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Guarda- conferência dedicada aos escritores portugueses Agustina Bessa-Luís e Mário Cláudio

A cidade da Guarda recebe uma conferência dedicada aos escritores portugueses Agustina Bessa-Luís e Mário Cláudio encerra, no próximo dia 17 de novembro, pelas 18h00, a edição de 2021 do Ciclo de Conferências Internacionais “A Europa dos Escritores”, da Biblioteca Municipal da Guarda. Esta conferência, intitulada “Das Europas: de Agustina Bessa-Luís e Mário Cláudio” será proferida pela professora Catedrática Isabel Pires de Lima, antiga ministra da Cultura, “uma das investigadoras mais reconhecidas sobre o romance, do século XIX até à atualidade”, segundo o coordenador cientifico deste projeto Jorge Maximino.

Durante a sessão, a oradora convidada abordará as obras destes dois importantes autores contemporâneos (que integram programas de ensino), destacando a sua dimensão europeia. ‘Refletindo nos modos como se processam as diversas representações da Europa nas obras de Agustina Bessa-Luís e Mário Cláudio, as quais tanto passam por interpelações diretas face à Europa real, quanto por incorporações ficcionais da diversidade e da(s) identidade(s) europeia(s) – figuras, mitos, obras fundacionais ou representativas”, como refere a preletora.

Salientamos que o Ciclo de Conferências Internacionais “A Europa dos Escritores”, sobre temas da cultura, das problemáticas da Europa e especialmente da literatura, que a BMEL tem vindo a organizar ao longo dos últimos três anos integrou as conferências: ‘A Literatura como Matriz do Património Artístico da Europa’, pelo poeta, ficcionista, crítico literário, ensaísta e tradutor Ernesto Rodrigues; “A Europa de Adolfo Casais Monteiro”, por Fernando de Castro Branco, especialista em Estética Literária; “Cine, música y mito en las poetas de la otra sentimentalidad”, pela professora catedrática, Investigadora e ensaísta María Payeras Grau (Espanha); “Arte e literatura na Modernidade (com Portugal ao fundo)”, por Perfecto Cuadrado (Espanha); “A Europa de Montaigne”, por Clara Rocha “A Europa e a guerra na literatura. De Homero à atualidade”, por Andrea Molesini (Itália); “Fernando Pessoa e a Europa”, por Maria Irene Ramalho; “A Ibéria e a Europa nas perspetivas de António Sardinha, Fernando Pessoa e Mário Saa”, por José Rui Teixeira; “Europa é uma mulher? Do corpo ao corpus”, por Isabel Capeloa Gil; “Seamus Heaney and Scottish Poetry”, por Marco Fazzini; “Poesia, ciência e política: uma improvável auto-biografia”, por Boaventura de Sousa Santos e, por último, “Das Europas: de Agustina Bessa-Luís e Mário Cláudio”, a presente conferência de 17 de novembro, por Isabel Pires de Lima.

O Ciclo de Conferências Internacionais “A Europa dos Escritores” é uma iniciativa da BMEL e conta com a parceria cientifica do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), desde a primeira edição (2019), a que se juntou, este ano, a Cátedra Poesia e Transcendência Sophia de Mello Breyner Andresen da Universidade Católica do Porto.

Esta conferência será transmitida via streaming.

Aldeias Históricas de Portugal participam na Cimeira do Clima COP26

 

As Aldeias Históricas de Portugal são o único destino português convidado para a conferência “From Policy to Pratice: Responsible Heritage Tourism for Scotland”, integrada na COP26, a Cimeira do Clima que decorre em Glasgow, na Escócia. Dalila Dias, Coordenadora Executiva da Aldeias Históricas de Portugal – Associação de Desenvolvimento Turístico, vai partilhar boas práticas ao nível do turismo responsável, numa sessão virtual, no próximo dia 11 de novembro.

