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Fornos de Algodres-Balanço positivo da Feira Digital do Queijo Serra da Estrela

Cerca de três centenas de queijos vendidos

Em jeito de balanço sobre a Feira Digital do Queijo Serra da Estrela, que o Município de Fornos de Algodres, promoveu durante todo mês de março de forma online, fez um balanço positivo .
A autarquia de Fornos de Algodres promoveu o certame entre os dias 01 de março e 04 de abril, na plataforma digital “obomsabordaserra.pt” (acessível em www.obomsabordaserra.pt), que foi criada em março de 2019 para promoção e
venda dos mais característicos produtos endógenos locais, com destaque para
o queijo Serra da Estrela.
O balanço é positivo. Ou seja, quando se ajuda a economia local, quando se ajuda a vender e a escoar os produtos dos nossos produtores, é sempre positivo. O balanço é acima daquilo que nós tínhamos idealizado”, segundo  o vereador Bruno Costa, responsável pelo pelouro do Ambiente e das Alterações Climáticas na Câmara Municipal de Fornos de Algodres, à agência Lusa.
O autarca ainda não possui o número concreto das vendas de queijo que foram efetuadas durante a feira digital, que substituiu o tradicional certame que não se realizou devido à pandemia causada pela covid-19, mas adianta que só
durante o mês de março foram vendidos “para cima de 300 queijos”.
As compras foram feitas por consumidores de norte a sul do país e verificou-se “uma maior percentagem de vendas”, da ordem dos 37%, para a zona de Lisboa.
E estamos a ganhar também grande mercado no Algarve. Este ano, nomeadamente no mês de março, ganhámos muitos clientes novos do Algarve, o que demonstra que este projeto não está parado, não é estático, e chega,
felizmente, a muita gente”, realça Bruno Costa.
O vereador referiu ainda que os produtores de queijo Serra da Estrela do concelho de Fornos de Algodres “estão muito contentes e estão, acima de tudo, muito esperançados com o futuro” no “mundo digital”.
Explicou que o município ajuda os produtores nos processos de informática e de logística, resumindo-se a sua função à feitura “do melhor produto de Portugal e do mundo” e à disponibilização do queijo para expedição para os
consumidores. “Felizmente, eles [os produtores] conseguem perceber efetivamente que o trabalho que o município está a fazer nesta área está a ir ao encontro daquilo que eles sempre idealizaram, que era a valorização do seu produto”, afirma.
O vereador lembrou que em finais de 2018 existiam dois produtores de queijo no concelho com certificação Serra da Estrela DOP (Denominação de Origem Protegida). Em 2019, após a criação da plataforma digital “obomsabordaserra.pt”, o número aumentou para quatro e, em 2020, surgiu um novo produtor.
“Ou seja, nós [município de Fornos de Algodres] aumentámos em cerca de 250% os produtores certificados DOP. E estamos a trabalhar para, no final de 2021, termos mais do que aqueles que temos atualmente”, concluiu o
responsável.
Segundo a autarquia, na área geográfica de produção de queijo Serra da Estrela, que engloba 18 concelhos, de acordo com dados da ESTRELACOOP – Cooperativa dos Produtores de Queijo Serra da Estrela, Fornos de Algodres
“é o único município que aumentou os produtores certificados (DOP) nos últimos anos, estando em contraciclo com os restantes municípios”.

Fonte:ASR // SSS//Lusa/Fim

GNR-Balanço da Operação Campo Seguro 2020

A Guarda Nacional Republicana, desde o dia 1 de junho e até ao dia 31 de dezembro de 2020, intensificou o patrulhamento nas explorações agrícolas, em todo o território nacional, com o objetivo de prevenir a criminalidade em geral e os furtos em particular, bem como possíveis situações de tráfico de seres humanos.

Durante a operação, a GNR foram realizadas 2.986 ações de informação e sensibilização a 8.494 pessoas, junto das comunidades rurais, muito especialmente dos agricultores, sobre medidas de prevenção e proteção contra furtos, em particular contra o furto de cortiça, ou outros produtos agrícolas, cobre e outros metais não-preciosos.

Foram ainda realizadas 7.675 ações de patrulhamento e fiscalização, tendo sido registados 80 crimes e 194 contraordenações, culminando na detenção de 50 pessoas e na identificação de outras 184 maioritariamente por crimes de furto nas explorações agrícolas. Destaca-se, também, a apreensão de 27 veículos e diversos utensílios utilizados neste tipo de crimes e a recuperação dos seguintes produtos:

  • 11.040 quilos de cortiça;
  • 9.672 quilos de alfarroba;
  • 6.747 quilos de pinha mansa;
  • 750 quilos de azeitona;
  • 80 quilos de abacate.

