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Tag Archives: literatura

Pinhel – Abeirar- Passeio Interpretativo inspirado pela água e pela literatura

Teve lugar em terras pinhelenses , a caminhada promovida pela Biblioteca Municipal de Pinhel no âmbito do projeto “Abeirar” abriu portas à retoma de atividades ao ar livre promovidas pela autarquia pinhelense, inspirada na temática da água e na obra do autor pinhelense Pereira da Graça.
Em fase de desconfinamento progressivo, um momento muito interessante, esta caminhada organizada e devidamente documentada, não fosse a presença de Gastão Antunes, professor de Biologia e Geologia do Agrupamento de Escolas de Pinhel, e Thierry Aubry, arqueólogo e geólogo da Fundação Côa Parque, que foram partilhando os seus conhecimentos nas respetivas áreas, ao longo de um percurso inspirador, quer em termos de formações geológicas e de biodiversidade, como no que diz respeito ao estudo da presença humana por terras do Vale do Côa.
Mais uma iniciativa, organizada localmente pelo Município de Pinhel, com a participação da Biblioteca e da Seção de Desporto, contou ainda com as parcerias da Rede Intermunicipal das Bibliotecas das Beiras e Serra da Estrela, da Plataforma de Ciência Aberta associada ao Município de Figueira de Castelo Rodrigo, do Estrela Geopark Mundial da UNESCO e da Universidade da Beira Interior.
Num convite à descoberta e exploração dos recursos do território, o percurso levou os participantes numa agradável caminhada desde o Bogalhal Velho até à beira do rio Côa, pautada por momentos de leitura, a cargo do Movimento Poético de Pinhel, de algumas passagens de obras da autoria de José Pereira da Graça, que também marcou presença na iniciativa.

“𝘖𝘴 𝘤𝘢𝘷𝘢𝘭𝘰𝘴, 𝘮𝘦𝘴𝘮𝘰 𝘤𝘰𝘮 𝘰𝘴 𝘧𝘳𝘦𝘪𝘰𝘴 𝘤𝘰𝘭𝘰𝘤𝘢𝘥𝘰𝘴, 𝘣𝘦𝘣𝘪𝘢𝘮 á𝘨𝘶𝘢 𝘤𝘰𝘳𝘳𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘯𝘰𝘴 𝘳𝘪𝘣𝘦𝘪𝘳𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘥𝘦𝘴𝘤𝘪𝘢𝘮, 𝘵𝘢𝘨𝘢𝘳𝘦𝘭𝘢𝘴 𝘦 𝘴𝘢𝘭𝘱𝘪𝘤𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴, 𝘥𝘰𝘴 𝘤ô𝘮𝘰𝘳𝘰𝘴 𝘳𝘦𝘷𝘦𝘴𝘵𝘪𝘥𝘰𝘴 𝘥𝘦 𝘦𝘳𝘷𝘢 𝘮𝘰𝘭𝘩𝘢𝘥𝘢 𝘢 𝘣𝘳𝘪𝘭𝘩𝘢𝘳 𝘢𝘰 𝘴𝘰𝘭. 𝘕𝘰𝘴 𝘭𝘦𝘪𝘵𝘰𝘴 𝘤𝘰𝘮𝘦ç𝘢𝘷𝘢 𝘢 𝘥𝘦𝘴𝘱𝘰𝘯𝘵𝘢𝘳 𝘢 𝘧𝘳𝘦𝘴𝘤𝘶𝘳𝘢 𝘢𝘱𝘦𝘵𝘪𝘵𝘰𝘴𝘢 𝘥𝘢𝘴 𝘮𝘦𝘳𝘶𝘨𝘦𝘴 𝘦 𝘰𝘴 𝘢𝘻𝘦𝘥õ𝘦𝘴 𝘤𝘳𝘦𝘴𝘤𝘪𝘢𝘮 𝘯𝘢𝘴 𝘧𝘪𝘴𝘴𝘶𝘳𝘢𝘴 𝘥𝘢𝘴 𝘱𝘢𝘳𝘦𝘥𝘦𝘴 𝘮𝘶𝘴𝘨𝘰𝘴𝘢𝘴. 𝘖𝘴 𝘤𝘢𝘳𝘷𝘢𝘭𝘩𝘢𝘪𝘴 𝘫á 𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢𝘮 𝘢𝘤𝘢𝘣𝘢𝘥𝘰 𝘥𝘦 𝘳𝘦𝘯𝘰𝘷𝘢𝘳 𝘢 𝘧𝘰𝘭𝘩𝘢. 𝘈𝘴 𝘧𝘭𝘰𝘳𝘻𝘪𝘵𝘢𝘴 𝘳𝘢𝘴𝘵𝘦𝘪𝘳𝘢𝘴 𝘦 𝘱𝘳𝘦𝘤𝘰𝘤𝘦𝘴 𝘪𝘢𝘮 𝘴𝘶𝘨𝘦𝘳𝘪𝘯𝘥𝘰 𝘢 𝘱𝘰𝘭𝘪𝘤𝘳𝘰𝘮𝘪𝘢 𝘱𝘳𝘦𝘴𝘵𝘦𝘴 𝘢 𝘦𝘮𝘦𝘳𝘨𝘪𝘳 𝘦 𝘢 𝘨𝘦𝘯𝘦𝘳𝘢𝘭𝘪𝘻𝘢𝘳-𝘴𝘦. 𝘖 𝘤𝘶𝘤𝘰 𝘦 𝘢 𝘱𝘰𝘶𝘱𝘢, 𝘤𝘰𝘮 𝘢𝘴 𝘤𝘢𝘳𝘢𝘤𝘵𝘦𝘳í𝘴𝘵𝘪𝘤𝘢𝘴 𝘱𝘦𝘯𝘢𝘴 𝘯𝘰 𝘢𝘭𝘵𝘰 𝘥𝘰 𝘤𝘰𝘤𝘶𝘳𝘶𝘵𝘰, 𝘫á 𝘯ã𝘰 𝘩𝘢𝘷𝘪𝘢𝘮 𝘥𝘦 𝘥𝘦𝘮𝘰𝘳𝘢𝘳 𝘮𝘶𝘪𝘵𝘰 𝘢 𝘷𝘰𝘭𝘵𝘢𝘳 𝘥𝘰𝘴 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘭𝘰𝘤𝘢𝘪𝘴 𝘥𝘦 𝘮𝘪𝘨𝘳𝘢çã𝘰.

