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Sala sensorial inaugurada no Agrupamento de Esc. de Figueira C.Rodrigo

Foi inaugurada , no âmbito do Plano Inovador de Combate ao Insucesso e Abandono Escolar, pela Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo uma sala sensorial, num espaço com equipamento de Snoezelen, no Agrupamento de Escolas deste concelho.
Trata-se de uma área multissensorial equipada com materiais específicos, tendo como objetivo a estimulação sensorial e a diminuição dos níveis de ansiedade e de tensão através do relaxamento.
Este espaço terapêutico e inovador poderá ser usado por alunos de todas as idades, contendo luzes, sons, cores e objetivos que estimulam os sentidos primários dos estudantes que necessitem, dando a sensação de alegria, prazer e bem-estar, tendo em conta as necessidades e o ritmo de cada um. Esta sala permite, também, promover o relaxamento, lazer e diversão, bem como explorar, descobrir e controlar o ambiente, incentivando ainda o movimento e a motivação para a aprendizagem.
Carlos Condesso, autarca figueirense refere que: “a criação deste espaço permite
enriquecer a qualidade do ensino no concelho e responder, eficazmente, à
multiplicidade de situações e fatores associados quer à prevenção, quer à
redução das dificuldades de aprendizagem dos alunos sinalizados pelo
Agrupamento de Escolas”. Carlos Condesso afirma, ainda, que “com este
investimento, que ronda os 17 mil euros, financiado a 85%, vamos criar uma
comunidade escolar mais inclusiva, mais tolerante, permitindo que todos os
alunos tenham melhores condições de aprendizagem”.

Projeto pedagógico “Diogo Piçarra em Pessoa” em Aguiar da Beira

O Centro Cultural de Aguiar da Beira foi o palco para a apresentação do projeto pedagógico “Diogo Piçarra em Pessoa”, com coautoria do músico Diogo Piçarra.
A ação, promovida pelo Município local, destinou-se a alunos do 9.º ao 12. Ano, do Agrupamento Padre Jose Augusto da Fonseca.
“Diogo Piçarra em Pessoa” é um projeto criativo de descoberta, reinvenção e reconstrução da obra de Fernando Pessoa e sua heteronímia, da autoria do jovem músico Diogo Piçarra, que inclui a reconstrução de 20 poemas pessoanos.
Foto:MAB

Futsal-Agrupamento de Escolas de Gouveia vence fase e segue em frente

O Pavilhão de São Miguel – Guarda recebeu a dupla jornada de apuramento para a Final Four Regional, onde estiveram presentes as escolas campeãs distritais da CLDE de Aveiro, Guarda e Viseu, representadas pelos Agrupamentos de Escolas de Estarreja, Gouveia e Castro Daire, respetivamente da modalidade de Futsal, do escalão de iniciados masculinos.
A primeira jornada, opôs as frente a frente as equipas de Gouveia e Castro Daire. Um jogo de sentido único em que os nossos alunos se apresentaram num bom nível. Sempre na frente do marcador, com domínio de todos os momentos de jogo e superiorizando-se ao adversário de forma natural. No final, o resultado foi expressivo. Uma vitória por 12 – 1. Marcaram: Martim Teixeira (1), Gustavo Sousa (1), João Pinto (3), Marcelo Saraiva (1), Rodrigo Forte (3), Miguel Silva (1) e Martim Garcia (2).
A segunda jornada colocou frente a frente as equipas de Castro Daire e de Estarreja. Um jogo bem disputado onde a vitória acabou por sorrir à equipa de Estarreja. Resultado final. 7-4.
A terceira e última jornada tinha como principal aliciante saber qual das equipas iria passar em primeiro na fase de grupo. Assim, num jogo muito equilibrado e com o resultado incerto até ao apito final, a vitória acabou por ser construída desde muito cedo (11 segundos), a equipa de Gouveia, conseguiu gerir os ritmos de jogo. Após reação natural da equipa adversário, chegando mesmo ao empate, os nossos alunos conseguiram reagir prontamente e passar ainda no primeiro período para a frente do marcador que não sofreu mais alterações até final do jogo. Resultado final. 2-1. Salienta-se a excelente participação dos árbitros do nosso agrupamento: Jorge Cardoso e Gonçalo Vaz.
Com estes resultados, o  agrupamento gouveense passou em primeiro lugar onde irá disputar no próximo dia 28 de maio, em Castelo Branco, a final four regional das CLDE de: Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria e Viseu.

