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Casas de luxo: As 10 ruas mais caras de Portugal

Comprar casa na rua mais cara de Portugal custa, em média, 4.440.00 euros. Este é, pelo menos, o valor pedido pelos proprietários da exclusiva Rua Alto do Duque, localizada em Belém, em Lisboa. O top dez do ranking das ruas mais caras para comprar casa é dominado por imóveis que se encontram no distrito de Lisboa, segundo um estudo realizado pelo idealista, o marketplace imobiliário de Portugal.

A completar o pódio deste ranking de luxo encontram-se a Avenida Brasil, em Cascais, com um preço médio de 3.107.143 euros, e a Avenida Almirante Gago Coutinho, na zona de Alvalade, em Lisboa (3.037.778 euros).

A quarta morada com os preços mais exclusivos para comprar uma casa está situada na Avenida de Grândola, na exclusiva Península de Troia, no distrito de Setúbal (3.029.500 euros). Seguem-se na tabela a Avenida General Carmona, localizada no Estoril (2.990.000 euros) e a Rua das Glicínias, em Cascais, onde o preço médio da habitação de luxo ronda os 2.825.000 euros.

Na sétima posição encontra-se a Avenida 24 de Julho, localizada na freguesia de Misericórdia, em Lisboa, que conta com casas a um preço médio de 2.702.928 euros. A lista das dez ruas mais caras fica completa com a Avenida Marginal, no Estoril (2.596.727 euros), a Avenida da República, em Cascais (2.589.375 euros), e a Rua Birre, também em Cascais (2.444.286 euros).

 

Localização Freguesia Distrito Preço médio (€)
Rua do Alto do Duque Belém Lisboa 4.440.000 €
Avenida Brasil Cascais Lisboa 3.107.143 €
Avenida Almirante Gago Coutinho Alvalade Lisboa 3.037.778 €
Avenida de Grândola Carvalhal Setúbal 3.029.500 €
Avenida General Carmona Estoril Lisboa 2.990.000 €
Rua Glicinias Cascais Lisboa 2.825.000 €
Avenida 24 Julho Misericórdia Lisboa 2.702.928 €
Avenida Marginal Estoril Lisboa 2.596.727 €
Avenida da República Cascais Lisboa 2.589.375 €
10º Rua Birre Cascais Lisboa 2.444.286 €

Idealista-Estudo-Apartamento com piscina em Portugal é mais caro

Comprar um apartamento com piscina em Portugal é, em média, 63,4% mais caro do que comprar sem esta comodidade, segundo um estudo publicado pelo idealista. Apenas 9,3% dos apartamentos que se anunciam na plataforma imobiliária em Portugal dispõe de piscina como extra.

Lisboa é a cidade onde a diferença de preço entre comprar um apartamento com ou sem piscina é maior, custando mais 79,1% os que dispõem de piscina. Seguem-se as diferenças de preço de Aveiro (63% mais caras), Castelo Branco (58,8%), Beja (52,6%), Viana do Castelo (44,4%), Porto (32,7%). Por menos de 30% de diferença de preço, encontra-se o Funchal (25%), Faro (23,8%), Coimbra (21,1%), Évora (20,6%) e Braga (14,5%).

É no Funchal onde mais existem apartamentos à venda com piscina (33,3%). Seguem-se Faro (9,6%), Lisboa (8,5%), Porto (3%), Évora (2,9%), Beja (1,6%) e Braga (1,6%). Por menos de 1% de oferta de apartamentos com piscina à venda, encontram-se as cidades de Castelo Branco (0,5%), Coimbra (0,4%), Aveiro (0,4%) e Viana do Castelo (0,2%).

 

Metodologia

Para a elaboração deste estudo, o idealista analisou o preço absoluto dos apartamentos à venda em Portugal, excluindo as moradias. Para o estudo, foram apenas analisadas as capitais de distrito onde a amostra fosse representativa.

Oferta de habitação à venda baixou

O aumento da venda de casas no último ano, provocou uma descida de 25% no “stock” do parque habitacional português disponível à venda no segundo trimestre de 2022, face ao que estava disponível no mesmo período de 2021, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.