É a mais importante cimeira do clima desde o Acordo de Paris: a COP26 decorre até 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia, e as Aldeias Históricas de Portugal foram convidadas a participar. A Aldeias Históricas de Portugal – Associação de Desenvolvimento Turístico vai integrar o painel da conferência “From Policy to Pratice: Responsible Heritage Tourism for Scotland”, que acontece em ambiente virtual, no próximo dia 11 de novembro, às 10h00.

As Aldeias Históricas de Portugal são o único destino português convidado. Dalila Dias, Coordenadora Executiva das Aldeias Históricas de Portugal, vai partilhar boas práticas ao nível do turismo responsável, ao lado de vários representantes de entidades turísticas do país escocês e de Giorgia Cesaro, da UNESCO.

Na sessão, serão discutidos temas como, por exemplo, a redução das emissões de carbono, a economia circular no turismo, o trabalho em rede, a participação da comunidade, e a criação de valor a partir de práticas sustentáveis, equidade e acessibilidade.

Um convite que prova, mais uma vez, o compromisso das Aldeias Históricas de Portugal com a sustentabilidade, e o reconhecimento internacional do caminho que tem vindo a desenvolver desde 2016, em prol do desenvolvimento sustentável da Rede, conferindo-lhe um posicionamento distintivo no cômputo dos demais destinos à escala mundial. De recordar que as Aldeias Históricas de Portugal são o primeiro destino em rede, a nível mundial, a receber a certificação BIOSPHERE DESTINATION; o primeiro território português a liderar a comunidade internacional de Destinos Turísticos Sustentáveis; e, juntamente com o Instituto de Turismo Responsável, o autor de uma Declaração em prol da Sustentabilidade no Turismo.

Boaventura de Sousa Santos é o próximo convidado da BMEL

A Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço promove no próximo dia 8 de outubro (sexta), às 18h00, uma conferência intitulada de “Ciência, poesia e política: uma improvável auto-biografia”, por Boaventura de Sousa Santos. Esta conferência, transmitida via Streaming, integra o Ciclo de Conferências Internacionais “A Europa dos Escritores”, que a BMEL tem vindo a organizar em parceria com o CLEPUL – Universidade de Lisboa, nos dois últimos anos.

Boaventura de Sousa Santos escreveu as seguintes considerações sobre as temáticas e interpelações que se propõe desenvolver durante a conferência: “A poesia e a ciência são dois mundos incomunicáveis? Na minha trajectória pessoal e profissional sempre estiveram juntas. E sempre foram acompanhadas pela intervenção política cidadã, não partidária. Mantiveram as suas respectivas identidades, mas sempre se enriqueceram mutuamente. Como? Acabei por ser sobretudo conhecido como sociólogo apesar de continuar a escrever e a publicar poesia (durante anos apenas no Brasil). Porque é que a poesia não conseguiu ser mais conhecida? Porque é má poesia? Porque nas nossas sociedades somos distribuídos por caixas e a de sociólogo foi a que me foi destinada? Devo reconhecer que ultimamente a minha poesia tem vindo a ser mais conhecida. Isso me leva a reflectir”.

Doutorado pela Universidade de Yale, Boaventura de Sousa Santos, é Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, Distinguished Legal Scholar da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA) e Diretor Emérito do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Autor reconhecido e premiado em diversas partes do mundo, tem escrito e publicado extensivamente nas áreas de sociologia do direito, sociologia política, epistemologia e estudos pós-coloniais, sobre movimentos sociais, globalização, democracia participativa. De sua vasta obra, destacamos os últimos: “O fim do império cognitivo” (Almedina, 2018); “O futuro começa agora. Da pandemia à utopia” (Edições 70, 2020). É também poeta. Publicou, entre outros: “Têmpera” (1980), “Madison e outros lugares” (1989), “Pitaia e açaí. Poemas de amor e várias canções talvez desesperadas” (2021).

O Ciclo de Conferências Internacionais “A Europa dos Escritores” tem a coordenação científica de Jorge Maximino.