Guarda- José Carvalho tomou posse como diretor do Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque

Teve lugar no salão da escola-sede do Agrupamento  de escolas a  cerimónia de tomada de posse de José Carvalho, novo diretor do Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque.

Marcou presença , Sérgio Costa, presidente da Câmara da Guarda que mostrou total disponibilidade para colaborar para que se garantam as melhores condições físicas e educativas aos alunos do concelho. Numa altura em que a Delegação do Competências às câmaras traz uma responsabilidade acrescida aos municípios, o presidente, Sérgio Costa garantiu a salvaguarda da autonomia dos Agrupamentos e sublinhou que a melhoria das condições físicas das escolas será uma das prioridades deste executivo. Por seu turno, o novo diretor do Agrupamento para o quadriénio 2022 – 2026 quer garantir uma gestão focada no valor das pessoas. Na sessão foram ainda homenageados os membros da direção cessantes, incluindo a antiga diretora e agora vice-presidente da autarquia, Amélia Fernandes.

 

Mini Auditório vai surgir na escola sede do Agrupamento de Escolas de Trancoso

Foi hoje assinado contrato recentemente , com a empresa EDIBEIRAS, no sentido da reabilitação e reconstrução de espaço escolar em Miniauditório na Escola sede do AE Trancoso.
Vai ser um espaço multifacetado, dotado de tecnologia de ponta que proporcionará a implementação de novas abordagens pedagógicas, visando a promoção do sucesso educativo e potenciando a abertura do AE Trancoso  a toda a Comunidade Educativa.

fonte:AET

Artigo de reportagem:”Usa a tua influência para dizer não à violência”

Usa a tua influência para dizer não à violência:

Deputados de Fornos de Algodres no Parlamento dos Jovens

Foi durante o mês de outubro de 2019 que os alunos da Escola Básica e Secundária de Fornos de Algodres receberam a boa notícia de que a nossa escola estava inscrita mais um ano na iniciativa do Parlamento de Jovens, tendo esta edição como mote “Violência Doméstica e no Namoro: como garantir o respeito e a igualdade?”.

Empenho foi uma característica que nunca faltou às nossas e aos nossos alunos, tendo estes elaborado 3 listas para concorrer à Sessão Escolar, sessão esta que é o primeiro passo para uma futura participação na Sessão Distrital.

Depois de muitas semanas de reflexão, debate, e um certo companheirismo (até porque, ao fim do dia, estamos todos a lutar pelo mesmo objetivo) foram eleitos os deputados para a Sessão Escolar, tendo a lista vencedora recolhido 56,9% dos votos. Nessa mesma sessão decidiu-se não só quem seriam os deputados a representar a nossa escola na Sessão Distrital como também qual seria o projeto de recomendação a levar para essa sessão.

O projeto de recomendação aprovado foi o seguinte:

      1.Alteração do Código de Processo Penal, de forma a que as vítimas de violência doméstica possam prestar declarações para memória futura no âmbito dos vários inquéritos.

2. Reestruturação/melhoria das unidades especializadas/mecanismos de cada NUTS III, de forma a ser possível uma resposta mais efetiva e rápida aos casos de violência doméstica.

3.Visitas regulares de psicólogos a infantários e escolas do 1º ciclo, para monitorizar o comportamento infantil e alertar para possíveis situações de violência doméstica.

Estava então tudo a postos para a próxima fase: a Sessão Distrital. No entanto, uns dias antes dessa mesma, no dia 11 de março de 2020, recebemos a triste notícia que esta mesma seria adiada devido à pandemia da COVID-19. Sabíamos no entanto que melhores dias iriam vir e que iria “ficar tudo bem”, nunca perdendo a esperança que tínhamos de participar nesta sessão distrital que era cada vez mais importante devido ao seu mote. Enquanto muitos de nós estávamos isolados em casa numa narrativa de estarmos “seguros” havia imensas vítimas confinadas com o seu agressor, tornando a sua casa tudo menos segura, relembrando nos assim, mais uma vez, do flagelo que a violência doméstica ainda representa no nosso país.