 

Capitais de distrito

A oferta de habitação à venda em Portugal desceu em 18 capitais de distrito no último ano. A liderar a lista encontra-se Faro (-37%), seguida por Coimbra (-34%), Porto (-33%) e Vila Real (-31%) como as capitais de distrito onde “stock” disponível para comprar casa mais desceu. Seguem-se Leiria (-27%), Évora (-26%), Viana do Castelo (-24%), Lisboa (-24%), Beja (-24%), Portalegre (-23%), Braga (-23%), Setúbal (-21%), Viseu (-19%), Ponta Delgada (-11%), Funchal (-8%), Bragança (-8%), Aveiro (-7%) e Castelo Branco (-6%).

 

Por outro lado, Guarda, foi a cidade onde mais cresceu a oferta (28%), seguida por Santarém (11%), sendo as duas únicas cidades analisadas onde o “stock” aumentou.

 

Distritos/ilhas

Analisando por distrito/ilhas, o ranking da descida da oferta durante o último ano é liderado por Faro (-38%), Lisboa (-28%) e Porto (-27%). Seguem-se Leira (-26%), Coimbra (-24%), Évora (-22%), Setúbal (-21%), Braga (-15%), Beja (-14%), ilha de São Miguel (-14%), Aveiro (-14%), ilha da Madeira (-11%), Viana do Castelo (-11%), Santarém (-10%) e Bragança (-10%). Os distritos onde a oferta menos desceu foram Viseu (-6%), Portalegre (-5%), Vila Real (-3%) e Castelo Branco (-3%).

 

Por outro lado, o distrito da Guarda viu subir 27% o seu “stock” de casas à venda no último ano, sendo o único distrito onde a oferta subiu no segundo trimestre do ano.

 

Tabelas:

Estudo: Só uma em cada quatro casas à venda ou para arrendar em Portugal tem ar condicionado

Apesar de estarmos em pleno verão e o país estar a atravessar uma onda de calor, apenas 24% das casas em Portugal têm sistema de ar condicionado, segundo um estudo publicado pelo idealista, o marketplace imobiliário de Portugal. Para obter estes dados, o idealista analisou mais de 300 mil casas à venda e em arrendamento anunciadas na sua base de dados em julho de 2022.

 Faro e Viseu são as cidades que apresentam mais casas com ar condicionado anunciadas para venda e arrendamento (46% em ambas as cidades), seguindo-se na lista Braga (43%), Aveiro (35%), Castelo Branco (31%), Lisboa (27%), Santarém (24%), Leiria (22%), Porto (22%), Ponta Delgada (21%), Funchal (20%), Coimbra (18%) e Beja (16%).

Em sentido contrário encontram-se Portalegre e Bragança, que são as cidades portuguesas com menos casas anunciadas para venda e arrendamento equipadas com A/C (4% em ambas as cidades). Seguem-se Guarda (6%), Évora (9%), Vila Real (10%), Setúbal (12%) e Viana do Castelo (12%).

Há ainda outras cidades portuguesas em que a oferta de casas equipadas com ar condicionado é escassa: Bragança e Portalegre (4% em ambas as cidades), Guarda (6%), Vila Real (10%), Setúbal (12%) e Viana do Castelo (12%).

 Diferenças entre venda e arrendamento

 No parque habitacional português a diferença entre as casas climatizadas à venda e para arrendar é pouco significativa, ganhando vantagem de 1% a venda. Das casas disponíveis para venda, 24% conta com esta comodidade, enquanto as casas que se encontram para arrendar 23% têm ar condicionado.

Há cidades onde a oferta de casas à venda com ar condicionado supera o número de habitações colocadas no mercado de arrendamento com este sistema. Cerca de 12% das casas para arrendar em Viseu dispõem de ar condicionado, já para comprar são 47%. O mesmo acontece em Faro (arrendamento: 27%; venda: 47%), Braga (arrendamento: 27%; venda: 43%), Coimbra (arrendamento: 9%; venda: 19%) e Ponta Delgada (arrendamento: 14%; venda: 21%).

Por outro lado, 34% das casas para arrendar no Funchal dispõem de sistema de climatização, enquanto à venda apenas 19% contam com esse extra. Em Viana do Castelo a situação é idêntica, existem mais casas para arrendar com ar condicionado (25%) do que para comprar (12%). O mesmo acontece em Vila Real (arrendamento: 20%; venda: 9%), Santarém (arrendamento: 29%; venda: 24%), Setúbal (arrendamento: 16%; venda: 12%), Porto (arrendamento: 24%; venda: 22%) e Lisboa (arrendamento: 28%; venda: 27%).