Papel da eletrificação do automóvel no combate às prementes alterações climáticas

O automóvel elétrico no combate às alterações climáticas estev em debate no âmbito da parceria entre o Escape Livre e a Volvo, e parte integrante da exposição “Onda de Lixo” que está patente na cidade da Guarda durante o mês de agosto na plataforma Go Green do Centro Comercial La Vie, o painel de convidados debateu o tema perante o público presente e transmissão em direto na Rádio Altitude.

Jorge Esteves, repórter da RTP, moderou um interessante debate na Sala 1 dos cinemas do Centro Comercial La Vie, na Guarda. Do painel de oradores fizeram parte Aira de Mello, Consumer Experience Director da Volvo Car Portugal, Eduardo Rêgo, da Loving the Planet, Pedro Isidoro, Vice-Presidente da Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos e o Eng. Luís Mira Amaral.

Na plateia, entre o público interessado destacavam-se as presenças do Vice-Presidente da Câmara da Guarda, Victor Amaral, do Presidente da Junta de Freguesia da Guarda, João Prata, do Capitão Óscar Capelo Chefe do SEPNA do Comando Territorial da Guarda, João Gonçalves, diretor do La Vie, Subcomissário Luís Neves da PSP, Carlos Gonçalves, Presidente da Associação de Bombeiros da Guarda, Manuel Salgado, vice-presidente do IPG, e Catarina Moura, Coordenadora da Associação Territórios do Côa.

Na conferência promovida pelo Escape Livre, Volvo e La Vie, Aira de Mello aproveitou para apresentar o caminho que a marca Sueca está a percorrer no percurso de equiparar a segurança com a sustentabilidade. O derradeiro teste de segurança é cuidar do nosso Planeta.” – começou por comentar – “As pessoas costumam olhar sempre para o fim do processo, na Volvo a preocupação vem desde o início, da extração das matérias-primas até à entrega da chave do carro.”

O compromisso da marca passa por reduzir em 40% a emissão de CO2 associada aos gases de escape, deixar de vender carros a combustão em 2030 (antecipando em 5 anos a norma europeia) e tornar-se numa empresa de impacto ambienta totalmente neutra já em 2040. “Os nossos clientes podem conduzir um Volvo de consciência tranquila” – rematou.

Eduardo Rêgo, voz incontornável dos programas Vida Selvagem em Portugal e fundador da Loving the Planet, apresentou a sua carta de amor ao Planeta – “Tenho o privilégio de narrar a natureza e o nosso mundo há muitos anos, mas nunca foi tão preciso como agora estarmos ligados a ela.” – começou por dizer.

“Fundei a Loving the Planet, no desejo firme de devolver ao ser humano a consciência dos antepassados” – continuou – “Com a mobilidade elétrica, estamos a começar a segunda revolução industrial, muito mais difícil que a primeira.” Afirmando que é imperativo escolher carros elétricos de fabricantes que assumam também o compromisso de sustentabilidade não só no carro, mas em todo o processo, das fábricas aos escritórios e a todo o processo de construção.

Já Pedro Isidoro, da UVE, apresentou a Associação, que conta já com mais de 750 associados, sem fins lucrativos, mas que procura promover a mobilidade elétrica no seu todo, articulando utilizadores com diversas entidades, de privados ao poder político.

A maior atividade da UVE é o ENVE, o Encontro Nacional de Veículos Elétricos – Um evento que tem como principal objetivo fazer o batismo elétrico, ou seja, colocar as pessoas pela primeira vez dentro de um veículo elétrico.” – conta Pedro Isidoro que aproveitou a ocasião para apresentar os números recolhidos pela associação sobre automóveis elétricos e das redes públicas e privadas de carregamentos.

O destaque passou, claro, pela afirmação de queno cenário mais otimista, carregar o carro elétrico em casa em tarifa bi-horária, o custo de percorrer 100 quilómetros com um carro elétrico pode ser até nove vezes inferior a um a combustão.”

