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Gouveia

Pinhelense Rui Ventura apontado a liderar a Turismo Centro de Portugal

Assim, foi avançado, que o autarca Pinhelense Rui Ventura é apontado a liderar a Turismo Centro de Portugal. Desta forma, Rui Ventura, atualmente presidente da Câmara de Pinhel, em fim de mandato, é um homem com um percurso notável, a nível do desenvolvimento do turismo na Cidade Falcão, ao longo destes anos. Deixamos um bom exemplo, a Feira das Tradições e demais eventos no concelho de Pinhel que são visita de muitos milhares de Visitantes, seja portugueses, espanhóis e mesmo outras nacionalidades.

Para tal, a Turismo Centro de Portugal vai a eleições a 27 de março e desta forma Rui Ventura é um forte candidato a ser o novo presidente deste organismo. O processo de eleição do no­vo presidente, iniciado pela Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal e a Agência Regional de Promoção Turísti­ca Centro de Portugal (ARPTC), deverá acontecer na próxima assembleia-geral,  num processo que envolve representantes dos 100 municípios que compõem a Turismo Centro de Portugal, bem como um leque vasto de agentes privados do setor.

AF Guarda-Sorteio dos 1/4 finais da Taça de Honra

Teve lugar, ao fim da tarde, desta terça-feira, na sede da AF Guarda, o sorteio de mais uma etapa, com os seguintes jogos, a realizar, no domingo, dia 2 de março.

Foz Côa – AD Fornos de Algodres
Sabugal – Celoricense
CD Gouveia – SC Mêda
Vila Franca Naves- G.Figueirense

Foto:AFG

Dia Mundial do Cancro-“Vamos Falar sobre Cancro?”- artigo da Ordem dos Psicólogos

O cancro não afecta apenas a Saúde Física, mas também a Saúde Mental, o funcionamento familiar e social e a qualidade de vida. Não admira, portanto, que seja uma das doenças mais temidas do mundo. Associamos a palavra cancro a sofrimento, a perda de bem-estar, a morte a luto. Por isso, é natural que nos provoque desconforto, preocupação, ansiedade e medo.

Para ajudar a lidar com estes sentimentos, a Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) disponibiliza, na véspera do Dia Mundial do Cancro, que se assinala a 4 de fevereiro, o
documento “Vamos Falar sobre Cancro”, que responde a várias questões relacionadas com a doença.

COMO NOS PODEMOS SENTIR NA ALTURA DO DIAGNÓSTICO?
Quando recebemos um diagnóstico de cancro pode parecer-nos que o mundo se virou do avesso e sentirmos muitos sentimentos. Por exemplo:
• Choque e descrença (“não consigo acreditar”);
• Sensação de alienação (“nada disto parece real”), entorpecimento ou esvaziamento emocional;
• Zanga, revolta e injustiça (“porquê eu?”);
• Sobrecarga e dificuldade em compreender toda a nova informação e palavras;
• Falta de controlo;
• Dor pelos planos que tínhamos para a nossa vida e que poderão já não se realizar;
• Preocupação, ansiedade e/ou pânico;
• Medo de morrer;
• Tristeza e desesperança;
• Solidão.

COMO SE PODEM SENTIR OS CUIDADORES?
O cancro também tem um impacto psicológico nos cuidadores, familiares e amigos. Por exemplo, no caso dos parceiros da pessoa que tem cancro, o sofrimento psicológico pode ser equivalente ao longo da doença, sendo que na fase de tratamentos, são os cuidadores que experienciam mais sofrimento. No caso dos pais e mães de crianças com cancro, o sofrimento psicológico, o distress e as taxas de Perturbação de Stresse Pós-Traumático são superiores às das próprias crianças com cancro e às dos adultos que recuperaram. Os filhos de pessoas com cancro também revelam maior risco de desenvolver problemas de Saúde Mental e de ter problemas na escola.

