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Fornos de Algodres

Fornos de Algodres:Bolsa Artística para a Itinerância Cultural e Plataforma do Associativismo apresentadas

O Salão Nobre do Município de Fornos de Algodres  foi palco de uma reunião entre o Municipio e as Associações e Coletividades locais com o objetivo de apresentar a constituição de uma Bolsa Artística para a Itinerância Cultural e ainda a criação da Plataforma do Associativismo.

Em relação à Bolsa Artística para a Itinerância Cultural , esta consiste na constituição de uma bolsa artística com vista à promoção, ao intercâmbio e a itinerância cultural entre as associações e grupos artísticos dos municípios da região da Serra da Estrela (Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia, Manteigas e Seia), no âmbito do projeto “Festival Cultural da Serra da Estrela”, da rede cultural da CIMBSE, no qual se pretendem integrar projetos dos 5 Municípios, com o objetivo de promover a cooperação intermunicipal em prol do desenvolvimento de projetos artísticos únicos e inovadores.

A operacionalização do projeto “Festival Cultural da Serra da Estrela” desenvolver-se-á em três fases:

1 – Promoção e lançamento de um concurso de ideias que decorrerá em simultâneo nos 5 municípios e a partir do qual serão selecionados, através de um júri, os 5 melhores programas/ projetos artísticos, liderado por um consórcio de cada município;

2 – Período de ensaios e de preparação dos espetáculos selecionados;

3 – Apresentação de 25 espetáculos. Os cinco projetos artísticos selecionados efetuam o espetáculo nos cinco Municípios.

O período para apresentação dos projetos artísticos decorre entre 17 de maio e 31 de agosto de 2021.

Todos os documentos deverão ser enviados até às 17 horas do dia 31 de agosto de 2021, para o email turismo@cimbse.pt.

Normas de Partipação

Depois foi apresentada uma Plataforma do Associativismo que permite a todas as Associações ou Coletividades do Concelho tenham acesso a um espaço online onde poderão apresentar e promover todas as suas atividades, as suas informações úteis, contactos e ainda a sua agenda cultural, permitindo por sua vez desenvolver uma agenda cultural municipal.

Esta plataforma, que será lançada em breve, permite ainda simplificar processos no âmbito das candidaturas ao Programa de Apoio às Associações e Coletividades do Município de Fornos de Algodres, no seguimento da política de modernização administrativa da Autarquia.

CIMfonia ecoa por toda a Serra da Estrela com grandes espetáculos

Dezenas de espetáculos itinerantes em espaços inusitados e históricos na Serra da Estrel

A Guarda recebeu o primeiro concerto “Concerto do Dia da Europa” , na Sé Catedral da Guarda , neste domingo, com a Orquestra Filarmónica Portuguesa conduzida pelo maestro Osvaldo Ferreira e com a soprano Raquel Camarinha. Até novembro, os 15 municípios da Serra da Estrela e ainda os municípios de Foz Côa e Aguiar da Beira recebem vários concertos e músicos, entre os quais Júlio Resende, Rui Massena, Valéria Carvalho e IAN (finalistas do festival da canção RTP). Vão ainda estrear no CIMfonia as obras das compositoras Fátima Fonte e Ana Seara.

O CIMfonia é o primeiro grande evento de 2021 integrado nos projetos “Festival Cultural da Serra da Estrela, das Beiras e da Raia Histórica”, que visam promover a itinerância cultural no território, dando assim continuidade à iniciativa “Cultura em Rede das Beiras e Serra da Estrela”, criada entre 15 municípios e a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE).

Mas até novembro, todo o território será ‘palco’ para vários concertos icónicos em espaços inusitados e de elevado valor patrimonial, que integram o Festival Cultural da Serra da Estrela, das Beiras e da Raia Histórica – em castelos, ruínas romanas, num parque, num pelourinho, num povoado pré-histórico.