Atendendo ao número de acidentes que envolvem veículos agrícolas, foram desencadeadas 4.298 ações de sensibilização dirigidas a 11.484 utilizadores de tratores e máquinas agrícolas, com o objetivo de os aconselhar para o cumprimento das regras de segurança. Neste particular, em 2020 foram registados 644 acidentes envolvendo veículos agrícolas, menos 33 crimes que o ano transato, porém, havendo a lamentar 45 vítimas mortais, menos nove que no ano anterior.

Sendo o capotamento a principal causa a provocar vítimas, a partir de hoje, 8 de janeiro, com as recentes alterações ao código da estrada, passa a ser obrigatório circular com arco de segurança, conhecido por “Arco de Santo António”, erguido e em posição de serviço (esta obrigatoriedade aplica-se aos tratores homologados com esta estrutura), bem como a utilização do cinto e demais dispositivos de segurança com que os veículos estejam equipados. Além disso, os tratores e máquinas agrícolas ou florestais e as máquinas industriais são obrigados a possuir avisadores luminosos especiais (rotativo de cor amarela).

GNR- Operação Fórmula 1 Grande Prémio de Portugal 2020 – Balanço

A Guarda Nacional Republicana, no período de 22 a 25 de outubro, implementou um dispositivo especial de segurança, no sentido de garantir a segurança de todos os intervenientes, o cumprimento das normas sanitárias aplicáveis e a regular fluidez nos principais itinerários, durante o Grande Prémio de Fórmula 1, no Autódromo Internacional do Algarve.

Foram empenhados cerca de 600 militares de várias valências da GNR, numa ação coordenada para atuar de forma preventiva para todo o tipo de situações que pudessem pôr em causa a segurança do evento, acrescido da necessidade do cumprimento das normas estabelecidas no atual contexto pandémico.

A operação decorreu com normalidade apenas se registando alguns constrangimentos no acesso ao autódromo no dia de hoje, constrangimentos esses ultrapassados em coordenação com as autoridades locais presentes no evento.

Há a registar a detenção de um homem de 47 anos pelo crime de injúrias e captação ilícita de imagens, tendo o mesmo sido constituído arguido e os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Portimão, não tendo, durante a realização do evento, sido aplicada nenhuma medida de expulsão, por desrespeito às orientações da autoridade de saúde.

Durante o evento houve uma recolocação de pessoas, para assegurar o cumprimento das normas da DGS, havendo lugar, no dia de hoje, a um redireccionamento das mesmas, para algumas bancadas menos preenchidas, tendo esta alteração sido tomada em conjunto com a  organização da prova, por forma a ser garantido o necessário distanciamento social.

Salienta-se que o empenhamento foi mais intenso, como esperado, no controlo do tráfego rodoviário, em consequência da natural elevada afluência de pessoas ao recinto em simultâneo, destacando-se, contudo, que o evento decorreu em total segurança, nunca estando em causa a segurança de pessoas e bens.

Covid-19-Um ensino superior mais inclusivo e integrador

Teve lugar na Aula Magna do Politécnico de Viseu, uma iniciativa em que sete Politécnicos (Cávado e Vale do Ave, Leiria, Portalegre, Porto, Tomar, Viana do Castelo e Viseu) apresentaram os resultados de 20 Escolas de Verão numa sessão de balanço da iniciativa “Verão com Ciência” , que contou com a participação de Manuel Heitor e João Sobrinho Teixeira, Ministro e Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

O universo temático das Escolas de Verão apresentadas abrangeu áreas como o abandono do ensino superior, a energia, a saúde, a economia do mar, as tecnologias da informação e comunicação, o turismo e a economia circular, até a processos de inovação pedagógica, como o da avaliação do impacto da pandemia no ensino a distância no ensino superior.

João Sobrinho Simões contextualizou a proposta das Escolas de Verão como resposta, em pleno COVID-19, a um afastamento dos estudantes das instituições de ensino superior e à inércia da retoma das atividades académicas, servindo como exemplo e estímulo para o regresso dos estudantes à atividade. Referiu ainda a necessidade de não bloquearmos com o medo de errar, para que seja possível tomar mais iniciativas como estas, arrojadas, realizadas em curto espaço de tempo, imperfeitas, mas que são a base para melhorar da próxima vez, não repetindo os erros, corrigindo os defeitos, melhorando os resultados.