in O Falcão d’El Rei, de José Pereira da Graça
Foto: MP

Candidaturas abertas para a 17ª edição do Prémio Eduardo Lourenço

Estão abertas as candidaturas à 17ª edição do Prémio Eduardo Lourenço, galardão instituído pelo Centro de Estudos Ibéricos destinado a premiar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas.

O Prémio, no montante de 7.500,00€ (sete mil e quinhentos euros), será atribuído por um júri constituído pelos membros da Direção do Centro de Estudos Ibéricos (Reitor da Universidade de Coimbra, Reitor da Universidade de Salamanca e Presidente da Câmara Municipal da Guarda) e por mais oito elementos (representantes das Comissões Executiva e Científica do CEI e quatro personalidades convidadas pela Direção).

Qualquer instituição ou pessoa pode enviar propostas de candidatura até 9 de abril de 2021 para o Centro de Estudos Ibéricos, podendo o Regulamento ser consultado em  http://www.cei.pt/pel/

Personalidades de relevo de Portugal e Espanha galardoadas nas anteriores edições: Maria Helena da Rocha Pereira, Professora Catedrática de Cultura Greco-Latina (2004), Agustín Remesal, Jornalista (2006), Maria João Pires, Pianista (2007), Ángel Campos Pámpano, Poeta (2008), Jorge Figueiredo Dias, Professor Catedrático de Direito Penal (2009), César António Molina, Escritor (2010), Mia Couto, Escritor (2011), José María Martín Patino, Teólogo (2012), Jerónimo Pizarro, Professor e Investigador (2013), Antonio Sáez Delgado, Professor e Investigador (2014), Agustina Bessa-Luís, Escritora (2015), Luis Sepúlveda, Escritor (2016), Fernando Paulouro das Neves, Jornalista e Escritor (2017), Basilio Lousada Castro, Escritor (2018), Carlos Reis, Professor e Investigador (2019) e Ángel Marcos de Dios, Professor e Investigador (2020).

