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Artigo de opinião–REDES SOCIAIS OU ASSOCIAIS?

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Mó digital

REDES SOCIAIS OU ASSOCIAIS?

A internet mudou significativamente a maneira como nos comunicamos e percebemos o mundo. Graças a ela, temos acesso a toda a informação à distância de apenas um “clique”.

A distância não existe mais, e a comunicação é instantânea.

Comummente, são relatadas histórias em que a internet, nomeadamente as redes sociais, têm um papel meritório na promoção do reencontro de pessoas, bem como na aproximação de outras que por imposição geográfica se encontram distantes.

Todavia, regista-se uma diminuição acentuada do contacto social “face to face” (cara a cara), levando as pessoas a deixar de praticar competências sociais como a empatia, o contacto visual e a leitura emocional do outro. De facto, é mais fácil investir na imagem que projectamos virtualmente de nós do que na nossa verdadeira imagem, investir mais em relações virtuais, acessíveis e práticas do que nas reais, que implicam ir ao encontro do outro.

De forma paradoxal, nunca estivemos tão ligados entre nós – as redes sociais, são a prova “viva” disso – e nunca nos sentimos tão sozinhos e com tanta necessidade de falar e comunicar.

As redes sociais tornaram-se então, autênticos “esconderijos emocionais”, pois, na maioria das vezes, não favorecem o conhecimento, a reflexão, a prudência e o auto-controlo.

Assiste-se a uma efervescência da impulsividade, da superficialidade, da expressão de sentimentos discriminatórios e a uma indiscriminada manifestação de comportamentos preconceituosos.

A afirmação narcísica das pessoas, a agressividade e os juízos de valor sobre tudo e sobre nada, passa a ser o lema.

Mas porque é que isto acontecerá?

A falta de tempo e as frustrações do dia-a-dia, podem justificar a permanência cada vez maior das pessoas nas redes sociais, na medida em que, “aqui” tudo é imediato e cómodo e a gratificação e o reconhecimento são instantâneos.

Um estudo realizado pela Universidade de Pittsburgh avaliou o comportamento de 1,8 mil pessoas com idades compreendidas entre os 18 e os 32 anos e encontrou uma correlação entre o uso das redes sociais e a probabilidade de desenvolver depressão, baixa auto-estima e isolamento. A pesquisa conclui que não são as redes sociais que provocam depressão, mas que, com o acesso exagerado, a tendência a ficar deprimido aumenta.

A fronteira entre o que é uma utilização saudável das redes sociais e o uso excessivo é definida pelo bom senso. O equilíbrio que procuramos no dia-a-dia (conjugando momentos de prazer com trabalho, contrabalançando partilha com privacidade) aplica-se também às redes sociais. É necessário evitar os extremos e as dependências, tanto na vida real como na virtual.

As redes sociais são, efectivamente, uma ferramenta com múltiplas possibilidades, descartá-las ou não lhes dar a devida atenção seria não aceitar que vivemos em plena Era da informação e do conhecimento.

Assim, cabe a cada um de nós, ter senso crítico na utilização desta ferramenta. Cada um deverá definir o seu ponto de equilíbrio, entre ser utilizador ou escravo do sistema.

*O autor não escreve segundo o acordo ortográfico.

Psicóloga Clínica, Rita Amaro–ISCMFA

 C.P.: 16527

Aposta em “Informática na Melhor Idade” em Mangualde

Até 6 de junho, na Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves

inforA Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves, em Mangualde, promove formação de informática para a comunidade no âmbito do projeto “Informática na melhor idade”. A iniciativa pretende estimular a aprendizagem ao longo da vida e combater a infoexclusão e decorre até 6 de junho, todas as 2ªs feiras das 10:30 às 12:30.

 A formação decorre na sala de audiovisuais e espaço internet da Biblioteca Municipal,  ao longo de oito sessões, onde uma técnica do serviço acompanha e ajuda os formandos a adquirirem conhecimentos e a desenvolverem competências no uso do computador e no acesso à internet. Do plano de trabalho fazem parte a abordagem de conceitos básicos, as ferramentas e programas do Windows, processamento de texto, introdução e pesquisa na Internet, criação e utilização de email e uso de redes sociais (Facebook).