O presidente do Politécnico de Viseu, João Monney Paiva, sublinhou a forma como os professores da instituição, em particular, se mobilizaram prontamente para colaborar numa iniciativa que, para lá do complemento financeiro ao rendimentos dos estudantes, aproximou diferentes áreas com várias propostas, multidisciplinares. Nesse sentido, também se contribuiu para a política de alargamento da base social de captação de estudantes, com atividades experimentais e aplicadas, sustentando novas situações de ensino-aprendizagem, baseadas na experiência e na prática, que mostraram que é sempre possível aprender mais, aprender ao longo da vida, aprender em permanência.

“Skills 4 pós-Covid – Competências para o futuro”

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior começou com esta sessão no Politécnico de Viseu a discussão pública da evolução do programa “Skills 4 pós-Covid – Competências para o futuro”. O primeiro relatório produzido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a evolução do programa, designadamente os resultados relativos à iniciativa “Verão com Ciência”, e a participação de Portugal no estudo comparado “Labour Market Relevance and Outcomes – LMRO”, desenvolvido em conjunto pela OCDE e pela Direção-Geral da Educação, da Juventude, do Desporto e da Cultura da Comissão Europeia, foram descritos, tendo o Ministro Manuel Heitor informado que Portugal colaborará com um conjunto de equipas de outros três países europeus (Áustria, Eslovénia e Hungria).

As políticas de coesão territorial, democratização e internacionalização das instituições de ensino superior numa articulação entre Investigação, Inovação e Relacionamento com os Empregadores, foram os temas abordados.

Balanço das eleições da AF Guarda

Balanço das eleições da AF Guarda

“Crescimento da arbitragem da A.F. Guarda estava à vista de todos”

Após o ato eleitoral , ao contrário de como nos apontaram que fomos imparciais durante o ato eleitoral, deixamos aqui que, tratámos ambas as listas de forma igual, entrevistámos os candidatos e a sondagem que elaboramos a nível de Facebook, foi tão legal que as pessoas inscritas nessa rede social é que votaram, onde até os candidatos votaram, agora sabíamos que tinha apenas valor simbólico, uma vez que eram os clubes que iam votar e o fizeram em consciência, onde a lista de Amadeu Poço venceu e mantém-se como Presidente da AF Guarda.

Agora que fique bem claro que, somos ainda dos poucos que nos preocupamos com o futebol distrital, agora deixo uma questão, há quinze anos quantos órgãos de comunicação distrital existiam a acompanhar a par e passo o futebol distrital da Guarda?

De facto, eram muitos, mas hoje apenas somos menos de uma mão cheia, porque será?

Mas contactamos, elementos das duas listas para fazer um balanço do ato eleitoral, neste caso, da Lista A, Amadeu Poço que nos deu resposta negativa e posteriormente Daniel Soares novo líder do conselho de arbitragem e Luís Brás, mandatário da Lista B.

Em suma, apenas da Lista B obtivemos respostas positivas e estivemos à conversa com o mandatário de Artur Batista, Luís Brás, um homem que muito deu à arbitragem egitaniense e ao panorama nacional.

Muito se falou de arbitragem antes e depois do ato eleitoral e por isso, quisemos falar com gente dessa área de ambas as listas.

Magazine serrano: Foi o mandatário de uma lista B, explique porque aceitou, ainda assim saiu derrotado?

Luís Brás-Não foi uma valorização pura e dura da competência, porque até nem é meu feitio fazê-lo.

Foi antes de mais, e sobretudo, uma questão de proximidade e identificação com a pessoa escolhida para dirigir a arbitragem. Tão só, e tão simples, quanto isso mesmo. Uma questão de proximidade e identificação.

Como sempre disse, e tem sido a minha prática, dei e darei a cara pelos árbitros egitanienses. Sou um apaixonado pela arbitragem, e como tal, defenderei sempre, em todo e qualquer momento, aquilo que eu considero mais certo e que se alinha com a minha visão de trabalho e equilíbrio. Estava certo que a lista liderada pelo Fábio Cardoso era o melhor para o futuro da arbitragem da Guarda.

Hoje, alicerçado nessa mesma convicção, voltaria a fazer o mesmo. Continuaria a dar a cara pelos árbitros; são eles que, fim-de-semana após fim-de-semana, abdicando de muito de si, contribuem para o crescimento das competições egitanienses; foram eles que muito contribuíram para o meu crescimento como dirigente e muito ajudaram a valorizar as gentes do distrito da Guarda a nível nacional e inclusive internacional.

