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Mensagem de D. António Luciano, Bispo da Diocese de Viseu para a Quaresma

diocese viseu

Vivamos um tempo santo

Neste início de Quaresma, D. António Luciano, Bispo da Diocese de Viseu deixa umas palavras sobre este tempo de jejum, traçando vários pontos:
Uma mensagem de fé, esperança e caridade para percorrer um caminho novo
“A Quaresma é um caminho de fé, esperança e caridade” (Papa Francisco) que nos introduz no deserto interior, que nos leva a procurar o sentido verdadeiro de Deus e da vida em autenticidade e profundidade, numa verdadeira comunhão humana e espiritual. É o encontro do Pai misericordioso com o filho pecador e é a experiência única da busca da graça divina, que apaga a miséria e a fragilidade humana. A pandemia do Covid-19 e as suas consequências destaparam-nos e agora como cristãos queremos revestir-nos do homem novo que nos ensina e ajuda a orientar e a procurar a Vida Nova segundo o Espírito. O seguimento de Jesus Cristo leva-nos a fazer a experiência quaresmal iniciando este “tempo favorável da salvação” como caminho provado e cheio de penitência na condução “ao deserto onde Jesus guiado pelo Espírito viveu quarenta dias e quarenta noites em jejum, oração e penitência”.
A perda do sentido e abandono de Deus, vivido pela maioria dos batizados, provoca uma nova pandemia causada pela falta de vivência espiritual do mandamento novo do amor, das bem-aventuranças e das obras de misericórdia. Este enfraquecimento de valores humanos, morais e espirituais leva a que a vida dos cristãos esmoreça no crescimento das virtudes e da santidade. A diminuição da experiência salvífica da fé e do enfraquecimento do mistério da comunhão, da unidade e corresponsabilidade na vida das nossas comunidades cristãs diminui a vitalidade da própria Igreja.
Uma vida nova de graça conduzida pelo Espírito Santo
Viver uma Quaresma diferente, atípica à tradição cristã, de vivência comunitária, é algo de estranho e inaceitável. Só razões de força maior, como a saúde pública de todos nós, pode levar à experiência deste cenário. Nos anos anteriores era um tempo forte marcado de uma espiritualidade e vivências sacramentais, religiosas e pastorais, que agora não se podem realizar. As normas e regras para o confinamento decretadas pelo Governo e pela DGS, exigem que o vírus da pandemia Covid-19 e das suas variantes, nos leve neste tempo litúrgico da Quaresma a aprofundar o espírito bíblico de conversão e de mudança de vida.
Aprendamos a dizer em cada dia: “Tende piedade de mim, Senhor, porque sou pecador” (Sl 50). Este é um momento de cura interior, de resiliência, de esperança profética, que nos convida a escutar a Palavra de Deus e o grito dorido do povo sofredor.
 Um tempo de conversão e renovação espiritual
O anúncio do Evangelho e a proposta da conversão feita por Jesus é uma exigência imprescindível do amor cristão, particularmente na sociedade atual, onde parece que perdemos os próprios fundamentos da visão antropológica, ética e espiritual da existência humana.
A conversão leva-nos à prática da virtude teologal da caridade, porque o nosso “Deus é amor” (1Jo 4,8.16). A caridade, na dupla faceta de amor a Deus e aos irmãos, é a síntese da vida moral do crente. Tem em Deus a sua origem e a sua meta (cf. São João Paulo II, O Terceiro Milénio, nº 50). À crise de civilização, há que responder com a civilização do amor, fundada sobre os valores universais de paz, solidariedade, justiça e liberdade, que encontram em Cristo a sua plena realização (cf. Ibidem, nº 51).