Luís Mira Amaral, ex-Ministro da Indústria e da Energia, aproveitou a ocasião para comentar que apesar de saber que o mundo caminha para deixar os combustíveis fósseis na mobilidade “essa mudança não vai ser tão rápida nem é a solução milagrosa do problema global”. Sem entrar em alarmismos ambientais, Luís Mira Amaral falou das quatro tecnologias que estão neste momento a ser trabalhadas na mobilidade elétrica “os carros elétricos a bateria que já estão hoje na estrada, os carros a hidrogénio que iniciaram recentemente a sua jornada, os veículos de combustão interna alimentados a hidrogénio em substituição dos combustíveis fósseis e veículos alimentados a combustíveis sintéticos, resultantes da mistura de hidrogénio com CO2 atmosférico” – estas últimas que ainda estão em desenvolvimento.

Seguiu-se um animado debate que concluiu que apesar da tecnologia atual das baterias elétricas poderá não ser esta a melhor nem a que irá vingar no futuro, mas será a possível agora, para que hoje se posso começar a inverter a tendência da dependência dos combustíveis fósseis.

A principal vitória para o Planeta será a mudança de mentalidades e comportamentos, que irá fazer com que todos remem no sentido de procurar soluções sustentáveis de mobilidade, começando a agir já e adotando melhores soluções e tecnologias à medida que for possível.

No final, Luís Coelho, responsável do projeto “Ano Elétrico” do Escape Livre com a Volvo, afirmou que Para o Escape Livre, que usa o automóvel como forma de promoção da Guarda e da Região, a eletrificação do automóvel representa o futuro das nossas iniciativas, por isso, quanto mais cedo nos juntarmos à caravana, mais depressa chegamos, juntos, ao futuro que todos precisamos.”

 

IP Viseu- Conferência Comunicar política de A a Z … da esquerda para a direita

Vai ter lugar uma iniciativa através da plataforma ZOOM, no dia 25 de março, das 10h30 às 11h30, uma conferência organizada por estudantes do 3.º ano do curso de Comunicação Social do IP Viseu, com o apoio dos docentes Joana Martins e Miguel Midões, que tem como objetivos: Contribuir para a literacia política dos alunos de Comunicação Social/participantes da conferência; Colmatar a inexistência de matérias políticas no ensino superior português; Despertar o interesse e a participação dos jovens na vida política; Diferenciar o conceito de esquerda e de direita e entender as diferentes ideologias partidárias.

Os oradores convidados são :Ricardo Morais (docente da Universidade da Beira Interior), a jornalista Maria Pedroso (Antena 1) e Ana Gomes (ex-eurodeputada e candidata recente a Presidente da República).

Exposição/Conferência “Mangualde antes do Buçaco” em Mangualde

A Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves vai receber, no dia 24 de maio, pelas 21h00, na Exposição/Conferência “Mangualde antes do Buçaco”. Tudo começará com a inauguração da exposição “Invasões Francesas” com a presença de João Azevedo, Presidente do Município de Mangualde, da Professora Doutora Ana Cristina Araújo, da Universidade de Coimbra, e de João Carlos Alves, da AEM.

A mostra será composta por espólio do Museu Militar de Almeida, da Casa dos Buxeiros de Oliveira do Conde, miniaturas de António Andrade e de José Barros e pintura de Aires dos Santos. Conta ainda com a participação da pastelaria Café Central de Vouzela e da Licordão. Seguir-se-á a exibição do Filme/documentário “Marcas do Tempo: Mangualde antes do Buçaco” de João Carlos Alves e Miguel Marques. A temática “Uma retaguarda invisível: mulheres e espiões na 3ª Invasão Francesa”, será abordada em Conferência pela Professora Doutora Ana Cristina Araújo. O encerramento acontecerá com um momento musical, a cargo do NACO CANTAT – coro polifónico, de Oliveirinha, Carregal do Sal.

 

 

 

 

Conferências da Guarda

O Município da Guarda leva a efeito a 21 de novembro (quarta-feira) a edição de inverno das Conferências da Guarda que desta vez irão debater a “Mobilidade Urbana Sustentável”.