Em Beja, Bragança, Castelo Branco, Évora, Guarda, Leiria e Portalegre, nenhuma das casas que se encontram para arrendar têm ar condicionado.

Por Idealista

 

Preço das casas para arrendar em Portugal subiu 2,6% no segundo trimestre do ano

Os preços das casas para arrendar em Portugal apresentaram uma subida de 2,6% no segundo trimestre do ano face ao trimestre anterior. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 11,3 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de junho, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação mensal, a subida foi de 0,9%.

 Cidades capitais de distrito

O preço de arrendamento no segundo trimestre subiu em quase todas as capitais de distrito do país, com Leiria (10,9%) a liderar a lista. Seguem-se Viseu (7,6%), Funchal (7%), Aveiro (6,1%), Lisboa (4,8%), Santarém (4,7%), Porto (4,1%), Braga (3%), Faro (2,9%) e Setúbal (0,7%). Em sentido contrário, os preços desceram em Coimbra (7,7%) e Viana do Castelo (-0,7%).

 Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 14,5 euros/m2. Porto (11,4 euros/m2) e Funchal (10,4 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (9,1 euros/m2), Setúbal (8,6 euros/m2), Aveiro (8,4 euros/m2) e Coimbra (7,3 euros/m2). Já as cidades mais económicas são Viseu (5,6 euros/m2), Santarém (5,8 euros/m2), Viana do Castelo (6,1 euros/m2), Leiria (6,6 euros/m2) e Braga (6,7 euros/m2).

Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, os preços das casas para arrendar apenas desceram em Vila Real (-7,1%), Coimbra (-6,4%) e Viana do Castelo (-1,2%). Por outro lado, os preços subiram em Faro (14,1%), Santarém (10,3%), ilha da Madeira (10,1%) e Leiria (9,8%). Com subidas inferiores a 4%, encontram-se os distritos de Lisboa (3,8%), Setúbal (3,2%), Castelo Branco (2,9%), Aveiro (2,1%) e Viseu (2%). Já as menores subidas tiveram lugar no Porto (0,1%) e Braga (0,5%)

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (13,6 euros/m2), seguido por Faro (11,6 euros/m2) e ilha da Madeira (10,4 euros/m2). Seguem-se o Porto (10,1 euros/m2), Setúbal (9,3 euros/m2), Leiria (7,2 euros/m2), Aveiro (7 euros/m2), Coimbra (7 euros/m2), Viana do Castelo (6,7 euros/m2) e Braga 6,7 euros/m2).

Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (4,3 euros/m2), Viseu (5,1 euros/m2), Castelo Branco (5,6 euros/m2) e Santarém (5,9 euros/m2).

 Regiões

Durante o segundo trimestre, os preços das casas para arrendar subiram em todas as regiões do país com exceção da Região Autónoma dos Açores (-6,4%) e o Norte (-1,4%). A liderar as subidas, encontra-se o Algarve (14,1%), seguida pelo Região Autónoma da Madeira (10,1%) e Alentejo (8,9%). Seguem-se a Área Metropolitana de Lisboa (3,4%) e o Centro (1,1%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 13,2 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (11,6 euros/m2), Região Autónoma da Madeira (10,4 euros/m2) e Norte (9,3 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,6 euros/m2), a Região Autónoma dos Açores (6,7 euros/m2) e o Alentejo (8,1 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Preço das casas em Portugal subiu 1,3% no segundo trimestre

Os preços das casas em Portugal apresentaram uma subida de 1,3% no segundo trimestre do ano face ao trimestre anterior. Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 2.381 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de junho, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação mensal e anual, os preços subiram 0,9% e 7,1%, respetivamente.

 

Cidades capitais de distrito

Os preços das casas no primeiro trimestre subiram em 13 capitais de distrito, com Ponta Delgada (15,1%) e Setúbal (8,1%) a liderarem a lista. Seguem-se Funchal (7,1%), Aveiro (6,8%), Leiria (6,5%), Braga (6,4%), Viana do Castelo (5,8%), Viseu (5%), Faro (4,3%), Santarém (3,1%), Bragança (1,3%), Évora (0,3%) e Porto (0,2%).

 

Por outro lado, os preços desceram em Guarda (-10,2%), Castelo Branco (-4,2%), Lisboa (-2,5%), Portalegre (-1,9%), Coimbra (-1,5%), Vila Real (-1,2%) e Beja (-0,3%).

