Templates by BIGtheme NET
Início » Tag Archives: “Alto Mondego Rede Cultural”

Tag Archives: “Alto Mondego Rede Cultural”

Fornos de Algodres recebe espetáculo Slackline-“Andorinhas”Shows’21

Fornos de Algodres vai receber nesta sexta-feira, 10 de setembro de 2021, pelas 21h30, no auditório ao ar livre do Olival da Vinha, ao espetáculo “Andorinhas”, no âmbito do projeto Alto Mondego – Rede Cultural.
Um espetáculo diferente do habitual, que alia a vertente teatral ao desporto, englobando elementos da comunidade fornense e dos municípios de Gouveia, Mangualde e Nelas.
Entrada gratuita, com lotação limitada cumprindo as regras da DGS.

Espetáculo de slackline em Mangualde a 17 de setembro

No âmbito do projeto “Alto Mondego Rede Cultural”, Mangualde acolhe no próximo dia 17 de setembro o espetáculo Slackline – Andorinhas Shows’21, pelas 21h30, no Largo Dr. Couto (em frente à Câmara).  Trata-se de um espetáculo diferente do habitual, aliando uma vertente teatral ao desporto, coordenado pelo campeão nacional Rui Mimoso e conta com o envolvimento de elementos da comunidade, onde cada um sobe ao palco para contar a perspetiva individual de uma história em comum. É ainda um espetáculo de capacitação da Rede Cultural Alto Mondego que envolve os Municípios de Nelas, Mangualde, Fornos de Algodres e Mangualde.

 O enredo por detrás do espetáculo varia de concelho para concelho. Em Nelas e Mangualde a história desenvolve-se em torno de despedidas e reencontros, das festas e das romarias. Enquanto, em Gouveia, à trama junta-se a poesia de Virgílio Ferreira. Já Em Fornos de Algodres o desafio passa por pedir emprestado o olhar do rio Mondego e mergulhar na travessia, no tempo e no espaço, desde a origem aos dias de hoje. A criação faz, ainda, referência às linhas de comboio e ao fadista António Menano.

O programa começou a 3 de julho em Nelas, passando nos dias 4 e 5 de setembro em Gouveia. Seguindo-se Fornos de Algodres, no dia 10 de setembro e novamente Nelas a 11 de setembro. A digressão termina em Mangualde no dia 17 de setembro.  Todos os espetáculos decorrem ao livre e têm início pelas 21h30.

LOTAÇÃO LIMITADA E RESERVA DE LUGARES OBRIGATÓRIA

A lotação do concerto é limitada e os lugares são marcados, de forma a respeitar as normas emanadas pela DGS. A entrada é gratuita, mas com aquisição obrigatória de bilhetes na Biblioteca Municipal e/ou na Papelaria Adrião. A organização solicita a todos que respeitem sempre as regras da DGS e as indicações/sinalética no local, mantendo sempre o distanciamento social de segurança, a utilização da máscara e as regras de etiqueta respiratória.

 

PROJETO “ALTO MONDEGO REDE CULTURAL”

O projeto “Alto Mondego Rede Cultural” junta os municípios de Nelas, Mangualde, Fornos de Algodres e Gouveia e é cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

SLACKLINE

O Slackline é um desporto que consiste prática de equilíbrio sobre uma linha dinâmica, esticada entre dois pontos fixos. O praticante pode caminhar sobre ela ou fazer manobras e truques, dinâmicos ou estáticos.

As capacitações a desenvolver, não foram só slackline, mas incorporaram também o movimento corporal no solo, como forma de expressão artística e complementar à slackline, conseguindo assim mais conteúdo, mais movimento na criação e produção do espetáculo final. Apesar do foco da capacitação ser a slackline, Rui Mimoso aliará o “free runnig” ou “parkour” às sessões de capacitação, assim como outras formas mais gerais de movimento corporal. Em conjunto, estas ferramentas irão possibilitar um maior controlo motor, como maior expressão e liberdade corporal.

Slackline “voa” pelos 4 concelhos do Alto Mondego

É um espetáculo de teatro, mas com a particularidade que é feito em cima de fitas. O primeiro estreou em julho, em Nelas, agora há novos espetáculos em todos os 4 concelhos da rede: Nelas, Gouveia, Fornos de Algodres e Mangualde. Trata-se de uma iniciativa coordenada pelo Campeão Nacional de Slackline, Rui Mimoso, no âmbito da Rede Cultural do Alto Mondego, onde os grandes protagonistas são elementos da comunidade que sobem ao palco para contar diferentes perspetivas de uma história comum. Com o envolvimento da comunidade, espetáculos têm forte ligação ao território.

