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Turismo Centro de Portugal assinou Carta de Compromisso com a Sustentabilidade”

Recentemente, o Turismo Centro de Portugal e o Instituto de Turismo Responsável, entidade que representa os certificados internacionais “Biosphere Responsible Tourism”, assinaram a Carta de Compromisso com a Sustentabilidade, numa cerimónia que decorreu no alojamento turístico The Fox House, em Serrazes, São Pedro do Sul.

A assinatura desta Carta representa o início do projeto “Centro Sustentável”, que visa reforçar as boas práticas de Sustentabilidade Turística na região e afirmar o Centro de Portugal como destino turístico sustentável como um todo. Financiado pela Linha de Apoio à Sustentabilidade do Turismo de Portugal, este é o maior projeto de sustentabilidade multidestino à escala nacional e internacional.

O processo será desenvolvido seguindo o Referencial “Biosphere Destination”, que define uma orientação alinhada com as estratégias de desenvolvimento globais, europeias, nacionais e regionais em vigor, como o programa de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, o Green Deal e a Estratégia para o Turismo 2027. A Turismo do Centro irá capacitar e aconselhar as empresas e instituições, públicas e privadas, da região a atingir os objetivos da sustentabilidade, através de um caderno de encargos que obedece a critérios rigorosos.

A ocasião serviu também para entregar Certificados de Sustentabilidade Biosphere à The Fox House, que recebeu o Certificado Biosphere Empresa de Alojamento Sustentável, e à Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (Certificado Biosphere de Compromisso com a Sustentabilidade).

A Sessão de Assinatura contou com a presença de Pedro Machado, Presidente da Turismo Centro de Portugal, Patricio Azcárate, Diretor Executivo do Instituto de Turismo Responsável (numa declaração vídeo), Pedro Mouro, vice-presidente da Câmara Municipal de São Pedro do Sul, e Teresa Ferreira, Diretora do Departamento de Desenvolvimento de Recursos do Turismo de Portugal, entre outras personalidades.

Pedro Mouro, na qualidade de anfitrião, enalteceu o facto de a Turismo Centro de Portugal ter escolhido o município de São Pedro do Sul como local da assinatura deste protocolo. “É um orgulho para nós, porque vem no seguimento de uma estratégia que o município de São Pedro do Sul adotou, de estar focado nas novas tendências de procura turística. Esta é uma oportunidade para introduzirmos práticas mais sustentáveis e amigas do ambiente e criar fatores de diferenciação que atraiam mais gente ao território. Este é o caminho”, sublinhou.

Na sua intervenção, Patrizio Azcárate destacou o trabalho do Instituto de Turismo Responsável. “O Turismo é uma atividade holística, que abarca muitos setores. Neste instituto identificamos e definimos o que deve ser feito, e como deve ser feito, para o Turismo atingir as metas de sustentabilidade. As certificações Biosphere comprovam o compromisso de que um destino está de acordo com as metas da sustentabilidade, algo que os turistas procuram. O Centro de Portugal, com os seus 100 municípios, é um grande desafio e será pioneiro a nível internacional”, disse.

Teresa Ferreira elogiou a iniciativa da Turismo Centro de Portugal, que considerou “um fator muito relevante de confirmação de que o trabalho de tornarmos o nosso país cada vez mais sustentável é um caminho incontornável, até neste momento de recuperação da nossa atividade. E é tão mais importante porque se traduz em alterarmos comportamentos e o nosso posicionamento. Há aqui um caminho muito desafiante e compete às entidades públicas ajudarem e disponibilizarem as ferramentas para podermos evoluir neste sentido”, frisou.

Pedro Machado, no final da sessão, começou por dizer que “este protocolo é uma assunção de responsabilidades”. Lembrando que há hoje cinco grandes tendências com grande impacto nas alterações da atividade turística – as alterações demográficas e sociais, com os viajantes a cada vez mais segmentados e com motivações específicas; a rápida urbanização, com a consequente descarbonização e qualificação do espaço público; os avanços tecnológicos; as alterações do poder económico; e as alterações climáticas e escassez de recursos – o presidente da Turismo Centro de Portugal sublinhou que “este protocolo vislumbra sermos capazes de estar em linha com estas alterações”.

Hoje, mais de metade dos novos viajantes preferem destinos sustentáveis. Num inquérito recente a nível mundial, 51% dos turistas responderam que trocariam o seu destino habitual por um mais sustentável e 70% disseram pretender reservar alojamento ecológico. É uma alteração profunda nas escolhas e é isso que estamos aqui a assinar: estamos a olhar para o futuro”, acrescentou Pedro Machado.