A iniciativa decorre nos Paços do Concelho a partir das 14h30 e está dividida em três painéis, estando a abertura a cargo do presidente da Câmara da Guarda, Álvaro Amaro e do secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade, José Gomes Mendes.

“Os Desafios ao Futuro do Emprego na Indústria Automóvel”debatidos em Mangualde

O Município de Mangualde recebeu na passada sexta-feira, dia 9 de novembro, a conferência “Os Desafios ao Futuro do Emprego na Indústria Automóvel”. A sessão decorreu no auditório da Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves e contou com a presença do Secretário de Estado da Economia, João Correia Neves, na sessão de encerramento. Esta conferência enquadrou-se na programação da Semana Europeia da Formação Profissional.

 Após a sessão de abertura conduzida por João Azevedo, Presidente do Município de Mangualde, seguiram-se vários painéis de debate. O primeiro painel falou de “Trabalho e emprego: Estratégia Europeia” e contou com as intervenções de Sofia Alves, em representação da Comissão Europeia em Portugal e Henrique Burnay, Eupportunity e Projeto DRIVES (ERASMUS+). Seguiu-se um painel sobre “Veículos, plataformas do futuro e adaptação do emprego”, que contou com Adolfo Silva, da AFIA, como moderador e com os oradores: Joana Mendonça, IST/CEiiA; e José Machado, Universidade do Minho.

“Mobilidade sustentável” foi a temática do painel seguinte, que teve como moderadora Utimia Madaleno, Eupportunity, e como oradores: Daniela Carvalho, Transportes Inovação e Sistemas (TIS) e Carlos Pereira, Instituto Politécnico de Viseu. O último painel falou de “Desafios à formação: novas tecnologias e aptidões adequadas… formar as qualificações do futuro…” e teve como moderadora Isabel Soares Carneiro, IDESCOM e como oradores: José Miguel Sousa, EDUFOR, e João Girão, AIMMAP.

O MUNICÍPIO DE MANGUALDE E A ‘European Vocational Skills Week 2018’

O Município de Mangualde, que acolhe a sede da fábrica do Grupo PSA Peugeot-Citroen (com centenas de trabalhadores) e outras empresas importantes da cadeia de valor da indústria automóvel, participa, de forma ativa, na construção de soluções para o futuro do setor. É, além disso, parceiro associado do consórcio “DRIVES – Development and Research on Innovative Vocational Education Skills”, que, durante 2018 e 2022, reúne 24 parceiros de 11 países europeus para pensar estratégias e políticas europeias de requalificação do setor.

Neste sentido, o Município de Mangualde reuniu, nesta conferência, alguns dos melhores especialistas nacionais no domínio da mobilidade que, durante uma tarde, analisaram e discutiram as melhores estratégias para assegurar que os trabalhadores nacionais estarão preparados para os desafios da digitalização, automatização e fontes de energia alternativas.

 

SETOR AUTOMÓVEL REPRESENTA, EM PORTUGAL, 5% DO PIB,

CERCA DE 230 EMPRESAS E 51 MIL EMPREGOS

A conferência “Os Desafios ao Futuro do Emprego na Indústria Automóvel” inseriu-se na Semana Europeia da Formação Profissional (European Vocational Skills Week), que integra a estratégia de pensar e antecipar os desafios do setor. O setor automóvel representa, na União Europeia, 7% do PIB europeu e 12 milhões de empregos. Já em Portugal, engloba 5% do PIB, cerca de 230 empresas e 51 mil empregos.

Na mais recente análise socioeconómica de Portugal feita em Bruxelas, foram apontadas algumas das principais lacunas do país no domínio das qualificações profissionais: “em 2016, apenas 56% dos portugueses tinham competências médias-altas, quando a média europeia se cifrava nos 82%”, sendo o problema “mais grave na faixa acima dos 40, (40% contra 80% da média da UE)”.  Por estas razões, torna-se essencial debater o futuro do setor e dos seus profissionais no contexto socioprofissional português.