Espetáculo em Nelas contou com 22 elementos da comunidade

A história por detrás do espetáculo varia de concelho para concelho. Enquanto em Nelas e Mangualde a trama fala de despedidas e de reencontros, das festas e das romarias; em Gouveia, à história junta-se a poesia de Virgílio Ferreira. Em Fornos de Algodres, o desafio é outro, passa por pedir emprestado o olhar do rio Mondego e mergulhar na travessia, no tempo e no espaço, desde a origem aos dias de hoje. A criação faz, ainda, referência às linhas de comboio e ao fadista António Menano. Gouveia recebe os espetáculos nos dias 4 e 5 de setembro. Depois, é a vez de Fornos de Algodres, nos dias 9 de 10 de setembro. A 11 de setembro, o espetáculo regressa a
Nelas. A digressão termina em Mangualde que acolhe o espetáculo no dia 17 de setembro. Todos os espetáculos decorrem ao livre e estão marcados para as 21h30.

Dinamizar o interior do país com atividades culturais distintivas e com uma forte ligação aos territórios é a missão desta iniciativa que quer também aproximar a cultura das suas comunidades. Serão eles os protagonistas. Os espetáculos resultam de um conjunto de capacitações, ondem puderam aprender as bases da modalidade e aplicá-la às artes. Na verdade, um dos pilares desta iniciativa passa pelo intercâmbio cultural entre os vários territórios que têm aqui uma oportunidade de trocar experiências, mas também de desenvolver um sentimento de pertença pela sua terra.

Recorde-se que o projeto “Alto Mondego’ Rede Cultural” junta os municípios de Nelas, Mangualde, Fornos de Algodres e Gouveia e é cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

As ruas de Nelas, Mangualde, Gouveia e Fornos de Algodres coloridas pela comunidade


Em Fornos de Algodres a 1ªfase está executada,  mas Nelas, Mangualde e Gouveia vão ter as ruas coloridas, com o tema” Paredes do Alto Mondego vão contar a história e homenagear as gentes da terra”.

Cores e linhas vão preencher as paredes e contar a história e as estórias dos que por cá vivem e dos que por cá passam. Trata-se de uma iniciativa do Alto Mondego’ Rede Cultural que desafiou o artista urbano Desy a criar 4 murais, um em cada município. Mas há mais. A comunidade também vai ser chamada a pegar no spray e a pintar a sua terra e criar o seu próprio mural.
4 murais, 4 histórias para contar, 4 puzzles que se juntam numa única narrativa: o Alto Mondego e aquilo que une e diferencia estes 4 Municípios. Em Fornos de Algodres o trabalho já está concluído e a homenagem é ao fadista António Menano, natural do concelho. Os outros murais vão ser pintados muito em breve. Em Gouveia será pintada a ligação à serra e, os pastores serão os grandes protagonistas; já em Mangualde a personalidade escolhida é Ana de Castro Osório, escritora e ativista feminista.
Procuramos homenagear personalidades locais ligadas à cultura e aos territórios. Cada mural tem uma leitura individual, mas todos têm uma ligação comum”, explica Desy que não tem dúvidas: Este projeto de arte urbana é um instrumento muito importante “para embelezar e enriquecer os Municípios”.
Comunidade vai pegar no spray e  pintar a sua terra
Dos 8 aos 80, a comunidade vai ser desafiada a colorir a sua terra. Nos meses de agosto e setembro serão promovidas sessões de capacitação em todos os Municípios. “As pessoas vão ficar a perceber como funciona a arte urbana, quais as técnicas, qual a história e o porquê desta ser uma das artes deste século”, adianta Desy. Da teoria à prática o projeto culmina com a criação de mais 4 murais. Os participantes poderão testar os seus conhecimentos e dar o seu contributo para embelezar os seus territórios.
“O envolvimento da comunidade é para mim a grande mais-valia destes projetos. As pessoas vão poder criar algo que é para o Município delas, mas é também delas. Os murais vão valorizar o Município, mas também vão valorizar as pessoas, muitas delas podem até perceber que é este o futuro que querem seguir e que é possível seguir este futuro”, sublinha.
As primeiras capacitações decorrem em Fornos de Algodres, de 2 a 4 de agosto, depois serão em Gouveia de 12 a 14 de agosto. Mangualde é o terceiro Município a acolher a iniciativa. As sessões decorrem entre 23 e 25 de agosto. A ação termina em Nelas com as capacitações de Arte Urbana a decorrerem de 6 a 8 de setembro.
As inscrições são gratuitas e já estão abertas.
O projeto “Alto Mondego Rede Cultural” junta os municípios de Nelas, Mangualde, Fornos de Algodres e Gouveia e é cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Slackline marca arranque da Rede Cultural do Alto Mondego