 

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 5.000 euros/m2. Porto (3.063 euros/m2) e Funchal (2.385 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (2.313 euros/m2), Aveiro (2.272 euros/m2), Setúbal (1.965 euros/m2), Évora (1.710 euros/m2), Coimbra (1.582 euros/m2), Ponta Delgada (1.461 euros/m2), Braga (1.455 euros/m2), Viana do Castelo (1.387 euros/m2) e Viseu (1.278 euros/m2). Já as cidades mais económicas são Portalegre (629 euros/m2), Guarda (728 euros/m2), Castelo Branco (746 euros/m2), Bragança (803 euros/m2), Beja (821 euros/m2), Santarém (879 euros/m2), Vila Real (1.122 euros/m2) e Leiria (1.226 euros/m2).

 

Distritos/Ilhas

As maiores subidas de preços tiveram lugar na ilha de São Miguel (13,3%), Portalegre (8,6%), Santarém (7,7%), Aveiro (7,5%), Leira (6,9%), Braga (6,5%), ilha da Madeira (6,5%). Seguem-se Viana do Castelo (5,2%), Setúbal (5,1%), ilha de Porto Santo (4,2%), Faro (3,9%), ilha do Faial (3,3%), Porto (1,5%), ilha Terceira (1,1%), Lisboa (0,9%), Bragança (0,8%), Évora (0,8%), Viseu (0,4%), e ilha do Pico (0,4%).

 

Por outro lado, os preços desceram na ilha de Santa Maria (-12%), Guarda (-2,7%), Vila Real (-2,2%), Castelo Branco (-0,8%), Beja (-0,8%) e Coimbra (-0,6%).

 

De referir que o ranking dos distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (3.832 euros/m2), seguido por Faro (2.789 euros/m2), Porto (2.350 euros/m2),ilha da Madeira (2.153 euros/m2), Setúbal (2.112 euros/m2), Aveiro (1.529 euros/m2), ilha de Porto Santo (1.492 euros/m2), Leiria (1.387 euros/m2), Braga (1.364 euros/m2), ilha de São Miguel (1.277 euros/m2) e Coimbra (1.207 euros/m2). Seguem-se a ilha de Santa Maria (1.176 euros/m2), Viana do Castelo (1.149 euros/m2), Évora (1.096 euros/m2), ilha do Pico (1.031 euros/m2) e ilha do Faial (1.015 euros/m2).

 

Os preços mais económicos encontram-se em Portalegre (627 euros/m2), Guarda (661 euros/m2), Castelo Branco (710 euros/m2), Bragança (783 euros/m2), Beja (820 euros/m2), Vila Real (868 euros/m2), Viseu (898 euros/m2), Santarém (929 euros/m2), ilha Terceira (955 euros/m2) e ilha de São Jorge (957 euros/m2).

 

Regiões

Durante o segundo trimestre, os preços das casas subiram em todas as regiões do país. A liderar as subidas, encontra-se a Região Autónoma dos Açores (9,4%), seguida pela Região Autónoma da Madeira (6,4%) e Centro (4,8%). Seguem-se o Alentejo (4,2%), o Algarve (3,9%), a Área Metropolitana de Lisboa (1,3%) e o Norte (1,1%).

 

A Área Metropolitana de Lisboa, com 3.445 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (2.789 euros/m2), Região Autónoma da Madeira (2.137 euros/m2) e Norte (1.976 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se a Região Autónoma dos Açores (1.169 euros/m2), o Alentejo (1.234 euros/m2) e Centro (1.251 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

 

Preço das casas em Portugal em ligeira descida

Os preços das casas em Portugal apresentaram uma descida de 0,9% em janeiro face ao mês anterior. Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 2.304 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro deste ano, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, os preços subiram 0,3%.

 Regiões

Durante o mês de janeiro, os preços das casas desceram em quatro regiões do país. A liderar as descidas, encontra-se a Área Metropolitana de Lisboa (-1%), seguida pelo Alentejo e Norte (-0,3% em ambas regiões) e pela Região Autónoma dos Açores (-0,2%). Por outro lado, os preços das casas subiram no primeiro mês do ano no Algarve (0,9%), Centro (0,8%) e Região Autónoma da Madeira (0,5%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 3.314 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (2.625 euros/m2), Norte (1.923 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (1.914 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se a Região Autónoma dos Açores (1.045 euros/m2), o Alentejo (1.105 euros/m2) e Centro (1.196 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Distritos/Ilhas

As maiores descidas de preços tiveram lugar na Ilha de Santa Maria (-8,7%), Ilha do Pico (-5,3%), Beja (-1,9%) e Évora (-1,8%). Segue-se Castelo Branco (-1,7%), Guarda (-1,6%), Lisboa (-0,9%), Coimbra (-0,7%), Ilha de São Miguel (-0,7%), Portalegre (-0,5%) e Porto (-0,1%).

