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Lisboa

Jovem Talento da Gastronomia 2024 com apoio do Recheio

O Recheio patrocina o Jovem Talento da Gastronomia 2024 (JTG), o principal concurso nacional direcionado a jovens estudantes de restauração e hotelaria de todo o país, organizado pelas Edições do Gosto. Esta parceria enquadra-se no compromisso do Recheio de apoiar os jovens estudantes de hotelaria e restauração.

O Recheio considera fundamental incentivar a criatividade e a inovação e, por isso, decidiu juntar-se à iniciativa Jovem Talento da Gastronomia (JTG) na promoção dos futuros talentos da gastronomia nacional.

“A proximidade com os clientes e parceiros é uma marca distintiva do Recheio que tem mais de 50 anos de atividade. Ao longo destes anos, temos desenvolvido também um trabalho em conjunto com Chefs e cozinheiros portugueses, através de várias iniciativas e é neste âmbito que se enquadra esta associação ao JTG. Acreditamos que a inovação e a paixão são os ingredientes-chave para o futuro da gastronomia em Portugal, e este concurso potencia estes valores entre os jovens Chefs”, explica Vanessa Silva, Diretora de Marketing do Recheio, acrescentando que com o apoio ao JTG a marca “estará a estabelecer laços importantes com os Chefs de amanhã”.

O Recheio continuará a trabalhar “para fomentar o empreendedorismo e a estar ao lado dos novos talentos, numa relação de parceria com as escolas, contribuindo para a formação de jovens que serão a próxima geração à frente da hotelaria e restauração no nosso país”, acrescenta a responsável.

No âmbito desta parceria, o Recheio terá uma presença bastante ativa ao longo de todo o concurso e dará o nome à categoria “Cozinha”. Na manhã da prova da semifinal, que se realizará dia 19 de novembro, na Escola Profissional Gustave Eiffel, no Entroncamento, os concorrentes terão a oportunidade de visitar uma exploração da Best Farmer, unidade de produção sustentável de carne bovina do Grupo Jerónimo Martins, para conhecerem de perto todo o processo de produção da carne que posteriormente irão e utilizar nas suas provas. A grande final da categoria “Cozinha” terá lugar na loja Recheio de Cascais, em dezembro. Paralelamente, a marca realizará outras ações, como uma Masterclass Recheio, Tertúlias, entre outras iniciativas que podem ser consultadas no jovemtalentogastronomia.pt.

O Concurso Jovem Talento da Gastronomia é o principal concurso nacional direcionado a jovens estudantes de restauração e hotelaria de todo o país, com idades até aos 25 anos e que se encontrem a estudar numa escola de hotelaria em território nacional, oferecendo-lhes uma plataforma para dar a conhecer o seu talento e contactar com profissionais da área.

GNR-Operação “Regresso às aulas 2024”

A Guarda Nacional Republicana (GNR), para assinalar o regresso às aulas, entre os dias 12 e 16 de Setembro, inicia com um conjunto de ações de sensibilização dirigidas aos alunos, professores e encarregados de educação, ao longo dos cerca de 5 mil estabelecimentos escolares na sua área de responsabilidade, com o objetivo de sensibilizar para a necessidade de adoção de comportamentos de autoproteção, ao nível da segurança em geral, de comportamentos inclusivos no seio da comunidade e prevenindo comportamentos desviantes da ordenação social.

O Programa Escola Segura (PES), que celebra 32 anos de existência, é uma peça fundamental que visa garantir a segurança no meio escolar e no meio envolvente, através da prevenção de comportamentos de risco e da redução de atos geradores de insegurança em meio escolar. Durante esta campanha, a GNR dará a conhecer os militares responsáveis pelo programa na respetiva escola, com a distribuição do número de contacto destes, contribuindo desse modo para uma maior proximidade e consequente maior consciencialização dos diversos intervenientes da comunidade escolar para a importância da segurança escolar das crianças e jovens, para os desafios que irão encontrar no regresso às aulas. Ler Mais »

Encarregados de educação consideram o custo do regresso às aulas uma fonte de stress

Todos os anos, o início de um novo ano letivo é um momento que gera grande expetativa quer junto de encarregados de educação, quer dos estudantes. À medida que os educandos se preparam para voltar às aulas, muitos educadores lidam com uma série de preocupações. Este ano, segundo o Observador Cetelem, marca do grupo BNP Paribas Personal Finance, verifica-se que as expetativas da maioria dos encarregados de educação em relação ao próximo ano letivo são de que corra melhor face ao anterior. No entanto, constata-se uma ligeira descida comparativamente ao ano passado (63%; -2 pontos).