COMO PODEMOS LIDAR COM A EXPERIÊNCIA DE VIVER COM UM CANCRO?
A partir do momento em que recebemos um diagnóstico de cancro precisamos de percorrer um processo de adaptação a uma situação nova. É importante lembrar que não há formas certas e erradas de o fazer. Todos somos diferentes e, por isso, cada pessoa reage e adapta-se de forma diferente à doença. Muitas vezes, este processo implica inúmeras mudanças na nossa vida (por exemplo, passar a viver continuamente com a incerteza do prognóstico, alterações na aparência física ou imagem corporal, dor crónica, alteração de capacidades ou limitações na mobilidade, preocupações com dinheiro, estigma social, tensões nas relações familiares e de amizade ou alterações do projecto de vida pré-estabelecido) e uma “montanha-russa emocional”, que nos obriga a gerir pensamentos e sentimentos ambivalentes e contraditórios.

Algumas estratégias podem ajudar-nos a lidar e a viver com um problema oncológico:
 Expressar as nossas emoções e sentimentos
 Procurar informação e aprender sobre a doença
 Confiar nos profissionais de saúde
 Procurar informação e aprender sobre a doença
 Contar com familiares e amigos
 Antecipar o que pudermos antecipar
 Planear alterações à rotina
 Manter hábitos e projectos de vida
 Cultivar a esperança, o optimismo e o sentido de humor
 Cuidar da saúde psicológica e privilegiar o autocuidado
 Procurar ajuda
Um documento que responde ainda a várias outras questões: como contar a alguém que temos cancro?, como lidar com uma situação terminal? ou como podemos cuidar e apoiar alguém com cancro ou como lidar com a experiência de sobreviver a um cancro?

Consulte o documento completo no link:
https://www.ordemdospsicologos.pt/ficheiros/documentos/opp_vamosfalarsobrecancro.pdf

Idealista – Comprar casa ficou 4,3% mais caro no último ano

Os preços das casas em Portugal subiram 4,3% em janeiro face ao mesmo mês de 2024. Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 2.693 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro, tendo em conta o valor mediano.

Cidades capitais de distrito

Os preços das casas em janeiro subiram em 18 capitais de distrito, com Évora (17,3%), Beja (16,1%) e Vila Real (15,5%) liderarem a lista. Seguem-se Santarém (15,4%), Setúbal (14,5%), Leiria (12,3%), Ponta Delgada (10,6%), Bragança (10,2%), Viseu (8,6%), Funchal (8,6%), Coimbra (8%), Guarda (7,6%), Braga (7%), Faro (4,7%), Porto (3,2%), Castelo Branco (3,1%), Portalegre (3,1%) e Viana do Castelo (1,5%). Já em Aveiro, os preços mantiveram-se estáveis. Por outro lado, os preços desceram 1,1% em Lisboa.

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 5.453 euros/m2. Porto (3.605 euros/m2) e Funchal (3.506 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (3.057 euros/m2), Setúbal (2.597 euros/m2), Aveiro (2.499 euros/m2), Évora (2.358 euros/m2), Ponta Delgada (2.081 euros/m2), Coimbra (1.985 euros/m2), Viana do Castelo (1.912 euros/m2), Braga (1.901 euros/m2), Leiria (1.619 euros/m2), Viseu (1.532 euros/m2) e Vila Real (1.435 euros/m2). Já as cidades mais económicas são a Guarda (844 euros/m2), Portalegre (874 euros/m2), Castelo Branco (894 euros/m2), Bragança (1.018 euros/m2), Beja (1.078 euros/m2) e Santarém (1.395 euros/m2).

Distritos/ilhas

Analisando por distritos e ilhas, as maiores subidas de preços tiveram lugar na ilha de Porto Santo (19,2%), Évora (16,1%) e Portalegre (14,6%). Seguem-se a ilha Terceira (14,5%), Santarém (14,2%), ilha de São Miguel (13,2%), ilha do Pico (13,1%), Beja (13%), ilha da Madeira (10,4%), Setúbal (9,3%), Leiria (9%), Braga (8,9%), Vila Real (8,7%), ilha do Faial (7,4%), Porto (7,1%), Faro (6,8%), Aveiro (6%), Bragança (4,2%), Lisboa (3,9%), Coimbra (3,9%), Viseu (2,5%), Viana do Castelo (1,1%).