O grupo atual, composto por 12 formandos, foi proposto à Biblioteca Municipal pela Equipa Multidisciplinar do Rendimento Social de Inserção – Reconstruir, do Centro Social e Cultural da Paróquia de Mangualde.

Por:Mun.Mangualde

 

 

Conselho Local de Ação Social de Mangualde aberto á comunidade

   Teve lugar a primeira reunião descentralizada do Conselho Local de Ação
Social de Mangualde (CLASM). Aberta a toda a comunidade, a sessão teve lugar no
Centro Paroquial de Santiago de Cassurrães, Mangualde, e visou aproximar as
populações e as parcerias às realidades locais, divulgando o objetivo de
combate/atenuação da pobreza e exclusão social da Rede Social. Esta reunião
pretende realizar-se de modo descentralizado pelas freguesias que aderiram ao
Conselho Local de Ação Social de Mangualde.

  A reunião teve como
ordem de trabalhos a aprovação do Plano de Desenvolvimento Social 2015/2018 que
foi aprovado por unanimidade entre os presentes. Para o efeito a reunião contou
com a presença de Maria José Coelho, Presidente do CLASM e Vereadora da Câmara
Municipal de Mangualde, e dos parceiros membros do CLASM, nomeadamente com a
presença do Presidente da União de Freguesias de Santiago de Cassurrães e Póvoa
de Cervães, Álvaro Martins de Matos, e de representantes da Assembleia de
Freguesia e da Casa do Povo de Santiago de Cassurrães. A Vereadora considera
que «esta metodologia de ação trará mais sucesso aos projetos de índole social
e às iniciativas comunitárias, aumentando os níveis de participação cívica e de
coesão social».     Considera ainda «que este tipo de descentralização terá como
mais-valias a continuidade e aprofundamento do trabalho “in loco” do
diagnóstico social concelhio criando valor social e pontes de comunicação e
cooperação entre os diversos agentes sociais».
  O Plano de
Desenvolvimento Social (PDS) define os objetivos e as estratégias no sentido de
combater/atenuar, os problemas prioritários previamente identificados no
Diagnóstico Social Concelhio e é uma oportunidade para a produção de inovação
resultante da possibilidade de “inventar soluções” e gerar recursos. Este plano
respeita ao período compreendido entre 2015 e 2018, sendo operacionalizado,
através de três Planos de Ação Anuais.
 De acordo com
o documento Plano de Desenvolvimento Social (PDS) – Programa Rede Social, o PDS
é o “instrumento no qual se concebe e desenvolve o quadro estratégico de
intervenção do desenvolvimento social concelhio, considerando e gerindo as
possibilidades, os recursos, mas também as fragilidades das diferentes medidas
e políticas no terreno, das ações dos diversos setores e das dinâmicas
locais”.
Fonte:Mun.Mangualde

Palestra sobre internet segura na Biblioteca Municipal em Fornos de Algodres

  Realizou-se durante a manhã desta terça-feira, uma palestra na Biblioteca Municipal da vila de Fornos de Algodres, cujo tema foi “Internet Segura – Educação e Segurança na Net.

  Conduziram esta preleção, a Dra Isabel Barbosa e Dra Paula Antunes que estiveram em representação da Dra Maria José Loureiro do Centro de Competências TIC da Universidade de Aveiro, onde marcaram presença os alunos do agrupamento de escolas desta localidade, dos 11º e 12º anos, professores , CPCJ e GNR locais, onde o grau de adesão foi satisfatório.
Esta sessão teve o intuito de alertar todos os presentes para os cuidados a ter com a utilização da internet, ou seja, deve – se utilizar esta ferramenta como instrumento de pesquisa, e nas redes sociais não se deve expor demasiado os dados pessoais, entre outros cuidados a ter em conta.
  No final desta sessão fomos falar com a Dra Isabel Barbosa, que nos deu conta que o grau de segurança da internet depende da forma como as pessoas a utilizam, quer em contexto de trabalho ou outro contexto.
  Salientou ainda que os Pais devem estar sempre atentos às movimentações dos seus filhos, os riscos são agora mais desconhecidos porque a internet existe, e bloqueantes para alguns pais que  não sabem manusear o computador na internet, como os seus filhos, mas isso não os  impede de controlar e proteger, exercendo uma paternidade ativa dos seus filhos para serem cidadãos felizes no futuro.
Por: Sofia Pacheco