerebral…). As dificuldades podem evidenciar-se na mastigação, manipulação do alimento ou mesmo no transporte deste. Este tipo de perturbação pode implicar consequências assoladoras na qualidade de vida da pessoa, desde desidratação, subnutrição, depressão, asfixia, até, eventualmente, a morte.

A intervenção direta do Terapeuta da Fala abrange o envelhecimento fisiológico mas também o patológico, onde, de forma geral, se promove sempre a autonomia, qualidade de vida e realização pessoal. É também efetuada uma intervenção indireta, onde os cuidadores fazem parte de todo o processo de reabilitação, já que a comunicação com estes são requisitos fundamentais para manter a qualidade de vida.

A formação do Terapeuta da Fala qualifica-o para dar resposta às necessidades da pessoa idosa considerando os fatores biopsicossociais, aconselhando-a e reabilitando algumas das funções. Deste modo, o tratamento adequado e o envolvimento dos cuidadores permite atuar não só no foco da patologia mas também no contexto da pessoa, tentando ultrapassar as barreiras e superando as suas dificuldades.

Em caso de dúvidas, consulte um Terapeuta da Fala.

 

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

 

AF Guarda-Meias Finais da Taça de Honra

Decorreu neste domingo, na Mêda e Trancoso , os jogos das meias -finais da Taça de honra da AF Guarda, com  ambas partidas empatadas no tempo regulamentar.
A lotaria das penalidades deu o passaporte a Mêda e AD Fornos de Algodres de ^lutarem na final no próximo dia 21, em Celorico pelo troféu.
SC Mêda – Guarda FC- 1-1 (  5-3   G.P)
GD Trancoso – AD Fornos de Algodres– 2-2  (  2-4 G.P)

Toalhetes de papel eliminados das cantinas escolares em Fornos de Algodres

Redução de cerca de 200 kg de papel

Esta é apenas mais uma, das várias, medidas que a Câmara Municipal de Fornos de Algodres, em articulação com a Direção do Agrupamento de Escolas e o projeto EcoEscolas, tem vindo a implementar na área da sustentabilidade ambiental, com o objetivo de preservar recursos e reduzir o desperdício. Para além da prevista redução de cerca de 200 kg de papel que se não é gasta, anualmente, com esta medida, poupa-se igualmente nos recursos do município.

Com o objetivo de introdução de medidas para a prevenção e redução da produção de resíduos a fim de proteger, preservar e melhorar a qualidade do ambiente, foi implementado (fevereiro de 2022) nas cantinas escolares que as refeições passem a ser servidas apenas nos tabuleiros, sem que estes levem os habituais toalhetes, em papel.

É igualmente importante frisar que esta medida em nada afeta as condições de higiene, uma vez que os tabuleiros são higienizados a cada utilização, como já anteriormente se fazia.

Porque o caminho se faz caminhando, é passo a passo que vamos e continuaremos a ir, pondo em prática ações que visem a sustentabilidade do nosso território, combatendo desperdícios de recursos, ao mesmo tempo que trabalhamos na consciencialização da nossa população – em particular dos mais jovens, de quem depende o nosso futuro – para a importância da área ambiental, refere o Município fornense.

Esta ação está inserido no Programa de Gestão de Resíduos e Economia Circular (PM3), da Estratégia Municipal Ambiental 2022-2025, aprovada em Assembleia Municipal em 30/12/2021, contribuindo diretamente para os ODS n.º 11 {Tornar as cidades e comunidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis} e 12 {Garantir padrões de consumo e de produção sustentáveis}.

MAI aprovou Diretiva Financeira 2022

O Ministério da Administração Interna aprovou hoje a Diretiva Financeira 2022, em articulação com a Liga dos Bombeiros Portugueses.

Este é um instrumento fundamental para a gestão do orçamento público associado aos diferentes dispositivos operacionais da proteção civil, nomeadamente o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR).