Entre os principais motivos para a maioria afirmar que o ano irá correr melhor estão a perceção de que o aluno a seu cargo está mais adaptado à escola (53%), mas também por ter mudado de ciclo/ano (28%); ou a expetativa de disponibilização de apoio escolar (19%). No entanto, entre os encarregados de educação que têm uma perspetiva mais negativa (6%), aponta-se a falta de professores, a dificuldade das escolas em apoiarem os alunos e a situação financeira do agregado.

Já na lista das principais preocupações da totalidade de encarregados de educação inquiridos destacam-se a potencial violência/bullying na escola (46%), o potencial impacto greves no ensino (46%, menos 10 pontos), a discriminação na escola (41%) e os gastos com o material escolar (27%).

Neste âmbito, importa destacar que embora existam mais encarregados de educação com uma perceção melhor sobre a sua capacidade financeira para enfrentar o próximo ano letivo – com 29% a avaliá-la como “excelente” e “boa” (mais 5 pontos percentuais); menos de metade (42%) afirmam ter total capacidade para financiar a educação (versus 36% em 2023). A maior fatia, 47%, consideram o custo da educação como uma fonte de stress ou temem não conseguir financiá-la e 10% expressam mesmo dificuldade e afirmam precisar de apoio.

Metade dos encarregados de educação não têm poupanças destinadas à educação

Para fazer face a estes gastos, 48% dos encarregados de educação revelam igualmente que não têm uma poupança destinada para fins educativos (-7 pontos face a 2023), sendo que destes 29% tencionam constituir uma poupança no futuro e 19% não o preveem fazer. Já 18% dos encarregados de educação que têm uma poupança afirmam que não vão gastá-la neste regresso às aulas, enquanto 33% precisarão de fazê-lo.

Por outro lado, 44% dos encarregados de educação tencionam utilizar o cartão de crédito no regresso às aulas, um número mais baixo quando comparado com o ano passado. No entanto, os valores a serem gastos por quem tem cartão de crédito são superiores: 390 euros, mais 60 euros do que em 2023. Já 35% têm intenção de recorrer ao crédito pessoal.

Recorde-se que o mesmo estudo já tinha revelado que, em média, os educadores preveem gastar 598 euros, um valor abaixo das previsões do ano passado (menos 34 euros).

Estudantes adultos tencionam gastar 553 euros nas compras de regresso às aulas

Este ano, 1 em 4 adultos tencionam igualmente voltar a apostar na formação, tendo como motivação o desenvolvimento pessoal e profissional, sendo que 24% destes pretendem completar o seu grau académico e 28% optaram por uma formação prática.

Em média, tencionam gastar 553 euros nas compras de material para o regresso às aulas, e o curso que irão frequentar tem como valor médio previsto de mensalidade 198€. 4 em cada 10 tencionam utilizar o cartão de crédito no regresso às aulas, tencionando gastar em média 409€, mais 53€ que no ano passado. Por outro lado, 46% dos estudantes adultos ponderam recorrer ao crédito pessoal, neste caso, menos do que no ano anterior.

Verifica-se ainda uma melhoria na perceção da capacidade financeira entre os estudantes adultos que pretendem este ano regressar à escola versus os que o fizeram no ano anterior: 36% avaliam a situação como excelente/boa (+8 pontos); e diminui os que indicam ser má (16%, -9 pontos).

