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Guarda-Balanço do trabalho do CEIS e Legado para Novo Centro de Economia Social

Em comunicado, Nuno Silva Diretor Executivo do CEIS, apresenta um balanço deste centro até ao momento:

Extinção do CEIS

O CEIS (Centro de Economia e Inovação Social), agora extinto, construiu um legado de transformações, inovações e parcerias que construíram bases sólidas para o futuro da Economia Social. A jornada do CEIS, que se iniciou com a criação do primeiro Centro Protocolar numa Cimeira Luso-Espanhola, foi marcada por uma visão coletiva e disruptiva, que deixou raízes profundas para o novo Centro de Economia Social que dará continuidade a esse trabalho.

Encerramento das Funções de Diretor Executivo

Após um ano de intensos desafios e realizações, serve o presente para dar nota do fim das minhas funções como Diretor Executivo do CEIS. Esta decisão marca a conclusão de um ciclo. Tive o privilégio de liderar um projeto coletivo que revolucionou o setor da Economia Social. Foi uma jornada exigente, repleta de desafios, mas sobretudo de vitórias, que conquistámos com o trabalho incansável da equipa. Embora o ciclo do CEIS se tenha encerrado, o trabalho realizado deixou um legado robusto e ambicioso, que será a base do novo Centro a ser criado.

Balanço/legado do CEIS

As conquistas de 2024, que incluem a implementação de diversos projetos inovadores, formativos e de parceria, são marcos fundamentais para a continuidade e o fortalecimento da Economia Social.

Entre as principais realizações de 2024, destacam-se os mais de 400 protocolos firmados, a partir de 2.000 contatos com diversas entidades da Economia Social, bem como com autarquias, CLAS, CIMS, Ordens Profissionais, Escolas Profissionais e Instituições de Ensino Superior; a obtenção de financiamento significativos através de candidaturas ganhadoras a linhas de financiamento europeias; a realização de 180 ações de formação, beneficiando 4.000 formandos. Para o primeiro quadrimestre de 2025, estavam previstos mais 4000 formandos, com um volume de formação que, certamente, nos permitiria alcançar a meta de capacitar 13.000 pessoas até 2025. Ler Mais »

Sociedade Civil mobiliza-se para o OPEN DAY do CEIS

O CEIS – Centro Protocolar da Economia Social – sediado na Guarda, abriu as suas portas à comunidade e às forças vivas da cidade no âmbito do seu OPEN DAY, um evento
dedicado a apresentar a atividade desenvolvida e o crescente apoio que tem oferecido às Organizações da Economia Social (OES) em todo o país.

Desde o início dos seus trabalhos em 2023, o CEIS tem desempenhado um papel crucial na promoção e fortalecimento da Economia Social, não apenas a nível nacional,
mas também no contexto ibérico. A escolha da Guarda como sede sublinha a importância estratégica da cidade, evidenciando que é possível centralizar decisões e
operações em domínios-chave da Economia Social, como formação de recursos e apoio a projetos, a partir de qualquer ponto do país.

O evento contou com a presença de diversas personalidades políticas, dirigentes e profissionais do ecossistema da Economia Social, além de cidadãos interessados em
conhecer melhor o CEIS. A iniciativa foi precedida por outras ações, incluindo visitas de Deputados da Assembleia da República, do Presidente da Câmara Municipal da Guarda e da Secretária de Estado, que puderam constatar o impacto positivo do Centro.

Durante o OPEN DAY, Pedro Pinto, Presidente do Conselho de Administração, destacou: “A importância e o reconhecimento que o CEIS tem conquistado junto de todos os
agentes da Economia Social.”.

Por sua vez, o Diretor Executivo reforçou: “O trabalho desenvolvido pelo CEIS demonstra, com números e resultados concretos, que é possível ter um organismo de dimensão ibérica operando a partir de qualquer região do país, especialmente a partir da Guarda.”

A mobilização no OPEN DAY é mais uma prova do impacto transformador do CEIS no setor da Economia Social. Agradecemos a todos que par@ciparam e tornaram este dia
memorável!

Federação Socialista da Guarda luta pela permanência do CEIS

A Federação da Guarda do Partido Socialista realizou ontem uma Conferência de Imprensa em que realçou que o Centro de Economia e Inovação Social (CEIS) é essencial para o desenvolvimento económico e social da nossa região.
A sua fusão com outro centro, para além de um erro em termos de organização das respostas (só justificável pela impreparação do atual governo) poderá deslocar o centro de decisão para fora da Guarda, o que será um erro completo que não se pode aceitar.
Em comunicado, apresentou a diversas situações:
1. O CEIS tem instalações próprias e financiamento garantido: O CEIS é 100% financiado pelo PRR e já está em pleno funcionamento, estando a superar as metas que lhe tinham sido colocadas.
2. Impacto local: A sua manutenção na Guarda é vital para garantir inovação, emprego qualificado e qualidade das respostas no país a partir da Guarda.
3. Retrocesso civilizacional: Extinguir este centro e outros projetos progressistas, como o Centro de Envelhecimento Ativo e Saudável em Loulé, é um ataque ao progresso alcançado, e a projetos internacionalmente reconhecidos como boas práticas na área social.
Por sua vez na conferencia realizada, Alexandre Lote referiu que: “Defender o CEIS é defender o futuro da Guarda!”
Já, Ana Mendes Godinho enalteceu que: “Acabar com o CEIS é um retrocesso civilizacional.”
António Monteirinho concluiu que: “O futuro do CEIS é na Guarda! Desafiamos os líderes locais a tomarem posição clara contra esta fusão.”
Em suma, refere o comunicado que: O PS não aceitará esta decisão injusta e continuará a lutar para que a sede e o centro de decisão do novo centro permaneça na Guarda.