 

Centro de Portugal em destaque nos prémios Guia Boa Cama Boa Mesa

O Centro de Portugal voltou a estar em grande destaque nos prémios do “Guia Boa Cama Boa Mesa. Este ano, foram distinguidos dez hotéis e cinco restaurantes situados no território da região.

Os prémios, atribuídos ontem, são mais uma demonstração da qualidade cada vez sustentada da oferta do Centro de Portugal nas áreas da hotelaria e restauração. A região recebeu 4 Chaves de Ouro, 3 Chaves de Prata, 1 Garfo de Ouro e 1 Garfo de Platina na edição deste ano. Além destes, houve ainda 3 Prémios Resiliência para alojamentos e 3 Prémios Resiliência para restaurantes.

 

 

 

 

A equipa do guia do jornal “Expresso” distinguiu com a Chave de Ouro os seguintes alojamentos da região: Areias do Seixo Charm Hotel (Mexilhoeira, Torres Vedras), Casas do Côro (Marialva, Mêda), H2otel Congress & Medical SPA (Unhais da Serra, Covilhã) e Rio do Prado (Arelho, Óbidos). A Chave de Prata foi atribuída à Casa de São Lourenço – Burel Panorama Hotel (Manteigas), às Luz Charming Houses (Fátima, Ourém) e ao Sapientia Boutique Hotel (Coimbra).

 

 

 

 

A nível da restauração, foram premiados dois projetos emblemáticos do Centro de Portugal. O “Boa Cama Boa Mesa” distinguiu o Rei dos Leitões (Mealhada) com um Garfo de Platina e o Mesa de Lemos (Silgueiros, Viseu) com um Garfo de Ouro. De assinalar que apenas foram atribuídos quatro Garfos de Platina e nove Garfos de Ouro em todo o país.

Num ano excecional, o guia “Boa Cama Boa Mesa” fez questão de distinguir igualmente a resiliência de uma área da economia que muito sofreu com a pandemia. Segundo o guia, “foram escolhidos simbolicamente 10 restaurantes e 10 alojamentos, tendo em conta critérios como o apoio à população local e aos profissionais de saúde, o investimento em tempo de crise e a capacidade de reinvenção, transversal ao setor”.

Na região Centro de Portugal, foram distinguidos três alojamentos e três restaurantes. Foram eles, nos alojamentos, a Casa da Cisterna (Castelo Rodrigo), o Evolutee Hotel (Óbidos) e o Pena D’Água Boutique Hotel & Villas (Covilhã); e, nos restaurantes, O Açude (Coimbra), Palace (Viseu) e Salpoente (Aveiro).

Prémio Carreira para Lurdes Graça, do Manjar do Marquês

Este ano, os prémios do “Guia Boa Cama Boa Mesa” entregaram o Prémio Carreira a duas personalidades que se distinguiram pelo trabalho na restauração. Uma delas é Lurdes Graça, do Manjar do Marquês, em Pombal, um restaurante com muita História na região Centro de Portugal. Aos 89 anos, Lurdes Graça continua diariamente a trabalhar no restaurante que fundou em 1986!

É com grande satisfação que a Turismo Centro de Portugal regista que, ano após ano, o Boa Cama Boa Mesa continua a premiar os restaurantes e os hotéis da região. Os Garfos de Platina  e de Ouro, as Chaves de Ouro e de Prata e os Prémios Resiliência assumem um valor ainda maior, num ano tão difícil para o setor como foi o de 2020. Estas distinções são uma evidência da capacidade que os empresários do Centro de Portugal têm de constantemente se reinventarem, continuando a pautar os seus serviços por elevados padrões de qualidade, na gastronomia e no saber receber. Deixo, em particular, um aplauso muito especial à Dona Lurdes Graça, pelo seu justíssimo Prémio de Carreira, sublinha Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal.

Os prémios “Boa Cama Boa Mesa” são dos mais prestigiados no setor da restauração e hotelaria em Portugal, reconhecendo, desde 2013, unidades que se destacam no nosso país.

Turismo do Centro apresentou estratégia de promoção dos Caminhos da Fé e da Espiritualidade

O Turismo Centro de Portugal apresentou nesta sexta-feira, em conferência de imprensa, a estratégia de promoção dos Caminhos da Fé e Espiritualidade no Centro de Portugal. Este é um produto em que a entidade regional de turismo aposta de forma decisiva este ano e que tem conquistado importância crescente na região.

Além do Culto Mariano, cujo expoente máximo é Fátima, outros locais de culto e peregrinação têm ganho destaque, nomeadamente os Caminhos de Fátima, o Caminho de Santiago, a Rota Carmelita ou a Herança Judaica.