A Sessão Distrital viria então a ser realizada no dia 23 de março de 2021 através de videoconferência. Contou com a presença de deputados de 12 escolas diferentes do distrito da Guarda e ainda com a presença do sr. deputado Santinho Pacheco, eleito pelo Círculo Eleitoral da Guarda.

Num primeiro momento da sessão os deputados tiveram a oportunidade de questionar o sr. Deputado Santinho Pacheco sobre as preocupações que estes tinham sobre o tema, tendo a pergunta do círculo eleitoral de Fornos de Algodres recaído sobre quais se existia qualquer tipo de medidas legislativa dos diversos partidos representados na Assembleia da República que pretendesse encarar com seriedade a complexidade do crescimento da violência doméstica nos sucessivos períodos de confinamento.

Após esse período de perguntas, os deputados tiveram a oportunidade de defender os seus projetos de recomendação aprovados nas Sessões Escolares, seguida de uma votação para definirmos qual seria o projeto de recomendação em base para a seguinte fase de trabalhos. O projeto vencedor acabou por ser o projeto da Escola Secundária Gonçalo Anes Bandarra, tendo este sido utilizado como base para a elaboração do nosso projeto de recomendação distrital. A seguir a uma pausa para almoços tivemos a oportunidade de realizar propostas de alteração ao projeto base, através de propostas de aditamento ou de eliminação.

Após as sucessivas propostas apresentadas, realizou-se então uma votação acerca dessas mesmas, chegando assim a um consenso final acerca sobre como deveria ser formulado o projeto de recomendação do círculo eleitoral da Guarda. Este mesmo acabou por ficar com as seguintes medidas:

 

  1. Desenvolver ações de sensibilização e formação em contexto escolar, laboral, familiar e social.
  2. Assegurar que as instituições envolvidas forneçam proteção permanente e efetiva às vítimas.
  3. Criar/promover mecanismos de integração social da vítima e do agressor.
  4. Promover um programa educacional que dissemine os valores éticos do respeito e da igualdade e uma cultura de não violência nas escolas, ministrado, com caráter obrigatório, desde o pré-escolar até ao ensino secundário. Criar grupos de foco nas escolas – acompanhados por equipas multidisciplinares, constituídas por um assistente social, um educador social, um psicólogo e um animador sociocultural, por agrupamento escolar – com o objetivo de criar debates, utilizar modelos de referência de histórias de sucesso e acompanhar e sinalizar jovens em contexto de violência doméstica. O público-alvo destas sessões obrigatórias seriam alunos, professores, comunidade educativa e encarregados de educação.
  5. Alteração da legislação existente referente à violência doméstica e no namoro, para que os crimes tenham um tratamento igualitário aos crimes ocorridos fora deste âmbito, uma vez que a legislação deixa implícita uma certa desculpabilização de todos crimes em contexto de violência doméstica. Devem, ainda, ser valorizadas todas as provas fidedignas e inequívocas obtidas pelas vítimas de violência doméstica e ou no namoro, como forma de prova em contexto de julgamento.

 

Por fim, mas não menos importante, elegeu-se também os deputados que iriam representar o nosso distrito na Sessão Nacional. Apesar de não terem conseguido levar o seu projeto de recomendação avante, a Escola Básica e Secundária de Fornos de Algodres captou a atenção tendo esta sido eleita para a Sessão Nacional juntamente com a Escola Secundária Gonçalo Anes Bandarra e a Escola Básica e Secundária Tenente Coronel Adão Carrapatoso. Foi também eleito como porta-voz do Círculo Eleitoral o deputado Rodrigo Sousa, da Escola Básica e Secundária de Fornos de Algodres.

No entanto, as surpresas nesta edição do Parlamento dos Jovens não terminaram na sessão distrital.

