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Tag Archives: idealista

Preçário de casas para arrendar sofreram uma descida

Os preços das casas para arrendar em Portugal apresentaram uma descida residual de 0,1% em abril, fixando-se em 11 euros por metro quadrado (m2). Em relação à variação trimestral, a descida foi de 1,4%, segundo o índice de preços do idealista. Em termos anuais, ou seja, face a abril do ano passado, a descida foi de 7%.

 Regiões

Durante o mês de abril, os preços das casas para arrendar desceram no Alentejo (-3,4%), na Região Autónoma da Madeira (-1,3%), no Norte (-0,7%) e na Área Metropolitana de Lisboa (-0,6%). Por outro lado, foi no Algarve onde se assistiu a uma maior subida dos preços, sendo a subida de 1,8%, seguida pelo Centro (1,1%) e Região Autónoma dos Açores (0,5%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,5 euros por m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve e Norte (9,2 euros por m2 em ambas as regiões) e Região Autónoma da Madeira (8,2 euros por m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,4 euros por m2), o Alentejo (6,8 euros por m2) e a Região Autónoma dos Açores (7,3 euros por m2) que são as regiões mais baratas.

 Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, as maiores descidas em abril tiveram lugar em Vila Real (-8,6%), Santarém (-4%), Ilha da Madeira (-1,3%), Braga (-1,1%) e Aveiro (-0,9%). Seguem-se na lista Lisboa (-0,6%), Viseu (-0,4%) e Porto (-0,3%). Os preços em Setúbal mantiveram-se estáveis durante este período.

No sentido contrário, aumentaram em Coimbra (4%), Castelo Branco (3,1%), Viana do Castelo (2,5%), Ilha de São Miguel (2,2%), Faro (1,8%) e Leiria (0,1%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é Lisboa (12,8 euros por m2), seguido pelo Porto (9,9 euros por m2), Faro (9,2 euros por m2), Setúbal (8,5 euros por m2) e Ilha da Madeira (8,2 euros por m2). Arrendar casa na Ilha de São Miguel custa 7,7 euros por m2, em Coimbra 7 euros por m2, Aveiro 6,9 euros por m2 e Braga 6 euros por m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Vila Real (4,5 euros por m2), Santarém (4,8 euros por m2), Castelo Branco (4,9 euros por m2), Viseu (5,2 euros por m2), Viana do Castelo (5,5 euros por m2) e Leiria (5,7 euros por m2).

Cidades capitais de distrito

O preço de arrendamento desceu em 9 capitais de distrito, com Évora (-7,4%) e Castelo Branco (-5,5%) a liderar a lista. A acompanhar esta descida de preços seguem-se Ponta Delgada (-2,5%), Viseu (-2,3%), Braga (-1,8%), Funchal (-1,7%), Setúbal (-1,1%), Lisboa (-0,9%) e Porto (-0,2%).

Por outro lado, os preços aumentaram em Faro (4,5%), Viana do Castelo (3,9%), Coimbra (3,8%), Leiria (3,5%) e Aveiro (0,6%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,4 euros por m2. Porto (10,6 euros por m2) e Faro (8,4 euros por m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (4,4 euros por m2), Viseu (5,1 euros por m2) e Leiria (5,1 euros por m2)

Por:Idealista

Estudo: Lisboa e Porto são as cidades mais atrativas para os emigrantes comprarem casa

Segundo estudo do Idealista, Os emigrantes portugueses que procuram casa no nosso país têm, na sua maioria, preferência pelas grandes cidades, segundo um estudo realizado pelo idealista, que analisou as pesquisas efetuadas em português com origem em países de língua não portuguesa. O distrito de Lisboa concentra 23,6% das pesquisas dos portugueses no estrangeiro, seguido pelo distrito do Porto (16,2%), Faro (9,3%), Setúbal (9,2%), Braga (8,8%) e Aveiro (5,6%). Seguem-se Leiria (4,2%), Santarém (3,5%), Viseu (3,2%), Coimbra (3,1%), Viana do Castelo (2,3%) e Ilha da Madeira (2,2%).

Por outro lado, os distritos que menos despertam o interesse dos portugueses no estrangeiro são Ilha Terceira, com 0,2% das pesquisas, seguida pelo distrito de Bragança (0,6%), Ilha de São Miguel (0,6%), Guarda (0,9%), Portalegre (1%), Beja (1,2%), Vila Real, Castelo Branco e Évora (1,5% nas três cidades).

Os emigrantes procuram, na sua maioria, imóveis à venda em todos os distritos, com 85% do total das pesquisas a nível nacional. Já em Lisboa, 27% das pesquisas realizadas foram para a procura de habitação para arrendar e no Porto, 17% para o mesmo fim.