Serão vários os músicos e artistas convidados a atuarem nos 15 municípios que compõem a CIM-BSE e nos dois municípios convidados, Vila Nova de Foz Côa e Aguiar da Beira. De destacar as obras de Fátima Fonte e Ana Seara, encomendadas para o CIMfonia, e também a criação de obras que resultam da interação entre os artistas Rui Massena, IAN, Filipe Raposo, Júlio Resende e jovens músicos da bandas filarmónicas e escolas de música da regiãoOs artistas, a população local e as associações “são decisivos para criarmos uma primeira edição de sucesso do CIMfonia esperamos assim que esta e outras iniciativas estimulem novas ideias e a desejada transformação para as futuras gerações”, justifica o maestro e curador do CIMfonia, Osvaldo Ferreira. Sob a égide do “apelo do interior”, esta iniciativa pretende “através das artes, criar laços orgânicos com a terra, com o passado, na tentativa de proporcionar a melhoria da qualidade de vida nesta região”, concretiza Osvaldo Ferreira.

Depois da estreia do CIMfonia a 9 de maio na Guarda, no dia 28 de maio o Toy Ensemble visita o Castelo de Trancoso com os “Autos das Barcas de Gil Vicente”; a 10 de junho, em Gouveia, atuam João Barradas e o Quinteto de Cordas da Orquestra Sinfónica de Gouveia; a 20 de junho Belmonte recebe Drumming Grupo de Percussão; a 26 de junho, Pinhel conta com a prestação de Júlio Resende, Valéria Carvalho e solistas das Bandas Filarmónicas de Pinhel e Pínzio; a 6 de julho em Figueira de Castelo Rodrigo e dia 30 de julho, em Celorico da Beira, será a vez do concerto do Toy Ensemble; a 31 de julho no Fundão atuam Les Secrets des Roys. No mês de agosto a IAN e a Filarmónica de Manteigas marca presença dia 13 em Manteigas; dia 27 em Fornos de Algodres sobem ao palco do CIMfonia Filipe Raposo e Rita Mariadia 28 no Pelourinho de Aguiar da Beira atua Valéria Carvalho. O mês de setembro terá os seguintes concertos: Covilhã recebe dia 4 o maestro Rui Massena a solo no piano; Mêda a 9, Sabugal a 10 e Seia a 11 e dia 12 em Foz Côa do mesmo mês terão em palco a Orquestra Académica Filarmónica Portuguesa. O último concerto desta iniciativa acontecerá no dia 21 de novembro em Almeida com a atuação do Rare Folk.

O CIMfonia é o culminar de todo um trabalho de cooperação e de construção de sinergias entre 15 Municípios e a CIM-BSE numa estratégia clara de afirmação cultural, de visibilidade e notoriedade externa do território e de divulgação de todo o seu potencial turístico e económico constante do projeto geral “Festival Cultural da Serra da Estrela, das Beiras e da Raia Histórica“.

O CIMfonia está diretamente associado à candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura 2027 e ao compromisso conjunto assumido por 18 parceiros: a CIM-BSE, os 15 Municípios da região das Beiras e Serra da Estrela e ainda os Municípios de Vila Nova de Foz Côa e de Aguiar da Beira na implementação de uma estratégia e plano de ação que contribua para fortalecer o posicionamento da candidatura da Guarda a Capital Europeia da Cultura.

Os Festivais “Cultural da Serra da Estrela”, “Cultural das Beiras” e “Cultural da Raia Histórica” são cofinanciados pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

A.F. Guarda- Resultados do Campeonato Distrital Seniores

 7ªjornada

Série A

Aguiar da Beira – Freixo Numão-3-0

Trancoso – CD Gouveia- 3-2

Vila Nova Foz Côa – AD Fornos de Algodres- 2-1

Classificação:

1- Trancoso- 14

2- CD Gouveia-9

3- VF Naves- 9

4-AD Fornos de Algodres-9

5- Aguiar da Beira-7

6- Foz Côa- 7

7-Freixo Numão- 0

 

Série B

Guarda FC – SC Sabugal- 2-2

Soito – Casal Cinza-7-0

Estrela Almeida – Guarda DFC- 2-3

UD Os Pinhelenses – SC Celoricense- 1-1

 

Classificação:

1-Guarda DFC- 21

2-Soito- 18

3-SC Celoricense- 8

4-Ud Os Pinhelenses- 8

5-Estrela Almeida-7

6-SC Sabugal- 7

7-Guarda FC-5

8-Casal Cinza- 0

 

Avisos e Liturgia do Domingo VI de Páscoa – ano B

 

Chegámos à última etapa do itinerário pascal que terminaremos com a Ascensão e o Pentecostes. Continuamos a viver com uma atitude pascal numa fé cheia de esperança, fundamentada em Cristo Ressuscitado.