Por outro lado, os preços desceram na Guarda (-2,5%), Castelo Branco (-2,5%) e ilha de Santa Maria (-2,1%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (4.104 euros/m2), seguido por Faro (3.507 euros/m2), ilha da Madeira (3.230 euros/m2), Porto (2.733 euros/m2), ilha de Porto Santo (2.725 euros/m2), Setúbal (2.677 euros/m2), ilha de São Miguel (1.890 euros/m2), Aveiro (1.787 euros/m2), Leiria (1.713 euros/m2), Braga (1.645 euros/m2), ilha do Pico (1.543 euros/m2), Viana do Castelo (1.472 euros/m2), Coimbra (1.458 euros/m2), ilha do Faial (1.440 euros/m2), Évora (1.434 euros/m2), ilha de Santa Maria (1.416 euros/m2), ilha Terceira (1.354 euros/m2) e Santarém (1.298 euros/m2).

Os preços mais económicos para adquirir habitação encontram-se na Guarda (696 euros/m2), Portalegre (823 euros/m2), Castelo Branco (879 euros/m2), Bragança (907 euros/m2), Vila Real (1.047 euros/m2), Viseu (1.108 euros/m2) e Beja (1.187 euros/m2).

Regiões

Nos últimos 12 meses, os preços das casas à venda aumentaram em todas as regiões do país. A liderar as subidas, encontra-se a Região Autónoma da Madeira (10,5%) seguida pelo Alentejo (10,1%), Região Autónoma dos Açores (10%), Algarve (6,8%), Centro (6,3%), Norte (5,2%) e Área Metropolitana de Lisboa (5%).

A Grande Lisboa, com 3.757 euros/m2, continua a ser a região mais cara para adquirir habitação, seguida pelo Algarve (3.507 euros/m2), Região Autónoma da Madeira (3.221 euros/m2) e Norte (2.244 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (1.503 euros/m2), a Região Autónoma dos Açores (1.630 euros/m2) e o Alentejo (1.655 euros/m2) que são as regiões mais baratas para comprar casa.

Índice de preços imobiliários do idealista

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

Foto:DR

AF Guarda – Sorteio da Taça de Honra será dia 4

Vai ter lugar, o Sorteio referente aos quartos de final da Taça de Honra, nesta terça-feira, dia 4 de fevereiro pelas 18 horas, na sede da AF Guarda.

Assim vão a sorteio: CD Gouveia, Vila Franca das Naves, Celoricense, AD Fornos de Algodres, Foz Côa, Sabugal, SC Mêda, G.Figueirense.

GNR – Campanha Floresta Segura iniciou

A Guarda Nacional Republicana iniciou a Campanha Floresta Segura, que decorrerá  até dia 30 de novembro de 2025, com o objetivo de executar ações de sensibilização e monitorização, ações de fiscalização, de vigilância e deteção de incêndios rurais (IR), investigação de causas e os crimes de incêndio florestal e validação das áreas ardidas, para prevenir, detetar, combater e reprimir atividades ilícitas, garantindo a segurança das populações, dos seus bens e a preservação do património florestal.

Das tarefas chave para a campanha destacam-se:

A promoção de ações de prevenção e sensibilização, em coordenação e articulação com outras entidades, nomeadamente a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), direcionada aos concelhos em que se contabilizaram mais de 100 ignições;
Garantir uma eficiente sensibilização, monitorização e fiscalização, em todo o território nacional, priorizando as freguesias prioritárias, através do reconhecimento e georreferenciação das situações críticas de incumprimento dos critérios de gestão de combustível;
Garantir uma célere investigação e determinação das causas dos incêndios rurais, analisando todas estas ocorrências, compreendendo as suas causas de forma a conhecer o fenómeno regional subjacente às ignições, direcionando posteriormente as ações de vigilância e deteção, otimizando as valências disponíveis.

A severidade dos incêndios rurais de 2017 e o seu impacto dramático constituíram um ponto de viragem na definição e implementação de estratégias que visam assegurar uma eficiente Defesa da Floresta Contra Incêndios (DFCI).

A floresta do continente é dominada por espécies autóctones, salientando-se os montados de sobreiros e azinheiras (cerca de 36% do total) e os pinheiros (cerca de 30%). Os eucaliptais ocupam 26% da superfície florestal e a restante área é distribuída por espécies de menor expressão (incluindo castanheiros, alfarrobeira, acácias, medronheiro, choupos, espécies ribeirinhas e outras resinosas. Neste âmbito, destaca-se a responsabilidade da Guarda Nacional Republicana na execução de ações de sensibilização, fiscalização, vigilância e deteção de incêndios rurais (IR), na gestão da rede de vigilância e deteção de IR, no apoio no ataque inicial (ATI) e ataque ampliado (ATA), na execução de ações de fogo controlado, na investigação das causas e dos crimes de incêndio florestal, bem como na validação das áreas ardidas e apuramento de danos.