Na conferência de imprensa, que decorreu nas Luz Charming Houses, unidade de referência em Fátima, foram apresentados novos materiais promocionais, como mapas e roteiros, que indicam aos turistas e peregrinos os locais a visitar no Centro de Portugal. Além disso, foi também apresentado o Guia do Turismo Espiritual e Religioso, que será publicado amanhã, inserido num semanário nacional, e destacada a estratégia transfronteiriça comum de promoção do Turismo Religioso e Espiritual, entre regiões de Portugal e Espanha.

A apresentação contou com as presenças de Luís Albuquerque, presidente da Câmara Municipal de Ourém, Pe. Carlos Cabecinhas, reitor do Santuário de Fátima, Teresa Ferreira, diretora do Departamento de Desenvolvimento de Recursos do Turismo de Portugal, e Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal.

Luís Albuquerque destacou o facto de este conjunto de materiais promocionais serem “um bom contributo para o desenvolvimento de Fátima e para a retoma que todos queremos que possa acontecer o mais rapidamente possível”. “É com enorme satisfação que verifico que o Turismo do Centro considera o turismo religioso como pilar fundamental para os próximos anos na nossa região, reconhecendo que Fátima é um produto turístico estratégico nacional”, disse.

Por parte do Santuário de Fátima, o padre Carlos Cabecinhas elogiou a aposta no turismo religioso e espiritual que tem sido “uma das marcas características do turismo no Centro de Portugal”. “O crescimento exponencial do turismo em Portugal nos últimos anos contou também com contributo desta vertente espiritual e religiosa. Esta foi uma aposta estratégica do Turismo do Centro de Portugal, o que muito nos alegra, e nesse contexto Fátima ocupa um lugar especial, por ser o mais significativo e importante destino de turismo religioso português. A variedade de peregrinos que em cada ano acorrem a Fátima comprovam que este é de facto um santuário mundialmente conhecido”, sublinhou.

Teresa Ferreira realçou que “os Caminhos da Fé, desmultiplicados nos Caminhos de Fátima, Caminhos de Santiago e a Herança Judaica, são estruturantes para o desenvolvimento turístico do país, porque é um produto que assenta em ativos que nos diferenciam, tanto no património material como do património imaterial e natural, tem uma escala nacional e é uma proposta de experiência turística que pode ser usufruída durante todo o ano, permitindo descobrir muitos percursos e recantos deste país”. “Além disso”, acrescentou, “também é particularmente importante porque está alinhado com aquilo que vão ser as tendências dos turistas, que após este período de pandemia vão procurar experiências de valorização pessoal, experiências seguras e que sejam alternativas a destinos mais massificados”.

Pedro Machado salientou que, na sequência da campanha promocional da região que o Turismo Centro de Portugal tem em curso, “chegou o tempo dos Caminhos da Fé e dos Caminhos da Espiritualidade”. “Entendemos que este é o tempo de apelamos a esta dimensão da fruição turística associada à sua dimensão espiritual e à sua dimensão religiosa”, disse. Depois de enaltecer o Turismo de Portugal e as entidades parceiras na divulgação dos projetos comuns de Turismo Religioso, exemplificando com organizações regionais de turismo em Portugal – Alentejo, Porto e Norte e Lisboa – e Espanha, como Extremadura, Castela e Leão e Galiza, Pedro Machado desafiou os portugueses a conhecerem os destinos hoje presentados: “Desafio os portugueses que não tinham pensado em realizar uma experiência de natureza espiritual ou religiosa a poderem fazê-lo, com pouco custo do ponto de vista material mas cheio de significado do ponto de vista da dimensão espiritual e da dimensão ética”.

A finalizar, Pedro Machado deixou um “apelo patriótico aos concidadãos”: “Façam férias em Portugal, e naturalmente no Centro de Portugal, e ajudem assim as empresas portuguesas a resistir e a ultrapassar esta fase difícil”.

110 praias no Centro de Portugal

Centro de Portugal é a região com mais praias de “qualidade de ouro” no país

Lista anual da Quercus distingue 110 praias do Centro de Portugal: 68 costeiras, 40 interiores e duas de transição.Há mais 14 praias de interior classificadas em relação ao ano passado.

A região Centro de Portugal é aquela que apresenta este ano mais praias classificadas com “qualidade de ouro” pela associação ambientalista Quercus, à semelhança do que já acontecia no ano passado. No total, são 110 as praias galardoadas na região, entre as 381 zonas balneares nacionais distinguidas com esta classificação. Em 2019, o Centro de Portugal tinha 93 praias selecionadas pela Quercus, pelo que este ano são mais 17, o que comprova a crescente qualidade das águas balneares da região.

