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Nova Geração da Centros Europe Direct chegou a em Portugal

Decorreu no Casino Fundanense, a apresentação pública da Nova Geração da Rede EUROPE DIRECT. Esta iniciativa, coordenada pelo Gestor do Centro, Luís Oliveira, contou com a presença do Vice Presidente do Município do Fundão, do Presidente da Direção da EPF e ainda de representantes de outras redes europeias com intervenção no território. A sessão contou ainda com os testemunhos, por vídeo, da Comissária Europeia da Coesão e Reformas Dra Elisa Ferreira  e da Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal, Dra Sofia Colares Alves.
A nova geração da rede Europe Direct – uma das principais ferramentas da Comissão Europeia de contacto com o público a nível local e regional entrou em funções em toda a UE no passado dia 1 maio. Em Portugal, a nova rede conta com 15 centros que cobrem todo o território nacional, com uma distribuição geográfica abrangente, de Norte a Sul, do litoral ao interior, e incluindo as Regiões Autónomas. Estes centros fazem parte de uma rede constituída por cerca de 420 centros em toda a União Europeia.
Sofia Colares Alves, representante da Comissão Europeia em Portugal, afirma: «Os Europe Direct são a porta certa à qual bater para navegar no que pode ser um labirinto de informação sobre as oportunidades, direitos e propostas da União Europeia. E fazem um trabalho extraordinariamente importante junto das escolas, da imprensa regional e das entidades locais para que realmente possamos, juntos, saber mais e participar mais neste projeto que tem de ser de todos: a União Europeia. Só tenho a agradecer e felicitar os centros da geração anterior e a saudar a entrada em funcionamento de uma nova geração de centros, com um papel reforçado. Convido-vos a todos a procurar o Europe Direct mais próximo com qualquer questão e sugestão que tenham sobre a União Europeia.»
Com um mandato até ao final de 2025, os centros da rede Europe Direct têm como missão fundamental promover um diálogo proativo e contínuo com os cidadãos e tornar a União Europeia mais acessível às pessoas aos níveis local e regional. Com base na experiência das gerações anteriores, o papel e mandato dos centros Europe Direct foram atualizados e serão essenciais para organizar eventos participatórios, por exemplo no âmbito da Conferência sobre o Futuro da Europa, e para contribuir para o desenvolvimento de um Espaço Público Europeu. Os centros Europe Direct organizam atividades para envolver os cidadãos no debate sobre o estado atual e o futuro do projeto europeu, estabelecem relações de proximidade com diferentes entidades, empresas, sociedade civil e meios de comunicação social locais, e ajudam as instituições europeias a entender melhor as sensibilidades, preocupações e opinião pública nas suas áreas geográficas. Uma das áreas de trabalho centrais é no campo da promoção de educação para uma cidadania ativa, com colaborações desenvolvidas com escolas, a divulgação de material didático como o disponibilizado no Espaço de Aprendizagem e a cooperação com a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu em Portugal em iniciativas como «A Europa na Escola – Formação para Professores», «Eu sou europeu», ou «Euroescola-Portugal Europeu» e sessões de debate sobre temas como a desinformação. Os centros têm um serviço de atendimento presencial, online e telefónico para informar os cidadãos sobre a União Europeia e as suas competências, políticas e oportunidades.
Este centro encontra-se sediado nas instalações da Escola Profissional do Fundão.

VII Fórum “Vê Portugal” lançou pistas sobre o turismo interno depois da pandemia

A 7.ª edição do Fórum de Turismo Interno “Vê Portugal”, que este ano decorreu em formato híbrido, foi um grande sucesso, com várias centenas de participantes. A edição de 2021 teve como base o Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, onde os participantes nacionais realizaram as suas intervenções. Os intervenientes de fora do país participaram via streaming, assim como os espectadores que se inscreveram.

A Sessão de Abertura contou com a presença da Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, além dos anfitriões Fernando Tinta Ferreira, Presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, e Pedro Machado, Presidente da Turismo Centro de Portugal.