Onde sempre estive e trabalhei da melhor forma que podia, dediquei-me da melhor forma que sabia e saí, sempre, com a cabeça erguida e orgulhoso dos resultados produzidos.

Foram apontadas irregularidades à lista vencedora? Que comentário faz?

O que mais estupefação me cria, em todos os lugares, e até em vários setores da sociedade portuguesa, é de como é possível que pessoas com larguíssima experiência cometam erram corriqueiros.

Repare-se, nessa lista que conta com gente com mais de 17 anos de dirigismo associativo e não se compreende como é possível apresentar uma lista com erros formais. Pior se tornou quando a própria Assembleia Geral não foi capaz de detetar os erros e ter permitido que a mesmo fosse admitida.

Há erros vários, tais como desde não entrega do cartão do cidadão completo ou com termos de aceitação desatualizados. O corolário da situação foi a constatação de que existiam termos de aceitação com data anterior à abertura das eleições por parte da Assembleia Geral.

Estranho foi igualmente que a Assembleia Geral não respondeu a uma questão sobre os votos do NAF Foz Côa. É do conhecimento geral que este núcleo não faz qualquer atividade de arbitragem há, pelo menos, 7 anos (meu mandato e anterior CA).

 

Sobre o trabalho da arbitragem nos últimos anos foi posto em causa por alguém?

Infelizmente é verdade. O Sr. Amadeu Poço teve algumas saídas que considero, no mínimo, infelizes. Mas fiel a uma velha máxima de que as palavras são propriedade de quem as pronuncia, eu não tecerei quaisquer cometários públicos.

Todos os filiados conhecem a evolução que houve na arbitragem associativa nos últimos 7 anos. Diria mais, a nível nacional sabe-se da extraordinária evolução da arbitragem egitaniense.

A classificação da arbitragem pela FPF nesta temporada foi muito positiva?

É verdade. O crescimento da arbitragem da A.F. Guarda estava à vista de todos. Os resultados dos árbitros da A.F. Guarda na FPF esta época vieram confirmar a tendência nos últimos anos com nenhuma descida dos quadros nacionais não profissionais e com três ascensões. Sinceramente espero que assim continue.

Como vê a arbitragem guardense para o futuro?

Penso que não estarei a cometer qualquer inconfidência. Alguns minutos após as eleições o Marco Rodrigues, secretário da Assembleia Geral, convidou-me para ajudar no novo conselho de arbitragem. Se eu quisesse ser Presidente do CA da A.F. Guarda ou outro cargo tinha assumido e como é de conhecimento de todos fui convidado pelas duas listas e para os mais diversos órgãos sociais.

Sinceramente, espero que a arbitragem egitaniense continue na senda do sucesso como aconteceu nos últimos anos.

Citou Marco Rodrigues um antigo arbitro com um bom currículo a nível local e Nacional?

Sim é verdade. Nada contra. Se as pessoas estiverem de boa-fé e espírito aberto, todos somos poucos para trabalhar, tanto mais que é um setor muito difícil e muito trabalhoso. O que mais me assusta são as mudanças de opiniões num espaço temporal tão curto, senão vejam.

Marco Rodrigues foi convidado para Presidente do Conselho de Arbitragem e não aceitou. Estranho, também, é que ele dias antes das eleições e quando se falou na arbitragem disse e passo a citar “batalhei pela independência”.

A própria lista defendia a autonomia dos órgãos dizendo “respeitando sempre a autonomia dos órgãos competentes”.

Mas, agora, parece que temos um secretário da Assembleia Geral como assessor da direção para o conselho de arbitragem.  Como todos sabemos nas eleições tudo se promete e depois tudo muda.

 

Daniel Soares citou na campanha eleitoral que árbitros de outro distrito vêm apenas para se promover aqui como comenta tal afirmação?

Isto gerou uma, natural, onda de preocupação; a indignação, entre os árbitros, foi generalizada. Então quando o atual presidente do CA da A.F. Guarda disse que os árbitros de outros distritos vêm para a Guarda para se promover e sair…!!

Realmente quem diz isso não conhece a realidade da arbitragem na Guarda. E veremos se num futuro próximo, árbitros de outros distritos, quiserem vir para a Guarda como se vai lidar com a situação.