Vivemos tempos difíceis e, ao mesmo tempo, interessantes. São estes os nossos tempos, os quais devemos amar. Todos os tempos têm as suas incertezas, as suas queixas e os seus objectivos. Surgem novos tempos, novas necessidades, novas perspectivas na vida, as quais gostaríamos de controlar, mas que nos apanham sempre desprevenidos. Por vezes, geram nostalgia, desculpas, críticas, decepções, profetismos. Sobre isto, o Concílio Vaticano II foi muito claro: “As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo” (Gaudium et Spes 1). Sendo assim, e nós, que dizemos sobre isto, o que andamos fazer nesta matéria? Será que amamos os tempos da nossa vida? Esforçamo-nos e colaboramos para que haja tempos melhores, sendo testemunhas e arautos de uma esperança resplandecente e pascal?

A primeira leitura, dos Atos dos Apóstolos, deste Domingo é um cântico ao apreço da maior riqueza: a pessoa humana e a sua vida. Pedro diz a Cornélio: “Levanta-te, que eu também sou um simples homem”. E disse-lhe ainda: “Na verdade, eu reconheço que Deus não faz acepção de pessoas, mas, em qualquer nação, aquele que O teme e pratica a justiça é-Lhe agradável”. Deus não inventou as exclusões nem criou os descartáveis. Os muros, os receios, as discórdias de todo o tipo, as diferenças são obras dos homens e mulheres. Muitas vezes foram esquecidas as palavras de S. João que encontramos na segunda leitura: “Nisto consiste o amor: não fomos nós que amámos a Deus, mas foi Ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados”. É preciso repetir isto: Deus é Amor e revela-se em e por Cristo e esta é a nossa fonte para vivermos e espalharmos a paz e a fraternidade.

O texto do evangelho deste Domingo (Jo 15,9-17) é uma página sublime da Sagrada Escritura. Situa-nos na Última Ceia quando Jesus fala ao coração dos seus discípulos: “Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor”. Pede-nos a perseverança nesta comunhão para que sejamos dignos. Por isso, as últimas palavras do testamento de Jesus são estas: “O que vos mando é que vos ameis uns aos outros”. Este mandamento novo não se resume a uma questão de sentimentos, de atracção, de desejo, de benevolência, mas de doação, de entrega, de serviço, de solidariedade. É este o amor que se manifesta claramente na vida, na morte e na ressurreição de Jesus. Dele recebemos o testemunho essencial e de referência para amar. Um amor aberto a todos, um amor afectivo e efectivo, oferecerá uma diversidade de formas de convivência pacífica, de justiça e de respeito pelas diferenças.

Tantas vezes já ouvimos ser proclamado este mandamento novo do amor! Será que já o levamos a sério na nossa vida? Ou ficamos somente pelo encanto das palavras? Nunca se deverá separar a dimensão evangelizadora da dimensão litúrgica nem da solidária para com os pobres. O mandamento novo une-nos na vivência da fé em Cristo Ressuscitado. Sabendo relacionar a nossa experiência pessoal e comunitária da salvação de Deus, que gera paz, serenidade e alegria, com a dor e as incertezas da vida humana, poderemos encantar, sensibilizar e aproximar muitos homens e mulheres que encontramos na nossa vida. Pensemos nos casais, na nossa família, nos nossos vizinhos, nos colegas de trabalho, nas pessoas que se cruzam connosco, naqueles que não concordam ou não têm as mesmas ideias religiosas e culturais. Não fiquemos somente na preocupação de os amar discretamente. Será que eles se sentem amados? Quem são as pessoas que mais te amam? Quem são as pessoas que mais amo? Quem são as pessoas que tenho mais dificuldade em amar? Que a celebração da Eucaristia nos ajude a viver nesta atitude feliz e pascal, ou seja, amando e sentindo-nos amados.