A lista da Quercus divide as praias por Administrações Regionais Hidrográficas (ARH), que não correspondem aos territórios das regiões NUTS II. No entanto, considerando as regiões NUTS II, verifica-se que, com 110 “praias de ouro”, o Centro de Portugal é o território com mais zonas balneares selecionadas, à frente das 76 praias do Algarve (região que tem menos 11 do que no ano passado). Seguem-se as regiões Porto e Norte (65 praias, menos 8 do que em 2019), Açores (43 praias), Lisboa (41 praias), Alentejo (23 praias) e Madeira (23 praias).

Das 110 praias galardoadas no Centro de Portugal, 68 são costeiras, 40 são interiores e duas são de transição. Merecem destaque, pelo número, as 12 praias classificadas no concelho de Torres Vedras, assim como as 11 de Peniche e as 10 da Figueira da Foz. Registe-se também o grande aumento das praias de interior distinguidas, que passaram de 26 para 40.

Para as praias poderem receber a classificação de “Praia com Qualidade de Ouro”, a água balnear necessita de ter obtido classificações de “Excelente” nas análises da água durante as últimas cinco épocas balneares, de 2015 a 2019. Além disso, em 2019, não poderão ter registado ocorrências ou avisos de desaconselhamento da prática balnear.

As 110 praias do Centro de Portugal com “qualidade de ouro” são:

Praias costeiras – Cortegaça, Furadouro e Torrão do Lameiro/Marreta (Ovar); Torreira (Murtosa); São Jacinto (Aveiro); Costa Nova (Ílhavo); Areão, Labrego e Vagueira (Vagos); Poço da Cruz e Praia de Mira (Mira); Palheirão e Tocha (Cantanhede); Buarcos, Cabedelo Sul, Cabo Mondego, Costa de Lavos, Cova Gala, Figueira da Foz, Leirosa, Murtinheira, Quiaios e Tamargueira (Figueira da Foz); Osso da Baleia (Pombal); Pedrógão Sul e Pedrógão Centro (Leiria); Pedras Negras, Praia Velha e S. Pedro de Moel (Marinha Grande); Nazaré e Salgado (Nazaré); Água de Medeiros, Légua, Pedra do Ouro e Polvoeira (Alcobaça); Foz do Arelho-Lagoa e Praia do Mar (Caldas da Rainha); Bom Sucesso, Praia D’el Rei e Rei do Cortiço (Óbidos); Baleal-Campismo, Baleal-Norte, Baleal-Sul, Consolação, Consolação Norte, Cova da Alfarroba, Gamboa, Medão-Supertubos, Peniche de Cima, Porto da Areia Sul e S. Bernardino (Peniche); Areia Branca, Areia Sul, Peralta, Porto Dinheiro e Vale Mitão (Lourinhã); Amanhã, Azul, Centro, Física, Formosa, Mirante, Navio, Pisão, Porto Novo, Santa Helena, Santa Rita-Norte e Santa Rita-Sul (Torres Vedras).

Praias de interior – Folgosa (Castro Daire); Quinta do Barco (Sever do Vouga); Olhos de Fervença (Cantanhede); Palheiros e Zorro (Coimbra); Reconquinho e Vimieiro (Penacova); Bogueira (Lousã); Piodão e Secarias-Peneda da Cascalheira (Arganil); Peneda/Pego Escuro (Góis); Janeiro de Baixo, Pessegueiro, Praia da Pampilhosa da Serra e Santa Luzia (Pampilhosa da Serra); Alvôco das Várzeas (Oliveira do Hospital); Senhora da Ribeira (Santa Comba Dão); Valhelhas (Guarda); Vale do Rossim (Gouveia); Lapa dos Dinheiros e Loriga (Seia); Relva da Reboleira (Manteigas); Unhais da Serra (Covilhã); Albufeira da Meimôa (Penamacor); Açude do Pinto (Oleiros); Ribeira Grande e Troviscal (Sertã); Aldeia Ruiva, Froia e Malhadal (Proença-a-Nova); Agroal (Ourém); Castanheira ou Lago Azul (Ferreira do Zêzere); Bostelim, Fernandaires, Pego das Cancelas, Penedo Furado e Zaboeira (Vila de Rei); Alverangel e Vila Nova-Serra (Tomar); Carvoeiro (Mação) e Aldeia do Mato (Abrantes).

Praias de transição – Monte Branco (Murtosa) e Barra (Ílhavo).