foto-Depositphotos-scaled

Artigo de opinião-Vítor Santos-Época desportiva 2024-2025

Levar e buscar os filhos aos treinos, acompanhar os jogos e estar sempre atento ao
comportamento do filho em campo fazem parte da rotina de um pai ou uma mãe de atleta.
Todos temos a convicção de que o envolvimento parental positivo desempenha um papel muito
importante na vida desportiva das crianças e dos jovens. O suporte familiar está relacionado
com o aumento da confiança dos atletas e até mesmo com a sua permanência na prática
desportiva. No entanto, é comum observarmos um acompanhamento negativo por parte de
alguns pais, que gritam e insultam constantemente. A pressão exercida fora do treino e da
competição é massacrante e desmotivadora. Tais comportamentos levam-nos a refletir
profundamente sobre os limites do acompanhamento que fazemos.
Os pais podem escolher se querem ser facilitadores ou obstáculos no desenvolvimento
desportivo dos seus filhos. Facilitam quando contribuem e se disponibilizam para o crescimento
e a evolução dos filhos, incentivando-os e respeitando as suas motivações, escolhas e
momentos. Contudo, tornam-se obstáculos quando impõem pressões ou não os incentivam.
O início de mais uma época desportiva é o momento certo para uma autorreflexão sobre o seu
comportamento e sobre as melhorias possíveis.
Muitos clubes já têm dificuldades em encontrar treinadores para as suas equipas. Se a estas
dificuldades acrescentarmos a falta de árbitros e de dirigentes associativos, temos de repensar
se não estaremos a afastar recursos humanos qualificados das funções, porque continuamos a
não investir no mais importante: o comportamento!
A forma como, no final de um jogo, a primeira atitude é correr na direção da equipa de
arbitragem revela muito sobre a cultura desportiva dos nossos agentes desportivos. Esta cena
teatral, tão comum em Portugal, é quase sempre um ato de transferência de responsabilidade
e de falta de compromisso da equipa perante um resultado negativo. Quando se trata de um
comportamento pontual, podemos até aceitá-lo — todos temos um dia menos bom. Mas
quando se torna um padrão já não é tolerável. Quando ganham, as equipas já não correm para
o árbitro. Porque será? A verdade é que os melhores não se desgastam com o que vai além do
jogo, focam-se nos aspetos que são da sua responsabilidade e que controlam e incentivam
quem lideram.
Temos de ser exigentes com todos os agentes desportivos e respeitar a modalidade em que
estamos inseridos. Estar constantemente a pôr tudo e todos em causa não é tratar bem a
modalidade que nos apaixona e que, para muitos, é também uma profissão.
Existem muitas ações de formação para treinadores e dirigentes, mas continua a faltar um
investimento na vertente comportamental. É esta que faz a diferença entre os excelentes e os
outros, permitindo que se foquem na sua função.
Votos de uma excelente época desportiva.

Desenho:Miguel Rebelo

Vitor Santos
Embaixador do Plano Nacional de Ética no Desporto

Liga dos Bombeiros Portugueses visitou Bombeiros Egitanienses

Como foi anunciado, nas cerimónias do aniversário deste corpo de Bombeiros, a Liga dos Bombeiros Portugueses iria visitar o quartel dos Bombeiros Egitanienses.

Assim aconteceu, recentemente, com a presença dos Presidentes do Conselho Executivo, António Nunes e da Mesa do Congressos da Liga dos Bombeiros Portugueses, Gil Barreiros acompanhado pelo Presidente da Federação de Bombeiros do Distrito da Guarda, Paulo Amaral, numa visita para saudar os Bombeiros que integram o DECIR.

Após a formatura, aconteceu uma reunião de trabalho,
seguida da assinatura do Livro de Honra desta Associação. A comitiva foi recebida pelo Presidente da Direção, Fábio Pinto, staff diretivo e Comandante Marco.

fonte:AHBVE

Quartos para arrendar: oferta subiu 57% num ano – preços sobem 13%

A oferta de quartos para arrendar em casa partilhada subiu 57% no segundo trimestre do ano, em comparação com o ano anterior, segundo um estudo publicado pelo idealista, o marketplace imobiliário de Portugal.

Analisando a oferta de quartos por cidades, verifica-se que o aumento do “stock” foi bastante acentuado no último ano, sendo na sua maioria superior aos 25%. Foi em Castelo Branco (112%) onde mais se verificou essa subida, seguida por Lisboa e Porto (76% em ambas as cidades), Viseu (51%), Coimbra (40%), Santarém (29%), Vila Real (24%), Braga (5%), Viana do Castelo (3%) e Leiria (1%).

Das cidades analisadas, a oferta diminuiu no Funchal (-73%), seguido por Évora (-36%), Setúbal (-15%), Faro (-14%), Aveiro (-11%) e Guarda (-5%).

Apesar da subida de stock, os preços aumentaram em todas as cidades analisadas. Foi no Funchal onde os preços mais subiram, sendo os quartos 60% mais caros do que há um ano. Seguem-se Faro (33%), Aveiro (29%), Viseu (25%), Setúbal (22%), Évora (20%), Guarda (18%), Porto (17%), Braga (17%), Leiria (12%) e Castelo Branco (10%). Com subidas de preço inferiores a 10%, encontram-se Santarém (9%), Viana do Castelo (8%), Coimbra (7%), Lisboa (6%) e Vila Real (2%).

