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Fornos de Algodres

Artigo de Sara Morais- Os Efeitos dos telemóveis no cérebro e no comportamento

Diariamente usa o telemóvel com frequência, passa pelo feed das redes sociais, navega pelos vários comentários, estes bombardeiam-no de várias sensações: umas de prazer outras de indignação. Tudo à distância de um Click, de um Like, numa conectividade paradoxal – tão próximos e, simultaneamente, tão afastados.

Este ciclo comportamental, de forma continuada e frequente, leva a várias alterações químicas e nervosas no cérebro e, por conseguinte, a alterações comportamentais, nomeadamente nos mais novos.

Desde o primeiro momento em que utiliza o telemóvel, ou acede a uma rede social, ou faz um Post, a expectativa associada vai potenciar, automaticamente, a criação de uma resposta condicionada no cérebro. Em réplica, o neurotransmissor dopamina – responsável pelo humor, motivação e prazer – é libertado, em níveis elevados, o que vai potenciar picos de prazer em resposta aos diferentes Likes ou a qualquer outro comportamento associado. Assim, sempre que efetuar uma utilização semelhante é como se ficasse sintonizado naquela frequência para atingir um pico igual ou superior ao experienciado anteriormente. É por esta razão, que por vezes toma consciência de passar pelo feed das redes sociais sem explicação aparente. Contudo, os picos de satisfação potenciados pela secreção da dopamina são, geralmente, libertados numa cadência cada vez mais espaçada, o que poderá contribuir para a libertação do cortisol e, por sua vez, ao desenvolvimento da ansiedade.

No caso das crianças esta ciclicidade de eventos é ainda mais problemática. Uma vez que o desenvolvimento do cérebro só atinge a maturidade perto dos 24 anos, significa que a capacidade decisória sobre o estímulo anterior é nula. É importante estabelecer regras de uso adequado, especialmente nos mais novos.

Se este ciclo comportamental é manifestamente aditivo numa mente já desenvolvida, imagine estes os efeitos aditivos na mente ainda em formação.

Se recuarmos no tempo, a mente humana evoluiu através dos vários estímulos ambientais e diversas alterações físicas a que foi submetida, por conseguinte a interação emocional e comportamental nivelada por este tipo de tecnologia prossupõe a estagnação emocional e definhamento do senso crítico. O cérebro fica mais preguiçoso, lento e com menos capacidade de resposta. O desenvolvimento neural da criança deve cercar-se por atividades de estímulo intelectual que favoreçam diversos estímulos e respostas como a leitura ou atividades no meio ambiente que fomentem o crescimento do senso crítico, e não a prontidão de respostas dentro do mesmo padrão linear. Não é a toa que existe a expressão idiomática “pensar fora da caixa”.

Em adição, a utilização destes aparelhos nas duas horas antes que antecedem a higiene do sono, comprometem o bom funcionamento da glândula pineal, e por conseguinte o ritmo circadiano. A glândula pineal tem como principal função regular o ritmo biológico através da libertação de maior quantidade de mielina quando escurece, enquanto reduz a quantidade da mesma existe mais claridade. Assim, a exposição à luminosidade dos aparelhos vai condicionar, automaticamente, a secreção da melatonina, e como resultado a privação do sono. Esta destruturação do ritmo biológico do sono, origina várias consequências, como o cansaço, o mau humor, a dificuldade em memorizar e falta de concentração. No entanto, nas crianças os efeitos são ainda mais severos, uma vez que é durante o sono que existe a produção da hormona GH, responsável pelo crescimento, memória, manutenção e consolidação das capacidades de aprendizagem, que ficam automaticamente danificadas.

Todo este deficit do funcionamento neural, que fui referindo ao longo do artigo, diminui a capacidade do auto gestão emocional, o que por sua vez aumenta a impulsividade e os comportamentos agressivos enquanto, também, resposta à frustração e alienação social.

Em conclusão, quando escutarmos algumas expressões clichê como: “Deixei o meu telemóvel em casa e não consigo fazer nada sem ele”; ou “Nem liga muito é só mais para jogar”; “Só se cala assim”; ou até “ Eu por mim não tinha (ou só tinha um de teclas) mas na turma todos têm”, é nosso dever informar que esta transversalidade do uso dos telemóveis provoca consequências neurais gravíssimas, não só nos adultos, mas principalmente no crescimento e desenvolvimento neural das crianças e adolescentes, ou seja, no nosso – AMANHÃ.