 

Sabemos que vários árbitros querem sair da A.F. Guarda e além disso existe uma publicação onde se dizem que é um dos “culpados”. Tem alguma coisa a nos dizer?

A parte verdadeira desta notícia é a de que alguns árbitros têm efetiva vontade de sair. Todos são livres de o fazer, mas não vale tudo ao tentar dizer que sou eu, ou outra qualquer pessoa, os instigadores dessa vontade. Tentou-se promover essa mentira numa página de Facebook ligada ao setor “arbitragem” e depois o atual presidente do CA da A.F. Guarda e o vice-presidente da direção da AF Guarda, Paulo Menano, colocaram um “gosto” na notícia.

Todos os árbitros que me ligaram aconselhei-os a pensarem bem e a darem uma oportunidade ao novo Conselho, mas naturalmente cada um decide por si.

Recordo que vários árbitros entraram no nosso distrito, mas também alguns árbitros foram para Castelo Branco e Bragança nos anos anteriores. Tudo aconteceu normalmente e com colaboração e apoio constantes, tanto das saídas como nas entradas.

O mais estranho desta situação, é que quem deseja sair, são árbitros com mais de 10/15 anos de carreira. Foram árbitros que já trabalharam, no passado, com o novo presidente do CA da A.F. Guarda e com o novo assessor da arbitragem, que já na altura do Dr. Relvas tinha poderes camuflados no CA.  Agora tirem as vossas ilações.

 

Em suma, que mensagem deixa a todos nesta altura?

Pela confiança e coragem, quero deixar, publicamente, um agradecimento ao Artur Batista e restantes elementos por me convidarem para seu Mandatário. Deixar-lhe também votos de rápidas melhoras ao Artur Batista que foi operado recentemente.

Agradecer a todos os filiados da A.F. Guarda pela “porta aberta” e pela boa receção e capacidade de nos ouvirem e acreditarem no projeto.

Uma palavra, ainda, de felicitação a todos os filiados pela resposta que deram nas urnas.

É importante, também, sublinhar o meu compromisso com a democracia e manifestar a aceitação da vontade da maioria, bem como fazer votos de que seja efetivamente o melhor para o futebol/futsal e para a arbitragem.

Quanto a mim ,rejeitei qualquer cargo na A.F. Guarda seguirei o meu caminho, de cabeça erguida e com a consciência tranquila que tudo fiz, em todos os momentos, pela Guarda, pelo seu futebol/futsal e pela sua arbitragem.

 

GNR- Operação “Carnaval 2019” – Balanço

A Guarda Nacional Republicana, entre os dias 1 e 5 de março, realizou uma operação de intensificação do patrulhamento e fiscalização rodoviária em todo o Continente, a qual foi orientada para as vias que conduziam aos locais onde tradicionalmente ocorrem festividades carnavalescas, com o objetivo de combater a sinistralidade rodoviária, regular o trânsito e garantir o apoio a todos os utentes das vias, proporcionando-lhes uma deslocação em segurança.

Durante esta operação a GNR fiscalizou 24 464 condutores tendo detendo 818 condutores com excesso de álcool, dos quais 238 foram detidos por possuírem uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l, sendo ainda detidos 62 condutores por falta de habilitação legal para conduzir.

No mesmo período, a GNR registou 6 485 infrações, das quais se destacam:

·         1 623 por excesso de velocidade;

·         373 por falta de inspeção periódica;

·         291 por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;

·         237 por utilização indevida do telemóvel durante a condução;

·         230 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;

·         183 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório;

·         72 por anomalias nos pneus.

 

No que diz respeito à sinistralidade rodoviária, a GNR, na sua área de responsabilidade, registou:

·         964 acidentes;

·         Cinco mortos, dos quais:

o   Três condutores resultantes de despistes (dois motociclos e um veículo ligeiro de mercadorias);

o   Um condutor de um veículo ligeiro de passageiros, devido a uma colisão;

o   Um peão (atropelamento).

·         30 feridos graves;

·         326 feridos leves.

GNR- Balanço do mês de setembro

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, no mês de setembro, que visaram a prevenção e combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:

  1. Detenções: 1 647 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 648 por condução sob o efeito do álcool;
  • 305 por condução sem habilitação legal;
  • 224 por tráfico de estupefacientes;
  • 54 por posse ilegal de arma ou posse proibida;
  • 48 por furto;
  • 24 por violência doméstica;
  • Dez por posse e venda de espécies protegidas;
  • Seis por roubo;
  • Três por incêndio florestal;
  • Dez por ofensas à integridade física;
  • Seis por falsificação de documentos/moeda;
  • Um por homicídio.