Fernando Tinta Ferreira destacou, na ocasião, que “ser hospitaleiro está na génese das Caldas da Rainha desde que foi fundado o Hospital Termal”, o mais antigo do mundo. As Caldas são uma “terra de águas e de artes, que tem seguido o seu caminho, tem crescido de forma sustentável, é a sede da Comunidade Intermunicipal do Oeste” e, por isso, “está no centro da mais pitoresca região do país”. Além de oferecer aos visitantes “belezas próprias, como a Lagoa de Óbidos ou o Parque D. Carlos I”, tem uma “atratividade crescente, que antes da pandemia crescia nas dormidas em comparação com os vizinhos”, acrescentou o autarca.

Pedro Machado apresentou os quatro painéis que irão preencher este Fórum “Vê Portugal” e apontou os vários assuntos que vão marcar o dia, como a importância do “mercado interno alargado”, a necessidade de “reconquistar mercados internacionais” nesta fase de recuperação e os fatores decisivos que são a “perceção de segurança por parte dos visitantes” e a “estruturação de novos produtos turísticos”. “Portugal está cá, apto para receber os visitantes, em segurança, 365 dias por ano”, concluiu.

A secretária de Estado Rita Marques pautou a sua intervenção por uma perspetiva de otimismo para com o futuro próximo. “Nos últimos anos, o crescimento da notoriedade da marca Portugal tem crescido”, disse, lembrando que todos os ativos que contribuíram para esse crescimento “não saíram beliscados da pandemia. continuam cá para os visitantes”.

“Estamos a virar a página, depois de dias difíceis. Com a entrada de Portugal na ‘lista verde’ do Reino Unido, estamos em vantagem relativamente a destinos concorrentes”, lembrou.

“O Turismo não necessita de reformas estruturais, precisa sim de um plano específico que permita acelerar o setor. Na semana passada chegou o momento de anunciar o plano” continuou a governante, elencando as principais medidas do plano de reativação do Turismo, nomeadamente “apoiar as empresas”, “instigar confiança aos visitantes”, “assegurar o posicionamento competitivo de Portugal a nível internacional” e “olhar para o futuro.

Lei das Entidades Regionais animou o debate

O primeiro painel do Fórum teve como âmbito a discussão de um tema central deste congresso. Os cinco Presidentes das Entidades Regionais de Turismo – Porto e Norte, Centro de Portugal, Lisboa, Alentejo e Ribatejo e Algarve – juntaram-se para avaliar a Lei 33/2013, que definiu o regime jurídico da organização e funcionamento destas Entidades. A moderação coube a Paulo Baldaia, comentador da SIC Notícias e jornalista.

O debate foi, como se esperava, animado.

João Fernandes, Presidente da ER Turismo do Algarve, começou por lembrar que a Lei 33/2013, quando foi desenhada, tinha um propósito que “não corresponde ao que se passa na realidade”, uma vez que uma “série de constrangimentos”, orçamentais e de tutela, “inviabilizam que a Lei se concretize na sua plenitude”. “Ainda assim”, afirmou, “podemos concluir que este modelo descentralizador produz resultados”.

Vítor Silva, Presidente da ER Turismo do Alentejo e Ribatejo, destacou o facto de que “sempre vivemos entre o poder central, que quer ser tentacular, e o poder regional, que conhece melhor o território”. “Esta tensão sempre existiu e sempre vai existir”, reiterou, lembrando que “o único setor que está verdadeiramente descentralizado é o Turismo, porque foi criado de baixo para cima”. “As regiões de turismo fazem um trabalho extraordinário e conseguem impor as suas necessidades ao poder central”.

Vítor Costa, Presidente da ER Turismo da Região de Lisboa, foi particularmente crítico para com os constrangimentos atuais com que se debatem as entidades regionais, nomeadamente a circunstância de não poderem usar todo o saldo orçamental disponível e as cativações. “Todos nós temos saldo no banco que não podemos utilizar. O aspeto da autonomia financeira tem de ser revisto”, apelou, antes de considerar que “é essencial que continue a haver regionalização no turismo, num país marcado pela sua diversidade”.