CEIS em nota de esclarecimento sobre aquisição de um imóvel

Na sequência de uma notícia veiculada pela SIC e Jornal Expresso sobre a aquisição de um imóvel para o Centro para a Economia e Inovação Social pelo valor de 1.2 milhões de euros, partilhamos a nossa nota com todos os esclarecimento para tratamento jornalístico e para que a verdade seja resposta:

Nota de Esclarecimento

CEIS – ESCLARECIMENTO SOBRE A AQUISIÇÃO DO IMÓVEL

Pontos a reter

Em funcionamento desde 14 de abril de 2023, o CEIS tem atualmente um quadro de pessoal aprovado de 30 funcionários, a preencher até 2025.
O CEIS está atualmente em instalações provisórias que não reúnem condições para aí funcionar um centro de formação profissional
Foram contactados vários responsáveis de organismos públicos locais, para a possibilidade de cedência de um imóvel que pudesse dar resposta à missão do CEIS.Foi-nos informado que não havia atualmente qualquer espaço disponível.
O imóvel foi adquirido por 700 mil euros e não 1.2 milhões de euros
Avaliação externa atribuiu ao imóvel um valor de 1.322.836,00 €.
Aquisição do imóvel seguiu todos os trâmites legais (como pode ser lido na nota de esclarecimento)
Desconhece-se, por completo, que o Instituto São Miguel da Guarda estivesse à venda e que existiam “pressões” para a sua aquisição.

Centro para a Economia Social vai formar 13 mil pessoas nos próximos 2 anos

As atividades formativas do Centro para a Economia e Inovação Social (CEIS) tiveram início esta
quinta-feira, na Guarda, com as primeiras ações de formação de trabalhadores para o setor
social.
Nas próximas semanas vão ser lançados também os primeiros cursos de formação para
dirigentes e quadros técnicos de instituições da economia social. E em dezembro terá início a
formação executiva em contratação pública para estas organizações.
A formação a ministrar através do CEIS deverá chegar a 13 mil pessoas nos próximos dois anos,
em ações a desenvolver em todo o país (em formato presencial e online), com o objetivo de
capacitar as entidades da economia social, através da qualificação e requalificação de
trabalhadores e respetivos dirigentes e gestores.
O CEIS é um centro protocolar de âmbito ibérico, que resulta de uma parceria entre o Instituto
do Emprego e Formação Profissional, a Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, a
Confederação Portuguesa de Economia Social, o Centro de Estudos Ibéricos e o Instituto da
Segurança Social, bem como entidades congéneres de Espanha.
Tem sede na Guarda, cidade onde foi lançado, em abril do corrente ano, em cerimónia presidida
pela Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, e pela
homóloga do Governo de Espanha, Yolanda Díaz.

Centro para a Economia e Inovação Social (CEIS) inaugurado na Guarda

Teve lugar , na cidade da Guarda, a cerimónia de inauguração do CEIS, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, afirmou que o Centro para a Economia e Inovação Social (CEIS), lançado pelos governos de Portugal e Espanha, é um «instrumento poderoso» para a Economia Social.

Este é o primeiro centro de competências na Península Ibérica dedicado à Economia e Inovação Social, que tem sede na cidade da Guarda. Na sessão de abertura o presidente da Câmara Municipal da Guarda, Sérgio Costa, referiu que “a criação do Centro para a Economia e Inovação Social é um marco na história da Economia Social de Portugal e Espanha, que merece reconhecimento por toda a sociedade e todas as forças políticas, assumindo uma importância suprapartidária, colocando-se acima de qualquer ideologia política. O Centro para a Economia e Inovação Social (CEIS), representa a resposta certa ao aumento progressivo das necessidades do setor da Economia Social, cuja valia para o momento atual em que vivemos, é cada vez mais determinante para o bem-estar da nossa sociedade, reconhecendo o papel fundamental que o terceiro setor desempenha”. O autarca mencionou ainda a “acertada escolha da Cidade da Guarda, para a localização do Centro para a Economia e Inovação Social, reconhecendo a localização estratégica da Guarda, representando uma mais valia no contexto da Península Ibérica e contribuindo para a valorização do seu HUB do Interior.” A cerimónia contou também com a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, a segunda vice-presidente do Governo de Espanha e Ministra do Trabalho e da Economia Social, Yolanda Díaz, o vice-presidente do Governo Regional dos Açores, Artur Lima e o Presidente do Instituto Politécnico da Guarda, Joaquim Brigas. O Centro para a Economia e Inovação Social (CEIS) visa responder às necessidades permanentes de formação e aos desafios emergentes que se colocam ao setor social através da prestação de serviços e apoio técnico a entidades no âmbito da economia social. Recorde-se que os Governos de Portugal e Espanha acordaram, durante a 34ª Cimeira Luso-Espanhola, que decorreu em Lanzarote, a cooperação bilateral na implementação do CEIS. Este resulta de uma parceria entre o IEFP, a Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES), a Confederação Portuguesa de Economia Social (CPES), o Centro de Estudos Ibéricos (CEI) e o Instituto da Segurança Social (ISS). Do lado espanhol conta com a colaboração da Direção-Geral do Trabalho Independente, Economia Social e Responsabilidade Social da Empresa, do Serviço Público de Emprego do Estado (SEPE) e da Fundação Estatal para a Formação no Emprego (FUNDAE).