Elo de Comunhão 09-05-2021

LEITURA ESPIRITUAL

O Evangelho, onde resplandece gloriosa a Cruz de Cristo, convida insistentemente à alegria. Apenas alguns exemplos: «Alegra-te» é a saudação do anjo a Maria (Lc 1, 28). A visita de Maria a Isabel faz com que João salte de alegria no ventre de sua mãe (cf. Lc 1, 41). No seu cântico, Maria proclama: «O meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador» (Lc 1, 47). E, quando Jesus começa o seu ministério, João exclama: «Esta é a minha alegria! E tornou-se completa!» (Jo 3, 29). O próprio Jesus «estremeceu de alegria sob a acção do Espírito Santo» (Lc 10, 21). A sua mensagem é fonte de alegria: «Manifestei-vos estas coisas, para que esteja em vós a minha alegria, e a vossa alegria seja completa» (Jo 15, 11). A nossa alegria cristã brota da fonte do seu coração transbordante. Ele promete aos seus discípulos: «Vós haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza há-de converter-se em alegria» (Jo 16, 20). E insiste: «Eu hei-de ver-vos de novo! Então, o vosso coração há-de alegrar-se e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria» (Jo 16, 22). Depois, ao verem-No ressuscitado, «encheram-se de alegria» (Jo 20, 20). O livro dos Atos dos Apóstolos conta que, na primitiva comunidade, «tomavam o alimento com alegria» (2, 46). Por onde passaram os discípulos, «houve grande alegria» (8, 8); e eles, no meio da perseguição, «estavam cheios de alegria» (13, 52). Um eunuco, recém-baptizado, «seguiu o seu caminho cheio de alegria» (8, 39); e o carcereiro «entregou-se, com a família, à alegria de ter acreditado em Deus» (16, 34). Porque não havemos de entrar, também nós, nesta torrente de alegria?

Há cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa. Reconheço, porém, que a alegria não se vive da mesma maneira em todas as etapas e circunstâncias da vida, por vezes muito duras. Adapta-se e transforma-se, mas sempre permanece pelo menos como um feixe de luz que nasce da certeza pessoal de, não obstante o contrário, sermos infinitamente amados. Compreendo as pessoas que se vergam à tristeza por causa das graves dificuldades que têm de suportar, mas aos poucos é preciso permitir que a alegria da fé comece a despertar, como uma secreta mas firme confiança, mesmo no meio das piores angústias: «A paz foi desterrada da minha alma, já nem sei o que é a felicidade. Isto, porém, guardo no meu coração; por isso, mantenho a esperança. É que a misericórdia do Senhor não acaba, não se esgota a sua compaixão. Cada manhã ela se renova; é grande a tua fidelidade. Bom é esperar em silêncio a salvação do Senhor» (Lm 3, 17.21-23.26). (Francisco, Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, 5-6.

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Ano B - Tempo Pascal - 6º Domingo - Boletim Dominical II

Largadas do parasitoide Torymus sinensis na área da CIMBSE

A CIM-BSE iniciou as largadas do parasitoide Torymus sinensis, em toda a área de intervenção com o objetivo de diminuir o grau de infestação do agente biótico Dryocosmus kuriphilus, vulgarmente conhecido por vespa das galhas do castanheiro que se encontra em grande expansão em Portugal, pondo em risco a produção da castanha e a sua rentabilidade económica, já verificadas noutros países.

Numa candidatura conjunta ao PDR2020, no âmbito da Operação 8.1.3 “Prevenção da floresta contra agentes bióticos e abióticos”, enquadrada no sistema florestal do Castanheiro, para dez dos quinze municípios que integram o território, tem como objetivo a luta biológica contra a vespa das galhas do castanheiro (Dryocosmus kuriphilus), e será executada ao longo de 3 anos.

São parte integrante desta candidatura os municípios de Celorico da Beira; Fornos de Algodres; Gouveia; Guarda; Manteigas; Mêda; Pinhel; Sabugal e Trancoso pertencentes ao distrito da Guarda e o município da Covilhã pertencente ao distrito de Castelo Branco.