Infelizmente no dia 23 de abril recebemos a notícia de que as sessões nacionais não iriam ocorrer de forma presencial mas sim de forma online. Havia também uma mudança no formato do desenvolvimento desta mesma: em vez do típico formato de 2 dias, esta seria realizada em apenas um dia – no dia 25 de maio de 2021. Para tal, todos os deputados tiveram que votar previamente em 10 medidas de modo a selecionarmos 30 medidas para a discussão plenária final. Apesar de esta discussão não ser realizada na tão solene Sala das Sessões, os nossos deputados sabiam que esse facto não reduzia a importância do debate, tendo estes estado muito empenhados nas suas funções. A recomendação final aprovada foi a seguinte:

 

  1. Criação, por concelho, de uma comissão de prevenção e de combate à violência doméstica e no namoro: cada comissão seria constituída por uma equipa multidisciplinar, com técnicos devidamente habilitados, médicos, psicólogos/psiquiatras, técnicos de serviço social, juristas, autoridades policiais, e ainda a possibilidade de incluir ex-vítimas e ex-agressores. Cada comissão faria o diagnóstico das situações, assistência às vítimas e acompanhamento terapêutico das vítimas e agressores.
  2. Alteração da lei vigente, artigo o, ponto 3, alínea b), do Código Penal, relativa à pena de prisão, em caso de morte por violência doméstica, equiparando-a à de um homicídio qualificado (12 a 25 anos), assim como a inclusão de um período de reabilitação do agressor, durante e após o cumprimento da pena.
  1. Abolir a pena suspensa para os casos de violência doméstica, visando a segurança das vítimas.
  2. Obrigatoriedade de ser providenciada na lei uma avaliação psicológica formal à vítima e, em especial, às crianças menores de idade e a cargo da própria, para despiste de eventuais problemas do foro psicológico. Na sequência desta denúncia, deve ser obrigatório o tratamento judicial prioritário, ou seja, o agressor deverá ser, de imediato, afastado da vítima e presente ao juiz, em um prazo máximo de 48 horas, para aplicação de medida de coação. A vítima deverá ser imediatamente avaliada física e
  3. Criação de uma rede de apoio psicológico mais eficaz, através do reforço do acesso à saúde mental no SNS, fortalecido por parcerias público-privadas, de forma a restaurar a estabilidade mental e emocional das vítimas.
  4. Garantia da reintegração das vítimas colaterais menores e dos agressores na sociedade, através de: a) apoio escolar, transporte, entre outros, através de parcerias público-privadas (vítimas colaterais menores); b) reajuste do PAVD, de forma a assegurar a obrigatoriedade da frequência por todos os agressores com pena igual ou superior a 18 meses (de ambos os sexos). A componente de acompanhamento terapêutico/psicológico após o cumprimento da pena deverá ser igualmente obrigatória (agressores).
  5. Promover uma reforma de âmbito judicial que dê prioridade à desburocratização dos processos judiciais relativos aos casos de violência doméstica e no namoro, dada a urgência da sua resolução e agilização mais eficaz, no sentido de haver uma maior articulação e um maior controlo entre os organismos do Estado, organizações governamentais e não governamentais, equipas multidisciplinares e sociedade civil.
  6. Alteração da Lei n.o 112/2009, artigo 38.o, ponto 1, com vista a promover a obrigatoriedade de realização de consultas de psiquiatria ou psicologia durante um determinado período de tempo para os agressores condenados.
  7. Reformar o currículo escolar: a) 1.o Ciclo – Incluir o tema da equidade de género de um modo interdisciplinar. b) 2.o Ciclo – Clarificar a questão da equidade de género e introduzir o conceito de violência no namoro. c) 3.o Ciclo – Alertar e informar os alunos acerca das consequências que a falta de conhecimento sobre como reconhecer um problema pode ter para a vítima. d) Secundário – Promover uma abordagem mais direta da temática, sensibilizando os alunos através de casos reais.
  8. Integração do tema de Violência Doméstica e no Namoro nos projetos de domínio de autonomia curricular, no âmbito da Flexibilidade Curricular, e na disciplina de Educação para a Cidadania, de modo a instruir os alunos, prevenindo situações futuras e desencorajando atitudes agressivas.
  9. Promoção de instrumentos legais e sociais de integração das vítimas (proteção, habitação e emprego) e dos agressores (reabilitação, acompanhamento psicológico e inserção na vida ativa).
  10. Reforçar o apoio psicológico ao agressor nas instituições médico-judiciais, com comparência obrigatória deste, durante o período posterior ao cumprimento da pena estipulada pelo tribunal; em termos escolares, definir medidas disciplinares que visem o acompanhamento psicológico do jovem agressor, tendo em vista a sua integração no meio escolar.
  1. Avaliação de primeira análise obrigatória aos menores que passam por situações de violência doméstica.
  2. Aposta na melhoria da formação de agentes especializados em processos de resolução de casos de violência doméstica e no namoro, bem como a criação de gabinetes multidisciplinares em todas as capitais de distrito (à escolha da vítima), que disponham de advogados e assistentes sociais que agilizem os processos de comunicação entre as entidades.
  3. Implementação, nas escolas, de pequenos workshops sobre estratégias de coping (mecanismos comportamentais e emocionais) para os jovens lidarem com a violência; campanhas de sensibilização/palestras; promoção de aulas de autodefesa, no âmbito da disciplina de Educação Física, ou, na impossibilidade, na disciplina de Cidadania, e criação de linhas de apoio em todas as escolas para onde qualquer elemento da comunidade escolar possa ligar em caso de necessidade.
  4. Desenvolvimento, ao nível municipal, de protocolos com IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social) e/ou criação de outras associações de apoio ao idoso, constituídas por um centro de dia que disponibilizaria, também, auxílio domiciliário, de baixo custo ou, se possível, gratuito, que juntasse profissionais e cidadãos, alguns em regime de voluntariado, como forma de combate ao abandono de pessoas da a idade, tantas vezes vítimas de negligência doméstica.
  5. Criar programas de reintegração da vítima e do agressor, que assegurem o acompanhamento de ambos por equipas de apoio psicológico.