“Andorinhas” estreia sábado em Nelas e conta com 22 elementos da comunidade

Tudo a postos  para o pontapé de saída da 2ª edição da Rede Cultural do Alto Mondego. O primeiro espetáculo é já no sábado, 3 de julho, em Nelas e os grandes protagonistas são as associações culturais e a comunidade. No total, sobem ao palco 22 nelenses e mangualdenses. “Andorinhas” é o nome desta criação artística que teve como ponto de partida a realidade do território. Os espectadores podem contar com uma performance completamente fora de caixa e muito inovadora. Será “um teatro em cima de fitas” em que os participantes terão muitas histórias para contar, numa homenagem ao Mondego e num apelo às memórias.  O espetáculo, marcado para as 21h30, é ao ar livre, junto à Praça do Município, assegurando-se todas as medidas de segurança indicadas pelas DGS. Este é o primeiro de 7 espetáculos de slackline previstos, nos concelhos de Nelas, Mangualde, Fornos de Algodres e Gouveia.

Fica a promessa: Nunca viu nada assim. O palco são as fitas e é aí que serão revelados todos os segredos do Mondego: o maior dos rios portugueses. O ponto de partida para esta construção artística resulta da realidade do território das Beiras, fortemente marcado pela migração. Muitos partiram à procura de melhores condições de vida, mas, tal como as andorinhas, regressam todos os verões. “Andorinhas” fala assim de despedidas e de reencontros, das festas e das romarias, mas também dos costumes e das vivências, das lendas e dos mitos, do real e do imaginário. “O espetáculo remete para a memória e cada espectador será convidado a criar a sua própria história”, explica Rui Mimoso, capacitador de slackline.

O espetáculo original resulta das aulas de capacitação de slackline. Previsto estão, nesta primeira fase, sessões de capacitação em todos os municípios da rede que irão originar novos espetáculos. Em Nelas e Mangualde as sessões já estão a decorrer. No início do próximo mês arrancam também em Fornos de Algodres e Gouveia. Depois, o objetivo é promover a itinerância dos espetáculos por esta rede cultural. No total serão realizados 7 espetáculos, o próximo é já no dia 3 de julho em Nelas

Participantes das capacitações deram um grande pulo

Das sessões de capacitação, que juntam associações culturais do território e elemento da comunidade, Rui Mimoso faz um balanço muito positivo. Caso para dizer que os participantes deram um grande pulo. “Estão a evoluir muito rápido e a consolidar o que aprenderam”. Das capacitações que já arrancaram o mais novo tem 7 anos e o mais velho 49, mas a grande maioria são jovens. “Para além dos benefícios que esta prática desportiva pode trazer para todos eles, o envolvimento neste espetáculo tem contribuído para estimular o sentimento de pertença. Percebem o que é que a sua terra tem de diferente e todo o potencial que tem. Aprendem a valorizar o seu território”, sublinha.

As inscrições para a capacitação de slackline ainda estão abertas em Fornos de Algodres e Gouveia os interessados devem contactar os municípios: Fornos de Algodres: André Pereira – andrepereira@cm-fornosdealgodres.pt – 967 377 759 |Gouveia: Rui da Eufrázia – reufrazia@cm-gouveia.pt – 961 730 876).

Recorde-se que as sessões de slackline estão a ser orientadas pelo profissional Rui Mimoso, campeão nacional de slackline. O slackline é um desporto que consiste prática de equilíbrio sobre uma linha dinâmica, esticada entre dois pontos fixos. O praticante pode caminhar sobre ela ou fazer manobras e truques, dinâmicos ou estáticos. O principal objetivo desta capacitação é dar conhecimentos técnicos para a prática da modalidade como ferramenta artística. Capacitar os participantes com um know-how que lhes permita montar, usar e praticar slackline com todos os equipamentos de forma segura e variada.

Dança, música, arte urbana há muitas capacitações previstas

 Envolver as associações culturais e a comunidade é uma das máximas desta rede cultural. Neste sentido estão previstas capacitações nas áreas da dança, música e arte urbana.

Na arte urbana, já em agosto, as associações e a comunidade vão juntar-se ao artista plástico Desy para criar 4 murais, representativos desta rede cultural e que representarão a identidade destes 4 territórios.

Para 2022 os desafios são nas áreas da música e da dança. Pretende-se envolver as associações culturais e criar, em cada área, um espetáculo original que partirá em itinerância pelos 4 municípios num total de 8 espetáculos cada.  O primeiro será dirigido por Bitocas e Artur Fernandes e o segundo por Marta Silva.

Acompanhe em primeira mão todas as novidades na página do facebook da Rede Cultural do Alto Mondego.

O projeto “Alto Mondego Rede Cultural” junta os municípios de Nelas, Mangualde, Fornos de Algodres e Gouveia e é cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.