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Avisos e Liturgia do Domingo II de Páscoa – ano B

a)Este domingo (a Oitava da Páscoa) acentua uma ideia que deverá estar presente na celebração eucarística: a ressurreição de Cristo afeta-nos sempre: “Oito dias depois”, o Senhor torna-se presente; aqueles que não estiveram antes podem fazer a mesma experiência que fizeram, oito dias antes, os que estavam reunidos. O “hoje” de Deus é sempre novo em cada dia. A celebração da ressurreição é nova em cada domingo. Assim, nesta celebração temos uma excelente ocasião para fazer uma catequese sobre o domingo. Oito dias depois do domingo da ressurreição, a comunidade reunida dos apóstolos e dos discípulos experimenta novamente a presença do Ressuscitado como tinha acontecido uma semana antes. Os nossos domingos vêm daqui. A partir de então, esta experiência faz-se em cada domingo. Cada domingo do ano é como aquele segundo domingo, no qual se faz a mesma experiência do primeiro: Jesus torna-se presente e fala-nos. Se fazemos esta catequese, não valerá a pena insistir muito na importância de “ir à missa”, mas ajudar a comunidade reunida (que é aquela que “vai à missa” aos domingos”), a valorizar e a viver mais profundamente esta experiência. Para tal, é necessário ter bem presente a realidade concreta das pessoas (o pastor bem as conhece) para lhes fazer notar o crescimento que advém da experiência da fé e da celebração desta fé em Jesus Cristo morto e ressuscitado.

 

b)A leitura dos Atos dos Apóstolos, juntamente com a experiência narrada pelo evangelista João, dá-nos um outro aspeto reflexivo deste domingo: os crentes têm um só coração e uma só alma. A Igreja que Deus nos dá na morte e ressurreição de Jesus Cristo é esta. Também hoje e aqui. É uma Igreja que ainda temos de descobrir, de acolher e de receber. É uma Igreja que permite experimentar o mesmo que Tomé e que, com ele, nos oferece a possibilidade de dizer: “Meu Senhor e meu Deus!”, ao reconhecer o Ressuscitado. A primeira leitura mostra-nos que a experiência pascal afeta a vida das pessoas: “tudo entre eles era comum”. A segunda leitura afirma-nos o mesmo por outras palavras: “quem ama Aquele que gerou ama também Aquele que nasceu d’Ele”. Confessar que se viu o Senhor está ligado a uma vida tocada por aquele que se viu, quando veio ao nosso encontro. Quando tal não acontece, quem sabe, a confissão da fé poderá estar a perder o seu conteúdo.

 

c)Para manter o clima jubiloso da grande festa da Páscoa e valorizar o domingo da oitava, não podemos esquecer alguns elementos: flores e cânticos, aleluia vibrante, o canto da glória, cor branca… Além disso, é muito importante a atitude daqueles que exercem os diversos ministérios na celebração. Todos terão de viver a alegria da Páscoa para a poder transmitir, não só com as suas intervenções, mas também com a sua presença, com a sua maneira de “estar”. Este conjunto de pessoas viva e exerça os seus ministérios com a consciência de que são uma equipa ao serviço da comunidade e não um conjunto de individualidades. Assim, as reuniões de preparação da liturgia tenham um conteúdo não só prático, mas que sejam uma ocasião para aprofundar o sentido que têm os serviços na Igreja e para conhecer a comunidade que servimos, ou seja, conhecer o contexto social da comunidade que se reúne para celebrar.

Elo de Comunhão

d)Entre as coisas a preparar está, evidentemente, a homilia. Quem faz a homilia parte da própria leitura da Palavra de Deus como também da realidade concreta da comunidade. Se é possível, é sempre gratificante uma reflexão com outras pessoas que podem contribuir, chamando a atenção para alguns aspetos da vida concreta e que podem ser iluminados com a Palavra da Vida. Hoje, por exemplo, a segunda leitura afirma: “Esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé”. Com a fé em Cristo Ressuscitado, viveremos com mais confiança. Pistas possíveis para a homilia deste domingo podem ser algumas das coisas acima referidas a propósito da celebração dominical, ou da Igreja, ou a importância do encontro comunitário em nome do Ressuscitado… ou também esta convicção da carta de S. João na segunda leitura.