Por outro lado, os preços subiram na Ilha do Faial (9,5%), Ilha Terceira (5,7%), Ilha de Porto Santo (3,7%), Bragança (2,5%), Aveiro (1,8%) e Braga (1,6%). Segue-se Viseu (1,3%), Santarém (1,2%), Leiria (1,1%), Faro (0,9%), Setúbal (0,8%), Viana do Castelo (0,8%). Já na Ilha da Madeira e em Vila Real a subida foi de 0,4% em ambos os casos.

De referir que o ranking dos distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (3.692 euros/m2), seguido por Faro (2.625 euros/m2), Porto (2.270 euros/m2), Setúbal (1.960 euros/m2), Ilha da Madeira (1.925 euros/m2), Ilha de Santa Maria (1.503 euros/m2), Ilha de Porto Santo (1.432 euros/m2) e Aveiro (1.423 euros/m2). Comprar casa em Leiria tem um custo 1.269 euros/m2, em Braga de 1.268 euros/m2 e em Coimbra de 1.219 euros/m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Portalegre (604 euros/m2), Guarda (650 euros/m2), Castelo Branco (723 euros/m2) e Bragança (780 euros/m2).

 Cidades capitais de distrito

Os preços das casas em janeiro desceram em 7 capitais de distrito, com Ponta Delgada (-2,5%) e Vila Real (-2,1%) a liderarem a lista. Segue-se Faro (-0,8%), Castelo Branco (-0,6%), Leiria (-0,6%), Portalegre (-0,5%) e Santarém (-0,3%). Por outro lado, os preços aumentaram em Bragança (2%), Beja (2%), Viana do Castelo (1,9%), Aveiro (1,5%), Guarda (1,4%), Viseu (1,4%), Évora (1,2%), Funchal (1,1%) e Setúbal (0,6%). No Porto e em Coimbra os preços subiram 0,3% e em Lisboa e Braga os preços mantiveram-se inalterados.

 Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 4.992 euros/m2. Porto (3.023 euros/m2) e Faro (2.166 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Portalegre (677 euros/m2), Guarda (760 euros/m2), Castelo Branco (765 euros/m2), Bragança (783 euros/m2) e Beja (843 euros/m2).

Por:Idealista

Artigo:Preço das casas em Portugal subiu 8,3% em 2021

Os preços das casas em Portugal subiram 8,3% em 2021, considerando os dados de dezembro de 2021 e o mesmo mês de 2020. Segundo o índice de preços do idealista, no final do mês de dezembro de 2021, comprar casa tinha um custo de 2.325 euros por metro quadrado (euros/m2), tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, a subida foi de 2,6%.

Regiões

Em 2021, os preços das casas subiram em todas as regiões. A Região Autónoma da Madeira lidera a lista apresentando uma subida na ordem dos 13,6%, sendo a maior subida a nível nacional. Seguem-se a Área Metropolitana de Lisboa (10,9%), o Algarve (9,9%), o Alentejo (8,3%), o Centro (7,4%), o Norte (5,2%) e a Região Autónoma dos Açores (4,8%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 3.346 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (2.602 euros/m2), Norte (1.929 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (1.905 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se a Região Autónoma dos Açores (1.047 euros/m2), o Alentejo (1.109 euros/m2) e o Centro (1.187 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

 

Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, as maiores subidas tiveram lugar em Évora (19,4%), Braga (16%), Setúbal (15%), Ilha da Madeira (13,6%), Aveiro (11,5%), Lisboa (11,3%), Leiria (10,4%) e Beja (10,2%). Seguem-se na lista Faro (9,9%), Ilha do Pico (9,4%), Ilha do Faial (8,4%), Porto (6,1%), Castelo Branco (5,9%) e Santarém (5,7%). As subidas menos acentuadas foram na Guarda (5,2%), Vila Real (4,2%), Viana do Castelo (4,2%), Ilha da Terceira (4,1%), Ilha de São Miguel (2,9%), Ilha de Porto Santo (2,5%) e Coimbra (1%).