Centro de Portugal, Alentejo e Extremadura com campanha conjunta para atrair turistas ibéricos

As autoridades de turismo da região europeia Euroace, composta pelas regiões portuguesas Centro de Portugal e Alentejo e pela Extremadura espanhola, vão realizar uma campanha promocional conjunta a partir de junho, com o objetivo de atrair turistas ibéricos a este território. Esta decisão foi tomada num encontro por videoconferência, que reuniu ontem os responsáveis do setor do turismo das três regiões.

A campanha promocional, dirigida ao mercado ibérico, vai ser preparada para ser lançada assim que reabrir a fronteira entre Portugal e Espanha, o que presumivelmente irá acontecer a 15 de junho.
A reunião teve como principal finalidade discutir uma estratégia comum de curto e médio prazo pós-Covid-19, com ações concretas, que acelere a retoma da atividade turística nos territórios da Euroace já neste verão, numa altura em que será previsível o retomar da mobilidade entre os dois países. Ficou clara a convergência de posições e o interesse mútuo num trabalho conjunto entre regiões que enfrentam desafios semelhantes no contexto da pandemia. Ficou também claro que os territórios transfronteiriços e de interior reúnem condições preferenciais de procura neste contexto, pelo que existe uma oportunidade para apostar no turismo de proximidade, com base em produtos turísticos diferenciadores.
Os responsáveis turísticos das três regiões concertaram também posições para falarem a uma só voz, no sentido de assegurar que o plano europeu de recuperação turística permita que cheguem ajudas diretas às empresas turísticas da Euroace, as quais geram mais de 91.000 empregos diretos no setor.
Os visitantes portugueses e espanhóis, a que chamo o nosso mercado interno alargado, são aqueles que mais rapidamente poderão fazer férias nestas três regiões, uma vez que dificilmente haverá muita afluência de visitantes de outros países neste verão, por falta de ligações aéreas, pelo fecho das fronteiras e, também, por algum receio em viajar para longe”, sublinha Pedro Machado. “Esta campanha, que ficou hoje acertada ao mais alto nível, visa atrair um mercado potencial de 55 milhões de habitantes dos dois países, que vão procurar destinos tranquilos, seguros e espaçosos para as suas primeiras férias pós-Covid-19. As regiões Centro de Portugal, Alentejo e Extremadura já eram destinos perfeitos e são-no ainda mais nestas circunstâncias”, acrescentou. “Este encontro é mais um passo importante numa estratégia de promoção transfronteiriça que já vem detrás e que tem sido elogiada internacionalmente”, disse ainda Pedro Machado.

A reunião contou com a participação dos presidentes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro e do Alentejo, respetivamente Isabel Damasceno e Roberto Pereira Grilo, e da Diretora Geral de Ação Exterior da Junta da Extremadura, Rosa Balas. Pelas estruturas regionais do turismo, estiveram presentes Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal e da Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal; Vítor Silva, presidente da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo; José Santos, secretário-geral do Turismo do Alentejo; e Francisco Martín, diretor-geral de Turismo da Junta da Extremadura, entre outros.

Durante a reunião, as três regiões fizeram ainda um balanço muito positivo das ações realizadas em conjunto nos últimos anos, que incidiram sobretudo em quatro eixos: património cultural, gastronomia e vinho, natureza e turismo religioso.

A Eurorregião Euroace, iniciativa criada em 2009, cobre uma área de 92.500 quilómetros quadrados e nela vivem 3,4 milhões de habitantes, cerca de 6% da população da Península Ibérica.

Fornos de Algodres recebeu Rita Marques Secretária Estado do Turismo

Comitiva passou pela região centro no intuito de visitar novos projetos

A Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, efetuou uma visita oficial de dois dias a territórios do Centro de Portugal, onde conheceu de forma aprofundada alguns projetos turísticos em curso ou em estudo na região.

A visita, nos dias 27 e 28 de fevereiro, foi acompanhada por uma delegação do Turismo Centro de Portugal, incluindo o seu presidente, Pedro Machado, por autarcas e empresários e por elementos do gabinete da Secretaria de Estado e do Turismo de Portugal.

No final, a governante sublinhou aos jornalistas que o balanço da visita foi “muitíssimo positivo”. “Foram apresentados projetos muito ambiciosos, que corporizam a nossa Estratégia Turismo 2027 em vários domínios, como o turismo espiritual, o turismo cultural ou o turismo de natureza. Estou muito grata à Entidade Regional de Turismo por ter proporcionado este momento, porque só sabendo o que existe no terreno é que podemos decidir bem”, disse.

A escolha dos destinos visitados nestes dois dias foi particularmente difícil, tendo recaído em projetos e municípios de zonas mais afastadas do litoral. A Secretária de Estado mostrou vontade em regressar periodicamente à região, para conhecer iniciativas de outras geografias do Centro de Portugal.