Lisboa continua a ser a cidade com os quartos mais caros em Portugal, onde os preços rondam em média os 550 euros mensais, seguida pelo Porto (445 euros por mês), Funchal (400 euros por mês), Faro (400 euros por mês), Setúbal (365 euros por mês), Aveiro (360 euros por mês), Braga (350 euros por mês), Évora (335 euros por mês), Viana do Castelo (325 euros por mês), Coimbra (300 euros por mês) e Santarém (300 euros por mês). Por outro lado, das cidades analisadas, as mais económicas para arrendar quarto são a Guarda (177 euros por mês), Castelo Branco (222 euros por mês), Vila Real (235 euros/mês), Viseu (250 euros por mês) e Leiria (280 euros por mês).

Arrendar quarto não é só para estudantes

Os dados publicados neste relatório revelam que o arrendamento de quartos não é uma opção habitacional apenas para estudantes, convertendo-se também na opção eleita por jovens nos seus primeiros anos no mercado de trabalho e em alguns casos até mais tarde. A atual realidade do mercado de arrendamento português nas grandes cidades faz com que seja complexo para muitas pessoas solteiras ou separadas suportar o custo de uma casa, tornado o arrendamento de um quarto a opção mais vantajosa. Por outro lado, partilhar casa continua a ser um estímulo para muitos jovens com vontade de serem independentes e de sairem da casa dos pais, uma tendência que deverá aumentar nos próximos anos.

O idealista tornou-se numa referência para todos aqueles que procuram partilhar casa, tanto pela facilidade de utilização como qualidade da informação. A opção disponibilizada pelo idealista de procurar um companheiro de casa para iniciar com ele o processo de pesquisa de um alojamento, tem um grande sucesso entre os utilizadores portugueses e estrangeiros que se deslocam ao nosso país e que pretendem encontram um quarto desde os seus locais de origem. Uma das grandes vantagens são as diferentes opções linguísticas disponíveis no idealista: além do português está acessível o inglês, alemão, francês, russo, espanhol, italiano, sueco, holandês, finlandês, polaco, romeno, dinamarquês, chinês e grego.

fonte:Idealista

Foto:DR

Castelo Branco é o Municipio onde se arrenda casa mais barato

Dos 25 municípios mais baratos para arrendar casa em Portugal, Castelo Branco ocupa o primeiro lugar. Os proprietários deste município pedem, em termos medianos, 6,5 euros por metro quadrado (euros/m2), sendo este o metro quadrado mais barato do país, segundo uma análise do idealista, o Marketplace imobiliário de Portugal.

O ranking dos cinco municípios mais baratos completa-se com Santa Maria da Feira (7,1 euros/m2), Viseu (7,3 euros/m2), Vila Nova da Famalicão (7,6 euros/m2) e Covilhã (7,6 euros/m2).

Por menos de 9 euros por metro quadrado, encontram-se ainda os municípios Viana do Castelo (8,1 euros/m2), Leiria (8,2 euros/m2), Santarém (8,3 euros/m2), Valongo (8,6 euros/m2), Lourinhã (8,6 euros/m2), Caldas da Rainha (8,7 euros/m2) e Alcobaça (8,7 euros/m2). Seguem-se Figueira da Foz (9,1 euros/m2), Braga (9,1 euros/m2), Guimarães (9,4 euros/m2) e Ílhavo (9,5 euros/m2).

O ranking continua Torres Vedras e Maia, onde as casas para arrendar custam 9,7 euros/m2 em ambos municípios. Seguem-se Moita (9,8 euros/m2), Gondomar (10 euros/m2 e Vila do Conde (10,2 euros/m2).

Nos últimos lugares do ranking, encontram-se os municípios de Coimbra (11,2 euros/m2), Vila Franca de Xira (11,1 euros/m2), Montijo (10,3 euros/m2) e Póvoa do Varzim (10,3 euros/m2).

Os municípios mais caros

A análise realizada pelo idealista também encontrou as cinco localidades mais exclusivas para arrendar casa em Portugal. Lisboa encontra-se no topo da lista onde o metro quadrado custa 21,7 euros, sendo o mais caro do país. Seguem-se Cascais (20,2 euros/m2), Loulé (17,7 euros/m2), Porto (17,4 euros/m2) e Oeiras (16,6 euros/m2).