Top 5 cidades mais procuradas

No ranking das cidades mais procuradas desde o estrangeiro pelos portugueses, na primeira posição encontra-se Lisboa para todas as pesquisas com origem em França, Reino Unido, Alemanha, Espanha e Itália. Porto e Cascais também predominam as pesquisas realizadas, surgindo no Top5 dos mesmos países. Vila Nova de Gaia aparece na segunda posição para pesquisas feitas desde França e quarta desde a Alemanha. O Seixal é a quarta cidade mais pesquisa pelos portugueses no Reino Unido e Oeiras a quarta mais procurada desde Espanha e sexta desde Itália. Por último, o norte de Portugal está representado por Braga, surgindo na sexta posição das pesquisas com origem em França e Alemanha.

Por:Idealista

Estudo:Espaço, espaço, espaço… o fator que está a fazer subir os preços das casas na pandemia

Procura por casas com mais espaço, interior e exterior, está a impactar a evolução dos custos dos imóveis residenciais, segundo uma análise do idealista.

Os preços das casas, ainda que menos do que em anos anteriores, continuaram a aumentar em 2020, em termos médios, no país – e a tendência de subida deverá manter-se este ano. E o que explica este fenómeno num contexto de crise económica gerada pela Covid-19? A pandemia e os confinamentos trouxeram novas necessidades em termos habitacionais, gerando um aumento da procura por casas com mais espaço, interior e exterior. E o espaço é exatamente o fator que mais impacto está a ter na evolução dos custos dos imóveis residenciais, tal como mostra a análise do idealista.

As penthouses têm sido as “rainhas” deste período em que se identificaram novas prioridades habitacionais, tornando-se 9,3% mais caras num ano. O preço por metro/quadrado (m2) das coberturas passou de 3.121 euros em dezembro de 2019 para 3.411 euros no final de 2020, evidenciando o interesse pelo tipo de comodidades que costumam oferecer estes apartamentos: boa divisão de espaços – permitindo melhor conciliação familiar com teletrabalho; terraços e vistas desafogadas.

Mas não só. Ao analisar os dados fornecidos pelo idealista/data (com base nos anúncios de imóveis residenciais à venda publicados no portal em 2020), pode constatar-se que o preço dos apartamentos em geral com terraço, moradias e quintas também aumentou – mais uma vez, trata-se de tipologias que se distinguem por terem mais espaços ao ar livre e jardins, que funcionam como balões de oxigénio, e que se têm revelados fundamentais durante o confinamento – novamente prolongado em Portugal.

Os apartamentos com terraço tornaram-se 7,3% mais caros num ano, passando de 2.549 euros para 2.734 euros por m2. Nas moradias, o mesmo cenário, registando-se uma variação anual de 7%, com o preço do m2 a passar de 1.457 euros por m2 em dezembro de 2019 para 1.559 euros por m2 em dezembro de 2020. As quintas também ficaram 6,2% mais caras, com o preço do m2 a subir de 1.339 para 1.422 euros por m2. Um comportamento que se mostra alinhado com as novas tendências de mercado, tal como pudemos constatar neste artigo do idealista/news sobre as as casas mais procuradas em tempos de pandemia.

“Desde o início da pandemia, percebemos que os preços no mercado residencial de venda não baixaram, pelo contrário, de um modo geral, subiram ligeiramente. A procura por imóveis com mais espaço, seja inteiro ou interior, aumentou consideravelmente, e os preços seguiram essa tendência crescente, especialmente quando analisamos imóveis com características específicas, como terraços e jardim. Analisar a procura é essencial para perceber as variações na oferta”, aponta Inês Campaniço, responsável do idealista/data em Portugal.

Os preços subiram na generalidade das tipologias, mas há um dado curioso, que importa destacar. O valor por m2 subiu, num ano, cerca de 4,9% nos apartamentos sem quartos (T0), de 3.680 para 3.860 euros por m2. Em muitos dos casos este tipo de casas corresponde a lofts e casas em openspace, uma tipologia cada vez mais procurada por millennials e, nacionais e estrangeiros, bem como por altos quadros de profissionais que vêm trabalhar para Portugal, sem família, por exemplo, e que estão à procura de um espaço deste tipo para ficar durante períodos mais curtos de tempo e que podem explicar esta tendência. Não são necessariamente espaços pequenos, mas produtos “trendy”e bem localizados.

Os apartamentos com 4 ou mais quartos foram os únicos a registar uma quebra de preço. O valor por m2 caiu 0,4%, de 2.904 para 2.893 euros, algo que poderá estar relacionado com o próprio perfil de compradores deste tipo de casas, que dará preferência, neste caso, às moradias – tendo em conta que poderá beneficiar de áreas relativamente iguais, com vários quartos, mas com o benefício de ter um jardim ou espaço ao ar livre.

Os dados fornecidos pelo idealista/data revelam ainda uma outra diferença, particularmente interessante, no que às subidas de preços diz respeito. Os apartamentos com jardim mas sem piscina viram o preço por m2 subir mais que os apartamentos com jardim e piscina: no primeiro caso, os valores subiram 5,6%, (de 2.125 para 2.245 euros por m2) e, no segundo, 2,7% (de 2.987 para 2.977 euros por m2). Uma tendência que estará relacionada com o facto de uma casa com piscina significar mais custos de manutenção, no futuro, que uma casa só com jardim e espaço ao ar livre.

Por:Idealista