Doze etapas em dois dias

No primeiro dia da deslocação, a comitiva começou por fazer uma visita guiada ao Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento, acompanhada pelo presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, Jorge Faria, pelo presidente da Fundação Museu Nacional Ferroviário, Manuel Cabral, e pela diretora do Museu, Ana Fontes. A governante ficou também a conhecer o impacto que o festival “Vapor: A Steampunk Circus” tem na região.

A etapa seguinte da visita aconteceu em Vila Nova da Barquinha, tendo a governante sido recebida no salão nobre da autarquia pelo autarca Fernando Freire, que deu conta dos principais produtos turísticos do concelho. Aqui foi também apresentado o projeto Bark – Biopark Barquinha, um investimento privado que, como sublinharam os seus promotores, João Paulo Rodrigues e Pedro Costa, tem como temas centrais o turismo de natureza e a conservação de espécies animais em perigo de extinção. Este é um parque temático de 40 hectares, com animais de todo o mundo.

Depois, a comitiva deslocou-se à Quinta S. João Batista, em RiachosTorres Novas, para conhecer o projeto de enoturismo e ecoturismo pensado para este espaço, que se apresenta como reserva da biodiversidade. No local, foi recebida pelo presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, Pedro Ferreira. A visita ao espaço e a apresentação foram conduzidas por Nuno Santos, da Enoport Wines, proprietária do espaço.

O destino seguinte foi o Sardoal, onde a secretária de Estado tomou contacto com a Casa Grande ou Casa dos Almeidas, edifício histórico situado no centro da vila e que está projetado para ser um hotel. Miguel Borges, presidente da Câmara do Sardoal, foi quem apresentou o projeto. Ainda no Sardoal, houve tempo para apreciar a Igreja Matriz.

A etapa seguinte foi Castelo Branco, nomeadamente o Centro de Interpretação do Bordado de Castelo Branco, onde se pôde observar ao vivo o excecional trabalho das bordadeiras. José Augusto Rodrigues Alves, vice-presidente da Câmara de Castelo Branco, foi o anfitrião.

O primeiro dia terminou com um jantar no Convento do Seixo, no Fundão, uma unidade hoteleira de referência na região. Após um discurso de boas-vindas, pelo presidente da autarquia, Paulo Fernandes, assistiu-se a uma apresentação das Aldeias do Xisto, por Rui Simão, coordenador da ADXTUR – Agência para o Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto. A autarquia convidou empresários do setor do turismo para o jantar, destacando-se também a presença de António Robalo, presidente da Associação das Aldeias Históricas de Portugal (AHP).

O segundo dia da deslocação oficial começou com uma visita ao projeto New Hand Lab, na Covilhã, um laboratório criativo dedicado às artes que nasceu numa antiga fábrica de lanifícios, a antiga fábrica António Estrela. Francisco Afonso, proprietário do espaço, e José de Oliveira, vereador da Câmara Municipal da Covilhã, fizeram as honras da casa e, em conjunto com artistas residentes, com realce para o criador Miguel Gigante, mostraram o muito que se faz no laboratório criativo.

Sem perder tempo, a comitiva rumou a Belmonte, onde conheceu o Museu Judaico, repositório de uma História com muitos séculos que atesta a presença de uma importante comunidade judaica na região – presença que se mantém até aos dias de hoje. Em Belmonte decorreu igualmente uma reunião de trabalho, com o autarca Dias Rocha, em que se abordaram temas como a Rede de Judiarias. Também aqui, António Robalo, presidente da Associação das Aldeias Históricas de Portugal, igualmente presidente da Câmara do Sabugal, apresentou as iniciativas em curso para as AHP.

A manhã terminou na Guarda, onde Rita Marques ficou ao corrente de alguns projetos estruturantes a nível turístico previstos para a cidade mais alta do país, como a FIT – Feira Ibérica de Turismo, os Passadiços do Mondego, o Centro Náutico em altitude, o Centro Interpretativo da Cultura Judaica ou a candidatura a Capital Europeia da Cultura em 2027. A apresentação dos projetos esteve a cargo do presidente da autarquia, Carlos Monteiro, do vereador da Cultura e Turismo, Victor Amaral, e do diretor da FIT, Carlos Condesso.

À tarde, a comitiva deslocou-se a Fornos de Algodres, onde foi recebida pelo presidente da autarquia, António Fonseca. Neste município, ficou ao corrente do projeto Vale das Lobas, um aldeamento turístico que aposta na sustentabilidade e que foi apresentado pelo promotor, Tony Conway.