Maria Leonor Pinheiro Carvalhão venceu Concurso Literário com o tema “A importância dos avós na Família”

Teve lugar, na papelaria/livraria Adrião, a entrega dos três primeiros prémios desta que foi a terceira edição do Concurso Literário com o tema “A importância dos avós na Família”, cujo mote é a família, inserido no Eixo da Rede Social – promover a funcionalidade familiar, a criatividade, o gosto pela leitura e pela escrita. “Os textos dos vencedores são de elevada qualidade linguística, tanto na prosa como no verso, onde foi vertida toda a emoção e todo o sentimento pelos avós, perpetuando para sempre a sua presença!” – sublinhou a vereadora da Ação Social da Câmara Municipal de Mangualde, Maria José Coelho.

 Os grandes vencedores foram: 1.º prémio, para Maria Leonor Pinheiro Carvalhão com o texto “Quando crescer quero ser um comboio”; 2.º prémio, para Lia Maria Cristóvão Martins Coelho com o texto “Saudades”; e 3.º prémio, para José Miguel dos Santos Gonçalves Batista com o texto “Bosque da Vida”. O primeiro lugar recebeu um Cruzeiro no Douro para duas pessoas (Intemporal Odisseia), o segundo um voucher de Livros no valor de 50€ (Papelaria Adrião), e o terceiro um jantar para duas pessoas (Restaurante Galitos). Todos os participantes receberam um certificado de participação.

 A organização da Câmara Municipal de Mangualde deixou, durante a cerimónia, um especial agradecimento aos elementos do júrio – Ana Amaral, Teresa Amaral, Cristina Lopes e Henrique – ao professor e escritor Fernando Pereira, que apresentou as suas obras nesta cerimónia, ao grupo do projeto Pontos&Encontros, aos MelodyGuys, ao grupo de alunas de dança da Universidade Sénior e à sua professora Sandra Fortunato.

Este concurso, de manifesto interesse pedagógico e literário, destinou-se a autores residentes no concelho de Mangualde, com idade igual ou superior a 15 anos, que apresentaram os seus trabalhos nas áreas da prosa e da poesia. Promover a parentalidade positiva, valorizar a figura dos avós na família e na sociedade, estreitar laços afetivos, fomentar e consolidar hábitos de escrita e de leitura e promover a criatividade e a imaginação foram os objetivos do concurso onde a criatividade e inovação, a qualidade literária e a coerência e coesão do texto estiveram em análise.

 

Maria Teresa Maia Gonzalez apresentou mais 2 livros

Recentemente, a escritora Maria Teresa Maia Gonzalez, apresentou mais dois livros, «O livro do Pai-Nosso» e «O meu anjo da guarda e eu»,na Editora Paulus.

Assim mais duas publicações para os jovens que assim, podem ver retratados estes dois temas.

Mais um bom momento na vida da escritora com raízes em Fornos de Algodres.

Por:AP Foto:Paulus

Conversa com escritor fornense Júlio Pina

11817185_10206158049342253_37001337916503401_nFomos conversar com Júlio César Fonseca Pina, um emigrante português com naturalidade no concelho de Fornos de Algodres, um escritor de contos.

Magazine serrano- Como surgiu a oportunidade desta publicação?

Júlio Pina – Esta oportunidade surgiu quando me apercebi de que existia uma maneira mais eficaz do que o habitual de publicar livros: por via eletrónica, conhecido por Ebook. Sempre desejei publicar algo e esta via de publicação serviu bem para realizar este sonho.

MS – Fale-nos um pouco desta publicação?

JP– Estes contos… “são derivados de experiência própria com início na infância e adolescência. Ao longo dos anos até a idade adulta, outros contos adicionaram cor à minha história pessoal, que também estão incluídos para o vosso prazer de leitura. Lambreta de Terror: Sim, há malucos lá fora; Raciocínio Falhado: Será que vale a pena morrer por uma experiência de esqui? Tragédia Evadida: Sobreviver a uma fossa de fogo; Uma Rosa e um Cavalo de Carrossel: Cabelo escuro e olhos verdes … Ela é casada. Ou não será? Tesouros do Passado: uma caminhada mini-arqueológica / geológica na natureza em Portugal; Um Conto de Imigração: Um exemplo vivo da experiência, saudade e tribulações envolvidas”.