Esta realidade florestal, associada à diversidade do país a nível geográfico, climático, social, cultural e infraestrutural, ao despovoamento do interior, ao envelhecimento da população rural, às alterações relativas ao aproveitamento e exploração da floresta, às alterações climáticas e à acumulação de elevada carga de combustível, potenciam a possibilidade de ocorrência de IR mais complexos e violentos.

No que respeita à atividade da GNR, em 2024, foram monitorizados e fiscalizados 10 256 locais, com ausência de gestão de combustível, que deram origem a 6 127 cumprimentos voluntários quanto à limpeza de terrenos, que tinham sido previamente sinalizados. Neste contexto, em 2024, verificou-se uma evolução positiva no que tange à redução, registando-se menos 1 291 ocorrências do que em 2023, equivalente a uma redução de 17% de ocorrências.

Gouveia assinalou o 37.º Aniversário de Elevação a Cidade

O Município de Gouveia assinalou neste sábado, o 37.º aniversário da Elevação de Gouveia a Cidade e contou com a presença da Secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa.
O programa comemorativo, organizado pela Câmara Municipal de Gouveia, teve início com a sessão solene, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, e com as devidas intervenções protocolares.
A sessão foi encetada pelo  Presidente da Assembleia Municipal, Gil Barreiros, que após cumprimentar os presentes, começou por referir que “não é altura de estarmos com revivalismos ou saudosismos em relação à distinta vila que tivemos, é altura sim, neste momento, de afirmar, claramente, que todos temos que continuar a apostar na nossa cidade e no nosso concelho. E apostar neles é exatamente comemorar hoje aqui a elevação de Gouveia a cidade, assim como comemorar a elevação de Vila Nova de Tazem a vila. E é inegável que esta situação criou, institucionalmente, algum peso no ranking das classificações das populações e do municipalismo.”
Após a intervenção do  Presidente da Assembleia Municipal, seguiu-se a assinatura do contrato com a DGLAB para a implementação das bolsas de residência literária para a Casa Vergílio Ferreira – Para Sempre.
Bruno Eiras, Subdiretor-Geral da Direção Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, reiterou o compromisso da DGLAB em materializar este projeto referente à criação de Bolsas de Residência Literária “através de uma singela contribuição para um projeto muito maior do Município de Gouveia que é a Casa Vergílio Ferreira – Para Sempre.” Salientou, ainda, “no âmbito das nossas atribuições na área do livro, é com empenho e dedicação que nos comprometemos com os nossos parceiros no território, nomeadamente com as autarquias na promoção da cultura e da literatura portuguesa”, sendo por isso com prazer, honra, e até emoção que a DGLAB se associa a este projeto em torno deste autor maior que é Vergílio Ferreira.
Sucedeu-se a apresentação das obras que a empresa APdSE pretende levar a cabo no concelho de Gouveia, nomeadamente a “Construção dos sistemas de tratamento de águas residuais na Ponte Nova e na Póvoa da Rainha” e a “primeira fase da remodelação da rede de abastecimento e saneamento de Vila Nova de Tazem”.
A apresentação dos referidos projetos foi feita pelo Diretor de Engenharia e Exploração da Águas Publicas da Serra da Estrela,  Rui Pina, que referiu que as três intervenções exigirão um investimento de cerca de oitocentos e quarenta mil euros, nesta primeira fase, uma vez que só para empreitada a realizar em Vila Nova de Tazem, o valor total estimado ronda os três milhões, novecentos e setenta e cinco mil, novecentos e noventa euros.
O projeto “Casa do Território – Identidade e Memória” foi, posteriormente, dado a conhecer pelo arqueólogo municipal, Joel Correia, como um espaço que se pretende que seja de preservação de memória, recolha, divulgação e atratividade do território, atuando, por um lado, sobre a regeneração urbana e por outro na diferenciação da oferta turística.
A obra que resulta de uma candidatura com um valor elegível de um milhão, duzentos e cinquenta e três mil, trezentos e noventa e três cêntimos, tem por base a reconstrução do prédio urbano correspondente à antiga fábrica dos balões e ao edifício contíguo, que funcionarão em dependência.