SDPL Viseu

 

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/LITURGIAEVIDA/2011-2012.html

Ano B - Tempo Pascal - 2º Domingo - Boletim Dominical II

Cristina Guerra reconduzida na liderança do CDS/PP Fornos de Algodres

Teve lugar a eleição para a Comissão Política do CDS – PP de Fornos de Algodres, com Cristina Guerra a ser reconduzida na liderança da mesma, face a isso, os membros eleitos : Cristina Guerra, presidente, seguida por Carla Olival e Rui Sérgio Albuquerque.
Recorde-se que as autárquicas de 2021 aproximam-se e poderá vir a sair deste elenco uma nova candidatura à Câmara de Fornos de Algodres e junta de freguesia, ou até mesmo uma coligação com o PSD, mas em breve tudo ficará esclarecido.
Esta nova comissão politica tem o lema de Compromisso, Lealdade e Transparência.

Fornos de Algodres-Balanço positivo da Feira Digital do Queijo Serra da Estrela

Cerca de três centenas de queijos vendidos

Em jeito de balanço sobre a Feira Digital do Queijo Serra da Estrela, que o Município de Fornos de Algodres, promoveu durante todo mês de março de forma online, fez um balanço positivo .
A autarquia de Fornos de Algodres promoveu o certame entre os dias 01 de março e 04 de abril, na plataforma digital “obomsabordaserra.pt” (acessível em www.obomsabordaserra.pt), que foi criada em março de 2019 para promoção e
venda dos mais característicos produtos endógenos locais, com destaque para
o queijo Serra da Estrela.
O balanço é positivo. Ou seja, quando se ajuda a economia local, quando se ajuda a vender e a escoar os produtos dos nossos produtores, é sempre positivo. O balanço é acima daquilo que nós tínhamos idealizado”, segundo  o vereador Bruno Costa, responsável pelo pelouro do Ambiente e das Alterações Climáticas na Câmara Municipal de Fornos de Algodres, à agência Lusa.
O autarca ainda não possui o número concreto das vendas de queijo que foram efetuadas durante a feira digital, que substituiu o tradicional certame que não se realizou devido à pandemia causada pela covid-19, mas adianta que só
durante o mês de março foram vendidos “para cima de 300 queijos”.
As compras foram feitas por consumidores de norte a sul do país e verificou-se “uma maior percentagem de vendas”, da ordem dos 37%, para a zona de Lisboa.
E estamos a ganhar também grande mercado no Algarve. Este ano, nomeadamente no mês de março, ganhámos muitos clientes novos do Algarve, o que demonstra que este projeto não está parado, não é estático, e chega,
felizmente, a muita gente”, realça Bruno Costa.
O vereador referiu ainda que os produtores de queijo Serra da Estrela do concelho de Fornos de Algodres “estão muito contentes e estão, acima de tudo, muito esperançados com o futuro” no “mundo digital”.
Explicou que o município ajuda os produtores nos processos de informática e de logística, resumindo-se a sua função à feitura “do melhor produto de Portugal e do mundo” e à disponibilização do queijo para expedição para os
consumidores. “Felizmente, eles [os produtores] conseguem perceber efetivamente que o trabalho que o município está a fazer nesta área está a ir ao encontro daquilo que eles sempre idealizaram, que era a valorização do seu produto”, afirma.
O vereador lembrou que em finais de 2018 existiam dois produtores de queijo no concelho com certificação Serra da Estrela DOP (Denominação de Origem Protegida). Em 2019, após a criação da plataforma digital “obomsabordaserra.pt”, o número aumentou para quatro e, em 2020, surgiu um novo produtor.
“Ou seja, nós [município de Fornos de Algodres] aumentámos em cerca de 250% os produtores certificados DOP. E estamos a trabalhar para, no final de 2021, termos mais do que aqueles que temos atualmente”, concluiu o
responsável.
Segundo a autarquia, na área geográfica de produção de queijo Serra da Estrela, que engloba 18 concelhos, de acordo com dados da ESTRELACOOP – Cooperativa dos Produtores de Queijo Serra da Estrela, Fornos de Algodres
“é o único município que aumentou os produtores certificados (DOP) nos últimos anos, estando em contraciclo com os restantes municípios”.