 

  1. Apreensões:
  • 11 730 doses de heroína;
  • 8 909 doses de haxixe;
  • 2 120 doses de anfetaminas;
  • 1 546 doses de liamba;
  • 1 539 doses de cocaína;
  • 123 doses de óleo de cannabis;
  • 5,2 quilos de folhas de cannabis;
  • 1 114 sementes de cannabis;
  • 734 plantas de cannabis;
  • 108 comprimidos MDMA;
  • 47 pastilhas LSD;
  • 65 armas de fogo;
  • 53 armas brancas;
  • 742 munições de diversos calibres;
  • 60 veículos;
  • 1 428 artigos contrafeitos;
  • 20 quilos de tabaco contrafeito;
  • 2 915 quilos de pescado;
  • 5 778 quilos de bivalves;
  • 22 331 euros em numerário.

 

  1. Trânsito: 39838 infrações detetadas, destacando-se:
  • 3 966 excessos de velocidade;
  • 1 966 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 1 561 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
  • 1 549 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 1 529 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 1 524 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 1 185 relacionadas com tacógrafos;
  • 808 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

GNR-Atividade operacional do fim de semana

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, no fim de semana de 22 e 23 de setembro, que visaram a prevenção e combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:

  1. Detenções: 159 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 71 por condução sob o efeito do álcool;
  • 46 por tráfico de estupefacientes;
  • 13 por condução sem habilitação legal;
  • Quatro por posse de arma proibida;
  • Um por furto;
  • Um por incêndio florestal;

 

  1. Apreensões:
  • 1 209 doses de haxixe;
  • 730 doses de MDMA;
  • 511 doses de cocaína;
  • 460 doses de anfetaminas;
  • 47 pastilhas LSD;
  • Quatro plantas de cannabis;
  • Três armas brancas;
  • Uma arma de fogo;
  • Uma viatura;
  • 5 710 euros em numerário.

 

  1. Trânsito:

Fiscalização: 1 742 infrações detetadas, destacando-se:

  • 1 213 excessos de velocidade;
  • 160 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 105 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 81 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
  • 69 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 61 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 40 por falta de seguro de responsabilidade civil;
  • 31 relacionadas com tacógrafos.

GNR em trabalho no fim de semana

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, entre as 20h00 de sábado e as 08h00 de hoje, domingo, que visaram a prevenção e combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:

 

  1. Detenções: 46 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 33 por condução sob o efeito do álcool;
  • Quatro por condução sem habilitação legal;
  • Três por tráfico de estupefacientes;
  • Um por posse de arma proibida.

 

  1. Apreensões:
  • 63 doses de haxixe;
  • 12 doses de heroína;
  • 3 doses de cocaína;
  • 4,9 gramas de liamba;
  • Uma arma branca;
  • Um bastão.

 

  1. Trânsito:

Fiscalização: 468 infrações detetadas, destacando-se:

  • 112 por excesso de velocidade;
  • 63 por condução com Taxa de Álcool no Sangue superior ao permitido por lei;
  • 28 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 21 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 21 por infrações relacionadas com tacógrafos;
  • 19 por fata ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 10 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

 

Sinistralidade: 89 acidentes registados, destacando-se:

  • Um morto;
  • 32 feridos leves.

 

Conversa com o Provedor da ISCMFA, Luís Miguel Ginja

Peregrinação das Misericórdias  2 outubro (89) Que balanço das comemorações dos 350 anos nos pode fazer?

Foi o culminar de um ano que marcou esta instituição, neste dia 15 de outubro, que completou três séculos e meio é importantíssimo, a vinda do senhor Bispo D.Ilídio, a presidir as cerimónias e a visita que efetuou a todos os utentes desta instituição, onde fez questão de os cumprimentar, ter uma igreja da Misericórdia cheia de pessoas e de irmãos, só demonstra que estamos cá e que os fornenses acreditam na instituição.

Tenho de salientar a disponibilidade do nosso Bispo em vir a Fornos nesse dia, que deixou aqui uma mensagem “os colaboradores da instituição são a vida e a saúde desta casa”, esta frase marcou-me, pela sua simplicidade, aliás foi recebido sem grandes formalismos, e a sua visita engrandeceu o dia, para além de a ter escrito no livro de honra mas também a presença de seis padres que também marcaram presença, sendo alguns deles de comunidades vizinhas, com alguma ligação a esta instituição.