Por:MM

 

Lapa do Lobo, epicentro do megalitismo peninsular

Decorreu neste fim de semana, o Congresso «De Gibraltar aos Pirenéus: Megalitismo, Vida e Morte na Fachada Atlântica Peninsular» na Lapa do Lobo, concelho de Nelas, epicentro de um dos núcleos mais importantes do Megalitismo da Península Ibérica. Este evento tem palco na Fundação Lapa do Lobo, no Auditório Maria José Cunha, e conta com um alargado número de participantes internacionais e alguns nomes de vulto da comunidade arqueológica nacional e internacional: João Carlos de Senna-Martinez e Mariana Diniz (Uniarq/ FLUL), António Faustino de Carvalho (CEAACP/ Universidades de Coimbra e Algarve), Pablo Arias Cabal (Universidad Cantabria, Espanha), Leonardo García Sanjuán (Universidad de Sevilla, Espanha), Gertrudes Branco (DRCC-DGPC/ Ministério da Cultura), Ana Cristina Martins (IHC-CEHFCI-UE-FCSH-UNL/ Uniarq/ FLUL), Fábio Silva (UWTSD, Lampeter, Reino Unido / IPHES, Tarragona, Espanha), entre outros.

Este congresso surge no seguimento das apresentações anuais dos resultados das escavações que João Carlos de Senna-Martinez e José Ventura lideraram nos últimos 4 anos, com o Projeto Neo-Mega. O resultado foi além do expectável, tendo sido encontrados novos elementos, levantando questões na arqueologia regional, que este Congresso discute agora a nível da Península Ibérica, colocando o foco sobre a Lapa do Lobo durante estes 3 dias.

João Carlos de Senna-Martinez e José Ventura têm liderado campanhas de escavações na região há 3 décadas. O projeto Neo-Mega, que lideram há 4 anos, resultou no estudo da recém-descoberta Orca da Lapa do Lobo, que permitiu o reforço do estudo dos 3 restantes dólmens do concelho (Orca das Pramelas – Canas de Senhorim, Orca do Folhadal e Orca do Pinhal dos Amiais – Senhorim) tendo sido criado para o efeito, e apresentado recentemente, o Circuito Pré-histórico do Concelho de Nelas, aumentando assim a oferta turística nesta área patrimonial. No domingo este Circuito será visitado por todos os participantes do Congresso.

Todo o trabalho de mais de 30 anos só foi possível graças ao apoio da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim, das Juntas de Freguesia de Canas de Senhorim, Lapa do Lobo, Nelas e Senhorim, da Fundação Lapa do Lobo e das Câmaras Municipais de Nelas e Carregal do Sal.

«De Gibraltar aos Pirenéus: Megalitismo, Vida e Morte na Fachada Atlântica Peninsular» é uma organização do Centro de Arqueologia (Uniarq) da Universidade de Lisboa, Centro de Estudos de Arqueologia, Arte e Ciências do Património (Universidades de Coimbra e do Algarve) e Fundação Lapa do Lobo, com o apoio das Câmaras Municipais de Nelas e Carregal do Sal.

 

Conferência “Neandertal” em Mangualde

Decorre no dia 25 de maio, sexta-feira, a partir das 21h00, a Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves, em Mangualde, receberá “Neandertal”, uma conferência onde o Professor Doutor João Carlos Zilhão (Universidade de Barcelona), mundialmente conhecido como o “advogado do Neandertal”, será o orador.

Às 21h00, decorrerá a inauguração e abertura oficial da exposição sobre a Pré-História do Concelho de Mangualde, em que estarão presentes João Azevedo, Presidente do Município de Mangualde, o Professor Doutor Domingos Cruz, da Universidade de Coimbra e o Doutor João Carlos Alves, AEM. Seguir-se-á a exibição de um filme/documentário, intitulado ‘O megalitismo concelhio’, da autoria de João Carlos Alves e Miguel Marques. No encerramento, realizar-se-á um momento musical protagonizado pela ACAB – Associação Cultural Azurara da Beira.

Por:Mun.Mangualde