É preciso viver a Quaresma marcada pela mudança interior de cada ser humano, pela necessidade da conversão pessoal e pastoral imposta por esta pandemia, através de uma mudança profunda da prática de vivências humanas e espirituais que exilaram os cristãos na liberdade exígua das suas próprias casas, no teletrabalho, no trabalho em profissões indispensáveis.
Deus continua a falar sempre a cada um nós, quer através da Bíblia, da vida, dos acontecimentos, das pessoas, das propostas online que a própria pastoral diocesana nos oferece a todos e especialmente às famílias.
A Quaresma é o caminho de quarenta dias até à Páscoa do Senhor. É preciso preparar a vida cristã para chegar à celebração do mistério Pascal. São muitos os subsídios diocesanos que nos podem ajudar a alcançar o mandamento novo do amor, a vivência das bem-aventuranças e das obras de misericórdia. Neste tempo de confinamento, Deus permite-nos viver uma experiência em que os condicionalismos bíblicos do êxodo, do exílio, que caracterizaram a vida do povo de Israel, são hoje para nós cristãos um desafio e um compromisso a viver esta Quaresma com alegria, em peregrinação no “tempo favorável da salvação”.
 Meios para viver melhor a Quaresma
A pandemia que está a deixar marcas e dificuldades na vida de cada um de nós, precisa da mensagem e vivência da fé como antídoto para a indiferença religiosa e a falta de solidariedade fraterna para com os mais pobres, doentes e necessitados. A Quaresma que vamos iniciar quarta-feira de cinzas, dia de jejum e penitência, mas também com a realização dos Exercícios Espirituais para os sacerdotes, diáconos e consagrados, são um meio fundamental para vivermos este tempo até à Páscoa, como verdadeiro horizonte de servos humildes e administradores fiéis da Casa do Senhor.
As etapas da Quaresma marcadas por um tempo forte de pregação, de jejum, de abstinência, de penitência, de oração, de retiro espiritual, de vivência da Via-Sacra, de escuta da Palavra de Deus, de renúncia e de partilha, ajudam-nos a nascer de novo, para uma vida nova.
Ao vivermos este Ano dedicado a São José e a partir do dia 19 de março de 2021, Solenidade de São José, olhando para um Ano em que contemplamos a “Família Amoris Laetitiae”, é para nós um grande desafio pastoral a tudo fazer, para renovar, reinventar a Pastoral Familiar no horizonte do “acolher, discernir e acompanhar” as nossas famílias nas suas dificuldades humanas, eclesiais e pastorais. Preparando com alegria o mistério Pascal, convido-vos a um verdadeiro espírito de partilha e de renúncia, assim como aos cristãos das nossas comunidades e pessoas de boa vontade no peditório para a Cáritas, incentivar a partilha do Contributo Penitencial e assumir como caminho de conversão e renovação pastoral o nosso empenhamento e compromisso no peditório generoso da Renúncia Quaresmal, que este ano se destina, uma parte para ajudar a Igreja sofredora da Diocese de Pemba, província de Cabo Delgado, Moçambique, e a outra parte para socorrer as maiores necessidades da Diocese de Viseu.
Buscando a alegria do Mistério Pascal, não deixemos de corresponder a este apelo e mesmo em confinamento das celebrações, não deixemos de corresponder através das nossas paróquias e da Diocese aos apelos que nos estão a ser pedidos.
Vivamos um tempo Santo da Quaresma.
Que a proteção de Nossa Senhora das Dores, de São José, de São Teotónio, São Francisco e Santa Jacinta Marto e da Beata Rita Amada de Jesus nos ajudem nesta Quaresma a cuidar de todos, a rezarmos por todos e a ajudar a todos particularmente àqueles que sofrem e são vítimas da Pandemia Covid-19. Que a vacina chegue bem depressa a todos e seja um sinal de primavera e da verdadeira Páscoa cristã.