Este ano pretende-se realizar 311 largadas distribuídas pelos municípios que integram a candidatura.

Apicultura- Conversa com produtor Pedro Arrais

A apicultura tem vindo a aumentar um pouco por toda a parte e Fornos de Algodres não é exceção, face a isso fomos conversar com  Pedro Arrais, da localidade da Matança, que nos deixou um pouco como realiza o seu trabalho e como ganhou paixão pela arte.

Magazine Serrano(MS)-Como surgiu o gosto pela apicultura?

Pedro Arrais(P.A.) – Quando era pequeno ia com o meu pai à quinta do meu avô paterno, que tinha algumas colmeias e também produzia mel, e sempre senti uma admiração e interesse pelas abelhas que ele tinha e pelo trabalho que o via fazer com elas. Um dia, já mais tarde, o meu avô ofereceu-me uma colmeia já mais velhota, onde apanhei o meu primeiro enxame e desde aí nunca mais parei.

MS-Quantas colmeias tem nesta altura? Como se faz o processo, as fases até recolher o mel?

P.A.-Neste momento tenho cerca de 150 colmeias, o que já me ocupa muito tempo do meu dia. A campanha do mel, ou seja, o ano apícula, começa quando acaba outra, isto é um ciclo contínuo, sem paragens. Inicialmente temos de fazer tratamentos por causa da Varroa, um ácaro que prejudica as abelhas. Logo no início do outono temos de cuidar das colmeias e das abelhas, alimentando-as, verificar os níveis de infestação da Varroa e perceber se as colmeias estão fortes de população e alimentação para passar o inverno. No final do inverno fazemos novo tratamento da Varroa e fazemos alimentação líquida às abelhas para estimular a Rainha a colocar mais ovos, para as colmeias estarem mais fortes e terem um bom arranque na primavera, época em que fazemos os desdobramentos, introduzimos as meias alças onde as abelhas colocam o mel, fortalecemos colmeias mais fracas com quadros de criação das mais fortes, trocamos quadros velhos e bloqueados por quadros novos e tentamos impedir enxameação. No verão, normalmente entre o mês de julho e agosto, é colhido o mel e inicia-se nova campanha.

MS- A vespa asiática é um dos obstáculos para a sua produção. Tem métodos de combate?

P.A. – A Vespa já se faz sentir na nossa zona desde 2018, uma praga que enfraquece e chega a matar muitos enxames. Juntando com a Varroa, por vezes torna-se difícil termos abelhas. Atualmente, tento combater as Vespas com armadilhas apropriadas, com um atrativo, onde elas vão ficar presas. Temos tido alguma ajuda do Município, no fornecimento destas armadilhas e do respetivo atrativo e na destruição de ninhos de Vespas Asiáticas.

MS- Quantos quilos produz e como faz o escoamento no mercado? Estar na plataforma “O Bom Sabor da Serra” é importante?

P.A. – Produzo por volta de 1 tonelada, dependendo dos anos. Este ano espero que seja uma boa colheita, pois também aumentei o efetivo de colmeias com essa finalidade, mas não só, para satisfazer todos os pedidos que me têm sido feitos. O escoamento do nosso mel, na maioria ainda se faz através de consumidores privados, que compram ao frasco consoante necessitam, no entanto este ano já fornecemos alguns supermercados ou lojas de produtos típicos. Os nossos produtos, que não é apenas o mel, mas também pólen e extrato de própolis, estão presentes na plataforma “O Bom Sabor da Serra” para venda, que este ano também nos permitiu que os nossos produtos chegassem mais longe, tornando-os mais conhecidos.

MS – Que apoios e incentivo tem um jovem apicultor, para continuar este trabalho?

P.A.- Existem alguns projetos financiados que podem ajudar jovens agricultores a iniciarem a sua vida apícula, embora eu ainda não tenha recorrido a nenhum. Para mim, por enquanto, a apicultura ainda não é o meu único e principal trabalho, tenho vindo a aumentar todos os anos o meu efetivo, mas ainda sem projetos definidos para se tornar a minha principal atividade profissional.