Casa do Passal, em Cabanas de Viriato, concelho de Carregal do Sal, foi o destino seguinte da visita. Esta casa tem um grande significado histórico, uma vez que era aqui que vivia o cônsul Aristides de Sousa Mendes, cujo papel no salvamento de judeus na II Guerra Mundial lhe granjeou o título de “Justo entre as Nações”. Rogério Mota Abrantes, presidente da autarquia de Carregal do Sal e da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, foi o principal anfitrião.

A deslocação oficial da Secretária de Estado do Turismo teve o seu desfecho no Museu do Azeite, importante equipamento turístico na aldeia da Bobadela, concelho de Oliveira do Hospital, onde a governante foi recebida por uma delegação da autarquia, liderada por José Carlos Alexandrino, presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital e da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, e pelo vice-presidente Francisco Rolo. A visita guiada ao museu, que conta a história da produção de azeite desde a época romana até à atualidade, foi conduzida por António Dias, empresário do setor e promotor do projeto.

Fotos: Turismo Centro Portugal

Centro de Portugal regista subida de visitantes em setembro

O mês de setembro voltou a ser positivo para a atividade turística no Centro de Portugal. Os resultados preliminares, publicados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), mostram uma subida generalizada da região nos primeiros nove meses do ano, face ao mesmo período de 2018.

Analisando os dados acumulados do INE no período entre janeiro e setembro de 2019, o Centro de Portugal apresenta uma subida de 4,4% no total de dormidas nos alojamentos turísticos, em comparação com janeiro-setembro de 2018. Esta subida supera o crescimento médio nacional, que foi de 3,9%. De realçar que, nestes nove meses, as dormidas de residentes nacionais aumentaram 5,9%, enquanto as dormidas de não residentes cresceram 2,7%.

Os bons resultados nas dormidas têm, naturalmente, reflexo positivo nas receitas. Se analisarmos os meses de janeiro a julho, há um crescimento de 6,5% nos proveitos totais da atividade turística no Centro de Portugal, que totalizaram até ao momento 278,5 milhões de euros.

 Mês de setembro com subidas em todos os indicadores

Analisando apenas o mês de setembro, em comparação com setembro de 2018, verifica-se que houve um aumento de 2,1% no total de dormidas nos alojamentos turísticos. Em valores absolutos, registaram-se 779 mil dormidas em setembro no Centro de Portugal, mais 16 mil do que no mesmo mês do ano anterior.

No período em análise, as dormidas de não residentes no Centro de Portugal subiram 2,2%, para 383,4 mil. Já as dormidas de cidadãos nacionais no Centro totalizaram 396 mil – uma subida de 2,1%.

Relativamente às receitas, entre setembro de 2018 e setembro de 2019, há a registar um forte crescimento de 4,9% nos proveitos totais, que se cifraram nos 39,8 milhões de euros.

No indicador do número de hóspedes no Centro de Portugal, estes totalizaram 447.489 em setembro. Uma variação de 1,9% relativamente a setembro do ano passado.

Este crescimento, notório em todos os indicadores, deixa antever que o ano de 2019 vai ser o melhor de sempre para a atividade turística no Centro de Portugal, nos principais indicadores analisados pelo INE.

Turismo Centro de Portugal vê filmes premiados na Grécia

Três filmes do Centro de Portugal premiados em festival de cinema de turismo na Grécia

Os filmes do Turismo Centro de Portugal, Batalha e Pampilhosa da Serra distinguidos no 10.º Festival de Cinema de Turismo de Amorgos, Grécia.

A vertente competitiva do certame recebeu filmes de mais de 30 países de todo o mundo. Entre todos, o júri internacional do festival premiou três representantes da região Centro de Portugal.

O filme promocional da região, “Turismo Centro de Portugal – Are You Ready?”, foi galardoado com o terceiro lugar na categoria “Destinos Turísticos – Região”. O embaixador de Portugal em Atenas, Rui Tereno, recebeu o prémio em nome do Turismo Centro de Portugal. Pode ver este filme em https://bit.ly/2WnVXmi.

O filme “Batalha – Cinco Sentidos”, do Município da Batalha, foi o vencedor na categoria “Turismo Cultural” (pode ver o filme em https://bit.ly/2NNARYe), enquanto “Pampilhosa da Serra – Centro Comercial da Natureza” (disponível em https://bit.ly/32fCPWE), do Município da Pampilhosa da Serra, ficou em segundo lugar na categoria “Natureza e Turismo Rural”.

Refira-se que este é já o décimo prémio conquistado pelo filme “Turismo Centro de Portugal – Are You Ready?”. O troféu no festival grego segue-se a distinções conseguidas na Polónia, França, Estados Unidos, Espanha, Sérvia, Letónia e Bulgária, além de dois prémios no Festival ART&TUR, em Portugal.