Casa do Concelho de Gouveia em Lisboa deixa mensagem para 2021

Assim neste arranque de 2021, a Casa do Concelho de Gouveia em Lisboa, pela voz do seu Presidente, Joaquim Cabral, deixando uma mensagem para o novo ano a toda a comunidade gouveense e geral.

“Estimados associados, amigos e gouveenses, quero deixar uma mensagem de esperança e de muita confiança para este ano de 2021. Espero que tenham passado um final de Ano de 2020, e este primeiro dia do Ano de 2021,
com muita saúde, Paz e muito Amor, com os corações cheios de esperança e Fé, para enfrentarmos a pandemia que nos limitou, em todos os sentidos, a vida de cada um. Acabou o Ano de 2020, não deixou saudades nem
recordações positivas, bem pelo contrário, aniquilou as nossas actividades. Tudo parou, respeitando as leis impostas pelas autoridades. Vamos em frente, não vamos perder a esperança e a confiança para darmos continuidade às actividades da nossa EMBAIXADA, que a 1 de Dezembro de 2021, completa 70 Anos de vida, e
podermos fazer o Seu Aniversário com a dignidade que Ela merece. Vamos acreditar e ultrapassar esta barreira para que este Ano de 2021, seja melhor para que todos possamos circular livremente, e prosseguirmos com as nossas iniciativas. Fazendo um balanço do Ano de 2020, posso dizer que foi um Ano muito atípico, na medida em que a partir do princípio de Março , todas as nossas atividades foram suspensas, devido à situação que o país ainda está a enfrentar, e tudo ficou parado, incluindo o 69.o aniversário da Casa, que infelizmente não se realizou com o programa que habitualmente é realizado. Neste primeiro dia de Janeiro de 2021, quero saudar e desejar um Bom e Feliz Ano Novo, ao Senhor Presidente do Município de Gouveia, Dr, Luís Tadeu, assim como ao Sr.Presidente da Mesa da Assembleia Municipal, Dr. Gil Barreiros, senhores Vereadores, funcionários e familiares.
Os mesmos Votos a todas as Colectividades e Bombeiros do Concelho, aos seus Dirigentes,muita força para darem continuidade aos seus objectivos. Saudar e Felicitar com os mesmos Votos, toda a população do Concelho de Gouveia, e acreditar que esta crise vai melhorar. Saudar e Felicitar com muito carinho, os Órgãos Sociais da Casa do Concelho de Gouveia, que brilhantemente me acompanham nestas caminhadas, e dedicam o Seu Amor à nossa Embaixada, para que Ela seja um exemplo a bem do Regionalismo e do Concelho de Gouveia, sempre com o mesmo lema ” POR AMOR À NOSSA TERRA”. Também aos nossos queridos Sócios. que, estando na área da grande Lisboa, em Gouveia ou na América, demonstram o carinho que têm e sentem pela Sua/Nossa Casa. Pena é que o número de Associados não aumente mais, para repor aqueles que infelizmente faleceram,ou outros com pouco interesse pela vida da Casa, até desistem não justificando o motivo. Nem todos os Concelhos do País, têm uma Casa Regional na Capital e o Concelho de Gouveia, orgulha-se de ter a sua EMBAIXADA em Lisboa desde 1951, fundada por ilustres Gouveenses, que hoje recordamos com muito respeito,onde queremos levar em frente esta Obra em Sua homenagem. Lanço o repto à juventude de Gouveia onde quer que se
encontrem, acompanhem a vida da Casa através das Redes Sociais, e demonstrem o seu bairrismo, as suas origens, que não podemos perder a nossa identidade. Se não tivermos novos Sócios a aderir à vida da Casa, será uma situação preocupante. A Casa precisa de mais Sócios, a Casa é dos Sócios. A minha gratidão à Câmara Municipal de Gouveia, pelo seu apoio imprescindível que concede à Nossa Embaixada, sem o qual não poderá sobreviver. BEM-HAJAM !!
Um Novo Ano muito Feliz a todos com muita saúde e esperança no futuro”.

Mensagem de Natal do Presidente da FPF, Fernando Gomes

Assim, Fernando Gomes dirigiu-se à comunidade e deixou a seguinte mensagem de Natal:”A Federação Portuguesa de Futebol viveu no ano de 2020 os maiores desafios dos seus 106 anos de história.

Num ano marcado pelo aparecimento da pandemia, as vitórias e as derrotas, as alegrias e as tristezas, pela primeira vez no nosso historial, não poderão ser medidas pelos resultados das seleções ou pelas conquistas em campo.

O nosso sucesso em 2020, sejamos claros, passou muito mais pela nossa capacidade de servir aqueles que precisavam verdadeiramente de ajuda ou dos que mais se sacrificaram para poder ajudar o País e o mundo a encontrar uma janela de esperança nos dias mais escuros.

Procurámos dar a mão ao mundo do futebol, mas principalmente à sociedade civil – oferecendo o nosso know how, os nossos recursos financeiros e humanos e, essencialmente, a nossa boa vontade e disponibilidade total para acudir a quem precisou realmente de nós.

Preferíamos, com certeza, olha para o ano que passou e recordar orgulhosamente as qualificações para o Euro 2020 de futebol e para o Euro sub-21, a qualificação da seleção de futsal para o Mundial ou, entre muitos outros resultados, a conquista do título europeu de futebol de praia.