Fonte:ASR // SSS//Lusa/Fim

Marcos Paulo é o novo líder da Comissão Política do PSD de Fornos de Algodres

Neste sábado, teve lugar a eleição da nova comissão politica do PSD de Fornos de Algodres, face a isso, apenas uma lista se apresentou a sufrágio e assim foi eleita pelos militantes sociais democratas fornenses.

Deste modo, Marcos Paulo passa a ser o novo líder do PSD do Concelho de Fornos de Algodres, tendo como Vice-presidentes, Fernando Melo e José Nunes , Secretária vai ser Carla Ferreira e Rui Furtado como tesoureiro.

Por sua vez, a Assembleia de Secção é presidida por José Ângelo Andrade, depois Pedro Bidarra é o vice-presidente, Américo Feio e Graça Paulo, como Secretários.

aBEIRAr foi apresentada num palco natural

Teve lugar no Covão D’Ametade , a apresentação pública de aBEIRAr : Parceria de Ciência Cidadã para a Valorização do Território, uma iniciativa da Rede Intermunicipal de Bibliotecas das Beiras e Serra da Estrela (RIBBSE), apadrinhada pela CIMBSE e em parceria com o Geopark Estrela, UBI e Plataforma da Ciência Aberta do Município de Figueira Castelo Rodrigo.
Face a isso, a Mesa de oradores foi composta por :Presidente da Câmara de Manteigas, Esmeraldo Carvalhinho,  RIBBSE – Catarina Santos, Plataforma de Ciência Aberta de Figueira de Castelo Rodrigo – Maria Vicente, Estrela Geopark – Emanuel Castro, UBI – Vice – Reitor José Marques e o Presidente da CIMBSE, Dr. Luís Tadeu.
É uma parceria de ciência cidadã que tem como missão potenciar o envolvimento e a participação cívica com a ciência, promover o diálogo entre cientistas e cidadãos e despertar o interesse da comunidade na construção de conhecimento e valorização do território.
Este evento vai decorrer de maio a outubro do ano em curso, irá realizar-se em todos os Municípios que compõem a RIBBSE e desenvolve-se sobre os temas: a Água, o Céu e a Rocha.

Largada de balões para marcar o regresso na APS de Fornos de Algodres

O ambiente foi de festa no regresso dos clientes do CAC I- Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão da APS , depois de alguns meses de espera devido ao confinamento.

Desta forma, regressaram todos cheios de vontade e esperança de que tudo correrá bem.

Assim sendo, a celebração foi uma singela homenagem a todos os que por esta doença já passaram e estão a passar, com uma simbólica largada de diversos balões.

Nova Rede Itinerante Cultural do Interior une 7 municípios 

Uma nova Rede Cultural do Interior leva dezenas de espetáculos, a partir de junho, a 7 municípios, com a coordenação da  Companhia de Teatro ASTA, rede itinerante de intervenção cultural para levar dezenas de espetáculos a territórios de baixa densidade.

Será entre castelos, anfiteatros ao ar livre, jardins, escadarias, teatros, praças e largos em Belmonte, Covilhã, Fornos de Algodres, Fundão, Gouveia, Manteigas e Seia que a companhia profissional da Covilhã – ASTA, juntamente com estes 7 municípios, leva à cena dezenas de espetáculos de dança, teatro e artes circenses. Paralelamente será ainda criada uma Rede Interior Virtual de visitação itinerante aos espaços patrimoniais dos 7 Municípios através de visitas com recurso à realidade aumentada.

Esta “Rede Interior” tem como objetivo desenvolver uma programação artística e cultural integrada no território constituído pelos Municípios de Belmonte, Covilhã, Fornos de Algodres, Fundão, Gouveia, Manteigas e Seia, com o intuito de promover e valorizar o património histórico-cultural e sensibilizar a comunidade a participar ativamente na afirmação destes territórios.

Com a coordenação da ASTA – Teatro e Outras Artes, as comunidades locais são convidadas a participar nesta Rede Cultural do Interior. As apresentações de teatro, dança e circo contemporâneo terão lugar em dois dias consecutivos por forma a contribuir para a oferta, animação cultural da região, o aumento dos fluxos turísticos e, consequente, tempo de permanência de quem visita os territórios.