 

Apesar de todas as adversidades, esta foi sem dúvida uma edição pertinente do Parlamento dos Jovens. Esperamos assim termos usado todos de forma positiva a nossa influência contra a violência, de modo a desmantelar o perigo que é a violência doméstica e no namoro. Gostaria de dedicar ainda as últimas palavras desta reportagem às 6 vítimas de homicídio por violência doméstica, todas essas no 1º trimestre de 2021.

Que a luta continue, de modo a que um dia paremos de ter que observar esses números.

Henrique Quelhas

Bandeira Eco-Escola hasteada no Agrupamento de Escolas de Pinhel

Teve lugar o hastear da bandeira Eco-Escola,  no Agrupamento de Escolas de Pinhel, tendo sido convidado para o efeito, Rui Ventura, o Presidente da Câmara Municipal de Pinhel (entidade parceira do projeto), com a presença do órgão de gestão , professores deste agrupamento  e alunos.

Por sua vez, o autarca , Rui Ventura realçou a importância destas atividades para alcançar o objetivo da mudança de mentalidades, sendo esta a melhor forma de o conseguir, através da palavra e do exemplo dos mais novos. De referir que no âmbito deste projeto, a Escola do 3º Ciclo e Secundária de Pinhel tem desenvolvido diversas atividades relacionadas com o uso racional de energia e com a reciclagem, entre outras temáticas ambientais.

De realçar, ainda, a recente participação no projeto “O Mar começa Aqui”, cujos trabalhos irão em breve surpreender a cidade…

As professoras responsáveis pelo projeto estavam satisfeitas e fizeram saber que no ano letivo em curso “cimentámos práticas, lançámo-nos em novos desafios, conseguimos despertar novos interesses, conseguimos envolver mais alunos e mais professores, juntámos esforços e conseguimos melhores resultados, mesmo com todos os desafios trazidos pela pandemia. Neste momento, já todos sabem o que é o Eco-Escolas, que ele existe e que veio para ficar”.

Parceiro neste projeto, o Município de Pinhel felicita o Agrupamento de Escolas e a toda a comunidade escolar envolvida neste desafio.