Por:RM/idealista

Foto: DR

Fornos de Algodres e os Bombeiros ficaram mais pobres

Fornos de Algodres
FALECEU O COMANDANTE JOSÉ ANTÓNIO, UMA GRANDE REFERÊNCIA DOS BOMBEIROS E DA COMUNIDADE
Fornos de Algodres e os Bombeiros ficaram mais pobres.
Partiu um grande Comandante, Bombeiro, Fornense e sempre esteve na linha da frente para prestar ajuda a todos quando precisavam desde pessoas e bens. Foi sempre um grande Líder , um grande homem que tudo fez e tudo deu por uma causa nobre.
O Comandante ZÉ ANTÓNIO para além de ter sido comandante dos Bombeiros de Fornos de Algodres, foi e será uma grande referência para os Bombeiros de Fornos, do distrito e também a nível Nacional.
Deixamos a nossa homenagem a este grande homem e as sentidas condolências a toda a família.
DESCANSE EM PAZ!!!

Observador Cetelem-Artigo-86% dos portugueses não sabem o que é o euro digital

Apenas 5 em cada 10 já ouviram falar e 12% afirmam saber o que é o euro digital.
Porém, 3 em cada 10 percecionam que esta forma de pagamento eletrónico poderá ser positiva para a sociedade. 3 em cada 4 estão disponíveis para aderir ao euro digital.

Após uma fase de investigação de dois anos, em novembro de 2023 o Banco Central Europeu deu início à fase de preparação do euro digital, que estabelecerá as bases para a potencial emissão deste método de pagamento electrónico, que se pretende que seja acessível a todos de forma gratuita. Como a moeda física atual, que continuará a existir, o objetivo é que seja utilizado em qualquer parte da zona euro, de forma segura e com privacidade, dando resposta a uma sociedade cada vez mais digital. Prevê-se que este seja armazenado numa carteira digital e permita efetuar todos os pagamentos habituais – numa loja, na Internet ou a outra pessoa – usando um computador, um telemóvel ou um cartão, online e offline.

Apesar do término da fase de preparação estar prevista apenas para 2025, altura em que se decidirá avançar ou não para uma próxima fase, o novo Observador Cetelem, marca comercial do grupo BNP Paribas Personal Finance, procurou saber até que ponto os portugueses já tomaram conhecimento sobre a possibilidade de vir a existir um euro digital. O estudo concluiu que, embora 5 em cada 10 inquiridos afirmem já ter ouvido falar sobre o tema, 42% destes não sabem exatamente do que se trata. Já 44% nunca ouviram falar sobre o tema. Quando se fala em euro digital os inquiridos associam a palavras como: dinheiro, facilidade, digitais, criptomoedas, moeda, moeda digital e dinheiro virtual.

Por outro lado, 48% dos inquiridos percepcionam que o conceito do euro digital ainda é desconhecido pela sociedade. No entanto, quando questionados, por exemplo, sobre a possibilidade de vir a tornar-se realidade a existência de um euro digital nos dispositivos móveis, 3 em cada 10 pessoas consideram que será positivo, sobretudo porque esperam que seja fácil de usar, seguro e prático. Porém, há quem perspective como potenciais pontos negativos a falta de conhecimento, algum risco de exclusão social e de ciberataques.

3 em cada 4 portugueses querem aderir ao euro digital

Perante a possibilidade de o euro digital vir a tornar-se uma realidade nos próximos anos, 3 em cada 4 dos portugueses mostram intenção de aderir à sua utilização, sendo que 16% afirmam querer fazê-lo imediatamente após a sua implementação e 58% talvez apenas depois de se informar melhor. Contudo, há uma percentagem significativa de portugueses que indicam que continuarão a dar preferência a usar dinheiro físico ou outros métodos de pagamento electrónicos.

Ainda assim, a atual percepção dos consumidores é de que euro digital possa vir a ser um dos meios de pagamento mais usados no futuro (tanto como os cartões físicos). De acordo com o inquérito, atualmente 81% afirmam já utilizar formas digitais de pagamento, sendo que a maioria utiliza regularmente estes métodos para pagar compras e despesas online.

De referir que a decisão sobre a emissão, ou não, do euro digital só será considerada quando estiver concluído o processo legislativo da União Europeia, o que deverá acontecer em outubro do próximo ano.