MS  – O que serviu de inspiração, para escrever?

JP – Desde que entrei na universidade, dei conta que possuía um dom na escrita. Tanto quanto mantive ao longo dos anos a escrita como um hobbie, mas nunca tinha publicado a sério. Ultimamente, a inspiração surgiu da própria vida e do desejo de a compartilhar.

14572253_10207521717783061_8450536164031630116_nMS – Uma publicação ao alcance de toda a comunidade no mundo?

JP – Publicar eletronicamente não é fácil, mas quando se consegue, o objetivo é alcançar quantos mais leitores possível. Existem plataformas na Internet precisamente para esse fim, tal como Amazon ou Kobo, entre outras. Atualmente, o meu livro está disponível em cinco dos sete continentes do mundo (excluindo os polos).

MS – De certo espera que este livro seja muito procurado pelos leitores?

JP-O livro baseia-se, em contos verídicos no género de memórias/autobiografia. De certo existem muitos leitores que se identifiquem com alguns desses contos, enfim fazem parte da vida. De facto existe um mercado para livros de tal género.

MS – Esta será a primeira de mais obras escritas por si?

JP– Esta foi a primeira obra publicada por mim. Originalmente escrevi em inglês, depois a traduzi para português. A seguir pretendo traduzi-la para espanhol com o objetivo de alcançar ainda mais leitores pelo mundo fora.  Depois só o tempo ditará o que vem a seguir, mas gostaria de publicar novamente novo material.

Reportagem de António Pacheco

O livro: “Contos Verdadeiros e Auto Experientes” para Portugal encontrasse disponível em:

https://store.kobobooks.com/pt-pt/ebook/contos-verdadeiros-e-auto-experientes

no resto do mundo:

https://www.amazon.com/dp/B01LYUYLN1

https://www.smashwords.com/books/view/667174

http://www.barnesandnoble.com/w/contos-verdadeiros-e-auto-experientes-j-c-fon/1124676807?ean=2940153744810

Também como ibook na Apple

 

Apresentação do livro “O Rio de Esmeralda” em Mangualde

Manguallivrode acolhe, nesta sexta-feira (dia 23 de setembro), a apresentação do livro “O Rio de Esmeralda”. O romance será apresentado pelas 21h30 na Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves e conta com a presença do autor, José Rodrigues, e de Sara Augusto que é responsável pelo prefácio e ilustradora do romance, através das fotografias.

O autor, que tem formação superior em gestão e carreira como consultor empresarial e formador, descreve assim a obra: A idade madura traz consigo uma capacidade de arriscar que é vivida de forma consciente cada minuto. A transgressão pode ter sentidos inesperados e o suposto desvio pode ser o caminho certo. Esmeralda experienciou a liberdade para poder escolher e quando escolheu, porque procurou saber a raiz da sua escolha, foi de forma inteira. A ousadia de sair da rotina e procurar conscientemente o caminho em que nos completamos não é para todos. Nada, mesmo nada se pode exigir a quem se ama, muito menos quando quem se ama já conquistou o mundo.

Por:Mun.Mangualde

PRÉMIO LITERÁRIO JUVENIL – UM CONTO ATÉ AO FIM EM GOUVEIA

umcontoateaofim1Matilde Duarte Freitas e Jacinta Manuel Manta são as vencedoras do Prémio Literário Juvenil – um conto até ao fim.

O Concurso, que se propõe promover e consolidar hábitos de leitura, entre os jovens, distinguiu na categoria Ensino Básico (do 5º ao 9º ano), a obra “O Voo do Velho Sem Asas” de Matilde Duarte Freitas e na categoria Ensino Secundário (do 10º ao 12º ano) a obra “As Janelas de Margarida”, de Jacinta Manuel Manta.