Seguidamente, o arquiteto João Favila Menezes procedeu à apresentação do estudo prévio dos edifícios da Mata do Dique para fins habitacionais, na qualidade de coordenador do projeto.
Desta forma começou por referir que “estamos perante um conjunto de dois edifícios situados na Avenida Emídio Navarro, na cidade de Gouveia, construídos em 1841 para instalação de uma indústria têxtil.”
Com este projeto pretende-se, agora, proceder à reabilitação dos referidos imóveis para fins habitacionais mantendo o número de pisos e a forma arquitetónica.
No seguimento, apresentou também a obra de reabilitação do antigo pavilhão industrial Bellino & Bellino que se pretende que seja o novo “Centro para o Empreendedorismo de Impacto e Inovação Cultural”.
O Município tem assim a intenção de proceder à reabilitação do pavilhão principal da antiga fábrica Bellino & Bellino, com vista à sua reconversão num espaço multifuncional de utilização pública compatível com a sua compartimentação e função do edifício.
A referida reconversão englobará um pavilhão de utilização multidisciplinar, com diversos espaços, que permitirão o seu usufruto pelos munícipes em geral, por associações/coletividades e entidades empreendedoras que pretendam ali instalar-se.
O derradeiro ato da sessão, foi a assinatura e outorga do contrato com a Bertrand Editora para edição em três volumes da obra literária Conta-Corrente de Vergílio Ferreira.
Nas palavras do  Francisco José Viegas, representante da Bertrand Editora, a edição em três volumes da Conta-Corrente é uma oportunidade de valorização patrimonial e cultural com reflexos locais e nacionais, sublinhou, ainda, que estes nove volumes do diário de Vergílio Ferreira “constituem um dos grandes testemunhos do Séc. XX da Literatura Portuguesa (1969 – 1992), retratando não só a vida do escritor mas de tudo aquilo que a Sua vida tocou”.
O Presidente da Camara Municipal de Gouveia,  Luís Tadeu, resumiu, em breves palavras, os projetos que foram apresentados, referindo que os mesmos demonstram a vontade, o trabalho e o empenho do executivo em oferecer mais qualidade de vida aos gouveenses, aos turistas e, também aos que procuram o nosso território para viver. “Somos um território que tem, infelizmente, sofrido do problema demográfico e perda de população, que está a ser contrariada pela chegada de imigrantes de várias nacionalidades, mas para que se fixem é necessário criar condições de habitabilidade e rendas acessíveis que possam ser sustentáveis para as famílias. “
A Secretária de Estado da Habitação,  Patrícia Gonçalves Costa terminou as intervenções, referindo que a habitação é um dos pilares do estado social e este governo definiu as políticas públicas de habitação como uma grande prioridade. Assegurar a dignidade e justiça no acesso à habitação é um dos compromissos assumidos.
A  Secretária de Estado felicitou, ainda, na pessoa do  Presidente da Câmara Municipal, o executivo pelo programa comemorativo desta sessão que, na Sua opinião, tocou os pilares fundamentais para o desenvolvimento económico e para a evolução social de uma cidade: turismo, habitação, cultura e educação.

Fonte:MG

AF Guarda- Distrital sub-19- Resultados da 13ªRonda

Teve lugar na tarde deste sábado, mais uma ronda dos Sub-19, com o líder a folgar e o Vilar Formoso igualou na tabela.

V. Cortez -Seia Fc-
Sc Vilar Formoso-Núcleo Desp. Social-4-2
Os Vilanovenses-S. Romão-0-2
Sc Celoricense- Aguiar Beira-3-1
Gc Figueirense-Sc Mêda-1-5

Classificação:CD Gouveia e V.Formoso-23 pts, seguido de Celoricense com 21 pts

Rota das Feijocas nas Aldeias- Gouveia

A Rota das Feijocas irá decorrer no dia 9 de fevereiro, na Aldeia de Montanha de Aldeias, no concelho de Gouveia, e constituirá uma oportunidade para celebrar a comunidade das Aldeias e o valor das feijocas como produto endógeno para a agricultura local.
O encontro está marcado para as 09h30, com uma Missa Paroquial, que dará início a um roteiro que se prolongará durante todo o dia.