Luís Pedro Martins, Presidente da ER Turismo Porto e Norte de Portugal, resumiu a questão: “O problema está identificado. Havendo vontade, não será difícil alterar a Lei ou fazer uma Lei nova, desde que o país entenda que a autonomia ao nível do Turismo deve continuar, como nós entendemos”. “Durante mutos anos, o país era conhecido como destino de sol e praia. Não era possível dar o salto porque não eram apresentados ao mundo outros produtos. As regiões de turismo vieram apresentar uma paleta de outros produtos e trazer ao país novos mercados emissores de turistas”, destacou.

Pedro Machado, Presidente da ER Turismo do Centro de Portugal, frisou, por sua vez, que “o edifício do Turismo está bem construído, mas não está a funcionar devidamente”. “Na sua matriz, as entidades de turismo são o único organismo descentralizado e alcançou resultados. Portugal é a soma das partes. Mas a nossa autonomia de execução está hoje limitada por uma tripla tutela. Hoje, pensar-se num processo de fusão nos organismos do Estado é centralizar, ao invés de descentralizar”, acrescentou.

Pedro Machado foi ainda muito crítico da possibilidade de as competências regionais a nível do turismo passarem para a alçada das CCDR: “As CCDR têm revelado dificuldades em executar os programas. Falta planeamento às CCDR; têm coordenação, mas não têm planeamento. São instituições pesadíssimas, verdadeiros elefantes e, se ainda ficarem com competências no Turismo, tornam-se mastodontes. Isso seria colocar um garrote na atividade turística.

A terminar a sessão, abordou-se o plano de revitalização do Turismo, apresentado na semana passada. As opiniões foram positivas. “É uma bazuca para o Turismo, que vem fazer justiça ao muito que o Turismo fez pelo país”, considerou Pedro Machado, enquanto Vítor Costa alertou que o “desafio será passar este plano de um powerpoint para a realidade”, no que foi corroborado por todos.

Um pouco de Caldas da Rainha

O segundo painel consistiu na apresentação da Estratégia de Promoção Turística e do “Roteiro 360º das Caldas da Rainha.

Hugo Oliveira, vereador do município que acolhe este evento, deu a conhecer a todos os congressistas os principais ativos turísticos do concelho, através de uma visita virtual. A intenção, muito bem conseguida, foi convidar e motivar a uma futura visita às Caldas da Rainha, “ao vivo e a cores”. Seguramente que todos os presentes ficaram com vontade de visitar este território!

Participantes internacionais falaram das novas tendências

O terceiro painel foi o mais internacional. O tema — Tendências na Promoção e Estruturação Turística I Pós-COVID-19 – assim o justificava.

O painel, moderado por Rodrigo Pratas, jornalista da SIC, contou com a participação de Alessandra Priante, Diretora do Departamento Regional para a Europa da OMT – Organização Mundial de Turismo, John T. Bowen, Professor e Autor da Universidade de Houston, Marta Poggi, conferencista e mentora especializada em Tendências, Inovação e Transformação Digital no Turismo e Hotelaria, e António Jorge Costa, Presidente do IPDT – Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo.

O painel visou debater os desafios colocados à promoção e estruturação turística no atual contexto de pandemia, bem como conhecer as novas tendências do comportamento do consumidor.

Os participantes foram unânimes em considerar que a pandemia veio alterar os hábitos de quem viaja. Alessandra Priante começou por sublinhar que “os desafios são oportunidades” e elencou aqueles que são, de acordo com a OMT, os caminhos a seguir pela atividade turística, com a “inovação” e a “sustentabilidade” à cabeça.

O professor John T. Bowen, por sua vez, apresentou uma nota otimista, tendo como base a realidade a que assiste nos Estados Unidos. “Assim que a situação pandémica estabilizar na Europa, os americanos vão voltar a voar para a Europa”, disse. Com a diferença de que “vão gastar mais e ficar mais tempo, com interesses mais variados”.

No mesmo tom continuou Marta Poggi, para quem “as pessoas continuam a sonhar com viagens, com o dia em que vão colocar o pé na estrada novamente”. Os viajantes, considerou, “procuram hoje novos produtos e novas experiências turísticas, por isso precisamos de novas formas de fazer a promoção dos destinos turísticos”. “A mudança é constante”, disse, apresentando algumas das novas tendências e as estratégias que estão a ser seguidas por outros destinos.