A Ministra falava na cerimónia de inauguração do CEIS, com a sede no edifício da Segurança Social, na Guarda.

Na sua intervenção, Ana Mendes Godinho disse que «a Economia Social passa hoje a ter um instrumento poderoso de união e de transformação dedicado às competências», num ano «em que a Europa está a comemorar as qualificações de todos os trabalhadores».

O objetivo, prosseguiu a Ministra, é a capacitação das entidades da Economia Social, através da realização de formação profissional e de reconhecimento, validação e certificação de competências, no sentido de qualificar e requalificar os trabalhadores e respetivos dirigentes e gestores.

Ana Mendes Godinho disse que o CEIS é também «um instrumento de transformação» e que «contará com todo o apoio para inovar, para capacitar, para modernizar a economia social, em linha com o que é evidente do ponto de vista da sua importância na sociedade».

A Ministra lembrou ainda que, em Portugal e Espanha, «a Economia Social representa mais de 6% do emprego», o que «mostra bem a importância e como é uma alavanca de desenvolvimento, de criação de emprego, de criação de oportunidades». É também, nos territórios de baixa densidade, «um dos principais impulsionadores da capacidade de atração e de fixação de pessoas».

Ana Mendes Godinho adiantou que o CEIS «vai começar já a trabalhar», tendo disponíveis cerca de 10 milhões de euros para os «primeiros anos de atividade».

Uma referência para a Europa e para o mundo

Yolanda Díaz, a segunda vice-presidente do Governo de Espanha e ministra do Trabalho e da Economia Social, por sua vez, salientou a importância do projeto que envolve os dois países e disse que o CEIS «vai ser uma referência na Europa e também no mundo». Servirá para partilhar boas práticas, formação e experiências no âmbito da Economia Social e melhorar a vida dos cidadãos.

O CEIS resulta de uma parceria entre o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), a Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES), a Confederação Portuguesa de Economia Social (CPES), o Centro de Estudos Ibéricos (CEI) e o Instituto da Segurança Social (ISS).

Do lado de Espanha, os parceiros diretos ou indiretos são a Confederação Empresarial Espanhola da Economia Social (CEPES), o Centro Internacional de Investigação e Informação em Economia Pública, Social e Cooperativa (CIRIEC), a Direção-Geral do Trabalho Independente, Economia Social e Responsabilidade Social da Empresa (DGTAESRSE), o Serviço Público de Emprego do Estado (SEPE) e a Fundação Estatal para a Formação no Emprego (FUNDAE).

 

Centro para a Economia e Inovação Social (CEIS) na Guarda

Foi  publicada nesta terça -feira, a portaria que cria o Centro para a Economia e Inovação Social (CEIS). Localizado na Guarda, será o primeiro centro protocolar de formação profissional para o setor da Economia Social, tendo em vista responder às necessidades permanentes de formação e aos desafios emergentes que se colocam ao setor, que exigem uma contínua atualização de conhecimentos e competências.

O CEIS visa a capacitação das entidades da economia social, promover a realização de formação profissional e de reconhecimento, validação e certificação de competências, e a prestação de serviços e apoio técnico a entidades no âmbito da economia social.

“A criação do primeiro Centro dedicado à Formação na Economia social é um passo decisivo para a capacitação e inovação das organizações, para a qualificação dos profissionais e para promovermos respostas sociais de qualidade”, afirma Ana Mendes Godinho, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

A valorização dos recursos humanos da economia social, no sentido de qualificar os trabalhadores, os dirigentes e gestores, através do desenvolvimento de ações de consultoria e apoio técnico, bem como o acompanhamento de jovens e adultos que se encontrem na situação de desemprego, com vista ao encaminhamento para formações neste setor da economia, são algumas das áreas a explorar no CEIS.

O CEIS resulta de uma parceria entre o IEFP, a Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES), a Confederação Portuguesa de Economia Social (CPES), o Centro de Estudos Ibéricos (CEI) e o Instituto da Segurança Social (ISS).