Uma cerimónia grandiosa, que valorizou Fornos de Algodres, as palavras que o senhor Bispo nos trouxe, foram palavras de esperança em prol da instituição, com a particularidade de termos um cuidado especial e cada vez mais com os nossos utentes.

Foi um ano importante, tivemos o privilégio de uma pintora fornense ter colocado na tela a imagem da Igreja da Misericórdia, que fica aqui nesta unidade para todos poderem admirar esta obra.

É importante salientar a grande adesão dos irmãos nesse dia e todas as iniciativas que decorreram ao longo deste ano festivo, a vinda do nosso bispo representou a forte ligação entre a Santa Casa e a Igreja.

D.Ilídio referiu nesse dia que era Bispo de Fornos revela carinho por esta localidade?

Sim, é do conhecimento público, que este estudou aqui em Fornos, no Seminário, tem fortes ligações a esta comunidade e sem dúvida que neste dia também ficou satisfeito, pela forma como a cerimónia tinha sido preparada e pela eucaristia que foi o ponto alto, deixando aqui também uma palavra de apreço para o todo grupo coral que anualmente vai animando as nossas eucaristias vespertinas e nesse dia, estavam muito bem preparados IMG_1176a nível de cânticos, o que para nós, Santa Casa, nos regozija.

Também não posso de deixar de referir a mensagem que D.Nuno Almeida, nos enviou a dar os parabéns e a deixar palavras de carinho a todos.

Esta instituição só é assim, porque temos colaboradores fantásticos, prestam um grande serviço e embora sendo uma equipa nova a nível de idades, mas muito competentes, aliás quando cheguei tive algum receio, mas dois anos depois a equipa mantém-se e demonstra o carinho e grande trabalho pelos nossos utentes.

A Peregrinação das Misericórdias em Viseu foi um dia especial?

Sim, foi um desafio do nosso Bispo D.Ilídio, dado que antigamente, as Misericórdias ficavam acomodadas, devido à permanência dos Provedores muitos anos nos cargos.

Coisa que não acontece agora nas Misericórdias desta região, casos de Fornos, Penalva, Santar e Mangualde que recentemente alteraram os seus provedores e sobretudo pessoas mais jovens com outras dinâmicas.

Este desafio de IMG_1402D.Ilídio e do Cónego Miguel Abreu foi bastante proveitoso, porque estiveram presentes 10 das 14 Misericórdias, conseguimos levar muitos Irmãos a Viseu, onde toda a cerimónia foi muito bonita, o desfile entre o Centro Pastoral e a Sé de Viseu, e a Eucaristia celebrada por D.Ilídio, engrandeceu as Misericórdias, dado que tem agora mais visibilidade e refiro especificamente que as coisas têm de mudar.

Sou apologista do limite de mandatos, em tom de brincadeira, refiro que o arciprestado da Beira Alta é o melhor da diocese, e na verdade os outros colegas também partilham desta opinião, porque existe uma amizade entre todos, aliás prova disso, que D. Ilídio lançou o desafio de todos os anos ser feito o Dia das Misericórdias, com o local a ser rotativo.

Também falamos frequentemente, entre todos, sobre os assuntos que são comuns entre Misericórdias e ajudamo-nos uns aos outros, temos novas ideias e queremos mostrar trabalho.

A segunda edição da Feira da Saúde teve muito impacto?

Sim. Nasceu o ano passado, da ideia de três técnicas desta instituição, Drª Patrícia, Drª Rita e Enfª Rita, que são muito competentes e uma grande ambição.

Este ano, com a ambição de envolver toda a comunidade fornense, estiveram mais de meio milhar de pessoas, numa população tão restrita como é a de Fornos de Algodres, ter 10% a frequentar a feira da saúde, é muito bom, onde foram proporcionadas palestras dos mais diversos temas.

As pessoas aderiram mais aos rastreios que proporcionamos das mais diversas índoles, desde a psicologia, terapia da fala, nutrição, enfermagem.

Tivemos uma grande envolvência da parte do Agrupamento de Escolas, e da grande parte das associações de Fornos de Algodres, aliás todas as IPSS estão a trabalhar todas unidas em prol do desenvolvimento e o melhor para Fornos, de realçar o papel do Instituto do Sangue nesta feira.

Foi a primeira vez que tivemos um alto representante da União das Misericórdias Portuguesas, Dr. Paulo Moreira, e o Presidente do Secretariado, Dr. Anselmo Antunes presentes na abertura desta feira.