António Jorge Costa, a terminar, descreveu igualmente algumas das estratégias que o IPDT recomenda seguir. Estas passam por conceitos como a valorização do capital humano, a sustentabilidade, a inovação tecnológica, a segurança, a inclusividade e o aumento da procura por destinos de natureza.

A pandemia e a crise nas vendas

O quarto painel juntou os representantes das principais associações nacionais do setor turístico, para debater a “Comercialização e Venda” – mais concretamente os principais obstáculos e ameaças à comercialização e vendas no atual contexto pandémico

Moderado por Ricardo Santos Ferreira, editor do Jornal Económico, o painel foi composto por Pedro Costa Ferreira, Presidente da APAVT – Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, Carlos Moura, Vice-Presidente da AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, António Marques Vidal, Presidente da APECATE – Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, Joaquim Robalo Almeida, Secretário-Geral da ARAC – Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis sem Condutor, e Frederico Costa, Vice-Presidente do Conselho Diretivo da AHP – Associação da Hotelaria de Portugal.

Frederico Costa manifestou a sua preocupação com os efeitos desta crise que, no seu entender, ainda se vão fazer sentir. “Receio que ainda não tenhamos visto todos os efeitos desta crise na perda de postos de trabalho e no encerramento de empresas. Vemos alguns sinais positivos, como o corredor aberto aos britânicos, a procura dos turistas nacionais e a capacidade instalada, e vamos todos tentar fazer algum dinheiro neste verão, mas recuperação aos níveis de 2019 só em 2024. Se não houver mais apoios às empresas, muita gente ficará pelo caminho”, disse, acrescentando que “sem retoma do turismo não há recuperação da economia”.

Joaquim Robalo concordou com as palavras do colega de painel. “2020 foi um ano dramático como não há memória para o rent a car. Apesar de tudo, conseguimos manter os postos de trabalho, mas as empresas estão em situação muito difícil. É necessária uma recuperação rápida do turismo para sobrevivermos”, sublinhou.

Já António Marques Vidal apontou um problema suplementar: a falta de recursos humanos. “Com a retoma da atividade, há falta de quadros técnicos especializados. Por outro lado, o setor dos eventos está parado e receio que 40% das empresas não vão voltar a abrir”, alertou. Quanto a aspetos positivos, também existem, disse: “O consumidor ficou mais exigente e quer mais qualidade e mais sustentabilidade, estando até disposto a pagar mais”.

Carlos Moura apresentou números e estatísticas que ilustram a preocupação geral dos integrantes deste painel, como a perda de empregos, de dormidas e de hóspedes que se verificou desde o início da pandemia. Além de que, criticou, “Portugal foi dos países que menos apoiaram as empresas. Antes da pandemia já havia empresas que estavam menos bem, agora estão quase todas mal e é preciso tratá-las. Que não se crie a ideia de que se as empresas estão doentes é melhor deixá-las cair”.

Pedro Costa Ferreira apontou alguns sinais encorajadores, dizendo que o setor das agências de viagens “está a conseguir resistir”, e que “só 2 por cento das agências despediu, sinal de que o lay off funcionou”. “Estamos em modo de sobrevivência até à data, mas temo que o pior ainda está para vir: com a retoma vêm os custos acrescidos e a receita não vai acompanhar”, concluiu.

Sinais de preocupação na Sessão de Encerramento

A 7.ª edição do Fórum terminou com a Sessão de Enceramento. Depois de Pedro Machado ter resumido os temas principais do dia e de Fernando Tinta Ferreira agradecer aos presentes, o dia terminou com uma intervenção de Francisco Calheiros.

O Presidente da Confederação do Turismo de Portugal elogiou o facto de este evento ter como essência o turismo interno. “Muitas vezes esquecemo-nos nos da importância do Turismo Interno. Mas quando dizemos que o Reino Unido ou o Brasil são os nossos principais clientes, não é verdade: são os portugueses”, lembrou.