Ludoteca da Escola Básica de Fornos de Algodres vai continuar

A Ludoteca da Escola Básica de Fornos de Algodres, para os alunos do Pré – Escolar e 1º Ciclo, vai continuar a ser dinamizada pela professora Sara do Carmo, docente da disciplina de Educação Física da Escola Básica e Secundária de Fornos de Algodres, em colaboração com alguns professores e alunos .
O objetivo é criar recursos lúdicos que facilitem e estimulem os alunos a brincar e conviver socialmente, algo que a pandemia tanto os tem privado, apelando também ao sentido de partilha e solidariedade.
Deste modo, a professora Sara realça que: “Gostaríamos de contar mais uma vez com a sua ajuda. Antes do 2º confinamento alguns encarregados de educação mostraram interesse em contribuir, no entanto, este contributo ficou adiado pelo confinamento. Assim, caso o seu educando tenha puzzles, jogos de tabuleiro, jogos didáticos, outros jogos ou livros que já não utilize, pedíamos o favor de os selecionar e os entregar às professoras titulares da turma do seu educando (no caso do Pré-Escolar e 1º Ciclo) ou à professora Sara do Carmo (no caso do 2º e 3º Ciclos e Ensino Secundário). Mesmo que algum jogo esteja incompleto, envie mesmo assim, pois talvez o consigamos completar com outros que cheguem na mesma condição.
Iremos durante o 3º período agrupar, restaurar e organizar todos os materiais que nos enviem, para que, assim que as normas da DGS o permitam, possamos colocar a funcionar a Ludoteca e possibilitar momentos agradáveis de convívio e aprendizagem aos nossos alunos”.

Penalvenses participaram no projeto “Laboratório Móvel das Ciências – Viseu Dão Lafões”

Recentemente, os alunos do 3º e 4º anos do primeiro ciclo do ensino básico do Agrupamento de Escolas de Penalva do Castelo participaram no projeto “Laboratório Móvel das Ciências – Viseu Dão Lafões”, no âmbito dos Planos Integrados e Inovadores de Combate ao Insucesso Escolar, da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões.
Este projeto pretende aliar a diversão à aprendizagem e tem como tema central a fábrica de robôs e mais quatro módulos temáticos: Corpo Humano; Fenómenos Atmosféricos e Alterações Climáticas; Engenhos e Engenhocas e A Nossa Escola no Cosmos.
Numa lógica de complementaridade com a aprendizagem em contexto de sala de aula, o Laboratório Móvel das Ciências permite aos alunos planear, programar, criar e testar as suas soluções através de atividades participativas, de modo a que estes vejam a robótica como uma ferramenta de aprendizagem, estimulando o seu interesse pela escola e mitigando as desigualdades no acesso a projetos educativos alternativos.

Mais de uma centena de alunos recebem tablets e internet do Município de Gouveia

A Câmara de Gouveia  está a apoiar cerca de 120 alunos do concelho disponibilizando tablets e router para acesso à internet. O apoio da autarquia de Gouveia visa ajudar os agregados familiares, enquanto as escolas permanecerem encerradas, permitindo aos alunos a frequência do ensino à distância.

A entrega dos equipamentos pela autarquia seguiu a indicação do Agrupamento de Escolas de Gouveia, que sinalizou os alunos do 2º e 3º ciclo com carência de equipamentos tecnológicos. O Município de Gouveia efetuou um investimento de 20.000 euros na aquisição de tablets e cartões de banda larga com conetividade móvel à internet para esta segunda fase do ensino à distância.

Os equipamentos são cedidos pela autarquia a título de empréstimo (comodato) regressando à posse da Câmara Municipal logo que seja reposto o ensino presencial nas escolas.

Com o investimento em equipamentos tecnológicos, a Câmara Municipal de Gouveia criou uma bolsa de recurso que estará disponível para os alunos e para as escolas reforçando a capacidade dos estabelecimentos de ensino e dos professores, na aplicação de novas práticas educativas apoiadas pela tecnologia.

A Câmara Municipal de Gouveia investiu mais de 35 mil euros em equipamentos tecnológicos e internet durante a 1ª fase (março e abril 2020) e a 2ª fase (atual) de aplicação do ensino à distância nas escolas, provocado pela interrupção das aulas presenciais no âmbito das medidas de mitigação da pandemia COVID-19.

Com estas medidas, a autarquia de Gouveia pretende garantir o acesso de todos os alunos ao ensino à distância, de forma a assegurar a igualdade de oportunidades no acesso à educação.