Agora todos os técnicos estão de parabéns pelo trabalho desenvolvido, e este ano a passagem a dois dias foi importante na medida, o primeiro dia voltado para a população geral e o segundo para as instituições e para o Agrupamento de Escolas, funcionou bem e fica colocado um desafio, para o ano queremos muito mais.

Para o ano talvez abrir o leque a outras instituições para mostrarem também os seus serviços, isto é, cada uma ter uma barraquinha de divulgação dos seus serviços.

Que balanço faz destes dois anos a liderar a ISCMFA?

Nós quando nos propusemos a iniciar este trabalho, tínhamos um objetivo sério e bem definido, que era devolver a instituição Santa Casa a Fornos de Algodres, objetivo esse que está conseguido e está aos olhos de todos, nestes dois anos as pessoas tiveram uma visibilidade do trabalho desenvolvido, dado que a taxa de ocupação era de 20% de pessoas desta localidade, é hoje muito maior, cerca de 50%.

Quase duplicámos o número de irmãos nesta instituição, dado que era uma instituição fechada e hoje está aberta a todos.

Agora pretendemos aumentar as instalações quer na parte da unidade e na parte do Lar residencial, podemos ainda proporcionar melhores condições à população fornense.

Era importante mudar um pouco o rumo da instituição, hoje fala-se da instituição por bons motivos, ao contrário de antes de chegarmos, agora foram dois anos muitos exaustivos, aliás costumo dizer em jeito de brincadeira que se hoje fosse embora já ia satisfeito pelo grande trabalho que realizámos.

Quando cheguei muitas coisas não estavam bem, e estamos a tentar resolver, agora neste momento, muita coisa melhorou, os fornecedores e os funcionários passaram a receber a tempo e horas, há mais regularidade, também agora as compras são realizadas em Fornos de Algodres, apenas com a excepção de produtos de enfermagem e farmacêuticos, que tem obrigatoriamente de fora.

Também conseguimos através a da ARE Centro de ter 4 quartos particulares porque temos espaço, agora a ocupação é de 100%, na unidade não é fácil ter vagas, porque temos sempre gente em espera na plataforma, no lar está sempre cheio, apesar de existir alguns falecimentos, como é natural nestas casas.

Neste momento temos uma parceria com a AD Fornos de Algodres, onde os ajudamos com as refeições aos atletas e em troca proporcionam aqui aos nossos idosos momentos importantes e que os torna muito mais felizes, agora são coisas novas que os utentes gostam.

O ano de 2017 vai ser importante para a instituição?

Vai ser trabalhar no programa 2020, este novo quadro vai ser importante desde que abra, porque ainda não há previsões da data certa, agora o nosso projeto ronda o meio milhão de euros, com o fundo a pagar 85% e nós 15%, as obras têm de se enquadrar no edifício porque a ampliação remete-se a 6/7 quartos, agora tem de ser bem financiada, porque a Santa Casa não tem disponibilidade financeira para isso.

IMG_1409A Igreja da Misericórdia também está contemplada neste projeto, onde está previsto a recuperação dos dois altares e logo que abra o fundo, é um projeto praticamente aprovado, agora tem sido feito o trabalho normal de manutenção, desde o pintar as portas, as mesas no exterior, a beleza do interior sempre bem ornamentada pela boa vontade das senhoras que semanalmente vão fazendo esse trabalho, também o andor do Sr. dos Passos está montado na Igreja e vamos colocar em volta uma peça de acrílico para o poder preservar mais.

São também muitos os visitantes que passam pela Igreja, agora a ligação com os nossos párocos é muito boa, porque a Igreja é de todos os fornenses.

Uma palavra a todos os Irmãos fornenses e comunidade em geral?

Os fornenses podem contar com a Santa Casa, esta instituição é de todos os fornenses, todos podem vir e participar, somos a entidade coordenadora da CLDS 3G Servir Fornos, com a Câmara Municipal a ser a entidade promotora, onde a equipa é muito unida e tem feito um grande trabalho com o objetivo de fazer mais e melhor pelos fornenses, e a Santa Casa neste momento, não está só direcionada para os idosos, dado que temos um gabinete que proporciona à procura de emprego e uma data de valências, agora as pessoas têm de nos procurar, tentamos dar a divulgação que achamos melhor.

A população pode contar connosco e que nos procurem.

Reportagem de António Pacheco