“Com a pandemia, recuámos muitos anos na atividade turística. As empresas aguentaram estoicamente, mas as reservas que tinham guardadas ficaram praticamente esgotadas. Pusemos as esperanças na bazuca europeia, mas no PRR a palavra Turismo aparece apenas cinco vezes, enquanto a expressão administração pública aparece 54 vezes. O plano para o Turismo que o Governo apresentou na semana passada é uma nova esperança, mas estamos ansiosos para o ver posto em prática. Vemos, finalmente, a luz ao fundo do túnel”, concluiu Francisco Calheiros.

 

Doentes devem ir às consultas e tratamentos urgentes alerta a secção Centro da Ordem dos Médicos

A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos faz um apelo para que ninguém deixe de recorrer aos cuidados de saúde, recomendando aos doentes com doenças crónicas ou casos súbitos e complexos para que continuem a ir às consultas e aos tratamentos médicos.

O apelo surge na sequência dos receios que a população enfrenta face à Covid-19 mas o presidente da Secção Regional do Centro ressalta que nas unidades de saúde, quer nos cuidados de saúde primários quer nas unidades hospitalares, existem circuitos bem organizados para atender os doentes sem sintomatologia Covid-19. “A vida de um doente com a Covid-19 tem o mesmo valor que a vida de um doente sem a Covid-19. Em caso de doença, não podemos recear. Temos de procurar respostas quando estivermos doentes”, diz Carlos Cortes.

O especialista faz este alerta para quem está debilitado e com algum tipo de restrição para que recorra à linha SNS 24 (808 24 24 24), de modo a que se encontrem as melhores respostas clínicas. Sublinha ainda que ninguém deve evitar de recorrer às urgências em caso de situação grave.

Outros apelos: Um deles é dirigido também às grávidas, para quem a vigilância de rotina (que inclui a ida às consultas, a realização de ecografias, a realização de análises e outros exames) é fundamental.

Há muitas situações em que não se deve evitar de ir ou adiar tratamentos”, refere Carlos Cortes, “designadamente as doenças do foro cardiovascular e oncológico”, alertando para o perigo de poderem vir a existir muitas mortes devido ao adiamento e cancelamento de consultas e outros atos médicos.

“Temos de evitar que o pós Covid-19 seja dramático. Há vidas para salvar por causa desta infeção pandémica, mas há outras a salvar com inúmeras patologias, como os doentes oncológicos ou os transplantados”, alerta Carlos Cortes.

 

 

 

Turistas na região Centro de Portugal aumentaram mais de 5% de janeiro a outubro 2019

O número de turistas na região Centro de Portugal aumentou mais de 5% no período de janeiro a outubro de 2019, em comparação com igual período do ano passado. Os resultados publicados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) deixam antever que este vai ser o melhor ano de sempre para a atividade turística na região, tanto a nível de hóspedes como de dormidas e de receitas.

O INE mostra que, entre janeiro e outubro, foram contabilizados 3,58 milhões de hóspedes na região, mais 5,17% do que no mesmo período de 2018. No indicador das dormidas, o Centro de Portugal cresceu 4,15% nos primeiros dez meses do ano – acima dos 3,74% de subida da média nacional. Os números são positivos tanto nas dormidas de visitantes nacionais como internacionais: respetivamente, mais 5,23% e mais 2,88%.

Em valores absolutos, contabilizaram-se 6,23 milhões de dormidas entre janeiro e outubro, mais 250 mil do que nos mesmos meses do ano anterior. Uma diferença significativa e que ilustra a contínua progressão da região a nível da procura. De facto, se olharmos ainda mais para trás, verificamos que entre janeiro e outubro de 2014, por exemplo, as dormidas não chegavam aos 4 milhões.

A evolução nas dormidas e nos hóspedes tem reflexos muito animadores nas receitas. Entre janeiro-outubro de 2018 e janeiro-outubro de 2019, há a registar um crescimento de 6,17% nos proveitos totais da atividade turística no Centro de Portugal, que ultrapassaram os 310 milhões de euros. Dados claramente encorajadores para os empresários que investem no turismo da região.