O filme “Insider’s Guide to Riga”, produzido na Letónia, foi o grande vencedor do festival grego.

Atividade turística no Centro de Portugal em crescimento

Agosto de 2019 foi o melhor mês de sempre para a atividade turística no Centro de Portugal, tanto em número de dormidas e hóspedes, como nos proveitos hoteleiros. Números dados hoje a conhecer pelo INE – Instituto Nacional de Estatística, relativos a agosto, mostram igualmente que a procura da região continua a crescer acima da média nacional.

No total de dormidas, o mês de agosto de 2019, em comparação com o mesmo mês de 2018, aumentou cerca de 3% no Centro de Portugal: verificaram-se 1.028.850 dormidas em agosto de 2018 e estas foram 1.060.101 no mesmo mês de 2019, num crescimento de 31.251 dormidas. Este aumento de 3% superou a média nacional, que subiu 2,6%.

A subida foi mais notória entre os visitantes nacionais, cujas dormidas cresceram 5,2%, para 608.904, entre agosto de 2018 e agosto de 2019. Uma demonstração de que o Centro de Portugal é um destino que reúne a preferência de cada vez mais residentes no nosso país. As dormidas com origem no estrangeiro estabilizaram: foram 451.197 em agosto de 2019, face a 450.102 no mesmo mês do ano passado.

No indicador do número de hóspedes, o Centro de Portugal cresceu 3,8%. Em agosto de 2018 tinham sido registados 519.899 hóspedes na região; em agosto de 2019 foram 539.611.

Outro indicador que merece grande destaque é o dos proveitos da atividade hoteleira. Estes subiram de 51,7 milhões para 54,4 milhões de euros (mais 5,2%) entre agosto de 2018 e agosto de 2019. São mais 2,7 milhões de euros que as unidades hoteleiras do Centro de Portugal ganharam no oitavo mês do ano.

Estes números, claramente positivos, consolidam a tendência dos últimos meses e anos: o destino Centro de Portugal é cada vez mais uma escolha preferencial ao longo de todo o ano.

                          Resultados acumulados de janeiro a agosto de 2019 são claramente positivos
Se consideramos o conjunto acumulado do ano, de janeiro a agosto de 2019, os números do Centro de Portugal são também muito positivos, deixando antever que este vai ser o melhor ano de sempre para o turismo na região.

Assim, entre janeiro e agosto, as dormidas aumentaram 4,7% em relação ao mesmo período do ano passado (enquanto a média nacional subiu 3,9%). Neste período, as dormidas dos visitantes nacionais na região subiram 6,5% e as dos estrangeiros cresceram 2,6%. O número de hóspedes progrediu 5,9% e os proveitos melhoraram 6,8%.

Turismo Centro de Portugal premiada como a melhor

 Na cerimónia de entrega dos Prémios Publituris Portugal Travel Awards, que decorreu em Cascais, a Turismo do Centro de Portugal foi premiada como a melhor região do país.

A TCP estava nomeada na categoria “Região de Turismo Nacional”, juntamente com as restantes regiões turísticas do país, tendo sido a grande vencedora da noite.

O galardão foi recebido por Pedro Machado e Jorge Loureiro, respetivamente presidente e vogal da comissão executiva da Turismo Centro de Portugal. Na ocasião, Pedro Machado fez questão de agradecer “à Publituris e ao júri” e de partilhar o prémio “com a equipa da Turismo do Centro e, em muito particular, com aquilo que representa hoje o Centro de Portugal”.

O prémio enche-nos de alegria e orgulho. Lembro que o Centro de Portugal sofreu em 2017 contingências que ainda não estão ultrapassadas. Este prémio é, seguramente, um estímulo para as empresas e empresários, para os operadores turísticos e para todos aqueles que estão na cadeia de valor que o turismo hoje representa”, sublinhou Pedro Machado.

Esta distinção representa, igualmente, o reforço do crescimento dos destinos turísticos que agora estão a emergir e que contribuem para o todo nacional. É seguramente com todos que fazemos um Portugal mais desenvolvido e mais justo”, acrescentou.

Os Publituris Portugal Travel Awards 2019, conhecidos como os “Óscares do Turismo” em Portugal e que vão já na 16.ª edição, destinam-se a premiar as melhores empresas, instituições, serviços e profissionais que se destacaram no setor do turismo no decorrer do último semestre de 2018 e o primeiro de 2019. Os vencedores resultam de uma média ponderada entre os votos dos assinantes da newsletter do jornal Publituris e dos votos de um júri.

Esta é a segunda vez que a Turismo Centro de Portugal vence este prémio, depois de já o ter conquistado em 2015.