ANEPC diagnosticará as necessidades de equipamentos das corporações de Bombeiros
O Ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, participou numa cerimónia
de assinatura de contratos de aquisição de Equipamentos de Proteção Individual para
Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários, no valor de 6,2 milhões de euros, com
recurso às verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Estes contratos, assinados nos Bombeiros Voluntários de Mangualde, vão permitir adquirir
cerca 12 mil equipamentos completos, entre outros, capacetes, fatos, botas e luvas, para
serem distribuídos por corporações de todo o país e, como sublinhou o titular da
Administração Interna, “consoante as necessidades operacionais diagnosticadas pela
Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC). Será a ANEPC a adquirir os
referidos equipamentos.
José Luís Carneiro participou também na cerimónia de arranque do projeto piloto de
formação em Suporte Básico de Vida direcionado aos alunos do 10o ano de escolaridade do
Agrupamento de Escolas de Mangualde.
O projeto piloto de formação em Suporte Básico de Vida resulta de uma parceria entre o
Agrupamento de Escolas de Mangualde e a Associação Humanitária de Bombeiros
Voluntários de Mangualde (entidade formadora certificada), com o apoio da Autoridade
Nacional de Emergência e Proteção Civil.
A formação terá uma duração de 7 horas, com componente prática e teórica. Prevê-se que
abranja 158 alunos daquele agrupamento de escolas. Pretende-se com este projeto
preparar os formandos com os conhecimentos, as competências e as técnicas necessárias
que lhes permitam prestar a primeira assistência em Suporte Básico de Vida comDesfribilhação Automática Externa, criando condições para que se tornem mais autónomos
e responsáveis em relação à sua saúde e à saúde de quem os rodeia.
“Tratam-se de competências muito importantes para a autoproteção dos jovens e uma
forma de estes jovens também partilharem com as suas famílias, amigos e vizinhos,
tornando as comunidades locais mais capacitadas para os riscos coletivos”, afirmou o
Ministro da Administração Interna, que desejou que o projeto se replique pelo país como
uma “bola de neve”.
Fonte:MAI