Por:

Artem Nych (Sabgal/Anicolor) triunfou em Viseu e venceu a 85ª Volta a Portugal Continente

O russo Artem Nych (Sabgal/Anicolor) tornou-se no 64º vencedor da Volta a Portugal ao ganhar o contrarrelógio individual que se disputou em Viseu, na distância de 26,6 quilómetros, confirmando a profecia de que “a camisola amarela dá asas”.

Foi a sétima vitória da temporada de Nych e a décima da carreira profissional, iniciada em 2014 na Rússia, tendo chegada o ano passada à estrutura de Rúben Pereira.

O corredor natural de Kemeroso, na província russa da Sibéria, fez “renascer das cinzas” a equipa sediada em Águeda que parecia ter perdido todas as opções após a desistência de Maurício Moreira, a caminho da Guarda.

Com o triunfo em Boticas, Nych relançou a corrida e com a ascensão à Senhora da Graça, onde foi segundo, envergou a Camisola Amarela Continente e tornou-se no principal candidato ao triunfo na “Portuguesa”.

Julius Johansen (Sabgal/Anicolor) foi durante muito tempo o corredor com o melhor tempo e só com a chegada do seu companheiro de equipa, por escassos 3 segundos, saiu da “cadeira do Poder”. Rúben Pereira, o diretor-desportivo, poderia ter mandado Nych desacelerar para permitir a vitória do dinamarquês e assim ter dois corredores no pódio final, já que Colin Stussi ficou a 30” do camisola amarela, terminando como vice-campeão da “Portuguesa”.

O suíço do Team Vorarlberg foi o único a intrometer-se no domínio da Sabgal/Anicolor ao ser terceiro no contrarrelógio individual, já que Rafael Reis viria a ser quarto no final da tirada. Longe dos melhores ficou Abner Gonzalez (Efapel Cycling), o porto-riquenho acabou por cair para a terceira posição da classificação final, melhorando a sua posição de 2021 quando foi sexto da geral ao serviço da Movistar.

Entre os portugueses Reis foi o melhor na tirada e Gonçalo Leaça (Credibom/LA Alumínios/Marcos Car) o melhor na geral, ao alcançar o 4º lugar, com Afonso Eulálio (ABTFBetão/Feirense) que foi líder durante vários dias a terminar na 10ª posição. Destaque também para Diogo “Conquistador” Barbosa (AP Hotels & Resort/Tavira/Farense), o filho de Cândido Barbosa, a concluir na 15ª posição e a ser o terceiro português.

A Aviludo/Louletano/Loulé Concelho, fez também a festa final ao vencer duas etapas e conquistar a Classificação por Pontos GALP, através de German Tivani, tendo os espanhóis da Euskaltel/Euskadi, ganho a Classificação por Equipas e o seu corredor Luís Angel Mate triunfado na Classificação da Montanha, Camisola Azul Carclasse e Jaume Guardeño (Caja Rural/seguros RGA), conquistado a Camisola Branca Placard da Juventude.

Classificações
Etapa
1º- Artem Nych/RUS (Sabgal/Anicolor)- 34’36”, 2º-Julius Johansen/DIN (Sabgal/Anicolor) a 3”, 3º-Colin Stussi/SUI (Team Vorarlberg) a 30”, 4º- Rafael Reis/POR (Sabgal/Anicolor) a 38” e 5º-Aleksander Grigorev/RUS (Efapel CYcling) a 43”.
Geral Final
1º-Artem Nych/RUS (Sabgal/Anicolor)-38h03’45”, 2º-Colin Stussi/SUI (Team Vorarlberg) a 1’23”, 3º-Abner Gonzalez/PRT /Efapel Cycling) a 2’38”, 4º-Gonçalo Leaça/POR (Credibom/LA Alumínios/Marcos Car) a 3’07” e 5º-Mikel Bizkarra/ESP (Euskaltel/Euskadi) a 4’11”.
Equipas: Euskaltel/Euskadi
Pontos: German Tivani/ARG (Aviludo/Louletano/Loulé Concelho)
Montanha: Luis Angel Mate/ESP (Euskaltel/Euskadi)
Juventude: Jaume Guardeño/ESP (Caja Rural/Seguros RGA)
Combinado: Artem Nych/RUS (SAbgal/Anicolor)

Fotos: Podium events