Considerando apenas os dados de outubro, o Centro de Portugal apresenta um acréscimo de 2,3% nas dormidas, de 5% nos hóspedes e de 3,7% nos proveitos, em comparação com o mesmo mês de 2018.

Foto:TCP

Turismo na região Centro em crescimento

O turismo na região centro do País continua a crescer e segundo os dados do INE, o mês de julho foi favorável.

Julho foi um mês muito positivo para a atividade turística no Centro de Portugal. Os números do INE – Instituto Nacional de Estatística, dados hoje a conhecer, indicam um crescimento muito significativo, comparativamente ao mês de julho de 2018.
O crescimento é muito evidente nas receitas. De acordo com o INE, os proveitos totais nos estabelecimentos de alojamento turístico subiram de 37,7 milhões para 39,5 milhões de euros (mais 4,7%), entre julho de 2018 e julho de 2019. Uma subida que ganha ainda mais expressão se analisados os proveitos totais entre janeiro e julho: nos primeiros sete meses do ano, os estabelecimentos de alojamento turístico registaram proveitos 7,71% superiores aos do mesmo período do ano passado, de 171,8 para 185,1 milhões de euros.

A nível das dormidas, o destaque em julho de 2019 vai para as dormidas de visitantes nacionais, que cresceram 4,4%, em relação a julho de 2018: de 389,7 mil para 406,8 mil. De janeiro a julho, este indicador aumentou 7,71%, de 1,96 milhões para 2,09 milhões de dormidas de visitantes nacionais, o que mostra que os residentes no resto do país continuam a escolher o Centro de Portugal como destino. As dormidas totais subiram em julho 0,7% e no acumulado entre janeiro e julho, subiram 5,12% — acima da média nacional, que cresceu 4,22%.

No indicador do número de hóspedes, o Centro de Portugal cresceu 2,7% entre julho de 2018 e julho de 2019 – e 6,3% no acumulado do ano. Em julho de 2018 tinham sido contabilizados 392,7 mil hóspedes na região; em julho de 2019 foram 403,5 mil.

Abril com muitos visitantes no Centro de Portugal

O mês de abril foi muito positivo para o turismo no Centro de Portugal. Os números divulgados hoje pelo INE – Instituto Nacional de Estatística mostram que a procura da região cresceu acima da média nacional no quarto mês do ano.

Abril foi, recorde-se, o mês em que este ano se celebrou a Páscoa, época em que tradicionalmente esta região recebe muitos visitantes.

No total de dormidas, o mês de abril de 2019, em comparação com o mesmo mês em 2018, registou um aumento percentual de 10,4% no Centro de Portugal: tinham sido 523.301 em abril de 2018 e foram 577.723 no mesmo mês de 2019. Ou seja, verificaram-se mais 54.422 dormidas. Este aumento de 10,4% é superior à média nacional, que se cifrou nos 9,5%.

É de sublinhar que a subida foi mais significativa entre os visitantes nacionais, cujas dormidas cresceram 13,3%, para 319.576 – um sinal de que esta região continua a ser uma das preferidas dos portugueses. As dormidas com origem no estrangeiro tiveram também um aumento expressivo de 7,0%, para 258.147.

No indicador do número de hóspedes, o Centro de Portugal cresceu também na ordem dos dois dígitos: 10,0%. Em abril de 2018 tinham sido contabilizados 312.374 hóspedes na região; em abril de 2019 foram 343.719.

Merecedor de destaque é também o indicador dos proveitos da atividade hoteleira, que subiram de 24,9 milhões para 27,2 milhões de euros (mais 9,4%) entre abril de 2018 e abril de 2019. São mais 2,3 milhões de euros que as unidades hoteleiras do Centro de Portugal ganharam no quatro mês do ano.

Estes números, muito positivos, confirmam a tendência dos últimos anos: a região Centro de Portugal está a crescer de forma sustentada ao longo de todo o ano e é a escolha de cada vez mais visitantes, de dentro e fora do país.

Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, não fica surpreendido com os indicadores hoje conhecidos. “A atividade turística no Centro de Portugal caminha para um ano de 2019 muito positivo, à semelhança dos anos anteriores. É o resultado do prestígio crescente conquistado por esta região dentro e fora de portas. A marca Centro de Portugal está cada vez mais consolidada nos mercados, fruto do trabalho em conjunto entre organismos públicos e os empresários do setor, que são incansáveis no esforço desenvolvido para atrair visitantes à região”, sublinha.

Conjunto dos quatro meses de 2018 é muito animador
Se consideramos o conjunto acumulado dos primeiros quatro meses de 2019, de janeiro a abril, os números do Centro de Portugal são também promissores. As dormidas aumentaram 3,3% em relação ao mesmo período do ano passado, com as dormidas dos estrangeiros a subirem 4,2%. O número de hóspedes progrediu 3,8% e os proveitos melhoraram 5,0%.

Centro de Portugal com milhares de turistas no fim de semana da Páscoa

O fim de semana da Páscoa vai ser globalmente positivo para a atividade turística no Centro de Portugal, que vai registar taxas de ocupação elevadas. Essa é a indicação que resulta de um inquérito feito às unidades hoteleiras e de turismo em espaço rural, conduzido pelo Turismo Centro de Portugal nos últimos dias.

Os dados, recolhidos até ao dia 17 de abril, mostram que a procura para estes dias é grande em todo o território do Centro de Portugal, com a taxa de ocupação a atingir, na globalidade da região, os 76% na sexta-feira e os 71% no sábado. Na amostra, correspondente a cerca de um terço dos estabelecimentos hoteleiros e de turismo no espaço rural da região, há 80 empreendimentos que neste momento já têm a lotação esgotada em pelo menos um dos dias deste período.

A procura provocará um impacto particularmente expressivo na sub-região Beiras e Serra da Estrela, que apresenta uma taxa de ocupação de 82%, na sexta-feira, e de 77%, no sábado, e na sub-região Oeste, com respetivamente 82% e 77%,.

Mas esta será também uma Páscoa muito estimulante para os empresários de turismo das sub-regiões de Coimbra (80% na sexta-feira e 73% no sábado), Aveiro (77% e 73%), Castelo Branco (71% e 74%), Médio Tejo (72% e 67%) e Viseu (70% e 66%).

Estes números demonstram a grande diversidade de oferta que caracteriza a região. As Regiões de Coimbra, Viseu, Aveiro, Castelo Branco e Leiria, as Beiras e Serra da Estrela, o Médio Tejo ou o Oeste oferecem experiências muito diferentes a quem as visita, desde a neve à natureza e ao mar, a cultura e a religião, as aldeias e o Património da Humanidade, a gastronomia e os vinhos. O facto de todas apresentarem taxas de ocupação elevadas por esta altura é um sinal da vitalidade da região como um todo.

Autarquias do centro reuniram com Ministra Maria Manuel Leitão Marques

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (ccd) reuniu o Conselho Regional na passada sexta-feira (dia 08 de julho), na Batalha. A reunião, presidida por João Azevedo, Presidente do Conselho Regional da CCDRC e Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, contou com a presença da Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques.

 No Conselho Regional foram abordados o ponto de situação do Programa Operacional Regional Centro 2020, as medidas de aceleração do investimento autárquico e o Programa Simplex + 2016.

Por:Mun.Mangualde

AGENTES ECONÓMICOS LOCAIS INTEGRAM PROJETO “REDE DE TERRITÓRIOS DO ALTO MONDEGO”

nelas 16Decorreu esta segunda-feira, a assinatura do Protocolo entre o Município de Nelas e Agentes Económicos Locais dos setores do vinho, azeite e hotelaria, com o objetivo de estabelecer parcerias que promovam o Território, aumentando a capacidade de criar valores e projetos inovadores focados na fileira do vinho. Este Protocolo surge no âmbito da constituição da Rede de Territórios do Alto Mondego, assinado entre os municípios de Nelas, Gouveia, Fornos de Algodres e Mangualde no passado dia 8 de março.

A constituição da Rede de Territórios do Alto Mondego visa promover uma nova estratégia de desenvolvimento económico e social, alavancando o crescimento económico e a criação de emprego, no contexto dos territórios de baixa densidade, tendo por base dinâmicas de criatividade, inovação, empreendedorismo e internacionalização.