Os projetos artísticos vão ao encontro da identidade, a cultura e a história do território “Rede Interior”, demonstrando o que une e o que diferencia os 7 Municípios desta rede cultural. Ao longo de 18 meses, serão apresentados 14 espetáculos, itinerantes e propagadores da identidade, do património natural e cultural do território, catalisadores da participação da comunidade local.

Esta é uma Rede Cultural diferenciadora não só pelo cariz itinerante dos espetáculos na criação de iniciativas culturais fortemente ligadas ao território, mas também pelo seu cariz social de apoio e capacitação dos agentes de cultura locais, que há muito se debatem com os constrangimentos da crise pandémica.

A dinamização destas iniciativas culturais está intimamente relacionada com os ativos patrimoniais distintivos do território, contribuindo para a formulação e implementação de iniciativas vocacionadas para a conservação e proteção do património, mas também constituem um veículo para a promoção da região e para a diferenciação desta, num contexto de competitividade territorial.

No período de 5 dias que antecede os espetáculos em cada Município, serão dinamizadas sessões teatrais abertas a todos; pessoas com problemas de inclusão social, desempregados, idosos e minorias étnicas. Será incentivada a participação direta da comunidade de forma a alavancar os laços sociais e comunitários que foram afetados com o isolamento social.

Em todos os locais serão aplicados os princípios legais e as diretrizes da Direção-Geral de Saúde (DGS) referentes aos espetáculos de natureza artística nomeadamente, distanciamento físico, higienização das mãos com postos móveis, utilização de máscara e controlo de lotação.

Rede Interior Virtual com realidade aumentada

Além desta Rede de Artes Performativas será ainda criada uma Rede Interior Virtual de visitação itinerante aos espaços patrimoniais dos 7 Municípios através de visitas com recurso à realidade aumentada. O objetivo será acrescentar uma valorização turística dos territórios da rede, oferecendo uma atividade alternativa às tradicionais formas de apresentação das visitas guiadas e encenadas, realizadas de forma presencial,
permitindo ao turista a visita ao território de uma forma autónoma e “fora de horas”, o que torna a ação mais aliciante tendo em conta o atual contexto de pandemia e os aspetos de saúde pública.

O Projeto Rede Interior tem como entidade líder executora a ASTA – Teatro e Outras Artes, e como entidades parceiras não executoras, os Municípios de Belmonte, Covilhã, Fornos de Algodres, Fundão, Gouveia, Manteigas e Seia. Projeto cofinanciado pelo Centro2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Candidaturas para a “Renovação do Parque de Tratores Agrícolas abertas

Operação 3.2.2

– Pequenos Investimentos na Exploração Agrícola – Renovação do Parque de Tratores Agrícolas (10º Anúncio)

“O Ministério da Agricultura anunciou a abertura de período para apresentação de candidaturas para a “Renovação do Parque de Tratores Agrícolas – Next Generation”, no âmbito da Operação 3.2.2 / 2021 – Pequenos Investimentos na Exploração Agrícola.
O período de candidaturas do anúncio do PDR2020 vigora até 31 maio, e permite a apresentação de projetos para a troca de tratores antigos por novos, que terão um apoio a fundo perdido. A dotação é de 15.000.000€.
Para mais informações contacte o Gabinete Técnico de Apoio ao Ovinicultor, da Câmara Municipal de Fornos de Algodres.

Autárquicas 21- PSD- Mª Joaquina Domingues candidata em Fornos de Algodres

Foram apresentados pelo secretário-geral do PSD , José Silvano, mais alguns candidatos às autárquicas 21, onde se destaca Maria Joaquina Domingues em Fornos de Algodres, recorde-se que já tinha sido candidata em 2017 e volta agora a merecer a confiança do partido para enfrentar Manuel Fonseca do PS.

Depois destacamos mais alguns candidatos desta região:

Aguiar da Beira- Fernando Andrade (ex presidente de câmara)

Mêda- João Mourato (ex presidente de câmara)

Mangualde – Joaquim Patrício

Nelas- Joaquim Amaral

Penalva do Castelo – Pedro Monteiro

Seia- Luís Caetano