Preferíamos celebrar o nascimento da Casa dos Atletas, o crescimento da Portugal Football School, o trabalho de certificação das escolas de futebol ou o aumento da nossa base federada, mas sabemos que este não foi um ano igual aos outros. Sabemos que tivemos de encontrar dentro de nós a sabedoria de colocar o futebol num segundo plano e de nos concentrarmos, sempre que foi preciso, em ajudar doentes, médicos, enfermeiros, pessoal hospitalar, polícias, bombeiros, ou, simplesmente, os nossos compatriotas que enfrentaram e ainda enfrentam horas de grandes dificuldades.

Procurámos, como diz o aforismo, na humildade a grandeza de sermos maiores do que os nossos êxitos desportivos.

Se o conseguimos fazer, se persistimos em fazê-lo, isso só é possível graças à extraordinária equipa de funcionários, colaboradores, parceiros e sponsors que a FPF tem.

Este ano, muito mais do que em qualquer outro, a nossa direção, as nossas associações, os nossos atletas, os nossos treinadores, dirigentes e clubes também demonstraram uma capacidade de coesão adaptada aos tempos que vivemos e inversa à triste realidade de não podermos estar fisicamente juntos.

Lembro, nesta época natalícia, o sinal dado pela Seleção Nacional quando ofereceu grande parte dos prémios financeiros resultantes da qualificação para o Euro para ajudar o futebol amador. A nossa unidade revelou-se nos atos e não em meras palavras.

Se sentimos a falta uns dos outros é porque estamos a fazer as coisas certas. E se gostaríamos de celebrar este Natal como nos outros anos, em festa, também sentimos que a nossa identidade e os nossos valores não nos permitem festejos que coloquem em causa a segurança de todos.

Gostaria ainda de deixar uma palavra de esperança no futuro.

O futebol português soube adaptar-se, reagir e lutar contra todas as adversidades colocadas no seu caminho mas mais do que nunca os nossos olhos continuam a olhar em frente.

O “jogo” ainda está na primeira parte e teremos de continuar a dar o melhor de nós num contexto de inegável crise sanitária e económica. Assumimos a responsabilidade de tudo fazer para ajudar o país e os portugueses a superar os desafios que se apresentam.

Através do nosso exemplo e do nosso empenho sabemos que podemos contribuir para uma sociedade mais solidária, positiva e confiante nas suas capacidades.

E é esse o principal desafio de 2021: virarmos a página e construirmos todos os dias essa tarefa verdadeiramente tradicional que é a invenção do futuro.

Gostaria assim de desejar a todos um Santo Natal e um Feliz Ano Novo.

fonte:FPF

AF Guarda- Amadeu Poço deixou mensagem à comunidade desportiva

Nesta fase difícil para todos, o Presidente da AF Guarda, Amadeu Poço, veio enviar uma mensagem a toda a comunidade desportiva do distrito, através do Facebook da instituição:
“Nesta fase complicada das nossas vidas, quero em nome da Associacão de Futebol da Guarda, desejar a todos os dirigentes, atletas, sócios e simpatizantes dos nossos Clubes associados, árbitros, encarregados de educação e demais agentes desportivos, que esta praga lhes passe ao lado. Não obstante todas as normas de segurança, que respeitaremos escrupulosamente, estamos disponíveis para, de entre os meios que estão ao nosso alcance, apoiar os nossos associados, bastando para tal entrar em contacto com os funcionários da AF Guarda, pelos meios referidos no nosso Comunicado Oficial Nº10. Logo que haja informação sobre o retorno das provas comunica-lo-emos. Como Presidente da Direção da AFG, manifesto ainda total disponibilidade para tudo que os nossos associados entendam como necessário e possível. Reitero os meus votos de que todos ultrapassem esta fase da melhor maneira.