Este projeto, que tem âmbito regional, está orientado para o mercado global e visa a estruturação de uma plataforma de serviços partilhados, a conceção de novos produtos e serviços, a promoção da internacionalização, a disponibilização de recursos e competências de Investigação e Desenvolvimento, bem como a criação, gestão e dinamização de quatro polos de Design especializados nas fileiras tradicionais que asseguram a diferenciação de cada território.

No caso do Município de Nelas, pretende-se desenvolver a fileira do vinho através da revitalização e capacitação de negócios e iniciativas empresariais focadas no produto vinho, enoturismo e os demais mercados paralelos no território.

O Protocolo de Constituição desta Rede é suportado por Entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional, (CTN), nomeadamente os Politécnicos de Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Viseu, as Universidades da Beira Interior e Trás os Montes e Alto Douro, parceiros institucionais como o IAPMEI – Agência para a Competitividade Inovação I.P., AICEP Portugal Global – Agencia para o Investimento e Comercio Externo de Portugal, E.P.E., Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, Direcção Regional de Cultura do Centro, Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal e Pequenas e Médias Empresas dos Territórios de abrangência da Rede.

Por:Mun.Nelas

Região Centro aposta na eficiência energética e na descarbonização

Região Centro aposta na eficiência energética e na descarbonização
Fotografia © Filipe Pinto / Global Imagens

  A
presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do
Centro (CCDRC), Ana Abrunhosa, defendeu esta quarta-feira a necessidade
de promover a eficiência energética e a descarbonização na região nos
próximos anos.

“A eficiência
energética, a descarbonização e a utilização de fontes renováveis de
energia são prioridades regionais, alinhadas com prioridades nacionais e
europeias”
, afirmou Ana Abrunhosa no lançamento da Rede de
Inovação e Tecnologia em Energia (RITE), cerimónia que teve lugar no
auditório da CCDRC, em Coimbra.

  A Região Centro “é muito bem
dotada em recursos energéticos, nomeadamente relacionados com as
energias renováveis”, nas áreas hídrica, eólica e solar, bem como ao
nível dos oceanos, geotermia, biomassa, biogás e biocombustíveis,
salientou.
Na sua opinião, a administração pública deve liderar o
processo com vista a aumentar a eficiência energética e “dar o exemplo
através do reforço da otimização dos consumos” de energia.
“A
eficiência energética deve ser encarada, no futuro, com maior vigor em
todos os contextos: doméstico, industrial, transportes, edifícios e
espaços públicos”
, acrescentou.
   Em declarações à agência
Lusa, a economista e docente universitária realçou a importância dos
fundos europeus da programação financeira Portugal 2020 para impulsionar
soluções e projetos “que transformem os comportamentos” de cidadãos,
empresas, outras entidades privadas e públicas no sentido de conseguir
uma melhor eficiência no uso da energia.

  Aliás, segundo Ana Abrunhosa, cabe às comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional a realização de iniciativas que visem “a sensibilização ambiental” da população, incluindo através das escolas.
“O
estímulo à criação de redes colaborativas e inovadoras entre agentes
relevantes da região Centro corresponde a uma prioridade da CCDRC”,
sublinhou.
   Na sessão de apresentação da RITE, usaram também da
palavra Borges Gouveia e Teresa Bertrand, presidente da Associação das
Agências de Energia e Ambiente (RNAE) e do EnergyIn – Polo de
Competitividade e Tecnologia da Energia, respetivamente, seguindo-se
várias comunicações ao longo da tarde.
  Organizadoras do encontro, a
RNAE e o EnergyIn promovem a RITE, enquanto rede colaborativa na área
da energia em Portugal, para “potenciar sinergias entre empresas e
entidades de investigação e desenvolver o setor, estimulando a
competitividade empresarial, das regiões e do país”.
  A rede prevê
criar projetos inovadores e de base tecnológica, promover a
descarbonização dos territórios e o crescimento económico nos planos
local, regional e nacional.
Fonte:DN