O Júri que decidiu no passado dia 7 de julho, a atribuição do Prémio Literário juvenil – um conto até ao fim, era formado por João Rebocho, bibliotecário em representação do Município de Gouveia e as Professoras Elsa Pinto e Cândida Oliveira, bibliotecárias escolares do Agrupamento de Escolas de Gouveia.

O Prémio que tem como principal objetivo incentivar o gosto pela leitura está integrado nas comemorações do Centenário do Nascimento de Vergílio Ferreira, uma iniciativa que o Município de Gouveia tem vindo a desenvolver ao longo do ano de 2016 em jeito de homenagem ao escritor da terra, Vergílio Ferreira.

As comemorações que tiveram início no dia 28 de Janeiro de 2016, decorrem ao longo do ano, num extenso programa de atividades comemorativas, tais como, exposições, colóquios, roteiros, concertos, tertúlias, peças de teatro, e encerrarão um ano depois, precisamente a 28 de janeiro de 2017.

Os prémios serão entregues no dia 15 de agosto, Dia do Município.

Por:Mun.Gouveia

13ª Feira do Livro de Pinhel abre dia 19

  O Município de
Pinhel vai levar a efeito a 13ª Feira do Livro de Pinhel, a ter início
dia 19 de maio (terça-feira) com a cerimónia de inauguração,
pelas 21.00h, no Jardim 5 de Outubro, em Pinhel (frente ao
Cineteatro São Luís). 

  Nesta feira do
livro pode encontrar livros de todas a diversas áreas, mas também uma boa forma
de poder aprofundar os seus conhecimentos literários.
  Esta  Feira do Livro estará
patente ao público até dia 24 de maio (domingo), com um diversificado programa
que inclui teatro, música, hora do conto, apresentação de livros e uma
caminhada.
 Por: Município de Pinhel

Lançamento da obra: “DIAMANTES DE VIDA” EM MANGUALDE

   A Biblioteca
Municipal Dr. Alexandre Alves, em Mangualde, acolhe na próxima quinta-feira,
dia 23 de abril, pelas 21h30, o lançamento da obra “Diamantes de
Vida”, de Mário Rodrigues Ferreira e chancela da Alphabetum – Edições
Literárias. A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Mangualde,
acontece no âmbito da comemoração do Dia Mundial do Livro e integra-se na atividade
do Clube de leitura da Biblioteca Municipal.

 “Diamantes
de Vida” é uma obra perturbadora, de um realismo vivo e, muitas vezes,
sentimental, que se tece entre histórias distintas do passado, presente e
futuro que se entrecruzam e se complementam. Três viagens. Uma, fugindo não se
sabe de quê, num misto de inexperiência e ingenuidade. Outra, pelo interior de
si próprio, fugindo de si e de todos, num misto de credulidade e medo. E uma
última: Um olhar sobre o nada que fica mesmo antes do que podia ser tudo. Mário
Rodrigues Ferreira espera que a leitura de “Diamantes de Vida” estimule nos
leitores a ideia de que “devemos viver com a certeza que a vida é uma dádiva e
que tem que valer a pena”.
 O autor,
Mário Rodrigues Ferreira nasceu a 4 de Junho de 1966, “no tempo dos morangos,
num ano em que as frutas ainda tinham época”, refere. Depois de terminar os
estudos e o serviço militar obrigatório, passados três anos, iniciou o seu
percurso profissional numa instituição de crédito nacional. Ao longo dos
últimos 25 anos, paralelamente ao serviço bancário, Mário Rodrigues Ferreira
tem desenvolvido trabalho em arqueologia terrestre e subaquática, tendo
publicado cerca de uma dúzia de livros da especialidade. Soma ainda a estas
atividades, a de professor universitário. Apesar de ter sempre escrito, o autor
assume que o fazia apenas para si e que deitava tudo fora. “Até que um dia, há
uns anos”, explica, “resolvi não deitar para o lixo e surgiu o “Diamantes
de Vida”, o primeiro livro de ficção que chega agora ao público pela
Aphabetum, uma escolha fomentada por indicação de alguém e também pela forma
como olha os autores.
Esta iniciativa será aberta a toda a comunidade. 
Por: Mun.Mangualde