Nesta Diretiva destacam-se:

  • – O aumento de 7% nos montantes associados à comparticipação diária efetuada aos Bombeiros integrados nos dispositivos. A comparticipação diária aos Bombeiros passa, assim, de 57€/dia para 61€/dia e, no caso dos elementos de comando, de 67€/dia para 71€/dia.
  • – A atualização em cerca de 15% dos montantes das despesas com alimentação, passando o valor do almoço e do jantar de 8,75€ para 10€
  • – Consagra-se um apoio específico superior a meio milhão de euros, a pagar numa única tranche – em junho – às Associações Humanitárias detentoras de Corpos de Bombeiros que constituam ou acolham equipas DECIR. Este apoio visa comparticipar as despesas logísticas decorrentes do empenhamento operacional, num montante diário de 5€ por cada equipa de combate a incêndios (constituída por 5 bombeiros) e 2€ por equipa de apoio logístico ao combate (constituída por 2 bombeiros).
  • – Formaliza-se um apoio financeiro específico às Associações Humanitárias detentoras de Corpos de Bombeiros que contribuem com veículos para as Brigadas de Reforço Destacadas. Para esta capacidade de reforço passível de ser mobilizada para áreas de maior risco prevê-se o pagamento mensal entre 100€ a 800€ por mês, em função da tipologia de veículos a empenhar.
  • – A atualização das regras e procedimentos associados à reparação e reposição dos veículos integrados nas operações, valorizando a reposição dos veículos que apresentam maior vida útil.

Globalmente, a Diretiva Financeira 2022 representa um reforço ímpar de 3,2 milhões de euros no montante alocado, pela ANEPC, aos dispositivos operacionais, o que traduz a prioridade do Governo no apoio ao esforço desenvolvido pelos Bombeiros e pelas respetivas entidades detentoras no quadro da resposta operacional.

Livro “50 anos da AD Fornos de Algodres apresentado

Foi uma noite sábado de Páscoa diferente, no auditório do Centro Cultural Dr. António Menano, com a apresentação do livro dos 50 anos da Associação Desportiva de Fornos de Algodres, da autoria de António Pacheco, jornalista que se tem destacado ao longo destes anos, no campo desportivo e informativo. Passou por várias rádios e jornais, atualmente está ligado ao nosso Magazine serrano e Antena Livre de Gouveia.

Foi uma apresentação muito ativa, a sala estava bem composta, com pessoas de vários escalões etários, com António Pacheco a ter a companhia de Alexandre Lote (vice-presidente do Município fornense e ex. atleta campeão do clube) e Bruno Costa, atual presidente do clube fornense.

Foram feitas considerações de ambos sobre o livro e o autor e depois António Pacheco explicou como tudo começou e como foi difícil concretizar este sonho, dado que, muitos obstáculos lhe foram colocados até ao dia da apresentação. Mas o autor frisava: “Hoje é um grande dia, porque é real, este livro de 51 anos de história está pronto para todos lerem e observarem as muitas fotos que compõem o livro”.
Segundo o autor, este livro tem 104 páginas, onde descreve 51 anos da ADFA, um clube excelência no distrito da Guarda e muitos pergaminhos a nível Nacional.
“Há muitos anos a esta parte tinha o sonho de fazer algo sobre este grande clube do distrito da Guarda, onde joguei, fui treinador na formação, diretor algumas temporadas e jornalisticamente há duas décadas a relatar e comentar e a escrever sobre os jogos de todos os escalões do clube”, enalteceu o autor com emoção.
Depois, foi dada a palavra para a plateia onde estavam alguns jogadores campeões que neste dia também quiseram assistir ao vivo e dar também o seu testemunho, contando alguns episódios em campo, falamos de Zé da Rita, Ribeiro Gonçalves, Nen, Rui Melo, entre outros.
“Posso dizer que foi com muito trabalho que aqui cheguei e o meu bem – haja a quem me ajudou e aos que nos colocaram obstáculos também, porque nos tornou o desafio mais aliciante. Obrigado e parabéns a todos quantos fazem parte dos 50 anos deste grande clube”, rematou o autor, no final.
Depois, seguiu-se uma ceia convívio, onde se puderam saborear alguns produtos regionais e um bolo alusivo ao evento.

Uma grande noite, que irá ter mais apresentações em Celorico e Lisboa para já. Agora todos que queiram adquirir o livro, basta contatar o autor António Pacheco.