MS- Que mensagem deixa a toda a comunidade nesta fase do ano?

P.A. – Todos nós estamos a passar por uma fase atípica e difícil, que nos tem vindo a prejudicar a vários níveis, o que nos leva a querer investir mais nos poucos negócios que não foram tão afetados pelo COVID-19, como é o caso da Apicultura, em que muitas pessoas procuraram o mel, o pólen ou o extrato de própolis como reforçadores do Sistema Imunitário. Assim, a mensagem que poderei deixar nesta fase, é muito simples, que não desistam e que procurem oportunidades de adaptação aos momentos difíceis que vivemos.

AF Guarda- Trancoso mantém liderança e Fornos chega ao segundo lugar

Trancoso-Fornos-0-0

Esta quarta-feira, o Municipal Dr. Fernando Lopes acolheu o encontro relativo à 8ªronda do Distrital de Seniores da AF Guarda, com Trancoso e Fornos de Algodres a empatarem a zero bolas.

Assim perante este resultado, o Trancoso comanda esta série com 11 pontos e depois o Fornos de Algodres sobe à segunda posição, juntamente com Gouveia e Vila Franca das Naves com 9 pontos.

Foto de arquivo

Candidaturas disponíveis para Programa Porta 65 – Jovem

O Programa Porta 65 – Jovem é um sistema de apoio financeiro ao arrendamento por jovens, isolado, constituídos em agregados ou em coabitação, regulado por um conjunto de diplomas legais.
👉Candidaturas abertas até as 17h00 do dia 25 de maio de 2021
➡️ Beneficiários
Jovens com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 35 anos (No caso de um casal de jovens, um dos elementos pode ter 36 anos, o outro elemento 34 anos, no máximo) que reúnam as seguintes condições:
1. Sejam titulares de um contrato de arrendamento para habitação permanente;
2. Não usufruam, cumulativamente, de quaisquer subsídios ou de outra forma de apoio público à habitação;
3. Nenhum dos jovens membros do agregado seja proprietário ou arrendatário para fins habitacionais de outro prédio ou fracção habitacional;
4. Nenhum dos jovens membros do agregado seja parente ou afim do senhorio.
➡️ Como se candidatar
A candidatura é realizada via eletrónica, no Portal da Habitação em www.portaldahabitacao.pt/porta65j/, acedendo à opção “Apresentar Candidatura” com o NIF (número de identificação fiscal) e a senha de acesso à Autoridade Tributária.
Se necessitar de ajuda pode dirigir-se ao Gabinete de Desporto da Câmara Municipal de Fornos de Algodres, sito no Centro Cultural Dr. António Menano, de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 17h00.
TODOS os candidatos do agregado jovem têm de aceder à plataforma com o seu NIF e respetiva senha e preencher, cada um, os seus dados pessoais.
Exemplo:
Para um agregado do tipo jovem casal ou jovens em coabitação, o 1º candidato seleciona a opção ‘apresentar candidatura’, autentica-se, cria a candidatura e indica os nºs de contribuinte dos restantes elementos. Depois de preencher os seus dados pessoais, grava a candidatura e sai da mesma.
De seguida, os restantes candidatos selecionam a opção ‘apresentar candidatura’ indicando o nº de contribuinte e a senha de acesso à Autoridade Tributária e preenchem os dados pessoais em falta. Depois, um dos candidatos envia a candidatura para o IHRU.

Limpeza na EN 16-Mangualde /Fornos

Segundo o Município de Mangualde , foi realizada a maior intervenção de limpeza dos últimos 16 anos da Estrada Nacional 16. Desde o limite de Viseu até ao limite de Fornos de Algodres, num total de 28Km, foram limpas as valetas e as bermas de ambos os lados, seguindo-se operação de cura.
Deste modo, Elísio Oliveira, Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, adianta ainda “neste momento está ainda a ser feito o levantamento da sinalética horizontal (pinturas) e vertical (sinais de trânsito) para também haver, neste âmbito, melhorias de renovação e de segurança nesta importante via municipal.
Outras vias estão a ser alvo de idêntica operação”.
“Procuramos que a manutenção caminhe ao lado da construção” concluiu o Autarca