Mensagem de D.Ilídio Leandro para Quaresma/Páscoa

1d_ilidio_2Quaresma e Páscoa preenchem um tempo muito especial e muito propício a ser carregado de sentido e mistério que nos levam para além dos dias do tempo e das horas do calendário. O Papa Francisco oferece-nos – para preencher, colorir e valorizar o conteúdo deste tempo – o Evangelho do rico avarento e do pobre Lázaro. Parecendo que, no Tempo do Além, o rico se converte totalmente – dirige-se ao pai Abraão, pede ajuda ao desprezado Lázaro, quer que os seus irmãos se convertam – desperdiçou, com a inversão total de valores, o Tempo do Aquém. Avaliando o “tempo todo” do pobre Lázaro e o do rico, espanta o “eterno e infinito” desequilíbrio a desfavor do rico.

Partindo desta temporal avaliação – e contemplando o que se passa com os refugiados vindos para Turquia, Líbano, Jordânia, Iraque, Egito, Itália, Grécia, Alemanha, Suécia, França, Inglaterra, Bulgária, Holanda, Áustria, Dinamarca, Hungria, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Portugal, Estados Unidos, Canadá (…) e os que permanecem em Síria, Afeganistão, Somália, Sudão, Sudão do Sul (…) – quem dera que esta abertura de portas proporcione equilíbrio na distribuição da riqueza e na partilha dos bens – criados e destinados a todas as pessoas que viveram, vivem e hão de viver – partilhando, de forma justa, proporcional e equilibrada, com todos os atuais usufrutuários, os bens que ninguém trouxe de lado nenhum, que todos encontram preparados para uso, sem abuso, e se deseja e espera que fiquem para quem vier depois dos atuais beneficiados!

A Mensagem para a Quaresma-Páscoa deste ano é exigente e será mesmo revolucionária se mudar critérios, se inverter posições de domínio e de posse abusiva e se fizer olhar a todas e a todos, mais e antes do que para os “seus bens”, para os seus irmãos. Isto, independentemente da raça, da cor da pele, da religião, do sexo ou da idade. Simplesmente por alguém ser pessoa tem direito: à vida, com família, com dignidade, com presente e com futuro, com respeito, com solidariedade e com amor, sabendo que o resto – muito importante, também – virá por acréscimo.

Para que todas e todos possam viver assim, existem Governos, existem Políticas, existem Escolas, existem Igrejas…. Só assim e para a realização plena de todas as pessoas se justificam estas Instituições na Sociedade – para servirem as pessoas, ajudando a que todas sejam felizes, cumprindo os fins da 1ª Quaresma-Páscoa que precisamos de relembrar, realizar e concretizar em toda a plenitude.

Ilídio Leandro, Bispo de Viseu

Reflexão do Bispo D.Nuno Almeida–Semana dos Seminários

IMG_4008Nesta Semana dos Seminários, reavivamos a consciência de que o caminho da evangelização passa pelo nosso testemunho de vida e o de muitas famílias e comunidades, que se sentem felizes por estar fundadas em Cristo.
Importa também darmo-nos conta de que, possivelmente, os jovens têm, atualmente, mais dificuldade em seguir modelos e ideais, mas procuram avidamente experiências e vivências. Não querem somente ouvir testemunhos, mas sobretudo sentir e vivenciar realidades.
Se isto é verdade, a atitude fundamental terá de ser a de “perder” tempo com os jovens: conhecê-los, ouvi-los e crescer com eles e não ter medo de lhes propor, como possibilidade para as suas vidas, o sacerdócio.
É no Seminário que se preparam os candidatos ao sacerdócio para o serviço do povo de Deus. Por isso, dele beneficia cada diocese, paróquia, família e cada cristão. Todos devemos sentir-nos corresponsáveis na formação dos futuros padres! Esta corresponsabilidade começa por prestarmos atenção ao Seminário e leva-nos à oração, a apoiar os formadores e jovens seminaristas, a convidar adolescentes e jovens para conhecerem esta casa, etc.
Durante esta semana, rezemos pelos nossos Seminários, pelos seminaristas e seus formadores. Imploremos ao Senhor mais vocações sacerdotais,

 

Por:D.Nuno Almeida, Bispo auxiliar da Diocese de Braga

Mensagem de Natal do Bispo de Viseu -D.Ilidio Leandro

1d_ilidio_2D. Ilídio envia a toda a Diocese a sua já tradicional Mensagem de Natal, desejando que esta época seja menos “de calendário” e mais “de vida pessoal, familiar, social, cultural”. Aqui fica a sua Mensagem:

Tantos sinais novos: nas montras, nas casas, nas ruas e nas praças! Sinais que anunciam o Natal. Esta quadra festiva marca todas as realidades, todas as pessoas, seja quem for e pense como pensar. O Natal não deixa, mesmo, ninguém indiferente. Ainda que os seus efeitos sejam mais de calendário do que de vida pessoal, familiar, social, cultural e tudo o mais, nada é indiferente, neste tempo.
Sabemos todos, por experiência, que passada a Quadra e desfeitos os enfeites, tudo parece voltar à mesma e fica tudo igual… E é uma pena porque o Natal é, mesmo, um sonho real de ontem que seria muito bom se fosse tornado realidade do hoje e de todos os amanhãs!
É verdade! O Natal quer, mesmo, ser um suplemento de alma e de vida para todos. Diz-nos que a paz e o amor são possíveis. Diz-nos que os piores efeitos “estufa” podem evitar-se e que a natureza pode ser espaço de todos e para todos, oferecendo vida com qualidade e com paz para todos. Diz-nos, mesmo, que o Papa Francisco tem razão e que, guiados por ele, damos vida nova a este mundo que Deus muito ama.
Como era bom acreditar no Natal! Ao menos neste tempo, tudo diz alegria, solidariedade, amor e paz.
Façamos tudo para que os dons do Presépio e do Natal de Jesus sejam aceites, vividos, partilhados e todos gozem e transmitam a paz universal.
Com amizade – Bispo de Viseu

Por:Diocese Viseu

Manuel Fonseca, deixa mensagem sobre a Feira do queijo em Fornos de Algodres

Após o evento da Feira do queijo tem sido muito positiva, o Presidente da Camara, Manuel Fonseca deixa a seguinte mensagem a todos :
FEIRA DO QUEIJO
MENSAGEM SR. PRESIDENTE DA CÂMARA

Gostaria de agradecer, em primeiro lugar, a todos os que quiseram honrar-nos com a sua presença nesta “Feira do Queijo Serra da Estrela”.

Começo por endereçar uma palavra de apreço e agradecimento a todos
aqueles que dedicando toda uma vida à pastorícia, são hoje o garante de
um produto genuíno apreciado não só em todo o Portugal, como também além
– fronteiras e que põe o Município de Fornos de Algodres nas primeiras
páginas da comunicação social.

Como todos sabemos, vivemos momentos de grande crise económica e financeira mundial, momentos que não chamam ao otimismo.

É neste contexto de profunda crise, que tanto sentido faz apoiar
soluções para o nosso concelho polarizadas em torno do capital humano,
das suas criatividades, conhecimentos e inovação.

Perante uma
crise nacional que afeta a maioria dos municípios, hoje encontramo-nos
perante uma situação económica gravíssima que certamente irá condicionar
todo o trabalho que pretendemos desenvolver em prol da pastorícia.

Um dos grandes desafios que se colocam a Fornos de Algodres é conseguir parar com a desertificação.

Isto só se conseguirá através de novos comportamentos e novas medidas.

Temos noção de que é fundamental o papel do Município no apoio à
divulgação e promoção de um produto genuíno que é uma das “Sete
Maravilhas Gastronómicas do nosso País”.

Sabemos que o poder local é uma peça chave no desenvolvimento e apoio à população.

Dar vida ao Nosso Concelho é prioritário.

Fomentar e valorizar os produtos endógenos, os recursos naturais, a cultura e as tradições, é nosso propósito.

O Município de Fornos de Algodres irá demonstrá-lo com medidas projetadas e futuramente implementadas.

Efetivamente, essas medidas serão importantes, diria mesmo,
fundamentais para mudarmos o curso dos acontecimentos e contrariar a
tendência adversa ao investimento.

Há que viver em Fornos de
Algodres para que o Nosso Município possa ultrapassar as dificuldades
económicas e sociais que de todos são conhecidas.

Para
finalizar permitam-me uma palavra de apreço e agradecimento à
disponibilidade dos Fornenses e de todos aqueles que nos apoiaram na
realização deste evento.

Um agradecimento especial, também, à
RTP, pelo destaque e promoção que doou ao nosso Concelho, atraindo um
avultado número de visitantes, tendo como único custo a despesa inerente
à logística para a realização do programa.

A Todos vós o nosso muito obrigado.
fonte:Minicipio de Fornos de Algodres