Em sentido contrário, desceram em Portalegre (-5,8%) e Viseu (-0,2%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (3.725 euros/m2), seguida por Faro (2.602 euros/m2), Porto (2.271 euros/m2), Setúbal (1.944 euros/m2) e Ilha da Madeira (1.917 euros/m2). Comprar casa em Aveiro custa 1.398 euros/m2, no Porto Santo 1.381 euros/m2, Leiria 1.255 euros/m2, Braga 1.248 euros/m2 e Coimbra 1.228 euros/m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Portalegre (607 euros/m2), Guarda (661 euros/m2), Castelo Branco (736 euros/m2), Bragança (761 euros/m2), Santarém (842 euros/m2) e Beja (856 euros/m2).

 Cidades capitais de distrito

Os preços das casas aumentaram em 15 capitais de distrito, com Aveiro (22,8%), Setúbal (17,1%) e Braga (13,2%) a liderarem a lista. Seguem-se Leiria (11,9%), Viana do Castelo (10,9%), Faro (9,5%), Funchal (8,9%), Viseu (8,8%), Évora (7,3%), Lisboa (6,7%), Santarém (6,3%), Beja (4,7%) e Portalegre (3,8%). Já no Porto a subida foi de 2,2% e em Castelo Branco de 0,8%. Em Beja os preços mantiveram-se estáveis em 2021.

Por outro lado, os preços desceram em apenas em quatro capitais de distrito, sendo a maior descida em Vila Real (-5,3%). Seguem-se Ponta Delgada (-4,1%), Coimbra (-3,7%) e Bragança (-0,5%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 4.992 euros/m2. Porto (3.014 euros/m2) e Faro (2.184 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Portalegre (680 euros/m2), Guarda (749 euros/m2) e Bragança (768 euros/m2).

O índice de preços imobiliários do idealista

A partir do relatório referente ao primeiro trimestre de 2019, a metodologia de elaboração deste estudo foi atualizada. Após a incorporação do idealista/data no grupo idealista, foram introduzidas novas fórmulas de cálculo que contribuem para uma maior precisão na análise da evolução dos preços, particularmente em pequenas zonas. Ainda assim, a amostra na Ilha das Flores (Açores) não foi contemplada no estudo, por não ter sido considerada representativa nas datas em análise.

Por recomendação da equipa estatística do idealista/data, a fórmula para encontrar o preço médio foi atualizada: além de eliminar anúncios atípicos e com preços fora do mercado, calculamos o valor mediano em vez do valor médio. Com esta mudança, além de tornar o estudo mais próximo da realidade do mercado, homologamos a nossa metodologia com as que se aplicam em outros países para a obtenção de dados imobiliários.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O relatório continua a ter como base os preços de oferta publicados pelos anunciantes do idealista.

Preço das casas para arrendar desceu 4,3% em 2021

Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 4,3% em 2021, considerando os dados de dezembro de 2021 e do mesmo mês do ano passado. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 10,7 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de dezembro de 2021, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, a descida foi de -0,9%.

 Regiões

Durante o último ano, os preços das casas para arrendar desceram na Região Autónoma dos Açores (-8,7%), na Área Metropolitana de Lisboa (-4%) e no Norte (-1,7%). Por outro lado, foi no Alentejo onde se assistiu a uma maior subida dos preços (9,5%), seguida pelo Algarve (7,6%), Região Autónoma da Madeira (6,6%) e Centro (4,9%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,4 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (9,8 euros/m2), Norte (9,1 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (8,6 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,5 euros/m2), a Região Autónoma dos Açores (6,6 euros/m2) e o Alentejo (7 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, as maiores descidas de preços tiveram lugar na Ilha de São Miguel (-13,5%), Viseu (-8,1%), Lisboa (-3,8%), Aveiro (-1,5%) e Porto (-0,6%). Em sentido contrário, subiram em Castelo Branco (20%), Viana do Castelo (18,5%) e Leiria (11,9%). Seguem-se na lista Vila Real (8,6%), Faro (7,6%), Ilha da Madeira (6,5%), Coimbra (6%), Setúbal (5,6%) e Santarém (2,3%). Em Braga e Évora, o preço do arrendamento manteve-se praticamente inalterado em 2021 em ambos os distritos (-0,1%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (12,7 euros/m2), seguida por Faro (9,8 euros/m2), Porto (9,8 euros/m2), Setúbal (8,9 euros/m2), Ilha da Madeira (8,6 euros/m2), Évora (7,1 euros/m2) e Coimbra (7 euros/m2). Arrendar casa em Aveiro custa 6,8 euros/m2, na Ilha de São Miguel 6,6 euros/m2, em Leiria 6,3 euros/m2 e em Braga 6,2 euros/m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (4,6 euros/m2), Viseu (4,6 euros/m2), Santarém (5,1 euros/m2), Castelo Branco (5,9 euros/m2) e Viana do Castelo e Braga (ambas com 6,2 euros/m2).

 Cidades capitais de distrito

O preço de arrendamento em 2021 desceu apenas em Lisboa: arrendar casa na capital é agora 2,9% mais barato. Por outro lado, os preços aumentaram em Castelo Branco (20,7%), Viana do Castelo (14,3%), Faro (12,2%), Coimbra (7,6%), Funchal (7,3%) e Braga (7%). Seguem-se Setúbal (6,7%), Leiria (5,9%), Viseu (5,8%), Santarém (4,2 euros/m2) e Aveiro (2,8%). Na cidade do Porto, os preços mantiveram-se praticamente estáveis em 2021, com uma subida de 0,2%.

 Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,4 euros/m2. Porto (10,7 euros/m2) e Faro (8,9 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Viseu (5 euros/m2), Santarém (5,2 euros/m2), Castelo Branco (5,2 euros/m2), Leiria (5,8 euros/m2) e Viana do Castelo (6 euros/m2).

Índice de preços imobiliários do idealista

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

Por:Idealista

Casas de luxo em Portugal:Lisboa e Faro são distritos mais procurados

Grandes fortunas, um pouco por todo o planeta, têm os olhos postos no mercado imobiliário português, mais especificamente, nas casas de luxo. Mas existem alguns países com especial interesse nas propriedades de luxo do nosso país: os espanhóis (11,7%) são os que mais pesquisas de imóveis deste tipo realizam, seguidos pelos ingleses (11,6%), norte-americanos (9,7%), franceses (9,5%) e alemães (8,9%). Os dados são revelados num estudo realizado pelo idealista, que analisa a procedência internacional das pesquisas de imóveis à venda em Portugal por mais de 1 milhão de euros.

Este interesse internacional por imóveis de luxo em Portugal concentra-se na sua maioria em seis distritos, que acumulam 88,8% das visitas para procura de casas de luxo à venda no país.

Os dados, segmentados por distritos, revelam que Lisboa é a zona preferida dos investidores estrangeiros, visto que 40% das pesquisas internacionais de propriedades de gama alta se concentra neste distrito. Os principais interessados neste produto de luxo são os espanhóis (13,0%), norte-americanos (11,1%), ingleses (10,8%), brasileiros (10,4%) e franceses (7,1%).

No ranking dos seis distritos com mais interesse para os compradores de alto standing surge depois o distrito de Faro, com 28% das pesquisas de luxo realizadas por estrangeiros. As nacionalidades que mais procuram casas de luxo no Algarve são a inglesa (12,9%), holandesa (11,5%), francesa (10,5%), alemã e espanhola (10,0% em ambos os casos).

A terceira posição do ranking vai para Setúbal com 8% das pesquisas. Os países que revelaram mais interesse neste distrito foram a Alemanha (15,1%), Espanha (14,1%), Reino Unido (11,7%), França (10,5%) e Estados Unidos (7,6%).

O distrito do Porto ocupa a quarta posição com 6% das pesquisas de luxo realizadas por estrangeiros. Os espanhóis foram os que mais interesse mostraram com 13,6% das visitas. Seguem-se os brasileiros (12,5%), franceses (11,9%), norte-americanos (11,2%) e ingleses (7,5%).

O quinto lugar vai para a Ilha da Madeira, concentrando 4% das pesquisas de luxo que se realizam em Portugal por parte dos estrangeiros. Os ingleses (21,1%) e os alemães (20,9%) são os mais ativos na procura, seguidos pelos norte-americanos (5,4%), suíços (4,6%) e os franceses com 4,3% das pesquisas.

Por último, no sexto lugar do ranking, surge o distrito de Braga com 2% das pesquisas. A nacionalidade que mais revelou interesse por este distrito foi a francesa (25,7%), seguida pelos brasileiros (12,0%), suíços (10,5%), espanhóis (10,0%) e ingleses (8,3%).

Por:Idealista